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O que é seguro ou não fazer depois de tomar a segunda dose da vacina?



O avanço da vacinação no país tem trazido alívio e segurança para a população, mas para garantir que o enfrentamento da pandemia siga de acordo com o esperado é preciso entender o que de fato é seguro ou não fazer depois da segunda dose da vacina. Por isso, na matéria desta semana entrevistamos especialistas para esclarecer as principais dúvidas.

 

Imagem do site Freepik

Após mais de um ano de restrições em razão do risco de contaminação pela Covid-19, a vacinação é um passo fundamental para proteção coletiva e individual, e com a população recebendo o imunizante, os estados e municípios estão reduzindo as restrições. Com isso, também surgem as dúvidas sobre o que já é seguro ou não voltar a fazer depois da segunda dose da vacina. 

O retorno aos hábitos antes rotineiros, como uma ida ao bar após o trabalho, é algo que hoje gera insegurança mesmo para aqueles que possuem o ciclo de imunização completo. Para explicar o que pode ou não ser perigoso à saúde, entrevistamos o médico infectologista Reinaldo Ritzel, do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM).

A volta às atividades necessárias, como ir ao trabalho presencialmente, devem ser mantidas. Então, de acordo com Ritzel, apesar de não existir a possibilidade do risco zero, uma vez que nenhuma vacina oferece proteção de 100% ao indivíduo, o termo que deve ser lembrado é: bom senso.

“Bom senso”, segundo Ritzel, no sentido de que as pessoas que possuem fatores de risco, mesmo com as duas doses da vacina, precisam estar em alerta e se prevenir ainda mais, utilizando máscara e evitando aglomerações. Mas, as atividades importantes e necessárias precisam ser feitas, ressalta o médico infectologista.

Reinaldo avalia de maneira positiva o retorno às atividades, e afirma que em ambientes abertos, as possibilidades de contaminação são quase nulas. Agora, com o avanço da vacinação, se torna ainda mais possível a realização de alguns eventos. “Na medida que isso vai acontecendo, o vírus vai circulando menos e as pessoas vão podendo voltar às atividades e eventos, e tem que voltar sim”, reforça o médico. 

Um happy hour com os amigos ou colegas de trabalho, um encontro ao ar livre se tornam possíveis após a imunização. Porém, ainda é necessário seguir as restrições de proteção à Covid-19, principalmente em locais fechados. Como traz a reportagem do Uol, a vacina não é um passe-livre para deixar de usar máscaras e fazer aglomerações, ainda é necessário ter alguns cuidados e também adotar o bom senso que o infectologista Reinaldo Ritzel menciona.

Os imunizantes diminuem as chances de adoecimento e, assim, reduzem a transmissão da doença entre as pessoas. Isso não assegura que as pessoas possam circular nas ruas sem máscara, visto que a contaminação e transmissão do vírus ainda é possível. Assim, Reinaldo afirma que a única previsão que se pode ter é de que a população nunca estará 100% segura e que “risco zero” não existe, pois nada impede que outra pandemia possa vir a acontecer.

Para que todas as atividades voltem com segurança, a população precisa realizar a imunização completa, com as duas doses. E também, não esquecer da dose de reforço. Pois, a vacina é coletiva e a situação só terá mudanças com o esforço de todos. Somente dessa forma, a medida do uso de máscara poderá ser aliviada, como aconteceu nos Estados Unidos (com mais de 50% da população imunizada com as duas doses), e também as atividades poderão retornar ao seu “normal”, incluindo as aulas e eventos nas universidades. 

 

Reportagem:  Fernanda Vasconcellos e Júlia de Sá 

Revisão: Luciana Carvalho

Site e Redes Sociais: Maria Mariana do Nascimento

 

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