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			<title>Agência Da Hora - Feed Customizado RSS</title>
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				<title><strong>União vence Aimoré e garante classificação para as quartas de finais da Divisão de Acesso</strong></title>
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				<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 15:31:52 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Com a vitória por 2&#215;0, o Leão da Colina emplaca sequência invicta e confirma classificação. Por: Lorenzo Coletto Na noite de quarta-feira, 23, Rodrigo Augusto e Ryuta Takahashi marcaram e garantiram o triunfo do União Frederiquense. Com o resultado positivo de 2 a 0 sobre o Aimoré, a equipe de Frederico Westphalen garantiu a classificação [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Com a vitória por 2x0, o Leão da Colina emplaca sequência invicta e confirma classificação.</p>
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<p><strong>Por</strong>: Lorenzo Coletto</p>
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<p>Na noite de quarta-feira, 23, Rodrigo Augusto e Ryuta Takahashi marcaram e garantiram o triunfo do União Frederiquense. Com o resultado positivo de 2 a 0 sobre o Aimoré, a equipe de Frederico Westphalen garantiu a classificação para o mata-mata da Divisão de Acesso do Campeonato Gaúcho com uma rodada de antecedência. Na tabela, o União assume a terceira colocação, com 24 pontos.</p>
[caption id="attachment_1191" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1191 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/IMG_6236.JPG-1-1024x683.jpeg" alt="" width="1024" height="683" /> Gabriel Rossetto, artilheiro da história do União Frederiquense, durante partida. Foto: Renato Padilha (UFF).[/caption]
<p> </p>
<p>Mesmo com a classificação garantida, o técnico Bruno Coutinho ressalta a importância de se manter entre os 4 primeiros na tabela e afirma: “Não tem hipocrisia nenhuma em dizer que estamos mais tranquilos para o próximo jogo, mas é determinante também a posição em que a gente fica na tabela, poder trazer os jogos para casa e saber exatamente quem vamos enfrentar”.</p>
<p>Além da vitória e classificação, o resultado encerrou uma sequência de três empates seguidos e ampliou para nove jogos a sequência de invencibilidade da equipe.</p>
<p>O placar da partida foi construído com um gol em cada tempo. Aos 29 minutos da primeira etapa, em uma jogada de bola parada, Guilherme Escuro cruza falta para a área e o zagueiro Rodrigo Augusto de cabeça abriu o placar para o time mandante. O zagueiro vinha de um erro no empate contra o Glória, em Vacaria, e no jogo da última noite deu uma resposta com um gol e uma atuação sólida diante do Aimoré. “O Rodrigo é um cara psicologicamente muito forte. Cometeu um erro e conseguiu fazer a partida que fez. Isso mostra o nível de profissionalismo que ele tem", destacou Coutinho.</p>
<p>No segundo tempo, o Leão da Colina ampliou o placar aos 24 minutos. O Japonês da Colina, Ryuta Takahashi, recebeu em contra-ataque, tabelou com Gabriel Rossetto, carregou a bola e finalizou cruzado com a perna esquerda para marcar o segundo gol do jogo, e seu primeiro gol com a camiseta Tricolor. Ademais, o gol do craque da torcida foi o primeiro dele atuando no Brasil.</p>
[caption id="attachment_1190" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1190 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/IMG_6311.JPG-1-1024x683.jpeg" alt="" width="1024" height="683" /> Ryuta Takahashi comemorando o seu primeiro gol com a camiseta do União. Foto: Renato Padilha (UFF).[/caption]
<p>Com o resultado consolidado, o União teve mais tranquilidade e controlou a partida totalmente até os minutos finais do jogo. O técnico Bruno Coutinho ressaltou a importância de sair na frente no placar. “Animicamente, te dá mais confiança, o time cresce, gera mais situações de gol e tem uma leveza maior na hora de estar com a bola”.</p>
<p>A delegação do clube viaja no sábado para seu último compromisso pela fase classificatória do campeonato. O jogo está marcado para domingo, 27, às 15h, diante do Guarani de Venâncio Aires, válido pela décima quinta rodada da Divisão de Acesso.</p>
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				<title><strong>União Frederiquense anuncia participação em Gauchão Sub 15 para o ano de 2027</strong></title>
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				<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 01:49:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Clube do Noroeste gaúcho confirmou presença no campeonato apenas com atletas da escolinha. Por: Lorenzo Coletto Nesta segunda-feira, dia 21 de setembro, o União Frederiquense anunciou a participação da equipe no Gauchão Sub 15 2027 de futebol de campo, com apenas crianças de Frederico Westphalen e região. O anúncio foi feito por via de um [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Clube do Noroeste gaúcho confirmou presença no campeonato apenas com atletas da escolinha.</em></p>
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<p><strong>Por</strong>: Lorenzo Coletto</p>
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<p>Nesta segunda-feira, dia 21 de setembro, o União Frederiquense anunciou a participação da equipe no Gauchão Sub 15 2027 de futebol de campo, com apenas crianças de Frederico Westphalen e região. O anúncio foi feito por via de um vídeo patrocinado no Instagram da equipe profissional em colaboração com o perfil da escolinha do clube.</p>
[caption id="attachment_1186" align="alignnone" width="768"]<img class="wp-image-1186 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-21-at-13.56.12-768x1024.jpeg" alt="" width="768" height="1024" /> Crianças da escolinha do União Frederiquense pós-treino. Foto: Lorenzo Coletto.[/caption]
<p>A escolinha foi reaberta há 3 meses, com o projeto “Escolinha União do Futuro”, e já conta com aproximadamente 100 crianças envolvidas no projeto, desde a categoria Sub 7 até a Sub 15, incluindo também o futebol feminino.</p>
<p>O professor da equipe de base, Célio Pinheiro, ressalta a diferença do trabalho realizado com diversas categorias da escolinhas. “Com os atletas mais novos do Sub 7 ao Sub 9, buscamos desenvolver inicialmente a criança com fundamentos básicos do esporte com a bola. Com os mais crescidos, já visamos aprimorar juntamente a um trabalho técnico e tático”.</p>
<p>A diretoria do clube ressalta o fator que apenas atletas da própria escolinha participarão do elenco para a disputa do Campeonato Gaúcho de base. Os treinos acontecem duas vezes por semana, às quartas-feiras no turno da tarde e aos sábados de manhã, no campo do Complexo Sersa, em Frederico Westphalen.</p>
[caption id="attachment_1185" align="alignnone" width="768"]<img class="wp-image-1185 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-21-at-13.56.12-1-768x1024.jpeg" alt="" width="768" height="1024" /> Atleta da escolinha do União Frederiquense durante treinamento. Foto: Lorenzo Coletto.[/caption]
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				<title><strong>Fandango com Os Monarcas marca noite de segunda-feira no Acampamento Farrapo</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/09/15/fandango-com-os-monarcas-marca-noite-de-segunda-feira-no-acampamento-farrapo</link>
				<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 18:32:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Apresentação reuniu tradicionalistas e comunidade no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Battistella durante a programação da Semana Farroupilha. Por: Scheila Avilla O 46º Acampamento Farrapo de Frederico Westphalen teve uma noite de grande movimentação nesta segunda-feira (14), com o fandango de Os Monarcas. A apresentação, realizada no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Battistella, reuniu tradicionalistas, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Apresentação reuniu tradicionalistas e comunidade no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Battistella durante a programação da Semana Farroupilha.</em></p>
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<p><strong>Por</strong>: Scheila Avilla</p>
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<p>O 46º Acampamento Farrapo de Frederico Westphalen teve uma noite de grande movimentação nesta segunda-feira (14), com o fandango de Os Monarcas. A apresentação, realizada no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Battistella, reuniu tradicionalistas, famílias e visitantes e registrou recorde de público na noite, segundo o jornal O Alto Uruguai.</p>
[caption id="attachment_1182" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1182 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-15-at-14.58.40-1024x576.jpeg" alt="" width="1024" height="576" /> Os Monarcas levaram o fandango ao palco do 46º Acampamento Farrapo, reunindo o público em uma noite de música e dança. Foto: Sidnei Bairros.[/caption]
<p>Conhecidos pela trajetória na música tradicionalista do Rio Grande do Sul, Os Monarcas têm um repertório voltado aos ritmos de baile e às temáticas ligadas à vida no campo e aos costumes gaúchos. Ao longo da carreira, o grupo consolidou espaço entre os conjuntos de música regional do Estado e passou a integrar a programação de diferentes eventos tradicionalistas.</p>
<p>Durante o fandango, o público acompanhou músicas conhecidas do grupo, como “Tô Voltando Pra Ficar” e “Campeiro do Rio Grande”. O repertório, marcado por ritmos próprios dos bailes tradicionalistas, também possibilitou a participação do público por meio da dança.</p>
[caption id="attachment_1183" align="alignnone" width="576"]<img class="wp-image-1183 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-15-at-14.59.38-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" /> Foto: Sidnei Bairros.[/caption]
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				<title><strong>Invernada reúne dança e tradição no 46º Acampamento Farrapo</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/09/15/invernada-reune-danca-e-tradicao-no-46o-acampamento-farrapo</link>
				<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 17:17:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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						<description><![CDATA[Apresentação do DTG Sentinelas do Auxiliadora e do Piquete Alto Alegre ocorreu na noite de 14 de setembro, em Frederico Westphalen. Por: Scheila Avilla A dança tradicionalista foi destaque na noite deste segunda (14), durante a apresentação da Invernada do DTG Sentinelas do Auxiliadora e do Piquete Alto Alegre, no 46º Acampamento Farrapo, em Frederico [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Apresentação do DTG Sentinelas do Auxiliadora e do Piquete Alto Alegre ocorreu na noite de 14 de setembro, em Frederico Westphalen</em>.</p>
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<p><strong>Por</strong>: Scheila Avilla</p>
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<p>A dança tradicionalista foi destaque na noite deste segunda (14), durante a apresentação da Invernada do DTG Sentinelas do Auxiliadora e do Piquete Alto Alegre, no 46º Acampamento Farrapo, em Frederico Westphalen. A atividade ocorreu no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Batistella e reuniu a comunidade para acompanhar as apresentações que integram a programação da Semana Farroupilha.</p>
<p>Com trajes tradicionais e coreografias características das danças gaúchas, os integrantes da invernada levaram ao público elementos da cultura e das tradições do Rio Grande do Sul. A apresentação fez parte das atividades realizadas ao longo do Acampamento Farrapo, que teve início no dia 11 e segue até 20 de setembro.</p>
[caption id="attachment_1177" align="alignnone" width="576"]<img class="wp-image-1177 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-15-at-09.43.50-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" /> A invernada do DTG Sentinelas da Auxiliadora marcou presença na programação do evento, levando ao tablado a dança, a música e a tradição que atravessam gerações e fortalecem a cultura gaúcha. Foto: Scheila Avilla.[/caption]
<p>A programação do evento reúne diferentes manifestações da cultura gaúcha, entre elas apresentações artísticas, música, concursos, oficinas e o 11º Canto do Barril. Nesse contexto, as apresentações de invernadas contribuem para manter a dança tradicionalista presente nos festejos e aproximar diferentes gerações da cultura gaúcha.</p>
<p>Além das atividades oficiais, o Parque de Exposições também conta com piquetes e galpões organizados por famílias, grupos de amigos, entidades tradicionalistas e empresas. Os espaços funcionam como pontos de encontro durante a Semana Farroupilha, promovendo momentos de convivência e valorização de costumes como a música, a culinária e as vestimentas tradicionais.</p>
<p>O 46º Acampamento Farrapo segue com programação até o dia 20 de setembro, no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Batistella, reunindo a comunidade de Frederico Westphalen e região em atividades voltadas à cultura tradicionalista.</p>
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						<item>
				<title><strong>46º Acampamento Farrapo reúne tradição e cultura gaúcha em Frederico Westphalen</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/09/15/46o-acampamento-farrapo-reune-tradicao-e-cultura-gaucha-em-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 14:01:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[semana farroupilha 2026]]></category>

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						<description><![CDATA[Programação da Semana Farroupilha ocorre de 11 a 20 de setembro, no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Batistella. Por: Scheila Avilla A cultura e as tradições do Rio Grande do Sul ganham destaque durante a Semana Farroupilha. Em Frederico Westphalen, a programação é marcada pela realização do 46º Acampamento Farrapo, que ocorre de 11 a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Programação da Semana Farroupilha ocorre de 11 a 20 de setembro, no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Batistella.</em></p>
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<p><em>Por</em>: Scheila Avilla</p>
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<p>A cultura e as tradições do Rio Grande do Sul ganham destaque durante a Semana Farroupilha. Em Frederico Westphalen, a programação é marcada pela realização do 46º Acampamento Farrapo, que ocorre de 11 a 20 de setembro, no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Batistella.</p>
<p>Durante dez dias, o espaço recebe atividades voltadas à valorização da cultura gaúcha, reunindo apresentações artísticas, música, concursos e momentos de convivência entre a comunidade. A programação conta com apresentações de invernadas, shows, o 11º Canto do Barril, concursos, oficinas e outras atividades.</p>
[caption id="attachment_1178" align="alignnone" width="576"]<img class="wp-image-1178 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-15-at-09.44.49-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" /> Os galpões e piquetes são parte do cenário do 46º Acampamento Farrapo de FW, reunindo elementos que remetem aos costumes e à identidade gaúcha. Entre bandeiras, objetos tradicionalistas e espaços de convivência, cada estrutura ajuda a construir o ambiente de celebração da Semana Farroupilha. Foto: Scheila Avilla.[/caption]
<p>Mais do que uma programação cultural, o Acampamento Farrapo também transforma o parque de exposições em um espaço de encontro entre famílias, amigos e entidades tradicionalistas. A iniciativa proporciona à comunidade a oportunidade de vivenciar costumes que fazem parte da identidade do povo gaúcho.</p>
<p><strong>Piquetes e galpões fazem parte da programação</strong></p>
<p>Além das atividades previstas na programação oficial, um dos destaques do Acampamento Farrapo são as estruturas conhecidas como piquetes ou galpões. Montados temporariamente por famílias, grupos de amigos, Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) e empresas, esses espaços se tornam pontos de encontro durante os festejos.</p>
<p>Nos galpões, os participantes podem compartilhar momentos de convivência e manter vivas diferentes manifestações da cultura tradicionalista, como a culinária, a música, as vestimentas e os costumes do Rio Grande do Sul.</p>
<p>A presença desses espaços reforça uma das características da Semana Farroupilha: a união entre tradição e convivência comunitária. Ao longo dos dias de programação, o parque se torna um ambiente de celebração da cultura gaúcha e de participação da comunidade de Frederico Westphalen e região.</p>
<p>Com 46 edições, o Acampamento Farrapo integra o calendário tradicionalista do município e contribui para a preservação e a transmissão das tradições gaúchas entre diferentes gerações.</p>
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													</item>
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				<title><strong>Alunos da Escola Irmã Odila Lehnen realizam visita guiada à UFSM-FW</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/09/14/alunos-da-escola-irma-odila-lehnen-realizam-visita-guiada-a-ufsm-fw</link>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 19:58:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[curso de Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[curso de Engenharia Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[curso de jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[curso de Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[município de Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[Seja UFSM FW]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Turma do oitavo ano da Escola Municipal, localizada no bairro Primavera, em Frederico Westphalen, tomou contato com o campus no turno da manhã. Por: Emanuelle Friederichs Na manhã desta segunda-feira, 14, a Universidade Federal de Santa Maria &#8211; Campus Frederico Westphalen (UFSM-FW) recebeu a visita de estudantes da Escola Municipal Ensino Fundamental Irmã Odila Lehnen, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Turma do oitavo ano da Escola Municipal, localizada no bairro Primavera, em Frederico Westphalen, tomou contato com o campus no turno da manhã.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p></p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Por</strong>: Emanuelle Friederichs</p>
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<p>Na manhã desta segunda-feira, 14, a Universidade Federal de Santa Maria - Campus Frederico Westphalen (UFSM-FW) recebeu a visita de estudantes da Escola Municipal Ensino Fundamental Irmã Odila Lehnen, de Frederico Westphalen, mais especificamente do bairro Primavera. Além de participaram de oficinas práticas voltadas aos cursos de Engenharia Florestal, ministrada pelos estudantes e membros da PET Florestal, e Engenharia Ambiental e Sanitária, conduzida pelo docente do curso Willian Borba, os alunos também conheceram a infraestrutura universitária frederiquense, especialmente os espaços utilizados pelos cursos de comunicação, dentre eles: Agência Íntegra, Estúdio de TV e Laboratório de Rádio. Ainda, neste último espaço foi oportunizado aos discentes visitantes algumas experiências interativas no âmbito da radiocomunicação, conduzidas pela operadora de mídia audiovisual do campus, Paula Mazzonetto, e pela estudante e bolsista do curso de jornalismo, Julia Lima.</p>
[caption id="attachment_1174" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1174 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/DSC_0027-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Estudantes aprendendo sobre o plantio de mudas no viveiro do Curso de Engenharia Florestal. Foto: Emanuelle Friederichs.[/caption]
<p>A ação reuniu 20 estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental, que realizaram as atividades entre 8h15 e 10h30 da manhã, sob responsabilidade da professora Carmem Regina Cocco, a qual ministra a disciplina de Química na escola. O acompanhamento no decorrer de toda a visita também contou com a atuação da bolsista do projeto SEJA UFSM-FW, Emanuelle Friederichs.</p>
<p>Promovida pelo grupo de trabalho de visitas do projeto SEJA UFSM-FW, a atividade, a qual visa aproximar os estudantes da educação básica ao ambiente acadêmico, foi planejada a partir do interesse manifestado pela escola visitante, através do contato por whatsapp. Sendo assim, a escolha da temática das oficinas ofertadas também surgiu a pedido da instituição educacional, seguindo a mesma programação vivenciada no mês anterior pelos alunos do sétimo ano da escola.</p>
<p>Segundo a docente Carmen Cocco, a oportunidade de trazer os estudantes ao campus contribui significativamente para que eles conheçam as opções de ensino e a infraestrutura disponíveis no município. “Então, você trazer a comunidade dentro da universidade engrandece muito, faz com que eles possam chegar nas suas casas depois, falando da universidade, falando que a gente tem todo esse espaço aqui dentro do nosso município, onde muitos alunos não teriam a oportunidade ou não viriam se não fosse por via da escola. A gente fica muito feliz também como educadora de poder ter essa parceria com vocês, enquanto alunos da universidade, enquanto professores, de poder proporcionar isso para eles”, destaca com contentamento.</p>
<p>A experiência também foi aprovada pelas alunas da turma, Tuane, Luana e Melanie, as quais relataram tamanha satisfação com a realização das oficinas e a relevância de cada para o cotidiano, manifestando ainda a vontade de retornar ao campus “muitas vezes mais”. A estudante Melanie ainda aponta que “Eu gostei bastante do Jornalismo, achei bem divertido e acho que seria um bom curso para fazer”.</p>
[caption id="attachment_1175" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1175 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/DSC_0143-1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Docente Willian Borba explicando sobre os solos no Laboratório do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária para os alunos. Foto: Emanuelle Friederichs.[/caption]
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						<item>
				<title><strong>Curso de Jornalismo da UFSM-FW promove experiência prática de telejornalismo durante o Sou UFSM, SEJA Você Também</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/09/11/curso-de-jornalismo-da-ufsm-fw-promove-experiencia-pratica-de-telejornalismo-durante-o-sou-ufsm-seja-voce-tambem</link>
				<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 17:17:15 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Texto e fotos: Scheila Avilla Durante a 5ª edição do evento “Sou UFSM, Seja Você Também”, realizado nesta quinta-feira (11), o curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Maria, campus de Frederico Westphalen, apresentou aos estudantes uma experiência prática de produção televisiva. A atividade foi realizada no hall de entrada do Prédio Principal da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Texto e fotos</strong>: Scheila Avilla</p>
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<p>Durante a 5ª edição do evento “Sou UFSM, Seja Você Também”, realizado nesta quinta-feira (11), o curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Maria, campus de Frederico Westphalen, apresentou aos estudantes uma experiência prática de produção televisiva. A atividade foi realizada no hall de entrada do Prédio Principal da UFSM-FW, em um espaço organizado com câmeras, microfones e cenário de telejornal, permitindo que os visitantes conhecessem um pouco da rotina jornalística.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1168 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-10-at-14.41.17-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" /></p>
<p>A proposta foi mostrar, de maneira interativa, algumas das atividades desenvolvidas ao longo da graduação e aproximar os visitantes da realidade profissional do Jornalismo.</p>
<p>O evento reuniu escolas da região no campus da UFSM-FW e possibilitou que os estudantes conhecessem a estrutura da universidade, os cursos oferecidos e as oportunidades de formação disponíveis.</p>
<p>Por meio da atividade, o curso de Jornalismo apresentou aos visitantes algumas das possibilidades de atuação na área e demonstrou como experiências práticas podem fazer parte da formação acadêmica.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1169 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-10-at-14.41.18-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" /></p>
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				<title><strong>UFSM-FW promove a 5ª edição do evento “Sou UFSM, SEJA você também!”</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/09/11/ufsm-fw-promove-a-5a-edicao-do-evento-sou-ufsm-seja-voce-tambem</link>
				<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 17:14:17 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Ação universitária reúne cerca de 600 estudantes de escolas estaduais no campus da UFSM de Frederico Westphalen, fortalecendo o ensino superior público na região. Por: Emanuelle Friederichs Nesta quinta-feira, 10, a Universidade Federal de Santa Maria, Campus Frederico Westphalen (UFSM-FW), movimentou a comunidade acadêmica e escolar da região, com a realização da 5ª edição do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Ação universitária reúne cerca de 600 estudantes de escolas estaduais no campus da UFSM de Frederico Westphalen, fortalecendo o ensino superior público na região.</em></p>
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<p><strong>Por</strong>: Emanuelle Friederichs</p>
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<p>Nesta quinta-feira, 10, a Universidade Federal de Santa Maria, Campus Frederico Westphalen (UFSM-FW), movimentou a comunidade acadêmica e escolar da região, com a realização da 5ª edição do evento “Sou UFSM, SEJA Você Também”. O evento, que teve duração das 8h da manhã às 15h da tarde, foi promovido pelo projeto SEJA UFSM-FW com o intuito de receber os alunos do Ensino Médio da região do Médio Alto Uruguai para conhecer, além da estrutura do campus, os seis cursos de graduação, por meio de atividades práticas e momentos de interação direta entre os acadêmicos, professores e os estudantes visitantes. Um dos grandes diferenciais da programação foi a confirmação dos novos cursos que passarão a integrar a grade de graduações da instituição no ano de 2027, sendo eles: Direito, no período noturno, e Gestão de Recursos Hídricos.</p>
[caption id="attachment_1171" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1171 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/DSC_0017-3-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Estudantes do terceiro ano do Ensino Médio passeando pelo campus UFSM-FW durante o evento. Foto: Sabrina Lins.[/caption]
<p>Embora o tempo climático não tenha colaborado como o desejado, visando a ocorrência de chuvas durante a programação, o evento conto não só com o envolvimento acadêmico e a presença do vice-reitor da Universidade Federal Santa Maria (UFSM), professor Tiago Bandeira Marchesan, mas com a participação de empresas e instituições financeiras parceiras, como Tchê Turbo, Cresol e Sicredi, que aproveitaram a oportunidade para divulgar seus produtos e serviços, aproximando o setor empresarial do ambiente universitário. Ao todo, a mobilização regional foi expressiva: o campus recebeu um total de 21 escolas presentes e aproximadamente 620 estudantes do Ensino Médio, que puderam experienciar de perto, mesmo com a instabilidade temporal, a rotina e o acolhimento oferecidos pela UFSM-FW.</p>
<p>A iniciativa do campus, localizado no interior do estado gaúcho, dentre seus objetivos, tem como foco principalmente o combate à evasão universitária vivenciada pelos cursos e promulgação de atividades voltadas a desmistificação da ineficácia do ingresso no ensino superior. Segundo a atual coordenadora do Projeto SEJA UFSM-FW, professora Estela Crespan, “O ensino médio é uma fase difícil, de incerteza, de dúvida, muitos nem sabem o que vão fazer, muitos nem sonham, nem sabem que podem sonhar em fazer um curso superior. Então, essa integração com a universidade é importante por causa disso também, para mostrar para eles que eles podem sonhar, que eles podem almejar um futuro diferente. Por isso, o evento é importantíssimo”, afirma.</p>
[caption id="attachment_1172" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1172 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/DSC_0034-1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Estudante realizando atividade prática no espaço ocupado pelo Curso de Engenharia Florestal no Sou UFSM, SEJA você também. Foto: Sabrina Lins.[/caption]
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				<title><strong>Palestra híbrida na UFSM-FW discute o futuro do Jornalismo e das Relações Públicas com o professor Otávio Daros</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/09/04/palestra-hibrida-na-ufsm-fw-discute-o-futuro-do-jornalismo-e-das-relacoes-publicas-com-o-professor-otavio-daros</link>
				<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:01:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Profissionais formados e em formação debatem convergências e divergências de atuação frente a evolução do mercado comunicacional. Por: Emanuelle Friederichs e Valentina Santos Na tarde desta quinta-feira, 3, o Curso de Relações Públicas da Universidade Federal de Santa Maria &#8211; Campus Frederico Westphalen promoveu uma aula aberta em formato híbrido, momento que marcou a recepção [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Profissionais formados e em formação debatem convergências e divergências de atuação frente a evolução do mercado comunicacional.</em></p>
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<p><strong>Por</strong>: Emanuelle Friederichs e Valentina Santos</p>
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<p>Na tarde desta quinta-feira, 3, o Curso de Relações Públicas da Universidade Federal de Santa Maria - Campus Frederico Westphalen promoveu uma aula aberta em formato híbrido, momento que marcou a recepção do professor Otávio Daros. Até então jornalista e pesquisador, ele agora é o mais recente docente a integrar o Departamento de Comunicação da UFSM-FW. O evento reuniu estudantes do segundo semestre de Relações Públicas e do quarto semestre de Jornalismo, além do público geral, que acompanhou as discussões presencialmente na sala 19 do prédio principal do campus e também de forma remota. A condução da cerimônia ficou por conta da estudante de Relações Públicas, Yasmin Nilson.</p>
[caption id="attachment_1166" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1166 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/PHOTO-2026-09-04-10-03-00-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Professor Otávio Daros durante o início de sua palestra. Foto: Valentina Santos.[/caption]
<p>Com o tema “Convergências e Divergências na formação e atuação de jornalistas e RPs em um mundo em transformação”, a palestra do professor Otávio Daros abordou as competências críticas necessárias para os futuros profissionais, o impacto da tecnologia e os novos rumos do mercado de trabalho. Com base em sua experiência em veículos como a RBS e o G1 Globo, o docente destacou que o mercado atual é marcado pela coexistência das respectivas profissões, estabelecendo uma relação de convergência.</p>
<p>Daros enfatizou ainda o papel crucial da universidade em promover uma qualificação diferenciada aos futuros profissionais e o exercício das mesmas. “Para mim foi um momento muito especial estar aqui com os estudantes dos dois cursos de Jornalismo e de Relações Públicas, ao lado também da professora Lana, da professora Márcia e do professor Fábio, que refletem a diversidade, a qualidade do nosso departamento. Então, para mim foi um momento muito feliz, e senti que foi talvez a minha estreia oficial como docente do departamento.”, destacou.</p>
<p>Pensado pela docente do curso de Relações Públicas, Lana Campanella, na abertura do evento, presenteou o professor palestrante com um recado especial enviado pelo professor Francisco Rüdiger, orientador de mestrado e doutorado do professor Otávio. “A gente não tinha planejado uma aula inaugural de início de semestre, mas a força motriz, como se diz, é uma questão de boa hospitalidade com o professor que estava chegando, e a maneira também que eu encontrei no professor se integrar com os dois cursos. Então, foi uma hospitalidade, mas juntando também a expertise do professor numa fala que ele tem, que permita conversar com RP e jornal”, explica a professora Lana Campanella.</p>
<p>Para os estudantes participantes, Yasmin Martins e Kauê Botezini, dos cursos de Jornalismo e Relações Públicas, respectivamente, momentos como este são de extrema relevância, levando em consideração a experiência do palestrante, que já passou por diferentes cenários na profissão e que a comunicação segue em constante transformação, ou seja, debater esse tema torna-se cada vez mais necessário.</p>
<p>O evento foi viabilizado por meio de uma parceria entre o Curso de Relações Públicas, a disciplina de Tendências Globais em Relações Públicas, ministrada pela professora Lana Campanella, o projeto de extensão Comunicare RP e Agência Da Hora e o projeto de ensino Agência Íntegra.</p>
[caption id="attachment_1165" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1165 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/PHOTO-2026-09-04-10-03-00-1-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" /> Da esquerda para a direita: professores Francisco Rüdiger (via meet), Otávio Daros e Lana Campanella. Foto: Valentina Santos.[/caption]
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						<item>
				<title><strong>UFSM-FW realiza cerimônia de posse do Diretório Acadêmico de Comunicação</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/09/01/ufsm-fw-realiza-cerimonia-de-posse-do-diretorio-academico-de-comunicacao</link>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 02:08:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Com 29 votos, a Chapa Revolução assume a nova gestão do DACOM Tropicália e afirma o compromisso com a representação estudantil. Por: Emanuelle Friederichs e Valentina Santos Na tarde desta terça-feira, 1º de setembro, a área de comunicação da Universidade Federal de Santa Maria &#8211; Campus Frederico Westphalen (UFSM-FW) vivenciou um marco importante com a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Com 29 votos, a Chapa Revolução assume a nova gestão do DACOM Tropicália e afirma o compromisso com a representação estudantil.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Por</strong>: Emanuelle Friederichs e Valentina Santos</p>
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<p>Na tarde desta terça-feira, 1º de setembro, a área de comunicação da Universidade Federal de Santa Maria - Campus Frederico Westphalen (UFSM-FW) vivenciou um marco importante com a cerimônia oficial de posse da nova gestão, denominada “Revolução”, do Diretório Acadêmico de Comunicação Tropicália (DACOM Tropicália). O evento ocorreu na Sala de Inovação, localizada atrás do prédio principal do campus, e, para além dos membros da entidade estudantil e demais estudantes, contou com a presença dos coordenadores dos cursos de Jornalismo e Relações Públicas, Rafael Foletto e Patrícia Pérsigo, respectivamente.</p>
[caption id="attachment_1161" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1161 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/PHOTO-2026-09-01-18-16-25-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" /> Laísa Borowicc, Lucas Tomazi, Gabriel Cocco (abaixados na frente); Mayte Kunrath (na ponta, lado direito), ao seu lado, Luiza Campos, Isadora Freitas, Mateus Marchioro (na fileira de trás), Emanuelle Friederichs (na ponta, lado esquerdo) e ao seu lado Ana Júlia Kilpp, Ellen Soares e Valentina Santos. Foto: Patrícia Pérsigo.[/caption]
<p>A Chapa Revolução, foi eleita no dia 27 de agosto, durante os três turnos letivos, em uma votação que contou com a participação de estudantes dos cursos de Jornalismo e Relações Públicas. Ao todo, foram registrados 29 votos para a chapa, que assumiu oficialmente a gestão do DACOM Tropicália para o período de 2026–2027. Constituída por 12 membros e 4 coordenadorias - comunicação, eventos, finanças e política - compõem a coordenadoria geral os seguintes membros, respectivamente:Valentina Santos, Mayte Kunrath, Ana Júlia Kilpp e Laísa Borowicc.</p>
<p>Durante a cerimônia, o discurso de posse foi conduzido por Lucas Tomazi, estudante de Relações Públicas, e Emanuelle Friederichs, estudante de Jornalismo, os quais, em nome de toda a chapa, destacaram o compromisso com a representação estudantil e reforçaram suas propostas, dentre elas: o fortalecimento do diálogo entre os discentes com as coordenações dos cursos e equipe diretiva do campus, a busca pela garantia de que as demandas das diferentes habilitações e turmas sejam consideradas, além de buscar maior reconhecimento da participação estudantil em atividades e eventos promovidos pela universidade. “Minhas expectativas são as melhores possíveis, é uma mistura de felicidade com comprometimento, em saber que teremos que fazer muita coisa, revolucionar de fato, como o nome da nossa chapa diz”, aponta com entusiasmo o estudante Lucas Tomazi, representante da coordenação de comunicação da gestão.</p>
<p>Para os coordenadores Patrícia Pérsigo e Rafael Foletto, a realização do protocolo representa um momento importante de apresentação da nova gestão aos estudantes, e ambos esperam possuir o diálogo como canal entre as coordenações e o Diretório Acadêmico.</p>
[caption id="attachment_1162" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1162 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/PHOTO-2026-09-01-18-15-23-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" /> Emanuelle Friederichs e Lucas Tomazi fazendo a leitura do discurso de posse da Chapa Revolução no campus da UFSM-FW. Foto: Valentina Santos.[/caption]
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													</item>
						<item>
				<title><strong>Novo sistema de estacionamento rotativo começa a funcionar nesta terça-feira em Frederico Westphalen</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/09/01/novo-sistema-de-estacionamento-rotativo-comeca-a-funcionar-nesta-terca-feira-em-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 01:45:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[município de Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>

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						<description><![CDATA[Serviço conta com 67 parquímetros, aplicativo para celular, três zonas de tarifação e fiscalização automatizada. Por: Cristiele Braga e Scheila Avilla O sistema de estacionamento rotativo pago de Frederico Westphalen começa a funcionar nesta terça-feira (1º). A nova configuração do serviço conta com 67 parquímetros distribuídos pela área central do município, além da possibilidade de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Serviço conta com 67 parquímetros, aplicativo para celular, três zonas de tarifação e fiscalização automatizada</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Por</strong>: Cristiele Braga e Scheila Avilla</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>O sistema de estacionamento rotativo pago de Frederico Westphalen começa a funcionar nesta terça-feira (1º). A nova configuração do serviço conta com 67 parquímetros distribuídos pela área central do município, além da possibilidade de utilização por meio de aplicativo de celular. O sistema também passa a contar com três zonas de tarifação, identificadas pelas cores azul, verde e laranja, com valores e períodos máximos de permanência diferentes.</p>
[caption id="attachment_1158" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1158 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-01-at-16.10.45-1024x700.jpeg" alt="" width="1024" height="700" /> Foto: Cristiele Braga.[/caption]
<p>De acordo com a Prefeitura de Frederico Westphalen, a reorganização do estacionamento busca facilitar o uso das vagas e melhorar a circulação de veículos na região central da cidade. A fiscalização será realizada de forma automatizada, com o uso de tecnologia de inteligência artificial.</p>
<p><strong>Período de orientação aos motoristas</strong></p>
<p>A cobrança pelo estacionamento rotativo terá início em 1º de setembro de 2026. Nos primeiros 15 dias, será realizado um período de orientação para que a população possa conhecer os equipamentos e compreender o funcionamento do novo sistema.</p>
<p>Durante esse período, a empresa VAGO disponibilizará profissionais para permanecer junto aos parquímetros e auxiliar os usuários. A equipe também será responsável por realizar simulações e esclarecer dúvidas sobre as formas de pagamento e a ativação das vagas.</p>
[caption id="attachment_1159" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1159 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-01-at-16.10.49-1024x768.jpeg" alt="" width="1024" height="768" /> Foto: Cristiele Braga.[/caption]
<p><strong>Três zonas de estacionamento</strong></p>
<p>As vagas foram divididas em três áreas, identificadas por cores. Na Zona Azul, o valor é de R$ 1,00 a cada 30 minutos, com permanência máxima de duas horas na mesma vaga.</p>
<p>Na Zona Verde, a tarifa é de R$ 0,75 a cada 30 minutos. Assim como na Zona Azul, o período máximo de permanência é de duas horas.</p>
<p>Já na Zona Laranja, a tarifa é de R$ 1,00 a cada 30 minutos, mas o tempo máximo de permanência pode chegar a quatro horas. A área foi planejada principalmente para locais próximos a clínicas e hospitais, atendendo usuários que necessitam de mais tempo para consultas, exames e outros atendimentos de saúde.</p>
<p><strong>Horários de funcionamento</strong></p>
<p>A cobrança do estacionamento rotativo ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 18h. Aos sábados, o serviço funciona somente pela manhã, das 8h ao meio-dia.</p>
<p>Aos domingos e feriados, o uso das vagas será isento de cobrança.</p>
<p><strong>Tecnologia na fiscalização</strong></p>
<p>Além dos parquímetros e do aplicativo, o novo sistema utiliza fiscalização automatizada por meio de inteligência artificial. A tecnologia permite acompanhar a utilização das vagas e verificar o cumprimento das regras estabelecidas para cada área.</p>
<p>Com a implantação do estacionamento rotativo, o município busca organizar a ocupação das vagas na região central, estabelecendo limites de permanência e diferentes tarifas de acordo com as características de cada local.</p>
<p> </p>
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				<title><strong>Sub-15 do Itapagé brilha em casa e passa para a próxima fase do Estadual de Futsal</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/08/31/sub-15-do-itapage-brilha-em-casa-e-passa-para-a-proxima-fase-do-estadual-de-futsal</link>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 16:28:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Na sede do Esporte Clube Itapagé, equipe frederiquense garante sua vaga na fase decisiva do campeonato. Texto e fotos: Emanuelle Friederichs Neste domingo, 30, o Ginásio do Itapagé, em Frederico Westphalen, foi o palco de partidas decisivas pela disputa da rodada de número 21 do Campeonato Estadual Sub-15 Masculino 2026, promovido pela Liga Sul Rio-Grandense [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Na sede do Esporte Clube Itapagé, equipe frederiquense garante sua vaga na fase decisiva do campeonato.</em></p>
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<p><strong>Texto e fotos</strong>: Emanuelle Friederichs</p>
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<p>Neste domingo, 30, o Ginásio do Itapagé, em Frederico Westphalen, foi o palco de partidas decisivas pela disputa da rodada de número 21 do Campeonato Estadual Sub-15 Masculino 2026, promovido pela Liga Sul Rio-Grandense de Futsal. A equipe frederiquense, sob o apoio de sua torcida, jogou contra as equipes do Carazinho Futsal, de Carazinho, e do Celemaster, de Uruguaiana, terminando a rodada de forma vitoriosa e classificada para a etapa seguinte.</p>
[caption id="attachment_1155" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1155 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/08/IMG_0082-1024x700.jpg" alt="" width="1024" height="700" /> Itapagé no ataque contra o Carazinho Futsal. Foto: Emanuelle Friederichs.[/caption]
<p>A rodada tripla começou logo pela manhã, às 10h, com o confronto de abertura entre o Esporte Clube Itapagé e o Celemaster Uruguaianense, que terminou com a vitória da equipe da casa pelo placar de 4 a 3. Na sequência, às 12h, o Celemaster voltou à quadra e venceu o Carazinho Futsal por 2 a 1. A partida de encerramento, prevista para às 14h, teve seu início adiantado para as 13h40, com o embate muito tenso e disputado entre Itapagé e Carazinho Futsal, empatados em 5 a 5. Após a somatória dos resultados, o time frederiquense garantiu a primeira colocação e avançou no campeonato.</p>
<p>O professor e treinador do Esporte Clube Itapagé, Franciel Soso, celebrou a classificação, destacando o nível técnico dos adversários e os próximos planejamentos para as categorias de base. “Passamos mais uma etapa, vamos para a última etapa da conferência para depois buscar uma semifinal e final de campeonato estadual. Não foi fácil, dois jogos difíceis, duas equipes qualificadas. Continuamos o projeto no mês que vem com o estadual do sub-12 e também do sub-14”, destaca.</p>
<p>O evento esportivo foi aberto ao público, reunindo torcedores tanto no Ginásio Itapagé quanto fora dele através da transmissão ao vivo realizada pela Agência da Hora, um projeto de extensão do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) - Campus Frederico Westphalen, coordenado pelo docente do curso Luís Rabello Borges, que esteve presente no local e contou com o auxílio dos estudantes Arthur Barbosa, na operação de câmera, e Beatriz Duarte, na fotografia.</p>
[caption id="attachment_1156" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1156 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/08/IMG_119-1024x594.jpg" alt="" width="1024" height="594" /> Jogadores e comissão técnica do Itapagé comemorando com a torcida ao final do último jogo. Foto: Emanuelle Friederichs.[/caption]
<p> </p>
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				<title><strong>Esporte e inclusão marcam programação da 5ª Semana da Pessoa com Deficiência em FW</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/08/31/esporte-e-inclusao-marcam-programacao-da-5a-semana-da-pessoa-com-deficiencia-em-fw</link>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 03:00:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
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						<description><![CDATA[Atividades esportivas realizadas no dia 27 de agosto reuniram equipe de futsal da APAE, vereadores e comunidade no ginásio da instituição. Por: Cristiele Braga e Scheila Avilla Encerrou-se, no último sábado (29), a 5ª Semana Municipal da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla. Entre os dias 24 e 29 de agosto, diferentes atividades voltadas à [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Atividades esportivas realizadas no dia 27 de agosto reuniram equipe de futsal da APAE, vereadores e comunidade no ginásio da instituição.</em></p>
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<p><strong>Por</strong>: Cristiele Braga e Scheila Avilla</p>
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<p align="JUSTIFY">Encerrou-se, no último sábado (29), a 5ª Semana Municipal da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla. Entre os dias 24 e 29 de agosto, diferentes atividades voltadas à inclusão e à participação social aconteceram em Frederico Westphalen. Entre as ações realizadas durante a programação, o ginásio da APAE de Frederico Westphalen realizou, no dia 27 de agosto, jogo amistoso entre vereadores do município e a equipe de futsal da APAE, além de atividades esportivas organizadas pela Secretaria Municipal de Esportes, Juventude e Lazer.</p>
[caption id="attachment_1152" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1152 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-30-at-19.34.16-1024x768.jpeg" alt="" width="1024" height="768" /> Foto: Cristiele Braga.[/caption]
<p align="JUSTIFY"><br />A iniciativa busca ampliar a visibilidade das pessoas com deficiência e promover discussões sobre inclusão, direitos e as barreiras enfrentadas por essa população. Segundo Jussania Basso Bordin, psicopedagoga e diretora da APAE de Frederico Westphalen, a semana também é uma oportunidade para aproximar a comunidade dos temas relacionados à deficiência.</p>
<p align="JUSTIFY">Para Jussania, atividades como os jogos amistosos contribuem para que a inclusão aconteça também em espaços de convivência e lazer. A participação de pessoas de diferentes grupos em uma mesma atividade esportiva permite a aproximação e ajuda a romper a ideia de que existem espaços destinados exclusivamente às pessoas com deficiência.</p>
<p align="JUSTIFY">“Todos os espaços podem ser espaços inclusivos. Depende do olhar que nós vamos dirigir a eles”, destaca Jussania. Para ela, quando atletas da APAE participam de atividades esportivas junto a outros grupos, as diferenças deixam de ser vistas como uma barreira e passam a fazer parte da convivência.</p>
<p align="JUSTIFY"><br /><b>Esporte como ferramenta de inclusão</b></p>
<p align="JUSTIFY">Além da prática esportiva, os jogos representam uma oportunidade de interação entre os participantes. A presença dos vereadores e a realização das atividades organizadas pela Secretaria Municipal de Esportes, Juventude e Lazer aproximaram a instituição de outros setores da comunidade.</p>
<p align="JUSTIFY">A diretora ressalta que a inclusão precisa estar presente nos diferentes espaços da sociedade. Para ela, garantir direitos não depende apenas da existência de leis, mas também da forma como esses direitos são colocados em prática no cotidiano. Nesse sentido, considera necessário fortalecer políticas públicas e ampliar os recursos destinados às pessoas com deficiência.</p>
<p align="JUSTIFY">A Semana Municipal chegou, neste ano, à sua quinta edição. De acordo com Jussania, cada edição busca trabalhar diferentes temas e envolver setores distintos da comunidade. A proposta é sensibilizar a população de diferentes maneiras e ampliar o debate sobre a participação das pessoas com deficiência na sociedade.</p>
<p align="JUSTIFY">Para além da programação da semana, a APAE mantém atividades e projetos ao longo do ano e busca a participação da comunidade por meio de parcerias, voluntariado, doações e participação em eventos. Segundo Jussania, existem diferentes formas de contribuir com a instituição, desde o apoio financeiro até a oferta de oportunidades e atividades aos alunos.</p>
<p align="JUSTIFY">A realização dos jogos durante a Semana Municipal reforça, assim, o papel do esporte como espaço de convivência, participação e visibilidade. Mais do que uma disputa, a atividade possibilitou que diferentes públicos compartilhassem o mesmo espaço e vivenciassem, na prática, uma proposta de inclusão.</p>
<p align="JUSTIFY"> </p>
<p align="JUSTIFY">Para saber mais, ouça a entrevista feita por Cristiele Braga com a diretora Jussania, clicando aqui: <a href="https://drive.google.com/file/d/15Ur4JcR06tCLgI4pWWu28xWklUXR96KQ/view">https://drive.google.com/file/d/15Ur4JcR06tCLgI4pWWu28xWklUXR96KQ/view</a></p>
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				<title><strong>UFSM-FW promove oficinas de comunicação multimídia para estudantes da região</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/08/25/ufsm-fw-promove-oficinas-de-comunicacao-multimidia-para-estudantes-da-regiao</link>
				<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 02:51:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[município de Palmitinho]]></category>
		<category><![CDATA[Seja UFSM FW]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Turmas do Ensino Médio do Instituto Estadual de Educação 22 de Maio, do município de Palmitinho, visitam e experienciam campus universitário. Por: Emanuelle Friederichs Na tarde desta terça-feira, 25, a Universidade Federal de Santa Maria &#8211; Campus Frederico Westphalen (UFSM-FW) recebeu a visita de estudantes do Ensino Médio do Instituto Estadual de Educação 22 de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Turmas do Ensino Médio do Instituto Estadual de Educação 22 de Maio, do município de Palmitinho, visitam e experienciam campus universitário.</em></p>
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<p><strong>Por</strong>: Emanuelle Friederichs</p>
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<p>Na tarde desta terça-feira, 25, a Universidade Federal de Santa Maria - Campus Frederico Westphalen (UFSM-FW) recebeu a visita de estudantes do Ensino Médio do Instituto Estadual de Educação 22 de Maio, localizado no município de Palmitinho. Além de conhecerem a infraestrutura universitária, os alunos participaram de duas oficinas práticas voltadas ao aprofundamento de técnicas de fotografia e de audiovisual. As atividades foram ministradas, respectivamente, pelo docente dos cursos de comunicação, Paulo Munhoz, e pela operadora de mídia audiovisual do campus, Paula Mazzonetto, em conjunto com a aluna do curso de Jornalismo, Valentina Santos.</p>
[caption id="attachment_1150" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1150 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/08/Foto-Oficial-Noticia-DCG-1024x575.jpg" alt="" width="1024" height="575"> Estudantes de Palmitinho acompanham explicações do professor Paulo Munhoz sobre técnicas de fotografia. Foto: Suzani Braga.[/caption]
<p>A ação reuniu cerca de 30 estudantes do 1º ano do Ensino Médio, acompanhados pelos professores responsáveis, Vanderlei Machado e Weridiana Negri, os quais ministram as disciplinas de Língua Inglesa e História, respectivamente. Para garantir um melhor aproveitamento da vivência prática, os discentes foram previamente divididos em dois grupos, de maneira que, enquanto um grupo participava da oficina de fotografia, o outro realizava a atividade de audiovisual, alternando os turnos na sequência.</p>
<p>Promovida pelo grupo de trabalho de visitas do projeto SEJA UFSM-FW, a atividade surgiu a partir de uma solicitação da própria escola à universidade, realizada por meio do contato de whatsapp do projeto. A equipe prontificou-se a organizar as oficinas seguindo as temáticas demandadas pela própria instituição visitante, a qual tinha como proposta o desenvolvimento da criatividade e da comunicação visual dos estudantes, assim como, a qualificação das produções individuais.</p>
<p>Segundo a professora Weridiana, o intuito da visita era oportunizar aos alunos um momento de aprendizado acerca dos conhecimentos e técnicas da comunicação multimídia, a fim de contribuir no aperfeiçoamento das produções desenvolvidas no projeto da escola. “A nossa vinda aqui na UFSM está sendo muito importante, porque os alunos estão podendo ver e presenciar esse momento de como fazer, aprendendo aqui o que eles precisarão aplicar lá na nossa escola”, destaca.</p>
[caption id="attachment_1149" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1149 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/08/Foto-2-Noticia--1024x583.jpg" alt="" width="1024" height="583"> Paula Mazzonetto (à esquerda, de lado) e Valentina Santos (de camiseta branca) ministrando oficina de audiovisual para estudantes de Palmitinho. Foto: Suzani Braga.[/caption]
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				<title><strong>UFSM/FW inaugura Banco Vermelho e amplia debate sobre violência contra a mulher</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/08/17/ufsm-fw-inaugura-banco-vermelho-e-amplia-debate-sobre-violencia-contra-a-mulher</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 02:07:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[banco vermelho]]></category>
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		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

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						<description><![CDATA[Ação promoveu diálogo sobre a prevenção da violência e combate ao feminicídio no ambiente universitário. Texto e fotos: Valentina dos Santos O Núcleo de Assistência Estudantil (NAE) da Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen (UFSM/FW) realizou no dia 17 de agosto de 2026, segunda-feira, a inauguração do Banco Vermelho. A iniciativa ocorreu no [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Ação promoveu diálogo sobre a prevenção da violência e combate ao feminicídio no ambiente universitário.</em></p>
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<p><strong>Texto e fotos:</strong> Valentina dos Santos</p>
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<p></p>
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<p>O Núcleo de Assistência Estudantil (NAE) da Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen (UFSM/FW) realizou no dia 17 de agosto de 2026, segunda-feira, a inauguração do Banco Vermelho. A iniciativa ocorreu no Hall de entrada do Prédio Principal do campus, sendo voltada à conscientização e enfrentamento ao feminicídio e à violência contra a mulher. Com o objetivo de trazer esses debates à comunidade acadêmica, a atividade contou com uma roda de conversa sobre a prevenção e a construção de caminhos para o combate à problemática.</p>
[caption id="attachment_1147" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1147 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/08/DSC_0086-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Discentes, docentes e TAEs da UFSM/FW participantes da inauguração do banco vermelho do campus, decorado por Pedro Lima (agachado, à direita do banco, de boné), e de roda de conversa conduzida por Gláucia Tassinari (agachada, ao centro do banco). Foto: Valentina dos Santos.[/caption]
<p>O Banco Vermelho tornou-se um símbolo internacional de conscientização e mobilização pelo enfrentamento ao feminicídio e às diferentes formas de violência contra a mulher. A iniciativa está prevista na Lei nº 14.942, de 31 de julho de 2024, que instituiu o Projeto Banco Vermelho e estabeleceu ações de conscientização em espaços públicos, além da premiação de projetos desenvolvidos no âmbito do Agosto Lilás, período dedicado à prevenção e ao enfrentamento da violência contra a mulher.</p>
<p>Além de carregar mensagens de reflexão, os bancos instalados em espaços públicos disponibilizam informações e contatos que podem ser utilizados em situações de emergência, para busca de apoio ou realização de denúncias. A cor vermelha foi escolhida como forma de evidenciar e provocar a reflexão sobre a violência enfrentada diariamente por mulheres. Na UFSM, a iniciativa é coordenada pela Casa Verônica na UFSM Campus de Santa Maria e pelo Núcleo de Assistência Estudantil (NAE) no Campus de Frederico Westphalen.</p>
<p>Durante a inauguração, a assistente social Gláucia da Rocha Tassinari conduziu a roda de conversa e propôs reflexões sobre as diferentes manifestações da violência contra a mulher. Para iniciar o diálogo, perguntou aos participantes: “O que esse banco desperta em vocês?”. A partir da pergunta, o público compartilhou experiências e perspectivas sobre as possibilidades de enfrentamento à violência e os sinais que podem ser identificados em relacionamentos. “Nenhuma mulher consegue enfrentar a violência sozinha, é preciso uma rede de enfrentamento e acolhimento. É compromisso e responsabilidade do poder público e da sociedade como um todo”, afirma Gláucia.</p>
<p>A proposta visual do Banco Vermelho da UFSM/FW foi desenvolvida por Pedro Lima, estudante do curso de Jornalismo. Ao pesquisar outros exemplares da iniciativa, ele identificou uma estética semelhante entre os bancos e buscou criar uma composição que despertasse a atenção de quem passasse pelo local. As flores utilizadas na estilização representam os presentes que, em algumas situações, são oferecidos após episódios de violência, como pedidos de desculpas ou tentativas de amenizar o ocorrido. A partir dessa representação, surgiu a pergunta que acompanha o banco: “Para onde vão todos os buquês de desculpa?”. Para Lima, os buquês podem representar tanto a possibilidade de um recomeço quanto uma tentativa de reparar o que aconteceu, ao mesmo tempo em que provocam uma reflexão sobre o que ocorre quando a violência volta a se repetir.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1146 size-large" style="font-size: revert;color: initial" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/08/DSC_0005-1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></p>
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				<title><strong>Debate sobre pauta eleitoral reúne comunidade acadêmica na Câmara de Vereadores</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/08/14/debate-sobre-pauta-eleitoral-reune-comunidade-academica-na-camara-de-vereadores</link>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 14:25:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[município de Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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						<description><![CDATA[Evento promovido pela UFSM-FW debate o combate às fake news, o papel da imprensa e os impactos da inteligência artificial nas eleições de 2026. Por: Emanuelle Batezini Friederichs e Valentina dos Santos da Silva Na noite desta quinta-feira, 13, ocorreu no Plenário da Câmara de Vereadores de Frederico Westphalen um debate com a temática “Enfrentando [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Evento promovido pela UFSM-FW debate o combate às fake news, o papel da imprensa e os impactos da inteligência artificial nas eleições de 2026.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Por:</strong> Emanuelle Batezini Friederichs e Valentina dos Santos da Silva</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Na noite desta quinta-feira, 13, ocorreu no Plenário da Câmara de Vereadores de Frederico Westphalen um debate com a temática “Enfrentando a desinformação nas eleições 2026”, iniciativa promovida pela parceria entre a coordenação do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Maria, Campus Frederico Westphalen, e a coordenação do Projeto de Extensão “Rádios Comunitárias em Pauta”, ministrada pelas docentes dos cursos de Jornalismo e Relações Públicas, Mirian Quadros e Fabiana Pereira, respectivamente.</p>
[caption id="attachment_1143" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1143 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/08/DSC_0072-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683"> Mediado pela professora Mirian Quadros, participaram do debate, da esquerda para a direita: Mateus Campos, Marco Aurélio Antunes e Tiago Pereira. Créditos: Valentina dos Santos.[/caption]
<p>O encontro reuniu autoridades, veículos de comunicação locais, professores e, principalmente, graduandos de jornalismo da UFSM-FW, a fim de discutir o papel da imprensa, o combate às fake news e o uso da inteligência artificial nas eleições deste ano.</p>
<p>Para contribuir com o diálogo, foram convidadas algumas personalidades, dentre elas: Dr. Marco Aurélio Antunes dos Santos, Juiz Eleitoral da 94º Zona Eleitoral de Frederico Westphalen/RS; Tiago Pereira, Chefe de cartório da 94º Zona Eleitoral; e Mateus Campos de Azevedo, 1º Secretário Executivo do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul (SindiJoRS).</p>
<p>Segundo as organizadoras, a proposta surgiu da necessidade de promover um espaço de troca de conhecimentos, dando continuidade às ações do projeto de extensão com rádios comunitárias, que busca qualificar profissionais desses veículos, muitos sem formação específica, mas atuantes em suas comunidades. Para a docente Fabiana Pereira, a iniciativa também aproxima os públicos acadêmico, profissional e a comunidade para discutir temas sociais. “É trazer para dentro da comunidade discussões que estão em sala de aula, abrangendo assim profissionais que também já estão no mercado”, afirma.</p>
[caption id="attachment_1144" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1144 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/08/DSC_0078-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683"> O papel do jornalismo frente à desinformação em ano eleitoral é debatido nesta quinta-feira, 13/08, na Câmara de Vereadores de Frederico Westphalen. Créditos: Valentina dos Santos.[/caption]
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				<title><strong>Formação superior para indígenas: valorizando cultura e identidade</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/05/06/formacao-superior-para-indigenas-valorizando-cultura-e-identidade</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 12:37:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Texto: Pedro Giordani / Foto: Carlos Eduardo Ribeiro Em entrevista à TV Brasil, foi perguntado à professora e filósofa brasileira Lúcia Helena Galvão o que mais espantaria Platão nos tempos atuais. A resposta de Lúcia foi categórica: “Ele se espantaria, provavelmente, acima de tudo, com a nossa falta de identidade. Se você chega e pergunta [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Texto:</strong> Pedro Giordani / <strong>Foto:</strong> Carlos Eduardo Ribeiro</p>
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<p>Em entrevista à TV Brasil, foi perguntado à professora e filósofa brasileira Lúcia Helena Galvão o que mais espantaria Platão nos tempos atuais. A resposta de Lúcia foi categórica: “Ele se espantaria, provavelmente, acima de tudo, com a nossa falta de identidade. Se você chega e pergunta a um ser humano: quem é você? Esse ser humano vai ficar enrolado, sem saber o que dizer”, responde a professora. Essa resposta revela um dos grandes dilemas contemporâneos: a crise de identidade, agravada por uma sociedade capitalista que valoriza mais o ter do que o ser.</p>
<p>Porém, essa mazela presente na sociedade, que muitos chamam de “evoluída”, não se reflete na cultura indígena. Em nossa sociedade, é difícil responder a uma pergunta extremamente simples como “quem é você?”, pois a identidade é construída pelas profissões e endereços e consequentemente os bens adquiridos. Caso os perca ou mude de localidade, o indivíduo perde também a sua identidade. Já o indígena sabe quem é, conhece sua origem, de onde veio e ao que pertence. Sua identidade não é construída pela aquisição de bens que, cedo ou tarde, acabarão em uma lixeira.</p>
<p>Diante desse cenário, percebe-se a negação da complexidade e da autonomia desses povos por parte dos chamados “evoluídos”, o que ocasiona problemáticas de exclusão territorial e social, impedindo os indígenas de frequentarem lugares não indígenas. Contudo, após séculos de resistência e contribuição à formação do Brasil, os povos originários estão cada vez mais presentes nos centros acadêmicos de todo o país. Segundo o Censo da Educação Superior do Ministério da Educação, em 2022 o número de estudantes indígenas matriculados no ensino superior chegou a aproximadamente 70 mil, representando centenas de etnias. Desse total, 29% estavam em universidades públicas e 71% em privadas, um salto expressivo em relação a 2009, quando eram apenas 11,4 mil.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1141 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-16.54.11-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" /></p>
<p>Com esse crescimento expressivo, as universidades foram impulsionadas a repensar políticas de acesso e permanência. Porém, ainda estão longe de se tornar espaços que acolham os povos nativos. Isso ocorre porque boa parte da sociedade ainda mantém uma visão de supremacia cultural em relação aos indígenas.</p>
<p>Em discurso, a deputada federal e ativista indígena Célia Xakriabá foi ao encontro da fala da filósofa brasileira Lúcia Helena: “As pessoas, elas sabem o seu interesse, a profissão da sua mãe, mas não sabem de onde vem a sua identidade. E aqueles que carecem muito de saber de onde vêm, não sabem também para onde vão”. Essa fala reflete a importância dos indígenas em todas as áreas da sociedade, e nas universidades não poderia ser diferente.</p>
<p>Aprender e respeitar sua individualidade em todos os espaços é essencial para construir uma educação mais humana e diversificada. Valorizar o conhecimento e a presença indígena é também um passo importante para resgatar o sentido de pertencer e reconectar o ser humano à sua própria essência. Só assim poderemos, de fato, enfrentar e superar a nossa crise de identidade, reconhecendo que compreender quem somos passa, inevitavelmente, por reconhecer de onde viemos.</p>
<p> </p>
<p>Referências:</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/shorts/_dY-4usYPcw">https://www.youtube.com/shorts/_dY-4usYPcw</a> - fala da professora e filósofa brasileira Lúcia Helena Galvão</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/reel/DPgXy-EDYuO/?igsh=MWZzdzAwMm1temRqMg==">https://www.instagram.com/reel/DPgXy-EDYuO/?igsh=MWZzdzAwMm1temRqMg==</a> - fala da deputada federal e ativista indígena Célia Xakriabá (além da fala recortada, usei algumas reflexões abordadas)</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=jrwoydK4lUY&amp;list=RDjrwoydK4lUY&amp;start_radio=1">https://www.youtube.com/watch?v=jrwoydK4lUY&amp;list=RDjrwoydK4lUY&amp;start_radio=1</a> - Não utilizei nada especifico, mas a música do Fabio Brazza vai ao encontro da ideia da forma como o indígena enxerga o mundo e a terra, questionando a ideia de ‘’sociedade evoluída ‘’que vivemos</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=36NC4G2KVoE">https://www.youtube.com/watch?v=36NC4G2KVoE</a> - Historia e inspiração que levou à construção da música do Brazza</p>
<p><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/numero-de-estudantes-indigenas-no-ensino-superior-cresce-mas-grupo-enfrenta-desafios-para-se-formar">https://revistapesquisa.fapesp.br/numero-de-estudantes-indigenas-no-ensino-superior-cresce-mas-grupo-enfrenta-desafios-para-se-formar</a> - dados mencionados</p>
<p> </p>
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				<title><strong>Família Bisolo transforma tradição em agroindústria de sucesso</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2025/10/27/familia-bisolo-transforma-tradicao-em-agroindustria-de-sucesso</link>
				<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 02:36:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[curso de Agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Alunos da UFSM-FW conheceram o dia a dia da produção familiar e os desafios do setor. Texto: Caroline Schepp / Foto: Franchesco de Oliveira O aroma de embutidos defumados preenchem o ambiente da agroindústria da família Bisolo, no interior de Frederico Westphalen. O que hoje é uma estrutura moderna, reconhecida pelo Serviço de Inspeção Estadual [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Alunos da UFSM-FW conheceram o dia a dia da produção familiar e os desafios do setor.</em></p>
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<p><strong>Texto</strong>: Caroline Schepp / <strong>Foto</strong>: Franchesco de Oliveira</p>
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<p></p>
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<p><br />O aroma de embutidos defumados preenchem o ambiente da agroindústria da família Bisolo, no interior de Frederico Westphalen. O que hoje é uma estrutura moderna, reconhecida pelo Serviço de Inspeção Estadual (CISPOA), começou de forma simples, com vendas “de porta em porta” e muita força de vontade.</p>
<p>Na última terça-feira (21), os alunos da disciplina de Agricultura Familiar, do curso de Agronomia da UFSM-FW, acompanharam de perto essa trajetória. A visita técnica, conduzida pelo professor Fernando Panno, teve como objetivo aproximar os estudantes das realidades e desafios enfrentados por famílias empreendedoras do meio rural.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1138 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-28-at-23.21.11-1024x768.jpeg" alt="" width="1024" height="768" /></p>
<p>A história da propriedade, localizada no Distrito de São João do Porto, teve início em 1998, quando André Bisolo decidiu investir na pequena área que havia pertencido ao avô. No começo, a família cultivava soja e milho, mas logo percebeu a oportunidade de comercializar produtos de origem suína com os moradores da comunidade. “Era tudo no boca a boca, de moto mesmo”, relembrou André. Até 2004, o abate semanal chegava a 30 animais, e o comércio se consolidava pela confiança dos clientes.</p>
<p>Em 2006, a agroindústria foi registrada no Sistema de Inspeção Municipal (SIM) e, após novas adequações, passou a operar sob o CISPOA, que permite a comercialização em todo o estado. Desde 2016, a estrutura atual abriga uma produção que industrializa de 12 a 15 toneladas por mês, com 27 produtos aprovados e quatro novos em processo de registro.</p>
<p>Hoje, a Embutidos Bisolo é uma agroindústria essencialmente familiar. Cinco integrantes da família atuam diretamente na produção, além de dois funcionários. Recentemente, eles lançaram uma nova marca, “Nostra Família”, com foco em produtos tradicionais e memórias afetivas, como a “carne na lata”. A família também investe em tecnologia, com equipamentos importados que aumentam a produtividade e reduzem a dependência de mão de obra, um dos principais desafios do setor.</p>
<p>Os produtos são vendidos em feiras, mercados locais, loja virtual e redes sociais, com alcance em todo o Brasil. “Tudo o que ganhamos nas feiras é reinvestido aqui dentro”, destacou a esposa Andrieli Bisolo, que vê no trabalho coletivo da família a base para o crescimento sustentável do negócio.</p>
<p>A visita proporcionou aos estudantes uma imersão na realidade de quem vive a agricultura familiar no dia a dia, um espaço onde tradição e inovação se encontram.</p>
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						<item>
				<title><strong>Você não se casa com a Penny Lane: o espectro das mulheres-fantasia que só eram amadas quando não eram reais</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2025/08/02/voce-nao-se-casa-com-a-penny-lane-o-espectro-das-mulheres-fantasia-que-so-eram-amadas-quando-nao-eram-reais</link>
				<pubDate>Sat, 02 Aug 2025 22:37:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Teresices]]></category>

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						<description><![CDATA[Por: Teresa Vitória Teresices – 4/12 No último Teresices, falei sobre os homens, pelo menos alguns deles. Agora, para ser justa, resolvi vir aqui colocar o meu na reta. Afinal, meu trabalho aqui é ser sincera, e a inimiga do certo (e às vezes até de mim mesma). Hoje eu vim falar de nós, mulheres [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Por: Teresa Vitória</p>
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<p><img class="alignnone wp-image-1084 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/06/Teresices-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /></p>
<p><strong>Teresices – 4/12</strong></p>
<p><img class="alignnone wp-image-1133 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/08/Almost_Famous.jpg" alt="" width="250" height="371" /></p>
<p align="JUSTIFY">No último <i>Teresices</i>, falei sobre os homens, pelo menos alguns deles. Agora, para ser justa, resolvi vir aqui colocar o meu na reta. Afinal, meu trabalho aqui é ser sincera, e a inimiga do certo (e às vezes até de mim mesma). Hoje eu vim falar de nós, mulheres (algumas), pelo menos: as <b>“mulheres-fantasia”</b>. Existe um termo pra elas também em inglês chamado <i><b>maniac pixie dream girl</b></i><b>,</b> mas além de achar esse termo com muitas palavras pra um significado meio fraco, me recuso a ficar pagando pau pra gringo (Na minha coluna que eu escrevo, aqui não).</p>
<p align="JUSTIFY">E antes de eu explicar, quero dizer que existe um objetivo em comum entre essas mulheres e este texto aqui, que é: tornar coisas difíceis de engolir em coisas engraçadinhas (eu sou uma delas). Porque, assim como experimentar essas mulheres é como levar um soco bem dado que parece um beijo com lambida no cangote, <b>me entender é como tomar um porre com gostinho de cereja. E quero mais.</b></p>
<p align="JUSTIFY">Acho que provavelmente você já ouviu falar no nome <i>Penny Lane</i>, mas, caso não saiba, é uma música dos Beatles de 1967 que, retirado de forma safada do site menos confiável do mundo, a Wikipédia (baita jornalista), se refere a uma rua em Liverpool em que a letra fala sobre como essa rua é uma memória marcante na vida dos Beatles.</p>
<p align="JUSTIFY"><i><b>Penny Lane</b></i> é também o nome de uma personagem interpretada por Kate Hudson no filme <i><b>Quase Famosos</b></i><b> de 2000</b>, indicado ao Oscar (e que eu covardemente ainda não havia assistido até pouco tempo). O filme é sobre um jornalista (na minha opinião um moleque meio otário, mas genial), fazendo uma matéria para a revista <i>Rolling Stone</i> sobre uma banda de rock dos anos 1970. Mas o que rouba a atenção do telespectador é a personagem <i>Penny Lane</i>, com seus cachos dourados e casaco de pelo, a líder das <i>band-aids</i>, como se autointitulam as garotas que acompanham a banda, vivendo o máximo da vida dos anos 1970, movidas por sexo, drogas e rock and roll (mas na ordem contrária, porque o mais importante é música, como diz <i>Penny</i>). Se eu fosse um homem tentando te explicar de forma boboca (sim, eu amo essa palavra), poderia dizer então que ela não passava da amante do guitarrista, o que seria uma tremenda sacanagem, porque ela é muito mais que isso. Ela é a alma e o coração do filme, mesmo não sendo a personagem principal.</p>
<p align="JUSTIFY"><img class="alignnone wp-image-1136 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/08/kate-hudson-quase-famosos-reproducao-imdb-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /></p>
<p align="JUSTIFY"><i>Penny Lane</i> rouba a cena. Com sua presença quase que sedativa, parece que as drogas que ela usa no filme batem, na verdade, é em você. E você fica encantado com ela. E o mais triste disso é que ela não existe nem dentro da própria ficção. Ela é uma personagem dentro da própria personagem, tanto que até o final do filme a gente nem sabe o verdadeiro nome dela.</p>
<p align="JUSTIFY">Em um momento, é dito por uma de suas colegas <i>band-aids</i>, em uma cena em que ela confronta seu caso romântico só com o olhar: <b>“Ela vai devorá-lo vivo”. </b>E ela devora cada um de seus homens. Mas, no final do filme, <b>ela é devorada viva, por si mesma.</b> Porque, enquanto ela é aquela figura feminina louca, fantástica e fantasiosa que ela mesma criou, <b>ela ainda é só o momento. E momentos passam. Nenhuma fantasia dura,</b> nenhuma noite dura, por mais incrível que ela seja. É um golpe de ingenuidade achar que uma fantasia vai permanecer.</p>
<p align="JUSTIFY"><b>Os homens amam a fantasia.</b> A fuga da realidade. Como você os faz se sentirem no limite entre o prazer e o ódio, e pode ser ódio do que você pode fazer com eles em quatro paredes, ou ódio deles mesmos por verem que estão sentindo demais. Mas, quando a realidade bate à porta, eles precisam da estabilidade. E, quando eu digo isso, eu falo sobre as outras mulheres, as <b>“mulheres-mornas”</b>, que trazem firmeza, não altos e baixos. Que são mornas, não num sentido ruim, mas num sentido de saber o que esperar, de ser estável, de <b>não ser demais, de não querer demais,</b> de não ter problemas demais, de não beber demais, de não usar roupas extravagantes demais.</p>
<p align="JUSTIFY"><b>Garotas como a </b><i><b>Penny</b></i><b> são só a fantasia com tempo contado.</b> São as garotas que vão estar ali durante um período curto, mas intenso, como da turnê da banda no filme, e terminam sendo trocadas pelas esposas, a estabilidade que vem com elas e uma caixa de Heineken às vezes. Isso acontece literalmente no filme: ela é trocada por uma caixa de cerveja.</p>
<p align="JUSTIFY">Quando a <i>penny</i> descobre isso, a reação dela é esboçar um sorriso sob as lágrimas e dizer:<br />“Que marca de cerveja?”<br />Porque até ela sabe o valor de um engradado de Heineken e que, até num momento dilacerante como esse,<b> é necessário manter a personagem engraçadinha do que desmoronar. Porque, no fundo, até ela mesma sabe que seria difícil demais ser amada.</b></p>
<p align="JUSTIFY">E aí tracei uma linha na minha cabeça. Um espectro (que, explicado pra alguém que é lerdo que nem eu, são duas pontas opostas ligadas por uma linha). Agora imagina comigo essa linha que tem <i><b>Penny Lane</b></i> numa ponta – que, mesmo sabendo que é uma fantasia, quer a todo custo continuar nela –- e, no final dela, lá na outra ponta, está: <i><b>Holly Golightly</b></i><b> </b>(e se eu fosse você, nem tentava falar o sobrenome, porque a vida inteira eu não consegui. Só sei como escreve porque também copiei da Wikipédia).</p>
<p align="JUSTIFY"><i>Holly</i> é a personagem principal do meu filme favorito da vida toda: <i><b>Bonequinha de Luxo</b></i><b>, de 1961</b>, um clássico do cinema, interpretada pela maravilhosa Audrey Hepburn. E, se você não conhece esse filme, tenho certeza de que já deve ter visto pelo menos uma imagem dessa personagem icônica em algum lugar na sua vida:</p>
<p align="JUSTIFY"><img class="alignnone wp-image-1134 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/08/audrey-icone-estilo.jpg" alt="" width="598" height="372" /></p>
<p align="JUSTIFY"><i>Holly</i> é descrita pelo portal de cinema da internet brasileira (procura aí no google) como “prostituta, que fuma maconha e fala palavrão”. Na verdade ela é só uma mulher excêntrica e encantadora, mas também é inventada. <b>Também é uma garota-fantasia. </b>Uma personagem criada como fuga da real protagonista:<i> Lulla May</i> (a personagem de <i>Audrey Hepburn</i>).<b> </b>E ela sabe disso. A princípio, a personagem era pra ser de Marilyn Monroe, mas <b>Marilyn já era a garota-fantasia de seu tempo. </b>A personagem de Norma Jean no nosso mundo real (o nome verdadeiro de Marilyn). Então o papel foi para Audrey, e, no filme, <i>Holly</i> tinha tanta autoconsciência de ser uma garota-fantasia que ela fez disso seu ganha-pão. Virou uma acompanhante de luxo, inventou esse nome complicado que ninguém consegue pronunciar, e fez das fantasias que os homens tinham dela a sua armadura.</p>
<p align="JUSTIFY">Essa é a diferença entre ela e <i>Penny Lane</i>. <b>A </b><i><b>Penny</b></i><b> queria que sua fantasia fosse real.</b> Pobre garota. <b>A </b><i><b>Holly</b></i><b>, não. Ela já sabia: quando a manhã chegasse, os homens que só a queriam à noite, que queriam despertar o que era selvagem, não a queriam para a tranquilidade e estabilidade dos dias claros.</b></p>
<p align="JUSTIFY">Tem uma fala linda da <i>penny</i> no filme, que mostra como demonstra seu falso desprendimento, que é:<br /><i><b>“Eu sempre digo pras garotas: nunca levem nada a sério. Se você nunca levar nada a sério, nunca vai se machucar, você sempre vai se divertir, e, se caso você se sentir sozinha, pode ir à loja de discos e visitar seus amigos”.<br /></b></i> Eu facilmente diria isso para vocês, minhas leitoras. Mas de uma forma sincera, porque a Penny queria ser levada a sério.</p>
<p align="JUSTIFY">Já a <i>holly</i>, não. Quando foi confrontada com um “eu te amo”, ela solta: “E daí?” - mesmo amando. Quando foi atravessada pela possibilidade de um amor bom, um homem a segurou e disse: “Eu te aceito com seus defeitos, com suas dores. Você me pertence”.<br />Ela arrebatou: <b>“Pessoas não pertencem a pessoas. E eu não vou deixar ninguém me colocar numa jaula”.</b><br /><b>Algo que facilmente diria para as pessoas que amo muito, </b>e<b> </b>tento dar os melhores conselhos.</p>
<p align="JUSTIFY">Porque ela sabia que, no momento em que aceitasse aquele amor (por mais bom que ele fosse), ela estaria entrando em outro personagem. Porque aquele homem não amava ela, amava a ideia dela. <b>E quando ele visse que a </b><i><b>Holly</b></i><b> não era a fantasia dele, ela já estaria aprisionada e domesticada em sua jaula.</b></p>
<p align="JUSTIFY">A <i>Penny</i> ainda não descobriu isso. Tanto que, nas cenas finais, ela quase tira a própria vida com uma cachaça e uma caixa de remédios.<br />A <i>Holly</i>, por mais bom que fosse esse amor, ela o nega até o último segundo. Pois sabe que, para mulheres como ela, <b>um amor (mesmo que bom) não vale o preço de sua liberdade.</b></p>
<p align="JUSTIFY">Verdade verdadeira? É que algumas mulheres são, sim, difíceis de amar. E nós sabemos disso. Mulheres como nós. Eu me incluo nessa pataquada (como disse, ia botar minha cabeça na guilhotina aqui). As mulheres de lua, porque você só pode nos amar quando é noite. Mulheres-fantasia, pois somos o delírio fantástico que caminha com o desejo. Para alguém como nós, que achamos impossível dar qualquer tipo de estabilidade. Ou a certeza de permanecer quando a manhã chegar.</p>
<p align="JUSTIFY">E eu não tô aqui dizendo “coitadas dessas mulheres que nunca tiveram um relacionamento saudável e estável”. Pelo menos no meu caso, eu encontrei muitos caras incríveis, doces, que me levaram para jantar, que me tratavam como uma princesa. Mas eu sabia que, em algum momento, aquilo ia por água abaixo. Porque eu só sou perfeita sendo a fantasia. Mas na vida real sou desastre, uma bagunça. E, nessa altura do campeonato, com tudo que eu já aprendi sobre o amor, incluir alguém que parece perfeito na minha bagunça (onde só eu me encontro) não é justo com essa pessoa.<br />Então acho que <b>esse texto também é um pedido de desculpas</b> para esses caras perfeitos que eu já conheci mas não consegui ficar. Eu não ia conseguir. Eu não sobrevivo fora do caos.<br />E a <i>Holly</i> tinha consciência disso também. E é por esse motivo que eu amo tanto <i>Bonequinha de Luxo</i>.</p>
<p align="JUSTIFY"><b>As mulheres-fantasia são difíceis de amar. E você vai odiá-las por elas te fazerem amar tanto o caos</b>. Mas são elas que movem o imaginário das pessoas. Que servem de inspiração pra fazer filmes… e textos para um blog de garotas bobocas (eu amo mesmo essa palavra) como esse. Mas, quando se confrontam com a realidade, são garotinhas confusas em suas armaduras. <b>Só podem ser amadas quando não são reais.</b></p>
<p align="JUSTIFY">Eu tô nesse espectro. Talvez você também esteja. Mais pra <i>Penny</i>. Ou mais pra <i>Holly</i>.<br />Mas saiba: a bênção de nunca permanecer e de enjoar rápido de lugares e amores é que você pode ser uma fantasia nova a cada manhã. E, como <i>Penny</i>, talvez fugir pro Marrocos. Ou, como a <i>Holly</i>, pra Nova York. Ou como eu, que vou pra qualquer lugar do mundo desde que não seja os que já conheço.</p>
<p align="JUSTIFY">No final, você vai ter muitas histórias. Às vezes, ser algo marcante: uma rua, uma música, uma persona ou um sentimento forte e passageiro, é mais libertador do que a dor de se sentir presa tentando se diminuir, porque você não pode ser demais, você tem que ser fácil, tranquila, morna.<br /><b> E ser morna é uma prisão para quem é muito, para quem é fogo, pra quem sabe que pode ser tudo – mas jamais o bastante.</b><br /><b> Ser livre também é uma escolha corajosa.</b></p>
<p align="JUSTIFY">Bom, cumpri o que eu prometi, me justifiquei com os homens legais, coloquei minha cabeça e meu coração numa bandeja de prata para vocês (e cá entre nós, foi horrendo e libertador para mim também).</p>
<p align="JUSTIFY">Dito isso, eu nunca mais falo de sentimento nesta coluna. Próximo <i>Teresices</i> vai ser sobre moda ou música. Espero vocês sem dia e sem horário marcado.</p>
<p align="JUSTIFY"><img class="alignnone wp-image-1135 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/08/IMG_4810-1024x602.jpeg" alt="" width="1024" height="602" /></p>
<p align="JUSTIFY"><b>Beijinhos,<br />Tere.</b></p>
<p align="JUSTIFY"> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title><strong>O Brasil no esporte: Bortoleto, Fonseca e as Guerreiras da América</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2025/07/18/o-brasil-no-esporte-bortoleto-fonseca-e-as-guerreiras-da-america</link>
				<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 18:09:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Por: Guilherme Xavier O esporte brasileiro vive uma fase de forte renovação e promessas concretas. Seja nas pistas, nas quadras ou nos gramados, novos nomes vêm se destacando e mantendo o país entre os protagonistas. Com atuações consistentes, Gabriel Bortoleto na Fórmula 1, João Fonseca no tênis e a seleção brasileira feminina na Copa América [&hellip;]]]></description>
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<p><strong>Por</strong>: Guilherme Xavier</p>
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<p>O esporte brasileiro vive uma fase de forte renovação e promessas concretas. Seja nas pistas, nas quadras ou nos gramados, novos nomes vêm se destacando e mantendo o país entre os protagonistas. Com atuações consistentes, Gabriel Bortoleto na Fórmula 1, João Fonseca no tênis e a seleção brasileira feminina na Copa América mostram que o Brasil está em boas mãos — ou pés, raquetes e volantes.</p>
<h2><strong>Gabriel Bortoleto – pontuando na elite da Fórmula 1</strong></h2>
<p>O jovem Gabriel Bortoleto, agora piloto oficial da Sauber, marcou seus primeiros 4 pontos na Fórmula 1 ao terminar em 8º lugar no GP da Áustria de 2025. Foi também eleito “Driver of the Day”, resultado que reforçou sua capacidade de adaptação e talento em meio à elite do automobilismo. Desde então, o brasileiro vem se mantendo regular e se mostra confiante para continuar brigando por pontos.</p>
<p>Em entrevista, Bortoleto afirmou que “a equipe está crescendo junto” e que “o ritmo nas corridas melhora a cada final de semana”. A expectativa agora gira em torno de sua continuidade no projeto que, a partir de 2026, se transformará na aguardada Audi Works Team.</p>
<h2><strong>João Fonseca – a juventude brasileira no Top 50 da ATP</strong></h2>
<p>Com apenas 18 anos, João Fonseca já ocupa a 48ª colocação no ranking mundial da ATP, sendo o mais jovem brasileiro a atingir essa marca. O ano de 2025 tem sido o melhor de sua carreira: ele venceu o ATP 250 de Buenos Aires em fevereiro e, pouco depois, conquistou o Challenger 175 de Phoenix.</p>
<p>No torneio de Wimbledon, Fonseca estreou com uma vitória sólida sobre Jacob Fearnley, mas foi eliminado na terceira rodada. Ainda assim, sua postura e desempenho arrancaram elogios da imprensa internacional, que vê nele um futuro integrante do Top 20.</p>
<h2><strong>Seleção Brasileira Feminina – foco total no penta</strong></h2>
<p>Na Copa América Feminina de 2025, disputada no Equador, o Brasil segue como franco favorito. Depois de vencer a Venezuela por 2 a 0 na estreia, a seleção atropelou a Bolívia com uma goleada de 6 a 0. A atacante Kerolin marcou três gols, sendo dois deles de pênalti, e foi o grande destaque da partida.</p>
<p>Outros nomes como Luany, autora de dois gols, e Amanda Gutierres, que fechou o placar, também mostraram o poder ofensivo do grupo comandado por Arthur Elias. Com duas vitórias em dois jogos, o Brasil lidera o Grupo B e mira o quinto título consecutivo da competição.</p>
[caption id="attachment_1131" align="alignnone" width="701"]<img class="wp-image-1131 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/07/IMG_2834-CreditosLivia-Villas-Boas-CBF.jpg" alt="" width="701" height="437" /> (Créditos: Lívia Villas Boas / CBF)[/caption]
<p> </p>
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													</item>
						<item>
				<title><strong>Memorabilia: quinquilharias, garimpos e memórias</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2025/07/14/memorabilia-quinquilharias-garimpos-e-memorias</link>
				<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 00:58:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mundanos Documentados]]></category>

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						<description><![CDATA[Por: Vanessa Carvalho garimpar (*) verbo trabalhar como garimpeiro; extrair (metais, pedras preciosas), explorando garimpo.&#8220;está garimpando (diamantes) lá para as bandas de Minas Gerais&#8221; figurativo: procurar meticulosamente. figurativo: fazer seleção de (coisas valiosas), a partir da coleta ou reunião de determinado material.&#8220;garimpou os melhores textos na coleção de revistas&#8221; (*) Fonte: Dicionário Oxford online   [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Por: Vanessa Carvalho</p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_1118" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1118 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/07/imagem1-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" /> Moedas antigas de diversas partes do mundo fazem a coleção dos numismatas. // Foto: Vanessa Carvalho[/caption]
<p><strong>garimpar (*)</strong></p>
<p>verbo</p>
<ol>
<li>trabalhar como garimpeiro; extrair (metais, pedras preciosas), explorando garimpo.<br /><em>"está garimpando (diamantes) lá para as bandas de Minas Gerais"</em></li>
<li><strong>figurativo: </strong>procurar meticulosamente.</li>
<li><strong>figurativo: </strong>fazer seleção de (coisas valiosas), a partir da coleta ou reunião de determinado material.<br /><em>"garimpou os melhores textos na coleção de revistas"</em></li>
</ol>
<p>(*) Fonte: Dicionário Oxford online</p>
<p> </p>
<p>Garimpeiros de objetos dos mais diversos em lojas como antiquários, brechós, bazares, feiras de antiguidade ou leilões virtuais. O ato do <strong>garimpar </strong>descrito no dicionário <em>Oxford</em>: “procurar meticulosamente”. Às vezes, como em um garimpo, acontece de estar metido em meio à poeira. Acontece. Porém, o nicho de mercado de objetos usados é tão especializado que está organizado segundo os produtos vendidos, além da demanda alta que faz com que tudo esteja em perfeitas condições à venda. Ter um produto antigo original, muitas vezes, é uma relíquia e precisa receber os cuidados como tal.</p>
<p>Dados do Sebrae de 2023 indicam que o Brasil tinha mais de <strong>118 mil brechós ativos</strong>, um aumento de <strong>30,97%</strong> nos <strong>últimos cinco anos</strong>. O consumo de produtos de segunda mão é impulsionado por fatores como <strong>sustentabilidade e economia</strong>, além de possibilitar a aquisição de produtos únicos e com <strong>memórias ligadas</strong> a ele. O colecionismo também é um fator que leva a busca por lojas de artigos usados. As coleções recebem uma nomenclatura específica no mundo do colecionismo, segundo o tipo de objeto - por exemplo, <strong>filatelia</strong> para <strong>selos de cartas </strong>(veja mais no glossário).</p>
<p>O empresário chinês Marshall Wang costuma garimpar gravatas e relógios antigos (vintages) e os encontra em um site <strong>Xianyu </strong>que vende produtos usados, como um tipo de eBay que funciona na China. Ele conta que a procura pelos itens deve-se à unicidade que eles proporcionam. “Gosto de tecidos e motivos vintage que trazem inspiração e um aconchego nostálgico à minha vida”, explica. Sua posse mais preciosa garimpada no site é um relógio automático da marca Ômega de Ville. Marshall conta: “um ótimo negócio e uma peça subestimada, meio surrado, mas cabe perfeitamente no meu pulso”.</p>
<p> </p>
<p><strong>Quinquilharias e histórias</strong></p>
[caption id="attachment_1124" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1124 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/07/yasmin-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" /> Vinil em formato de coração garimpado por Yasmin. // Fotos: Arquivo pessoal/Yasmin Silva[/caption]
<p>Os motivos para buscar objetos e quinquilharias em lojas de usados variam de fatores como economia e sustentabilidade a questões afetivas. Às vezes a própria ação de garimpar é motivo suficiente pela satisfação que a atividade traz. A estudante Yasmin Silva, em Imperatriz (MA), costuma visitar brechós de roupas, antiquários, sebos de livros pela questão de acessibilidade financeira, reutilização (3Rs) e pela possibilidade de encontrar itens que não estão mais disponíveis facilmente no mercado. “Geralmente gosto de procurar por brechós de roupas, na verdade tudo se iniciou nos brechós de roupas, então vieram os sebos de livros, e os antiquários, quase como se fosse uma espécie de esquema de pirâmide. Esses são meus focos primários, roupas, acessórios, livros e itens que me chamam a atenção, tipo CDs antigos”, conta Yasmin.</p>
[caption id="attachment_1122" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1122 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/07/victor-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" /> Memorabília adquirida por Victor em antiquários e a poltrona que pertencia a seu pai. // Fotos: Arquivo pessoal/Victor Oliveira[/caption]
<p>O advogado Victor Oliveira de Marataízes (ES) conta que, juntamente com sua esposa, gosta de visitar feiras de antiguidades que acontecem mensalmente em Vitória, além de visitas frequentes a antiquários em busca de utilitários, como móveis e objetos de decoração. A busca envolve até mesmo ir a lugares mais distantes como, por exemplo, viajar aproximadamente 120 km até Campos dos Goytacazes (RJ) para adquirir uma escrivaninha para trabalho e uma penteadeira antigos. A escolha por comprar nesses lugares é motivada pela estética das coisas e pelos sentimentos afetuosos que alguns objetos evocam. Victor conta que agora a procura é de móveis para “montar” a casa como recém casado, mas que o gosto por garimpar é antigo. “Desde a infância, eu já era interessado em coisas antigas. Quando criança gostava de moedas antigas, o que pedia pro meu pai à época, e quando adolescente frequentava muito sebos, de onde tirei a maioria dos meus livros que tenho hoje. Também sou colecionador de LPs e CDs - que comecei comprando quando ainda não eram objetos de memorabilia”, lembra Victor.</p>
<p>O designer Vinícius Cadore, de Porto Alegre (RS), gosta do ato de garimpar. “Eu gosto de às vezes entrar, ficar meia-hora e não achar nada, e tá tudo bem. Acho que tu tá ali, fisicamente vasculhando, é divertido”, conta. Ele gosta de procurar em feiras que acontecem periodicamente na cidade, em antiquários e brechós. Entre suas preferências estão roupas, utensílios de cozinha, discos de vinil e objetos de decoração, sempre atento às boas ofertas. Em uma dessas visitas, Vinícius conta que conseguiu garimpar uma cafeteira moka italiana bem antiga, “ela é dum tamanho individual, é para uma pessoa, serve uma caneca, ela é toda redondinha e ela foi feita na Itália também. E aí essa eu paguei muito barato e tipo foi oportunidade, eu olhei e falei: "Meu Deus, é uma moka". Eu disfarcei para não mostrar entusiasmo, para o cara não querer me meter a faca. Olhei e perguntei: "Ai, quanto é? É R$ 15". Eu: "Beleza". Aí eu segurei e fiquei procurando outras coisas e falei: "Tá, vou levar".”</p>
[caption id="attachment_1121" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1121 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/07/ruann-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" /> A camisa do Mundial de 2006 do Internacional no Japão e os pés de pato garimpados. // Fotos: Arquivo pessoal/Ruann Carlos[/caption]
<p>O preço acessível e a unicidade das coisas é o que mais atrai o designer Ruann Carlos, de Pelotas (RS). “Ah, eu gosto de comprar pelo preço, óbvio. Mas eu gosto de comprar porque tem coisas tipo que elas são mais, como é que eu diria, únicas. Eu acho que eles têm um valor mais especial assim. Tanto que eu adoro as minhas peças, as minhas roupas e as coisas que eu compro, porque elas são peças únicas, é muito engraçado, tipo, ninguém tem”, conta Ruann. Em suas buscas, seus olhos são atraídos por utensílios domésticos, como louças e objetos de decoração, além de roupas para uso próprio e para manter um brechó virtual que possui no Instagram. A ideia é dar uma vida nova para peças que estão esquecidas em bazares e colocá-las novamente para uso, além de facilitar com o trabalho de curadoria para pessoas que não possuem o “dom” e hábito de garimpar. Às vezes Ruann compra coisas aleatórias, mas que acabam tendo uma utilidade, como um pé de pato que comprou em um verão e acabou sendo utilizado em suas aulas de natação.</p>
<p> </p>
<p><strong>Coleções e memórias</strong></p>
[caption id="attachment_1123" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1123 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/07/vinicius-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" /> Vinícius Cadore coleciona discos de vinil e gosta de comprar utensílios para casa. // Fotos: Vanessa Carvalho[/caption]
<p><strong> </strong></p>
<p>Dos garimpos e quinquilharias nascem coleções, e os objetos, que já carregam em si histórias, recebem novos significados e memórias com seus novos donos. A estudante Yasmin Silva gosta de colecionar diversos objetos. “Tenho um impulso grande a respeito, geralmente miniaturas de carros, brinquedos pequenos, chaveiros, cartas, desenhos e por aí vai”, lembra. Das coisas que possui, destaca um conjunto de xícaras de um leilão de antiguidades como uma das coisas mais antigas que adquiriu, além de um pijama longo de cetim que comprou há mais de 10 anos e é muito estimado.</p>
<p>O designer Vinícius Cadore tem uma pequena coleção de discos de vinil garimpados em diferentes oportunidades. “Eu tenho uma coleção pequena, mas eu nem tenho toca-discos, para você ter uma ideia, então realmente é uma coleção, porque eu gosto de alguns álbuns específicos”, conta. Cada objeto que adquiriu o faz lembrar de pessoas, ocasiões e situações associados a eles, como uma bandeja de cerâmica que comprou para um jantar com amigos, que traz a recordação do momento específico.</p>
[caption id="attachment_1119" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1119 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/07/imagem2-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" /> Louças antigas estão entre os itens mais procurados em feiras de antiguidade. // Foto: Vanessa Carvalho[/caption]
<p>O designer Ruann Carlos gosta de garimpar e colecionar peças de roupa. Como item especial de sua coleção, ele mostra uma camiseta do Mundial do Internacional de 2006 em Yokohama, no Japão. “É um item raro, ele tá escrito até em japonês aqui na frente. É uma camisa que eu não consegui vender, eu peguei ela para o acervo, que no caso são minhas roupas. Eu olhei, peguei a peça, comprei. Eu pensei: "Pára, essa camiseta é muito incrível". E aí, no início eu pensei: "Vou vender". E aí em seguida eu pensei: "Pára, não, jamais vou vender essa camisa, eu vou ficar com ela. Eu nem torço pro Inter, mas eu adoro aquela camisa. Adoro usar ela!”.</p>
<p>O advogado Victor Oliveira gosta de colecionar desde os 7 anos de idade, quando começou sua primeira coleção séria de cartões telefônicos usados, tendo mais de mil cartões até o momento. Gosta também de comprar discos de vinil sempre que possível para manter sua coleção. Dos objetos que possui, um dos mais antigos e talvez estimados seja uma poltrona comprada pelo seu pai nos anos 80, "que recentemente reformei pra ficar na minha casa depois que me casei, pela memória do meu pai mesmo, que faleceu recentemente”.</p>
<p> </p>
<p><strong>Antiquários e ovos de dinossauros</strong></p>
<div>
[caption id="attachment_1120" align="alignnone" width="691"]<img class="wp-image-1120 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/07/OVO-DINO-V2-691x1024.jpg" alt="" width="691" height="1024" /> Cartaz do documentário "Ovo de Dinossauro" produzido por Duda Ribeiro.[/caption]
</div>
<p>É certo que antiquários estão repletos de objetos com muitas histórias boas para serem contadas e carregam consigo valor e memórias de seus antigos donos. Porém, algumas histórias conseguem ser ainda mais peculiares, como a do “ovo de dinossauro” do Antiquário Gaúcho que o professor de Jornalismo e Relações Públicas da UFSM, Duda Ribeiro, conta em seu documentário <strong>Ovo de Dinossauro, </strong>a ser lançado em 2026.</p>
<p>A ideia surgiu quando Duda se formou em Cinema na UFPel. Ele queria fazer um documentário sobre algo típico de interessante que havia na cidade enquanto estava morando em Camaquã, no interior do Rio Grande do Sul. Em princípio, a ideia era documentar a lenda gaúcha das “burras”, que eram os tesouros enterrados por estancieiros durante as revoluções. Como contam os causos, na época os bancos não eram lugares seguros, e os estancieiros teriam o hábito de esconder os tesouros em “burras”, que são potes de barro para serem enterrados em algum lugar.</p>
<p>Essa história era contada por um tio de Duda, mas, devido ao seu falecimento, ele acabou então procurando o antiquário na cidade por indicação de um senhor que também partilhava do interesse de fazer um filme que se passasse em Camaquã. Ao ter contato com o Sr. Maximiliano, notou que ele tinha boas histórias sobre as “burras", mas a narrativa acabou sendo direcionada para um objeto específico que foi encontrado em uma “burra”, uma pedra perfeitamente oval e que, segundo ele, se trata de um ovo de dinossauro petrificado. Essa história dá nome ao documentário.</p>
<p> </p>
<p><strong>Glossário de termos</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>As coleções de objetos recebem nomes de acordo com o tipo de item e algumas lojas acabam se especializando na venda de um segmento de colecionismo.</p>
<p><strong>Numismática:</strong> refere-se a coleção de moedas. O colecionador é chamado <strong>numismata</strong>.</p>
<p><strong>Filatelia:</strong> coleção de selos de cartas. Quem coleciona é <strong>filatelista</strong>. É uma das formas de colecionismo mais antiga e difundida.</p>
<p><strong>Cartofilia:</strong> coleção de cartões-postais. O colecionador é <strong>cartofilista</strong>.</p>
<p><strong>Notafilia: </strong>coleção de cédulas (moeda-papel). O colecionador é o <strong>notafilista</strong>.</p>
<p><strong>Discofilia ou vinilofilia: </strong>coleção de discos ou vinil. Quem coleciona é <strong>discófilo</strong> ou <strong>vinilófico</strong>.</p>
<p><strong>Militaria: </strong>coleção de peças militares (roupas, armas antigas, medalhas). Quem coleciona é<strong> mitarófilo. </strong></p>
<p><strong>Memorabília:</strong> objetos, itens ou artigos colecionáveis associados a pessoas, eventos, lugares ou épocas importantes, e que carregam um valor sentimental ou histórico significativo.</p>
<p> </p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title><strong>Maré Tardia, sinestesia, Sem Diversão Pra Mim e movimento DIY</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2025/07/07/mare-tardia-sinestesia-sem-diversao-pra-mim-e-movimento-diy</link>
				<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 01:54:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mundanos Documentados]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/?p=1092</guid>
						<description><![CDATA[Por: Vanessa Carvalho Domingo, 29 de junho de 2025. Acordei com Leviatã, da Maré Tardia, repetindo incessantemente em minha cabeça (em especial o som das guitarras). O tal earworm que os gringos cunharam, traduzido literalmente como “verme de ouvido” ao português, designa aquela música que gruda nos seus ouvidos e se recusa a sair. O [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Por</strong>: Vanessa Carvalho</p>
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[caption id="attachment_1094" align="alignnone" width="983"]<img class="wp-image-1094 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/07/mare-tardia-1.jpg" alt="" width="983" height="837" /> A banda capixaba Maré Tardia faz uma verdadeira moqueca de estilos musicais. // Foto: Reprodução[/caption]
<p>Domingo, 29 de junho de 2025. Acordei com Leviatã, da Maré Tardia, repetindo incessantemente em minha cabeça (em especial o som das guitarras). O tal <em>earworm</em> que os gringos cunharam, traduzido literalmente como “verme de ouvido” ao português, designa aquela música que gruda nos seus ouvidos e se recusa a sair.</p>
<p>O álbum <strong>Sem Diversão Pra Mim</strong>, da banda capixaba Maré Tardia, lançado no final de abril, tem um som eletrizante que gruda lá nos ouvidos e te faz repetir dias depois “sem diversão pra mim (hoje não!)”. Segundo álbum da banda de <strong>Vila Velha</strong>, o som mostra um amadurecimento sonoro do grupo. Vozes intercaladas entre Gus Lacerda (guitarra e vocal) e Bruno Lozório (guitarra e vocal), as linhas de baixo de Matheus Canni e a bateria enérgica de Caio “Vazo” Mendonça.</p>
<p>As 10 faixas distribuídas em pouco mais de 30 minutos dão conta de mostrar a potência musical do grupo. Com sons que bebem nas fontes do <em>punk, surf rock, post-punk</em> e vanguarda brasileira, por exemplo. Explorando de forma crua e sem cerimônia os mais diversos temas, as músicas passeiam por anseios, angústias, amores, indagações e o elemento mundano do viver humano.</p>
<p>O processo de produção (da pré até a pós) tem as mãos de todos os integrantes, que se envolvem na escrita, gravação, produção e até distribuição do álbum. O movimento DIY (Do It Yourself - faça você mesmo) na música, cunhado nos anos 1950 e propagado como filosofia nos anos 1970 pelo movimento punk, pode ser percebido como uma das vertentes da Maré Tardia como banda indie rock no cenário <strong>capixaba</strong> e brasileiro.</p>
<p>A banda, que nasceu em 2019 co-fundada por Gus e Bruno, chega ao seu sexto ano de atividades mais potente com um trabalho autoral impecável e cativante. É fácil gostar da Maré Tardia se você gosta de música brasileira. Alguma música vai conversar intimamente com você, pela letra ou pela melodia. Quando antes você imaginar, estarás a dançar e cantarolar algum trechinho.</p>
<p>A imprevisibilidade do que está por vir na próxima faixa é o elemento que mostra um amadurecimento musical da Maré Tardia e a coloca de vez no mapa brasileiro de bandas para ficar de olhos bem abertos. A única certeza mesmo é de que ainda vem muita coisa boa por aí.</p>
<p> </p>
[caption id="attachment_1093" align="alignnone" width="720"]<img class="wp-image-1093 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/07/Capa-Sem-Diversao-pra-Mim-Mare-Tardia.jpg" alt="" width="720" height="720" /> Álbum "Sem Diversão Pra Mim", lançado em abril de 2025, tem a capa ilustrada pelo artista capixaba Gustavo Moraes. // Foto: Reprodução[/caption]
<p><strong>Dissecando o álbum</strong> <strong>“Sem Diversão Pra Mim”</strong></p>
<p><strong>Faixa 01. Leviatã</strong></p>
<p>Impossível não ouvir o som das guitarras ecoando dentro da cabeça tempos depois de ouvir o álbum. Foi assim que acordei naquele domingo e percebi de onde eram os riffs que se repetiam e cantarolava inconscientemente. Abre o álbum já dando uma boa prévia do que está prestes a desenrolar nas faixas seguintes.</p>
<p><strong>Faixa 02. Já sei bem</strong></p>
<p>A voz do Bruno começa a amaciar os ouvidos após a potência vocal do Gustavo em Leviatã. O ritmo frenético te coloca pra dançar, nem que seja balançando as mãos de um lado pro outro.</p>
<p><strong>Faixa 03. Sem diversão pra mim </strong></p>
<p>Guitarras potentes, o show à parte da bateria e as vozes intercaladas resumem a música. A faixa que dá nome ao álbum deixa o trechinho “sem diversão pra mim” “hoje não” ecoando por dias. É a primeira música escrita pelos quatro integrantes juntos. Apesar de dar o nome ao disco, diria que não dá a cara.</p>
<p><strong>Faixa 04. Tarde demais</strong></p>
<p>Voz aveludada? Temos. Voz “áspera”/rasgada? Temos. E por “áspera”/rasgada e “aveludada” me refiro à sinestesia das palavras e das vozes. Gosto do contraste de sensações que 'Tarde demais’ causa. Parece um monólogo de duas versões da mesma pessoa em conflito/debate/discussão.</p>
<p><strong>Faixa 05. Azur </strong></p>
<p>Ouviria essa deitada na praia observando as ondas e sonhando acordada com a vida. Azur seria a trilha sonora do momento. Dá vontade de viver com essa e morar aqui. Arranjo maravilhoso e com um “quê” de surf rock.</p>
<p><strong>Faixa 06. Nadavai </strong></p>
<p>Aqui a dinâmica sinestésica das vozes em ‘Tarde demais’ se repete. As vozes colocam angústia e certo “desespero” repetindo “foi só mais dessa/a última vez”. Repete a dinâmica de um monólogo fragmentado contado por uma pessoa mas que soa como duas versões de um mesmo alguém.</p>
<p><strong>Faixa 07. Ian Curtis</strong></p>
<p>Baixo. Bateria. Post-punk. Sonhar é tão angustiante. Melancolia. Suavidade. Denso. Angústia. Anseios. Vida. Dilemas. Identificação. Solos de guitarra.</p>
<p><strong>Faixa 08. Junkie Food</strong></p>
<p>Eu, que sou fissurada pelo som da guitarra, me senti cativada pelas linhas de baixo do Canni que abrem a música. Talvez a minha top 1 favorita do álbum por ter um pé no noise rock/punk e ser facilmente uma coisa que o Fugazi faria. Gosto do tom destoante e ao mesmo tempo coerente com todas as faixas anteriores. Decadente.</p>
<p><strong>Faixa 09. Não se vá </strong></p>
<p>A música mais "quieta” e inquietante do álbum.</p>
<p><strong>Faixa 10. Nunca mais</strong></p>
<p>Empata com Junkie Food no meu top 1 favoritas do álbum. Deleite do instrumental do início ao fim. Voz incrível do Bruno. Letra impecável. Encerramento da música e do conjunto da obra com um solo fenomenal e uma jam que mostra a potencialidade individual de cada um dos músicos e o produto disso somado e agrupado na Maré Tardia.</p>
<p> </p>
<p>O álbum “<strong>Sem Diversão Pra Mim</strong>” e todo o material está disponível em plataformas de <em>streaming</em>. A banda também conta com alguns clipes no canal do <strong>YouTube (@MareTardia)</strong>. Mais informações e para acompanhar os passos do grupo capixaba, acesse o <strong>Instagram (@MareTardia)</strong>.</p>
<p> </p>
<p><strong>P.S.1:</strong> Não querendo vender nosso peixe (porque de peixe/moqueca capixaba entende bem), mas vale muito a pena o play no som da Maré Tardia.</p>
<p><strong>P.S.2.:</strong> O cenário do rock capixaba vai bem.</p>
<p><strong>P.S.3.:</strong> Ouça: <a href="https://open.spotify.com/embed/album/69gy9fo1MRSVHmhRHw4skA" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://open.spotify.com/embed/album/69gy9fo1MRSVHmhRHw4skA?utm_source%3Dgenerator%26theme%3D0&amp;source=gmail&amp;ust=1752024773772000&amp;usg=AOvVaw28PJ1K3GYMcBE4Qmefe-u7">https://open.spotify.com/embed/album/69gy9fo1MRSVHmhRHw4skA</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title><strong>Por amor atravessei o oceano (e fiquei)</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2025/06/23/por-amor-atravessei-o-oceano-e-fiquei</link>
				<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 02:10:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mundanos Documentados]]></category>

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						<description><![CDATA[Por: Vanessa Carvalho Segundo dados da OBMigra em 2022, de 2011 a 2022, o Brasil passou a abrigar cerca de 1,5 milhão de imigrantes oriundos de diversas partes do mundo e com objetivos diferentes. Em 2024, ainda segundo a OBMigra e o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o país acolheu 194.331 novos imigrantes, sendo [&hellip;]]]></description>
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<p><strong>Por</strong>: Vanessa Carvalho</p>
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<p>Segundo dados da OBMigra em 2022, de 2011 a 2022, o Brasil passou a abrigar cerca de 1,5 milhão de imigrantes oriundos de diversas partes do mundo e com objetivos diferentes. Em 2024, ainda segundo a OBMigra e o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o país acolheu 194.331 novos imigrantes, sendo os oriundos da Venezuela a principal nacionalidade.</p>
<p>No censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, os números eram 268,5 mil pessoas que haviam desembarcado no Brasil, em comparação com os anos 2000. Alguns vieram como refugiados, a trabalho, estudos. E outros, por causa de um alguém especial.</p>
<p>À época do censo do IBGE de 2010, mais exatamente em 2015, conversei com o espanhol, militar aposentado, Carlos Sánchez em Imperatriz no Maranhão. No portão de sua casa e bem sorridente, Carlos me aguardava para contar o motivo que o fez emigrar de sua terra natal, Salamanca, na Espanha, atravessar o oceano pela primeira vez e vir ao Brasil. Com a fala ainda carregada de um hispano-falante recém-chegado em solo brasileiro, revelou que veio por um motivo especial, o amor pela professora Erismar Nascimento (também chamada de Iris).</p>
<p>O casal se conheceu ainda na Espanha, quando Iris estava na condição de imigrante em Salamanca, em 2007.  Ao retornar ao Brasil, Carlos e Iris mantiveram contato pela internet e telefone até se reencontrarem em 2008 em Salvador, na Bahia. Foi a primeira de muitas vezes que Carlos iria atravessar o Atlântico para rever sua amada, com voos Salamanca/Imperatriz frequentes, a cada três meses exatos. “Acho que foram umas 15 viagens. Fiz mais viagens que Colombo!”, conta Sánchez, sorrindo. O fim dessa saga chegou em 2012, com o casamento de Iris e Carlos.</p>
<p> </p>
<p>Agora o imigrante seria Carlos no Brasil. Trouxe em sua mala seus objetos pessoais e seus equipamentos de artes marciais. Além da adaptação ao português, teve que se adaptar ao clima e à culinária local, que, por sinal, só não aprovava os pratos que tinham verduras.</p>
<p>Concluiu a entrevista dizendo que, desde o início, preferiu não se concentrar nos problemas da cidade e nas diferenças culturais. Disse que sente saudades da Espanha e a visita pelo menos duas vezes ao ano, mas se adaptou a Imperatriz porque é onde Iris, a esposa, está.</p>
[caption id="attachment_1089" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1089 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/06/ires-e-carlos-1.jpg" alt="" width="1024" height="682" /> Casal de virginianos, Carlos e Iris decidiram ficar juntos depois de uma história à distância.[/caption]
<p> </p>
<p><strong>Cabe uma vida em uma década</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Como um <em>deja-vú</em>, Carlos e Iris me recebem novamente sorridentes à sua casa. Desta vez, em 2025, conversamos por videochamada. Eles, no Maranhão, e eu, no Espírito Santo. Revisito-os para saber o que coube neste espaço temporal de uma década desde a última vez (e primeira entrevista) em que nos vimos.</p>
<p>Ainda atuando como professora do município, Iris Nascimento, e como militar aposentado, Carlos Sanchéz. Desta vez descubro uma informação no mínimo curiosa. Ambos aniversariantes do mês de setembro, um do dia 6, e outro, do dia 12 – portanto, virginianos, para quem acredita em astrologia. Mais uma coisa em comum entre os dois, que compartilham muitas coisas e gostos juntos.</p>
<p>Cabe uma vida em uma década, mas algumas coisas permanecem as mesmas. Carlos, como espanhol, continua com a fala confirmando suas origens. A luta contra as verduras na comida, o calor e as muriçocas em Imperatriz continua a mesma, porém um pouco melhores, agora já amenizadas.</p>
<p>Comento sobre a adaptação à língua, e Carlos diz: “Eu cheguei já muito velho para aprender a falar português correto”. E Iris completa: “Ele disse que se sente mal porque ele já mora no Brasil há tanto tempo, e às vezes ele chega no lugar para fazer alguma coisa, para resolver alguma coisa, e as pessoas não entendem ele. Mas eu disse para ele que as pessoas entendem. O problema é porque ele fala muito rápido”. A entrevista inclusive foi conduzida nos dois idiomas, português e espanhol.</p>
<p>Sobre as muriçocas e o calor, coisas que mais o incomodaram ao chegar ao Brasil, Carlos comenta que seus aliados são o repelente, inseticida e as centrais de ar condicionado, mas enfrenta o calor quando precisa. “Mas eu gosto de estar aqui porque ‘<em>lo que realmente me asegura en Brasil é a Iris</em>’. Então, eu tenho calor, tenho frio, a comida não gosto, deixo de gostar. Eu estou com minha esposa, que é com quem gosto de ficar”.</p>
<p> </p>
<p>A vontade de estar juntos se traduz em o amor também estar lá durante essa década de intervalo. Talvez até mais acentuado ou forte. Com certeza, é inegável sua existência. Gostam de compartilhar a vida juntos. Tomar café, passear no shopping, dançar e principalmente viajar. As visitas à Espanha ainda acontecem pelo menos duas ou três vezes ao ano. Períodos mais breves, suficientes apenas para visitar a família e resolver assuntos corriqueiros. Tão logo, retorna para junto de sua amada.</p>
<p>A situação só mudou durante a pandemia. Carlos, que estava viajando à Espanha no dia 8 de março de 2020, ficou impedido de voltar para casa até dia 15 de agosto de 2020. “Aí foi ruim demais. Aí a única distância e tempo que nos machucou bastante. Porque eu viajei para Espanha justamente no dia 8 de março de 2020. E não pude voltar para o Brasil até o mês de agosto, 15 de agosto mais ou menos. Ficamos aí como 6 meses separados. (...) Durante os 18 anos em que nós estamos juntos, o tempo da pandemia, uma vez casados, foi o tempo mais de separação entre os dois”, comentou Carlos.</p>
[caption id="attachment_1090" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1090 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/06/ires-e-carlos-2.jpg" alt="" width="1024" height="682" /> Uma das atividades que mais gostam de fazer juntos é viajar pelo Brasil e mundo.[/caption]
<p> </p>
<p><strong>Eu quero partilhar a vida boa com você</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>            </strong>Rubel e Anavitoria  já diziam, na música Partilhar, sobre enfrentar os mais diferentes obstáculos para se juntar ao outro porque a vida é boa assim e completam com “eu quero partilhar a vida boa com você”. Na convivência com outros, é importante assimilar os aprendizados, qualidades e conselhos para que seja harmônica e funcione.</p>
<p>Conversamos sobre os aprendizados, a admiração que sentem um pelo outro, conselhos amorosos e como eles definiriam o amor. As respostas afiadas e carregadas de sinceridade revelam que, apesar de não haver uma fórmula pronta, é possível fazer dar certo. A comunicadora Elisama Santos fala sobre: “Não é o amor que sustenta um relacionamento. É o modo de se relacionar que sustenta o amor”.</p>
<p>Sobre admirações, Carlos conta que gosta de como Iris conduz a vida de maneira ética e a profissional que é, buscando soluções e apoiando os outros. “Eu acho que ela é a pessoa mais ética e mais confortável que eu achei na vida. Por isso estou com ela”. A recíproca se faz verdadeira, com Iris contando como, dentre tantas qualidades, diz que gosta de como Carlos é “uma pessoa de um coração muito bonito. Ele é uma pessoa muito boa, muito generosa, muito carinhosa comigo e com todos da minha família. (...) É uma pessoa cuidadosa, uma pessoa que chegou na família e soube conquistar todo mundo. Então ele tem esse lado humano de tratar bem todo mundo. E ele sempre me coloca em primeiro lugar. Tudo dele eu estou em primeiro lugar, então isso me cativou muito. Para mim, ele é a melhor pessoa do mundo que eu já conheci até hoje. Não tem outro.”</p>
<p>De aprendizados, além do português e a adaptação cultural, Carlos conta que aprendeu a viver e conviver juntos, sem brigar. Sabendo falar, escutar e se entender em um ponto comum. Mesmo em tempos extremos como durante a pandemia, nunca brigaram. Aqui vale a máxima de se colocar no lugar do outro, a empatia. Para Iris, o que mais aprendeu com Carlos foi sobre a união entre os dois, sobre companheirismo e saber compartilhar. “O bom e o ruim é por dois. E isso eu aprendi com ele.”</p>
<p>            Ainda sobre aprendizados, pergunto sobre conselhos amorosos que eles dariam a outros casais sobre coisas que aprenderam com seus relacionamentos. Os dois concordam que, além do elemento essencial do amor, é preciso respeito, carinho, e espaço como sinal de confiança. E nada de ciúmes.</p>
<p> </p>
<p>Em espanhol, Carlos fala sobre sentir empatia com sua parceira. “<em>Y siempre colocarse en el lugar de la otra persona para no machucar a ella y sentirse en su lugar, ¿cómo me sentiría yo ahí? No sé si dio para entender. ¿Eh? Lo llama empatía. Empatía, saber cómo se siente la otra persona cuando vos se facea. Si yo hago una cosa que va a machucar a ella, está errado. Pero si yo hago una cosa que va a ayudar a ella, está perfecto.”</em></p>
<p>Tradução: E sempre se colocar no lugar da outra pessoa para não a machucar e sentir-se no lugar dela, "como eu me sentiria lá?". Não sei se deu para entender. Hã? Isso se chama empatia. Empatia é saber como a outra pessoa se sente quando você faz algo. Se eu faço uma coisa que vai machucá-la, está errado. Mas se eu faço uma coisa que vai ajudá-la, está perfeito.</p>
<p>Quando o assunto é talvez uma das perguntas mais complicadas, “como definir o amor?”, Carlos me conta ainda em espanhol que, para ele, “el amor es aplacar la ansiedad por estar con alguien”. O amor é aplacar a ansiedade de estar com alguém. Sentir vontade de estar com quem se quer estar, de quem se ama. Além disso, saber dar o que se quer receber no relacionamento.</p>
<p>Ele comenta sobre o amor ser como uma planta que precisa de cuidados diários. “Planta que no riega, seca. Y<em> amor, es una planta que tiene que regar, regar. Que tienen que cuidar de ese amor. Son pequeñas cosas. Las tienen que ver. No sé, eh compartir un sorbete con tu con tu parcero, con cariño. Es parte de ese amor compartir, de saber que esa persona piensa en vos de él. Salir con él, cuidar de él cuando está doente.” </em>Tradução: Planta que não se rega, seca. E amor, é uma planta que tem que regar, regar. Que tem que cuidar desse amor. São pequenas coisas. Não sei, compartilhar um sorvete com seu parceiro. É parte desse amor compartilhar, de saber que essa pessoa pensa em você, de ele sair com você, cuidar dele quando está doente. E Iris completa que Carlos cumpre bem a função de cuidar da “plantinha do amor” dos dois, todos os dias com elogios e cuidados com ela. “É bom a gente compartilhar a vida da gente com alguém com quem a gente se sente amada, se sente segura, se sente protegida. É muito bom. Cada dia a gente quer estar mais perto da pessoa. É assim que acontece”.</p>
<p>            Por fim, Carlos concluiu a entrevista dizendo que foi atrevido. Atrevido por vir de malas prontas ao Brasil por amor a Iris. Seus familiares e amigos na Espanha não conseguiam acreditar na empreitada que ele estava prestes a fazer, mas ainda assim não conseguiram desanimá-lo. O amor falou mais alto. “Eles me falaram assim: ‘Ei, você vai para o Brasil? Você vai ter problemas sérios. Essa mulher vai tirar tudo de você. Vai pegar tudo o que você tem’. Eu vim para o Brasil e estava certo. Ela tirou tudo o que tinha. <em>La pena, la angustia, </em>a saudade, a solidão.”</p>
<p>            Nos despedimos, e ficamos com a possibilidade de encontrarmos e continuar a conversa talvez antes de outros 10 anos mais. Cabe uma vida inteira em uma década, e a vida é boa com alguém.</p>
<p> </p>
<p><strong>Para ouvir:</strong> Rubel, Anavitoria – Partilhar | Diana – Canção dos namorados | Mochi y Alexandra – Hasta el fin</p>
<p> </p>
[caption id="attachment_1091" align="alignnone" width="842"]<img class="wp-image-1091 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/06/ires-e-carlos-3.jpg" alt="" width="842" height="595" /> A parede da casa de Carlos e Iris guardam recordações de Salamanca na Espanha e fotos do casal.[/caption]
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													</item>
						<item>
				<title><strong>“E vocês acham que homem pensa?”Sim. Eles não só pensam… como calculam</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2025/06/22/e-voces-acham-que-homem-pensasim-eles-nao-so-pensam-como-calculam</link>
				<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 02:58:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Teresices]]></category>

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						<description><![CDATA[Porque estamos subestimando os homens. E o caso Wizard Liz. Por: Teresa Vitória Teresices – 3/12 Antes de tudo, aviso: esse texto pode conter alguns gatilhos. Não é pra te ferir, é pra abrir um diálogo necessário. Se algo aqui mexer contigo, procura apoio nas mulheres em que você confia. E pros homens que tão [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Porque estamos subestimando os homens. E o caso Wizard Liz.</em></p>
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<p><strong>Por</strong>: Teresa Vitória</p>
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<p><img class="alignnone wp-image-1084 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/06/Teresices-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /></p>
<p><strong>Teresices – 3/12</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Antes de tudo, aviso: esse texto pode conter alguns gatilhos. Não é pra te ferir, é pra abrir um diálogo necessário. Se algo aqui mexer contigo, procura apoio nas mulheres em que você confia. E pros homens que tão aqui: é sobre uma parte, se é maioria ou minoria… não sei, mas que existe, existe. E você pode não fazer parte dela.</p>
<p align="JUSTIFY">Esse Teresices, no original, ia ser sobre outro tema. Afinal, meu papel aqui quase sempre é ser o alívio cômico de vocês. Mas, semana passada, fui atravessada por uma notícia que me paralisou. Fiquei uns bons minutos olhando pro celular, sem reação, em total estado de hiperfoco. Tanto que demorei mais de duas semanas pra conseguir terminar esse texto. A traição da Wizard Liz.</p>
<p align="JUSTIFY">“Ai, Tere… sério? Mulher é traída todo dia, o que tem de tão diferente nisso?”<br />“O que isso tem a ver com subestimar homem?”<br />“E quem é essa tal de Wizard Liz que eu nunca nem ouvi falar?”</p>
<p align="JUSTIFY">Calma, amiga. Vamos por partes.</p>
<p align="JUSTIFY"><img class="alignnone wp-image-1086 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/06/Screenshot_2_1748508241023_1748508245182.jpg" alt="" width="550" height="309" /></p>
<p align="JUSTIFY">Se você não sabe quem é a Wizard Liz e tem mais de 20, eu fico feliz por você. Sinal de que esse conteúdo não precisou te encontrar, significa que você pode ir atrás dele por vontade própria e prevenção, e não por necessidade ou estado de sobrevivência. E sim, <b>sobrevivência</b> é a palavra certa, porque é isso que define o que é ser mulher desde que o mundo é mundo.</p>
<p align="JUSTIFY">Wizard Liz é uma influenciadora que faz vídeos pro nosso finado YouTube (RIP), mas você encontra vários cortes dela no TikTok. Ela tem mais de um milhão de inscritas e ajuda mulheres que passaram por alguma situação de abuso, seja ela física, sexual ou psicológica, mas ela também ajuda mulheres a sair dessa posição de vítima.</p>
<p align="JUSTIFY">Ela vai te dizer verdades difíceis de engolir, mas acredita em mim, amiga, nessa cavala véia de 25 anos, você vai precisar engoli-las. A Liz sofreu abuso na infância, conviveu muitos anos com transtorno alimentar e outros traumas e, obviamente, depois de anos de <b>ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO PROFISSIONAL</b> (muito importante ressaltar isso), hoje ela senta na frente de uma câmera, da forma mais simples possível, para promover esse diálogo e esse espaço de acolhimento para mulheres do mundo todo. E, durante anos, ela foi criando uma comunidade baseada em mulheres que <b>PRECISARAM</b> se escolher.</p>
<p align="JUSTIFY">Ela sentava no chão da sua sala e cuspia verdades na nossa cara dizendo: “Olha tudo o que você passou, olha o que você é! Esse homem jamais aguentaria o que você aguentou”.</p>
<p align="JUSTIFY">E era inevitável pensar: “O homem que tivesse essa mulher teria que ter culhão”.</p>
<p align="JUSTIFY">E foi exatamente assim. Ela encontrou um. Um homem que calculou direitinho como ter ela. Estudou, mapeou cada passo e conseguiu. Eles ficaram noivos. E ele virou “o namorado da Wizard Liz”. Parece inofensivo? Pois é… mas, pra homem de ego frágil, estar nessa posição é um gatilho absurdo. Porque aí começa a surgir dentro dele uma necessidade de provar (nem que seja só pra ele mesmo) quem tá no controle da relação.</p>
<p align="JUSTIFY">E aí, numa quinta qualquer, Liz solta um texto dizendo que estava grávida. Só ele sabia. E que, aos quatro meses de gestação (justo quando ela não podia mais abortar), foi traída.</p>
<p align="JUSTIFY">E não, não é só sobre traição. É sobre padrão.<br />Eles não só pensam. Eles calculam.</p>
<p align="JUSTIFY">O ex da Liz (porque aqui ele vai ser sempre só o ex da Liz) simplesmente fez o famoso baby trap. Engravidou ela e, no momento em que ela não tinha mais como voltar atrás, jogou a traição na cara dela. Uma forma cruel e baixa de tentar manter uma mulher ligada a ele para sempre, mesmo que ela termine.</p>
<p align="JUSTIFY">E sim, esse pensamento tá dentro de uma parte dos homens. O raciocínio é mais ou menos esse: “Eu nunca vou ser suficiente pra essa mulher.” E, em vez de crescer, melhorar… o que eles fazem? Destroem. E não precisa nem ser uma humilhação pública. Muitas vezes, é só pra eles. Pro ego deles, Pros amigos deles. Pro travesseiro deles. E depois ainda fazem parecer que foi um deslize. Um erro de passe, como no futebol.</p>
<p align="JUSTIFY">E é aí que a gente olha e pensa: “Se foi assim com Beyoncé, com Iza, com Gisele Bündchen, com Kylie Jenner… quem sou eu na fila do pão?”</p>
<p align="JUSTIFY">Ninguém tá salva da insegurança masculina. E o mais doido? Muitas vezes, eles nem percebem que estão competindo com a própria mulher. Porque, no fundo, nem querem admitir que o que eles sentem é inveja.</p>
<p align="JUSTIFY">Agora vou usar um exemplo real, a minha melhor amiga, Isabela, por quase 10 anos (e sim, ela autorizou me deixar expor, kk). A Isa sempre foi meu exemplo de mulher. Firme, livre, que nunca deitou pra homem nenhum. E eu pensava: “O homem que conquistar a Isa vai ter que ser MUITO homem”.</p>
<p align="JUSTIFY">E rolou. Ela se apaixonou. E, de verdade, o relacionamento era aquele tipo que eu olhava e pensava: “Tá vendo? Amor bonito existe, sim”. Até que, também numa quinta qualquer, ela me busca em casa e, sentadas num restaurante de uma das avenidas mais movimentadas de Limeira (alô, terra da laranja!), ela me conta. Chorando. Que foi traída.</p>
<p align="JUSTIFY">E eu chorei junto. Porque traição não é só a quebra do que você tem com o outro. É a quebra do que você tem com você mesma. E, mesmo que depois venha alguém incrível, que te ame do jeito certo, no fundo, no silêncio da noite, quando você estiver deitada no peito do homem que te protege, ao invés de te ferir, vai ter aquela voz chata sussurrando: “E se ele fizer igual ao outro?” “Por que naquela vez eu não fui suficiente?” “Não fui boa o bastante. Não fui magra o bastante. Não fui incrível o bastante”.</p>
<p align="JUSTIFY">E, amiga, deixa eu te dizer a real: tu sempre foi suficiente. Sempre. O problema é que ele sabia que nunca seria suficiente pra você. E tem uma frase que eu repito como um mantra pra mim e pras minhas amigas quase todos os dias: “Esse homem te odeia, minha filha”.</p>
<p align="JUSTIFY">Mas, numa situação dessa, nem é ódio. É inveja. De você, da sua luz, do jeito que você se mostra pro mundo! E aí faz sentido o motivo de tantas mulheres se apagarem em relacionamentos, porque o centro do mundo tem que ser ele. Não se anule por ninguém.</p>
<p align="JUSTIFY">Às vezes, esses textos são lembretes pra mim também, viu?</p>
<p align="JUSTIFY">Pra finalizar, com final feliz esse texto que não foi nada fácil de escrever: hoje, a Isabela tá feliz como nunca, plena, linda, vivendo sua melhor fase. E, logo mais, estaremos nós duas em Ibiza, curtindo a vida, sendo livres e brilhando (espero não me apaixonar até lá, porque eu gosto de sassaricar, vocês sabem, divas).</p>
<p align="JUSTIFY">Mas o ex dela? Vai ser sempre só isso: o ex dela.<br />O da Liz? Também.<br />Homens pequenos, que nem nome merecem.</p>
<p align="JUSTIFY">Já você tem nome, sobrenome, história, luz e potência.<br />E nenhum ego masculino (por maior que seja) é capaz de te esconder ou te apagar.</p>
<p align="JUSTIFY">Com carinho,</p>
<p align="JUSTIFY">Beijinhos da Tere.</p>
<p align="JUSTIFY">(deixei um meme pro final pq senti que pesei o clima)</p>
<p align="JUSTIFY"><img class="alignnone wp-image-1085 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/06/Nao-traiu__-memes-do-Twitter-tentam-explicar-relacao-de-Capitu-e-Bentinho.jpg" alt="" width="450" height="450" /></p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title><strong>Analógico, podcast sobre games - jogos de terror e jogos indie</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2025/06/14/analogico-podcast-sobre-games-jogos-de-terror-e-jogos-indie</link>
				<pubDate>Sun, 15 Jun 2025 02:00:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[games]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/?p=1129</guid>
						<description><![CDATA[Por: Fernando Simonet Guerra, Jonathas Grunheidt, Adriel Sturzbecher Ouça:]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Por: Fernando Simonet Guerra, Jonathas Grunheidt, Adriel Sturzbecher</p>
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<p>Ouça:</p>
<p>[audio mp3="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/07/Analogico-podcast-sobre-games-jogos-de-terror-e-jogos-indie.mp3"][/audio]</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
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						</item>
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