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			<title>Agência Da Hora - Feed Customizado RSS</title>
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	<title>Agência Da Hora</title>
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				<title><strong>“Sex and the City” e a família que construímos morando longe de casa</strong></title>
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				<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 02:55:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Esta não é uma matéria sobre sexo. Por: Teresa Vitória Teresices &#8211; 1/12 Quando surgiu a oportunidade desta coluna, passei dias pensando sobre o que escrever. O primeiro tema de uma série de 12 textos sobre o que se passa na cabeça de uma garota ao encarar o mundo. A proposta do “Teresices” era entregar [&hellip;]]]></description>
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<p><em>Esta não é uma matéria sobre sexo.</em></p>
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<p><strong>Por:</strong> Teresa Vitória</p>
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<p align="JUSTIFY"><img class="alignnone wp-image-1065 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/04/Teresices-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /></p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Teresices - 1/12</strong></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">Quando surgiu a oportunidade desta coluna, passei dias pensando sobre o que escrever. O primeiro tema de uma série de 12 textos sobre o que se passa na cabeça de uma garota ao encarar o mundo. A proposta do “Teresices” era entregar matérias sobre moda, música, sexo ou cultura pop — tanto para o professor quanto para as minhas possíveis três leitoras: minha mãe e minhas duas melhores amigas, que estão do outro lado do país.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">Mas sobre o que escrever como primeira impressão digital no mundo e nessa temática? O lançamento do álbum </span><span style="font-size: medium"><i>deluxe</i></span><span style="font-size: medium"> da Ariana Grande, injustiçado no Grammy? O movimento “boy sober” que muitas mulheres estão adotando (inclusive, estou pensando em entrar para o time delas)? Ou o aniversário da criação da minissaia e como isso não só mudou o mundo da moda, mas vidas? (A minha, pelo menos.)</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">Como primeira matéria, eu queria algo que fosse lembrado por mim. Algo com vivência pessoal. Eu não estava ao lado da Ariana Grande quando ela escreveu o álbum — mesmo parecendo que ela estava debaixo da minha cama ouvindo meus desabafos. Também não estava lá em 1965 ajudando a criar a minissaia. E o movimento “boy sober”? Apesar de os homens terem, sim, caráter duvidoso, eu gosto deles e não consigo ficar muito tempo longe. São como uma droga deliciosa.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">Foi aí que me vi como a Carrie Bradshaw de “Sex and the City”: uma jornalista, sem muita grana, morando sozinha em outra cidade, com vício em compras e possível alcoólatra tentando escrever sua coluna — mas sem falar sobre sexo logo de cara e sem o glamour da Nova York dos anos 90. Uma coisa, no entanto, percebi que a Carrie tem (além dos problemas de idas e vindas com o Mr. Big): ela criou uma família. Não uma família convencional, mas sim Charlotte, Miranda e Samantha — outras três mulheres que também moravam sozinhas e estavam construindo suas próprias vidas e carreiras longe do ninho.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">E aí me toquei: se não fosse a “família” que criei morando sozinha nesses quatro anos de graduação, eu não teria sobrevivido. Suas amigas se tornam a parte mais essencial do seu amadurecimento e da experiência de começar a construir sua vida. São elas que te pegam no colo quando o mundo parece acabar, que puxam sua orelha porque se importam, que riem alto nas noites de pijama com vinho e desastres pessoais, que fazem brigadeiro de panela quando alguém tá de coração partido — e, mais importante, que estão do seu lado em uma cidade estranha, sem o colo da mamãe, nesse momento de transição entre ser menina e virar mulher.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">Sou uma grande fã da solitude. Acho que aprender a estar sozinha e gostar da própria companhia é, além de essencial, uma delícia. Mas saber que existem pessoas em quem você pode confiar — seja para escolher a roupa de sábado ou para dizer que aquela relação está te fazendo mal — é libertador. E o melhor: saber que, se você sair dessa relação, elas ainda vão estar lá.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">A gente vira um mosaico de cada uma das mulheres que passaram pela nossa vida. Assim como somos mosaico daquilo que consumimos como cultura ou estilo. Eu me tornei esse mosaico vivo — das amigas que ficaram e das que já foram. Seja por terem me apresentado um novo sabor de sorvete, que virou meu pedido de sempre na sorveteria das tardes quentes, ou por terem me indicado </span><span style="font-size: medium"><i>Sex and the City</i></span><span style="font-size: medium">, músicas, filmes e até marcas de gloss. Se hoje estou aqui, às vésperas de me formar, escrevendo esta coluna, é porque no meu mosaico existiram amigas incríveis que foram lar pra mim.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">É normal se sentir perdida nos seus 20 e poucos anos. Elas também estão perdidas. Parafraseando Samantha Jones, minha personagem favorita da série: “somos como cegos em um tiroteio, guiando umas às outras.” E a mágica é que, nesse tiroteio, você pode pedir ajuda. Não há problema em errar, desabafar, aprender, rir de si mesma. Errar de novo. E rir de novo.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">O que você precisa saber é: suas amigas vão se tornar sua família escolhida. E a saudade de casa, a pressão da responsabilidade, a vontade constante de desistir e o peso do dia a dia se tornam mais leves. Tudo isso graças a outras mulheres que fazem parte do seu mosaico — e você, do delas. Pode acreditar.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">Essa primeira matéria era pra ser sobre cultura pop, mas acabou se tornando uma carta de amor. Às vezes, nossas amigas são nossos primeiros grandes amores, muito antes de qualquer homem. A jornada dos 20 e poucos anos fora de casa é sobre esses amores. Eu acredito que nós mesmas devemos ser nossos príncipes encantados, nos salvar da torre e do dragão, sozinhas, por nós mesmas. Mas nossas amigas são nossas fadas madrinhas: são elas que colocam o verdadeiro sapatinho de cristal em nosso pé e nos acompanham no baile.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">E assim como a Carrie Bradshaw tem suas meninas — mesmo sendo cabeça-dura e ignorando os conselhos delas sobre o Mr. Big por muitas temporadas — eu também tenho as minhas. Afinal, nem “Sex and the City” foi, de verdade, sobre a Carrie e o Big ou sobre a Nova York dos anos 90. Sempre foi sobre elas: </span><span style="font-size: medium"><b>as amigas</b></span><span style="font-size: medium">.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">No fim desse texto, que eu achava que teria apenas três leitoras — minhas amigas de casa —, talvez tenha muito mais. Porque eu me tornei um mosaico das minhas amigas daqui, dessas mulheres que passaram por mim. E espero que, ao final dessas 12 matérias, vocês também me encaixem como uma pecinha no mosaico de vocês, meninas.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">Beijinhos,<br /></span><span style="font-size: medium"><b>Tere.</b></span></p>
<ul>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium"><i><b>para todas as mulheres que moldaram meu caminho nesses 4 anos, em especial para Giulia, Maria Mariana e Caroline.</b></i></span></p>
</li>
</ul>
<p><img class="alignnone wp-image-1064 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/04/Sex-And-The-City-2000s.jpg" alt="" width="736" height="403" /></p>
<p> </p>
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						<item>
				<title>Daniel Cargnin: inspiração para futuros atletas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2021/08/31/o-bronze-de-daniel-cargnin-inspiracao-para-futuros-atletas</link>
				<pubDate>Tue, 31 Aug 2021 18:25:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agência da hora]]></category>
		<category><![CDATA[culturalia]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>

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						<description><![CDATA[Em entrevista ao Caderno Culturália, o gaúcho Daniel Cargnin contou qual foi a sensação de conquistar a medalha de bronze no judô brasileiro durante as Olimpíadas de Tóquio 2020. Aos 23 anos, o medalhista venceu o israelense Baruch Shmailov na categoria até 66kg. “Sou muito grato por tudo o que fizeram por mim e por [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="margin: 0cm 0cm 12.0pt 0cm"><span style="color: black">Em entrevista ao Caderno Culturália, o gaúcho Daniel Cargnin contou qual foi a sensação de conquistar a medalha de bronze no judô brasileiro durante as Olimpíadas de Tóquio 2020. Aos 23 anos, o medalhista venceu o israelense Baruch Shmailov na categoria até 66kg.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 12.0pt 0cm"><span style="color: black">“Sou muito grato por tudo o que fizeram por mim e por toda a torcida. Lembro que quando cheguei no aeroporto de Porto Alegre eu pensei: agora realmente estou em casa”, conta o judoca. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 12.0pt 0cm"><span style="color: black">Ao ser questionado sobre seu primeiro contato com o judô, Cargnin revelou que participou de seu primeiro treino quando ainda era criança, a convite de um amigo. Com o tempo, a prática do esporte se tornou um hábito, e devido ao incentivo da família, decidiu seguir a carreira esportiva.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 12.0pt 0cm"><span style="color: black">Daniel contou como se sente ao saber que é fonte de inspiração para muitos jovens que desejam ingressar na carreira dos esportes: “É uma honra muito grande pra mim. Quando eu era menor e entrei na Sogipa, minha inspiração era o João Derly. E vejo que hoje, de algum jeito, posso inspirar não só medalhas, mas valores como garra e determinação”.</span></p>
[caption id="attachment_403" align="aligncenter" width="520"]<img class="wp-image-403 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2021/08/Imagem1.jpg" alt="" width="520" height="346" /> Daniel Cargnin, da Sogipa, ganhou o bronze ao derrotar o israelense Baruch Shmailov na categoria até 66 kg. Créditos: André Ávila / RBS[/caption]
<p> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 12.0pt 0cm"><span style="color: black">A Sogipa, clube onde o gaúcho realiza seus treinos e preparações, manifestou a importância da sua vitória: “A Sogipa tem um histórico importante nos Jogos Olímpicos. A sua primeira participação foi em Seul, 1988, e sua primeira medalha foi em Londres, em 2008. Com as duas medalhas em Tóquio, o clube soma seis no total, um recorde para o Rio Grande do Sul. Mesmo assim, apesar de não ser novidade, sempre é um fato extremamente relevante, que eleva o clube e orgulha todos os associados. Sentimos um enorme aumento de interessados em praticar esportes, em várias modalidades, desde os Jogos Olímpicos. Isso já é um reflexo prático da conquista das medalhas”.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 12.0pt 0cm"><span style="color: black">Segundo a assessoria de imprensa da Sogipa, o clube tem um Projeto Olímpico com metas, prazos e fontes de financiamento há pelo menos quatro ciclos olímpicos, se transformando em referência para outras instituições do país na prospecção e desenvolvimento de atletas. Para a instituição, a participação de <i>sogipanos</i> em grandes eventos, como uma Olimpíada, é apenas a faceta mais visível de um trabalho de formação integral que engloba a prática esportiva, de quase quatro mil pessoas no clube. </span><span style="color: black">A Associação acredita que quando houver maiores investimentos no esporte do país, teremos uma sociedade mais justa e fraterna. </span></p>
<p style="text-align: right"><strong>Reportagem</strong>: Amanda Demamann</p>
<p style="text-align: right">Matéria produzida na disciplina Redação Jornalística II, do curso de Jornalismo do Campus da UFSM em Frederico Westphalen, no 1º semestre de 2021, ministrada pela Professora Luciana Carvalho. </p>
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													</item>
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				<title>Programa Mão na Mídia promove Encontro de Práticas e Pesquisas Comunicacionais Antirracistas</title>
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				<pubDate>Tue, 17 Nov 2020 00:35:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[agência da hora]]></category>
		<category><![CDATA[Mão na Mídia]]></category>

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						<description><![CDATA[O programa de extensão Mão na Mídia e o Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria, campus Frederico Westphalen, promoveu na última semana a primeira edição do Encontro de Práticas e Pesquisas Comunicacionais Antirracistas. O evento aconteceu entre os dias 10 e 13 de novembro e foi transmitido pelo canal do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O programa de extensão Mão na Mídia e o Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria, campus Frederico Westphalen, promoveu na última semana a primeira edição do Encontro de Práticas e Pesquisas Comunicacionais Antirracistas. O evento aconteceu entre os dias 10 e 13 de novembro e foi transmitido pelo canal do YouTube da Agência Íntegra. Além da UFSM, o encontro incluiu a realização conjunta das universidades ULBRA, Unipampa e UFSC.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante os quatro dias de evento, os participantes tiveram acesso à mesa de abertura, cinco palestras e mesa de encerramento. O ponto central dos debates foi o racismo presente na sociedade e como ele é retratado na comunicação. As temáticas abordadas nas palestras foram "O processo de criminalização da população negra no Brasil", "Branquitude, racismo e cobertura jornalística", "Movimentos sociais e ativismos negros nas Redes Sociais: o acontecimento Marielle Franco", "Conversas de Cinema com Camila Moraes: Mulheres Negras no Cinema", "A circulação da arte negra na diáspora", "Ingresso e permanência de estudantes negros nas Universidades: graduação e pós-graduação em Comunicação Social" e "Midiatização, algoritmos e afinidades eletivas".</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os dados divulgados no encontro, chamou atenção o fato de que no Brasil, atualmente, o percentual de prisão de população negra é o mesmo do período escravocrata, e que o negro possui 89% de probabilidade de condenação e 11% de liberdade. Outro assunto discutido foi a falta de negros nas mídias brasileiras. Exemplos como a foto postada pela jornalista Maju Coutinho, que chamou atenção nas redes sociais por mostrar sua equipe majoritariamente branca, trouxeram à discussão o racismo estrutural na sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As palestras transmitidas estão disponíveis no canal do YouTube Agência Íntegra e podem ser assistidas a qualquer momento. O objetivo do evento foi levar aos estudantes e demais participantes uma reflexão sobre como o racismo ainda é uma realidade que impede a participação de negros em espaços da comunicação, e alertar sobre a necessidade de combater o racismo estrutural.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto: Isabela Vanzin e Alice Rodrigues&nbsp;</p>
<p>Apuração: Igor Mussolin, Júlia de Sá, Maria Mariana do Nascimento Silva e Francisco Ernesto Carvalho Soares</p>
<p>Edição: Luciana Menezes Carvalho</p>
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