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			<title>Agência Da Hora - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Agência Experimental de Notícias</description>
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	<title>Agência Da Hora</title>
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				<title><strong>Família Bisolo transforma tradição em agroindústria de sucesso</strong></title>
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				<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 02:36:40 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Alunos da UFSM-FW conheceram o dia a dia da produção familiar e os desafios do setor. Texto: Caroline Schepp / Foto: Franchesco de Oliveira O aroma de embutidos defumados preenchem o ambiente da agroindústria da família Bisolo, no interior de Frederico Westphalen. O que hoje é uma estrutura moderna, reconhecida pelo Serviço de Inspeção Estadual [&hellip;]]]></description>
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<p><em>Alunos da UFSM-FW conheceram o dia a dia da produção familiar e os desafios do setor.</em></p>
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<p><strong>Texto</strong>: Caroline Schepp / <strong>Foto</strong>: Franchesco de Oliveira</p>
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<p></p>
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<p><br />O aroma de embutidos defumados preenchem o ambiente da agroindústria da família Bisolo, no interior de Frederico Westphalen. O que hoje é uma estrutura moderna, reconhecida pelo Serviço de Inspeção Estadual (CISPOA), começou de forma simples, com vendas “de porta em porta” e muita força de vontade.</p>
<p>Na última terça-feira (21), os alunos da disciplina de Agricultura Familiar, do curso de Agronomia da UFSM-FW, acompanharam de perto essa trajetória. A visita técnica, conduzida pelo professor Fernando Panno, teve como objetivo aproximar os estudantes das realidades e desafios enfrentados por famílias empreendedoras do meio rural.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1138 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-28-at-23.21.11-1024x768.jpeg" alt="" width="1024" height="768" /></p>
<p>A história da propriedade, localizada no Distrito de São João do Porto, teve início em 1998, quando André Bisolo decidiu investir na pequena área que havia pertencido ao avô. No começo, a família cultivava soja e milho, mas logo percebeu a oportunidade de comercializar produtos de origem suína com os moradores da comunidade. “Era tudo no boca a boca, de moto mesmo”, relembrou André. Até 2004, o abate semanal chegava a 30 animais, e o comércio se consolidava pela confiança dos clientes.</p>
<p>Em 2006, a agroindústria foi registrada no Sistema de Inspeção Municipal (SIM) e, após novas adequações, passou a operar sob o CISPOA, que permite a comercialização em todo o estado. Desde 2016, a estrutura atual abriga uma produção que industrializa de 12 a 15 toneladas por mês, com 27 produtos aprovados e quatro novos em processo de registro.</p>
<p>Hoje, a Embutidos Bisolo é uma agroindústria essencialmente familiar. Cinco integrantes da família atuam diretamente na produção, além de dois funcionários. Recentemente, eles lançaram uma nova marca, “Nostra Família”, com foco em produtos tradicionais e memórias afetivas, como a “carne na lata”. A família também investe em tecnologia, com equipamentos importados que aumentam a produtividade e reduzem a dependência de mão de obra, um dos principais desafios do setor.</p>
<p>Os produtos são vendidos em feiras, mercados locais, loja virtual e redes sociais, com alcance em todo o Brasil. “Tudo o que ganhamos nas feiras é reinvestido aqui dentro”, destacou a esposa Andrieli Bisolo, que vê no trabalho coletivo da família a base para o crescimento sustentável do negócio.</p>
<p>A visita proporcionou aos estudantes uma imersão na realidade de quem vive a agricultura familiar no dia a dia, um espaço onde tradição e inovação se encontram.</p>
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				<title><strong>Mais de 120 participantes marcam presença no III Workshop da AGR Jr.</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2023/10/21/mais-de-120-participantes-marcam-presenca-no-iii-workshop-da-agr-jr</link>
				<pubDate>Sat, 21 Oct 2023 20:21:42 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Promovido pela empresa júnior da UFSM-FW, o momento contou com  palestras, mesa redonda e sorteios de prêmios. Por: Gabriel Bueno Em sua terceira edição, com o intuito de explorar sobre os estudos no campo agronômico, os colaboradores da AGR Jr. Consultoria Agronômica, acadêmicos da Universidade Federal de Santa Maria, campus Frederico Westphalen, organizaram na quarta-feira, [&hellip;]]]></description>
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<p><strong><em>Promovido pela empresa júnior da UFSM-FW</em></strong><strong><em>, o momento contou com  palestras, mesa redonda e sorteios de prêmios</em></strong>.</p>
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<p><strong>Por:</strong> Gabriel Bueno</p>
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<p>Em sua terceira edição, com o intuito de explorar sobre os estudos no campo agronômico, os colaboradores da AGR Jr. Consultoria Agronômica, acadêmicos da Universidade Federal de Santa Maria, campus Frederico Westphalen, organizaram na quarta-feira, 18 de outubro, às 19 horas, o III Workshop da AGR Jr. Mais de 120 pessoas participaram do evento, que ocorreu na Afucoper, localizado na rua São Francisco de Assis, no bairro Aparecida.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-971 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-08-at-14.03.01.jpeg" alt="" width="1280" height="854" /></p>
<p>Como parte da programação, a primeira exposição da noite foi realizada pelo Engenheiro Agrônomo, Doutor em Fitotecnia, Coordenador do Grupo de Ecofisiologia e Manejo de Plantas Daninhas (Gempla), e editor-chefe da revista “Advances in Weed Science”, Anderson Nunes, que abordou sobre os desafios e as estratégias no controle de plantas invasoras de difícil controle.</p>
<p>O ambiente saturado de profissionais, os valores e a importância de herbicidas, substitutos ao paraquat, aplicação sequencial, a importância das associações, PROTOX na aceleração de dessecação, rotação de culturas, controle do rebrote, e o uso de pré-emergentes, foram os assuntos abordados por Nunes. Segundo o doutor, o uso de pré-emergentes tem uma importância significativa quando se realiza o controle de plantas daninhas nas lavouras.</p>
<p><em>“Um ponto importante nos próximos dias para quem vai semear a soja, é com relação ao uso de herbicidas pré-emergentes. O  que vocês acham que é mais fácil, ganhar na mega-sena ou uma planta daninha se tornar resistente ao herbicida? É muito mais fácil ganhar no jogo do que a planta se tornar resistente. Agora, por que não conhecemos ninguém que tenha ganhado na mega-sena, mas conhece um monte de gente que tem problema com a resistência? Porque, se eu tivesse o mesmo número de cartões da mega-sena do que eu tenho de plantas daninhas na minha lavoura, nós já teríamos ganhado nesse jogo muitas vezes. Resistência e mega-sena é uma questão de probabilidade, e a plantação tem a ver com os pré-emergentes. Se você aplicar esse glufosinato, ou 2,4-D em 5 bilhões de plantas, é uma probabilidade muito maior do que você aplicar em 1 bilhão de plantas. Então os pré-emergentes têm um papel muito interessante, que é reduzir o número de cartões da mega-sena que você não quer”.</em></p>
<p>Depois do coffee break, a segunda palestra do workshop foi realizada pelo Engenheiro Agrônomo e Doutor em Fitossanidade, Cristiano Bellé, que apresentou as experiências e os ensinamentos sobre os desafios do manejo de nematoides na cultura da soja.</p>
<p>Além de explicar as distribuições das raças Heterodera glycines e de nematóides na região sul, Bellé argumentou sobre o manejo químico, fotoquímico, biológico, a promoção de crescimento, as bactérias endofíticas e rizobactérias, os efeito no sistema radicular, e as plantas tigueras. O engenheiro argumenta que existem milhares de espécies de nematóides, mas apenas uma pequena porcentagem delas é que tem o poder de causar grandes estragos na cultura da soja. </p>
<p><em>“A gente não tem só nematóide debaixo do solo, a gente tem outros problemas de outros patógenos. Os nematóides, muitas vezes, causam um ferimento no sistema radicular. Esse ferimento é uma porta de entrada para outros fungos do solo, principalmente o Fusarium, o Macrophomina e a Rhizoctonia. Então, quando a gente vê aquelas plantas mortas, em reboleiras, muitas vezes quem começou toda a festinha foi o nematóide, mas quem terminou de matá-las foram os fungos do solo. Nós temos mais de 1 milhão de espécies de nematóides; desse número, 5% são os que causam problemas na cultura da soja.”</em></p>
<p>A noite foi encerrada com uma mesa-redonda, reunindo os palestrantes e os professores da UFSM/FW, Stela Maris Kulcheski e Diecson Ruy Orsolin, que conversaram com os participantes sobre os temas abordados. Além dos sorteios dos prêmios, ocorreu uma homenagem à profª. Dra. Gizelli Moiano de Paula, que estava fazendo aniversário.</p>
<p>O III Workshop da AGR Jr teve o patrocínio da Agripulverize, Agrobon, Supermercado Bertoletti, Casa Comercial, Comercial Agrícola Meotti, Cooper A1, Erval Mate Alto Uruguai, Fabris Semestes, Forzare Agronegócios, Rice Rações Cerealista e Vital Agro. E contou com os apoiadores: Afucoper, Grupo Creluz, Cresol Raiz, Ecológica Jr, Grupo de Pesquisa em Plantas de Lavoura, PET ciências agrárias, Rumivet Jr - Consultoria Veterinária e UFSM/FW.</p>
<p> </p>
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				<title><strong>Chácara Pokulat, uma sucessão de sucesso</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2023/10/17/chacara-pokulat-uma-sucessao-de-sucesso</link>
				<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 20:15:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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						<description><![CDATA[Texto: Tainara Gonçalves Fotos: Tainara Gonçalves e Carlos Bellé (foto da turma) Na última terça-feira (10), Mauro Luiz Pokulat Filho, egresso do curso de Agronomia da UFSM/FW, recebeu os alunos da disciplina de Agricultura Familiar em sua propriedade, localizada na Linha Progresso, interior de Seberi-RS onde falou sobre sua graduação e os desafios enfrentados na [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

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<p><strong>Texto</strong>: Tainara Gonçalves</p>
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<p><strong>Fotos</strong>: Tainara Gonçalves e Carlos Bellé (foto da turma)</p>
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<p>Na última terça-feira (10), Mauro Luiz Pokulat Filho, egresso do curso de Agronomia da UFSM/FW, recebeu os alunos da disciplina de Agricultura Familiar em sua propriedade, localizada na Linha Progresso, interior de Seberi-RS onde falou sobre sua graduação e os desafios enfrentados na chácara.</p>
<p>Em breve conversa com os alunos e o professor da disciplina, Fernando Panno, o agrônomo destaca que a chácara passou por um processo de sucessão após o falecimento de seu pai, Mauro Pokulat, em abril de 2022, quatro anos após o fim de sua graduação. Por ser novo e recém-formado, percebeu certa resistência vinda de seus ajudantes, que eram mais experientes e estavam acostumados com outra maneira de liderança. A saída encontrada por Pokulat foi ceder e aos poucos implementar suas ideias no local, que contabiliza em sua totalidade 500 hectares de terras.</p>
<p>A principal atividade exercida pela propriedade Pokulat antigamente era a criação de gado de corte. A família chegou a contabilizar 300 bovinos, que eram designados à terminação, ou seja, os animais eram criados até atingir o ponto de abate. A criação de gado foi diminuindo gradativamente, abrindo espaço para a implantação de lavouras, destinadas ao plantio de soja, milho e trigo. Levando isso em consideração, o agrônomo relata que, em um futuro não tão distante, pretende retomar as atividades voltadas à bovinocultura.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-941 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/06245964-9bfd-4fd3-a6d3-e0419c372b96.jpg" alt="" width="1500" height="1000" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-942 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/8ad43e5d-495a-41f7-92c2-fd2ff21df1cd.jpg" alt="" width="1500" height="1000" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-944 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/d6ce7110-8fd9-4646-923d-2a7db95ea3fa.jpg" alt="" width="1500" height="1000" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-943 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/5ab4036e-a41b-4f6e-aec4-a82af3f3089e.jpg" alt="" width="1500" height="1000" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-946 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/c25bcf14-fb31-4ca3-bf4e-462f689b0a38.jpg" alt="" width="1280" height="576" /></p>
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				<title><strong>Alunos da UFSM-FW realizam visita em agroindústria de Frederico Westphalen</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2023/10/03/alunos-da-ufsm-fw-realizam-visita-em-agroindustria-de-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 13:48:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A agroindústria é propriedade de agricultores familiares.</p>
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<p><strong>Texto:</strong> Caroline Schepp</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Fotos:</strong> Carlos Bellé, Gabrieli Souza e Caroline Schepp</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>Na tarde desta última terça-feira, 26/10, alunos da disciplina de Agricultura Familiar, do curso de Agronomia da UFSM-FW, realizaram uma visita técnica à agroindústria Sabores do Vale, de Eliseu Bertuletti e família, localizada na linha Santos Anjos, a cerca de 8 km de Frederico Westphalen e 2 km da BR-386. Durante a visita, Bertuletti contou sobre a história da propriedade, como ela se tornou uma agroindústria e está desenvolvendo o turismo rural.</p>
<p>Eliseu Bertuletti é técnico em agropecuária e administração. Assumiu a propriedade em 2004, após o falecimento de seu pai. Formou sua família e iniciou a produção de mandioca e frutas na propriedade. Com o passar do tempo, Bertuletti sentiu a necessidade de implantar uma agroindústria de produtos minimamente processados. A agroindústria, que teve início em 2015, produz mandioca, geleias e atualmente está começando a produção de pré-cozidos, como brócolis e couve-flor.</p>
<p>Os produtos, produzidos na propriedade, são comercializados em mercados do município, vendidos no café colonial, oferecido pela agroindústria, e também comercializados fora do estado, como é o caso das geleias. A família possui parceria com a Coopraff, cooperativa formada pelas agroindústrias e produtores rurais de Frederico Westphalen e região, que tem como objetivo fortalecer a agricultura familiar.</p>
<p>Após a pandemia, com o aumento de visitas na propriedade, Bertuletti percebeu a oportunidade de iniciar o turismo rural, montando um café colonial para ofertar aos visitantes. Eliseu conta que, ao unir a agroindústria e o turismo rural, agregou mais valor à propriedade, contribuindo para a implantação de uma estufa de morangos, usados para a produção das geleias.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-932 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-03-at-10.22.00.jpeg" alt="" width="1600" height="1200" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><img class="alignnone wp-image-933 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-03-at-10.22.01.jpeg" alt="" width="1600" height="1200" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-934 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-03-at-10.30.28.jpeg" alt="" width="1200" height="1600" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-935 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-03-at-10.30.29.jpeg" alt="" width="1200" height="1600" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-931 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-03-at-10.30.30.jpeg" alt="" width="1600" height="1195" /></p>
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