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			<title>Agência Da Hora - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Agência Experimental de Notícias</description>
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	<title>Agência Da Hora</title>
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				<title><strong>Maré Tardia, sinestesia, Sem Diversão Pra Mim e movimento DIY</strong></title>
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				<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 01:54:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Por: Vanessa Carvalho Domingo, 29 de junho de 2025. Acordei com Leviatã, da Maré Tardia, repetindo incessantemente em minha cabeça (em especial o som das guitarras). O tal earworm que os gringos cunharam, traduzido literalmente como “verme de ouvido” ao português, designa aquela música que gruda nos seus ouvidos e se recusa a sair. O [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Por</strong>: Vanessa Carvalho</p>
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[caption id="attachment_1094" align="alignnone" width="983"]<img class="wp-image-1094 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/07/mare-tardia-1.jpg" alt="" width="983" height="837" /> A banda capixaba Maré Tardia faz uma verdadeira moqueca de estilos musicais. // Foto: Reprodução[/caption]
<p>Domingo, 29 de junho de 2025. Acordei com Leviatã, da Maré Tardia, repetindo incessantemente em minha cabeça (em especial o som das guitarras). O tal <em>earworm</em> que os gringos cunharam, traduzido literalmente como “verme de ouvido” ao português, designa aquela música que gruda nos seus ouvidos e se recusa a sair.</p>
<p>O álbum <strong>Sem Diversão Pra Mim</strong>, da banda capixaba Maré Tardia, lançado no final de abril, tem um som eletrizante que gruda lá nos ouvidos e te faz repetir dias depois “sem diversão pra mim (hoje não!)”. Segundo álbum da banda de <strong>Vila Velha</strong>, o som mostra um amadurecimento sonoro do grupo. Vozes intercaladas entre Gus Lacerda (guitarra e vocal) e Bruno Lozório (guitarra e vocal), as linhas de baixo de Matheus Canni e a bateria enérgica de Caio “Vazo” Mendonça.</p>
<p>As 10 faixas distribuídas em pouco mais de 30 minutos dão conta de mostrar a potência musical do grupo. Com sons que bebem nas fontes do <em>punk, surf rock, post-punk</em> e vanguarda brasileira, por exemplo. Explorando de forma crua e sem cerimônia os mais diversos temas, as músicas passeiam por anseios, angústias, amores, indagações e o elemento mundano do viver humano.</p>
<p>O processo de produção (da pré até a pós) tem as mãos de todos os integrantes, que se envolvem na escrita, gravação, produção e até distribuição do álbum. O movimento DIY (Do It Yourself - faça você mesmo) na música, cunhado nos anos 1950 e propagado como filosofia nos anos 1970 pelo movimento punk, pode ser percebido como uma das vertentes da Maré Tardia como banda indie rock no cenário <strong>capixaba</strong> e brasileiro.</p>
<p>A banda, que nasceu em 2019 co-fundada por Gus e Bruno, chega ao seu sexto ano de atividades mais potente com um trabalho autoral impecável e cativante. É fácil gostar da Maré Tardia se você gosta de música brasileira. Alguma música vai conversar intimamente com você, pela letra ou pela melodia. Quando antes você imaginar, estarás a dançar e cantarolar algum trechinho.</p>
<p>A imprevisibilidade do que está por vir na próxima faixa é o elemento que mostra um amadurecimento musical da Maré Tardia e a coloca de vez no mapa brasileiro de bandas para ficar de olhos bem abertos. A única certeza mesmo é de que ainda vem muita coisa boa por aí.</p>
<p> </p>
[caption id="attachment_1093" align="alignnone" width="720"]<img class="wp-image-1093 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2025/07/Capa-Sem-Diversao-pra-Mim-Mare-Tardia.jpg" alt="" width="720" height="720" /> Álbum "Sem Diversão Pra Mim", lançado em abril de 2025, tem a capa ilustrada pelo artista capixaba Gustavo Moraes. // Foto: Reprodução[/caption]
<p><strong>Dissecando o álbum</strong> <strong>“Sem Diversão Pra Mim”</strong></p>
<p><strong>Faixa 01. Leviatã</strong></p>
<p>Impossível não ouvir o som das guitarras ecoando dentro da cabeça tempos depois de ouvir o álbum. Foi assim que acordei naquele domingo e percebi de onde eram os riffs que se repetiam e cantarolava inconscientemente. Abre o álbum já dando uma boa prévia do que está prestes a desenrolar nas faixas seguintes.</p>
<p><strong>Faixa 02. Já sei bem</strong></p>
<p>A voz do Bruno começa a amaciar os ouvidos após a potência vocal do Gustavo em Leviatã. O ritmo frenético te coloca pra dançar, nem que seja balançando as mãos de um lado pro outro.</p>
<p><strong>Faixa 03. Sem diversão pra mim </strong></p>
<p>Guitarras potentes, o show à parte da bateria e as vozes intercaladas resumem a música. A faixa que dá nome ao álbum deixa o trechinho “sem diversão pra mim” “hoje não” ecoando por dias. É a primeira música escrita pelos quatro integrantes juntos. Apesar de dar o nome ao disco, diria que não dá a cara.</p>
<p><strong>Faixa 04. Tarde demais</strong></p>
<p>Voz aveludada? Temos. Voz “áspera”/rasgada? Temos. E por “áspera”/rasgada e “aveludada” me refiro à sinestesia das palavras e das vozes. Gosto do contraste de sensações que 'Tarde demais’ causa. Parece um monólogo de duas versões da mesma pessoa em conflito/debate/discussão.</p>
<p><strong>Faixa 05. Azur </strong></p>
<p>Ouviria essa deitada na praia observando as ondas e sonhando acordada com a vida. Azur seria a trilha sonora do momento. Dá vontade de viver com essa e morar aqui. Arranjo maravilhoso e com um “quê” de surf rock.</p>
<p><strong>Faixa 06. Nadavai </strong></p>
<p>Aqui a dinâmica sinestésica das vozes em ‘Tarde demais’ se repete. As vozes colocam angústia e certo “desespero” repetindo “foi só mais dessa/a última vez”. Repete a dinâmica de um monólogo fragmentado contado por uma pessoa mas que soa como duas versões de um mesmo alguém.</p>
<p><strong>Faixa 07. Ian Curtis</strong></p>
<p>Baixo. Bateria. Post-punk. Sonhar é tão angustiante. Melancolia. Suavidade. Denso. Angústia. Anseios. Vida. Dilemas. Identificação. Solos de guitarra.</p>
<p><strong>Faixa 08. Junkie Food</strong></p>
<p>Eu, que sou fissurada pelo som da guitarra, me senti cativada pelas linhas de baixo do Canni que abrem a música. Talvez a minha top 1 favorita do álbum por ter um pé no noise rock/punk e ser facilmente uma coisa que o Fugazi faria. Gosto do tom destoante e ao mesmo tempo coerente com todas as faixas anteriores. Decadente.</p>
<p><strong>Faixa 09. Não se vá </strong></p>
<p>A música mais "quieta” e inquietante do álbum.</p>
<p><strong>Faixa 10. Nunca mais</strong></p>
<p>Empata com Junkie Food no meu top 1 favoritas do álbum. Deleite do instrumental do início ao fim. Voz incrível do Bruno. Letra impecável. Encerramento da música e do conjunto da obra com um solo fenomenal e uma jam que mostra a potencialidade individual de cada um dos músicos e o produto disso somado e agrupado na Maré Tardia.</p>
<p> </p>
<p>O álbum “<strong>Sem Diversão Pra Mim</strong>” e todo o material está disponível em plataformas de <em>streaming</em>. A banda também conta com alguns clipes no canal do <strong>YouTube (@MareTardia)</strong>. Mais informações e para acompanhar os passos do grupo capixaba, acesse o <strong>Instagram (@MareTardia)</strong>.</p>
<p> </p>
<p><strong>P.S.1:</strong> Não querendo vender nosso peixe (porque de peixe/moqueca capixaba entende bem), mas vale muito a pena o play no som da Maré Tardia.</p>
<p><strong>P.S.2.:</strong> O cenário do rock capixaba vai bem.</p>
<p><strong>P.S.3.:</strong> Ouça: <a href="https://open.spotify.com/embed/album/69gy9fo1MRSVHmhRHw4skA" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://open.spotify.com/embed/album/69gy9fo1MRSVHmhRHw4skA?utm_source%3Dgenerator%26theme%3D0&amp;source=gmail&amp;ust=1752024773772000&amp;usg=AOvVaw28PJ1K3GYMcBE4Qmefe-u7">https://open.spotify.com/embed/album/69gy9fo1MRSVHmhRHw4skA</a></p>
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<p></p>
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													</item>
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				<title><strong>Novo Mundo: Emi B transforma dor em arte com curta-metragem de trap/rap sobre violência contra a mulher</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2024/12/13/novo-mundo-emi-b-transforma-dor-em-arte-com-curta-metragem-de-trap-rap-sobre-violencia-contra-a-mulher</link>
				<pubDate>Fri, 13 Dec 2024 20:28:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

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						<description><![CDATA[Produzido, roteirizado e composto por Emi B, o curta inspirado em experiências reais estreou no YouTube na última quinta 10 de dezembro de 2024, com apoio do Edital Sesi Firjan e Oi. Texto: Teresa Vitória Valvassore Juvêncio / Fotos: Divulgação No dia 10 de dezembro de 2024, o curta-metragem Novo Mundo, da artista multifacetada Emi [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Produzido, roteirizado e composto por Emi B, o curta inspirado em experiências reais estreou no YouTube na última quinta 10 de dezembro de 2024, com apoio do Edital Sesi Firjan e Oi.</em></p>
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<p><strong>Texto:</strong> Teresa Vitória Valvassore Juvêncio / <strong>Fotos:</strong> Divulgação</p>
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<p>No dia 10 de dezembro de 2024, o curta-metragem Novo Mundo, da artista multifacetada Emi B, chega ao YouTube como um manifesto de luta e libertação feminina. Contemplado pelo Edital Sesi Firjan em parceria com a Oi, o projeto une as batidas contundentes do trap/rap com uma narrativa cinematográfica impactante para denunciar a violência contra a mulher e celebrar a liberdade.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1050 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/unnamed-1024x579.jpg" alt="" width="1024" height="579" /></p>
<p>Novo Mundo é mais do que um filme; é um grito. Produzido, roteirizado e com músicas compostas pela própria Emi B, o curta traz uma narrativa dividida em três atos, representados por músicas inéditas. A obra aborda a trajetória de uma mulher que, ao enfrentar uma relação abusiva marcada por agressões físicas e emocionais, encontra força para transformar sua dor em libertação.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1051 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/Imagem-NM-2-1024x575.jpg" alt="" width="1024" height="575" /></p>
<p>Para Emi B, o curta é um reflexo de sua própria jornada como mulher, artista e ativista:</p>
<p><em>“O que você quer ser quando crescer? Eu queria transformar o mundo em um lugar melhor, diminuir os danos de algum modo, e foi assim que a arte me encontrou. Desde cedo, percebi que mulheres eram diminuídas, silenciadas e agredidas. Esse curta é um grito por todas as mulheres que perderam suas vidas ao lutar por sua voz. Espero que ele inspire outras mulheres a se libertarem e a nunca desistirem.”</em></p>
<p><img class="alignnone wp-image-1053 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/original-280042FE-812A-4ECA-818A-B3B4AD136C31-1024x473.jpg" alt="" width="1024" height="473" /></p>
<p>As músicas do curta mergulham no universo do trap/rap, com letras que traduzem a intensidade de cada etapa da jornada: a dor, o enfrentamento e a libertação. O trap, com suas batidas marcantes e atmosfera intensa, é amplificado pela produção de Levy Santiago, que vem se destacando ao colaborar com diversos artistas da cena musical. A força do gênero potencializa a mensagem da obra e conecta Novo Mundo a um público jovem, acostumado a consumir cultura de resistência.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1052 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/Imagem-NM-4-1024x571.jpeg" alt="" width="1024" height="571" /></p>
<ul>
<li>O curta completo está disponível no link: <a href="https://youtu.be/X525z0MCfXY">https://youtu.be/X525z0MCfXY</a></li>
</ul>
<p>Por que assistir?</p>
<p>Novo Mundo é uma obra que ressoa em cada mulher que já teve sua voz silenciada e em cada pessoa que acredita em um futuro onde a igualdade prevaleça. É uma história que precisa ser contada, compartilhada e, sobretudo, ouvida.</p>
<ul>
<li>Plataforma: YouTube (link no Instagram da @emib___)</li>
</ul>
<p> Créditos e contato: @emib____</p>
<p> </p>
<p><img class="alignnone wp-image-1054 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/Imagem-NM-3-768x1024.jpeg" alt="" width="768" height="1024" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-1055 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/Imagem-NM-5-694x1024.jpeg" alt="" width="694" height="1024" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-1056 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/Imagem-NM-6-1024x569.jpeg" alt="" width="1024" height="569" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-1057 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/original-7E2D4433-C124-4661-AA40-3E2BD337B712-1024x579.jpeg" alt="" width="1024" height="579" /></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Banda Pancas Dream inova com a mistura de instrumentos e ritmos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2021/09/01/banda-pancas-dream-inova-com-a-mistura-de-instrumentos-e-ritmos</link>
				<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 20:42:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[culturalia]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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						<description><![CDATA[Integrante fala sobre a rotina e os planos futuros da banda experimental de Chapecó-SC A banda, fundada em 2019, na cidade de Chapecó, formada por Francisco Faganello (guitarra, teclado, violão, violão de 12, bandolim), Eduardo Boufleuer Florencio (bateria, percussão, flauta, teclado, violão), Matheus Dal Puppo (Violão, Viola) e Leonardo Camargo (baixo, violão), enfrenta as dificuldades [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: center"><em>Integrante fala sobre a rotina e os planos futuros da banda experimental de Chapecó-SC</em></p>
[caption id="attachment_459" align="aligncenter" width="1024"]<img class="size-large wp-image-459" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2021/09/Imagem1-1024x692.jpg" alt="" width="1024" height="692" /> Banda de Chapecó aposta na experimentação. Foto: Anderson Schoartz[/caption]
<p>A banda, fundada em 2019, na cidade de Chapecó, formada por Francisco Faganello (guitarra, teclado, violão, violão de 12, bandolim), Eduardo Boufleuer Florencio (bateria, percussão, flauta, teclado, violão), Matheus Dal Puppo (Violão, Viola) e Leonardo Camargo (baixo, violão), enfrenta as dificuldades comuns ao setor na pandemia. Contudo, eles não se deixam abater e seguem com ensaios e projetos para o futuro.</p>
<p>A Pancas Dream nasceu a partir de <em>jams</em>, ou sessões de improviso, que rolavam em um apartamento apelidado pelo grupo como 'Pancas House', daí o nome da banda. Os integrantes se propõem a uma mistura de elementos da psicodelia com toques de samba e bossa nova, trazendo instrumentos como a cuíca e o berimbau, por exemplo. Em entrevista ao Culturália, Leonardo Camargo, 23 anos, violonista e baixista, conta sobre a sonoridade da banda: “são quatro membros com diversos interesses distintos (...) respeitamos todo tipo de cultura e forma de música então certamente vamos querer ‘brincar’ com o que surgir”, explica.</p>
<p>Como a música ainda não dá a eles retorno financeiro, todos os integrantes da banda independente seguem trabalhando em outras áreas durante a semana. Os ensaios acontecem geralmente aos finais de semana, na sala de casa, onde se encontram todos os instrumentos, e os amplificadores e a bateria ficam montados, prontos para a ação.    </p>
<p>A trajetória da banda é recente e as medidas impostas pela pandemia frearam os primeiros rolês. “Tivemos que aquietar o coração”, relata Léo. “Seguimos firmes compondo sim, já que não dá pra sair tocar, é importante seguir tocando em casa e sempre escrevendo”, complementa.</p>
<p>Hoje, a Pancas conta com duas versões de demonstração (populares 'demos') lançadas no <em>SoundCloud,</em> que carregam essa pegada inicial e experimental. Uma delas conta com a produção de um videoclipe igualmente tomado pela energia 'make it yourself', ou 'faça você mesmo'. Perguntado sobre os planos futuros para a banda, Léo responde com entusiasmo: “é ir pro rolê mesmo, tocar pra caramba por aí, no que surgir, e começar a produzir as músicas. A ideia é lançar o primeiro álbum o quanto antes”, finalizou.</p>
<p style="text-align: right"><strong>Reportagem:</strong> Camila da Silva Oliveira</p>
<p style="text-align: right">Matéria produzida na disciplina Redação Jornalística II, do curso de Jornalismo do Campus da UFSM em Frederico Westphalen, no 1º semestre de 2021, ministrada pela Professora Luciana Carvalho.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Como é bom poder tocar um instrumento</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2021/09/01/como-e-bom-poder-tocar-um-instrumento</link>
				<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 06:08:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[culturalia]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/?p=456</guid>
						<description><![CDATA[Crônica / Reportagem em 1ª Pessoa “Como é bom poder tocar um instrumento”, já dizia Caetano Veloso, sujeito que fez seu nome e já deixou sua marca no Brasil e no mundo com sua música.  Música essa que existe há quase tanto tempo quanto a própria humanidade. Acredita-se que desde que o ser humano começou [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Crônica</em> / <em>Reportagem em 1ª Pessoa</em></p>
[caption id="attachment_457" align="aligncenter" width="1024"]<img class="size-large wp-image-457" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2021/09/Imagem15-1024x640.jpg" alt="" width="1024" height="640" /> Que significados a música tem para você?. Foto: Pixabay[/caption]
<p>“Como é bom poder tocar um instrumento”, já dizia Caetano Veloso, sujeito que fez seu nome e já deixou sua marca no Brasil e no mundo com sua música.  Música essa que existe há quase tanto tempo quanto a própria humanidade. Acredita-se que desde que o ser humano começou a se organizar em tribos primitivas pela África, a música era parte integrante do cotidiano dessas pessoas. Essa forma de expressão possui a capacidade estética de traduzir os sentimentos, atitudes e valores culturais de um povo ou nação. A música é uma linguagem local e global.</p>
<p>Sabemos, teórica ou intuitivamente, que quando nos sentimos conectados com a música, ela tem o poder de nos proporcionar momentos de imensa alegria, nos ajudar a expressar a tristeza e a raiva, causar reflexões das mais diversas naturezas, nos interligar a pessoas com as quais compartilhamos gostos, nos fazer lembrar de pessoas queridas (ou nem tanto) e nos fazer sonhar com o que está por vir. Mas o que a música significa para nós, que temos os instrumentos como companheiros e, podemos dizer, grandes amigos?</p>
<p>Eu, Camila, não tenho memórias anteriores à música em minha vida, nasci no momento em que Jonatan da Silva Oliveira, meu irmão, com oito anos na época, tirava seus primeiros acordes no violão. Minhas lembranças são embaladas também por cantigas de ninar com as quais minha mãe carinhosamente conduzia a mim e meus irmãos a um sono despreocupado, aquele sono que as crianças sabem dormir.</p>
<p>Jonatan, que hoje, aos 29 anos, domina instrumentos como violão, ukulele, cavaquinho, teclado e arrisca algumas canções no violino, conta: “tenho certeza que minhas preferências por combinações de acordes, ritmos e estruturas musicais foram influenciadas pelas músicas e artistas preferidos dos meus pais”. A música ganhou mais espaço em sua vida quando começou a frequentar aulas ministradas na igreja da cidade onde morávamos.</p>
<p>Não poderia ocorrer de outra forma para mim, fui fortemente influenciada pelas bandas brasileiras de pop rock que meus pais adoravam, contudo, o maior responsável pela dimensão da música em minha vida é meu irmão. Passei a aprender a técnica do violão aos 14 anos, com um instrumento emprestado, alguns folhetos, ouvindo muita música e, claro, observando avidamente aquele que foi meu primeiro mentor. Hoje, não há reunião de família sem que o ambiente seja tomado por canções.</p>
<p>Aprender a tocar um instrumento envolve a aquisição de uma enorme variedade de competências: auditivas, motoras, expressivas, performativas, mas antes disso, é preciso esforço. Muito se fala sobre “dom” ou algum talento intrínseco ao músico, discordamos em partes. Jonatan acredita que algumas pessoas têm facilidade nas mais diversas áreas, na música não é diferente, no entanto, afirma não se sentir parte dessa parcela: “para mim o processo é maçante até hoje. É um constante aprendizado e a única conclusão possível é que quanto mais aprendo, mais eu vejo quão pouco eu sei.” Leonardo Camargo, 23 anos, membro-fundador, violonista e baixista da banda Pancas Dream, partilha da mesma opinião e complementa: “conheço muitas pessoas que tocam de maneira completamente intuitiva, usando mais dosagens de autoexpressão para preencher as lacunas da técnica. Eu acho isso extremamente cool e badass, mas infelizmente não é o meu caso.”</p>
<p>Adquirir esse conhecimento é, muitas vezes e, principalmente no princípio, frustrante. Exige perseverança.  Não à toa, poderia trazer inúmeros relatos de pessoas que abandonaram a tarefa de aprender um instrumento. Em artigo intitulado “Papel da Motivação na Aprendizagem de um Instrumento”, Francisco Cardoso nos apresenta a ideia de que, em princípio, pessoas próximas, familiares e professores são a maior fonte motivadora, mas o que leva o indivíduo a continuar a estudar um instrumento são razões internas como ‘querer aprender a tocar peças mais difíceis’, ‘ter uma relação muito especial com o instrumento’, ou outras razões similares.</p>
<p>A música também cumpre um papel importante em nossa adolescência, um período de intensidade emocional e descobertas, que nos levam a procurar uma identidade para a construção da personalidade. “A função de comunicação e a função de integração da sociedade, devido ao fato de os adolescentes utilizarem a música como uma forma de ingresso a um grupo, ou como uma maneira de mostrar aos outros adolescentes – e aos adultos também, qual é a sua “tribo”, quais suas preferências e que ele já não é mais uma criança, e que já pode fazer suas próprias escolhas”, explica Auro Sanson Moura, em estudo intitulado “MÚSICA E CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE”.</p>
<p>Conheci Leonardo quando ainda éramos crianças, mas foi na adolescência que nos tornamos próximos, e a música não poderia estar de fora disso. Nos esbarramos há algumas semanas, depois de anos sem contato. Em uma visita à minha casa, a primeira atitude de Léo foi sentar-se e dedilhar meu violão. Nossa conversa foi marcada por momentos de pura apreciação ao som que corria paralelo aos mil e um assuntos comuns a amigos que não se encontram há tempos. Léo diz que “durante a adolescência eu tive uma persona roqueira, sob influência do meu pai, posso dizer que nesse momento a música começou a ser relevante para construção da personalidade.” A música segue sendo palco principal de nossos diálogos e, ouso dizer que, talvez como nunca, a música nos mantém conectados.</p>
<p>Quando perdemos contato, Léo iniciava os estudos de Produção Audiovisual, em Chapecó. Naquele momento, deixava de lado a ideia de tocar e hoje, com sua banda e vários projetos para o futuro, conta com prazer sobre a influência de seu meio social: “Conheci muitas pessoas por causa da música, muitas amizades feitas com pessoas que tocam ou que frequentam ambientes musicais num geral. Geralmente, no meu caso, são músicos excelentes que não se importam em compartilhar o conhecimento e agregar na galera, aprendi muito do que sei dessa forma.”</p>
<p>Tão significativa para a socialização, a música também nos ajuda a lidar com momentos difíceis, de isolamento, seja ele físico ou psicológico. Tocar algum tipo de instrumento musical também pode ajudar a proteger o cérebro e a diminuir os riscos de depressão ou problemas mentais, revela estudo divulgado no site do Hospital Santa Mônica. Jonatan considera que a música “sempre ajudou a atravessar qualquer momento. Acho que, principalmente para quem estuda música, ela serve como um escape e os instrumentos como um refúgio.”</p>
<p>Atualmente, com a pandemia do novo coronavírus, fomos submetidos a graus variados de isolamento, mas pontos positivos surgem também nesse cenário. Para Leonardo foi o período que mais evoluiu como instrumentista e artista num geral. “Também continuei ouvindo várias coisas, é claro. Acho que ninguém discorda que a música pode ser terapêutica então nesse período de isolamento e distopia, a música tá ai pra ajudar todo mundo”, destaca.</p>
<p>Hoje, tenho a música como um hobbie, um abrigo que me foi fundamental na aquisição do hábito e amor pela escrita. Acredito que, como músicos de todos os níveis de experiência e capacidade, possuímos uma capacidade única de tocar e se comunicar através da música. Possuímos algo verdadeiramente poderoso que tem a capacidade de não apenas nos ajudar em tempos ruins, mas também contagiar aqueles ao nosso redor.</p>
<p>Difícil descrever, então, o espaço que a música ocupa em nossas vidas; a temos como partes importantes de nossa personalidade, momentos valorosos em nosso dia a dia, caminhos para descoberta de novos mundos, para autoexpressão pura atravessada também por aquilo que nos influencia, cada um com suas preferências, ligados pelo amor à musica e ao ato de tocar. O que podemos afirmar é que a música é parte de quem somos e sem nossos instrumentos, a vida seria ainda mais difícil.</p>
<p style="text-align: right"><strong>Texto:</strong> Camila da Silva Oliveira</p>
<p style="text-align: right">Matéria produzida na disciplina Redação Jornalística II, do curso de Jornalismo do Campus da UFSM em Frederico Westphalen, no 1º semestre de 2021, ministrada pela Professora Luciana Carvalho.</p>
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				<title>Consumo de música aumenta durante a pandemia e streaming se consolida com crescimento de assinaturas</title>
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				<pubDate>Tue, 31 Aug 2021 19:57:47 +0000</pubDate>
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[caption id="attachment_410" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-410 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2021/08/LUCAS-POSTAL_2615775_assignsubmission_file_Foto-para-a-materia-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> A pandemia popularizou o streaming de música. Imagem: Pixabay[/caption]
<p>Desde que iniciou no país, no distante março de 2020, a pandemia da Covid-19 mudou drasticamente a rotina de grande parte da população. O considerável aumento do tempo dentro de casa tornou os estudos e o próprio trabalho flexíveis, fazendo com que atividades antes associadas apenas a um momento de lazer tornem-se frequentes ou até diárias. Uma dessas é a música, cujo consumo no <em>streaming</em> aumentou em 67% nesse período. Além disso, entrevistados confirmam que a atividade se tornou uma distração importante em meio ao isolamento social.</p>
<p>Ao longo dos dezessete meses de pandemia já enfrentados, diferentes formas de escape da difícil realidade surgiram. Das frequentes <em>lives</em> de cantores dos mais variados gêneros no início da quarentena às coreografias que viralizam até hoje em redes sociais como o Tik Tok, a música esteve presente mais do que nunca no cotidiano da população, o que se revela por meio de dados e relatos. “Boa parte do meu dia eu tô escutando música fazendo as tarefas”, pontua o estudante de Jornalismo Kelvin Verdum. Para ele, a música foi e ainda é um fator essencial durante esse período, mais do que anteriormente à pandemia. Serviços de <em>streaming </em>de música viram seus números de assinantes dispararem no último ano, como no caso do <em>Spotify, </em>que <a href="https://ads.spotify.com/pt-BR/noticias-insights/se-aproximando-durante-a-covid-19-a-nova-cultura-da-escuta-conjunta/">revelou</a> ter atingido a marca de 286 milhões de assinaturas no primeiro trimestre de 2020.</p>
<p>O modo como ouve-se música também mudou, já que nos últimos meses muitas pessoas têm feito uso de <em>playlists</em> colaborativas, festas e karaokês on-line para reencontrar aqueles que o isolamento social distanciou. O <em>Spotify </em><a href="https://ads.spotify.com/pt-BR/noticias-insights/se-aproximando-durante-a-covid-19-a-nova-cultura-da-escuta-conjunta/">revelou</a>, por exemplo, que devido à pandemia, a escuta no carro diminuiu, enquanto a escuta em dispositivos conectados (como celulares, computadores e aparelhos de som inteligentes) aumentou muito. Outra forma de se consumir música que esteve muito em alta ainda nos primeiros meses de pandemia foram as <em>lives</em>, saída encontrada pelos cantores para continuar divulgando seu trabalho em um cenário onde shows ao vivo já não eram uma possibilidade. A auxiliar contábil Daniela da Veiga conta que não assiste mais às transmissões ao vivo com a mesma frequência do início da quarentena, embora consuma música diariamente. O comentário dela estende-se a Kelvin, que assume não gostar tanto do formato, apesar de ter consumido em 2020. O Brasil despontou como líder desse mercado no ano passado, com <em>lives</em> como a da cantora Marília Mendonça, que foi assistida por 3,31 milhões de pessoas no mês de abril e a transmissão de 8 horas do rapper Emicida, que conseguiu angariar R$ 800 mil.</p>
<p>Já quanto ao que tem se escutado, despontam artistas que são conhecidos por sua roupagem popular e <em>alegre</em>. O estudante Kelvin cita Pabllo Vittar, que em junho lançou seu quarto álbum de estúdio, ‘Batidão Tropical’, que já conta com mais de 66 milhões de <em>streams</em> apenas no <em>Spotify. </em>Já Daniela aponta a norte-americana Ariana Grande como uma de suas artistas favoritas do período, cantora essa que acumula mais de 59 milhões de ouvintes mensais e até mesmo músicas com mais de 1 bilhão de reproduções. Kelvin Verdum declara que, durante a pandemia, tem dado preferência ao pop: “Nada muito complexo musicalmente falando. Coisas que elevem minha vibração, a gente já vive num momento muito difícil, sabe?”, conclui.</p>
<p style="text-align: right"><strong>Reportagem:</strong> Lucas Postal</p>
<p>Matéria produzida na disciplina Redação Jornalística II, do curso de Jornalismo do Campus da UFSM em Frederico Westphalen, no 1º semestre de 2021, ministrada pela Professora Luciana Carvalho. </p>
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