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			<title>Agência Da Hora - Feed Customizado RSS</title>
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	<title>Agência Da Hora</title>
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				<title>Reestruturação cultural: o aumento de pedidos por delivery em Frederico Westphalen</title>
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				<pubDate>Wed, 31 Aug 2022 18:10:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[reportagem para suportes digitais]]></category>

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						<description><![CDATA[“Estamos dando foco às campanhas para o delivery, e é um sucesso fenomenal, estamos muito satisfeitos com os resultados”. Em entrevista, o gerente da Vitrola Café, Dilmar Barcarol, destacou sobre o crescimento de pedidos por tele-entrega impulsionados pela pandemia. “As vendas aumentaram significativamente. Atualmente, o delivery representa 15% do faturamento do café. Antes da pandemia [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">“Estamos dando foco às campanhas para o delivery, e é um sucesso fenomenal, estamos muito satisfeitos com os resultados”. Em entrevista, o gerente da Vitrola Café, Dilmar Barcarol, destacou sobre o crescimento de pedidos por tele-entrega impulsionados pela pandemia. “As vendas aumentaram significativamente. Atualmente, o delivery representa 15% do faturamento do café. Antes da pandemia representava menos de 2%”, conta Barcarol.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O sistema de compras por delivery, que antes da pandemia já era uma tendência da economia, obteve um crescimento significativo durante o período de distanciamento social. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo uma publicação da Agência Brasil veiculada em dezembro de 2021, os pedidos por delivery, semanalmente, subiram de 40,5% (antes da pandemia) para 66,1% (durante a pandemia). Para o pós-pandemia, as entregas diminuíram; no entanto, considerando as pessoas que pretendiam continuar com este hábito diariamente, o percentual desceu de 22,1% para 20%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O portal Terra divulgou, em maio de 2021, uma matéria informando que todo o ramo de entregas cresceu durante o período pandêmico, com um impressionante aumento de 250%. Segundo a reportagem, nas épocas de datas festivas, como a Páscoa e o Natal, os pedidos para entregas eram mais intensos, movimentando tanto o comércio alimentício quanto o de presentes. Torna-se notável que o público utilizou a tecnologia como uma nova forma de presentear – no momento de isolamento, foi uma ferramenta para superar a distância. </span></p>
<p> </p>
<p><b>A tendência ganhou força</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a chegada da Covid-19, em março de 2020, a pandemia se instaurou e o mundo dos negócios se viu em estado de choque. Segundo um balanço publicado pelo portal Terra, em março deste ano, mais de 1,4 milhão de empresas fecharam só em 2021. Entre os segmentos mais afetados, estão o comércio varejista, promoção de vendas e empresas do ramo alimentício. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O gerente Dilmar Barcarol conta que, em meio às incertezas causadas pela propagação do vírus, o delivery se mostrou uma opção, chamou a atenção de empreendedores e cresceu. “Nosso público não era muito do delivery, mas vimos um nicho ali, e hoje já temos uma fatia do nosso faturamento bem significativa através do delivery”, destaca. Muitas empresas observaram, no serviço de entregas, um modo de manterem as vendas, mesmo que a rentabilidade não fosse tão alta, mas tornou-se uma opção e cativou a clientela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje, a Vitrola Café oferece promoções especiais para pedidos via delivery, o que demonstra que a modalidade chegou para ficar. E não apenas em lanchonetes, restaurantes e cafeterias. Segundo o site do iFood News, até os grandes supermercados norte-americanos, como o Walmart e o Kroger, estão investindo e redesenhando as lojas para facilitar a montagem de pedidos on-line por seus funcionários, buscando acompanhar a tendência e oportunizar a opção a mais pessoas. No Brasil, o sistema de tele-entregas também já é uma realidade crescente em supermercados e lojas do comércio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quem também aderiu ao serviço do delivery foi a sorveteria Skinabon, conhecida na região por sua própria fabricação de sorvetes. Atuando desde 2017, o supervisor da unidade de Frederico Westphalen, Matheus Pereira de Arruda, conta que o movimento antes da pandemia era forte, porém sazonal, devido ao período do inverno não ser tão atrativo para a maioria da clientela. Ele definiu as vendas por delivery nos anos anteriores a 2020 como razoáveis, mas, com o início do isolamento social, o delivery cresceu intensamente. “O delivery foi uma alternativa em meio ao caos da pandemia, e felizmente foi muito rentável. Já tínhamos nossos clientes fiéis e conseguimos continuar entregando sabor através das entregas”, comenta Arruda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com o Cabeção Burguer, os números não foram diferentes. O food truck, que é um dos mais conhecidos na cidade, também possui um grande volume de vendas pelo sistema de tele-entregas. Segundo Renan Krzyzaniak, proprietário da hamburgueria, os pedidos por delivery sempre mantiveram constância, desde a sua inauguração, há 4 anos. No período mais intenso do distanciamento social, a movimentação aumentou, e agora também se mantém nivelada. O que diferencia o estabelecimento dos outros citados nesta reportagem é que ele não está presente nos aplicativos de delivery da cidade.</span></p>
<p> </p>
<p><b>Aplicativo de delivery foi o elo </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Aplicativos como o Delivery Much, por exemplo, foram essenciais para a manutenção das atividades de muitos estabelecimentos em Frederico Westphalen. Segundo o sócio-proprietário e administrador do app, que entrou em funcionamento no ano de 2018 na cidade, Guilherme Bernardi, houve “uma busca expressiva por parte de empresários do ramo alimentício no período pandêmico”, fato que se deve ao notável crescimento do número em pedidos por delivery. Hoje, o aplicativo tem parceria com 78 estabelecimentos, dentre pizzarias, hamburguerias, sorveterias, restaurantes e um supermercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda segundo Bernardi, o Delivery Much não cobra taxa de adesão e trabalha com metas mensais, o que facilita o trabalho das empresas, que mantêm os mesmos preços do atendimento presencial no aplicativo. Outro fator responsável pelo sucesso da parceria envolve as condições especiais lançadas em determinados dias da semana, como cupons de desconto ou descontos específicos em determinados produtos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No último mês de junho, o Delivery Much de Frederico Westphalen ficou em oitavo lugar no ranking nacional de desenvolvimento do projeto, fato que também pode ser considerado uma consequência dos bons resultados obtidos pelo sucesso do delivery.</span></p>
<p> </p>
<p><b>Prospecções para o futuro </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar da resistência de uma pequena porcentagem do público em fazer o seu pedido pelo aplicativo, os números fornecidos pela administração do Delivery Much comprovam: a tendência deve permanecer pelos próximos anos. De janeiro de 2019 até agosto de 2022, houve um aumento de 32.007 pedidos. Até o início deste mês, foram computadas 477 entregas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Bernardi, a ideia é seguir desenvolvendo parcerias e produzindo condições para alcançar um público cada vez maior em Frederico Westphalen. Pode-se dizer que esse sistema de entregas é uma reestruturação cultural da sociedade atual. Afinal, em um cotidiano com rotinas aceleradas e falta de tempo, o delivery é uma excelente opção para quem não abre mão de consumir as refeições essenciais, tanto no dia a dia como em programações especiais.</span></p>
<p style="text-align: right"><strong>Texto:</strong> Amanda Spohr Demamann, Francisco Carvalho, Leonardo da Silva Toniazzo</p>
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													</item>
						<item>
				<title>Esportes na vida universitária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2022/08/29/esportes-na-vida-universitaria</link>
				<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 18:50:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[reportagem para suportes digitais]]></category>

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						<description><![CDATA[Como as atividades físicas se tornam um escape da rotina e ajudam na saúde Camila Oliveira, Beatriz Emer, Isadora Silva e Jaqueline Witter]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: center"><em><span style="font-weight: 400">Como as atividades físicas se tornam um escape da rotina e ajudam na saúde</span></em></p>
<p style="text-align: right"><b><i>Camila Oliveira, Beatriz Emer, Isadora Silva e Jaqueline Witter</i></b></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>     A vida universitária é desafiadora para os jovens que finalmente se deparam com o início da responsabilidade da vida adulta e precisam de escapes para cuidar da mente e do corpo, mantendo assim a qualidade de vida. A prática esportiva, que é o ato de praticar qualquer movimento do corpo, enquanto o exercício físico equivale ao movimento repetitivo e programado, tem o propósito de contribuir com a saúde, o que realmente é atingido.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>     Diante disto, a Universidade Federal de Santa Maria, campus de Frederico Westphalen, fundou uma associação de esportes universitários. Nomeada em homenagem ao Coordenador de Patrimônio e Infraestrutura da UFSM/FW, a “Atlética Milton Guerra” oferece aulas de futebol, vôlei e handebol. Além da atividade física, também promove a interação e união entre alunos de todos os cursos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:image {"align":"center","id":686,"width":580,"height":387,"className":"wp-image-686"} --></p>
<figure class="wp-block-image aligncenter is-resized wp-image-686">[caption id="attachment_686" align="aligncenter" width="580"]<img class="wp-image-686" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2022/08/FOTOREPORTAGEMCAMILA-1-300x200.jpeg" alt="" width="580" height="387" /> Foto: Arquivo Reportagem para suportes digitais.[/caption]<figcaption></figcaption>
<pre><!-- /wp:image --> <!-- wp:paragraph --></pre>
</figure>
<p>      “Dentro do esporte as pessoas criam um fascínio, capaz de unir pessoas diferentes por uma mesma paixão”, diz Brenda de Oliveira, 18 anos, codiretora de esportes. Ela comemora a aceitação na equipe na atlética, uma vez que se juntar à vida universitária já a encantava, e fazer parte de algo maior, que pode promover junção entre as pessoas, a deixa ainda mais gratificada. Por isso, quando a atlética surgiu com o processo seletivo para o cargo na direção de esportes, ela resolveu aproveitar a chance e acabou se classificando.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>     Brenda relata, ainda, que foi incentivada a entrar nas práticas desde muito nova pelo seu pai, Celson Oliveira, um dos fundadores do União Frederiquense. Conforme conta, foi ele que conseguiu lhe transmitir a paixão familiar pelo esporte, algo que vive na garota até hoje.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>     Para ela, a atlética está presente para que a universidade não se torne maçante aos jovens, servindo como uma válvula de escape, e os treinos acabam se tornando importantes para os estudantes associados. A atividade física ajuda na produção dos hormônios que trazem felicidade, liberando endorfina e serotonina no corpo, responsáveis pela sensação de bem-estar, que é exatamente como ela se sente após os treinos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:image {"align":"center","id":688,"width":613,"height":409,"className":"wp-image-688"} --></p>
<figure class="wp-block-image aligncenter is-resized wp-image-688">[caption id="attachment_688" align="aligncenter" width="613"]<img class="wp-image-688" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2022/08/FOTOREPORTAGEMCAMILAOLIVEIRA-300x200.jpeg" alt="" width="613" height="409" /> Foto: Arquivo Reportagem para suportes digitais.[/caption]<figcaption></figcaption>
<!-- /wp:image --> <!-- wp:paragraph --></figure>
<p>     Gabriela Souza, 24 anos, acadêmica do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária e diretora da Atlética Milton Guerra, foi convidada, ainda em 2019, a fazer parte da gestão fundadora da “Migué”. Em 2021, após quase dois anos de atividades remotas, Gabriela dá continuidade e passa a integrar a gestão atual. Mais conhecida como Gabí, a estudante salienta que o esporte, além de ser a melhor ferramenta para o bem-estar psicológico, também auxilia no meio social. “Saímos do computador, estamos fazendo tudo ao vivo, revendo as pessoas, conhecendo outras. Acredito que, até pela questão da convivência, tem ajudado bastante”, destaca. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>     Hoje a Atlética conta com um número maior de participantes, tanto de gestores quanto de associados, apelidados carinhosamente de “rasantes”, em homenagem ao mascote da Migué: o quero-quero. “Mudou o ânimo das pessoas, estão mais empolgadas em participar”, relata a diretora. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>     A Atlética Milton Guerra está voltando com tudo, e não faltam projetos para o futuro. “São muitos planos. Um deles é a torcida organizada e as líderes de torcida. Queremos participar cada vez mais de campeonatos universitários e fazer com que todo mundo vá torcer”, conta Gabí, sem perder de vista o objetivo principal: viver a experiência universitária da melhor forma possível. E, nessa experiência, o esporte pode ser um grande aliado.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:image {"align":"center","id":689,"width":613,"height":409,"className":"wp-image-689"} --></p>
<figure class="wp-block-image aligncenter is-resized wp-image-689">[caption id="attachment_689" align="aligncenter" width="613"]<img class="wp-image-689" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2022/08/FOTOREPORTAGEMISADORA-1-300x200.jpeg" alt="" width="613" height="409" /> Foto: Arquivo Reportagem para suportes digitais.[/caption]<figcaption></figcaption>
<!-- /wp:image --> <!-- wp:paragraph --></figure>
<p>     A prática esportiva vai muito além de manter um corpo saudável. A atividade física estimula a produção de hormônios associados ao prazer e bem-estar, como endorfina e serotonina, aliviando o estresse, melhorando a qualidade do sono e o humor, aumentando a concentração e reduzindo a ansiedade e a possibilidade de depressão. Carolina da Silva Oliveira, 20 anos, estudante do 8º semestre de Educação Física, considera o esporte coletivo não apenas benéfico, mas fundamental na vida dos universitários. “São muitas as vantagens individuais, e, mais do que isso, o esporte coletivo funciona com o trabalho em equipe, a socialização, que também é super necessária nesse momento”, aponta Carolina. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>     A prática de atividades físicas regularmente é a chave do sucesso para o desenvolvimento de uma qualidade de vida, social e mental, principalmente para os universitários, onde, em meio às mudanças de rotina, cuidar de si é essencial. Patrícia Neves, estudante de Relações Públicas, exerce a prática de exercícios físicos desde criança, e após o ingresso na Universidade Federal de Santa Maria, campus Frederico Westphalen, ela usufruiu da oportunidade de continuar sua rotina na prática de esportes, participando da Atlética Milton Guerra. Patrícia sempre participou de esportes, como karatê, natação, futsal e vôlei, quando cursava o Ensino Médio, na escola. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>     Após o início da faculdade, em 2019, as práticas foram contínuas. Mas em decorrência da pandemia, que levou ao funcionamento remoto da universidade entre 2020 e 2021, infelizmente os esportes deixaram de fazer parte da sua rotina. Com a volta às aulas presenciais em 2022, os treinos da atlética retornaram, e Patrícia voltou a treinar esportes como antes. Para ela, “os treinos são os momentos bons do dia, me sinto menos cansada e mais disposta, melhor do que se não tivesse feito exercício”. Dessa forma, Patrícia específica a diferença que existe na qualidade e motivação de vida em seus hábitos diariamente. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>     A prática de esportes ajudou Patrícia em sua ansiedade, estresse e dias ruins, conforme diz. “Acredito que, quando se trata de uma rotina acadêmica na vida de um universitário, os treinos influenciam de uma forma muito positiva, como um momento de integração e interação com outras pessoas, um momento de conversar e dar risada, onde o cotidiano da vida universitária fica mais leve de alguma forma, e nos tranquiliza mentalmente, além do que focar naquilo que quer e logo em seguida ver os resultados no corpo é satisfatório”. Assim, ela representa o quanto os esforços podem ajudar e influenciar de forma eficiente na vida do universitário, auxiliando no bem-estar, fisicamente e psicologicamente.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>     Em relação aos estudos, Patrícia reforça como a prática de esportes ajuda no foco em seus trabalhos e diminui a rotina maçante de estar inteiramente, todos os dias, na faculdade. “A prática de exercícios físicos na atlética me proporciona uma vida diferente, em que posso usufruir junto com meu curso na universidade. Aliás, os treinos me ajudaram bastante nessa parte da disposição, em me sentir mais disposta a fazer outras atividades no meu dia a dia”. Dessa forma, ela caracteriza seu esforço como um entretenimento que possibilita progresso e evolução em seus estudos e consequentemente em sua carreira no futuro.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:image {"align":"center","id":690,"width":626,"height":418,"className":"wp-image-690"} --></p>
<figure class="wp-block-image aligncenter is-resized wp-image-690">
[caption id="attachment_690" align="aligncenter" width="626"]<img class="wp-image-690" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2022/08/FOTOREPORTAGEMISADORA-300x200.jpeg" alt="" width="626" height="418" /> Foto: Arquivo Reportagem para suportes digitais.[/caption]
<figcaption></figcaption>
</figure>
<p><!-- /wp:image --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>     Sendo assim, como estudante universitária, Patrícia recomenda, para quem deseja iniciar uma vida ativa na prática de esportes, “investir em algo em que sinta prazer, satisfação e bem-estar. Gostar e se sentir confortável no ambiente onde irá praticar o esporte, seja coletivo ou individual, adaptando-se ao gosto de cada pessoa, e, claro, começar aos poucos e ir aumentando a frequência, conforme o gosto de cada um, pois, a partir do momento em que você começa a gostar, as chances de continuar e manter uma rotina são maiores”. Consequentemente, investir em treinos, de maneira adequada à rotina e vida de cada um, é o que prolonga sua qualidade de vida em relação à mente e ao corpo.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>     É imprescindível que todas as pessoas cuidem de sua saúde mental, imprescindível na busca por uma boa qualidade de vida e bem-estar. Para o universitário, não é diferente. “Essa fase da universidade que os jovens vivenciam apresenta algumas particularidades, que fazem com que a gente tenha um olhar um pouco mais atento, de prestar mais atenção na saúde mental. Esse momento de vida geralmente é de muitas mudanças, não é só questão da universidade em si, mas tem a ver também com a construção de uma identidade, uma independência da família um pouco maior, é um momento de tomar algumas decisões da vida, que antes o estudante não tinha”, afirma Laís Piovesan, psicóloga da Universidade Federal de Santa Maria, campus de Frederico Westphalen. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>     Por isso, focar em atividades para além da universidade é fundamental, começar ou continuar executando atividades que são prazerosas para o universitário pode facilitar sua trajetória. “Esses outros momentos, seja de socialização, ou da prática de uma atividade física, acabam proporcionando um prazer que atua também como uma válvula de escape. Também eu não quero dizer que as atividades da universidade não possam ser prazerosas, mas é interessante manter um equilíbrio nesses âmbitos”, comenta Laís.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>     Já virou consenso na área da saúde, reforça a psicóloga, que o corpo e a mente devem estar juntos em movimento. “A questão da atividade física, seja ela por meio de algum esporte ou outro tipo de exercício, está muito relacionada ao bem-estar, à diminuição do estresse e da ansiedade. E quando envolve interação social, como é o que ocorre na atlética, melhor ainda. Porque se torna uma atividade mais prazerosa, praticar essas atividades físicas vem sendo uma das opções que, conforme diversos estudos têm demonstrado, tem impacto bastante positivo na saúde mental”.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --> <!-- wp:paragraph --></p>
<p>     Como mencionado ao longo desta reportagem, seja no trabalho em equipe, no espírito de liderança, na disciplina e, claro, em um cérebro saudável, o esporte é uma das ferramentas que ajudam todos esses fatores a se desenvolver em uma pessoa. Portanto, é essencial essa aproximação da atlética com os estudantes, pois essa interação acaba tornando a vida acadêmica mais leve.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
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