{"id":1011,"date":"2024-09-19T09:39:14","date_gmt":"2024-09-19T12:39:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/agencia-da-hora\/?p=1011"},"modified":"2024-09-19T09:41:56","modified_gmt":"2024-09-19T12:41:56","slug":"as-minas-da-cena-o-rap-feminino-brasileiro-alcancando-mais-espaco-em-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/agencia-da-hora\/2024\/09\/19\/as-minas-da-cena-o-rap-feminino-brasileiro-alcancando-mais-espaco-em-2024","title":{"rendered":"<strong>&#8220;As Minas da Cena&#8221; &#8211; o rap feminino brasileiro alcan\u00e7ando mais espa\u00e7o em 2024<\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Uma dessas minas \u00e9 Nina, que se apresenta nesta sexta no Rock In Rio.<\/em><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<p><strong>Texto e arte:<\/strong> Teresa Vit\u00f3ria \/ <strong>Fotos:<\/strong> Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p align=\"JUSTIFY\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1021 size-full\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-1.jpg\" alt=\"\" width=\"851\" height=\"315\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-1.jpg 851w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-1-300x111.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-1-768x284.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 851px) 100vw, 851px\" \/><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">O rap feminino no Brasil \u00e9 uma parte vibrante e importante da cena musical do pa\u00eds. Surgiu nas d\u00e9cadas de 1980 e 1990, principalmente nas periferias urbanas, como uma forma de express\u00e3o cultural e social para as mulheres. Assim como o rap em geral, as letras abordam uma variedade de temas, desde quest\u00f5es pol\u00edticas e sociais at\u00e9 experi\u00eancias pessoais e desafios enfrentados pelas mulheres na sociedade.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">A cena das mulheres sempre existiu no rap, mas hoje, em 2024, temos uma grande for\u00e7a de mulheres ganhando visibilidade. Dentre os nomes mais promissores do pa\u00eds, temos: Nina do Porte, Tasha e Tracie, Slipmami, Duquesa, Ebony, MC Luana, e outras artistas que trazem a cena feminina para o holofote. <\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">Com esse holofote nas mulheres, temos tamb\u00e9m o destaque para suas dores e anseios que precisavam ser ditos ap\u00f3s muito tempo de vozes caladas. Entretanto, o rap feminino vai muito al\u00e9m disso. <\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">Os esquemas sociais em que vivemos sempre impediram que elas pudessem falar explicitamente como os homens da cena fazem. Somente hoje, em 2024, gra\u00e7as \u00e0s plataformas digitais e o alcance para outras mulheres, a cena feminina vem sendo recebida cada vez mais.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">As rimas abordam a autoestima, sexualidade, liberdade feminina, independ\u00eancia financeira e tamb\u00e9m a raiva da mulher. As mulheres sentem, as mulheres transam, as mulheres bancam e as mulheres tamb\u00e9m podem ser bravas ou como abordado em muitas m\u00fasicas masculinas podem levar uma vida sexualmente ativa, noturna e fechar seus pr\u00f3prios \u201ccombos no rol\u00ea\u201d.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">Uma rapper que faz esse trajeto com maestria em forma de m\u00fasica \u00e9 Anna Ferreira, ou como \u00e9 conhecida: NINA do Porte. Com direito \u00e0 conquista de espa\u00e7o inclusive na atual edi\u00e7\u00e3o do Rock In Rio, em que se apresenta nesta sexta-feira, dia 20\/09.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1022 size-full\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-2.jpeg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"320\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-2.jpeg 320w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-2-300x300.jpeg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-2-150x150.jpeg 150w\" sizes=\"(max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">Com mais de 2 milh\u00f5es de ouvintes mensais no Spotify, como o vulgo da rapper j\u00e1 diz: a bruta, a braba, a forte, uma das pioneiras do grime e do drill no Brasil (g\u00eaneros musicais que v\u00eam do rap\/trap com influ\u00eancias internacionais e ritmo de 140 bpm). Atrav\u00e9s dos dois \u00e1lbuns de est\u00fadio lan\u00e7ados pela rapper, &#8220;PELE&#8221; em 2022 e &#8220;PTGQJM&#8221; em 2023, vemos a trajet\u00f3ria de uma mulher superando seus traumas de abusos, agress\u00f5es e uma rela\u00e7\u00e3o extremamente t\u00f3xica, e como Nina se colocou na linha de frente de sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria. <\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">Em seu primeiro \u00e1lbum &#8220;PELE&#8221;, como o nome j\u00e1 diz, Nina veste suas dores como uma pele. O<\/span><span style=\"color: #0d0d0d\"><span style=\"font-family: Roboto, serif\"><span style=\"font-size: medium\">nde retira a CULPA (nome de uma das faixas do \u00e1lbum) de si mesma, ou melhor, de ANNA (outra faixa), uma menina preta que cresceu na cidade alta do Rio em volta de uma dura realidade, Enquanto no PELE ouvimos rimas que trazem dores femininas \u00e0 vista, ao som do drill, sendo uma das precursoras do estilo no pa\u00eds. Para a rapper, o processo de cria\u00e7\u00e3o deste \u00e1lbum, e revisitar seus traumas mais profundos foi doloroso, mas necess\u00e1rio. Ela conta:<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-1011-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-4.m4a?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-4.m4a\">https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-4.m4a<\/a><\/audio>\n<p align=\"JUSTIFY\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1023 size-full\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-3.jpeg\" alt=\"\" width=\"1440\" height=\"1440\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-3.jpeg 1440w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-3-300x300.jpeg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-3-1024x1024.jpeg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-3-150x150.jpeg 150w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-3-768x768.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 1440px) 100vw, 1440px\" \/><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">Em seu segundo \u00e1lbum, &#8220;Para Todos os Garotos que J\u00e1 Mamei&#8221;, ouvimos a vers\u00e3o curada de suas cicatrizes.<\/span><\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-1011-2\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-5.m4a?_=2\" \/><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-5.m4a\">https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-5.m4a<\/a><\/audio>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">\u201cFoi um \u00e1lbum que veio em um momento leve da minha vida, \u00e9 sobre amor pr\u00f3prio, sobre se permitir sentir amada, principalmente sendo uma mulher preta\u201d, ressalta Nina. J\u00e1 na primeira m\u00fasica, temos uma sonoridade deliciosa em &#8220;Faz Assim&#8221;, e uma letra sexualmente expl\u00edcita, onde a mulher \u00e9 ativa e est\u00e1 no comando. Sexo \u00e9 bom, todo mundo gosta, por que isso \u00e9 um tabu para mulheres?<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">Em torno deste \u00e1lbum vemos letras sobre autovaloriza\u00e7\u00e3o e liberta\u00e7\u00e3o sexual, a exemplo de &#8220;Prece&#8221;, que conta com participa\u00e7\u00e3o de Baco Exu do Blues, uma das refer\u00eancias do rap nacional. Em &#8220;Despedidas&#8221;, ouvimos: \u201cMas dessa vez me escolho acima de tudo\u201d. A letra mostra que n\u00e3o \u00e9 errado se escolher, ao inv\u00e9s de voltar para aquele relacionamento que te fez mal. Nina diz que o p\u00fablico feminino \u00e9 o que mais abra\u00e7a seu trabalho, o mesmo p\u00fablico que por muito tempo foi invisibilizado em quest\u00f5es de protagonismo. Principalmente no cen\u00e1rio do rap.<\/span><\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-1011-3\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-3.m4a?_=3\" \/><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-3.m4a\">https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-3.m4a<\/a><\/audio>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">E diz que o que a inspirou foi justamente a falta de mulheres abordando certos assuntos, que muitas anseiam ouvir.<\/span><\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-1011-4\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-1.m4a?_=4\" \/><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-1.m4a\">https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-1.m4a<\/a><\/audio>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1012 size-full\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-4.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"421\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-4.jpg 750w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-4-300x168.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">A cena feminina passa a vis\u00e3o de que a mulher n\u00e3o precisa sempre ser bondosa e passiva pelo outro, ela pode escolher, e isso n\u00e3o \u00e9 errado ou ego\u00edsta. \u00c9 o caso de &#8220;Karma&#8221;, uma colabora\u00e7\u00e3o com MC Luanna, uma promissora voz da cena tamb\u00e9m, faixa que trata sobre se retirar do papel de \u201cmulher tra\u00edda\u201d ou de \u201ccoitadinha\u201d, como estamos acostumados a ver. A mulher pode fazer pior n\u00e3o dizendo que sente orgulho, mas que tamb\u00e9m n\u00e3o sente culpa, vista na frase: \u201cEnquanto ele tava com v\u00e1rias na rua eu tava pelada em outro banco de tr\u00e1s\u201d.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">\u00c9 um \u00e1lbum sobre cura, empoderamento, sobre a sexualidade feminina e a mulher assumindo seu lugar de poder que por tanto tempo foi negado. Nina conta: \u201cJ\u00e1 vi muita gente desacreditar do meu trabalho, que n\u00e3o ia dar certo, que meu flow era quadrado, e hoje eu vejo essa mesma galera na plat\u00e9ia me olhando\u201d. E, mesmo com as cr\u00edticas, ainda asssim Nina percebe como sua m\u00fasica impacta determinados g\u00eaneros dentro do rap.<\/span><\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-1011-5\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-6.m4a?_=5\" \/><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-6.m4a\">https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-6.m4a<\/a><\/audio>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: initial;font-size: medium\">O rap feminino d\u00e1 \u00e0s mulheres esse poder. N\u00e3o s\u00f3 Nina, mas outras artistas da cena est\u00e3o furando a bolha, e finalmente esses t\u00f3picos est\u00e3o sendo abordados ap\u00f3s quase 30 anos. E ressalta: \u201cHoje o papel da mulher na cena do rap brasileiro \u00e9 comandar mesmo o bagulho! Quando falamos sobre ritmo e poesia, acho que as mulheres est\u00e3o muito \u00e0 frente que qualquer outro homem na cena. E hoje nossa fun\u00e7\u00e3o \u00e9 tocar essa cena pra frente, e o que temos feito na cena \u00e9 algo que h\u00e1 muito tempo n\u00e3o era feito, que \u00e9: movimento\u201d.<\/span><\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-1011-6\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-2.m4a?_=6\" \/><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-2.m4a\">https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-2.m4a<\/a><\/audio>\n<p align=\"JUSTIFY\"><i><b><\/b><\/i><span style=\"color: initial;font-size: medium\"> \u201cA gente t\u00e1 fazendo a m\u00fasica sair da mesmice, do mesmo lugar, mesmas bolhas, mesmos ciclos, para se transformar em outra coisa.\u201d<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">Para finalizar, Nina fala que o rap feminino sempre vem evoluindo e sempre vai evoluir. Mas ainda n\u00e3o \u00e9 um espa\u00e7o \u201cnosso\u201d , ou seja, das mulheres.<\/span><\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-1011-7\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-7.m4a?_=7\" \/><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-7.m4a\">https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/AUDIO-7.m4a<\/a><\/audio>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\">\u00c9 necess\u00e1rio muita coragem para se fazer isso, pegar um g\u00eanero que sempre foi predominantemente masculino, com assuntos masculinos, e transformar em arte, numa narrativa pr\u00f3pria de for\u00e7a feminina.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1013 size-full\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-5.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"565\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-5.jpg 1080w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-5-300x157.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-5-1024x536.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2024\/09\/imagem-5-768x402.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: medium\"><i>*Um agradecimento especial \u00e0 cantora, nacionalmente conhecida, que tirou um tempo de sua agenda lotada para conceder essa entrevista com muito carinho, e tamb\u00e9m por toda sua mobiliza\u00e7\u00e3o no Instagram em prol das v\u00edtimas das enchentes ocorridas este ano no Rio Grande do Sul.<\/i><\/span><\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma dessas minas \u00e9 Nina, que se apresenta nesta sexta no Rock In Rio. Texto e arte: Teresa Vit\u00f3ria \/ Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o O rap feminino no Brasil \u00e9 uma parte vibrante e importante da cena musical do pa\u00eds. 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