{"id":348,"date":"2021-07-19T14:43:27","date_gmt":"2021-07-19T17:43:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/agencia-da-hora\/?p=348"},"modified":"2021-07-19T14:43:29","modified_gmt":"2021-07-19T17:43:29","slug":"estamos-preparados-para-o-retorno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/agencia-da-hora\/2021\/07\/19\/estamos-preparados-para-o-retorno","title":{"rendered":"Estamos preparados para o retorno?"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: center\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Com o avan\u00e7o na vacina\u00e7\u00e3o, aumenta tamb\u00e9m a ansiedade para a volta da normalidade. Na mat\u00e9ria desta semana, trazemos opini\u00f5es de especialistas sobre a sa\u00fade mental da popula\u00e7\u00e3o nesses 17 meses de pandemia e se estamos preparados para um poss\u00edvel retorno \u00e0 \u201cvida normal\u201d. <\/span><\/i><\/p>\n<figure id=\"attachment_349\" aria-describedby=\"caption-attachment-349\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-large wp-image-349\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2021\/07\/little-boy-1635065_1920-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2021\/07\/little-boy-1635065_1920-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2021\/07\/little-boy-1635065_1920-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2021\/07\/little-boy-1635065_1920-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2021\/07\/little-boy-1635065_1920-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2021\/07\/little-boy-1635065_1920-272x182.jpg 272w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2021\/07\/little-boy-1635065_1920.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-349\" class=\"wp-caption-text\">Estamos preparados para a retomada de antigas rotinas interrompidas pelo novo coronav\u00edrus? Imagem: ambermb \/ Pixabay.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Desde o in\u00edcio da pandemia de Covid-19, uma grande preocupa\u00e7\u00e3o entre psic\u00f3logos e psiquiatras \u00e9 que as novas rotinas trazidas pelo v\u00edrus, como o distanciamento social, diminui\u00e7\u00e3o de renda e poss\u00edveis perdas familiares prejudiquem a sa\u00fade mental da popula\u00e7\u00e3o e causem a eleva\u00e7\u00e3o do n\u00famero de casos de depress\u00e3o, ansiedade e at\u00e9 suic\u00eddio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em julho de 2020, produzimos uma reportagem sobre <\/span><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/agencia-da-hora\/2020\/07\/17\/como-o-isolamento-social-e-a-pandemia-podem-afetar-nossa-saude-mental\/\"><span style=\"font-weight: 400\">como o isolamento social e a pandemia podem afetar nossa sa\u00fade mental<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. Atualmente, em decorr\u00eancia do avan\u00e7o na vacina\u00e7\u00e3o, vemos estados e munic\u00edpios flexibilizando cada vez mais as medidas restritivas. Contudo, para que essa flexibiliza\u00e7\u00e3o seja feita de maneira segura, seria preciso observar indicadores essenciais como o \u00edndice de ocupa\u00e7\u00e3o de leitos hospitalares, bem como a queda do n\u00famero de casos, <\/span><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/brasil\/2021\/04\/4919006-covid-19-entenda-os-riscos-de-flexibilizar-medidas-de-isolamento-antes-da-hora.html\"><span style=\"font-weight: 400\">o que n\u00e3o est\u00e1 acontecendo na maioria das cidades<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. Com mais esses impactos em nossa rotina, surge o questionamento, <\/span><b>como est\u00e1 a sa\u00fade mental da popula\u00e7\u00e3o brasileira no per\u00edodo atual da pandemia?<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Aline Cardoso Siqueira, psic\u00f3loga, docente dos Programas de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias da Sa\u00fade e Psicologia da UFSM e colaboradora no projeto <\/span><a href=\"https:\/\/www.covidpsiq.org\/\"><span style=\"font-weight: 400\">COVIDPsiq<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, explica que uma pandemia \u00e9 um evento estressor, que impacta a rotina, a forma como os indiv\u00edduos enxergam a vida, em maior ou menor intensidade. Nem todos ir\u00e3o sentir o mesmo efeito nessas altera\u00e7\u00f5es, pessoas com fragilidades pr\u00e9vias t\u00eam uma piora mais ampliada e prolongada que indiv\u00edduos que n\u00e3o apresentavam problemas de sa\u00fade mental.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u201cEm primeira an\u00e1lise, se observa o estresse sendo abrangente, atingindo a todos, e ao longo da pandemia, enquanto alguns indiv\u00edduos pioraram, outros conseguiram se adaptar \u00e0s novas medidas e manter certo equil\u00edbrio&#8221;, afirma a docente.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No in\u00edcio da pandemia e do isolamento social, <\/span><a href=\"https:\/\/www.uerj.br\/noticia\/11028\/\"><span style=\"font-weight: 400\">um estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> (UERJ) e publicado pela revista The Lancet mostrou que os casos de depress\u00e3o praticamente dobraram entre os brasileiros entrevistados, enquanto casos de ansiedade e estresse tiveram um aumento de 80% entre os meses de mar\u00e7o e abril de 2020.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">J\u00e1 em mar\u00e7o de 2021, uma pesquisa da Universidade de Ohio (EUA), dispon\u00edvel no <\/span><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/vivabem\/reportagens-especiais\/saude-mental-na-pandemia\/#cover\"><span style=\"font-weight: 400\">VivaBem UOL<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, apontou que o Brasil liderava \u00edndices de ansiedade e depress\u00e3o durante a pandemia, quando comparado a outras 10 na\u00e7\u00f5es. Ainda na pesquisa, a conclus\u00e3o dos cientistas \u00e9 que as popula\u00e7\u00f5es que mais sofrem emocionalmente s\u00e3o as mais infectadas pelo v\u00edrus (por milh\u00e3o de habitantes) e com menor esperan\u00e7a de controle da pandemia, como \u00e9 o caso do Brasil.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A pesquisa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), <\/span><a href=\"https:\/\/www.covidpsiq.org\/\"><span style=\"font-weight: 400\">COVIDPsiq<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, liderada pelo professor doutor Vitor Crestani Calegaro, mostrou que mais da metade dos participantes teve sintomas de depress\u00e3o. A conclus\u00e3o dos pesquisadores \u00e9 semelhante a de outros estudos (iniciais ou atuais) j\u00e1 citados: <\/span><b>existe um aumento de sintomas mentais com o agravamento da pandemia.\u00a0<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em entrevista para a RBS TV dispon\u00edvel <\/span><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/rs\/rio-grande-do-sul\/noticia\/2021\/05\/20\/pesquisa-da-ufsm-aponta-que-metade-dos-participantes-tiveram-sintomas-de-depressao-durante-a-pandemia.ghtml\"><span style=\"font-weight: 400\">G1 RS<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, o coordenador do projeto ainda explica que &#8220;a resili\u00eancia \u00e9 a capacidade de, ap\u00f3s passar por um evento traum\u00e1tico, conseguir se adaptar a essa situa\u00e7\u00e3o. Vai desde cuidar a sa\u00fade f\u00edsica, praticar exerc\u00edcios, relaxar, aproximar-se de pessoas que s\u00e3o significativas&#8221;.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Mike Akama Mazurek, comunicador p\u00f3s-graduado em psicologia anal\u00edtica pelo Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa e pesquisador de sa\u00fade mental e sua rela\u00e7\u00e3o com as tecnologias, explica que em eventos estressores, como o \u00ednicio de uma pandemia, precisamos de uma adapta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel, \u201c\u00e9 necess\u00e1rio se adaptar ao nosso novo ambiente e rotina. Se isso n\u00e3o acontece, ou voc\u00ea tenta mudar de ambiente &#8211; o que \u00e9 invi\u00e1vel no momento em que estamos vivendo, ou voc\u00ea adoece\u201d. H\u00e1 muita resist\u00eancia a uma nova e desconhecida realidade, juntamente com muitos pensamentos e frustra\u00e7\u00f5es decorrentes da ansiedade e do luto, completa.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Sobre o processo de resili\u00eancia, o pesquisador explica que houve uma transposi\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es do mundo f\u00edsico para o virtual, quando muitas pessoas passaram a ver a internet, redes sociais e jogos como ref\u00fagio. &#8220;Houve um &#8216;boom&#8217; de redes sociais e acredito que isso ir\u00e1 se manter mesmo ap\u00f3s o fim da pandemia, mas ainda \u00e9 necess\u00e1rio buscar formas de reaver nossa socializa\u00e7\u00e3o f\u00edsica. \u00c9 importante haver essas rela\u00e7\u00f5es virtuais, mas nada consegue substituir o toque e o calor humano que tanto perdemos nesse tempo de isolamento social&#8221;, completa o especialista.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>Estamos preparados para um poss\u00edvel retorno \u00e0 \u201cvida normal\u201d?<\/b><\/p>\n<figure id=\"attachment_350\" aria-describedby=\"caption-attachment-350\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"size-large wp-image-350\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2021\/07\/smiling-woman-taking-off-white-face-mask-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2021\/07\/smiling-woman-taking-off-white-face-mask-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2021\/07\/smiling-woman-taking-off-white-face-mask-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2021\/07\/smiling-woman-taking-off-white-face-mask-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2021\/07\/smiling-woman-taking-off-white-face-mask-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2021\/07\/smiling-woman-taking-off-white-face-mask-272x182.jpg 272w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2021\/07\/smiling-woman-taking-off-white-face-mask.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-350\" class=\"wp-caption-text\">A flexibiliza\u00e7\u00e3o dos cuidados pode nos levar a uma falsa sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a. Imagem: serhii_bobyk \/ Freepik.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Com o afrouxamento das medidas restritivas cada vez mais recorrentes em diversas cidades e estados do pa\u00eds, nos questionamos se a pandemia est\u00e1 perto de acabar, e como ser\u00e1 a retomada de antigas rotinas interrompidas pelo novo coronav\u00edrus. Por\u00e9m, especialistas como Isaac Schrarstzhaupt, coordenador da <\/span><a href=\"https:\/\/redeaanalisecovid.wordpress.com\/\"><span style=\"font-weight: 400\">Rede An\u00e1lise Covid-19<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, alertam que a flexibiliza\u00e7\u00e3o dos cuidados pode nos levar a uma falsa sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a e, por consequ\u00eancia, o aumento da transmiss\u00e3o do v\u00edrus.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em entrevista coletiva dispon\u00edvel no <\/span><a href=\"https:\/\/noticias.r7.com\/saude\/brasil-ultrapassa-a-marca-de-500-mil-mortos-por-covid-19-20062021\"><span style=\"font-weight: 400\">R7<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, Isaac explica que \u201cmuitas pessoas se baseiam no que o governo est\u00e1 fazendo: se restringiu, quer dizer que est\u00e1 ruim; se liberou, \u00e9 porque est\u00e1 bom. Mas o que estamos vendo \u00e9 que n\u00e3o tem uma correla\u00e7\u00e3o direta entre as medidas e o andamento efetivo da pandemia, \u00e0s vezes as flexibiliza\u00e7\u00f5es ocorrem por press\u00f5es pol\u00edticas ou econ\u00f4micas\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A especialista Aline Cardoso Siqueira esclarece que certo retorno j\u00e1 est\u00e1 acontecendo do ponto de vista psicol\u00f3gico. \u201cAlgumas pessoas est\u00e3o se sentindo mais seguras com o avan\u00e7o da vacina\u00e7\u00e3o e flexibiliza\u00e7\u00e3o de medidas restritivas e extremas\u201d, conta. Essas ameniza\u00e7\u00f5es est\u00e3o ocorrendo vagarosamente, como atividades mais rotineiras e normais que, aos poucos, est\u00e3o voltando. Do ponto de vista cl\u00ednico e das Universidades, esse poss\u00edvel retorno \u00e0s atividades presenciais impacta novamente: \u201c\u00e9 necess\u00e1rio uma readapta\u00e7\u00e3o, uma nova mudan\u00e7a de h\u00e1bitos de vida, de contexto, de exerc\u00edcio de pap\u00e9is sociais. A inseguran\u00e7a e a impossibilidade de prever situa\u00e7\u00f5es rotineiras, traz um efeito nocivo para a sa\u00fade mental\u201d, completa.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Dessa forma, enquanto ainda houver grandes n\u00fameros de casos e mortes, n\u00e3o conseguiremos voltar \u00e0 normalidade. Mas, conforme os casos forem estabilizando e atingirmos um percentual suficiente na vacina\u00e7\u00e3o, poderemos come\u00e7ar a retomar nossas rotinas antigas. Nesse ponto, o comunicador Mike Akama esclarece que nessa nova adapta\u00e7\u00e3o, a resist\u00eancia, o medo e a ansiedade de mais mudan\u00e7as, podem existir.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para Aline, \u201ca quest\u00e3o do preparo do pr\u00e9-retorno vai muito da predisposi\u00e7\u00e3o ps\u00edquica para se adaptar a uma nova realidade, o indiv\u00edduo precisa estar amparado da satisfa\u00e7\u00e3o de necessidades b\u00e1sicas. Teremos que ficar atentos a uma parcela muito grande da popula\u00e7\u00e3o brasileira, que perdeu muitos entes queridos, perdeu pessoas que sustentavam as fam\u00edlias, perdeu estabilidade financeira, perdeu esperan\u00e7a no futuro\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Essas s\u00e3o situa\u00e7\u00f5es que precisam ser olhadas com compaix\u00e3o e com aten\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e profissional, para que essas pessoas consigam o m\u00ednimo para seu bem-estar e para se preparar de maneira saud\u00e1vel para o retorno. \u201c\u00c9 um trabalho muito prolongado e intenso que iremos enfrentar nos pr\u00f3ximos anos para que possamos recuperar as condi\u00e7\u00f5es de vida e tamb\u00e9m de sa\u00fade mental\u201d, observa a psic\u00f3loga<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Assim, mesmo quando estivermos em uma situa\u00e7\u00e3o considerada est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de casos, ainda \u00e9 preciso ter consci\u00eancia antes de ir a um ambiente de aglomera\u00e7\u00e3o. O especialista Mike Akama finaliza recomendando que \u201ca forma mais saud\u00e1vel de retornar \u00e0 nossa vida cotidiana, quando esse momento chegar, \u00e9 se permitindo no nosso limite e arcando com as nossas escolhas\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\">Apura\u00e7\u00e3o: Caroline Schneider Lorenzetti e Kelvin Verdum<\/p>\n<p style=\"text-align: right\">Reda\u00e7\u00e3o: Caroline Schneider Lorenzetti<\/p>\n<p style=\"text-align: right\">Edi\u00e7\u00e3o: Mirian Quadros\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o avan\u00e7o na vacina\u00e7\u00e3o, aumenta tamb\u00e9m a ansiedade para a volta da normalidade. Na mat\u00e9ria desta semana, trazemos opini\u00f5es de especialistas sobre a sa\u00fade mental da popula\u00e7\u00e3o nesses 17 meses de pandemia e se estamos preparados para um poss\u00edvel retorno \u00e0 \u201cvida normal\u201d. 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