{"id":669,"date":"2022-06-28T12:40:41","date_gmt":"2022-06-28T15:40:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/agencia-da-hora\/?p=669"},"modified":"2022-06-28T12:41:59","modified_gmt":"2022-06-28T15:41:59","slug":"junho-mes-da-invisibilidade-lgbt-em-frederico-westphalen","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/agencia-da-hora\/2022\/06\/28\/junho-mes-da-invisibilidade-lgbt-em-frederico-westphalen","title":{"rendered":"Junho: m\u00eas da (in)visibilidade LGBT em Frederico Westphalen"},"content":{"rendered":"\n<p>Em junho, celebra-se ao redor do mundo o M\u00eas do Orgulho LGBTQIA+, movimento iniciado em 28 de junho de 1969, nos Estados Unidos, ap\u00f3s uma s\u00e9rie de protestos que uniu a comunidade LGBT a fim de denunciar a viol\u00eancia policial direcionada a essa popula\u00e7\u00e3o. Muito tempo se passou desde o fim da d\u00e9cada de 1960, direitos foram conquistados e avan\u00e7os culturais foram concretizados. Contudo, o preconceito persiste e faz de Frederico Westphalen uma cidade hostil aos membros desses grupos que aqui vivem.<\/p>\n<p>Uma pesquisa feita pela Ag\u00eancia da Hora mostrou que as pol\u00edticas p\u00fablicas e campanhas que promovem o combate \u00e0 homofobia precisam melhorar urgentemente na cidade: dos 70 moradores ouvidos, 88,6% afirmam j\u00e1 terem presenciado ou passado por uma situa\u00e7\u00e3o de LGBTfobia, e 61,4% n\u00e3o se sente confort\u00e1vel em praticar atividades de lazer junto aos seus parceiros em p\u00fablico na regi\u00e3o.<\/p>\n<figure id=\"attachment_670\" aria-describedby=\"caption-attachment-670\" style=\"width: 527px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-670\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2022\/06\/WhatsApp-Image-2022-06-23-at-18.57.01-300x200.jpeg\" alt=\"\" width=\"527\" height=\"351\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2022\/06\/WhatsApp-Image-2022-06-23-at-18.57.01-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2022\/06\/WhatsApp-Image-2022-06-23-at-18.57.01-272x182.jpeg 272w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/825\/2022\/06\/WhatsApp-Image-2022-06-23-at-18.57.01.jpeg 678w\" sizes=\"(max-width: 527px) 100vw, 527px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-670\" class=\"wp-caption-text\">Foto: L\u00e9o Pinheiro \/ Fotos P\u00fablicas<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u201cAcredito que para tornar Frederico mais inclusivo, a popula\u00e7\u00e3o poderia come\u00e7ar a aceitar a pluralidade de pessoas que a UFSM trouxe. E de como essa pluralidade beneficiou a cidade. Poderiam criar mais ambientes em que pessoas LGBTQIA+ pudessem compartilhar seus afetos, sem julgamento ou olhares repreensivos. A maioria dos locais na cidade s\u00e3o pensados para pessoas h\u00e9tero\u201d, relata uma das entrevistadas.<\/p>\n<p>A pluralidade proporcionada pela migra\u00e7\u00e3o de estudantes da UFSM\/FW n\u00e3o \u00e9 representada nas propagandas de empresas locais ou postagens nas redes sociais oficiais do governo da cidade, o que d\u00e1 continuidade a um pensamento conservador que est\u00e1 enraizado na popula\u00e7\u00e3o frederiquense.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><strong>Texto:<\/strong> Ana Alice Viana e Thayssa Kruger<br \/><strong>Revis\u00e3o:<\/strong>\u00a0Luciana Carvalho<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em junho, celebra-se ao redor do mundo o M\u00eas do Orgulho LGBTQIA+, movimento iniciado em 28 de junho de 1969, nos Estados Unidos, ap\u00f3s uma s\u00e9rie de protestos que uniu a comunidade LGBT a fim de denunciar a viol\u00eancia policial direcionada a essa popula\u00e7\u00e3o. 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