{"id":1305,"date":"2013-07-24T13:41:36","date_gmt":"2013-07-24T16:41:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufsm.br\/revistatxt\/?p=1305"},"modified":"2019-08-27T17:35:20","modified_gmt":"2019-08-27T20:35:20","slug":"jogue-spray-no-preconceito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/educom\/2013\/07\/24\/jogue-spray-no-preconceito","title":{"rendered":"Jogue spray no preconceito"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\">Francys Albrecht &#8211; franalbrecht13@gmail.com<br \/>Paula Mattos &#8211; paulabisiomattos@yahoo.com<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">O grafite \u00e9 a arte das periferias, uma manifesta\u00e7\u00e3o art\u00edstica em espa\u00e7os p\u00fablicos que teve in\u00edcio dentro do movimento hip-hop na d\u00e9cada de 70, nos Estados Unidos. Os grafiteiros buscam al\u00e9m de visibilidade, reivindicar seus direitos atrav\u00e9s de sua arte marginalizada. O grafitismo engloba v\u00e1rias manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas urbanas como picha\u00e7\u00f5es, pixo, colagem, stencil, folhinha, arte 3D e muralismo. No Brasil, o movimento surgiu no final dos anos 70, em S\u00e3o Paulo, e o pa\u00eds \u00e9 o \u00fanico pa\u00eds que aceita o grafite como arte, pois aqui as pinturas ganharam caracter\u00edsticas pr\u00f3prias. Devido a isso, os grafiteiros brasileiros s\u00e3o considerados os mais expressivos do mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), aconteceu dos dias 17 a 21 de abril deste ano, a 22\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Festival Nossas Express\u00f5es. O Festival existe desde os anos 80 e teve momentos de grande visibilidade na cidade. O evento \u00e9 promovido todos os anos pelo Diret\u00f3rio Central dos Estudantes (DCE). Segundo o acad\u00eamico de Geografia e membro do DCE, Guilherme Soares, o objetivo do Nossas Express\u00f5es \u00e9 construir junto aos estudantes espa\u00e7os que democratizem, valorizem e divulguem todas as express\u00f5es culturais da cidade. O tema dessa edi\u00e7\u00e3o foi \u201cCultura e pol\u00edticas para a juventude\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">O muralismo foi organizado pelo DCE e executado por alunos da Universidade, com o objetivo de restaurar visualmente alguns pontos do Campus, como os pilares da ponte seca e o hall do RU. A arte criada pelos grafiteiros foi de livre express\u00e3o e ligada ao tema proposto pelo festival. Para que houvesse a interven\u00e7\u00e3o art\u00edstica, foi necess\u00e1ria apenas a autoriza\u00e7\u00e3o da Pr\u00f3- Reitoria de Infraestrutura (Proinfra) da UFSM. O material utilizado pelos grafiteiros foi doado pelo DCE e distribu\u00eddo igualmente entre os participantes do projeto. As pinturas foram realizadas nos dias 17 e 18 de abril, priorizando o hor\u00e1rio do meio-dia, pois havia maior fluxo de estudantes e funcion\u00e1rios pelo local para que houvesse maior intera\u00e7\u00e3o entre p\u00fablico e artistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>As v\u00e1rias modalidades do grafite<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">O grafite \u00e9 qualquer interven\u00e7\u00e3o art\u00edsticavisual em meio urbano. Engloba pinturas multicoloridas, preto e branco, frases de cunho pol\u00edtico, xingamentos e assinaturas (tag) que servem como demarca\u00e7\u00e3o de grupos de pichadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Desde a pr\u00e9-hist\u00f3ria, o homem sente necessidade de expressar-se. Assim, vai \u00e0s ruas expor seus pensamentos e vis\u00f5es sobre o mundo, por isso pode ser considerado grafite desde uma pintura rupestre at\u00e9 a picha\u00e7\u00e3o em um outdoor. O artista aproveita os espa\u00e7os p\u00fablicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Est\u00e3o inseridas no movimento v\u00e1rias modalidades na arte de grafitar:<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>Picha\u00e7\u00e3o:<\/strong> \u00e9 o ato de escrever ou rabiscar lugares que integram os espa\u00e7os p\u00fablicos como muros, fachadas de edifica\u00e7\u00f5es, asfalto de ruas ou monumentos, utiliza-se tinta em spray aerossol, stencil ou mesmo rolo de tinta.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>Muralismo:<\/strong> \u00e9 o grafite autorizado, feito com o consentimento p\u00fablico ou privado.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>Pixo:<\/strong> \u00e9 a jun\u00e7\u00e3o de diversos pixos que t\u00eam linhas pol\u00edticas semelhantes e, em geral, \u00e9 uma assinatura para identificar um grupo\/ coletivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Para diferenciar uma tag de um pixo convencional \u00e9 necess\u00e1rio analisar os tra\u00e7os, pois a tag geralmente \u00e9 dif\u00edcil de ler e parece com uma assinatura, enquanto o pixo costuma usar letras espa\u00e7adas, as unindo como um desenho.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>Bomber:<\/strong> s\u00e3o letras largas e que parecem vivas. S\u00e3o geralmente feitas com duas ou tr\u00eas cores.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>Stencil:<\/strong> \u00e9 a aplica\u00e7\u00e3o de spray aerossol sobre molde de papel vazado. Muito utilizado<br \/>como manifesta\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>Colagem:<\/strong> \u00e9 a composi\u00e7\u00e3o feita a partir do uso de mat\u00e9rias de diversas texturas, sobrepostas ou colocadas lado a lado, na cria\u00e7\u00e3o de uma imagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>Do marginal ao politizado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">A arte do grafite \u00e9 valorizada como m\u00e9todo de ensino, atrav\u00e9s de oficinas, nas comunidades e favelas em algumas cidades do pa\u00eds. Hoje, se percebe que o grafite tem car\u00e1ter social e tira muitas crian\u00e7as da rua. Al\u00e9m de ocup\u00e1las, embeleza e colore as comunidades em que vivem. Como o grafite \u00e9 uma interven\u00e7\u00e3o art\u00edstica marginalizada, n\u00e3o recebe apoio dos poderes p\u00fablicos e privado. Apenas m\u00eddias alternativas e coletivos culturais divulgam e apoiam a arte. Por possuir est\u00e9tica perif\u00e9rica, o grafite geralmente n\u00e3o \u00e9 aceito no centro das cidades, pois remete \u00e0 realidade das favelas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Um dos intuitos dos grafiteiros \u00e9 questionar o sistema pol\u00edtico e social em que est\u00e3o inseridos. Isso, muitas vezes, leva-os a picharem publicidades expostas \u00e0s ruas como forma de contesta\u00e7\u00e3o \u00e0 sociedade de consumo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Apesar de o movimento estar em crescente aceita\u00e7\u00e3o no Brasil, ainda \u00e9 considerado crime por dano ambiental. A picha\u00e7\u00e3o traz cores e questionamentos \u00e0s ruas. Por\u00e9m, para maioria da sociedade, \u00e9 considerado vandalismo, pois interfere no ambiente comum.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>Grafite na UFSM<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Um dos alunos inscritos para grafitar foi o acad\u00eamico do 3\u00ba semestre de Artes Visuais, Daniel Lopes. O seu trabalho foi realizado com tinta l\u00e1tex em um dos pilares da ponte seca do Campus. A inten\u00e7\u00e3o do trabalho era restaurar a pintura j\u00e1 desgastada da ponte. O estudante pratica o grafitismo desde 2007 e, para ele, \u201cos grafiteiros colocam sua arte na rua com a mesma consci\u00eancia que m\u00fasicos, pintores e atores ocupam o espa\u00e7o p\u00fablico\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>Arte e Sa\u00fade<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">A atua\u00e7\u00e3o do Centro de Apoio Psicossocial (Caps) Cia do Recome\u00e7o foi executada atrav\u00e9s de convite do DCE para participa\u00e7\u00e3o no \u201cNossas Express\u00f5es\u201d. Ao mostrar a sua arte, os usu\u00e1rios do Caps puderam contribuir com os outros participantes. Eles tiveram a oportunidade de trocar saberes e interagir com estudantes e grafiteiros. A participa\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios foi proveitosa para o seu tratamento, pois possibilitou uma atividade diferenciada em que diversas pessoas pudessem apreciar suas cria\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">O psic\u00f3logo Thiago Alves coordenador do projeto trabalhava com oficinas de stencil no Centro e levou essa pr\u00e1tica at\u00e9 o Campus da UFSM. \u201cO stencil entra na minha pr\u00e1tica em sa\u00fade por perceber, nesta ferramenta art\u00edstica, uma das formas de potencializa\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m de v\u00ednculo profissional-usu\u00e1rio e recurso de inven\u00e7\u00e3o de vida. Consequentemente, sa\u00fade voltadas para a autonomia, a cidadania e o empoderamento dos usu\u00e1rios do servi\u00e7o. Visa produzir processos de mudan\u00e7a no cotidiano das pessoas que se interessam pela pr\u00e1tica dele\u201d, conta Alves.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">A grafitagem no Campus concedeu aos alunos e demais participantes a liberdade de cria\u00e7\u00e3o para expor suas ideias e pensamentos atrav\u00e9s da arte urbana. Disponibilizou um espa\u00e7o mais agrad\u00e1vel a quem transita pela Universidade ou quem por ali descansa no intervalo das aulas. O resultado do trabalho realizado nessa edi\u00e7\u00e3o do festival \u00e9 visto nos pilares da ponte seca e no hall do RU. Tamb\u00e9m podem ser vistos outros trabalhos da arte urbana em diversos locais da UFSM.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">\u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0 \u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n<ul class=\"wp-block-gallery columns-3 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/educom\/wp-content\/uploads\/sites\/802\/2013\/07\/DSC03766-2-768x1024.jpg\" alt=\"\" data-id=\"1351\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2013\/07\/24\/jogue-spray-no-preconceito\/dsc03766-2\/\" class=\"wp-image-1351\" \/><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/educom\/wp-content\/uploads\/sites\/802\/2013\/07\/jbnjonvik-2-652x1024.jpg\" alt=\"\" data-id=\"1352\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2013\/07\/24\/jogue-spray-no-preconceito\/jbnjonvik-2\/\" class=\"wp-image-1352\" \/><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/educom\/wp-content\/uploads\/sites\/802\/2013\/07\/DSC03737-2-759x1024.jpg\" alt=\"\" data-id=\"1353\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2013\/07\/24\/jogue-spray-no-preconceito\/dsc03737-2\/\" class=\"wp-image-1353\" \/><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/educom\/wp-content\/uploads\/sites\/802\/2013\/07\/DSC03739-2-707x1024.jpg\" alt=\"\" data-id=\"1355\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2013\/07\/24\/jogue-spray-no-preconceito\/dsc03739-2\/\" class=\"wp-image-1355\" \/><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/educom\/wp-content\/uploads\/sites\/802\/2013\/07\/DSC03740-2-1024x521.jpg\" alt=\"\" data-id=\"1356\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2013\/07\/24\/jogue-spray-no-preconceito\/dsc03740-2\/\" class=\"wp-image-1356\" \/><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/educom\/wp-content\/uploads\/sites\/802\/2013\/07\/DSC03751-2-1024x768.jpg\" alt=\"\" data-id=\"1357\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2013\/07\/24\/jogue-spray-no-preconceito\/dsc03751-2\/\" class=\"wp-image-1357\" \/><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/educom\/wp-content\/uploads\/sites\/802\/2013\/07\/DSC03764-2-1024x768.jpg\" alt=\"\" data-id=\"1358\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2013\/07\/24\/jogue-spray-no-preconceito\/dsc03764-2\/\" class=\"wp-image-1358\" \/><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/educom\/wp-content\/uploads\/sites\/802\/2013\/07\/DSC03765-2-768x1024.jpg\" alt=\"\" data-id=\"1359\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2013\/07\/24\/jogue-spray-no-preconceito\/dsc03765-2\/\" class=\"wp-image-1359\" \/><\/figure><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Bastidores da .txt<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nossa apura\u00e7\u00e3o foi feita, primeiramente, pela internet. Assistimos a document\u00e1rios sobre grafite e lemos artigos sobre essa arte. Ap\u00f3s isso, entramos em contato com a p\u00e1gina do DCE para solicitar o contato de um dos organizadores do Festival Nossas Express\u00f5es, o estudante Guilherme Soares. O estudante nos passou as informa\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas sobre o evento por email junto aos contatos dos artistas participantes do grafitismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos artistas foi o estudante de Artes Visuais, Daniel Lopes. A entrevista foi feita no Hall do Centro de Artes e Letras da Universidade. A partir da entrevista pudemos descobrir mais curiosidades sobre o grafite e tamb\u00e9m conhecemos um pouco da experi\u00eancia de Daniel com o grafite em Santa Maria.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro entrevistado foi o psic\u00f3logo Thiago Alves, que participou do grafitismo na UFSM junto com o Centro de Apoio Psicosocial (Caps), do qual \u00e9 o coordenador. Thiago nos contou sobre o trabalho art\u00edstico realizado pelos pacientes.<\/p>\n\n\n\n<p>A reportagem foi muito v\u00e1lida, pois gostamos do tema e tivemos a oportunidade de aprofundar nossos conhecimentos sobre o assunto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Francys Albrecht &#8211; franalbrecht13@gmail.comPaula Mattos &#8211; paulabisiomattos@yahoo.com O grafite \u00e9 a arte das periferias, uma manifesta\u00e7\u00e3o art\u00edstica em espa\u00e7os p\u00fablicos que teve in\u00edcio dentro do movimento hip-hop na d\u00e9cada de 70, nos Estados Unidos. Os grafiteiros buscam al\u00e9m de visibilidade, reivindicar seus direitos atrav\u00e9s de sua arte marginalizada. 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