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			<title>Agência Íntegra - Feed Customizado RSS</title>
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				<title>Ano de 2020 entre os mais quentes registrados na história</title>
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				<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 20:03:04 +0000</pubDate>
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[caption id="attachment_4002" align="alignright" width="360"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/pasted-image-0-2.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/pasted-image-0-2-300x218.jpg" alt="" width="360" height="261" /></a> Fonte: State of the Global Climate 2020 PROVISIONAL REPORT[/caption]
<p style="text-align: justify">Segundo o relatório provisório do Estado do Clima Global para 2020, realizado pela ONU em parceria com dezenas de organizações internacionais, o planeta já esquentou 1,2°C acima da média verificada na era pré-industrial, aproximando-se do limite de 1,5°C estabelecido no Acordo de Paris para evitar os piores efeitos da crise do clima. O relatório, publicado no dia 02 de novembro de 2020, teve um grande foco no Brasil devido ao seu histórico de alterações climáticas para o ano. Relembrando casos como as grandes chuvas em Belo Horizonte, tendo a maior precipitação da história na região, ou como a onda de calor que começou no Mato Grosso em agosto e caminhando em direção ao Sul, causando a maior estiagem do Rio Grande do Sul dos últimos anos.</p>
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<p style="text-align: justify">Também durante o ano de 2020 podemos lembrar dos tornados que devastaram Santa Catarina afetando mais de 4.000 residências, das queimadas no Pantanal, as quais superaram em 10 vezes a área de vegetação natural perdida em 18 anos, e os desmatamentos na Amazônia que seguem em ritmo acelerado.</p>
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<p style="text-align: justify">Tudo isso acontecendo em meio a La Ninã, que em tese deveria resfriar o mundo, principalmente na região equatorial onde os ventos ficam mais fortes, e em meio a uma crise sanitária mundial pela pandemia da Covid-19, que obrigou muitas indústrias a pararem suas máquinas, deixando seus funcionários em casa.</p>
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<p style="text-align: justify">O relatório final ainda está para sair, mas o calor ainda pode se prolongar. Estimativas apontam uma segunda estiagem, muito pior que a primeira, para o início do ano de 2021 no Rio Grande do Sul.</p>
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<p style="text-align: justify"><strong>Texto</strong>:  Edyson Waghetti Sebastiany</p>
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<p style="text-align: justify"><strong>Supervisão</strong>: Professora Cláudia Herte de Moraes, disciplina Comunicação, Cidadania e Ambiente</p>
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<p style="text-align: justify"><em>Especial para Íntegra</em></p>
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