<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>Agência Íntegra - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/busca?q=&#038;sites%5B0%5D=813&#038;tags=ods15&#038;rss=true" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra</link>
			<description></description>
			<lastBuildDate>Mon, 20 Apr 2026 12:51:06 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>Agência Íntegra</title>
	<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Atividades humanas são as maiores causas da extinção de espécies</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2022/02/06/atividades-humanas-sao-as-maiores-causas-da-extincao-de-especies</link>
				<pubDate>Sun, 06 Feb 2022 12:07:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Produções em disciplinas]]></category>
		<category><![CDATA[ods15]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=3932</guid>
						<description><![CDATA[O planeta Terra já passou por várias mudanças até chegar na forma em que está nos dias atuais, são cerca de 4,54 bilhões de anos de transformações. A extinção é um processo natural que aconteceu com várias espécies que viveram neste planeta e as espécies que se tem conhecimento agora são bem diferentes das que [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">O planeta Terra já passou por várias mudanças até chegar na forma em que está nos dias atuais, são cerca de 4,54 bilhões de anos de transformações. A extinção é um processo natural que aconteceu com várias espécies que viveram neste planeta e as espécies que se tem conhecimento agora são bem diferentes das que seriam encontradas a 10 mil anos atrás. São várias as causas de extinções, mas, atualmente, o principal intensificador desse processo é o homem. As principais causas são a caça e a pesca, destruição de habitats naturais, poluição e mudanças climáticas.</p>
<p style="text-align: justify">A poluição é um dos principais pilares da destruição de habitats naturais, devido ao descarte inadequado de lixos em matas, rios, lagoas e mares. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Mamirauá, no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, foram encontradas cerca de 600g de lixo por hectare no Médio Solimões, na Amazônia Central, sendo, em sua grande maioria plástico, até mesmo uma garrafa de refrigerante de outro país foi catalogada.</p>
<p style="text-align: justify">As queimadas também fazem parte desse processo de impacto na biodiversidade, tendo como causa a ampliação de áreas de pastagem, avanço da agropecuária e o aumento do desmatamento. Outro fator que influencia na propagação dos incêndios é o tempo seco e quente, assim prejudicando principalmente a fauna e a flora dos biomas Cerrado, Amazônia e Pantanal. Como consequência, além dos problemas ambientais causados pelas queimadas, existem também os problemas relacionados à saúde humana como doenças respiratórias causadas pela inalação dos gases poluentes emitidos pelos incêndios, gases esses que auxiliam no desequilíbrio da temperatura do planeta.</p>
[caption id="attachment_3987" align="alignright" width="360"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/ods-15-1024x644-1.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/ods-15-1024x644-1-300x189.jpg" alt="" width="360" height="226" /></a> Desmatamento está ligado à extinção de espécies nos biomas brasileiros. Foto: Divulgação/Ibama[/caption]
<p style="text-align: justify">A caça e a pesca predatória são consideradas crimes no Brasil, porém não significa que sua prática tenha sido proibida. Segundo um grupo de pesquisadores internacionais, 70% da população de tubarões e arraias desapareceram desde 1970, e existem informações que há mãos brasileiras por trás disso. A captura do tubarão é feita através de redes e quando colocado dentro da embarcação é feita a retirada das barbatanas e a devolução do animal ao mar. Por falta de fiscalização, muitas embarcações estrangeiras acabam parando em mares brasileiros e pescam sem penalidade alguma. É necessário que a fauna tanto brasileira quanto mundial seja preservada, que os riscos decorrentes das mudanças climáticas, da pesca ilegal e da poluição sejam minimizados. Medidas de prevenção e preservação são necessárias, como a criminalização de caça e pesca, a diminuição da poluição atmosférica e diminuição do desmatamento e da poluição de rios e mares.</p>
<p><strong style="color: #000000;font-size: 1rem;text-align: var(--bs-body-text-align)">Texto</strong>: Gabriella Verfle e Nathaly Almeida</p>
<p><strong>Supervisão</strong>: Professora Cláudia Herte de Moraes, pela disciplina de Comunicação, Cidadania e Ambiente</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p><em>Especial para Íntegra</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph /--><!-- wp:paragraph /--><!-- wp:paragraph /--></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>VIDA TERRESTRE</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/02/03/3837</link>
				<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 20:07:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[ods15]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=3837</guid>
						<description><![CDATA[As espécies estão entrando em extinção cada vez mais rápido, seja por queimadas, desmatamento ou até pela falta de gelo. Também, só algumas delas estão sendo analisadas. Então, no fim a proporção deve ser bem maior, e isso pode estar ameaçando nossas vidas também. Cada dia mais espécies são indicadas em listas de extinção, e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><img width="466" height="466" src="https://lh6.googleusercontent.com/uru_v371kec0zUvOsRRZFZ2G-iwYG79HmHcbw-yibkGTFgDSjnYBXz5aTB9QxA3TXT7-hOPBR3cf9p-6JC9xXrVH6ZCJAArvxC9NfaU1Bl7W5-6vcrWLNEDmZAnLY0pexQLyaVBH"></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As espécies estão entrando em extinção cada vez mais rápido, seja por queimadas, desmatamento ou até pela falta de gelo. Também, só algumas delas estão sendo analisadas. Então, no fim a proporção deve ser bem maior, e isso pode estar ameaçando nossas vidas também. Cada dia mais espécies são indicadas em listas de extinção, e já que nem todas estão sendo catalogadas, em função da biodiversidade que é perdida, gera grande preocupação a cientistas, biólogos e toda a defesa dos animais. A <em>Revista Galileu</em> mostrou que o último espécime de rinoceronte morreu e entrou em extinção e a ONG WWF apresentou o mico leão dourado como quase em extinção há muito tempo.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No Brasil, com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) há espaço para proteger os animais e as pesquisas confirmam que respeitar o habitat significa a sobrevivência de animais que sofrem com a devastação ambiental. Desta forma, as áreas de preservação ou conservação abrangem pontos inacessíveis ao homem, reduzindo a devastação e deixando a vida selvagem em seu próprio ritmo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A onça pintada também pode entrar em extinção por conta dos habitat, mas os projetos brasileiros “conservação a onça” têm tido muito sucesso e a ONU meio ambiente é uma das suas protetoras. A <em>National Geographic</em> mostra sobre a questão dos habitats, que sofremos uma grande perda e que a principal ameaça somos nós destruindo o planeta terra. Segundo a revista, estamos regredindo rapidamente devido ao Antropoceno, uma nova era geológica que seria a Idade do Homem: “Em outras palavras, desta vez, o asteroide somos nós.”&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A perda de habitat, a caça, desmatamento e a poluição são consideradas em conjunto na contribuição à extinção, valendo para mamíferos mas também para répteis, anfíbios, peixes e até insetos. “Hoje, as taxas de extinção são centenas – talvez milhares – de vezes mais altas que a taxa histórica. São tão elevadas que os cientistas dizem que estamos à beira de uma extinção em massa.”, segundo <em>National Geographic</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante o governo Bolsonaro, foi questionada a permissão de caça no Brasil. Isso porque a caça pode ser mais um fator de extinção, e por isso é importante uma legislação adequada que proteja nossa fauna, para que seja uma questão valorizada nas políticas públicas.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Falando sobre fatores climáticos, o jornal Mongabay destaca algumas questões sobre o clima relacionadas à extinção de animais. As pesquisas indicam que as estiagens estão mais quentes e secas na Amazônia comparadas à década de 1980. “Essa alteração poderia estar causando estresse físico nas aves das espécies afetadas negativamente ou reduzindo os locais com o microclima favorito dela. Quem já não viu as terríveis imagens de ursos-polares famintos em virtude do degelo de seu habitat, que altera todo o processo migratório da espécie?”, informou ao jornal a bióloga Daiany Caroline Joner, que fez projeções do problema na Universidade Federal de Goiás (UFG).&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os animais estão cada vez mais ameaçados, principalmente na nossa floresta amazônica. No entanto, o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que quem visitar o local não verá "nada queimando ou sequer um hectare de selva devastada". No entanto, dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) “mostram que o<a href="https://g1.globo.com/natureza/amazonia/noticia/2020/10/09/acumulado-de-focos-de-incendio-na-amazonia-ate-setembro-e-o-maior-desde-2010-mostram-dados-do-inpe.ghtml"> número de focos de incêndio registrados na Amazônia de janeiro a setembro deste ano foi o maior em dez anos</a>”, conforme publicação do portal&nbsp; G1. “Em 2020, foram registrados 76.030 pontos de fogo entre 1º de janeiro e 30 de setembro. A última vez em que houve registro de número superior foi em 2010 — 102.409, no mesmo período.” Assim vemos que a extinção não é uma real preocupação de prioridade, pois a consequência das queimadas são muito importantes para toda a fauna e flora da região.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"center"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img src="https://lh6.googleusercontent.com/fNO74ZapSZ_0nyWu6RIVImJHw0w1vVNPdmWj7bp69Hyq5ipA9376-fJuvWiQ9yKIHRBOl82_2x3T-u5tKMV5LDbTtb3GPYvx7E8AJovT8pC_BmRJJqwouTjutFampLvpGEreAdKr" alt="" /></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center">Fonte: Envolverde</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Para saber mais:</strong><br>SNUC <a href="https://www.icmbio.gov.br/educacaoambiental/politicas/snuc.html">https://www.icmbio.gov.br/educacaoambiental/politicas/snuc.html</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Fauna News <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/12/mudancas-climaticas-estao-afetando-aves-ate-em-areas-intocadas-da-amazonia/">https://brasil.mongabay.com/2020/12/mudancas-climaticas-estao-afetando-aves-ate-em-areas-intocadas-da-amazonia/</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Livro Vermelho da Fauna</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:embed {"url":"https:\/\/www.icmbio.gov.br\/portal\/ultimas-noticias\/20-geral\/10195-livro-vermelho-da-fauna-ja-esta-disponivel-para-download"} -->
<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.icmbio.gov.br/portal/ultimas-noticias/20-geral/10195-livro-vermelho-da-fauna-ja-esta-disponivel-para-download
</div></figure>
<!-- /wp:embed -->

<!-- wp:heading {"level":1} -->
<h1>Animais em Extinção Tigre Siberiano HD Documentário Dublado - <a href="https://youtu.be/zLaj2JtN4mI">https://youtu.be/zLaj2JtN4mI</a></h1>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Texto: GIORGINA REATEGUI NAVARRO</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Supervisão: Professora Cláudia Moraes, disciplina Comunicação, Cidadania e Ambiente</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Especial para Agência Íntegra</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de Agronomia da UFSM-FW continua durante COVID-19.</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2020/05/23/projeto-de-agronomia-da-ufsm-fw-continua-durante-covid-19</link>
				<pubDate>Sat, 23 May 2020 13:00:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Produções em disciplinas]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[integraufsm]]></category>
		<category><![CDATA[ods15]]></category>
		<category><![CDATA[ods2]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[ufsmfw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=3594</guid>
						<description><![CDATA[PROJETO DE AGRONOMIA DA UFSM-FW CONTINUA DURANTE O COVID-19. De forma individual, alunos do projeto coordenado pelo professor Clovis Orlando Da Ross dão continuidade ao projeto científico que não pode parar durante o período do Covid-19]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><strong><em>De forma individual, alunos do projeto coordenado pelo professor Clovis Orlando Da Ross dão continuidade ao projeto científico que não pode parar durante o período do Covid-19</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"right","fontSize":"small"} -->
<p class="has-text-align-right has-small-font-size"><em>Por <strong>Bruna A. Tomaselli.</strong><br>Pela disciplina de <strong>Redação Jornalística I.</strong><br>Orientado pela professora <strong>Andréa Weber.</strong></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto “Processos de peletização de fertilizantes orgânicos e organominerais remineralizadores do solo” coordenado pelo professor de agronomia Clovis Orlando Da Ross da Universidade Federal de Santa Maria, campus Frederico Westphalen, é mais um dos muitos projetos científicos que não puderam parar durante a pandemia que o mundo está vivendo. Sem aulas presenciais na universidade, a continuidade do projeto se dá com os alunos e integrantes trabalhando de forma individual.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto que tem como objetivo principal delimitar processos para peletização de fertilizantes orgânicos e organominerais remineralizadores do solo, funciona através de um cronograma. Os seis integrantes do projeto, entre alunos e professores, realizam atividades que permitem a continuidade do projeto em laboratórios e à campo. O coordenador Clóvis Orlando Da Ross explica porque o projeto é importante, “viabilizar processos para produzir fertilizantes orgânicos e organominerais remineralizadores do solo, na forma peletizada, de modo que possa ser utilizado a nível industrial por empresas do setor de fertilizantes, como é um setor muito forte na nossa região”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Desta forma este projeto continua em tempos de Covid-19, e a única mudança prevista para quando as aulas retornarem é a intensificação das atividades para a conclusão do projeto.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"><strong>PROJETO DE AGRONOMIA DA UFSM-FW SOBREVIVE A PANDEMIA</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mesmo em tempos de Covid-19, sem aulas presenciais nas universidades, o projeto “Processos de peletização de fertilizantes orgânicos e organominerais remineralizadores do solo” coordenado pelo professor de agronomia Clovis Orlando da Universidade Federal de Santa Maria, campus Frederico Westphalen, não para. Com o principal objetivo de delimitar processos para peletização de fertilizantes orgânicos e organominerais remineralizadores, alunos e integrantes do projeto continuam as pesquisas de forma individual, em laboratórios e à campo. A única mudança prevista para quando as aulas retornarem é a intensificação das atividades.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":3595,"sizeSlug":"large","ampLightbox":false} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/wp-content/uploads/sites/813/2020/05/Bruna-Da-Silva-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-3595" /><figcaption>Íntegra - Agência Experimental de Comunicação - Laboratório didático de Ensino do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria campus Frederico Westphalen</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        