{"id":4381,"date":"2026-09-25T17:22:46","date_gmt":"2026-09-25T20:22:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/integra\/?p=4381"},"modified":"2026-09-25T17:22:50","modified_gmt":"2026-09-25T20:22:50","slug":"o-acesso-a-eletricidade-e-o-consumo-de-energias-limpas-nobrasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/integra\/2026\/09\/25\/o-acesso-a-eletricidade-e-o-consumo-de-energias-limpas-nobrasil","title":{"rendered":"O acesso \u00e0 eletricidade e o consumo de energias limpas noBrasil"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ODS 7 da ONU tem como objetivo garantir acesso \u00e0 energia barata, confi\u00e1vel,<br>sustent\u00e1vel e renov\u00e1vel para todos, mas vemos esse objetivo cada vez mais distante, j\u00e1 que<br>apenas pa\u00edses de Primeiro Mundo t\u00eam quase 100% de sua popula\u00e7\u00e3o com acesso \u00e0 energia.<br>O Brasil \u00e9 um pa\u00eds em que cerca de 99,8% da popula\u00e7\u00e3o tem acesso \u00e0 energia el\u00e9trica.<br>Esse processo se construiu ao longo dos anos, com o programa \u201cLuz Para Todos\u201d, criado em<br>2003, com o objetivo de levar a eletricidade para alguns lugares do pa\u00eds que ainda estavam<br>sem o devido acesso \u00e0 energia el\u00e9trica. Apesar da quase universaliza\u00e7\u00e3o do acesso no Brasil,<br>o pa\u00eds conta com quase um milh\u00e3o de pessoas sem acesso a um servi\u00e7o de energia.<br>O mapa da IDSC (\u00cdndice de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel das Cidades) mostra os<br>domic\u00edlios com acesso \u00e0 energia el\u00e9trica no Brasil, com a cor vermelha representando que<br>ainda existem muitos desafios na regi\u00e3o e o verde indicando um alto \u00edndice de acesso. O<br>maior investimento no quesito energia est\u00e1 concentrado nas regi\u00f5es Sul e Sudeste. A<br>consequ\u00eancia desse maior investimento nas regi\u00f5es mais industrializadas \u00e9 vis\u00edvel no mapa,<br>no qual a Regi\u00e3o Norte aparece de maioria na cor vermelha, representando grandes desafios<br>enfrentados pela regi\u00e3o. A regi\u00e3o Norte tem sua grande parte coberta pela Floresta<br>Amaz\u00f4nica, predominando as zonas rurais e comunidades ribeirinhas, o que torna mais dif\u00edcil<br>o acesso \u00e0 instala\u00e7\u00e3o dos recursos necess\u00e1rios, mas n\u00e3o justifica a falta de acesso desses<br>moradores a um recurso b\u00e1sico.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"977\" height=\"856\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4382\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image.jpg 977w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-300x263.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-768x673.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 977px) 100vw, 977px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>A cor vermelha representa quem ainda n\u00e3o tem acesso \u00e0 energia el\u00e9trica<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro mapa do IDSC mostra a situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade energ\u00e9tica do pa\u00eds. Diferente da falta de acesso \u00e0 energia, a vulnerabilidade energ\u00e9tica ocorre em situa\u00e7\u00f5es em que a energia est\u00e1 presente, mas n\u00e3o \u00e9 suficiente, confi\u00e1vel e adequada para garantir uma vida digna, ou seja, as pessoas t\u00eam acesso \u00e0 energia, mas de uma forma extremamente prec\u00e1ria. A Regi\u00e3o Norte se destaca outra vez, negativamente, no quesito de vulnerabilidade energ\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"835\" height=\"853\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4383\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-1.jpg 835w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-1-294x300.jpg 294w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-1-768x785.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 835px) 100vw, 835px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Novamente a regi\u00e3o Norte se destaca com acesso prec\u00e1rio \u00e0 energia<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um estudo da Climate Policy Initiative (CPI) mostra que quase um milh\u00e3o de pessoas vivem sem luz na regi\u00e3o da Amaz\u00f4nia, recebendo fornecimento em apenas algumas horas do dia, por meio de geradores, enquanto outros tr\u00eas milh\u00f5es de habitantes est\u00e3o fora do Sistema Interligado Nacional (SIN) e s\u00e3o abastecidos por usinas termel\u00e9tricas a \u00f3leo diesel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No ano de 2020, foi criado o programa Mais Luz para a Amaz\u00f4nia, pelo Minist\u00e9rio de Minas e Energia, com o objetivo de promover o acesso \u00e0 energia el\u00e9trica a regi\u00f5es remotas e \u00e1reas isoladas da Amaz\u00f4nia Legal que ainda n\u00e3o possuem um sistema de distribui\u00e7\u00e3o de energia. Apesar das grandes distribui\u00e7\u00f5es do programa, ele n\u00e3o apresenta multas caso as metas n\u00e3o sejam cumpridas nem possui fiscaliza\u00e7\u00e3o. Um ponto crucial que dificulta a expans\u00e3o dos beneficiados \u00e9 a pouca troca de intera\u00e7\u00f5es entre as empresas de distribui\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica e as comunidades, dificultando a solu\u00e7\u00e3o dos problemas enfrentados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pouco antes da COP30, que aconteceu no Par\u00e1 em 2025, a USP realizou um\u00a0 semin\u00e1rio intitulado \u201cUniversalizando o Acesso \u00e0 Energia El\u00e9trica na Amaz\u00f4nia Legal: Desafios e Solu\u00e7\u00f5es para Sistemas Isolados\u201d, em que o Instituto de Energia e Ambiente (IEMA) esteve presente. Temas de ajustes, pol\u00edticas p\u00fablicas e estrat\u00e9gias de universaliza\u00e7\u00e3o de energia foram debatidos. Pesquisador do IEMA, Vinicius Oliveira da Silva, falou sobre a import\u00e2ncia de pol\u00edticas p\u00fablicas nas comunidades da Amaz\u00f4nia e ressaltou a necessidade de acompanhar essas comunidades, nas quais o programa Mais Luz para a Amaz\u00f4nia apresenta dificuldades. Em uma de suas falas, Silva mostra a import\u00e2ncia do devido acesso \u00e0 energia: \u201cSem energia el\u00e9trica, crian\u00e7as em escolas ficam sem acesso \u00e0 merenda adequada, postos de sa\u00fade t\u00eam dificuldades em atender plenamente a popula\u00e7\u00e3o e produtores locais enfrentam problemas para&nbsp; preservar e comercializar seus alimentos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante o evento foi refor\u00e7ada a import\u00e2ncia de energias alternativas para atender as comunidades isoladas, como sistemas de energia fotovoltaica, mas\u00a0 sua realiza\u00e7\u00e3o depende de pol\u00edticas p\u00fablicas que assegurem a inclus\u00e3o social e a preserva\u00e7\u00e3o ambiental na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>\u00a0Energia hidrel\u00e9trica e suas contradi\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left wp-block-paragraph\">A principal fonte na matriz brasileira \u00e9 a hidrel\u00e9trica, que&nbsp; utiliza a for\u00e7a da \u00e1gua para gerar eletricidade de forma renov\u00e1vel e relativamente limpa. Apesar de ser considerada uma fonte renov\u00e1vel, tamb\u00e9m possui muitas limita\u00e7\u00f5es e pontos negativos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left wp-block-paragraph\">Com o aumento do consumo de energia no pa\u00eds ao longo dos anos, houve a necessidade de constru\u00e7\u00e3o de usinas hidrel\u00e9tricas ainda maiores e isso causa in\u00fameros impactos ambientais e sociais. Para a constru\u00e7\u00e3o de uma usina, \u00e9 necess\u00e1rio bloquear o fluxo natural da \u00e1gua de um rio com uma barragem e, nesse processo, muitas \u00e1reas s\u00e3o alagadas, fazendo com que haja perda de vegeta\u00e7\u00e3o e de biodiversidade do local. Nesse processo h\u00e1 a altera\u00e7\u00e3o do curso natural dos rios, a perda da flora e da fauna aqu\u00e1ticas e o aumento da polui\u00e7\u00e3o do rio.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4384\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image.jpeg 800w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-768x512.jpeg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-272x182.jpeg 272w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Sat\u00e9lite da NASA mostra o rio Xingu antes e depois da Usina de Belo Monte (Foto: Joshua Stevens | Observat\u00f3rio da NASA)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os impactos sociais se relacionam com as comunidades que vivem em volta ou em \u00e1reas pr\u00f3ximas ao rio. As construtoras das hidrel\u00e9tricas deixam de lado os povos tradicionais e quilombolas, que s\u00e3o obrigados a se deslocar do lugar no qual viveram em toda a vida, perdendo sua seguran\u00e7a alimentar e renda. Caso n\u00e3o o deixem, correm o risco de sofrer viol\u00eancia e de contrair doen\u00e7as transmitidas pela \u00e1gua.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Usina Hidrel\u00e9trica de Tucuru\u00ed, na qual Hilton Dur\u00e3o, quilombola do Quilombo Porto Alegre, no Baixo Tocantins, esteve no encontro \u201cHidrel\u00e9tricas: a solu\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica condenada pela crise clim\u00e1tica?\u201d, no painel da COP26. Ele relatou que, na \u00e9poca da instala\u00e7\u00e3o, mais de 30 mil pessoas foram expropriadas sem uma consulta pr\u00e9via e que agora essas mesmas pessoas precisam pagar um valor acima da m\u00e9dia pela energia. Outro exemplo \u00e9 a Usina de Belo Monte, em que comunidades tradicionais ficaram traumatizadas no per\u00edodo de sua constru\u00e7\u00e3o, que foi exposta pela m\u00eddia nacional e internacional. Com toda a exposi\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m protestos de ind\u00edgenas locais, foi impedida a constru\u00e7\u00e3o de uma nova usina hidrel\u00e9trica no rio Tapaj\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"620\" height=\"413\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-1.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4385\" style=\"width:753px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-1.jpeg 620w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-1-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-1-272x182.jpeg 272w\" sizes=\"(max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ind\u00edgenas protestam contra a constru\u00e7\u00e3o de uma usina hidrel\u00e9trica, a \u201cnova Belo Monte\u201d. Fonte: Lalo de Almeida\/Folhapress<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>Consumo de energias sustent\u00e1veis no Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><\/strong>Apesar de dois ter\u00e7os da energia do Brasil vir das hidrel\u00e9tricas, a conscientiza\u00e7\u00e3o e o consumo de energias limpas v\u00eam aumentando ao longo dos anos, colocando perspectivas para a redu\u00e7\u00e3o da depend\u00eancia da energia hidrel\u00e9trica. Isso est\u00e1 alinhado \u00e0 busca de valores menores na conta de luz e tamb\u00e9m \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Balan\u00e7o Energ\u00e9tico Nacional de 2025, foi divulgado que no setor residencial brasileiro cerca de 71,8% veio de fontes renov\u00e1veis, com grande parte vindo da energia solar. Al\u00e9m do setor residencial, o setor industrial tamb\u00e9m apresentou diminui\u00e7\u00e3o no uso de energias f\u00f3sseis em favor da energia solar. O Brasil \u00e9 um pa\u00eds extremamente apto ao consumo dessa energia, j\u00e1 que possui abund\u00e2ncia no quesito solar, e as empresas e a popula\u00e7\u00e3o v\u00eam percebendo isso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na regi\u00e3o Sul, a Creluz, uma cooperativa de energia, tamb\u00e9m incentiva as energias renov\u00e1veis e&nbsp; investe em usinas hidrel\u00e9tricas pr\u00f3prias, que s\u00e3o menores e causam um menor impacto ambiental. Nos \u00faltimos anos, a empresa tem desenvolvido usinas solares fotovoltaicas, al\u00e9m de construir eletropostos para os carros el\u00e9tricos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No programa \u201cMais Luz para Amaz\u00f4nia\u201d, cerca de 78 domic\u00edlios com 400 pessoas foram beneficiados com a energia solar. Habitantes que antes tinham apenas 2 horas de energia por dia e n\u00e3o conseguiam refrigerar seus alimentos e \u00e1gua durante muito tempo. Agora, os moradores relatam que com a instala\u00e7\u00e3o da energia solar em suas resid\u00eancias, podem usar ventiladores e televis\u00e3o, e o uso da geladeira n\u00e3o \u00e9 mais um problema. Al\u00e9m disso, conseguiram montar pequenos neg\u00f3cios, como mercadinhos e vendas de peixes, que aumentaram a renda de grande parte dos moradores.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-2-1024x576.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4386\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-2-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-2-300x169.jpeg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-2-768x432.jpeg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-2-1536x864.jpeg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/813\/2026\/09\/image-2.jpeg 1600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">As resid\u00eancias do munic\u00edpio de Manacapuru contam com placas de energia solar.\u00a0 Fonte: Amazonas Energia.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Por Luiza Abreu<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Fontes consultadas:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/energiaeambiente.org.br\/as-vesperas-da-cop-30-iema-discute-acesso-a-energia-eletrica-na-amazonia-em-evento-da-usp-20251023\">\u00c0s v\u00e9speras da COP 30, IEMA discute acesso a energia el\u00e9trica na Amaz\u00f4nia em evento da USP<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/energiaeambiente.org.br\/a-dependencia-de-hidreletricas-pode-ser-um-risco-para-o-brasil-mostra-painel-na-cop26-20211108\">A depend\u00eancia de hidrel\u00e9tricas pode ser um risco para o Brasil, mostra painel na COP26<\/a>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2016\/10\/10\/documentario-mostra-impactos-da-hidreletrica-de-belo-monte-para-populacao-local\/\">Document\u00e1rio mostra impactos da Hidrel\u00e9trica de Belo Monte para popula\u00e7\u00e3o local | Brasil de Fato<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mme\/pt-br\/assuntos\/noticias\/uso-de-energia-limpa-cresce-nas-residencias-do-brasil\">P\u00e1gina Inicial \u2014 Minist\u00e9rio de Minas e Energia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/website.amazonasenergia.com\/destaques\/programa-mais-luz-para-a-amazonia-gera-renda-em-comunidade-isolada\/\">Programa \u201cMais Luz para a Amaz\u00f4nia\u201d gera renda em comunidade isolada | \u00c2mbar Energia<\/a>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left wp-block-paragraph\"><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ODS 7 da ONU tem como objetivo garantir acesso \u00e0 energia barata, confi\u00e1vel,sustent\u00e1vel e renov\u00e1vel para todos, mas vemos esse objetivo cada vez mais distante, j\u00e1 queapenas pa\u00edses de Primeiro Mundo t\u00eam quase 100% de sua popula\u00e7\u00e3o com acesso \u00e0 energia.O Brasil \u00e9 um pa\u00eds em que cerca de 99,8% da popula\u00e7\u00e3o tem acesso [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9603,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[349,355,285],"class_list":["post-4381","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-movimentacao","tag-agencia","tag-destaques","tag-ufsm-fw"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/integra\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4381","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/integra\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/integra\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/integra\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9603"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/integra\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4381"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/integra\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4381\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/integra\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4381"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/integra\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4381"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/integra\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4381"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}