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				<title>O CÉU NÃO É O LIMITE</title>
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				<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 20:30:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[29ª Edição]]></category>
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						<description><![CDATA[Conheça a engenheira eletricista Raíssa Raimundo da Silva, egressa do curso de Engenharia Elétrica e atualmente doutoranda da UFSM que trabalha com carros voadores]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Para escutar o áudio da reportagem, clique abaixo:</p>
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<figure><audio controls src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2024/07/Prisley-Zuse-O-ceu-nao-e-o-limite.mp3"></audio></figure>
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										<figure>
										<img width="271" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2024/07/fe81eaa83c4e422d9361ceda116a6c4cpj7xlTjy4KrtKUon-1-271x300.jpeg" alt="A .TXT conversou com a engenheira para entender um pouco mais sobre sua carreira na pesquisa acadêmica e como isso a guiou para os carros voadores. .TXT: Como iniciou sua jornada acadêmica? Raíssa: Na pesquisa, eu comecei na iniciação científica durante a graduação. Sempre me interessou pesquisar e compreender mais sobre diversos assuntos, essa vida de buscar artigos. Atualmente o meu intuito com a pesquisa é mais de aprender, pois eu voltei para a indústria. Na área que estou trabalhando hoje, de desenvolvimento de motores para os carros voadores, tudo é novidade. Então qualquer publicação ou informação é valiosa. A gente está sempre lendo em busca de soluções para essas novas tecnologias. .TXT: O seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Engenharia Elétrica foi focado em energia solar. Como foi a migração para motores elétricos? Raíssa: A energia solar sempre fez meus olhos brilharem. Eu gostava muito da parte de sistemas elétricos de potência, que é essa parte de geração de e distribuição de energia, principalmente a parte das usinas. Eu queria trabalhar nessa área e estava procurando empregos. Porém a vida foi me levando pra outro lado, naturalmente. Eu fiz estágio na NASA, que é engenharia aeroespacial, e também na WEG Motores, na área de motores elétricos, e eu curti muito. Isso foi muito importante, de ir migrando, pois assim fui testando várias áreas. No final da graduação, quem me contratou foi uma empresa de São Paulo chamada SEW-Eurodrive, que é uma concorrente da WEG. .TXT: No mestrado, o título da sua dissertação foi “Detecção de barras interrompidas em rotores de motores de indução por meio de um método de subespaços para identificação de sistemas e algoritmos classificadores”. Como você explica a importância dessa pesquisa? Raíssa: A pesquisa em si é para detecção de falhas em motores elétricos com um algoritmo que determina a falha a partir da corrente do motor. Ou seja, através da corrente que passa no motor, podemos extrair informações sobre o estado dele, como se fosse um monitoramento da saúde do motor. Se o motor está bem, vai apresentar uma corrente de uma forma, se o motor tem alguma falha, na corrente vão ser apresentadas características que mostram que existe um problema. .TXT: Qual sua área de estudo atualmente no doutorado? Raíssa: No doutorado, decidi mudar um pouco o foco da pesquisa. Eu juntei os dois estágios que tive na graduação, na área aeroespacial e na área elétrica. O meu doutorado é sobre controle de motores para carros voadores, é uma área muito nova e eu ainda estou na parte teórica, em busca de literaturas e novos artigos. A fabricação de motores para a aviação é um outro mundo, são motores com bastante detalhes e especificidades. Bem mais complexo do que a gente trabalhar no motor industrial e eu me encantei por aquilo, né? .TXT: Pode nos contar sobre seu atual trabalho, na Eve Air Mobilty, que envolve um projeto de carros voadores? Raíssa: Hoje eu trabalho no desenvolvimento de motores para carros voadores. A previsão é que em 2026 sejam lançados os primeiros. A gente fala carros voadores por ser um nome mais simples, mas eles também são conhecidos como eVTOL (sigla em inglês para veículo elétrico de pouso e decolagem vertical). Eles são muito parecidos com helicópteros, mas eles são veículos silenciosos e completamente elétricos, então eles podem fazer voos mais baixos. O propósito é realmente que eles possam desafogar um pouco o trânsito nas grandes cidades, ofertando esse serviços como Uber para a população. A Eve Air Mobilty, que é uma empresa da Embraer, entrou em contato comigo pelo Linkedin para fazer uma entrevista. Era algo que eu não estava esperando agora, minha expectativa era terminar o doutorado para depois voltar para a indústria, mas passei na entrevista e aqui estou." />											<figcaption>Ilustração de Raíssa Raimundo da Silva | Ilustração: Pedro Pagnossin</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Com o sonho de conhecer o mundo, Raíssa Raimundo da Silva aprendeu a falar a língua inglesa sozinha. A vontade de ir além das fronteiras brasileiras é o gás que move a gaúcha até hoje. Desde pequena se mostrou uma criança curiosa e apaixonada pelas artes, com sonhos que fizeram a santa-mariense ter objetivos grandes, porém nunca impossíveis. </p>
<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Aos 10 anos, ganhou do pai um dicionário da Turma da Mônica em inglês, que tinha um CD. O livro ilustrado se tornou seu melhor amigo e a fizeram se interessar pelo idioma. Falar inglês  era a diversão da pequena sonhadora, tanto que uma de suas metas passou a ser conhecer o mundo. </p>
<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Com a fluência na língua inglesa, Raíssa teve uma certeza: queria  ser professora. Mas os planos mudaram quando passou no Politécnico e no Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM). De última hora, ela seguiu o curso integrado em Eletrotécnica e assim nasceu a paixão pela engenharia elétrica. Hoje doutoranda, ela afirma que a preocupação com a aprendizagem dos alunos foi o ponto principal para se apaixonar pela eletricidade, por mais desafiador que pareça ser. </p>
<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A escolha da graduação foi uma consequência. Em 2011, Raíssa ingressou no curso de Engenharia Elétrica da UFSM. Desde o início,  se envolveu em pesquisas e projetos. Sua maior paixão durante a graduação foram os tópicos sobre energia solar. Entretanto, o intercâmbio para os Estados Unidos mudou tudo. Mesmo depois de procurar empregos na área de energia solar, a vida conduziu a pesquisadora para outras áreas, como a indústria aeroespacial. </p>
<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em 2013 e 2014, a acadêmica realizou o sonho de conhecer os Estados Unidos e embarcou em seu maior desafio. A gaúcha fez parte de um dos primeiros grupos de brasileiros do Programa Ciências Sem Fronteiras e foi para a Universidade Católica da América, em Washington D.C.. Durante a estadia na capital norte-americana, teve a oportunidade de estagiar por nove meses na Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA).</p>
<p> </p>		
			<h4>NASA<br></h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A NASA selecionou dez universidades americanas para participar de um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento no mesmo período em que Raíssa fazia intercâmbio pelo Ciências Sem Fronteiras. A instituição onde a gaúcha estudava, em Washington D.C., foi selecionada para o estágio. Eram apenas duas vagas e a santa-mariense ocupou uma delas. </p>
<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Raíssa conta que cogitou não se inscrever por causa da paixão pela energia solar. Porém, ela mudou de ideia porque muitos estudantes se inscreveram.. Para a menina que aprendeu inglês sozinha, estar na NASA parecia um sonho. Raíssa acredita que ter o curso técnico do CTISM foi um diferencial no currículo, a ponto de ser elogiada por um dos engenheiros responsáveis. </p>
<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O estágio permitiu que portas fossem abertas para outras oportunidades  e inclusive inspirou a investigação de doutorado, que tem uma linha de pesquisa na Engenharia Aeroespacial. </p>		
			<h4><br>Carreira profissional e pós graduação</h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Raíssa também estagiou nas empresas WEG Motores WEG Energia, em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, na área de motores elétricos. Durante a graduação, a gaúcha caminhou entre as diversas áreas do curso, porém com foco em energia solar. Ao começar procurar empregos, recebeu a oportunidade de trabalhar na SEW-Eurodrive, onde ficou por cinco anos. Com isso, a pesquisadora descobriu que motores elétricos também eram sua paixão. </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Mesmo na indústria, ela não deixou os estudos de lado. Em 2020, ingressou no Mestrado em Engenharia Elétrica na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Sua  <a href="https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UNICAMP-30_c6388db571c7338b8af5f297b0b93dda" target="_blank" rel="noopener">dissertação </a>foi uma pesquisa sobre a detecção de falhas em motores elétricos a partir de um algoritmo criado para identificá-las por meio da análise da corrente elétrica. </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Depois de finalizar o mestrado, Raíssa continuou com o doutorado na Unicamp, porém o vento norte a trouxe de volta à UFSM. Ela demorou para achar um caminho para a pesquisa. Depois de alinhar com o orientador, definiu a investigação da tese na área de controle de motores para carros voadores. Por ser um campo novo, a pesquisadora está nos momentos iniciais do estudo e em busca de artigos sobre o assunto. A tese é o resultado da união dos dois estágios que Raíssa teve a oportunidade de fazer durante a graduação.</p>
<p> </p>
<p>Meses atrás, a doutoranda participou de uma entrevista para trabalhar com carros voadores. Voltar para a indústria não estava nos planos atuais da pesquisadora, mas ela não perdeu a oportunidade de fazer parte de algo que vai mudar o mundo da engenharia. Atualmente, Raíssa íntegra o time da<a style="font-size: 1rem;font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );text-align: justify" href="https://www.eveairmobility.com/" target="_blank" rel="noopener"> Eve Air Mobilty</a>, uma empresa da Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica), que projeta os carros voadores, ou eVTOL (sigla em inglês para veículo elétrico de pouso e decolagem vertical), como são chamados. A previsão de lançamento dos primeiros modelos é para 2026. </p>
<p>A santa-mariense foi motivada a desenvolver motores elétricos para aviação pelo desafio, pois como explicou, eles têm características bem específicas, o que os diferencia de um motor industrial. Um exemplo está no peso: um motor comum pesa em torno de 400 kg, enquanto o motor para aviação tem que pesar por volta de 20 kg - e com a mesma potência para conseguir voar. </p>
<p> </p>		
			<h3><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Entrevista</p></h3>		
			<h4>Pesquisa além dos portões da universidade</h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A .TXT conversou com a engenheira para entender um pouco mais sobre sua carreira na pesquisa acadêmica e como isso a guiou para os carros voadores. </p>
<p><b id="docs-internal-guid-44d49ac7-7fff-e9ff-18d3-f4c6054b9dd9" style="font-weight: normal"> </b></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">.TXT: Como iniciou sua jornada acadêmica? </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Raíssa: Na pesquisa, eu comecei na iniciação científica durante a graduação. Sempre me interessou pesquisar e compreender mais sobre diversos assuntos, essa vida de buscar artigos. Atualmente o meu intuito com a pesquisa é mais de aprender, pois eu voltei para a indústria. Na área que estou trabalhando hoje, de desenvolvimento de motores para os carros voadores, tudo é novidade. Então qualquer publicação ou informação é valiosa. A gente está sempre lendo em busca de soluções para essas novas tecnologias.  </p>
<p><b style="font-weight: normal"> </b></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">.TXT: O seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Engenharia Elétrica foi focado em energia solar. Como foi a migração para motores elétricos? </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Raíssa: A energia solar sempre fez meus olhos brilharem. Eu gostava muito da parte de sistemas elétricos de potência, que é essa parte de geração de e distribuição de energia, principalmente a parte das usinas. Eu queria trabalhar nessa área e estava procurando empregos. Porém a vida foi me levando pra outro lado, naturalmente. Eu fiz estágio na NASA, que é engenharia aeroespacial, e também na WEG Motores, na área de motores elétricos, e eu curti muito. Isso foi muito importante, de ir migrando, pois assim fui testando várias áreas. No final da graduação, quem me contratou foi uma empresa de São Paulo chamada SEW-Eurodrive, que é uma concorrente da WEG.</p>
<p><b style="font-weight: normal"> </b></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">.TXT: No mestrado, o título da sua dissertação foi “Detecção de barras interrompidas em rotores de motores de indução por meio de um método de subespaços para identificação de sistemas e algoritmos classificadores”. Como você explica a importância dessa pesquisa?</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Raíssa: A pesquisa em si é para detecção de falhas em motores elétricos com um algoritmo que determina a falha a partir da corrente do motor. Ou seja, através da corrente que passa no motor, podemos extrair informações sobre o estado dele, como se fosse um monitoramento da saúde do motor. Se o motor está bem, vai apresentar uma corrente de uma forma, se o motor tem alguma falha, na corrente vão ser apresentadas características que mostram que existe um problema.</p>
<p><b style="font-weight: normal"> </b></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">.TXT: Qual sua área de estudo atualmente no doutorado?</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Raíssa: No doutorado, decidi mudar um pouco o foco da pesquisa. Eu juntei os dois estágios que tive na graduação, na área aeroespacial e na área elétrica. O meu doutorado é sobre controle de motores para carros voadores, é uma área muito nova e eu ainda estou na parte teórica, em busca de literaturas e novos artigos. A fabricação de motores para a aviação é um outro mundo, são motores com bastante detalhes e especificidades. Bem mais complexo do que a gente trabalhar no motor industrial e eu me encantei por aquilo, né? </p>
<p><b style="font-weight: normal"> </b></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">.TXT: Pode nos contar sobre seu atual trabalho, na Eve Air Mobilty, que envolve um projeto de carros voadores?</p>
<p> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Raíssa: Hoje eu trabalho no desenvolvimento de motores para carros voadores. A previsão é que em 2026 sejam lançados os primeiros. A gente fala carros voadores por ser um nome mais simples, mas eles também são conhecidos como eVTOL (sigla em inglês para veículo elétrico de pouso e decolagem vertical). Eles são muito parecidos com helicópteros, mas eles são veículos silenciosos e completamente elétricos, então eles podem fazer voos mais baixos. O propósito é realmente que eles possam desafogar um pouco o trânsito nas grandes cidades, ofertando esse serviços como Uber para a população. A Eve Air Mobilty, que é uma empresa da Embraer, entrou em contato comigo pelo Linkedin para fazer uma entrevista. Era algo que eu não estava esperando agora, minha expectativa era terminar o doutorado para depois voltar para a indústria, mas passei na entrevista e aqui estou. </p>		
		<p><strong>Reportagem: </strong>Prisley Severo Zuse</p>
<p><strong>Contato: </strong>prisley.zuse@acad.ufsm.br</p>]]></content:encoded>
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