{"id":33,"date":"2010-10-03T17:16:12","date_gmt":"2010-10-03T20:16:12","guid":{"rendered":"http:\/\/w3.ufsm.br\/revistatxt\/?page_id=33"},"modified":"2019-08-16T17:09:09","modified_gmt":"2019-08-16T20:09:09","slug":"perfil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2010\/10\/03\/perfil","title":{"rendered":"Marjorie, mulher"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\">Jean M. Senhorinho \u2013 <a href=\"mailto:jeansenhorinho@hotmail.com\">jeansenhorinho@hotmail.com<\/a><br \/>\nGuilherme da Silva Gran\u00eaz \u2013 <a href=\"mailto:guilherme.granez@hotmail.com\">guilherme.granez@hotmail.com<\/a><br \/>\nRonei Bueno da Cruz \u2013 <a href=\"mailto:roneidacruz@gmail.com\">roneidacruz@gmail.com<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Com uma voz suave, por\u00e9m marcante, a estudante do Curso de Hist\u00f3ria da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e tamb\u00e9m fundadora do Movimento Feminista da UFSM \u2013 o Coletivo de Mulheres -, Marjorie Edianez dos Santos G\u00f6ttert, 22 anos, levanta as bandeiras da igualdade e do eco-socialismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Ciente do hist\u00f3rico de opress\u00e3o das mulheres, Marjorie ressalta a import\u00e2ncia que as mulheres devem ter para buscar o seu espa\u00e7o na sociedade para que as diversidades sejam respeitadas e um meio mais igualit\u00e1rio possa ser alcan\u00e7ado.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>O movimento feminista<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Conforme a estudante, a m\u00eddia tamb\u00e9m atua na cria\u00e7\u00e3o de um estere\u00f3tipo feminino, havendo, na sua avalia\u00e7\u00e3o, uma for\u00e7a opressora por parte dos meios de comunica\u00e7\u00e3o. \u201cPor\u00e9m, quando a mulher resolve libertar-se e quebrar essa opress\u00e3o, ela se encontra com o Coletivo de Mulheres. Surge uma nova consci\u00eancia e as mulheres se sentem mais aut\u00f4nomas, sabem do que est\u00e3o falando, sentem-se mais firmes e conhecem mais sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Entretanto, o movimento nem sempre \u00e9 bem visto pelas pr\u00f3prias mulheres, o que resulta em mais um obst\u00e1culo a ser contornado. Para evitar esse tipo de vis\u00e3o o movimento busca demonstrar o verdadeiro objetivo do grupo: lutar pela igualdade entre homens e mulheres.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>A luta pela igualdade<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">A oportunidade de ingressar nessa luta surgiu ainda em Santa Cruz do Sul, sua cidade natal, em que Marjorie&nbsp; chegou a cursar&nbsp; psicologia na Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). Foi l\u00e1 que conheceu participantes do Diret\u00f3rio Central dos Estudantes (DCE) que integravam uma r\u00e1dio comunit\u00e1ria. Conversando com o grupo, a acad\u00eamica obteve acesso aos movimentos sociais e pol\u00edticos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">H\u00e1 tr\u00eas anos, veio para Santa Maria e, a partir da sua experi\u00eancia com grupos feministas, articulou as bases do Coletivo de Mulheres. Como fundadora do Coletivo de Mulheres, Marjorie acredita n\u00e3o ser uma pe\u00e7a insubstitu\u00edvel, mas afirma sentir-se parte do grupo.&nbsp; \u201cN\u00e3o \u00e9 s\u00f3 um do grupo que constr\u00f3i ou sabe das coisas e sim o todo do grupo que tem a capacidade de lutar por direitos, ou seja, todos s\u00e3o essenciais\u201d afirma.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jean M. 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