{"id":3809,"date":"2023-07-13T09:00:37","date_gmt":"2023-07-13T12:00:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/?p=3809"},"modified":"2023-07-18T11:57:25","modified_gmt":"2023-07-18T14:57:25","slug":"raizes-que-contam-historias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2023\/07\/13\/raizes-que-contam-historias","title":{"rendered":"RA\u00cdZES QUE CONTAM HIST\u00d3RIAS"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-3-1024x683.jpg\" alt=\"Fotografia horizontal e colorida  de quatro pessoas de pele branca, em p\u00e9 em frente a uma casa velha de madeira. S\u00e3o duas mulheres no centro, e dois homens, um em cada extremidade. Eles sorriem levemente. No lado esquerdo est\u00e1 o Senhor Darci, de pele clara, estatura m\u00e9dia e com aproximadamente 60 anos. Ele veste uma camisa gola polo preta, uma cal\u00e7a jeans escura e usa um chap\u00e9u de palha. Ele est\u00e1 de m\u00e3os dadas com Dona Maria, que est\u00e1 ao seu lado. Ela tem pele clara, estatura m\u00e9dia e com aproximadamente 60 anos. Tem cabelos brancos presos em rabo de cavalo. Ela veste uma camiseta preta com uma estampa da logo do \u201cFeir\u00e3o Colonial\u201d e uma leggin preta. Ao seu lado, est\u00e1 Ana Paula, mulher de pele clara, com cabelo castanho escuro preso em rabo de cavalo, estatura m\u00e9dia e com aproximadamente 30 anos. Ela veste camiseta e leggin pretas. Por \u00faltimo, ao seu lado, est\u00e1 Jefferson, um homem de pele clara, estatura alta, e com aproximadamente 30 anos. Ele usa um bon\u00e9 verde escuro, veste camiseta e bermuda pretas. Jefferson est\u00e1 com a m\u00e3o esquerda no bolso da bermuda. Atr\u00e1s deles, a casa de madeira, que \u00e9 de cor branca envelhecida e tem telhado de zinco. Ao fundo da imagem e acima da casa, est\u00e1 o topo de algumas \u00e1rvores em tons de verde e laranja. O ch\u00e3o \u00e9 de terra.\" class=\"wp-image-3822\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-3-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-3-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-3-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-3-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-3-272x182.jpg 272w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-3.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fam\u00edlia da tenda Silveira e Souza. Seu Darci, dona Maria, Ana Paula e Jeferson, respectivamente. | Foto: Gabriel Barros<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Uma casinha de madeira em meio a duas constru\u00e7\u00f5es de tijolos, rodeada de galp\u00f5es e uma vida inteira aos fundos: as planta\u00e7\u00f5es. Localizada no interior de Arroio Grande, distrito de Santa Maria, a fam\u00edlia de produtores da tenda Silveira e Souza abre suas portas para a .TXT. Recepcionadas pela agricultora Maria Zorzella e sua fam\u00edlia, acompanhamos um dia de prepara\u00e7\u00e3o e colheita para a Polifeira do Agricultor.<\/p>\n\n\n\n<p>Dona Maria e seus tr\u00eas c\u00e3es nos levam para conhecer a planta\u00e7\u00e3o familiar. Atr\u00e1s da casa de madeira, estendem-se mais de 30 variedades de \u00e1rvores frut\u00edferas, algumas vindas de fora do Rio Grande do Sul. Do a\u00e7a\u00ed \u00e0 seriguela, do urucum \u00e0 laranja cidra, p\u00e9s de cravo, mudas de mini-abacaxi, avel\u00e3.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme avan\u00e7amos, ouvimos o estalar das folhas no ch\u00e3o e o cantar dos p\u00e1ssaros. Borboletas voam ao nosso redor e os beija-flores trabalham na&nbsp; poliniza\u00e7\u00e3o das flores. A agricultora nos guia at\u00e9 a estufa de cactos e mostra com orgulho as diferentes esp\u00e9cies cultivadas &#8211; mais um diferencial dos comerciantes.&nbsp; Depois, seguimos em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 horta para acompanhar a colheita das hortali\u00e7as e verduras. Couve, br\u00f3colis, alface, repolho e cenoura s\u00e3o alguns dos produtos que ainda est\u00e3o na terra mas que, no dia seguinte, estariam na Avenida Roraima para serem vendidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto seu filho Jeferson e seu esposo Darci colhem os alimentos, com um corte r\u00e1pido e preciso na raiz, dona Maria nos conta da preocupa\u00e7\u00e3o com o clima. Os per\u00edodos de seca dificultaram o crescimento do hortifrutti, ao mesmo tempo em que as chuvas intensas destru\u00edram verduras e legumes. O coordenador da Polifeira do Agricultor, Gustavo Pinto, tamb\u00e9m falou sobre o problema que impede produtores de participar da feira: \u201cEstamos com poucos feirantes porque v\u00e1rios n\u00e3o t\u00eam o que comercializar. N\u00e3o tem \u00e1gua nem para beber na propriedade deles. Os a\u00e7udes, os reservat\u00f3rios de \u00e1gua, a maioria est\u00e1 seco\u201d, lamenta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Maria Zorzella Souza, agricultora h\u00e1 mais de 40 anos, participa da Polifeira desde a sua cria\u00e7\u00e3o, em 2016. Foi convidada por Andr\u00e9 Raddatz, feirante que incentivou Gustavo a formar a feira. Desde ent\u00e3o, ela e Darci fazem parte do projeto. H\u00e1 um ano, seu filho Jeferson e a esposa Ana Paula tamb\u00e9m passaram a fazer parte da iniciativa. Devido \u00e0s consequ\u00eancias da seca, somente Jeferson e Ana Paula t\u00eam ido vender os produtos na avenida Roraima e em frente ao planet\u00e1rio da UFSM.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>M\u00e3o de obra familiar<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Todas as etapas, desde o plantio \u00e0 colheita, somados aos produtos caseiros feitos por Ana Paula, s\u00e3o realizadas pela fam\u00edlia. Eles prezam pela m\u00e3o de obra familiar, uma das principais exig\u00eancias da Polifeira. \u201cA feira \u00e9 para agricultores familiares, o p\u00fablico priorit\u00e1rio \u00e9 esse. Eles podem vender de vizinhos, desde que seja da nossa regi\u00e3o ou algum produto que n\u00e3o tenha por aqui, como o arroz org\u00e2nico\u201d, comenta Gustavo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Devido ao potencial de 30 mil pessoas que passam todos os dias pelo campus, a Polifeira inicialmente foi pensada como oportunidade de gerar renda para os produtores. Com o tempo, percebeu-se que tamb\u00e9m permite seguran\u00e7a alimentar para os consumidores em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 origem do produto. Isso porque o projeto controla a rastreabilidade, quem e como produz. \u201cA feira passa a ser voltada do agricultor para o consumidor. E, nos \u00faltimos anos, j\u00e1 vejo ela com papel de debater criticamente quest\u00f5es alimentares\u201d, conclui o coordenador.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sem agrot\u00f3xico<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A fam\u00edlia Silveira e Souza trabalha com o conceito de alimento saud\u00e1vel. A preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 produzir mercadorias de qualidade que respeitem os processos naturais, sem uso de agrot\u00f3xicos. \u201c\u00c9 como o Darci diz: para saber o que come, \u00e9 s\u00f3 o que a gente planta, porque nada tu vai comer sem agrot\u00f3xico. N\u00e3o adianta, tudo que vem de fora, vem com agrot\u00f3xico\u201d, observa Maria.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Gustavo, colocar a quest\u00e3o alimentar em discuss\u00e3o no espa\u00e7o universit\u00e1rio \u00e9 uma oportunidade para entender os objetivos do desenvolvimento sustent\u00e1vel. Dessa forma, a Polifeira prova ser mais do que um simples com\u00e9rcio ao valorizar os princ\u00edpios do alimento natural produzido pelo agricultor na regi\u00e3o central do estado.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme os \u00faltimos alimentos s\u00e3o recolhidos, Dona Maria fala sobre o apoio que os produtores recebem do projeto. Profissionais agr\u00f4nomos e cursos s\u00e3o oferecidos para os feirantes. Para ela, todo esse conhecimento \u00e9 uma das grandes vantagens da Polifeira.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Constru\u00e7\u00e3o de ra\u00edzes<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A colheita do dia dura cerca de uma hora. Seu Darci, com chap\u00e9u de palha, e Jeferson, de p\u00e9s descal\u00e7os e embarrados, come\u00e7am a carregar os caixotes com as hortali\u00e7as at\u00e9 a caminhonete. Como a propriedade \u00e9 extensa, n\u00e3o teria como carregar um a um at\u00e9 o galp\u00e3o para serem higienizados. Seguimos o caminho de volta a p\u00e9 com a agricultora. Durante o percurso, ela nos fala sobre outro benef\u00edcio proporcionado pelo projeto: os v\u00ednculos criados com o p\u00fablico. \u201cTu pega amizade. As pessoas v\u00eam direto onde a gente est\u00e1. Ent\u00e3o, \u00e9 como eu digo sempre, \u00e9 a conviv\u00eancia e saber como tratar as pessoas\u201d, conta Dona Maria.<\/p>\n\n\n\n<p>A Polifeira \u00e9 a \u00fanica fonte de renda da fam\u00edlia. Dona Maria revela que os melhores dias de vendas s\u00e3o dentro da UFSM &#8211; em que o suco de laranja, os hortifrutis e o geladinho fazem sucesso. Al\u00e9m disso, s\u00e3o vendidos escondidinhos, crepes, past\u00e9is e panquecas. Assim como eles, outras 30 fam\u00edlias s\u00e3o beneficiadas pelo projeto. Desde 2018, j\u00e1 foram comercializados mais de R$ 2,5 milh\u00f5es. \u201c\u00c9 muito dinheiro pensando numa feira dentro de um Campus Universit\u00e1rio\u201d, afirma Gustavo, que se impressiona com os altos n\u00fameros.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u201c\u00c9 brabo ser mulher\u201d<\/strong>&nbsp;<\/h4>\n\n\n\n<p>Depois de retornarmos \u00e0 frente da casa, nos acomodamos em cadeiras de praia sobre a grama verde. Nesse momento, tivemos a oportunidade de ouvir dona Maria e Ana Paula sobre as dificuldades de ser feirante. Ana Paula pontua os preconceitos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua idade. \u201cTem bastante discrimina\u00e7\u00e3o, principalmente ali na Roraima. Como sou eu que fa\u00e7o os escondidinhos e as panquecas, sempre acham que \u00e9 a m\u00e3e de Jefferson quem faz. Tipo, a Ana \u00e9 nova, n\u00e3o sabe fazer&#8230; \u00c9 brabo ser mulher\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outra situa\u00e7\u00e3o que elas vivenciam \u00e9 a queda do movimento durante as f\u00e9rias da Universidade. Nesse per\u00edodo, a Roraima se torna o principal ponto de vendas, onde n\u00e3o h\u00e1 energia el\u00e9trica para o uso de fritadeiras ou espremedores de frutas. Outro problema de infraestrutura \u00e9 a necessidade de montagem e desmontagem dos gazebos em dia de feira. Por isso, uma das metas da coordena\u00e7\u00e3o da Polifeira \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o de um lugar fixo.<\/p>\n\n\n\n<p>No fim da conversa, fomos surpreendidas por Ana Paula com duas bandejas de um delicioso bolo de chocolate. O ambiente \u00e9 preenchido pelo aroma, que ressalta o sentimento de afeto.&nbsp; Ap\u00f3s muitos ensinamentos e risadas, em meio a um entardecer dourado e cercadas pela serenidade da natureza, encerramos nossa visita \u00e0 propriedade. As duas mulheres compartilham conosco a import\u00e2ncia deste lugar na vida delas. \u201c\u00c9 uma escolha nossa. Acredito que teria outras coisas melhores. Talvez sim, talvez n\u00e3o. Mas a qualidade de vida que a gente tem aqui \u00e9 imensur\u00e1vel perto da qualidade de vida da cidade, sabe?&#8221;, comenta Ana Paula. E dona Maria ressalta: &#8220;N\u00e3o saio daqui por nada\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" data-id=\"3825\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-1-1024x683.jpg\" alt=\"Fotografia horizontal e colorida de dois homens em uma planta\u00e7\u00e3o de couve. Eles est\u00e3o de perfil, agachados, um de frente para o outro. Tem faixas et\u00e1rias distintas, e s\u00e3o pai e filho. Ambos t\u00eam pele branca e vestem camisetas pretas. Do lado esquerdo da imagem est\u00e1 o filho, homem jovem na faixa et\u00e1ria dos 30 anos. Tem cabelo preto e barba rala. Usa bon\u00e9 em tons de verde escuro e musgo, veste camiseta e bermuda pretas. No lado direito est\u00e1 o pai, um homem idoso na faixa et\u00e1ria dos 60 anos. Ele tem cabelos brancos e usa chap\u00e9u de palha dourado. Ele segura uma folha de couve na m\u00e3o esquerda, enquanto colhe outra folha com a m\u00e3o direita. . Ao fundo, a planta\u00e7\u00e3o de couve na cor verde escuro, a terra de cor marrom e algumas palhas de milho seco. \" class=\"wp-image-3825\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-1-272x182.jpg 272w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-1.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" data-id=\"3824\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-2-1024x683.jpg\" alt=\"Fotografia horizontal e colorida de Ana Paula, que segura uma forma inox com massas da cor amarela, envoltas em pl\u00e1stico transparente. Ana Paula tem pele branca, olhos grandes e pretos, rosto redondo, cabelos escuros e presos para tr\u00e1s. Ela usa um bon\u00e9 preto e veste camiseta verde da Polifeira sobre blusa de gola preta. Na camiseta da PoliFeira\u201d, em branco, h\u00e1 ilustra\u00e7\u00f5es de um queijo, uma folha de couve, um tomate, uma laranja,  um morango e um pote de geleia, ao lado do n\u00famero 4.  Ao fundo, parede de uma casa branca de alvenaria, em que h\u00e1 rachaduras. No lado esquerdo, na casa, janela gradeada em tom verde. Ao fundo da casa, uma \u00e1rvore e o c\u00e9u azul.\n\" class=\"wp-image-3824\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-2-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-2-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-2-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-2-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-2-272x182.jpg 272w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-2.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" data-id=\"3826\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-5-1024x683.jpg\" alt=\"Fotografia horizontal e colorida, em \u00e2ngulo fechado, de Dona Maria na prepara\u00e7\u00e3o da embalagem de um saco de bergamotas. . O foco est\u00e1 nas m\u00e3os de Dona Maria, que amarra um saco rede de bergamotas. Ela est\u00e1 sentada, e o recorte da fotografia pega as pernas na extremidade inferior e o tronco abaixo do pesco\u00e7o. Ela veste um moletom cinza claro com listras preta e branca na manga, e uma cal\u00e7a jeans de cor clara. Uma das m\u00e3os segura o saco de bergamotas e a outra aponta para o lado esquerdo da foto, em dire\u00e7\u00e3o a caixotes de feira nas cores azul, preto, vermelho e verde. Um dos caixotes verdes, no ch\u00e3o, est\u00e1 cheio de bergamotas verdes e laranjas.\" class=\"wp-image-3826\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-5-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-5-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-5-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-5-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-5-272x182.jpg 272w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-5.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" data-id=\"3827\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-6-1024x683.jpg\" alt=\"Fotografia horizontal e colorida de um homem branco, de estatura m\u00e9dia e cabelos brancos, de perfil esquerdo em meio a uma planta\u00e7\u00e3o de couve. Ele segura algumas folhas de couve pelas hastes, al\u00e9m de um fio branco, que circunda as plantas. Ele usa um chap\u00e9u de palha dourado e veste uma camisa gola polo preta e uma cal\u00e7a jeans clara. Na lateral de sua cal\u00e7a, est\u00e1 preso um ma\u00e7o de linhas brancas. Ao fundo da imagem, em desfoque, a planta\u00e7\u00e3o de couve na cor verde escura, um arbusto de pasto, cercas de troncos de madeira e troncos de \u00e1rvores de um bosque. \" class=\"wp-image-3827\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-6-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-6-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-6-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-6-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-6-272x182.jpg 272w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/polifeira-6.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\" \/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Conhe\u00e7a a Polifeira do Agricultor<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Todas \u00e0s ter\u00e7as, das 7h \u00e0s 12h30, na Avenida Roraima. Nas quintas, no Largo do&nbsp; Planet\u00e1rio da UFSM, das 12h&nbsp; \u00e0s 17h30.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Reportagem: <\/strong>Maria Francisca de Mello, Mariana Rodrigues e Samara Debiasi<br><strong>Contato:<\/strong> <em><a href=\"mailto:m%61%72%69%61f%72%61nc%69%73%63a%6dello%32%34@%67ma%69l%2e%63%6fm\">mariafranciscamello24@gmail.com<\/a> \/  <a href=\"mailto:mariana.rodrigues@acad.ufsm.br\">mariana.rodrigues@acad.ufsm.br<\/a> \/ <a href=\"mailto:%73a%6d%61ra%2e%64%65%62%69%61%73%69@%61cad.u%66%73%6d%2e%62%72\">samara.debiasi@acad.ufsm.br<\/a><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para al\u00e9m das tendas da Polifeira do Agricultor, uma fam\u00edlia de trabalhadores rurais encontra sustento e um futuro f\u00e9rtil por meio dos alimentos<\/p>\n","protected":false},"author":6330,"featured_media":3822,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[358,360],"tags":[262,268,390,370,263,389],"class_list":["post-3809","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-28a-edicao","category-comunidade-28a-edicao","tag-txt","tag-comunidade","tag-agricultura","tag-ed28","tag-jornalismo","tag-polifeira"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3809","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6330"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3809"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3809\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3822"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3809"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3809"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3809"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}