{"id":3811,"date":"2023-07-22T09:00:44","date_gmt":"2023-07-22T12:00:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/?p=3811"},"modified":"2023-07-30T11:53:18","modified_gmt":"2023-07-30T14:53:18","slug":"sustentabilidade-para-um-mundo-melhor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2023\/07\/22\/sustentabilidade-para-um-mundo-melhor","title":{"rendered":"SUSTENTABILIDADE PARA UM MUNDO MELHOR"},"content":{"rendered":"\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio de 2023 feito pelo Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IPCC), h\u00e1 mais de 50% de chance da temperatura global atingir &#8211; ou ultrapassar &#8211; 1,5\u00baC at\u00e9 2040. Al\u00e9m disso, a maior causa da crise clim\u00e1tica \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis f\u00f3sseis, junto ao carv\u00e3o e ao carbono.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, \u00e9 de extrema import\u00e2ncia que alternativas para as fontes poluentes sejam criadas. Exemplos disso podem ser vistos nos estudos desenvolvidos na UFSM, uma institui\u00e7\u00e3o com mais de 200 projetos que apresentam solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis por meio da pesquisa cient\u00edfica. Entre eles est\u00e3o iniciativas que buscam substitutos para o pl\u00e1stico, como uma embalagem \u00e0 base de col\u00e1geno e \u00f3leos essenciais, um herbicida que reduz o uso de agrot\u00f3xicos, e uma pesquisa sobre a meliponicultura &#8211; pr\u00e1tica de cria\u00e7\u00e3o das abelhas sem ferr\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/1-5-1024x576.jpg\" alt=\"Fotografia horizontal e colorida de uma mulher de p\u00e9 em um laborat\u00f3rio. Ela sorri, tem pele branca, rosto redondo, olhos escuros e cabelos lisos, compridos e na cor loiro escuro. Usa \u00f3culos de grau com arma\u00e7\u00e3o e veste jaleco branco sobre blusa florida. Ela segura uma embalagem amarela e transparente, um peda\u00e7o de carne vermelha crua embalado a v\u00e1cuo Ela est\u00e1 atr\u00e1s de uma bancada de m\u00e1rmore cinza, na parte inferior da foto, em que h\u00e1 materiais de laborat\u00f3rio, como dois b\u00e9queres com um l\u00edquido branco, um tubo de ensaio e tr\u00eas placas de petri com p\u00f3 branco dentro, al\u00e9m de outras embalagens abertas. Ao fundo, arm\u00e1rios de cor cinza e uma geladeira de cor preta.\" class=\"wp-image-3815\" width=\"768\" height=\"432\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/1-5-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/1-5-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/1-5-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/1-5-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/1-5.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Suslin Raatz com a embalagem sustent\u00e1vel no laborat\u00f3rio do Centro de Ci\u00eancias Rurais (CCR). | Foto: J\u00falia Almeida<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Embalagem Biodegrad\u00e1vel<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Altamente prejudicial ao meio ambiente, o pl\u00e1stico representa 85% dos res\u00edduos que chegam aos oceanos, segundo relat\u00f3rio da ONU de 2021. Ser\u00e1 que podem existir alternativas menos poluentes que o pl\u00e1stico? O projeto da doutoranda do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancia e Tecnologia dos Alimentos da UFSM, Suslin Raatz Thiel, apresenta uma embalagem biodegrad\u00e1vel \u00e0 base de col\u00e1geno e \u00f3leos essenciais. De maneira contagiante, ela contou como foi o processo e as dificuldades encontradas durante o desenvolvimento do produto, que em um m\u00eas se degrada no solo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia do uso de \u00f3leos essenciais surgiu da paix\u00e3o da pesquisadora pelo material, ainda na gradua\u00e7\u00e3o. Devido ao odor e sabor forte, esta subst\u00e2ncia se tornou invi\u00e1vel para utiliza\u00e7\u00e3o direta na alimenta\u00e7\u00e3o. Desta forma, sua aplica\u00e7\u00e3o foi pensada em uma esp\u00e9cie de embalagem, que, somente ap\u00f3s um ano de testes, chegou \u00e0 formula\u00e7\u00e3o atual. Composta pelo uso de fibras de col\u00e1geno bovino &#8211; extra\u00eddos de pele, couro e ossos &#8211; misturado ao \u00e1lcool polivin\u00edlico biodegrad\u00e1vel, o produto \u00e9 parecido com embalagens \u00e0 v\u00e1cuo.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi realizado um teste qualitativo, em que esse material foi enterrado no solo, para ver quanto tempo demoraria para se degradar. \u201cEm seis a nove dias, j\u00e1 come\u00e7a a se degradar, em torno mais ou menos, de um m\u00eas ele j\u00e1 se degrada\u201d, comenta Suslin. Al\u00e9m de resistente e biodegrad\u00e1vel, pode aumentar a conserva\u00e7\u00e3o dos alimentos. \u201c\u00c9 uma embalagem ativa, que tem atividade antimicrobiana e antioxidantes. Ent\u00e3o ela pode tamb\u00e9m aumentar o tempo de vida da prateleira dos produtos\u201d, explica a doutoranda.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O entusiasmo \u00e9 aparente no olhar e nos gestos de Suslin, que exp\u00f5e com orgulho a pesquisa que desenvolveu. Ela explica que todas as an\u00e1lises foram feitas na UFSM, e que \u00e9 uma ideia inovadora dentro do departamento: \u201cNo in\u00edcio, a minha orientadora na \u00e9poca, ficou um pouco receosa de come\u00e7ar esse projeto. Porque n\u00f3s n\u00e3o t\u00ednhamos uma estrutura, mas ent\u00e3o eu consegui fazer umas an\u00e1lises ali no departamento de engenharia mec\u00e2nica, na engenharia qu\u00edmica, ent\u00e3o foi acontecendo\u201d. Suslin ainda destaca a import\u00e2ncia da divulga\u00e7\u00e3o dessas pesquisas.\u201cEu acho que cria um sentimento nas pessoas de cuidar melhor do planeta, de que \u00e9 poss\u00edvel. E principalmente que aqui, dentro das universidades p\u00fablicas, se faz muita pesquisa de qualidade\u201d, declara.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/2-6-1024x683.jpg\" alt=\"Fotografia horizontal e colorida de seis placas de petri com fungos dentro. Elas est\u00e3o dispostas em duas fileiras. O fungo tem cor verde acinzentado e textura de bolor. As placas est\u00e3o em uma geladeira de laborat\u00f3rio, que \u00e9 branca e tem manchas amareladas nas extremidades.\" class=\"wp-image-3816\" width=\"768\" height=\"512\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/2-6-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/2-6-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/2-6-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/2-6-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/2-6-272x182.jpg 272w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/2-6.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fungos em geladeira do laborat\u00f3rio do Centro de Ci\u00eancias Rurais (CCR) | Foto: Gabriel Barros<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Bioherbicida<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Um projeto feito na UFSM desenvolve o que pode ser o primeiro bioherbicida registrado do Brasil. A alternativa sustent\u00e1vel faz parte dos estudos do docente nos Programas de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia Qu\u00edmica e Engenharia Agr\u00edcola da UFSM, Marcio Mazutti. O pesquisador explica que herbicidas s\u00e3o produtos qu\u00edmicos utilizados no controle de ervas daninhas e cont\u00e9m uma subst\u00e2ncia chamada glifosato, o qual muitas plantas est\u00e3o se tornando resistentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Marcio, a ideia \u00e9 ter um substituto para o glifosato, e explica que essa \u00e9 a \u00e1rea mais carente em rela\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento ecol\u00f3gico: \u201cExistem produtos biofungicida, bioinseticida, bio organismos para fertilidade do solo, mas hoje n\u00e3o tem nenhum bioproduto para controle de plantas daninhas\u201d. Ele tamb\u00e9m relata que, como o pa\u00eds tem uma agricultura tropical, o crescimento destas plantas \u00e9 muito r\u00e1pido, o que ocasiona o grande uso de agentes qu\u00edmicos para realizar o controle. Assim, o bioherbicida se apresenta como uma alternativa sustent\u00e1vel que pode evitar uma s\u00e9rie de problemas, inclusive em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica. \u201cEu acho que tudo \u00e9 um equil\u00edbrio entre os dois. Se ele conseguir simplesmente reduzir a quantidade de produtos qu\u00edmicos que se utiliza na agricultura, j\u00e1 cumpriu com seu papel\u201d, declara o docente.<\/p>\n\n\n\n<p>Em abril de 2023, o projeto fechou uma parceria com a empresa catarinense <em>Transfertech<\/em>, que contribui com um investimento financeiro de mais de R$ 680 mil e far\u00e1 a interliga\u00e7\u00e3o com outra firma para a comercializa\u00e7\u00e3o do produto. \u201cA <em>Transfertech <\/em>foi quem abra\u00e7ou esse projeto e viu potencial nele. Ent\u00e3o, a gente vai ter estrutura f\u00edsica para possibilitar a implanta\u00e7\u00e3o de uma planta piloto de bioinsumos\u201d, conta Marcio. O pesquisador ainda destaca a import\u00e2ncia da Universidade para o desenvolvimento do projeto. \u201dA infraestrutura e as pessoas que est\u00e3o vinculadas no desenvolvimento, desde os alunos de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, alunos de mestrado, alunos de Doutorado, todo mundo teve uma participa\u00e7\u00e3o, teve um uma contribui\u00e7\u00e3o no todo desse projeto\u201d, relata o pesquisador.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong><strong>Meliponicultura<\/strong><\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>\u201cVamos conversar sobre abelhas?\u201d Esse \u00e9 o nome do projeto desenvolvido pela docente e doutora em Ci\u00eancia e Tecnologia de Alimentos pela UFSM, Mari Silvia Rodrigues de Oliveira. A iniciativa foi idealizada com o professor de Agroecologia do Instituto Federal Sert\u00e3o Pernambucano em Petrolina, Silver Jonas Alves Farfan. A pesquisa visa analisar as abelhas t\u00edpicas de cada regi\u00e3o, como a jata\u00ed, no Rio Grande do Sul, e a ti\u00faba, encontrada na regi\u00e3o nordestina.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ambas esp\u00e9cies t\u00eam caracter\u00edsticas em comum: s\u00e3o da tribo Meliponini, que tem em torno de 250 a 300 esp\u00e9cies no Brasil, e tem ferr\u00e3o atrofiado. Isso significa que ele n\u00e3o \u00e9 usado para defesa, e as abelhas s\u00e3o mais d\u00f3ceis comparadas a outra esp\u00e9cie. Mais uma diferen\u00e7a entre as duas \u00e9 que as abelhas da tribo Meliponini preferem temperaturas mais amenas e produzem menos mel, por\u00e9m com grande qualidade nutricional &#8211; menos a\u00e7\u00facar e mais \u00e1cido. Assim, o projeto tamb\u00e9m faz um controle de qualidade f\u00edsico-qu\u00edmico da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A professora destaca que a ideia do projeto vai al\u00e9m da pesquisa cient\u00edfica e busca levar a pr\u00e1tica e a import\u00e2ncia da meliponicultura &#8211; cria\u00e7\u00e3o das abelhas sem ferr\u00e3o -, para as crian\u00e7as e os agricultores. \u201cA captura pode ser feita com material recicl\u00e1vel. \u00c9 pet, jornal velho, coisas que n\u00e3o tem tanto valor agregado. Existe uma gera\u00e7\u00e3o de renda, \u00e9 uma forma de manter o homem no campo e \u00e9 mais um atrativo\u201d, afirma Mari Silvia. Ela tamb\u00e9m explica que esta forma de captura \u00e9 permitida pelos \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o e ajuda a perpetuar a esp\u00e9cie.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 2021 e 2022 o projeto foi levado para as escolas dos nove munic\u00edpios da Quarta Col\u00f4nia com o objetivo de disseminar a meliponicultura entre os estudantes. A pesquisadora conta, com brilho nos olhos, a resposta positiva por parte das crian\u00e7as durante as visitas. \u201cEles ficaram encantados, deslumbrados, e essa curiosidade \u00e9 fant\u00e1stica, n\u00e9? Ent\u00e3o eles v\u00e3o servir de atores sociais, v\u00e3o contar para a fam\u00edlia, e a\u00ed a gente vai difundir esse conhecimento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s abelhas\u201d, ela relata.<\/p>\n\n\n\n<p>Mari Silvia ainda ressalta a import\u00e2ncia da pesquisa para a Universidade e a comunidade ao ajudar a desenvolver a consci\u00eancia ecol\u00f3gica, al\u00e9m da falta de dissemina\u00e7\u00e3o da meliponicultura: \u201cA gente tem muita pesquisa linda, que n\u00e3o chega na comunidade. E olha todas essas nossas viagens, quantas crian\u00e7as a gente encantou e fomos encantados tamb\u00e9m por elas. Ent\u00e3o eu acho que a gente tem que devolver mais para a sociedade\u201d.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/4-4-1024x683.jpg\" alt=\"Fotografia horizontal e colorida de uma mulher sentada atr\u00e1s de uma mesa branca, em que h\u00e1 quatro frascos de vidro e uma caixa de madeira A mulher est\u00e1 com os bra\u00e7os escorados na mesa. Ela tem pele branca, olhos escuros, cabelo ondulado, preto e comprido. Sorri amplamente. Veste blusa verde e lisa. Usa \u00f3culos escuros no cabelo e brincos de p\u00e9rolas em branco. Na frente dela, quatro potes de vidro enfileirados e com tampa quadriculada vermelha e branca, com mel dentro e uma etiqueta branca na frente. Ao lado dos potes, uma caixa de madeira grande com uma tampa de vidro e, na frente, uma abertura circular com um pano vazado amarrado em volta. O fundo \u00e9 uma parede branca.\" class=\"wp-image-3817\" width=\"768\" height=\"512\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/4-4-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/4-4-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/4-4-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/4-4-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/4-4-272x182.jpg 272w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2023\/07\/4-4.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mari Silvia com potes de mel e a caixa das abelhas no Centro de Ci\u00eancias Rurais (CCR) | Foto: Gabriel Barros<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Reportagem: <\/strong><em>Giulia Maffi e J\u00falia Almeida<\/em><br><strong>Contato:<\/strong> <em><a href=\"mailto:%67%69%75%6ci%61%6d%61%66%66%69%30%38@%67%6d%61%69%6c%2ec%6fm\">giuliamaffi08@gmail.com<\/a> \/ <a href=\"mailto:ju%6c%69%61%61%6c%6d%65%69%64are%63h%69a@g%6dai%6c%2e%63%6fm\">juliaalmeidarechia@gmail.com<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embalagem biodegrad\u00e1vel, bioherbicida, e estudo sobre as abelhas sem ferr\u00e3o s\u00e3o projetos da UFSM como alternativas para preservar o meio ambiente. <\/p>\n","protected":false},"author":6330,"featured_media":3816,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[358,365],"tags":[262,395,370,263,348,399,403],"class_list":["post-3811","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-28a-edicao","category-meio-ambiente","tag-txt","tag-ciencia","tag-ed28","tag-jornalismo","tag-meio-ambiente","tag-pesquisa","tag-sustentabilidade"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3811","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6330"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3811"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3811\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3816"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3811"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3811"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3811"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}