{"id":4079,"date":"2025-08-28T12:35:04","date_gmt":"2025-08-28T15:35:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/?p=4079"},"modified":"2025-08-28T12:43:49","modified_gmt":"2025-08-28T15:43:49","slug":"um-refugio-para-os-animais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2025\/08\/28\/um-refugio-para-os-animais","title":{"rendered":"Um ref\u00fagio para os animais"},"content":{"rendered":"\n<p>Para escutar o \u00e1udio da reportagem, clique abaixo:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/audioreportagem-1.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/IMG_0019-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4088\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/IMG_0019-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/IMG_0019-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/IMG_0019-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/IMG_0019-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/IMG_0019-1-272x182.jpg 272w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/IMG_0019-1.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Enquanto alunos circulam entre pr\u00e9dios e laborat\u00f3rios no Campus da UFSM, animais silvestres enfrentam obst\u00e1culos di\u00e1rios para sobreviver. O espa\u00e7o, que antes era territ\u00f3rio livre para a fauna local, foi ocupado por cal\u00e7adas, pr\u00e9dios e vias asfaltadas. Mesmo em meio ao concreto, seriemas, ouri\u00e7os, bugios, pererecas e at\u00e9 lontras continuam a habitar a \u00e1rea universit\u00e1ria \u2014 invis\u00edveis para muitos, mas essenciais para o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p>A \u00e1rea da UFSM j\u00e1 era habitat natural de diversas esp\u00e9cies de aves, mam\u00edferos, r\u00e9pteis e anf\u00edbios. Como destaca o doutor em Zoologia e docente no Departamento de Ecologia e Evolu\u00e7\u00e3o da UFSM, Tiago Gomes dos Santos, : \u201cfomos n\u00f3s que invadimos o territ\u00f3rio deles\u201d. A presen\u00e7a humana acarreta em diferentes respostas da fauna local, algumas esp\u00e9cies abandonaram o local, outras passaram a viver discretamente em fragmentos verdes e um terceiro grupo se adaptou ao novo cen\u00e1rio urbano.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as esp\u00e9cies adaptadas est\u00e3o lagartixas, roedores silvestres e aves generalistas \u2014 que se alimentam de diferentes tipos de alimentos, tanto de origem animal quanto vegetal. Animais como as seriemas, que se tornaram figuras emblem\u00e1ticas do Campus, caminham entre gramados, mesmo em contato direto com humanos. Animais que n\u00e3o s\u00e3o facilmente vistos tamb\u00e9m desempenham fun\u00e7\u00f5es importantes, como controle de insetos, dispers\u00e3o de sementes e poliniza\u00e7\u00e3o. Sua presen\u00e7a indica que o ecossistema original do pampa ga\u00facho, que, mesmo fragmentado, ainda resiste.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/Seriemas-Paulo-Barauna-1024x683.jpeg\" alt=\"seriemas\nFotografia horizontal, colorida em plano m\u00e9dio de duas seriemas que caminham sobre um campo gramado durante uma chuva leve. \u00c0 direita, em est\u00e1  uma das seriemas. Suas penas est\u00e3o visivelmente \u00famidas por conta da chuva. \u00c0 esquerda, um pouco mais para tr\u00e1s e levemente desfocada, est\u00e1 a outra seriema. Ambas est\u00e3o voltadas para a direita e possuem colora\u00e7\u00e3o acinzentada, pernas longas alaranjadas e bicos na mesma cor. O ch\u00e3o est\u00e1 coberto por grama verde-clara e pequenas folhas amarelas espalhadas. Ao fundo, observa-se um campo aberto com montes de terra e areia, troncos de \u00e1rvores e uma faixa escura de vegeta\u00e7\u00e3o densa. O c\u00e9u est\u00e1 nublado e a luz \u00e9 natural.\n\n\" class=\"wp-image-4086\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/Seriemas-Paulo-Barauna-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/Seriemas-Paulo-Barauna-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/Seriemas-Paulo-Barauna-768x512.jpeg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/Seriemas-Paulo-Barauna-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/Seriemas-Paulo-Barauna-272x182.jpeg 272w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/Seriemas-Paulo-Barauna.jpeg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Paulo Barauna<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A expans\u00e3o territorial resultou na elimina\u00e7\u00e3o de \u00e1reas \u00famidas, essenciais \u00e0 reprodu\u00e7\u00e3o de anf\u00edbios. Sapos e pererecas, por exemplo, s\u00e3o obrigados a cruzar ruas e avenidas para chegar at\u00e9 po\u00e7as ou a\u00e7udes, onde ficam vulner\u00e1veis ao calor do asfalto, \u00e0 desidrata\u00e7\u00e3o e a atropelamentos. Monitoramentos feitos por estudantes de Zootecnia, coordenados por Tiago, j\u00e1 identificaram diversas mortes nos arredores do Jardim Bot\u00e2nico: \u201cA gente monitorou por um ano os atropelamentos de fauna de vertebrados em v\u00e1rios pontos aqui do Campus e um desses \u00e9 perto do Jardim Bot\u00e2nico. Encontramos v\u00e1rios animais que estavam se deslocando possivelmente para a po\u00e7a atropelados ali\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/IMGP2150-1024x683.jpg\" alt=\"Cobra coral-falsa\nFotografia horizontal, colorida e em primeiro plano de uma serpente. A pele do animal possui as cores preto, vermelho e branco, dispostas em faixas alternadas diagonais. No centro da imagem, a cabe\u00e7a est\u00e1 voltada para a direita, levemente elevada e os olhos s\u00e3o redondos e escuros. O corpo est\u00e1 enrolado sobre palha seca em tons amarelados e verde-escuros. O registro foi feito com ilumina\u00e7\u00e3o natural.\n\" class=\"wp-image-4087\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/IMGP2150-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/IMGP2150-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/IMGP2150-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/IMGP2150-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/IMGP2150-272x182.jpg 272w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/IMGP2150.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O impacto vai al\u00e9m: A fragmenta\u00e7\u00e3o dos habitats compromete a conectividade ecol\u00f3gica e dificulta o deslocamento seguro da fauna, o que afeta a diversidade gen\u00e9tica e aumenta o estresse dos animais. Mesmo esp\u00e9cies mais adaptadas como algumas aves urbanas, enfrentam dificuldades causadas pela presen\u00e7a de ve\u00edculos, excesso de ilumina\u00e7\u00e3o artificial e pela perda de locais seguros para constru\u00edrem seus ninhos. Casos como o de um jacar\u00e9 encontrado em um dos a\u00e7udes do Laborat\u00f3rio de Piscicultura da UFSM mostram que os animais persistem em se manter no espa\u00e7o \u2014 mas muitas vezes sua perman\u00eancia depende da sorte.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos desafios estruturais, os animais tamb\u00e9m lidam com rea\u00e7\u00f5es humanas hostis ao encontrar animais silvestres \u201c\u00e9 comum que algu\u00e9m veja um ouri\u00e7o e entre em p\u00e2nico, preocupado com seu cachorro, sem perceber a import\u00e2ncia ecol\u00f3gica do animal\u201d, afirma a doutora em Zoologia e docente do Departamento de Engenharia Sanit\u00e1ria e Ambiental da UFSM Marilise Kr\u00fcgel . Cobras s\u00e3o outro exemplo: mesmo as n\u00e3o pe\u00e7onhentas s\u00e3o frequentemente mortas por impulso. Segundo o doutor em Zoologia e professor no curso de Medicina Veterin\u00e1ria do Departamento de Ecologia e Evolu\u00e7\u00e3o da UFSM, Nilton Caceres, a raiz do problema est\u00e1 na falta de educa\u00e7\u00e3o ambiental. Sem informa\u00e7\u00e3o adequada, comportamentos como alimentar seriemas ou tentar &#8220;amansar&#8221; animais silvestres tornam-se comuns, o que interfere nos instintos naturais das esp\u00e9cies.<\/p>\n\n\n\n<p>A invisibilidade de anf\u00edbios, r\u00e9pteis e roedores tamb\u00e9m revela uma hierarquia de empatia. Enquanto aves e mam\u00edferos despertam mais simpatia, anf\u00edbios, r\u00e9pteis e roedores s\u00e3o frequentemente ignorados ou exterminados sem protesto. Contudo, todos exercem pap\u00e9is cruciais nos ciclos ecol\u00f3gicos locais. As enchentes que atingiram o Campus em maio de 2024 tamb\u00e9m deixaram marcas na fauna local. Canais transbordaram e trilhas foram inundadas e animais que vivem pr\u00f3ximos \u00e0 \u00e1gua, como anf\u00edbios, roedores, al\u00e9m de aves de solo, como quero-queros e seriemas, foram afetados e muitos n\u00e3o conseguiram escapar. Al\u00e9m disso, a \u00e1gua represada ou polu\u00edda compromete&nbsp; a qualidade dos habitats.<\/p>\n\n\n\n<p>Registros de animais como lontras em \u00e1reas degradadas mostram que, mesmo diante da adversidade, a fauna tenta resistir. No entanto, de acordo com o professor Tiago, essa resist\u00eancia tem limites: a aus\u00eancia de planejamento urbano e pol\u00edticas ambientais estruturadas agrava a situa\u00e7\u00e3o e for\u00e7a os animais a ocupar espa\u00e7os cada vez mais hostis. Com o objetivo de aproximar a comunidade universit\u00e1ria da fauna do Campus, docentes dos departamentos de Engenharia Rural, Engenharia Sanit\u00e1ria e Ambiental e alunos do curso de Redes de Computadores desenvolveram o aplicativo eFauna UFSM. Lan\u00e7ado em 2024, o aplicativo permite que qualquer pessoa registre a presen\u00e7a de animais na UFSM. Os dados s\u00e3o georreferenciados e formam um mapa vivo da biodiversidade do local.<\/p>\n\n\n\n<p>O objetivo vai al\u00e9m do monitoramento: O aplicativo busca educar, gerar empatia e refor\u00e7ar a percep\u00e7\u00e3o de que os animais fazem parte do cotidiano do Campus. \u201cQueremos que as pessoas tirem os fones e escutem o ambiente\u201d, afirma a professora Marilise. A ferramenta tamb\u00e9m fornece informa\u00e7\u00f5es detalhadas sobre as esp\u00e9cies e promove a desconstru\u00e7\u00e3o de mitos e uma conviv\u00eancia mais consciente.<br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/AD_4nXfcqBe-x7DONHlH7uKx1zdD87yAVi1Xmk1MpA2cpRhFniNOnIMr-ynffQrf2X36nTCh25wlNOO96RWmlgvlPNWVjUExNoNTGAjQ6oMWmlH6UpIh7KXCdxxY-rDtO-qL5UKvfphoUW5yPMWX2iks6w.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4082\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/AD_4nXfcqBe-x7DONHlH7uKx1zdD87yAVi1Xmk1MpA2cpRhFniNOnIMr-ynffQrf2X36nTCh25wlNOO96RWmlgvlPNWVjUExNoNTGAjQ6oMWmlH6UpIh7KXCdxxY-rDtO-qL5UKvfphoUW5yPMWX2iks6w.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/AD_4nXfcqBe-x7DONHlH7uKx1zdD87yAVi1Xmk1MpA2cpRhFniNOnIMr-ynffQrf2X36nTCh25wlNOO96RWmlgvlPNWVjUExNoNTGAjQ6oMWmlH6UpIh7KXCdxxY-rDtO-qL5UKvfphoUW5yPMWX2iks6w-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2025\/08\/AD_4nXfcqBe-x7DONHlH7uKx1zdD87yAVi1Xmk1MpA2cpRhFniNOnIMr-ynffQrf2X36nTCh25wlNOO96RWmlgvlPNWVjUExNoNTGAjQ6oMWmlH6UpIh7KXCdxxY-rDtO-qL5UKvfphoUW5yPMWX2iks6w-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Gr\u00e1fico: Felipe Trost | Dados: Aplicativo Efauna<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O projeto tamb\u00e9m est\u00e1 no <a href=\"http:\/\/instagram.com\/efaunaufsm\"><em>Instagram<\/em><\/a> (@efaunaufsm), e incentiva a participa\u00e7\u00e3o de estudantes e volunt\u00e1rios interessados em biologia, comunica\u00e7\u00e3o e ci\u00eancia cidad\u00e3. Embora haja iniciativas pontuais, como o eFauna e monitoramentos de atropelamentos, n\u00e3o existe um plano de manejo ambiental amplo na UFSM. Segundo Tiago, medidas como instala\u00e7\u00e3o de passagens subterr\u00e2neas, redutores de velocidade, corredores verdes e campanhas educativas poderiam reduzir significativamente os conflitos entre pessoas e animais: \u201cclaro, a efetividade dessas medidas \u00e9 bastante vari\u00e1vel, depende do ambiente e das esp\u00e9cies que est\u00e3o ali, mas acho que vale a tentativa de sugerir e testar essas medidas\u201d, explica.<br>O docente Nilton Caceres defende a\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas de educa\u00e7\u00e3o ambiental, que incluiriam desde orienta\u00e7\u00f5es para calouros at\u00e9 sinaliza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas. Mais do que a\u00e7\u00f5es isoladas, o que se busca \u00e9 uma mudan\u00e7a de pr\u00e1ticas e perspectivas \u2014 uma universidade que n\u00e3o apenas conviva com a fauna, mas a reconhe\u00e7a como parte de sua identidade.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<p>Rep\u00f3rteres: Felipe Trost e Luana Pereira<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Animais silvestres da UFSM se adaptam \u00e0 urbaniza\u00e7\u00e3o do Campus.<\/p>\n","protected":false},"author":8382,"featured_media":4085,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[460,467],"tags":[262,476,263],"class_list":["post-4079","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-30a-edicao","category-meio-ambiente-30a-edicao","tag-txt","tag-ed30-2","tag-jornalismo"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4079","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8382"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4079"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4079\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4085"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4079"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4079"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4079"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}