{"id":4223,"date":"2026-07-15T01:07:04","date_gmt":"2026-07-15T04:07:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/?p=4223"},"modified":"2026-07-16T23:13:38","modified_gmt":"2026-07-17T02:13:38","slug":"a-luta-pela-igualdade-de-genero-na-ufsm","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2026\/07\/15\/a-luta-pela-igualdade-de-genero-na-ufsm","title":{"rendered":"A luta pela igualdade de g\u00eanero na UFSM"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2026\/07\/Audioreportagem.TXTA-EDUARDAPOLLY-online-audio-converter.com_.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A igualdade de g\u00eanero no Brasil \u00e9 garantida pela legisla\u00e7\u00e3o federal. Ainda assim, 83,5% das mortes violentas de mulheres no pa\u00eds ocorrem em ambientes dom\u00e9sticos ou em rela\u00e7\u00f5es \u00edntimas afetivas, de acordo com a Entidade das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Igualdade de G\u00eanero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres). Mesmo que as leis garantam os mesmos direitos a todos, as desigualdades nas din\u00e2micas familiares, nas representa\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e na esfera socioecon\u00f4mica permeiam o cotidiano brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pesquisas como essa refletem a pobreza das discuss\u00f5es e incentivos p\u00fablicos para concretizar a igualdade de g\u00eanero, n\u00e3o apenas no Brasil, mas tamb\u00e9m em Santa Maria. A cidade \u00e9 a terceira do Rio Grande do Sul com maior n\u00famero de v\u00edtimas de feminic\u00eddio, segundo a Secretaria de Seguran\u00e7a P\u00fablica do estado. Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o debate sobre acolhimento e enfrentamento dessas viol\u00eancias passou a ganhar for\u00e7a institucional nos \u00faltimos anos.<strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar das discuss\u00f5es sobre viol\u00eancia de g\u00eanero e desigualdade j\u00e1 existirem dentro do ambiente universit\u00e1rio, a UFSM s\u00f3 aprovou oficialmente sua Pol\u00edtica de Igualdade de G\u00eanero em 2021. At\u00e9 ent\u00e3o, as iniciativas relacionadas ao tema aconteciam de forma descentralizada, por meio de projetos e grupos de pesquisa isolados. S\u00e3o a\u00e7\u00f5es muitas vezes sustentadas pela for\u00e7a de vontade de pessoas interessadas na pauta, que buscam construir espa\u00e7os de di\u00e1logo, acolhimento e enfrentamento mesmo sem uma estrutura institucional consolidada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O debate ativo na Universidade come\u00e7a a se concretizar em 2017, com a oficializa\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o de Igualdade de G\u00eanero, que marca um passo importante na tentativa de transformar a Universidade em um espa\u00e7o mais seguro, inclusivo e acolhedor. O grupo realizava encontros semanais e reunia representantes de diferentes \u00e1reas, al\u00e9m de convidados externos que contribu\u00edam para a constru\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica interna. Segundo a Coordenadora da Comiss\u00e3o de Igualdade de G\u00eanero da UFSM e atual Pr\u00f3-Reitora de Assuntos Estudantis (PRAE\/UFSM), Jaciele Sell, o processo foi lento e cercado por desafios.&nbsp;<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-center\" style=\"grid-template-columns:38% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"736\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2026\/07\/JACIELE--736x1024.jpeg\" alt=\"Fotografia colorida de Jaciele Sell em ambiente interno. Ao centro da imagem, ela aparece em p\u00e9, enquadrada da cintura para cima, com os bra\u00e7os cruzados \u00e0 frente do corpo e express\u00e3o sorridente. Jaciele tem pele branca, olhos claros e cabelos castanhos curtos, repartidos lateralmente, com ondas na altura do queixo. Ela veste blusa vinho de um ombro s\u00f3, com detalhe no ombro esquerdo. Usa an\u00e9is nas m\u00e3os e pulseira no pulso direito. Ao fundo, cortinas brancas desfocadas comp\u00f5em um ambiente claro e discreto. A ilumina\u00e7\u00e3o suave destaca o rosto e a vestimenta da entrevistada. \n\" class=\"wp-image-4225 size-full\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2026\/07\/JACIELE--736x1024.jpeg 736w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2026\/07\/JACIELE--216x300.jpeg 216w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2026\/07\/JACIELE--768x1069.jpeg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2026\/07\/JACIELE--1103x1536.jpeg 1103w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2026\/07\/JACIELE--1471x2048.jpeg 1471w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2026\/07\/JACIELE--scaled.jpeg 1839w\" sizes=\"(max-width: 736px) 100vw, 736px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela afirma que a cria\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o foi consequ\u00eancia do aumento de den\u00fancias de ass\u00e9dio e do sentimento de inseguran\u00e7a vivenciado pelas mulheres no ambiente universit\u00e1rio. Sua constru\u00e7\u00e3o envolveu a articula\u00e7\u00e3o entre diferentes setores, motivados pela necessidade de discutir viol\u00eancia de g\u00eanero, desigualdades estruturais e formas de cuidado \u00e0s v\u00edtimas. \u201cN\u00e3o tinha por onde come\u00e7ar\u201d, relembra Jaciele.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em aproximadamente cinco anos, a Comiss\u00e3o promoveu audi\u00eancias p\u00fablicas, palestras, f\u00f3runs institucionais e consultas \u00e0 comunidade acad\u00eamica. O processo foi marcado por resist\u00eancias internas e debates sobre conceitos considerados centrais para a pol\u00edtica. Quest\u00f5es como a inclus\u00e3o de pessoas trans, o uso dos termos \u201cigualdade\u201d ou \u201cequidade\u201d e a necessidade de pensar na assist\u00eancia para m\u00e3es estudantes passaram a fazer parte das discuss\u00f5es, de acordo com Jaciele.<br><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size wp-block-paragraph\">Coordenadora da Comiss\u00e3o de Igualdade de G\u00eanero da UFSM e atual Pr\u00f3-Reitora de Assuntos Estudantis (PRAE\/UFSM), Jaciele Sell.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A demanda de institucionalizar essas iniciativas ganhou for\u00e7a. Em novembro de 2021, a Universidade aprovou oficialmente sua primeira Pol\u00edtica de Igualdade de G\u00eanero, por meio da Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 064\/2021. O documento reconhece a desigualdade como uma quest\u00e3o estrutural que vai al\u00e9m da vida universit\u00e1ria e\u00a0 estabelece diretrizes que determinam tr\u00eas eixos: promo\u00e7\u00e3o da igualdade de g\u00eanero; enfrentamento e responsabiliza\u00e7\u00e3o em casos de viol\u00eancia; e assist\u00eancia \u00e0s v\u00edtimas.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A resolu\u00e7\u00e3o marcou a cria\u00e7\u00e3o da Casa Ver\u00f4nica, espa\u00e7o multiprofissional pensado para acolher pessoas em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia de g\u00eanero e articular a\u00e7\u00f5es de apoio na Universidade. O Comit\u00ea de Igualdade de G\u00eanero (CIG), vinculado \u00e0 Casa, atua em parceria com servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade e n\u00e3o executa diretamente pol\u00edticas ou atendimentos, mas atua como um \u00f3rg\u00e3o de formula\u00e7\u00e3o e articula\u00e7\u00e3o. \u201cO Comit\u00ea pensa iniciativas e prop\u00f5e caminhos a partir da Pol\u00edtica Institucional\u201d, explica o assistente social e integrante do CIG, Ricardo Felippe.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Casa Ver\u00f4nica surge como um dos principais bra\u00e7os da Pol\u00edtica de Igualdade de G\u00eanero na UFSM e promove atividades educativas, palestras e a\u00e7\u00f5es de letramento. Iniciativas que, segundo Ricardo, geram tens\u00e3o entre setores e buscam incentivar mobiliza\u00e7\u00f5es. O objetivo, de acordo com ele, \u00e9 desnaturalizar aspectos estruturais, iniciar discuss\u00f5es e trazer \u00e0 tona pautas sens\u00edveis.\u00a0<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O nome do espa\u00e7o foi escolhido pela comunidade universit\u00e1ria por meio de vota\u00e7\u00e3o e carrega um significado pol\u00edtico e simb\u00f3lico. O t\u00edtulo homenageia Ver\u00f4nica de Oliveira, mulher trans e ativista LGBTQIAP+ de Santa Maria. Ver\u00f4nica, conhecida por acolher pessoas em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade em sua casa, foi v\u00edtima de transfeminic\u00eddio em 2019. Ao adotar seu nome, a Casa busca manter viva a mem\u00f3ria de sua trajet\u00f3ria e reconhecer a relev\u00e2ncia hist\u00f3rica de sua atua\u00e7\u00e3o na cidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais de quatro anos ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica de Igualdade de G\u00eanero, o Comit\u00ea da Casa Ver\u00f4nica promove uma Consulta P\u00fablica, em abril de 2026, sobre a proposta de altera\u00e7\u00e3o do documento da Pol\u00edtica. A inten\u00e7\u00e3o foi ampliar o di\u00e1logo e qualificar as estrat\u00e9gias institucionais de preven\u00e7\u00e3o e enfrentamento \u00e0s desigualdades.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ativista e pesquisadora em Teatro e viol\u00eancia de g\u00eanero, licenciada pela UFSM, Sofia Lopes Dotto, se fez presente durante a Consulta. A egressa declarou, em seu perfil p\u00fablico do Instagram, que o encontro n\u00e3o promoveu o acolhimento ou um espa\u00e7o de escuta da comunidade acad\u00eamica, mas sim uma oportunidade da institui\u00e7\u00e3o contestar e rebater as contribui\u00e7\u00f5es do p\u00fablico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante a Consulta, foi determinado que as solicita\u00e7\u00f5es da comunidade seriam formalizadas via e-mail. Sofia Dotto afirma que o seu documento com as reivindica\u00e7\u00f5es e as sugest\u00f5es para aprimorar a Pol\u00edtica foi enviado ao Comit\u00ea de Igualdade de G\u00eanero, mas a resposta do CIG, segundo ela, foi recebida em junho de 2026, dois meses ap\u00f3s o encontro, sem um retorno concreto sobre as propostas. &#8220;A Consulta P\u00fablica foi um retrato do descaso da UFSM&#8221;, declarou.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-large-font-size\"><strong>O caso de Sofia Dotto<\/strong><br><\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2026\/07\/SOFIA-1024x683.jpeg\" alt=\"Fotografia retangular horizontal colorida de Sofia Lopes Dotto em cena art\u00edstica. Ao centro da imagem, ela aparece enquadrada dos ombros para cima. Sofia est\u00e1 com o rosto voltado para a direita, boca aberta e m\u00e3o direita posicionada ao lado da boca. A express\u00e3o \u00e9 intensa e en\u00e9rgica. Ela usa maquiagem elaborada, com batom vermelho, delineador claro ao redor dos olhos e elementos decorativos que se estendem pela testa. Os cabelos est\u00e3o penteados para tr\u00e1s, com apar\u00eancia \u00famida. Ela veste roupa vermelha em tom semelhante ao da maquiagem. Ao fundo, uma \u00e1rea escura e desfocada ocupa a imagem. Fotografia retangular horizontal colorida de Sofia Lopes Dotto em cena art\u00edstica. Ao centro da imagem, ela aparece enquadrada dos ombros para cima. Sofia est\u00e1 com o rosto voltado para a direita, boca aberta e m\u00e3o direita posicionada ao lado da boca. A express\u00e3o \u00e9 intensa e en\u00e9rgica. Ela usa maquiagem elaborada, com batom vermelho, delineador claro ao redor dos olhos e elementos decorativos que se estendem pela testa. Os cabelos est\u00e3o penteados para tr\u00e1s, com apar\u00eancia \u00famida. Ela veste roupa vermelha em tom semelhante ao da maquiagem. 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Ambos os agressores eram reincidentes em crimes sexuais contra estudantes. Essas mulheres foram submetidas a coment\u00e1rios impr\u00f3prios sobre seus corpos, toques inadequados e insinua\u00e7\u00f5es sexuais sob pretexto de aulas pr\u00e1ticas do curr\u00edculo do curso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ativista desenvolveu Transtorno de Estresse P\u00f3s-Traum\u00e1tico (TEPT), o qual afeta diretamente suas mem\u00f3rias e seus aprendizados da licenciatura, marcada pela viol\u00eancia. Em 2025, Sofia escolhe relatar sua experi\u00eancia por meio do seu Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso (TCC), intitulado&nbsp; \u201cTeatro E (Auto)Biografias Femininas: Uma Trilha Para A Discuss\u00e3o De Viol\u00eancia De G\u00eanero Em Ambiente Acad\u00eamico\u201d. Este promove cinco oficinas para oito mulheres diversas com v\u00ednculo com a UFSM, selecionadas com objetivo de transformar o teatro em uma linguagem disparadora para as narrativas de viol\u00eancia de g\u00eanero.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sofia ainda relata as dificuldades enfrentadas ao decidir formalizar acusa\u00e7\u00f5es \u00e0 uma autoridade da institui\u00e7\u00e3o e os desafios sofridos ao longo de um ano, no qual perdurou o Processo Administrativo. Ela afirma que as hist\u00f3rias de ass\u00e9dio em espa\u00e7os acad\u00eamicos se tornam boatos de corredor, pois n\u00e3o \u00e9 do interesse da Universidade defender seus discentes. As den\u00fancias e a luta dessas mulheres resultaram na demiss\u00e3o e no desligamento dos agressores, em 2024, por pr\u00e1tica de ass\u00e9dio moral e sexual contra estudantes. &#8220;A Pol\u00edtica n\u00e3o t\u00eam efetividade nenhuma. Se as v\u00edtimas antes de mim tivessem sido ouvidas, eu n\u00e3o teria sido violentada\u201d, ressalta.&nbsp;<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Texto:<em> Eduarda Zonta e Pollyana Bronzatto<\/em><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s cinco anos da aprova\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica de Igualdade de G\u00eanero, desigualdades estruturais persistem no ambiente universit\u00e1rio<\/p>\n","protected":false},"author":8975,"featured_media":4229,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[478,481],"tags":[262,494,263],"class_list":["post-4223","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-31-edicao","category-comunidade-31-edicao","tag-txt","tag-ed31","tag-jornalismo"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4223","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8975"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4223"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4223\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4229"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4223"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4223"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4223"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}