{"id":840,"date":"2013-06-06T01:14:08","date_gmt":"2013-06-06T04:14:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufsm.br\/revistatxt\/?p=840"},"modified":"2019-08-28T15:37:20","modified_gmt":"2019-08-28T18:37:20","slug":"alimentos-na-ufsm-uma-producao-que-ensina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2013\/06\/06\/alimentos-na-ufsm-uma-producao-que-ensina","title":{"rendered":"Alimentos na UFSM&#8230; uma produ\u00e7\u00e3o que ensina"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left\"><strong>Diariamente s\u00e3o produzidos diversos produtos consumidos em Santa Maria e em outras cidades do Rio Grande do Sul.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right\">Dafne Lopes \u2013\u00a0dafnemlopes@yahoo.com.br<br \/>Giulia Pozzobon \u2013\u00a0giulia.pozzobon@hotmail.com<\/p>\n<p>Cortes de carne, leite, queijo e iogurte. Esses alimentos e tantos outros s\u00e3o produzidos todos os dias na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Os industrializados t\u00eam qualidade garantida e no processo produ\u00e7\u00e3o servem como fonte de conhecimento para os alunos. J\u00e1 na sua comercializa\u00e7\u00e3o atendem a uma parcela da comunidade santamariense e de escolas, creches e pres\u00eddios do Estado do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p><b>\u00a0<\/b><strong>Col\u00e9gio Polit\u00e9cnico<\/strong><\/p>\n<p>Um dos locais onde h\u00e1 produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de alimentos \u00e9 no Col\u00e9gio Polit\u00e9cnico da UFSM. O curso T\u00e9cnico em Agroind\u00fastria \u00e9 o respons\u00e1vel por essa produ\u00e7\u00e3o. Nos laborat\u00f3rios ou na Usina Escola, funcion\u00e1rios, estagi\u00e1rios, bolsistas e alunos transformam a mat\u00e9ria-prima em seus derivados.<\/p>\n<p>No laborat\u00f3rio de carnes s\u00e3o utilizados de 300 kg a 500 kg de carne su\u00edna e bovina por semana. Diariamente, mais de mil frangos s\u00e3o abatidos. Al\u00e9m disso, s\u00e3o fabricados diversos produtos derivados do leite. A produ\u00e7\u00e3o gerada a partir dessa mat\u00e9ria-prima resulta em produtos de qualidade, que s\u00e3o comercializados nas ter\u00e7as e quintas-feiras, no pr\u00f3prio Col\u00e9gio.<\/p>\n<p>Da carne su\u00edna, a mais utilizada nos laborat\u00f3rios, s\u00e3o produzidos aproximadamente 16 produtos, entre eles o salame, a lingui\u00e7a toscana e a campeira, o salsich\u00e3o e os cortes de costela, paleta, lombo e pernil. Da carne bovina s\u00e3o feitos os hamb\u00fargueres e os cortes de fil\u00e9, costela e paleta. Dos frangos, que s\u00e3o fornecidos pelo curso de T\u00e9cnico em Agropecu\u00e1ria, s\u00e3o produzidos os cortes de coxa, sobrecoxa e peito.<\/p>\n<p>Iogurte, bebida l\u00e1ctea, doce de leite, diversos tipos de queijo, como queijo minas frescal, prato, coalho e ricota s\u00e3o produzidos pelo curso T\u00e9cnico em Agroind\u00fastria, no laborat\u00f3rio de leites. O leite utilizado para a produ\u00e7\u00e3o dos produtos \u00e9 comprado do Tambo da UFSM.<\/p>\n<p><strong>O curso T\u00e9cnico em Agroind\u00fastria<\/strong><\/p>\n<p>No ano de 2000 foi criado<i>,<\/i> no Col\u00e9gio Polit\u00e9cnico, um curso t\u00e9cnico voltado para o estudo da produ\u00e7\u00e3o agroindustrial. Em 13 anos de hist\u00f3ria, o curso T\u00e9cnico em Agroind\u00fastria j\u00e1 formou diversos profissionais capacitados para atuar em diversos ramos do mercado de trabalho. Com uma das melhores estruturas em estudo de carnes e um espa\u00e7o em expans\u00e3o no quesito leites, o curso t\u00e9cnico, a partir do segundo semestre, oferece ensinamentos sobre o processamento, a tecnologia e a produ\u00e7\u00e3o dos alimentos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das atividades nos laborat\u00f3rios de carnes e leite, os alunos aprendem a processar frutas e hortali\u00e7as em outro laborat\u00f3rio. L\u00e1, eles podem conhecer a produ\u00e7\u00e3o de geleias, molhos, doces cremosos e doces em calda, por exemplo. Os processos de panifica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m s\u00e3o aprendidos nos laborat\u00f3rios. J\u00e1 os alimentos produzidos no processamento de frutas e hortali\u00e7as e na \u00e1rea de panifica\u00e7\u00e3o, em geral, n\u00e3o s\u00e3o\u00a0vendidos porque s\u00e3o produzidos em pequena quantidade.<\/p>\n<p>Segundo o coordenador do Curso T\u00e9cnico em Agroind\u00fastria, professor Volmir Polli, o curso ainda \u00e9 pouco conhecido: \u201cO nosso grande problema, no curso de Agroind\u00fastria, \u00e9 que a sociedade pouco conhece. Muitas pessoas acham que o curso \u00e9 aprender a fazer salame, queijo, geleia, mas a agroind\u00fastria \u00e9 mais ampla do que isso.\u201d Segundo ele, o t\u00e9cnico em agroind\u00fastria se<b> <\/b>preocupa em transformar a mat\u00e9ria-prima em derivados, e essa mat\u00e9ria-prima pode ser para produtos comest\u00edveis e n\u00e3o comest\u00edveis. Todo o processo de transforma\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria-prima da atividade prim\u00e1ria em outro derivado \u00e9 um processo agroindustrial.<\/p>\n<p><strong>UNI-COOPERTERRA<\/strong><\/p>\n<p>Atrav\u00e9s de um contrato firmado entre a UFSM e a Cooperativa Regional da Reforma Agr\u00e1ria M\u00e3e da Terra (Cooperterra) em 2010, come\u00e7ou a produ\u00e7\u00e3o de alimentos na Usina Escola da Universidade, com a marca UNI-Cooperterra.<\/p>\n<p>O contrato foi feito atrav\u00e9s de um termo de permiss\u00e3o de uso, em que a Universidade cede a Usina Escola, e a Cooperterra tem como responsabilidade, a produ\u00e7\u00e3o, a m\u00e3o de obra e a log\u00edstica.<\/p>\n<p>O leite \u00e9 o principal produto utilizado na produ\u00e7\u00e3o, e atualmente s\u00e3o utilizados 10 milh\u00f5es de litros por ano. Com ele s\u00e3o produzidos iogurtes, doce de leite, doce de leite com chocolate, bebida l\u00e1ctea, nata, queijo minas frescal, queijo minas padr\u00e3o, queijo lanche e sorvete, al\u00e9m de leite desnatado e integral.<\/p>\n<p>Ao chegar na Usina, no caminh\u00e3o da Cooperativa, o leite \u00e9 transferido para o tanque que d\u00e1 inicio ao processamento para a produ\u00e7\u00e3o dos derivados. Todo o leite comprado passa por um teste de qualidade no laborat\u00f3rio da pr\u00f3pria Usina, na UFSM.<\/p>\n<p>Segundo o gerente de administra\u00e7\u00e3o e finan\u00e7as da Cooperterra, Vilmar Gomes, 97% da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 destinada para o consumo escolar e os outros 3% s\u00e3o destinados para hospitais, pres\u00eddios e para o ponto de venda localizado na entrada da UFSM. A Cooperativa \u00e9 parceira no Programa de Aquisi\u00e7\u00e3o de Alimentos (PAA), do Minist\u00e9rio de Desenvolvimento Social e Combate \u00e0 Fome e no Programa Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar (PNAE), programa que define que 30% dos alimentos comprados para a merenda escolar sejam oriundos da produ\u00e7\u00e3o de agricultura familiar. Devido a esta parceria, a maior parte da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 destinada \u00e0s escolas da regi\u00e3o central do estado, e, tamb\u00e9m, da regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre.<\/p>\n<p>Uma parte do leite \u00e9 comprada de produtores da agricultura familiar e assentados de Santa Maria e regi\u00e3o. A maior parte vem de Tupanciret\u00e3, cidade sede da Cooperativa. A Usina conta com 20 funcion\u00e1rios da Cooperterra para produ\u00e7\u00e3o e administra\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de estagi\u00e1rios de v\u00e1rios cursos da UFSM e de outras institui\u00e7\u00f5es de ensino do estado.<\/p>\n<p>De acordo com a gestora do contrato UNI-Cooperterra e \u00fanica funcion\u00e1ria da UFSM que trabalha na Usina, Rosane Maria Coradini Noal, esse contrato tamb\u00e9m \u00e9 vantajoso para a Universidade. \u201cPara a UFSM \u00e9 muito importante. Em primeiro lugar pelos nossos<b> <\/b>estagi\u00e1rios. Recebemos alunos dos cursos de Farm\u00e1cia, Agronomia, Zootecnia, Medicina Veterin\u00e1ria, Tecnologia em Alimentos, Qu\u00edmica e Engenharia Qu\u00edmica. Atendemos tamb\u00e9m estagi\u00e1rios de outras institui\u00e7\u00f5es de ensino\u201d.<\/p>\n<p>O relacionamento da Universidade com os produtores rurais e com a comunidade \u00e9 outro aspecto destacado por Rosane. Segundo ela, 54 produtores da regi\u00e3o de Santa Maria vendem leite para a Cooperterra: \u201cSe o contrato n\u00e3o existisse, esses pequenos agricultores n\u00e3o teriam espa\u00e7o no mercado, porque empresas grandes n\u00e3o se interessam por pequenas produ\u00e7\u00f5es\u201d, destaca a funcion\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>A Cooperativa<\/strong><\/p>\n<p>A Cooperterra foi criada em 2002 por um grupo de pequenos agricultores e fam\u00edlias assentadas da reforma agr\u00e1ria, dos munic\u00edpios de Pinhal Grande, J\u00f3ia, J\u00falio de Castilhos e de Tupanciret\u00e3. O objetivo da Cooperterra \u00e9 auxiliar os produtores atrav\u00e9s da venda coletiva de seus produtos, principalmente do leite. A Cooperativa j\u00e1 investiu quase R$ 500 mil em melhorias na Usina Escola para compra de maquin\u00e1rio e moderniza\u00e7\u00e3o do local. Devido ao investimento, a Cooperativa pretende, em dois anos, concorrer novamente no processo licitat\u00f3rio de concess\u00e3o do local.<\/p>\n<p><strong>Como comprar:<\/strong><\/p>\n<p><strong><i>T\u00e9cnico em Agroind\u00fastria<\/i><\/strong><\/p>\n<p>Local: Col\u00e9gio Polit\u00e9cnico da UFSM<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio: Ter\u00e7as e quintas- feiras das 8h \u00e0s 11h30 e das 14h \u00e0s 17h<\/p>\n<p>Produtos: Cortes de carnes su\u00edna, bovina e de frango, hamb\u00farguer, salame, lingui\u00e7a toscana e campeira, salsich\u00e3o, iogurte, bebida l\u00e1ctea, doce de leite, queijo.<\/p>\n<p><strong><i>UNI-Cooperterra<\/i><\/strong><\/p>\n<p>Local: Entrada da UFSM, pr\u00f3ximo da ATU<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio: Segunda-feira \u00e0 quinta-feira das 8h \u00e0s 12h30 e das 13h30 \u00e0s 18h<\/p>\n<p>Sexta-feira das 8h \u00e0s 12h30 e das 13h30 \u00e0s 17h30<\/p>\n<p>Produtos: Leite integral, leite desnatado, iogurte, bebida l\u00e1ctea, doce de leite, doce de leite com chocolate, nata, queijo minas frescal, queijo minas padr\u00e3o, queijo lanche e sorvete.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n<ul class=\"wp-block-gallery columns-3 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"847\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-content\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Produ\u00e7\u00e3o-de-Costela-Defumada-1024x847.jpg\" alt=\"\" data-id=\"864\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2013\/06\/06\/alimentos-na-ufsm-uma-producao-que-ensina\/producao-de-costela-defumada\/\" class=\"wp-image-864\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Produ\u00e7\u00e3o-de-Costela-Defumada-1024x847.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Produ\u00e7\u00e3o-de-Costela-Defumada-300x248.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Produ\u00e7\u00e3o-de-Costela-Defumada-768x635.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Produ\u00e7\u00e3o de Costela Defumada<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-content\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Produ\u00e7\u00e3o-de-Carne-Mo\u00edda-1024x768.jpg\" alt=\"\" data-id=\"863\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2013\/06\/06\/alimentos-na-ufsm-uma-producao-que-ensina\/producao-de-carne-moida\/\" class=\"wp-image-863\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Produ\u00e7\u00e3o-de-Carne-Mo\u00edda-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Produ\u00e7\u00e3o-de-Carne-Mo\u00edda-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Produ\u00e7\u00e3o-de-Carne-Mo\u00edda-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Produ\u00e7\u00e3o de Carne Mo\u00edda<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" width=\"680\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-content\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Doce-de-leite-sendo-produzido.-680x1024.jpg\" alt=\"\" data-id=\"862\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2013\/06\/06\/alimentos-na-ufsm-uma-producao-que-ensina\/doce-de-leite-sendo-produzido\/\" class=\"wp-image-862\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Doce-de-leite-sendo-produzido.-680x1024.jpg 680w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Doce-de-leite-sendo-produzido.-199x300.jpg 199w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Doce-de-leite-sendo-produzido.-768x1156.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 680px) 100vw, 680px\" \/><figcaption>Doce de leite sendo produzido<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-content\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Atendimento-1024x768.jpg\" alt=\"\" data-id=\"861\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2013\/06\/06\/alimentos-na-ufsm-uma-producao-que-ensina\/atendimento\/\" class=\"wp-image-861\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Atendimento-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Atendimento-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Atendimento-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Atendimento<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"680\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-content\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Sorvetes-de-morango-UNI-1024x680.jpg\" alt=\"\" data-id=\"860\" data-link=\"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/2013\/06\/06\/alimentos-na-ufsm-uma-producao-que-ensina\/sorvetes-de-morango-uni\/\" class=\"wp-image-860\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Sorvetes-de-morango-UNI-1024x680.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Sorvetes-de-morango-UNI-300x199.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Sorvetes-de-morango-UNI-768x510.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/714\/2013\/06\/Sorvetes-de-morango-UNI-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Sorvetes de morango UNI<\/figcaption><\/figure><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Bastidores da .txt<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ap\u00f3s conversa com os entrevistados, visitamos os locais de produ\u00e7\u00e3o dos alimentos. Nos laborat\u00f3rios do Col\u00e9gio Polit\u00e9cnico da UFSM e na Usina Escola, pudemos ver de perto o cuidado que existe para garantir a qualidade dos produtos. Dentre esses cuidados, a higiene \u00e9 o principal. Para conversarmos com os funcion\u00e1rios e fotografarmos os processos de produ\u00e7\u00e3o, precisamos usar jaleco, touca e botas de borracha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro aspecto que chamou a aten\u00e7\u00e3o foi a preocupa\u00e7\u00e3o com a limpeza de todos os materiais que est\u00e3o envolvidos neste processo. Vimos, diversas vezes, os funcion\u00e1rios, bolsistas e professores higienizando o maquin\u00e1rio e os instrumentos utilizados na produ\u00e7\u00e3o desses alimentos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na apura\u00e7\u00e3o desta mat\u00e9ria, al\u00e9m de vivermos na pr\u00e1tica o trabalho jornal\u00edstico, pudemos aprender que in\u00fameros processos s\u00e3o necess\u00e1rios para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos. A responsabilidade e o respeito com o consumidor s\u00e3o, com certeza, elementos que fazem a diferen\u00e7a na qualidade do produto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diariamente s\u00e3o produzidos diversos produtos consumidos em Santa Maria e em outras cidades do Rio Grande do Sul. Dafne Lopes \u2013\u00a0dafnemlopes@yahoo.com.brGiulia Pozzobon \u2013\u00a0giulia.pozzobon@hotmail.com Cortes de carne, leite, queijo e iogurte. Esses alimentos e tantos outros s\u00e3o produzidos todos os dias na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Os industrializados t\u00eam qualidade garantida e no processo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1314,"featured_media":862,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[23,179],"tags":[41],"class_list":["post-840","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-17aedicao","category-com-imagem-destacada-pt","tag-ed17"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/840","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1314"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=840"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/840\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/862"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=840"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=840"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/midias\/experimental\/revistatxt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=840"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}