Ir para o conteúdo AGITTEC Ir para o menu AGITTEC Ir para a busca no site AGITTEC Ir para o rodapé AGITTEC
  • Acessibilidade
  • Sítios da UFSM
  • Área restrita

Aviso de Conectividade Saber Mais

Início do conteúdo

No Dia Mundial do Meio Ambiente, conheça as patentes verdes da UFSM



Hoje, dia 5 de junho, é o Dia Mundial do Meio Ambiente, data criada para chamar a atenção para os problemas ambientais existentes no planeta. No portfólio de tecnologias da UFSM é possível encontrar quatro registros de patentes que foram concedidas pelo Programa Patentes Verdes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O primeiro registro aconteceu em 2013, quando a UFSM participou do programa piloto do Patentes Verdes. De lá pra cá, outras três tecnologias também receberam esse registro. 

 

Em 2016, o INPI criou o Programa Patentes Verdes, que torna mais rápido o trâmite para projetos destinado a tecnologias que promovam um menor impacto ambiental. Segundo a revista Exame, entre janeiro de 2020 e março de 2021 houve 118 requerimentos de exame prioritário com base no programa. Desses, 32 pedidos já tiveram decisão, com 65% de concessão e um tempo médio entre o requerimento de exame acelerado e o final do processo de apenas oito meses.

 

Conheça os registros de patentes verdes da UFSM e como elas podem auxiliar na redução dos impactos ambientais.


Luminária para iluminação pública a LED 

O objetivo dessa invenção é otimizar a operação das luminárias a LED realizando uma melhor dissipação de calor e, consequentemente, maximizando o fluxo luminoso e a vida útil de todo o sistema de iluminação. Segundo Tiago Marchesan, diretor do Centro de Tecnologia da UFSM e um dos inventores da tecnologia, todo aquecimento é perda de energia gerada. “Com sistemas eficientes, contribuímos para a redução de investimentos na geração de energia, que podem trazer impactos ambientais, e reduzimos o custo da energia para o contribuinte”, explica Tiago.


Transformador de distribuição e uso do mesmo em redes de distribuição de energia 

O transformador de distribuição apresenta melhoria na eficiência devido à redução das perdas energéticas do núcleo quando em operação, baixo potencial poluidor, maior temperatura limite de funcionamento, sistema de arrefecimento de alta eficiência e estimativa da vida útil do mesmo. A maioria dos transformadores de distribuição utilizados tem óleo mineral, que é contaminante quando em contato com o meio ambiente, enquanto essa tecnologia utiliza óleo vegetal. 


Processo de obtenção de nanocompósito

A invenção descreve a reutilização de resíduos provenientes do beneficiamento de pedras preciosas (Ágata). O uso deste tipo de resíduo resultou na obtenção de um novo material chamado de nanocompósito, que leva como base o uso de nanopartículas metálicas e seus óxidos. O resíduo de Ágata utilizado é rico em SiO2 (Sílica) e possui uma área superficial específica muito grande, o que favorece a adsorção das nanopartículas em sua superfície. Esse dispositivo ganha o nome de nanocompósito em função de seu tamanho em escala reduzida, e por possuir polímeros ligados quimicamente à matriz de resíduo/nanopartículas. Sua aplicação é ampla, podendo servir como catalisador para gases nocivos (NOx, SOx, CO), funcionando como um purificador de ar, absorvendo esses gases em sua matriz e realizando a catálise, ou seja, quebrando as ligações químicas do NOx, CO, SOx e transformando N2, CO2 e O2. 


Inversor multinível com porta CC bidirecional secundária e método de operação de inversor multinível com porta CC bidirecional secundária

Essa invenção trata de um inversor multinível com duas portas CC bidirecionais e uma porta CA bidirecional. As portas CC são independentes entre si e podem ser utilizadas para agregar funções ao inversor. Em possíveis aplicações, a porta CC principal pode ser utilizada para conectar a fonte de energia principal (painel fotovoltaico, por exemplo) e na porta CC secundária pode ser conectado um sistema de armazenamento. A porta CA é utilizada para alimentar as cargas CA ou para conectar o inversor à rede elétrica.

Texto: Giovana Dutra, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec).

Ilustrações: Angela N. López U., acadêmica de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Inovação e  Transferência de Tecnologia (Agittec).

Publicações Relacionadas

Publicações Recentes