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Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria – artigo 009 Bosque



Fotografia em preto e branco de uma senhora descerrando uma placa com o braço direito. A placa é feita com madeira, formato retangular e é mais alta que as pessoas. A senhora está com um vestido e segura uma bolsa no braço esquerdo. À esquerda, estacas e pás indicam o local do plantio das árvores. Ao centro, próximo à senhora, homens de terno e gravata. De costas, uma mulher vestindo calça jeans e camiseta caminha em direção a eles. No canto inferior direito, um menino de camisa e calça social olha para o lado contrário. Ao fundo, no centro, as bandeiras do Brasil, Rio Grande do Sul e UFSM, e à direita, um toldo listrado.

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) tem a sustentabilidade e meio ambiente como pauta nas reuniões e projetos desenvolvidos pela instituição. Podemos referenciar esta afirmativa ao observar a foto destacada, que retrata o descerramento da placa em memória ao Dia da Árvore (21 de setembro) em 1977, feito por Angelina Bernardi, esposa do Reitor em exercício na época, Hélios Homero Bernardi. Esta foto foi usada para ilustrar a publicação da noticia intitulada “Bosque na UFSM” na Revista O Quero-Quero, informativo circular da UFSM.

 Segundo a Revista, o evento trata do plantio de noventa e cinco mudas de árvores nativas da região, como Guapuruvú, Jacarandá, Cedro, Ipê Roxo e Amarelo, Aroeira Mansa, Corticeira, Timbaúva e Tiúna Tipa, em comemoração ao Dia da Árvore. A iniciativa foi promovida pela Coordenação do Curso de Engenharia Florestal e Setor de Paisagismo da Prefeitura Universitária. O projeto do bosque e plano de plantio das árvores foi idealizada pelo Professor Luiz Galvão. As árvores não seguiram um padrão de posicionamento, assim, o caráter natural e nativo fica mais perceptivo. No futuro, o bosque já formado servira para abrigar os pecuaristas em época de exposição, já tem como localização o Centro de Exposições da UFSM.

Ainda na Revista Quero-Quero, a notícia traz parte da fala do Reitor na ocasião: “as mudas, do próprio viveiro da cidade, estão sendo repostas para compensar as que são abatidas, em benefício do próprio homem”. Nesta frase, há duas curiosidades: a primeira, que a placa que vemos sendo descerrada na foto foi entalhada em madeira de embuia e louro. A segunda, que anos depois a UFSM “abate” árvores em outros espaços para dar espaços aos novos prédios da instituição.

Texto: Marcos M. Paulo, Acadêmico do 1º semestre de Arquivologia.

Audiodescrição da imagem: Fotografia em preto e branco de uma senhora descerrando uma placa com o braço direito. A placa é feita com madeira, formato retangular e é mais alta que as pessoas. A senhora está com um vestido e segura uma bolsa no braço esquerdo. À esquerda, estacas e pás indicam o local do plantio das árvores. Ao centro, próximo à senhora, homens de terno e gravata. De costas, uma mulher vestindo calça jeans e camiseta caminha em direção a eles. No canto inferior direito, um menino de camisa e calça social olha para o lado contrário. Ao fundo, no centro, as bandeiras do Brasil, Rio Grande do Sul e UFSM, e à direita, um toldo listrado.

Comissão de Audiodescrição da UFSM.

Artigo em Libras


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