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Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria – artigo 016 Os Primeiros Arquivistas do Brasil



 Fotografia em preto e branco, formato paisagem, em ambiente interno, de um grupo de seis pessoas vestindo becas pretas, segurando canudos e olhando para nós. São dois homens e quatro mulheres sobre um palco, lado a lado, enquadrados de corpo inteiro. Além da beca na altura dos joelhos, em tecido brilhoso, com mangas longas e botões, usam também capelo preto com plumas nas bordas, gravata borboleta e jabô brancos. Sobre o jabô, um cordão trançado na horizontal. Os homens vestem ainda calça social e sapatos. As mulheres usam sandálias. Os primeiros, um homem e uma mulher, são morenos, cabelos e olhos castanhos e sorriem. A terceira do grupo é clara, magra, tem cabelos claros, ondulados e é a mais alta. A quarta é morena, cabelos pretos e crespos. Os dois últimos, uma mulher e um homem, têm a pele e o cabelo claros. Ela usa um batom forte e ele um bigode avantajado. As mulheres usam os cabelos na altura dos ombros e os homens usam cabelos curtos. À esquerda, no palco, vêem-­se as bandeiras da Universidade Federal de Santa Maria, a do Brasil e um suporte de partitura. Atrás do grupo, no chão, um arranjo de flores. Mais atrás, uma mesa. Ao fundo, cortinas lisas e cadeiras de madeira. De frente para eles, próximo ao palco, três poltronas moduladas, listradas e sem braços. Entre os dois módulos da direita, um corredor com um tapete felpudo.

Em 1976 o Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (CEPE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) sancionou a criação do Curso de Arquivologia, que teve inicio em março do ano seguinte, com oferta de 25 vagas nas habilitações Arquivos Empresariais, Arquivos Escolares, Arquivos Históricos e Arquivos Médicos. A aula inaugural para a primeira turma aconteceu no dia 18 de abril e foi ministrada pelo Professor José Pedro Pinto Esposel, da Universidade Federal Fluminense (UFF), do Rio de Janeiro.

A fotografia em destaque mostra os seis primeiros formandos em Arquivologia sendo habilitados em Arquivos Empresariais e Arquivos Médicos, solenidade que aconteceu na sede da Sociedade União dos Caixeiros Viajantes (SUCV). Nesta época, havia dois cursos de graduação em Arquivologia no Brasil, na UFSM e na UFF. Na década de 80 não houve criação de cursos de graduação, mas foi nesta década que ocorreu um grande fortalecimento nas discussões com a criação de cursos de pós-graduação latu sensus. Com esses estudos foi possível, em 1991, a implementação da Lei 8.159 que prevê a política nacional de arquivos públicos e privados e também a criação do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ).

No Curso de Arquivologia na UFSM as influencias em nível nacional motivaram alterações curriculares, sendo que em 1993 passa a ter oito semestres e deixa de ofertar as habilitações. Em 2004, foi aprovada a ultima alteração curricular que conta com uma carga horária de 2070 horas, distribuídas em sete semestres, e já formou mais de 600 Bacharéis em Arquivologia.

Texto: Marcos Machado Paulo, Acadêmico do 2º semestre do Curso de Arquivologia da UFSM.

Audiodescrição da imagem: Fotografia em preto e branco, formato paisagem, em ambiente interno, de um grupo de seis pessoas vestindo becas pretas, segurando canudos e olhando para nós. São dois homens e quatro mulheres sobre um palco, lado a lado, enquadrados de corpo inteiro. Além da beca na altura dos joelhos, em tecido brilhoso, com mangas longas e botões, usam também capelo preto com plumas nas bordas, gravata borboleta e jabô brancos. Sobre o jabô, um cordão trançado na horizontal. Os homens vestem ainda calça social e sapatos. As mulheres usam sandálias. Os primeiros, um homem e uma mulher, são morenos, cabelos e olhos castanhos e sorriem. A terceira do grupo é clara, magra, tem cabelos claros, ondulados e é a mais alta. A quarta é morena, cabelos pretos e crespos. Os dois últimos, uma mulher e um homem, têm a pele e o cabelo claros. Ela usa um batom forte e ele um bigode avantajado. As mulheres usam os cabelos na altura dos ombros e os homens usam cabelos curtos. À esquerda, no palco, vêem-­se as bandeiras da Universidade Federal de Santa Maria, a do Brasil e um suporte de partitura. Atrás do grupo, no chão, um arranjo de flores. Mais atrás, uma mesa. Ao fundo, cortinas lisas e cadeiras de madeira. De frente para eles, próximo ao palco, três poltronas moduladas, listradas e sem braços. Entre os dois módulos da direita, um corredor com um tapete felpudo.

Comissão de Audiodescrição da UFSM.

Artigo em Libras


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