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Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria – artigo 026 Projeto Oswaldo Aranha



Fotografia quadrada em preto e branco com oito homens agrupados ao sol diante de parte de uma mesa com três fileiras de espigas de milho. Os homens têm pele clara, cabelos escuros, curtos e os cinco mais próximos usam bigodes. Na lateral esquerda, homem de perfil, virado à direita, cabelo liso e com franja, boca semiaberta, veste japona clara sobre camisa branca, está com indicador esquerdo em riste, segura uma folha na altura da barriga, com a mão direita, e está posicionado de frente para a mesa. Ao centro, atrás do canto da mesa, José Mariano da Rocha Filho, com chapéu bucket de couro preto, capa longa escura abotoada na cintura, dedo indicador direito na horizontal junto ao bigode e cabeça baixa direcionada à folha que segura com a mão esquerda. Os demais estão de frente, muito sérios, alguns olham para a folha do professor Mariano, outros olham para as folhas que seguram. No canto inferior direito da foto, o tampo da mesa com um revestimento de papel claro, sobre o qual estão as espigas dispostas por tamanho, de maior a menor, da esquerda para a direita, com seis espigas em cada fileira. Nas extremidades das fileiras, pequenas pedras e uma maior no canto direito da mesa. Ao fundo, algumas nuvens e copas de árvores.

Em agosto de 1970 deu-se início ao projeto Operação Oswaldo Aranha, projeto esse que visava aperfeiçoar o ensino e a pesquisa no Centro de Ciências Rurais (CCR), a pedido da Universidade Federal de Santa Maria, além de promover o desenvolvimento do setor primário do Rio Grande do Sul, mais especificamente a zona oeste do Estado. O projeto não teria deslanchado sem o apoio do engenheiro agrônomo, prof. José Barbas Guerra, do Ministro da Educação, Dr. Tarso Dutra, do Ministro, Helio Beltrão e, claro, o então Reitor José Mariano da Rocha Filho.

Denominado de FAO-BRA-33 pela Organização dos Estados Unidos – ONU, foi batizado de Projeto Oswaldo Aranha pelo Reitor da UFSM, em homenagem à Osvaldo Euclides de Sousa Aranha, um riograndense ilustre que foi presidente da Assembléia Geral das Nações Unidas. William Doerr, supervisor das fazendas da Southern Illinois University foi indicado como coordenador internacional da operação e o Diretor Nacional, o professor Derblay Galvão, respectivamente representantes da ONU e da Universidade Federal de Santa Maria.

Apesar do Estado do Rio Grande do Sul ter perdido seu posto de principal motivador para o grande desenvolvimento da agricultura brasileira, que apresentou um elevado avanço econômico, devido à demasiada devastação pecuária e o desflorestamento intensivo, possui excelentes condições para o desenvolvimento de uma vigorosa agricultura.

O projeto tem por finalidade também integrar o aluno com o meio que desempenhará sua profissão, combater as parasitas e epizootias, instalação de granjas experimentais, desenvolver um programa de pesquisa e variados planos que contribuem para o desenvolvimento do Estado.

Texto: Danielle Godoy Espindola, Acadêmica do 2º semestre do Curso de Arquivologia da UFSM.

Audiodescrição da imagem: Fotografia quadrada em preto e branco com oito homens agrupados ao sol diante de parte de uma mesa com três fileiras de espigas de milho. Os homens têm pele clara, cabelos escuros, curtos e os cinco mais próximos usam bigodes. Na lateral esquerda, homem de perfil, virado à direita, cabelo liso e com franja, boca semiaberta, veste japona clara sobre camisa branca, está com indicador esquerdo em riste, segura uma folha na altura da barriga, com a mão direita, e está posicionado de frente para a mesa. Ao centro, atrás do canto da mesa, José Mariano da Rocha Filho, com chapéu bucket de couro preto, capa longa escura abotoada na cintura, dedo indicador direito na horizontal junto ao bigode e cabeça baixa direcionada à folha que segura com a mão esquerda. Os demais estão de frente, muito sérios, alguns olham para a folha do professor Mariano, outros olham para as folhas que seguram. No canto inferior direito da foto, o tampo da mesa com um revestimento de papel claro, sobre o qual estão as espigas dispostas por tamanho, de maior a menor, da esquerda para a direita, com seis espigas em cada fileira. Nas extremidades das fileiras, pequenas pedras e uma maior no canto direito da mesa. Ao fundo, algumas nuvens e copas de árvores.

Comissão de Audiodescrição da UFSM.

Artigo em Libras


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