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Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria – artigo 028 A Imprensa Universitária



Fotografia quadrada em preto e branco de um homem sentado com as mãos sobre as teclas de uma grande máquina de linotipia no canto de uma sala. À esquerda, homem de perfil, virado à direita, com pele clara, cabelos curtos e escuros, veste jaleco, calças, meia e sapatos escuros e olha para a máquina à frente. A máquina é preta e tem o dobro da altura do homem sentado. À esquerda, correias verticais da altura da máquina e fios. Na parte superior, dois cilindros e ferragens que sustentam três grandes quadrados sobrepostos em diagonal descendente à direita. Na parte central, engrenagens e correias com uma lâmpada à esquerda e uma placa de metal, à direita, com a palavra Linotype, em alto-relevo e letras maiúsculas. Abaixo, o teclado com seis linhas de teclas pretas à esquerda, claras ao centro e brancas à direita. Na lateral direita da linotipo, uma folha branca pendurada e outra máquina gráfica. Ao lado do homem, um banco mocho com assento escuro e pés claros com pontas escuras. No chão, pontinhos brilhosos e caixa de madeira. Ao fundo, atrás do homem, placas quadradas brancas rejuntadas por estrutura escura. Atrás da máquina, janelas basculantes abertas.

A Imprensa Universitária, também conhecida como Gráfica da UFSM, presta serviços de impressão para toda a universidade e por muitos anos foi responsável pela impressão das provas dos extintos Vestibular e Peies.

 Em 1966, a Associação Santa-mariense Pró-Ensino Superior (ASPES), importou da Alemanha as primeiras máquinas de impressão. A gráfica foi construída do lado oeste da cidade universitária, no primeiro pavilhão com cobertura em semi-arco, onde operou por muitos anos. Possuía um moderno laboratório de fotolitografia, o mais usado pelos estudantes dos cursos de Artes Plásticas e Comunicação Social. Operava com máquinas Offset Poli Graf. P24, Guilhotina Eletrônica e Impressora Poligrafh.     

O relatório de atividades da UFSM de 1970 registrava uma equipe de funcionários constituída de 1 supervisor, 6 tipógrafos, 2 trabalhadores e 2 linotipistas os quais executaram 844 solicitações de serviços de impressão. Um ano após as solicitações dobraram, envolvendo diversas formas de serviços: papéis timbrados, certificados, diplomas, atestados, fichas, formulários, convites de formatura, revistas e boletins. Nesse mesmo ano sua denominação foi alterada para Imprensa Universitária.

Um ano mais tarde a gráfica foi transferida para o prédio seis da universidade, ao lado do Colégio Técnico Industrial – CTISM, onde funciona até hoje. Atualmente é um órgão subordinado à Pró-Reitoria de Administração (PRA) e um projeto para o novo parque gráfico da UFSM está sendo estudado, de forma que possa atender as solicitações da Editora da UFSM.

Estudos como os de Bufrem, que publicou em 2001 o livro Editoras Universitárias no Brasil, relatam que embora tenham refletido a cultura das universidades que as abrigaram, as antigas imprensas universitárias são parte de um passado em que as obras selecionadas com critérios duvidosos eram impressas, e não publicadas. A tendência atual é que se transformem em editoras universitárias.

Texto: Kátia Moreira, acadêmica do 5° semestre do Curso de Jornalismo da UFSM.

Audiodescrição da imagem: Fotografia quadrada em preto e branco de um homem sentado com as mãos sobre as teclas de uma grande máquina de linotipia no canto de uma sala. À esquerda, homem de perfil, virado à direita, com pele clara, cabelos curtos e escuros, veste jaleco, calças, meia e sapatos escuros e olha para a máquina à frente. A máquina é preta e tem o dobro da altura do homem sentado. À esquerda, correias verticais da altura da máquina e fios. Na parte superior, dois cilindros e ferragens que sustentam três grandes quadrados sobrepostos em diagonal descendente à direita. Na parte central, engrenagens e correias com uma lâmpada à esquerda e uma placa de metal, à direita, com a palavra Linotype, em alto-relevo e letras maiúsculas. Abaixo, o teclado com seis linhas de teclas pretas à esquerda, claras ao centro e brancas à direita. Na lateral direita da linotipo, uma folha branca pendurada e outra máquina gráfica. Ao lado do homem, um banco mocho com assento escuro e pés claros com pontas escuras. No chão, pontinhos brilhosos e caixa de madeira. Ao fundo, atrás do homem, placas quadradas brancas rejuntadas por estrutura escura. Atrás da máquina, janelas basculantes abertas.

Comissão de Audiodescrição da UFSM.

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