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Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria – artigo 038 Transporte na UFSM



Fotografia quadrada, em preto e branco, de uma longa fila de jovens entre três ônibus em dia ensolarado. À esquerda, um dos ônibus, de frente, com linhas arredondadas, com dois letreiros no alto sobre dois para-brisas, lado a lado. Nos letreiros de fundo escuro, em letras brancas maiúsculas, “Universitaria”, no esquerdo, e “Santa Maria”, no direito. Pelo para-brisa direito, vê-se um homem, da cintura para cima, com camisa branca de manga curta, gravata escura e as mãos na direção. Centralizada, abaixo dos para-brisas, uma placa oval horizontal escura, escrito Carroceria Eliziario. Mais abaixo, sobre uma tela de metal retangular com uma listra frontal escura, um aro de metal brilhoso que circunda uma estrela de três pontas. Nas laterais, dois faróis de cada lado. No para-choque, uma placa branca, com os números “50-46” em preto e, logo embaixo, caracteres irreconhecíveis. Na lateral direita da foto, parte frontal dos dois ônibus, lado a lado, de perfil, virados à esquerda, sob um telhado claro com ferragens escuras. A fila inicia entre eles, faz uma curva, passa na lateral direita do primeiro ônibus e se perde de vista ao fundo, ao longo da rua. A primeira da fila é uma jovem que sorri, está virada à direita, assim como os três rapazes atrás dela. Os demais estão de frente e aglomerados. Ao fundo, à esquerda, sobrados com partes sombreadas. Ao centro, parte de uma grande chaminé industrial acima dos prédios; e, à direita, uma parede branca.

O Setor de Transporte e Oficina entrou em funcionamento ainda no início da construção da UFSM, pois era grande a necessidade de conduções para as obras e para o transporte pessoal. Duas Kombis, doadas pela ASPES, foram os primeiros veículos da instituição para deslocamentos e viagens em geral.

Mais tarde foram adquiridos os dois primeiros chassis para ônibus, da Mercedes Benz, os quais receberam carrocerias e passaram a ser usados pelas Faculdades de Agronomia e Veterinária para trabalhos de extensão. Em um dos veículos havia equipamentos de som para que os docentes pudessem ministrar aulas e palestras durante viagens e passeios estudantis. Já em meados da década de 60 a universidade possuía um total de doze ônibus para atender a crescente demanda de estudantes, além dos veículos a serviço da reitoria.

Para a realização da manutenção necessária foi instalada uma oficina e um posto de serviço para abastecer os veículos. Segundo o relatório de 1970 da universidade, nesse mesmo ano o serviço de transporte já possuía uma estrutura com garagem, oficina e posto de lubrificação e abastecimento e uma frota com 13 ônibus, 2 automóveis e 21 utilitários, além de 29 motoristas, 4 mecânicos e 3 funcionários do posto de gasolina.

Já os estudantes eram favorecidos com o transporte gratuito, ação estimulada pelo governo federal. Desde o planejamento da cidade universitária, o transporte de alunos e servidores para o futuro campus foi preocupação da Reitoria. A linha regular cidade-campus-cidade saía diariamente, das 7 às 21horas, conforme a programação dos cursos em funcionamento. Houve a tentativa da administração central de introduzir uma linha ferroviária que facilitasse o transporte de servidores e estudantes, mas devido as dificuldades alegadas pela direção da Rede Ferroviária o pedido não obteve sucesso.

A solução foi investir no transporte rodoviário, porém um grande impasse atingiu o transporte dos estudantes na década de 80, segundo notícias em jornais impressos da época, as empresas de ônibus não atendiam as solicitações de melhorias, havia superlotações, fiscalização precária e longas filas.

Texto: Kátia Moreira, acadêmica do 5° semestre do Curso de Jornalismo da UFSM.

Audiodescrição da imagem: Fotografia quadrada, em preto e branco, de uma longa fila de jovens entre três ônibus em dia ensolarado. À esquerda, um dos ônibus, de frente, com linhas arredondadas, com dois letreiros no alto sobre dois para-brisas, lado a lado. Nos letreiros de fundo escuro, em letras brancas maiúsculas, “Universitaria”, no esquerdo, e “Santa Maria”, no direito. Pelo para-brisa direito, vê-se um homem, da cintura para cima, com camisa branca de manga curta, gravata escura e as mãos na direção. Centralizada, abaixo dos para-brisas, uma placa oval horizontal escura, escrito Carroceria Eliziario. Mais abaixo, sobre uma tela de metal retangular com uma listra frontal escura, um aro de metal brilhoso que circunda uma estrela de três pontas. Nas laterais, dois faróis de cada lado. No para-choque, uma placa branca, com os números “50-46” em preto e, logo embaixo, caracteres irreconhecíveis. Na lateral direita da foto, parte frontal dos dois ônibus, lado a lado, de perfil, virados à esquerda, sob um telhado claro com ferragens escuras. A fila inicia entre eles, faz uma curva, passa na lateral direita do primeiro ônibus e se perde de vista ao fundo, ao longo da rua. A primeira da fila é uma jovem que sorri, está virada à direita, assim como os três rapazes atrás dela. Os demais estão de frente e aglomerados. Ao fundo, à esquerda, sobrados com partes sombreadas. Ao centro, parte de uma grande chaminé industrial acima dos prédios; e, à direita, uma parede branca.

Comissão de Audiodescrição da UFSM.

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