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Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria – artigo 074 Inauguração da Bomba de Cobalto No HUSM em 1975



Fotografia horizontal em preto e branco, de equipamentos médicos em uma sala, da qual se vê o encontro de duas paredes ao fundo e à esquerda da imagem. Perpendicular à parede da esquerda, uma cama hospitalar de couro escuro, fixada  ao chão por um cano metálico, circular e claro. A cama está coberta em parte por um lençol claro e sobre ela também há um travesseiro com fronha clara. À direita da cama, uma lâmpada redonda e  uma câmera de filmagem ligada à uma tomada por um fio escuro e suspensa em um suporte. Ao lado direito da câmera, uma caixa retangular clara com dois botões escuros na parte superior sobre um suporte de cerca de um metro de altura.  No centro da imagem e ao fundo, próximo à parede da direita, o equipamento “Bomba de Cobalto”, equipamento de raio-X.  Com aproximadamente dois metros de altura, o equipamento tem uma base retangular e clara, com alguns detalhes escuros, com cerca  de um metro e meio dealtura e um metro de largura. Na parte frontal da base, uma haste vertical e de aproximadamente um metro de altura e vinte e cinco cm de largura. Na parte superior da haste, perpendiculares à ela e voltados para a frente do equipamento, metais de cerca de um metro com uma caixa quadrada na extremidade, com uma lente de projeção de raios na face inferior. Na parte inferior  da haste, perpendicular à ela e voltado para a frente do equipamento,  um cano metálico com cerca de um metro, que sustenta uma prancha horizontal de aproximadamente oitenta centímetros com as laterais voltadas para cima. Atrás do equipamento, um revestimento móvel de pvc cobre a parede.  No centro da fotografia, próximo ao encontro das paredes e ao teto, um equipamento retangular branco, semelhante a uma luminária. As paredes e o teto são claros e o chão é escuro.

Em abril de 1975, durante a gestão do Reitor Hélios Homero Bernardi, foi instalado, no Hospital Universitário – Campus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – mais uma poderosa arma contra o câncer: a Bomba de Cobalto. A partir de então, o Setor de Radioterapia do Hospital Universitário passou a realizar atendimento de inestimável valia aos pacientes que precisavam desse tratamento específico. Na época o médico encarregado pela Seção de Telecobaltoterapia era o Dr. Arnaldo José Walty, especialista em Radioterapia no Instituto Nacional do Câncer pela PUC-RJ. A instalação desse serviço na região central do Estado facilitou o tratamento dos pacientes que antes precisavam deslocar-se até Porto Alegre.

Texto: Jaqueline Inês Both, acadêmica do 6º semestre do Curso de Arquivologia da UFSM.

Audiodescrição da imagem: Fotografia horizontal em preto e branco, de equipamentos médicos em uma sala, da qual se vê o encontro de duas paredes ao fundo e à esquerda da imagem. Perpendicular à parede da esquerda, uma cama hospitalar de couro escuro, fixada  ao chão por um cano metálico, circular e claro. A cama está coberta em parte por um lençol claro e sobre ela também há um travesseiro com fronha clara. À direita da cama, uma lâmpada redonda e  uma câmera de filmagem ligada à uma tomada por um fio escuro e suspensa em um suporte. Ao lado direito da câmera, uma caixa retangular clara com dois botões escuros na parte superior sobre um suporte de cerca de um metro de altura.  No centro da imagem e ao fundo, próximo à parede da direita, o equipamento “Bomba de Cobalto”, equipamento de raio-X.  Com aproximadamente dois metros de altura, o equipamento tem uma base retangular e clara, com alguns detalhes escuros, com cerca  de um metro e meio dealtura e um metro de largura. Na parte frontal da base, uma haste vertical e de aproximadamente um metro de altura e vinte e cinco cm de largura. Na parte superior da haste, perpendiculares à ela e voltados para a frente do equipamento, metais de cerca de um metro com uma caixa quadrada na extremidade, com uma lente de projeção de raios na face inferior. Na parte inferior  da haste, perpendicular à ela e voltado para a frente do equipamento,  um cano metálico com cerca de um metro, que sustenta uma prancha horizontal de aproximadamente oitenta centímetros com as laterais voltadas para cima. Atrás do equipamento, um revestimento móvel de pvc cobre a parede.  No centro da fotografia, próximo ao encontro das paredes e ao teto, um equipamento retangular branco, semelhante a uma luminária. As paredes e o teto são claros e o chão é escuro.

Audiodescritora roteirista: Cíntia Pasa Lopes

Audiodescritora consultor: Fernanda Taschetto

Artigo em Libras


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