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Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria – artigo 113 Laboratório de Análises Micotoxicológicas em 2005



Fotografia horizontal e colorida de um homem em uma sala de laboratório de pesquisa de micotoxinas em alimentos. O homem, à esquerda da foto, enquadrado do joelho para cima, é magro, de pele clara, cabelo curto, ondulado e preto e tem cerca de 30 anos. Ele usa óculos de grau, um jaleco branco até o joelho, de mangas compridas e dobradas até o antebraço, e luvas de látex descartáveis, de cor branca. Os braços estão curvados acima da cintura, onde maneja a bandeja de um dos equipamentos que está na bancada. Em primeiro plano, uma mesa de fórmica, branca, comprida e retangular, sobre a qual estão quatro monitores. À esquerda, parte de um destes monitores, ligado e de frente, com os outros três com a tela voltada para trás e enfileirados lado a lado. Esses monitores são de tela fina, de cor branca e a base prateada, tendo na parte superior uma logomarca formada por um círculo de fundo cinza e dentro as letras maiúsculas “L” e “G”. Entre o segundo e o terceiro monitores, um calendário de mesa, retangular, do Banco do Brasil; e entre o terceiro e o quarto, um mouse pad, redondo, com fundo amarelo claro e a figura de um pintinho amarelo. Ao fundo, uma parede lisa e clara, na qual está encostada uma bancada, comprida, de granito, na cor cinza ocre. Sobre essa bancada, vários equipamentos de cromatografia, semelhantes a CPU’s de computadores, com frascos de reservatórios de solventes na parte superior deles, alguns transparentes e outros âmbares, com circunferências diferentes e todos interligados aos equipamentos por filtros finos que saem da tampa. Ainda sobre a bancada, um pote branco; uma CPU; um monitor com a tela ligada, um teclado e um mouse, ambos de cores claras. Junto à bancada, em frente à CPU, uma cadeira de escritório de cor escura e sem braços. Entre  a mesa e a bancada, um espaço para a passagem de pessoas, onde  está posicionado, de perfil direito, o homem de jaleco. Ainda na parede do fundo, um banner retangular, pendurado ao centro superior do local. No banner, de fundo branco, ao centro, a palavra “LAMIC”, escrita em letras maiúsculas e grandes, na cor azul, e, acima e centralizado, a logomarca do laboratório, que é um círculo com fundo azul, tendo ao centro outro círculo, oval, de cor laranja e margem branca, mais um desenho abstrato no canto inferior, semelhante a uma flor desabrochando, com seis pétalas abertas e cada qual com três pontas, de fundo branco.

O Laboratório de Análises Micotoxicológicas (LAMIC) da UFSM iniciou suas atividades em 1986, com a associação entre os professores Jânio Santúrio, Maria Antonieta Baldissera e Jussara da Silva. Em dezembro de 1999 inaugurou suas novas instalações no Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, no prédio 44 do Campus. A UFSM instalou o primeiro laboratório da América do Sul a utilizar um processo totalmente automatizado para fazer o diagnóstico de micotoxinas. O LAMIC desenvolve trabalhos de análises de cereais, industrializados, tecidos de animais, lácteos e híbridos de milho. Atualmente o Laboratório de Análises Micotoxicológicas da UFSM atende às maiores indústrias alimentícias do Brasil, garantindo a qualidade dos alimentos consumidos por todos os brasileiros.

Texto: Lidiane Castagna Gonçalves, acadêmica do 3°semestre do Curso de Desenho Industrial da UFSM.

Audiodescrição da imagem: Fotografia horizontal e colorida de um homem em uma sala de laboratório de pesquisa de micotoxinas em alimentos. O homem, à esquerda da foto, enquadrado do joelho para cima, é magro, de pele clara, cabelo curto, ondulado e preto e tem cerca de 30 anos. Ele usa óculos de grau, um jaleco branco até o joelho, de mangas compridas e dobradas até o antebraço, e luvas de látex descartáveis, de cor branca. Os braços estão curvados acima da cintura, onde maneja a bandeja de um dos equipamentos que está na bancada. Em primeiro plano, uma mesa de fórmica, branca, comprida e retangular, sobre a qual estão quatro monitores. À esquerda, parte de um destes monitores, ligado e de frente, com os outros três com a tela voltada para trás e enfileirados lado a lado. Esses monitores são de tela fina, de cor branca e a base prateada, tendo na parte superior uma logomarca formada por um círculo de fundo cinza e dentro as letras maiúsculas “L” e “G”. Entre o segundo e o terceiro monitores, um calendário de mesa, retangular, do Banco do Brasil; e entre o terceiro e o quarto, um mouse pad, redondo, com fundo amarelo claro e a figura de um pintinho amarelo. Ao fundo, uma parede lisa e clara, na qual está encostada uma bancada, comprida, de granito, na cor cinza ocre. Sobre essa bancada, vários equipamentos de cromatografia, semelhantes a CPU’s de computadores, com frascos de reservatórios de solventes na parte superior deles, alguns transparentes e outros âmbares, com circunferências diferentes e todos interligados aos equipamentos por filtros finos que saem da tampa. Ainda sobre a bancada, um pote branco; uma CPU; um monitor com a tela ligada, um teclado e um mouse, ambos de cores claras. Junto à bancada, em frente à CPU, uma cadeira de escritório de cor escura e sem braços. Entre  a mesa e a bancada, um espaço para a passagem de pessoas, onde  está posicionado, de perfil direito, o homem de jaleco. Ainda na parede do fundo, um banner retangular, pendurado ao centro superior do local. No banner, de fundo branco, ao centro, a palavra “LAMIC”, escrita em letras maiúsculas e grandes, na cor azul, e, acima e centralizado, a logomarca do laboratório, que é um círculo com fundo azul, tendo ao centro outro círculo, oval, de cor laranja e margem branca, mais um desenho abstrato no canto inferior, semelhante a uma flor desabrochando, com seis pétalas abertas e cada qual com três pontas, de fundo branco.

Audiodescritora Roteirista: Geovana Gayer

 Audiodescritor Consultor: Cristian Sehnem

Artigo em Libras

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