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Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria – artigo 149 Inauguração de Agência do Banco do Brasil em 1970



Fotografia vertical em preto e branco  de dois homens junto a uma fita de inauguração, em um corredor, com outras pessoas ao redor, no interior de um ambiente fechado. Em primeiro plano, dois homens seguram as pontas de duas fitas, em laço, cujas extremidades opostas estão presas nas paredes do corredor. As fitas tem duas cores, uma clara e outra escura, na horizontal. Um dos homens, à esquerda e de perfil direito, olha e toca com a mão direita no laço, que está a sua frente. Ele tem a pele clara, cabelo liso, escuro e penteado para trás e usa um terno escuro com gravata escura e camisa clara. O outro homem, à direita e de frente para a imagem, toca com a mão direita na fita, ele tem a pele clara, cabelo escuro, liso e penteado para trás, bigode escuro e também veste um terno escuro com gravata escura e camisa clara. À frente e à esquerda, parte de uma porta de vidro e do piso, de madeira, liso. À direita,  a outra parte da porta, com grades. As paredes são claras e lisas. Ao fundo, vários homens, vestindo terno e gravata escuros com camisas claras, olham diretamente  para os dois homens que estão descerrando o laço da fita. Todos estão em pé, têm a pele clara e faixa etária de aproximadamente 50 anos. No teto,  uma fileira de 10 lâmpadas fluorescentes.

Desde a fundação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), havia uma recorrente preocupação em relação ao deslocamento de acadêmicos e servidores até o centro da cidade – 12 km – para resolverem pendências bancárias.  Devido a isso, o acadêmico Manoel Espina Rossés e o professor Antônio Carlos Fraquelli, ambos do curso de Economia, desenvolveram um projeto para a instalação de um posto de atendimento do Banco do Brasil (BB) no campus. Em 1970, após aprovado pelo Reitor da UFSM e pela Superintendência do BB em Porto Alegre, um posto de atendimento foi instalado próximo ao Centro de Tecnologia. O primeiro responsável pela agência foi o Sr. Victorio Francisco de Boni. Em maio de 1998 o posto transformou-se em uma agência bancária em prédio construído pelo BB na Avenida Roraima, sendo batizada de José Mariano da Rocha Filho.

Texto: Kátia Moreira, acadêmica do curso de Jornalismo da UFSM.

Audiodescrição da imagem: Fotografia vertical em preto e branco  de dois homens junto a uma fita de inauguração, em um corredor, com outras pessoas ao redor, no interior de um ambiente fechado. Em primeiro plano, dois homens seguram as pontas de duas fitas, em laço, cujas extremidades opostas estão presas nas paredes do corredor. As fitas tem duas cores, uma clara e outra escura, na horizontal. Um dos homens, à esquerda e de perfil direito, olha e toca com a mão direita no laço, que está a sua frente. Ele tem a pele clara, cabelo liso, escuro e penteado para trás e usa um terno escuro com gravata escura e camisa clara. O outro homem, à direita e de frente para a imagem, toca com a mão direita na fita, ele tem a pele clara, cabelo escuro, liso e penteado para trás, bigode escuro e também veste um terno escuro com gravata escura e camisa clara. À frente e à esquerda, parte de uma porta de vidro e do piso, de madeira, liso. À direita,  a outra parte da porta, com grades. As paredes são claras e lisas. Ao fundo, vários homens, vestindo terno e gravata escuros com camisas claras, olham diretamente  para os dois homens que estão descerrando o laço da fita. Todos estão em pé, têm a pele clara e faixa etária de aproximadamente 50 anos. No teto,  uma fileira de 10 lâmpadas fluorescentes.


Audiodescritora Roteirista: Bernardete de Lourdes Rocha
Audiodescritor Consultor: Cristian Evandro Sehnem

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