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Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria – artigo 165 Titulo de Hónoris Causa a Scliar em 1988



Audiodescrição da Imagem: Fotografia horizontal, em preto e branco, de uma cerimônia de recebimento de título. Dois homens em pé, de perfil e de frente um para o outro, enquadrados da cintura para cima, ao centro da imagem. Os dois homens têm pele clara, aparentam faixa etária de cinquenta a sessenta anos, e o homem à esquerda, um pouco mais esguio e mais baixo que o homem à direita, recebe um capelo deste. O capelo é de formato arredondado e tonalidade escura, e está quase posto em sua cabeça. O homem à esquerda é Carlos Scliar, artista plástico santamariense que recebe o título Doutor Honoris por suas obras. Carlos tem a cabeça um pouco inclinada para baixo, assim como o olhar, que parece distante, acompanhado por um sorriso leve nos lábios finos, parecendo satisfeito ou feliz, e as mãos apoiadas provavelmente em uma mesa, que está situada no corte inferior da imagem, em frente aos homens. Veste a toga típica desse tipo de cerimônia, que possui três faixas horizontais, bordadas e decoradas em alto-relevo, na altura do peito. Ele usa óculos, de armação e lente grossas; tem o cabelo claro, com uma camada ondulada próxima ao pescoço e outra lisa por cima, que a cobre quase completamente, ambas penteadas para trás, deixando sua testa à mostra. À direita, o homem coloca e olha fixamente para o capelo. Veste um terno escuro, com dois botões na altura do abdômen, os quais ele usa abertos, e três botões nos punhos, os quais usa fechados; e possui um relógio no punho esquerdo. Ele tem o cabelo crespo e mais escuro que o de Carlos; e tem bigode. Atrás dele, um pouco mais à direita da imagem é possível identificar apenas um braço de outra pessoa, levemente dobrado, em roupa de tonalidade clara. À sua frente, um microfone está posicionado provavelmente sobre a mesma mesa em que Carlos se apoia, sendo observável também as pontas de um arranjo de flores miúdas e claras e de ramos finos. No canto esquerdo da fotografia, a ponta superior direita de uma cadeira estofada em couro escuro. Entre os dois homens, um pouco mais ao fundo da imagem, o topo do encosto de uma cadeira de mesmo material, e no canto direito, o topo do meio para a esquerda de uma cadeira, também de couro escuro. Ao fundo, à esquerda, uma parede escura rústica, como se fosse formada de lascas, e do meio para a direita, cobrindo esse lado da parede, uma cortina escura, de altura maior que os homens. A imagem possui partes mais iluminadas, como se tivessem sido expostas à luz de flash.

Em 1988, o artista santamariense Carlos Scliar (1920-2001) foi homenageado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) com o título de Doutor Hónoris Causa. A proposta foi do Departamento de Artes Visuais do Centro de Artes e Letras, com a justificativa de que o artista transmitia em suas obras as modernas tendências construtivas da arte, sendo reconhecido como construtor no campo da criação plástica. Suas obras possuem caráter particularmente moderno e internacional, abordando de forma implícita a temática social. Após a guerra Scliar tornou-se um pacifista. Em 1948 hospedou Jorge Amado na Europa que começava seu exílio após ter tido seu mandato de deputado pelo PCB cassado. Em 1950, convidado pelo Movimento da Paz de Santa Maria para realizar uma palestra não pode desembarcar do trem, pois naquela época era subversão falar sobre a paz. Em 1982 fez na UFSM uma retrospectiva sobre gravuras.

Texto: Ana Carolina Souza de Almeida, acadêmica do 6°semestre do Curso de Desenho Industrial da UFSM.

Audiodescrição da Imagem: Fotografia horizontal, em preto e branco, de uma cerimônia de recebimento de título. Dois homens em pé, de perfil e de frente um para o outro, enquadrados da cintura para cima, ao centro da imagem. Os dois homens têm pele clara, aparentam faixa etária de cinquenta a sessenta anos, e o homem à esquerda, um pouco mais esguio e mais baixo que o homem à direita, recebe um capelo deste. O capelo é de formato arredondado e tonalidade escura, e está quase posto em sua cabeça. O homem à esquerda é Carlos Scliar, artista plástico santamariense que recebe o título Doutor Honoris por suas obras. Carlos tem a cabeça um pouco inclinada para baixo, assim como o olhar, que parece distante, acompanhado por um sorriso leve nos lábios finos, parecendo satisfeito ou feliz, e as mãos apoiadas provavelmente em uma mesa, que está situada no corte inferior da imagem, em frente aos homens. Veste a toga típica desse tipo de cerimônia, que possui três faixas horizontais, bordadas e decoradas em alto-relevo, na altura do peito. Ele usa óculos, de armação e lente grossas; tem o cabelo claro, com uma camada ondulada próxima ao pescoço e outra lisa por cima, que a cobre quase completamente, ambas penteadas para trás, deixando sua testa à mostra. À direita, o homem coloca e olha fixamente para o capelo. Veste um terno escuro, com dois botões na altura do abdômen, os quais ele usa abertos, e três botões nos punhos, os quais usa fechados; e possui um relógio no punho esquerdo. Ele tem o cabelo crespo e mais escuro que o de Carlos; e tem bigode. Atrás dele, um pouco mais à direita da imagem é possível identificar apenas um braço de outra pessoa, levemente dobrado, em roupa de tonalidade clara. À sua frente, um microfone está posicionado provavelmente sobre a mesma mesa em que Carlos se apoia, sendo observável também as pontas de um arranjo de flores miúdas e claras e de ramos finos. No canto esquerdo da fotografia, a ponta superior direita de uma cadeira estofada em couro escuro. Entre os dois homens, um pouco mais ao fundo da imagem, o topo do encosto de uma cadeira de mesmo material, e no canto direito, o topo do meio para a esquerda de uma cadeira, também de couro escuro. Ao fundo, à esquerda, uma parede escura rústica, como se fosse formada de lascas, e do meio para a direita, cobrindo esse lado da parede, uma cortina escura, de altura maior que os homens. A imagem possui partes mais iluminadas, como se tivessem sido expostas à luz de flash.

Audiodescritora Roteirista: Lúcia Kuss
Audiodescritor Consultor: Cristian Sehnem.

Artigo em Libras

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