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Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria – artigo 195 Base Aérea de Santa Maria e EMRA em 1976



Audiodescrição da imagem: Fotografia, horizontal, em preto e branco, de uma aeronave com um homem dentro e outro sobre a asa, em um pátio de estacionamento. No primeiro plano e na diagonal, visível parte da fuselagem lateral do avião de pequeno porte, que é acinzentado com algumas manchas mais escuras. O avião está com o canopi de vidro e trem de pouso abertos. Dentro do canopi, um homem com cerca de 40 anos, sentado, tem pele clara, cabelo curto, liso e escuro. Em cima da asa esquerda do avião, outro homem levemente agachado, tem pele escura, cabelo levemente curto, liso e escuro, veste roupa acinzentada, cinto, coldre e coturno escuro, e olha para o homem sentado dentro do avião. Próximo a hélice, o número “35”, abaixo do canopi e próximo a asa, a frase “força aérea brasileira”.  No fundo e à esquerda, um hangar claro, com a escrita escura, na frente: “4º esquadrão misto de reconhecimento e ataque”. Dentro, caixas grandes de madeira. Ao lado esquerdo do hangar, um pavilhão claro e próximo a ele, outro avião escuro. À direita, atrás da calda do avião, visível uma torre escura com uma parte clara, no topo, uma biruta escura. Após a torre, dois fios de luz escuros. E distante, uma montanha escura. Céu claro e chão de cimento claro. Audiodescritora roteirista: Cíntia Pasa Lopes  Audiodescritora consultora: Rúbia Steffens

A história da Base Aérea de Santa Maria remonta ao ano de 1944, quando o então Presidente Getúlio Vargas desapropriou em caráter de urgência, terrenos e as benfeitorias neles existentes, situados em Santa Maria, compreendendo aproximadamente uma área de 4 milhões e meio de metros quadrados, com a finalidade da construção da Base Aérea de Santa Maria. A cidade já tinha ligação com a aviação militar desde 1921, quando foi escolhida sede do Parque de Aviação Militar (PAM) do Exército Brasileiro. A inauguração foi em outubro de 1971. Também na década de 70, o 4º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque (EMRA), devido à reorganização dos Grandes Comandos, passa a designar-se 5º EMRA e em 1976 tem parte de sua frota de equipamentos aéreos substituída por aeronaves mais modernas. Esse esquadrão firmava sua precisão no desempenho de missões como a colaboração com o Ministério do Interior nas missões do projeto RADAM, abrindo clareiras na selva amazônica e transportando pessoas a pontos inacessíveis.

Texto: Eduardo Miranda de Souza, acadêmico do 3°semestre do Curso de Jornalismo da UFSM.

Audiodescrição da imagem: Fotografia, horizontal, em preto e branco, de uma aeronave com um homem dentro e outro sobre a asa, em um pátio de estacionamento. No primeiro plano e na diagonal, visível parte da fuselagem lateral do avião de pequeno porte, que é acinzentado com algumas manchas mais escuras. O avião está com o canopi de vidro e trem de pouso abertos. Dentro do canopi, um homem com cerca de 40 anos, sentado, tem pele clara, cabelo curto, liso e escuro. Em cima da asa esquerda do avião, outro homem levemente agachado, tem pele escura, cabelo levemente curto, liso e escuro, veste roupa acinzentada, cinto, coldre e coturno escuro, e olha para o homem sentado dentro do avião. Próximo a hélice, o número “35”, abaixo do canopi e próximo a asa, a frase “força aérea brasileira”.  No fundo e à esquerda, um hangar claro, com a escrita escura, na frente: “4º esquadrão misto de reconhecimento e ataque”. Dentro, caixas grandes de madeira. Ao lado esquerdo do hangar, um pavilhão claro e próximo a ele, outro avião escuro. À direita, atrás da calda do avião, visível uma torre escura com uma parte clara, no topo, uma biruta escura. Após a torre, dois fios de luz escuros. E distante, uma montanha escura. Céu claro e chão de cimento claro.

 

Audiodescritora roteirista: Cíntia Pasa Lopes

Audiodescritora consultora: Rúbia Steffens 

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