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Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria – artigo 199 Laboratório de Biotecnologia Florestal em 1997



Audiodescrição da imagem: Fotografia horizontal e colorida, enquadrada levemente da esquerda para a direita,  de dois homens em frente a uma parede. Os homens têm pele clara, faixa etária de 40 a 50 anos. Estão em pé e de perfil, um de frente para o outro, enquadrados do joelho para cima e com a mão direita, seguram a ponta superior de um pano verde limão, retangular na vertical e amassado nas pontas inferiores, que encobre parte de uma placa de cobre. O homem da esquerda, tem cabelos lisos e barba castanho escuro. Veste um terno “Risca de giz”azul acinzentado, com o punho de uma camisa vermelha visível ao final da manga direita. O homem da direita, com o corpo levemente voltado para frente, tem cabelos e barba grisalhos. Veste terno "Risca de giz" cinza e uma blusa bordô. Atrás dos homens, uma parede bege, com a placa de bronze à esquerda. Ao lado da placa, atrás do primeiro homem, uma porta aberta com um degrau à frente, para acesso à um ambiente interno. Através da abertura vê-se um corredor estreito com paredes  bejes, ao fundo do corredor uma entrada para uma sala, o teto com três lâmpadas fluorescentes e piso de granito na cor cinza mesclado com branco.


Audiodescritora Roteirista: Marya Eduarda Garcia de Oliveira
Audiodescritora Consultora: Fernanda Taschetto

O Laboratório de Biotecnologia Florestal foi inaugurado no ano de 1997 com a presença de Odilon Antonio Marcuzzo do Canto, reitor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e de Juarez Martins Hoppe, professor de Silvicultura. A professora Maísa Pimental Marins Corder do Centro de Ciências Rurais (CCR) era a responsável pelo setor de Melhoramento Florestal do laboratório. Em 2003 seu espaço foi ampliado por meio de recursos financeiros do Fundo Nacional de Meio Ambiente (DNMA/Ministério do Meio Ambiente), com a aprovação do projeto de conservação do palmiteiro no Rio Grande do Sul. A UFSM foi a primeira universidade do RS a sediar um banco de germoplasma de palmiteiro juçara, que é um banco de genes para a conservação da espécie, a qual ainda está ameaçada de extinção. O problema da extinção do palmiteiro juçara se deve principalmente à exploração clandestina para retirada do palmito, já que após o corte, a espécie não permite novas brotações. A única forma de propagação é a semente.

 

Texto: Eduardo Miranda de Souza, acadêmico do 3°semestre do Curso de Jornalismo da UFSM.

Audiodescrição da imagem: Fotografia horizontal e colorida, enquadrada levemente da esquerda para a direita,  de dois homens em frente a uma parede. Os homens têm pele clara, faixa etária de 40 a 50 anos. Estão em pé e de perfil, um de frente para o outro, enquadrados do joelho para cima e com a mão direita, seguram a ponta superior de um pano verde limão, retangular na vertical e amassado nas pontas inferiores, que encobre parte de uma placa de cobre. O homem da esquerda, tem cabelos lisos e barba castanho escuro. Veste um terno “Risca de giz”azul acinzentado, com o punho de uma camisa vermelha visível ao final da manga direita. O homem da direita, com o corpo levemente voltado para frente, tem cabelos e barba grisalhos. Veste terno “Risca de giz” cinza e uma blusa bordô. Atrás dos homens, uma parede bege, com a placa de bronze à esquerda. Ao lado da placa, atrás do primeiro homem, uma porta aberta com um degrau à frente, para acesso à um ambiente interno. Através da abertura vê-se um corredor estreito com paredes  bejes, ao fundo do corredor uma entrada para uma sala, o teto com três lâmpadas fluorescentes e piso de granito na cor cinza mesclado com branco.

 

Audiodescritora Roteirista: Marya Eduarda Garcia de Oliveira

Audiodescritora Consultora: Fernanda Taschetto


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