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Professor da UFSM atuou nas Olimpíadas Rio 2016



                                Prof. Fávio02                         Prof. Flávio 01

No dia 5 de agosto iniciaram os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que reunirão, até domingo (21), equipes de todo o mundo na disputa de mais de 40 modalidades. Além dos atletas, milhares de profissionais de apoio foram convocados para o grande evento, e um deles é da UFSM.
Flávio Desessards De La Côrte é professor da Medicina Veterinária, lotado no Departamento de Clínica de Grandes Animais, do Centro de Ciências Rurais (CCR). Ele foi convocado pela federação organizadora das Olimpíadas para atuar como médico veterinário das provas equestres durante a primeira semana dos jogos.
A indicação veio após o reconhecimento, por parte da Federação Equestre Internacional (FEI), do currículo de Flávio. Dentre os critérios avaliados, estão experiência e qualidade da formação profissional, domínio do inglês, atuação na área de medicina e cirurgia de equinos, compreensão do regulamento da FEI e reconhecimento, pelos pares, como um profissional capaz. “Acredito que minha atuação profissional e a participação em congressos nacionais deram voz à minha convocação”, comenta o professor.
Flávio atuou como médico de tratamento do Cross Country, prova integrante do concurso completo de equitação, e que apresenta maior risco de lesões aos animais. Cerca de 15 profissionais brasileiros e do exterior foram convocados para esta modalidade, todos com treinamento para atuar em situações de emergência.
A preparação para as Olimpíadas iniciou há alguns anos. Flávio participou de cursos internacionais com palestrantes renomados dos Estados Unidos, Inglaterra, Holanda e França. Os eventos tinham como objetivos a capacitação, a atualização e a integração dos profissionais que poderiam ser convocados para os jogos.
Segundo Flávio, participar de eventos de educação continuada é muito importante para verificar como o trabalho realizado no Brasil está em relação ao que se pratica em outros países.
Anteriormente, o professor já havia atuado como médico veterinário em eventos de menor grandeza nos Estados Unidos, quando lá residia, porém, nunca em uma olimpíada ou similar. “É uma oportunidade única fazer parte de um time de profissionais de todo o mundo”, comenta Flávio, que teve a oportunidade de interagir e trabalhar com médicos veterinários de reconhecida competência internacional.
Texto: Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti
Fotos: Arquivo pessoal


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