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			<title>Jardim Botânico - Feed Customizado RSS</title>
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	<title>Jardim Botânico</title>
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				<title>Jardim Botânico Celebra o Dia das Mulheres com Programação Especial</title>
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				<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 18:32:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[No dia 8 de março de 2025, o Jardim Botânico promoveu uma programação especial em celebração ao Dia Internacional da Mulher, proporcionando momentos de bem-estar, aprendizado e fortalecimento para todas as participantes. As atividades foram cuidadosamente planejadas para estimular o autocuidado, a conexão com a natureza e o empoderamento feminino. A programação teve início com [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No dia 8 de março de 2025, o Jardim Botânico promoveu uma programação especial em celebração ao Dia Internacional da Mulher, proporcionando momentos de bem-estar, aprendizado e fortalecimento para todas as participantes. As atividades foram cuidadosamente planejadas para estimular o autocuidado, a conexão com a natureza e o empoderamento feminino.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação teve início com uma aula de yoga ao ar livre, conduzida por uma instrutora especializada. Em meio ao cenário verde e tranquilo do Jardim Botânico, as participantes puderam relaxar, respirar profundamente e se reconectar com seu corpo e mente, promovendo equilíbrio e bem-estar.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na sequência, uma roda de conversa sobre autocuidado trouxe reflexões importantes sobre saúde mental, hábitos saudáveis e a importância de reservar momentos para si mesma no dia a dia. O bate-papo foi enriquecido com depoimentos inspiradores e dicas práticas para manter o bem-estar físico e emocional.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A oficina de kokedamas, uma técnica japonesa de cultivo de plantas sem vasos, encantou as participantes ao permitir que elas colocassem a mão na terra e criassem suas próprias composições. Além de estimular a criatividade, a atividade reforçou a importância do contato com a natureza e da sustentabilidade no cotidiano.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Fechando a programação com chave de ouro, a oficina de defesa pessoal trouxe orientações valiosas sobre como agir em situações de risco, aumentando a autoconfiança das mulheres e proporcionando ferramentas para sua segurança e autonomia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O evento foi um grande sucesso, reunindo mais de 60 mulheres de diferentes idades e perfis, todas unidas pelo desejo de celebrar sua força e valor. O Jardim Botânico agradece a todas as participantes e a equipe envolvida na organização das atividades, que tornaram esse dia ainda mais especial.Grupo Remar Rosa; Academia Pa-Kua Santa Maria; Cleo da Pura Yoga. Monitores: Jeung Hee (mestranda do Capa), La-isa Pes Nascimento (Farmácia), Rebeca (JB), Isabela (JB), Daniela Simão (JB), Tânia Boucinha (ex-funcionária). Setor de apoio Pedagógico CCR, SATIE, Comunicação do CCNE, Movimenta (Qualidade de Vida). O evento foi idealizado pela servidora Viviane Garcia e apoiado pela Diretora do Jardim Botânico Simone Messina.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Seguimos comprometidos em promover iniciativas que valorizem e fortaleçam as mulheres, sempre em sintonia com a natureza e o bem-estar da comunidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Fiquem atentas às nossas redes sociais para acompanhar mais eventos e atividades! Até a próxima! 🌿💜</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/363/2025/03/foto1-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-2244" style="width:894px;height:auto" /></figure>
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				<title>Edital para estudantes colaboradores DESCUBRA 2024</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2024/09/05/edital-para-estudantes-colaboradores-descubra-2024</link>
				<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 16:46:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Edital]]></category>
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		<category><![CDATA[jardimbotanico]]></category>
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						<description><![CDATA[O Jardim Botânico torna pública a seleção para estudantes colaboradores durante o DESCUBRA UFSM 2024. Serão selecionados cinco estudantes para atuarem no DESCUBRA nos dias 26/09 a 28/09/2024. Maiores informações acesse o Edital 083/2024.&nbsp;]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>O Jardim Botânico torna pública a seleção para estudantes colaboradores durante o DESCUBRA UFSM 2024.</p>
<p>Serão selecionados cinco estudantes para atuarem no DESCUBRA nos dias 26/09 a 28/09/2024.</p>
<p>Maiores informações acesse o Edital 083/2024.&nbsp;</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:file {"id":2223,"href":"https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/363/2024/09/edital_JB_descubra-1.pdf","displayPreview":true} --></p>
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				<title>Jardim Botânico da UFSM reabre agendamento das Visitas Guiadas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2024/07/22/jardim-botanico-da-ufsm-reabre-agendamento-visitas-guiadas</link>
				<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 20:34:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
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						<description><![CDATA[O Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) tem o prazer de anunciar a reabertura do agendamento para visitas guiadas, disponíveis de 05 a 23 de agosto. Este é um convite para que a comunidade acadêmica e o público em geral possam apreciar a rica biodiversidade e a beleza natural . As visitas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) tem o prazer de anunciar a reabertura do agendamento para visitas guiadas, disponíveis de 05 a 23 de agosto. Este é um convite para que a comunidade acadêmica e o público em geral possam apreciar a rica biodiversidade e a beleza natural .</p>
<p>As visitas guiadas, que estavam temporariamente suspensas, retornam com o objetivo de proporcionar uma experiência educativa e de lazer para todos os visitantes.</p>
<p>Para garantir uma visita organizada e segura, é necessário realizar o agendamento prévio .Os interessados podem agendar suas visitas por meio do formulário  disponível em nosso site . </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vagas de Estágio Curricular Obrigatório</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2024/07/15/vagas-de-estagio-curricular-obrigatorio</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 17:45:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
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						<description><![CDATA[O Jardim Botânico oferece vagas para estágio curricular obrigatório para estudantes da UFSM e de outras instituições.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Jardim Botânico está oferecendo a oportunidade para que alunos da própria UFSM e de outras instituições realizem o estágio curricular obrigatório de seus cursos. Esse estágio, que não é remunerado, faz parte do currículo do estudante. Os interessados devem consultar a coordenação de seus cursos para obter informações sobre a documentação necessária e os procedimentos para regularização do estágio, além de encontrar um professor orientador. No Jardim Botânico, haverá um supervisor designado para orientar as atividades no local. O estágio só terá início após o encaminhamento do processo junto à coordenação do curso e ao Jardim Botânico.</p>
<p>Maiores informações pelo e-mail jardimbotanico@ufsm.br e nas nossas redes sociais.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Atendimento ao público no recesso de Natal e Ano novo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2023/12/18/atendimento-ao-publico-no-recesso-de-natal-e-ano-novo</link>
				<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 17:08:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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						<description><![CDATA[       ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<h2><img class="size-full wp-image-2196 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/363/2023/12/natal.jpg" alt="" width="1080" height="1080" /></h2>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Jardim Botânico da UFSM atrai público em busca de lazer e natureza</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2023/06/12/jardim-botanico-da-ufsm-atrai-publico-em-busca-de-lazer-e-natureza</link>
				<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 19:46:46 +0000</pubDate>
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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: left"><span style="font-weight: 400">Nesse último domingo (04) aconteceu mais uma edição do Viva o Campus no Jardim Botânico da UFSM, o evento que contou com diversas atrações atraiu famílias, estudantes e casais a procura de um momento de lazer em contato com a natureza.  A tarde começou às 14h com apresentação das plantas carnívoras pela bolsista Neriane Camargo, estande do Projeto Zelo, estande da Agenda 2030, Exposição de Animais Taxidermizados e visita ao Jardim Sensorial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além dessas atrações, atividades como Contação de História com a Bióloga e escritora Cintia Freitas, trilha guiada e criação de vasos ecológicos também fizeram parte da programação. E a música ficou por conta de Marcelo Schmidt, que animou o público com sua voz e violão. A tarde ensolarada proporcionou conhecimento e diversão para os visitantes.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para os colaboradores do Jardim Botânico, abrir o espaço  para o público que não tem acesso durante a semana é essencial para criar momentos de interações com a natureza. É o que a Professora de Biologia, Daniela Simão, comenta: “Para nós que atuamos como colaboradores é sempre muito bom ver o  público comparecendo e aproveitando esse dia maravilhoso".</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O evento que contou com mais de 680 visitantes, foi um momento nostálgico para as visitantes Lara Cristiana Rocha e Andrea Adams, que possuem memórias parecidas quando perguntadas como foi a experiência nessa edição do Viva o Campus. “Está sendo bem nostálgico, me formei em Biologia, então sempre frequentava aqui, isso a 10 anos atrás, ver a evolução do Jardim é muito lindo”, comenta Lara junto com seu marido e filho. “A primeira vez que vim aqui era aluna do curso de farmácia em 1990 e ele (Jardim Botânico) estava recém começando, ver o jardim se transformado em um espaço verde com tantas espécies é muito interessante”, fala Andrea em meio aos sons do Jardim Sensorial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O domingo que foi marcado por sol e muito verde atraiu público de diversas faixas etárias, é o que comenta a visitante e amante de plantas, Maria Angélica, de 73 anos: “Eu gosto de jardinagem, como em  casa tenho plantas,  vim aqui para tirar umas dúvidas sobre que terra utilizar e como adubar as plantas”, comenta em meio à oficina de criação de vasos ecológicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Jardim Botânico também foi espaço de divulgação de projetos de conscientização sobre abandono de animais e o impacto do ser humano na Terra. A bolsista do projeto Zelo UFSM, Raissa Nascimento dos Santos, esteve presente no domingo para divulgar a adoção de animais, arrecadar fundos para alimentar cachorros e gatos abandonados e conscientizar os visitantes sobre o abandono. Além do Zelo, o estande da Agenda 2030 promoveu uma ação para sensibilizar o público a atingir um mundo melhor para todos os povos e nações até 2030.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com diversas atrações, o dia no jardim finalizou com música e piquenique no gramado e proporcionou uma experiência acolhedora para os visitantes. </span></p>
<p>Repórter: Vinícius Maeda </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vídeo de apresentação do Projeto Telhado Verde</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2020/12/04/live-do-lancamento-do-telhado-verde</link>
				<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 14:37:16 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[O vídeo de apresentação do Projeto Telhado Verde já está disponível no canal do Youtube do Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria. Você pode acessar pelo seguinte link: https://www.youtube.com/watch?v=dKLPD_YvC50&amp;feature=youtu.be A live de lançamento do telhado, que ocorreu ontem, também ficou salva e pode ser visualizada na página da PRE &#8211; Pró-Reitoria de Extensão [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O vídeo de apresentação do Projeto Telhado Verde já está disponível no canal do Youtube do Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria. Você pode acessar pelo seguinte link: https://www.youtube.com/watch?v=dKLPD_YvC50&amp;feature=youtu.be

A live de lançamento do telhado, que ocorreu ontem, também ficou salva e pode ser visualizada na página da PRE - Pró-Reitoria de Extensão UFSM .

https://youtu.be/dKLPD_YvC50]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Como fazer uma composteira doméstica?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2020/09/10/composteira-domestica</link>
				<pubDate>Thu, 10 Sep 2020 16:26:14 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[O Programa de Educação Socioambiental da UFSM convida toda a comunidade para participar de sua próxima atividade online sobre como fazer uma composteira doméstica. A oficina será conduzida por Gerusa Pauli Kist Steffen, engenheira agrônoma e pesquisadora da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do estado do RS (SEAPDR/RS) e tem como objetivo conscientizar [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Programa de Educação Socioambiental da UFSM convida toda a comunidade para participar de sua próxima atividade online sobre como fazer uma composteira doméstica. A oficina será conduzida por Gerusa Pauli Kist Steffen, engenheira agrônoma e pesquisadora da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do estado do RS (SEAPDR/RS) e tem como objetivo conscientizar sobre a importância da reciclagem dos resíduos orgânicos e mostrar como essa pode ser uma tarefa simples, realizada até mesmo em pequenos espaços.

<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/363/2020/09/card-oficina-1024x1024.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="1024">

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do link <a href="https://forms.gle/GgSm7sFWprKkTFZp6">https://forms.gle/GgSm7sFWprKkTFZp6</a> onde os inscritos receberão pelo e-mail preenchido o link da transmissão, que ocorrerá via canal do Jardim Botânico no Youtube.&nbsp;

Maiores informações serão divulgadas pela página do Programa no Facebook: <a href="https://www.facebook.com/ufsm.programasocioambiental">https://www.facebook.com/ufsm.programasocioambiental</a>]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Mas afinal, o que é um telhado verde? 🌿</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2020/08/26/mas-afinal-o-que-e-um-telhado-verde-%f0%9f%8c%bf</link>
				<pubDate>Wed, 26 Aug 2020 19:36:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agosto 2020]]></category>
		<category><![CDATA[Banner]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[Também chamado de telhado ecológico, eco telhado, cobertura vegetal, entre outros nomes, é basicamente aquele que permite o crescimento da vegetação sob o telhado de uma construção. Ele possui vantagens ao nível arquitetônico, estético e ambiental. É bastante atrativo para os visitantes e alguns dos seus principais benefícios incluem a absorção da água da chuva [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Também chamado de telhado ecológico, eco telhado, cobertura vegetal, entre outros nomes, é basicamente aquele que permite o crescimento da vegetação sob o telhado de uma construção. Ele possui vantagens ao nível arquitetônico, estético e ambiental. É bastante atrativo para os visitantes e alguns dos seus principais benefícios incluem a absorção da água da chuva que cai sobre ele, sendo aproveitada para a sobrevivência das plantas. Além de auxiliar no processo de drenagem pluvial, ele também estimula a percepção da diversidade vegetal, colaborando para o aumento da biodiversidade.

<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/363/2020/08/1-1024x1024.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="1024">

Telhados verdes também são uma ótima solução termo acústica, atuando como um isolante térmico e evitando a transferência de calor, frio ou ruído para o interior da edificação. Assim, ele proporciona também um ambiente muito mais fresco do que outros telhados, contribuindo para a diminuição das ilhas de calor e mantendo o edifício protegido de temperaturas extremas, especialmente no verão. Legal, né?

Desde o ano passado, o Programa de Educação Socioambiental da UFSM atua na elaboração do telhado verde que será implementado no Jardim Botânico da nossa universidade. E a boa notícia é que ele está cada vez mais próximo de acontecer. Logo traremos mais informações sobre os passos que estão sendo realizados e como você poderá contribuir. Fique de olho!&nbsp;&nbsp;

<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/363/2020/08/2-1024x1024.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="1024">
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/363/2020/08/3-1024x1024.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="1024">
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/363/2020/08/4-1024x1024.jpg" alt="" loading="lazy" width="1024" height="1024">]]></content:encoded>
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				<title>O Florescer das Belas Bromélias no JBSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2018/10/11/florescer-belas-bromelias-jbsm</link>
				<pubDate>Thu, 11 Oct 2018 17:37:47 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Figura 1: Aechmea gamossepala &#8211; epífita As bromélias, plantas nativas das Américas, apresentam em geral inflorescência vistosa e folhas distribuídas em roseta, que propiciam a formação de um reservatório de água e nutrientes. Elas pertencem à família Bromeliaceae, que corresponde à quarta família de Angiospermas com maior riqueza de espécies do domínio da mata atlântica. O [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1269" alt="Aechmea gamossepala - epífita" src="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/Aechmea-gamossepala-epífita.jpg" width="600" height="410" />Figura 1: <em>Aechmea gamossepala</em> - epífita</p>
As bromélias, plantas nativas das Américas, apresentam em geral inflorescência vistosa e folhas distribuídas em roseta, que propiciam a formação de um reservatório de água e nutrientes. Elas pertencem à família Bromeliaceae, que corresponde à quarta família de Angiospermas com maior riqueza de espécies do domínio da mata atlântica.

O reservatório formado no centro das bromélias é muito importante para nutrir a própria planta, que utiliza os recursos disponíveis, como a água e animais ou folhas em decomposição para se desenvolver, como também por formar um microambiente, no qual habitam animais diversos, como por exemplo, formigas, sapos, aranhas e até mesmo serpentes. Essas interações são muito importantes para que eles se alimentem, encontrem abrigo, se acasalem e cuidem da prole.

As bromélias também são bastante apreciadas como plantas ornamentais, embelezando ambientes interiores e projetos paisagísticos. Além disto, seus frutos e infrutescências são usados na alimentação e também apresentam uso medicinal.
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1271" alt="Aechemea comata – epífita" src="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/Aechemea-comata-–-epífita.jpg" width="599" height="856" />Figura 2: <em>Aechemea comata</em> – epífita</p>
É comum as pessoas pensarem que as bromélias são plantas parasitas, mas isso não é verdade. Plantas parasitas são aquelas que se desenvolvem sobre outras, com suas raízes especiais que retiram seus nutrientes para benefício próprio e, em alguns casos, causando a morte do hospedeiro. Já as bromélias são consideradas plantas epífitas, assim como as orquídeas, por crescerem sobre outras plantas, mas usando-as apenas de suporte para alcançar a luz, sem prejudicar o vegetal onde estão fixadas.

Existem também as bromélias terrestres, que crescem sobre o solo, como o <em>Ananas comosus</em> que fornece o abacaxi, uma infrutescência, ou mesmo bromélias rupícolas, como as do gênero Dyckia, que crescem sobre rochas.

Venha nos fazer uma visita no Jardim Botânico da UFSM, conhecer um pouco mais sobre as bromélias e se encantar com a beleza de várias delas.
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1270" alt="Aechemea recurvata - epífita" src="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/Aechemea-recurvata-epífita.jpg" width="597" height="426" />Figura 3: <em>Aechemea recurvata</em> - epífita</p>
<em>Texto elaborado por Juliane Bairros dos Santos (acadêmica de Ciências Biológicas-Licenciatura/UFSM, bolsista PRAE do JBSM) sob orientação do Prof. Renato A. Záchia (Departamento de Biologia, UFSM). Setembro, 2018.</em></br>
<strong>Referências</strong>:
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DIAS, Marcelle Leandro et. Al. Bromélias e suas principais interações com a fauna. CES Revista, v. 28, n. 1. p. 3-16, jan./dez. 2014, Juiz de Fora.
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JENSEN, Angélica Silva da Costa et. Al. Bromélia: promoção da biodiversidade x riscos à saúde ambiental. Revista Brasileira de Ciências Ambientais, n.19, p.39, março de 2011.
MOREIRA, Bianca A.; WANDERLEY, Maria G. L. &amp; CRUZ-BRARROS, Maria A. V. Bromélias: importância ecológica e diversidade. Taxonomia e morfologia. Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente. São Paulo, 2006.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O uso do Jardim Botânico da UFSM como espaço de ensino não formal</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2018/09/26/jardim-botanico-ufsm-espaco-ensino-nao-formal</link>
				<pubDate>Wed, 26 Sep 2018 21:10:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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						<description><![CDATA[A aprendizagem é um processo que acontece nas mais diversas situações. Habitualmente, vê-se a escola como o principal local de construção de saberes, mas sabe-se que não é somente no ambiente escolar que é possível adquirir conhecimento. No que diz respeito aos diferentes tipos de educação, muitos autores a dividem em: educação formal, informal e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: center" align="justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-1251" alt="1-1" src="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/1-1.jpg" width="577" height="433" /></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">A aprendizagem é um processo que acontece nas mais diversas situações. Habitualmente, vê-se a escola como o principal local de construção de saberes, mas sabe-se que não é somente no ambiente escolar que é possível adquirir conhecimento. No que diz respeito aos diferentes tipos de educação, muitos autores a dividem em: educação formal, informal e não-formal.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium"> A </span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium"><b>educação formal</b></span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium"> é aquela que é institucionalizada pelo governo, onde todos os cidadãos possuem direito de acesso. Esse tipo de educação possui um lugar certo para ocorrer e conta com um currículo específico para cada grau de conhecimento. É o que acontece nas escolas, centros de educação tecnológica e ensino superior. A </span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium"><b>educação informal</b></span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium"> é também conhecida como não intencional, pois é o tipo de educação que acontece o tempo todo, em qualquer lugar, sendo adquirida através da socialização e de experiências ao longo da vida. A </span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium"><b>educação não-formal</b></span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium"> diz respeito às atividades que acontecem fora do ambiente institucionalizado de educação, que não seguem um currículo específico, mas que possuem a intenção de promover a aprendizagem dos participantes da atividade em questão. Os indivíduos participantes são voluntários, pois diferentemente da educação formal, esta não possui uma obrigatoriedade ditada por parte do Estado. Exemplos de locais que promovem educação não-formal são os museus, zoológicos, planetários e jardins botânicos. Apesar dessa diferenciação, todos os tipos de educação são importantes e se complementam.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium"> O Jardim Botânico da UFSM (JBSM), além de ser um local de pesquisa e extensão, também é um espaço de ensino não-formal, pois, durante as visitas guiadas pelos monitores, a educação ambiental é trabalhada com os visitantes. As visitas monitoradas têm um roteiro pré-definido, nas quais apresentamos as relações ecológicas entre os seres vivos, a importância da preservação do meio ambiente e o papel do jardim botânico na conservação da natureza, promovendo espaços lúdicos para outros assuntos colocados pelos visitantes, relacionados à temática ambiental. O JBSM atende os mais variados públicos, com as visitas adaptadas para cada tipo de grupo. Além disso, o responsável pelo grupo de visitantes pode solicitar ao JBSM, no momento do agendamento, os temas específicos que serão abordados, temas estes relacionados ao meio ambiente ou a assuntos diversos da área da biologia. Convidamos todas e todos para que venham participar de uma visita guiada no JBSM! Estamos esperando por vocês!</span></span></p>
<p align="justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-1252" alt="2-2" src="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/2-2.jpg" width="577" height="433" /></p>
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<p align="justify"><a name="_GoBack"></a><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium"><i>Texto elaborado por Alice Klüsener Christoff – Bióloga, acadêmica do curso de Especialização em Educação Ambiental e acadêmica do curso de Licenciatura em Geografia - bolsista FIEX, sob orientação do Prof. Renato A. Záchia (Departamento de Biologia, UFSM). Setembro, 2018.</i></span></span></p>
&nbsp;
<p align="justify"><strong><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">REFERÊNCIAS</span></span></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">GADOTTI, M. A. </span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small"><b>Questão Da Educação Formal/Não-Formal.</b></span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small"> INSTITUT INTERNATIONAL DES DROITS DE L’ENFANT (IDE): Droit à l’éducation: solution à tous les problèmes ou problème sans solution?, p. 1–11, 2005.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">GASPAR, A. </span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small"><b>A educação formal e a educação informal em ciências.</b></span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small"> Ciência e Público, p. 171–183, 2002.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">SANTOS, G. P. C. </span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small"><b>Contribuições dos espaços não formais de educação para o desenvolvimento de atividades potencialmente significativas para o ensino de ciências.</b></span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small"> 110 p. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências): Universidade Federal de Outro Preto. Instituto de Ciências Exatas e Biológicas, Ouro Preto, 2016.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">VIEIRA, V.; BIANCONI, M. L. </span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small"><b>A importância do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro para o ensino não-formal em ciências.</b></span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small"> Ciências e Cognição, v. 11, p. 21–36, 2007.</span></span></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Araribá no Jardim Botânico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2018/05/08/arariba-jardim-botanico</link>
				<pubDate>Tue, 08 May 2018 12:31:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Diversos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://w3.ufsm.br/jbsm/?p=1176</guid>
						<description><![CDATA[O araribá é uma árvore da família das Leguminosas (Fabaceae) que encontra-se cultivada no Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria (JBSM). Nome cientifico &#8211; Centrolobium tomentosum Guillem. exBentham. Nomes populares &#8211; Araribá, araribá rosa, aribá, araruva, ararauba, carijó, iriribá rosa, putumuju, tipiri. Nomes populares no exterior &#8211; Na Bolívia, tejeyeque. Entre os povos de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: center"><img class="alignright size-medium wp-image-1177" alt="Caule e ramos do Arariba reduzido" src="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/Caule-e-ramos-do-Arariba-reduzido-225x300.jpg" width="225" height="300" /></p>
O araribá é uma árvore da família das Leguminosas (Fabaceae) que encontra-se cultivada no Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria (JBSM).

<b>Nome cientifico</b> - <i>Centrolobium tomentosum </i>Guillem. exBentham.

<b>Nomes populares</b> - Araribá, araribá rosa, aribá, araruva, ararauba, carijó, iriribá rosa, putumuju, tipiri.

<b>Nomes populares no exterior</b> - Na Bolívia, tejeyeque. Entre os povos de língua inglesa, os araribás são conhecidos por árvores-porco-espinho ou porcupinetree, devido aos espinhos pontiagudos dos frutos(DIAZ, 1992).

Etimologia - O nome genérico - <i>Centrolobium </i>- vem do grego ketron: esporão e lobium: lóbulo, em alusão ao apêndice espinhoso ou esporão presente na base da sâmara (SOUZA, 1973); o epíteto específico -<i>tomentosum</i>- deve-se ao fato dessa espécie possuir indumento tomentoso, pêlos longos, densos e entrelaçados (OCCHIONI, 1975).

<b> </b>

<b>Descrição da espécie</b>

São árvores semi-decíduas a decíduas (apresentando queda total das folhas no inverno), heliófitas, hermafroditas; espécie secundária a secundária tardia (PIÑA-RODRIGUES et al., 1997),climácica, exigente em luz (PINTO,1997). As árvores maiores atingem dimensões próximas de 30 m de altura em sua idade adulta, sua copa é ampla, larga e densifoliada, seu tronco é cilíndrico, reto, com sapopema basal.

&nbsp;

<b>Descrição botânica</b>

As folhas são compostas, imparipinadas, alternas, folíolos irregularmente opostos ou alternos, flores com cálice castanho-escuro-tomentoso e corola amarelo-alaranjada, zigomorfas, diclamídeas, dispostas em panículasterminais. A epiderme externa do ovário desta espécie é unisseriada, apresentando tricomas secretores e tectores (SIQUEIRA &amp; OLIVEIRA, 2000), apresentam o fruto do tipo sâmara.

A floração acontece de novembro a março, no Estado do Rio de Janeiro; de dezembro a junho, no Estado de São Paulo; de dezembro a abril, no Paraná; de janeiro a fevereiro, na Bahia, em Goiás, em Minas Gerais (BRINA, 1998), e no Distrito Federal. Os exemplares cultivados no JBSM florescem entre março e abril.

Os frutos amadurecem de abril a outubro, em Minas Gerais (BRINA, 1998) e no Estado de São Paulo; em junho, na Bahia; de junho a outubro, no Paraná; de julho a agosto, no Espírito Santo; de julho a setembro, no Estado do Rio de Janeiro.

&nbsp;

<b>Ocorrência natural</b>

No Brasil, essa espécie ocorre nas seguintes Unidades da Federação (Mapa 1).
<ul>
	<li>Bahia (SOARES &amp; ASCOLY, 1970; LEWIS, 1987; JESUS, 1988b).</li>
	<li>Distrito Federal (WALTER &amp; SAMPAIO, 1998; PROENÇA et al., 2001).</li>
	<li>Espírito Santo (RUSCHI, 1950; MAGNANINI &amp; MATTOS FILHO, 1956; IKEMORI &amp; CAMPINHOS JÚNIOR, 1981; JESUS, 1988a; LOPES et al., 2000).</li>
	<li>Goiás (LIMA, 1983/85).</li>
	<li>Mato Grosso (OLIVEIRA FILHO &amp; MARTINS, 1986; OLIVEIRA FILHO, 1989; PINTO, 1997).</li>
	<li>Minas Gerais (VIEIRA, 1990; BRANDÃO &amp; ARAÚJO, 1992; BRANDÃO et al., 1993; BRANDÃO &amp; GAVILANES, 1994; CARVALHO et al., 1996; MENDONÇA FILHO, 1996; BRINA, 1998).</li>
	<li>Paraná (WASJUTIN, 1958; MAACK, 1968; SILVA et al., 1995; TOMÉ &amp; VILHENA, 1996).</li>
	<li>Estado do Rio de Janeiro (OCCHIONI, 1975; PIÑARODRIGUES et al., 1997).</li>
	<li>Estado de São Paulo (KUHLMANN &amp; KUHN, 1947; NOGUEIRA, 1976; TOLEDO FILHO et al., 2000; BERTANI et al., 2001; SILVA &amp; SOARES, 2002; TOPPA et al., 2004).</li>
</ul>
Essa espécie não ocorre de forma espontânea em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, como afirma Bastos (1952).

Mapa 01- Distribuição geográfica de <i>Centrolobium tomentosum</i>

<img class="aligncenter size-full wp-image-1178" alt="ocorrenciaarariba" src="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/ocorrenciaarariba.jpg" width="413" height="525" />

Fonte: Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFLORA) – 2012-2013.

&nbsp;

<b>Utilizações</b>

Muito utilizada no paisagismo e arborização de parques e jardins, na Bolívia é usada em sistemas agroflorestais e na produção de madeira (CRESPO et al., 1995). A madeira de araribá é utilizada na construção civil, naval, obras externas, carpintaria, marcenaria de luxo, móveis finos, postes, mourões, esteios, vigamentos para pontes, cercas, hélice de pequenos aviões, cabos de ferramentas e enxada. As cascas e raízes dessa espécie são tintoriais (BRAGA, 1976). Da casca, extrai-se corante cor-de-rosa ou carmim.

Na medicina popular são utilizadas as folhas e cascas: as cascas agem como forte adstringente e as folhas novas, pisadas ou maceradas, servem como emplastro na cobertura de feridas e contusões (CORREA, 1926; DIAZ, 1992).

Espécie de enorme potencial na restauração funcional e estrutural de ambientes ripários em locais com ou sem inundação temporária (DURIGAN &amp; NOGUEIRA, 1990), e em faixa recuada da margem(SALVADOR &amp; OLIVEIRA, 1989). A espécie é grande produtora de folhedo, contribuindo para o enriquecimento do solo (AIDAR &amp; JOLY, 1995).

Está na lista vermelha de plantas ameaçadas de extinção no Estado do Paraná (PARANÁ, 1995).

O araribá é uma das árvores mais altas e elegantes do arboreto do JBSM, passe lá para conferir. Seu local no JBSM é o "Recanto do araribá".

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<em>Texto elaborado por Cristian Juliano Ramos Pena - Acadêmico de Engenharia Florestal - UFSM/Bolsista PRAE do JBSM.</em>

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Referências bibliográficas

BRAGA, R. <b>Plantas do Nordeste</b>, especialmente do Ceará. Fortaleza: Departamento Nacional de Obras Contra as Secas, 1960. 540 p.

DIAZ, P. Araribá (Centrolobium tomentosum Guillem. ex Bentham - Fabaceae): revisão bibliográfica de essência nativa de grande potencial silvicultural. <b>Revista do Instituto Florestal</b>, São Paulo, v. 4, pt. 2, p. 430-434, 1992. Edição dos Anais do 2º Congresso Nacional sobre Essências Nativas, 1992, São Paulo.

CORREA, M. P. <b>Dicionário das plantas úteis do Brasil e das exóticas cultivadas</b>. Rio de Janeiro: Serviço de Informação Agrícola, 1926. v. 1.

SOARES, R. O.; ASCOLY, R. B. Florestas costeiras do litoral leste: inventário florestal de reconhecimento. <b>Brasil Florestal</b>, Rio de Janeiro, v. 1, n. 2, p. 9-20, 1970.

WALTER, B. M. T.; SAMPAIO, A. B. <b>A vegetação da Fazenda Sucupira</b>. Brasília, DF: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, 1998. 110 p. (Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. Documentos, 36).

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IKEMORI, Y. K.; CAMPINHOS JUNIOR, E. Informações preliminares sobre o comportamento de jacarandá-da-bahia, peroba-amarela, pau-ferro e araribá na região do norte do Espírito Santo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FLORESTAS TROPICAIS, 1., 1981, Viçosa. <b>Anais</b>. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 1981. v. 2, p. 425-430

PROENÇA, C. E. B.; MUNHOZ, C. B. R.; JORGE, C. L.; NÓBREGA, M. G. G. Listagem e nível de proteção das espécies de fanerógamas do Distrito Federal, Brasil. In: CAVALCANTI, T. B.; RAMOS, A. E. <b>Flora do Distrito Federal, Brasil</b>. Brasília, DF: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, 2001. v. 1, p. 89-359.

JESUS, R. M. de. A reserva florestal da CVRD. In: CONGRESSO FLORESTAL ESTADUAL, 6., 1988, Nova Prata. <b>Anais</b>. Nova Prata: Prefeitura Municipal de Nova Prata: Meridional, 1988a. v. 1, p. 59-112.

LOPES, J. C.; THOMAZ, L. D.; AREAS, H. A.; SILVA, D. M. Levantamento florístico e fitossociológico dos remanescentes de Mata Atlântica no Parque Nacional do Caparaó – Ibitirama – ES. In: CONGRESSO E EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL SOBRE FLORESTAS, 6., 2000, Porto Seguro. <b>Resumos técnicos</b>. Rio de Janeiro: Instituto Ambiental Biosfera, 2000. p. 325-326.

LIMA, H. C. de. Centrolobium Martiusex Bentham (Leguminosae - Papilionoideae): estudo taxonômico das espécies brasileiras extra-amazônicas. <b>Arquivos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro</b>, Rio de Janeiro, v. 27, p. 177-191, 1983/85.

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				<title>Capivaras e aves no açude do Jardim Botânico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2015/09/02/capivaras-acude-jardim-botanico</link>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 11:32:11 +0000</pubDate>
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<a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/capivaras.jpg"><img class="aligncenter" alt="capivaras" src="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/capivaras-300x169.jpg" width="300" height="169" /></a>

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A capivara (nome científico: <em>Hydrochoerus hydrochaeris</em>), também chamada de carpincho ou capincho, é uma espécie de mamífero roedor. Está incluída no mesmo grupo de roedores ao qual se classificam as pacas, cutias, os preás e os porquinhos-da-índia. Ocorre por toda a América do Sul ao leste dos Andas em habitats associados a rios, lagos e pântanos, do nível do mar até 1300 m de altitude. Extremamente adaptável, pode ocorrer em ambientes altamente alterados pelo homem.

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É o maior roedor do mundo, pesando até 91 kg e medindo até 1,2 m de comprimento e 60 cm na altura da cernelha A pelagem é densa, de cor avermelhada a marrom escuro. É possível distinguir os machos por conta da presença de uma glândulas proeminente no focinho apesar do dimorfismo sexual não ser aparente. Existem uma série de adaptações no sistema digestório à herbivoria, principalmente no ceco.

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Estas capivaras foram vistas no açude que fica na parte traseira do JBSM, no dia 24/08/2015, além destes mamíferos ainda foram avistadas várias aves circulando o local. Faça uma visita, leve sua câmera fotográfica e registre esses e outros animais da nossa fauna!

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<a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/avesJBSM.jpg"><img class="aligncenter" alt="??????????" src="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/avesJBSM-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a>

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				<title>Entrevista com o Diretor Renato Áquino Záchia no Dia Mundial do Meio Ambiente</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2014/08/08/entrevista-diretor-renato-aquino-zachia-dia-mundial-meio-ambiente</link>
				<pubDate>Fri, 08 Aug 2014 15:51:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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						<description><![CDATA[No Dia Mundial do Meio Ambiente, 05 de junho, foi feita uma matéria com o Diretor do Jardim Botânico, Prof. Dr. Renato Áquino Záchia. Abaixo você poderá conferir acessando o link: http://globotv.globo.com/rbs-rs/jornal-do-almoco/v/atividades-marcam-o-dia-mundial-do-meio-ambiente-em-santa-maria-rs/3400763/]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-595" alt="entrevista_prof.renato" src="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/entrevista_prof.renato.jpg" width="476" height="357" /></p>
No Dia Mundial do Meio Ambiente, 05 de junho, foi feita uma matéria com o Diretor do Jardim Botânico, Prof. Dr. Renato Áquino Záchia. Abaixo você poderá conferir acessando o link:

http://globotv.globo.com/rbs-rs/jornal-do-almoco/v/atividades-marcam-o-dia-mundial-do-meio-ambiente-em-santa-maria-rs/3400763/]]></content:encoded>
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				<title>Bioconstrução com bambu no Jardim Botânico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2014/08/08/bioconstrucao-jbsm</link>
				<pubDate>Fri, 08 Aug 2014 15:22:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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						<description><![CDATA[O Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria (JBSM) inaugurou ontem, dia 07/08/2014, o Viveiro das Espécies Carnívoras. O projeto de construção com biomateriais, como o bambu, que foi empregado na obra, foi idealizado pelos servidores Alberto Pedro Antonello Neto e Fábio Pacheco Menezes, e possível graças ao apoio do Diretor do JBSM Prof. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img class="size-full wp-image-584 aligncenter" alt="2014-08-07 08.42.33" src="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/2014-08-07-08.42.33.jpg" width="900" height="661" />
O Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria (JBSM) inaugurou ontem, dia 07/08/2014, o Viveiro das Espécies Carnívoras. O projeto de construção com biomateriais, como o bambu, que foi empregado na obra, foi idealizado pelos servidores Alberto Pedro Antonello Neto e Fábio Pacheco Menezes, e possível graças ao apoio do Diretor do JBSM Prof. Dr. Renato Áquino Záchia e do Prof. Dr. Luiz Antônio Righi, do Centro de Tecnologia,  o qual vem desenvolvendo projetos com bambu há mais de uma década, além da participação fundamental de bolsistas e funcionários.

A obra iniciada em julho, vinculada ao Programa de Educação Ambiental no Jardim Botânico, tem como objetivo de servir como abrigo da nova exposição de espécies insetívoras (popularmente conhecidas como plantas carnívoras), que será abrigada ali.

Tanto a bioconstrução quanto as espécies insetívoras serão temas de oficinas que serão  realizadas no Jardim Botânico, a partir de setembro, concomitantes com as visitações que já vêm ocorrendo. Outras oficinas serão: espécies medicinais, compostagem e vermicompostagem, fontes renováveis de energia e produção de espécies nativas.
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-585" alt="20140807_084434" src="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/20140807_084434.jpg" width="898" height="245" /></p>]]></content:encoded>
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				<title>Jardim Botânico conta com coleta seletiva</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/2014/04/11/jardim-botanico-conta-coleta-seletiva</link>
				<pubDate>Fri, 11 Apr 2014 16:21:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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						<description><![CDATA[Segundo o site de pesquisas Wikipédia “coleta seletiva é o termo utilizado para o recolhimento dos materiais que são possíveis de serem reciclados, previamente separados na fonte geradora”. O JBSM possui quatro lixeiras separadas por resíduos orgânicos, papel, plástico e metal. Ao realizarmos as trilhas monitoradas pedimos aos visitantes que não deixem lixo espalhado pelo local, que [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: center"><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/lixos.jpg"><img class="wp-image-488 aligncenter" alt="Coleta Seletiva JBSM" src="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/wp-content/uploads/sites/363/2019/04/lixos-300x227.jpg" width="300" height="227" /></a></p>
Segundo o site de pesquisas Wikipédia “<strong>coleta seletiva é o termo utilizado para o recolhimento dos materiai</strong><strong>s que são possíveis de serem reciclados, previamente separados na fonte geradora</strong>”.

O JBSM possui quatro lixeiras separadas por resíduos orgânicos, papel, plástico e metal. Ao realizarmos as trilhas monitoradas pedimos aos visitantes que não deixem lixo espalhado pelo local, que levem consigo para casa aquilo que trouxeram e reciclem em suas residências, ensinando assim sobre a educação ambiental para toda a família, em últimos casos orientamos que coloquem o material nas lixeiras.]]></content:encoded>
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