{"id":1176,"date":"2018-05-08T09:31:11","date_gmt":"2018-05-08T12:31:11","guid":{"rendered":"http:\/\/w3.ufsm.br\/jbsm\/?p=1176"},"modified":"2018-05-08T09:31:11","modified_gmt":"2018-05-08T12:31:11","slug":"arariba-jardim-botanico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-suplementares\/jardim-botanico\/2018\/05\/08\/arariba-jardim-botanico","title":{"rendered":"Ararib\u00e1 no Jardim Bot\u00e2nico"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-1177\" alt=\"Caule e ramos do Arariba reduzido\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-suplementares\/jardim-botanico\/wp-content\/uploads\/sites\/363\/2019\/04\/Caule-e-ramos-do-Arariba-reduzido-225x300.jpg\" width=\"225\" height=\"300\" \/><\/p>\n<p>O ararib\u00e1 \u00e9 uma \u00e1rvore da fam\u00edlia das Leguminosas (Fabaceae) que encontra-se cultivada no Jardim Bot\u00e2nico da Universidade Federal de Santa Maria (JBSM).<\/p>\n<p><b>Nome cientifico<\/b> &#8211; <i>Centrolobium tomentosum\u00a0<\/i>Guillem. exBentham.<\/p>\n<p><b>Nomes populares<\/b> &#8211; Ararib\u00e1, ararib\u00e1 rosa, arib\u00e1, araruva, ararauba, carij\u00f3, iririb\u00e1 rosa, putumuju, tipiri.<\/p>\n<p><b>Nomes populares no exterior<\/b> &#8211; Na Bol\u00edvia, tejeyeque. Entre os povos de l\u00edngua inglesa, os ararib\u00e1s s\u00e3o conhecidos por \u00e1rvores-porco-espinho ou porcupinetree, devido aos espinhos pontiagudos dos frutos(DIAZ, 1992).<\/p>\n<p>Etimologia &#8211; O nome gen\u00e9rico &#8211;\u00a0<i>Centrolobium\u00a0<\/i>&#8211; vem do grego ketron: espor\u00e3o e lobium: l\u00f3bulo, em alus\u00e3o ao ap\u00eandice espinhoso ou espor\u00e3o presente na base da s\u00e2mara (SOUZA, 1973); o ep\u00edteto espec\u00edfico &#8211;<i>tomentosum<\/i>&#8211; deve-se ao fato dessa esp\u00e9cie possuir indumento tomentoso, p\u00ealos longos, densos e entrela\u00e7ados (OCCHIONI, 1975).<\/p>\n<p><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p><b>Descri\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie<\/b><\/p>\n<p>S\u00e3o \u00e1rvores semi-dec\u00edduas a dec\u00edduas (apresentando queda total das folhas no inverno), heli\u00f3fitas, hermafroditas; esp\u00e9cie secund\u00e1ria a secund\u00e1ria tardia (PI\u00d1A-RODRIGUES et al., 1997),clim\u00e1cica, exigente em luz (PINTO,1997). As \u00e1rvores maiores atingem dimens\u00f5es pr\u00f3ximas de 30 m de altura em sua idade adulta, sua copa \u00e9 ampla, larga e densifoliada, seu tronco \u00e9 cil\u00edndrico, reto, com sapopema basal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Descri\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica<\/b><\/p>\n<p>As folhas s\u00e3o compostas, imparipinadas, alternas, fol\u00edolos irregularmente opostos ou alternos, flores com c\u00e1lice castanho-escuro-tomentoso e corola amarelo-alaranjada, zigomorfas, diclam\u00eddeas, dispostas em pan\u00edculasterminais. A epiderme externa do ov\u00e1rio desta esp\u00e9cie \u00e9 unisseriada, apresentando tricomas secretores e tectores (SIQUEIRA &amp; OLIVEIRA, 2000), apresentam o fruto do tipo s\u00e2mara.<\/p>\n<p>A flora\u00e7\u00e3o acontece de novembro a mar\u00e7o, no Estado do Rio de Janeiro; de dezembro a junho, no Estado de S\u00e3o Paulo; de dezembro a abril, no Paran\u00e1; de janeiro a fevereiro, na Bahia, em Goi\u00e1s, em Minas Gerais (BRINA, 1998), e no Distrito Federal. Os exemplares cultivados no JBSM florescem entre mar\u00e7o e abril.<\/p>\n<p>Os frutos amadurecem de abril a outubro, em Minas Gerais (BRINA, 1998) e no Estado de S\u00e3o Paulo; em junho, na Bahia; de junho a outubro, no Paran\u00e1; de julho a agosto, no Esp\u00edrito Santo; de julho a setembro, no Estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Ocorr\u00eancia natural<\/b><\/p>\n<p>No Brasil, essa esp\u00e9cie ocorre nas seguintes Unidades da Federa\u00e7\u00e3o (Mapa 1).<\/p>\n<ul>\n<li>Bahia (SOARES &amp; ASCOLY, 1970; LEWIS, 1987; JESUS, 1988b).<\/li>\n<li>Distrito Federal (WALTER &amp; SAMPAIO, 1998; PROEN\u00c7A et al., 2001).<\/li>\n<li>Esp\u00edrito Santo (RUSCHI, 1950; MAGNANINI &amp; MATTOS FILHO, 1956; IKEMORI &amp; CAMPINHOS J\u00daNIOR, 1981; JESUS, 1988a; LOPES et al., 2000).<\/li>\n<li>Goi\u00e1s (LIMA, 1983\/85).<\/li>\n<li>Mato Grosso (OLIVEIRA FILHO &amp; MARTINS, 1986; OLIVEIRA FILHO, 1989; PINTO, 1997).<\/li>\n<li>Minas Gerais (VIEIRA, 1990; BRAND\u00c3O &amp; ARA\u00daJO, 1992; BRAND\u00c3O et al., 1993; BRAND\u00c3O &amp; GAVILANES, 1994; CARVALHO et al., 1996; MENDON\u00c7A FILHO, 1996; BRINA, 1998).<\/li>\n<li>Paran\u00e1 (WASJUTIN, 1958; MAACK, 1968; SILVA et al., 1995; TOM\u00c9 &amp; VILHENA, 1996).<\/li>\n<li>Estado do Rio de Janeiro (OCCHIONI, 1975; PI\u00d1ARODRIGUES et al., 1997).<\/li>\n<li>Estado de S\u00e3o Paulo (KUHLMANN &amp; KUHN, 1947; NOGUEIRA, 1976; TOLEDO FILHO et al., 2000; BERTANI et al., 2001; SILVA &amp; SOARES, 2002; TOPPA et al., 2004).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Essa esp\u00e9cie n\u00e3o ocorre de forma espont\u00e2nea em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, como afirma Bastos (1952).<\/p>\n<p>Mapa 01- Distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica de\u00a0<i>Centrolobium tomentosum<\/i><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1178\" alt=\"ocorrenciaarariba\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-suplementares\/jardim-botanico\/wp-content\/uploads\/sites\/363\/2019\/04\/ocorrenciaarariba.jpg\" width=\"413\" height=\"525\" \/><\/p>\n<p>Fonte: Centro Nacional de Conserva\u00e7\u00e3o da Flora (CNCFLORA) \u2013 2012-2013.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Utiliza\u00e7\u00f5es<\/b><\/p>\n<p>Muito utilizada no paisagismo e arboriza\u00e7\u00e3o de parques e jardins, na Bol\u00edvia \u00e9 usada em sistemas agroflorestais e na produ\u00e7\u00e3o de madeira (CRESPO et al., 1995). A madeira de ararib\u00e1 \u00e9 utilizada na constru\u00e7\u00e3o civil, naval, obras externas, carpintaria, marcenaria de luxo, m\u00f3veis finos, postes, mour\u00f5es, esteios, vigamentos para pontes, cercas, h\u00e9lice de pequenos avi\u00f5es, cabos de ferramentas e enxada. As cascas e ra\u00edzes dessa esp\u00e9cie s\u00e3o tintoriais (BRAGA, 1976). Da casca, extrai-se corante cor-de-rosa ou carmim.<\/p>\n<p>Na medicina popular s\u00e3o utilizadas as folhas e cascas: as cascas agem como forte adstringente e as folhas novas, pisadas ou maceradas, servem como emplastro na cobertura de feridas e contus\u00f5es (CORREA, 1926; DIAZ, 1992).<\/p>\n<p>Esp\u00e9cie de enorme potencial na restaura\u00e7\u00e3o funcional e estrutural de ambientes rip\u00e1rios em locais com ou sem inunda\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria (DURIGAN &amp; NOGUEIRA, 1990), e em faixa recuada da margem(SALVADOR &amp; OLIVEIRA, 1989). A esp\u00e9cie \u00e9 grande produtora de folhedo, contribuindo para o enriquecimento do solo (AIDAR &amp; JOLY, 1995).<\/p>\n<p>Est\u00e1 na lista vermelha de plantas amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o no Estado do Paran\u00e1 (PARAN\u00c1, 1995).<\/p>\n<p>O ararib\u00e1 \u00e9 uma das \u00e1rvores mais altas e elegantes do arboreto do JBSM, passe l\u00e1 para conferir. Seu local no JBSM \u00e9 o &#8220;Recanto do ararib\u00e1&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Texto elaborado por Cristian Juliano Ramos Pena &#8211; Acad\u00eamico de Engenharia Florestal &#8211; UFSM\/Bolsista PRAE do JBSM.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/p>\n<p>BRAGA, R. <b>Plantas do Nordeste<\/b>, especialmente do Cear\u00e1. Fortaleza: Departamento Nacional de Obras Contra as Secas, 1960. 540 p.<\/p>\n<p>DIAZ, P. Ararib\u00e1 (Centrolobium tomentosum Guillem. ex Bentham &#8211; Fabaceae): revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica de ess\u00eancia nativa de grande potencial silvicultural. <b>Revista do Instituto Florestal<\/b>, S\u00e3o Paulo, v. 4, pt. 2, p. 430-434, 1992. Edi\u00e7\u00e3o dos Anais do 2\u00ba Congresso Nacional sobre Ess\u00eancias Nativas, 1992, S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>CORREA, M. P. <b>Dicion\u00e1rio das plantas \u00fateis do Brasil e das ex\u00f3ticas cultivadas<\/b>. Rio de Janeiro: Servi\u00e7o de Informa\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola, 1926. v. 1.<\/p>\n<p>SOARES, R. O.; ASCOLY, R. B. Florestas costeiras do litoral leste: invent\u00e1rio florestal de reconhecimento. <b>Brasil Florestal<\/b>, Rio de Janeiro, v. 1, n. 2, p. 9-20, 1970.<\/p>\n<p>WALTER, B. M. T.; SAMPAIO, A. B. <b>A vegeta\u00e7\u00e3o da Fazenda Sucupira<\/b>. Bras\u00edlia, DF: Embrapa Recursos Gen\u00e9ticos e Biotecnologia, 1998. 110 p. (Embrapa Recursos Gen\u00e9ticos e Biotecnologia. Documentos, 36).<\/p>\n<p>RUSCHI, A. Fitogeografia do Estado do Esp\u00edrito Santo. <b>Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leit\u00e3o<\/b>: S\u00e9rie Bot\u00e2nica, Santa Tereza, n. 1, p. 2-353, 1950.<\/p>\n<p>LEWIS, G. P. <b>Legumes of Bahia<\/b>. Kew: Royal Botanic Gardens, 1987. 369 p.<\/p>\n<p>MAGNANINI, A.; MATTOS FILHO, A. de. Notas sobre a composi\u00e7\u00e3o das florestas costeiras ao norte do Rio S\u00e3o Mateus (Esp\u00edrito Santo, Brasil). <b>Arquivos do Servi\u00e7o Florestal<\/b>, Rio de Janeiro, v. 11, n. 1, p. 163-188, 1956.<\/p>\n<p>JESUS, R. M. de. A reserva florestal de Porto Seguro. In: CONGRESSO FLORESTAL ESTADUAL, 6., 1988, Nova Prata. <b>Anais<\/b>. Nova Prata: Prefeitura Municipal de Nova Prata: Meridional, 1988b. v. 1, p. 113-164.<\/p>\n<p>IKEMORI, Y. K.; CAMPINHOS JUNIOR, E. Informa\u00e7\u00f5es preliminares sobre o comportamento de jacarand\u00e1-da-bahia, peroba-amarela, pau-ferro e ararib\u00e1 na regi\u00e3o do norte do Esp\u00edrito Santo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FLORESTAS TROPICAIS, 1., 1981, Vi\u00e7osa. <b>Anais<\/b>. Vi\u00e7osa: Universidade Federal de Vi\u00e7osa, 1981. v. 2, p. 425-430<\/p>\n<p>PROEN\u00c7A, C. E. B.; MUNHOZ, C. B. R.; JORGE, C. L.; N\u00d3BREGA, M. G. G. Listagem e n\u00edvel de prote\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies de faner\u00f3gamas do Distrito Federal, Brasil. In: CAVALCANTI, T. B.; RAMOS, A. E. <b>Flora do Distrito Federal, Brasil<\/b>. Bras\u00edlia, DF: Embrapa Recursos Gen\u00e9ticos e Biotecnologia, 2001. v. 1, p. 89-359.<\/p>\n<p>JESUS, R. M. de. A reserva florestal da CVRD. In: CONGRESSO FLORESTAL ESTADUAL, 6., 1988, Nova Prata. <b>Anais<\/b>. Nova Prata: Prefeitura Municipal de Nova Prata: Meridional, 1988a. v. 1, p. 59-112.<\/p>\n<p>LOPES, J. C.; THOMAZ, L. D.; AREAS, H. A.; SILVA, D. M. Levantamento flor\u00edstico e fitossociol\u00f3gico dos remanescentes de Mata Atl\u00e2ntica no Parque Nacional do Capara\u00f3 \u2013 Ibitirama \u2013 ES. In: CONGRESSO E EXPOSI\u00c7\u00c3O INTERNACIONAL SOBRE FLORESTAS, 6., 2000, Porto Seguro. <b>Resumos t\u00e9cnicos<\/b>. Rio de Janeiro: Instituto Ambiental Biosfera, 2000. p. 325-326.<\/p>\n<p>LIMA, H. C. de. Centrolobium Martiusex Bentham (Leguminosae &#8211; Papilionoideae): estudo taxon\u00f4mico das esp\u00e9cies brasileiras extra-amaz\u00f4nicas. <b>Arquivos do Jardim Bot\u00e2nico do Rio de Janeiro<\/b>, Rio de Janeiro, v. 27, p. 177-191, 1983\/85.<\/p>\n<p>OLIVEIRA FILHO, A. T. de; MARTINS, F. R. Distribui\u00e7\u00e3o, caracteriza\u00e7\u00e3o e composi\u00e7\u00e3o flor\u00edstica das forma\u00e7\u00f5es vegetais da regi\u00e3o da Salgadeira, na Chapada dos Guimar\u00e3es (MT). <b>Revista Brasileira de Bot\u00e2nica<\/b>, S\u00e3o Paulo, v. 9, n. 2, p. 207-223, 1986.<\/p>\n<p>OLIVEIRA FILHO, A. T. de. Composi\u00e7\u00e3o flor\u00edstica e estrutura comunit\u00e1ria da Floresta de Galeria do C\u00f3rrego da Paci\u00eancia, Cuiab\u00e1 (MT). <b>Acta BotanicaBrasilica<\/b>, S\u00e3o Paulo, v. 3, n. 1, p. 91-112, 1989.<\/p>\n<p>PINTO, J. R. R. <b>Levantamento flor\u00edstico, estrutura da comunidade arb\u00f3reo-arbustiva e suas correla\u00e7\u00f5es com vari\u00e1veis ambientais em uma floresta de vale no Parque Nacional da Chapada dos Guimar\u00e3es, Mato Grosso<\/b>. 1997. 85 p. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Engenharia Florestal) -? Universidade Federal de Lavras, Lavras.<\/p>\n<p>VIEIRA, M. C. W. <b>Fitogeografia e conserva\u00e7\u00e3o em florestas em Monte Belo, Minas Gerais<\/b>: estudo de caso: Fazenda Lagoa. 1990. 129 f. Tese (Mestrado em Geografia) ?- Instituto de Geoci\u00eancias, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>BRAND\u00c3O, M.; ARA\u00daJO, M. G. Cobertura vegetal do Munic\u00edpio de Belo Horizonte, MG. <b>Daphne<\/b>, Belo Horizonte, v. 2, n. 2, p. 5-12, jan. 1992.<\/p>\n<p>BRAND\u00c3O, M.; GAVILANES, M. L.; LACA-BUENDIA, J. P.; ARA\u00daJO, M. G. de; FERREIRA, F. B. D. Cobertura vegetal do Munic\u00edpio de Sete Lagoas \u2013 MG. <b>Daphne<\/b>, Belo Horizonte, v. 3, n. 2, p. 21-38, abr. 1993<\/p>\n<p>BRAND\u00c3O, M.; GAVILANES, M. L. Cobertura vegetal da Microrregi\u00e3o 178 (Uberaba), Minas Gerais, Brasil. <b>Daphne<\/b>, Belo Horizonte, v. 4, n. 2, p. 29-57, abr. 1994.<\/p>\n<p>CARVALHO, D. A. de; OLIVEIRA-FILHO, A. T. de; VILELA, E. de A. Flora arbustivo-arb\u00f3rea de mata rip\u00e1ria do m\u00e9dio Rio Grande (Conquista, Estado de Minas Gerais). <b>Cerne<\/b>, Lavras, v. 2, n. 2, p. 48-68, 1996.<\/p>\n<p>MENDON\u00c7A FILHO, C. V. <b>Bra\u00fana, angico, jacarand\u00e1 e outras leguminosas de Mata Atl\u00e2ntica<\/b>: Esta\u00e7\u00e3o Biol\u00f3gica de Caratinga, Minas Gerais. Belo Horizonte: Funda\u00e7\u00e3o Bot\u00e2nica Margaret Mee, 1996.100 p.<\/p>\n<p>BRINA, A. E. <b>Aspectos da din\u00e2mica da vegeta\u00e7\u00e3o associada a afloramentos calc\u00e1rios na APA Carste de Lagoa Santa, MG<\/b>. 1998. 105 f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado) &#8211; Instituto de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.<\/p>\n<p>WASJUTIN, K. <b>Dendrologia e chave pr\u00e1tica para a identifica\u00e7\u00e3o das principais \u00e1rvores latifoliadas ind\u00edgenas na Fazenda Monte Alegre, PR<\/b>. Tel\u00eamaco Borba: Klabin do Paran\u00e1, 1958. 105 p. N\u00e3o Publicado.<\/p>\n<p>MAACK, R. <b>Geografia f\u00edsica do Estado do Paran\u00e1. Curitiba<\/b>: M. Roesner, 1968. 350 p.<\/p>\n<p>SILVA, F. das C. e; FONSECA, E. de P.; SOARES-SILVA, L. H.; MULLER, C.; BIANCHINI, E. Composi\u00e7\u00e3o flor\u00edstica e fitossociologia do componente arb\u00f3reo das florestas ciliares da Bacia do Rio Tibagi. 3. Fazenda Bom Sucesso, Munic\u00edpio de Sapopema, PR. <b>Acta BotanicaBrasilica<\/b>, S\u00e3o Paulo, v. 9, n. 2, p. 289-302, 1995.<\/p>\n<p>TOM\u00c9, M. V. D. F.; VILHENA, A. H. T. Levantamento preliminar de fragmentos florestais no Norte do Paran\u00e1: subs\u00eddio para conserva\u00e7\u00e3o florestal e forma\u00e7\u00e3o de arboreto \u2013 Estrutura Horizontal. In: SIMP\u00d3SIO INTERNACIONAL SOBRE ECOSSISTEMAS FLORESTAIS, 4., 1996, Belo Horizonte. <b>Forest 96<\/b>: volume de resumos. Rio de Janeiro: Biosfera, 1996. p. 11-13.<\/p>\n<p>OCCHIONI, P. \u00c1rvores seculares do Parque Nacional da Tijuca (Rio de Janeiro). <b>Leandra<\/b>, Rio de Janeiro, v. 5, n. 6, p. 5-31, 1975.<\/p>\n<p>PI\u00d1A-RODRIGUES, F. C. M.; LOPES, L.; BLOOMFIELD, V. K. An\u00e1lise do desenvolvimento de esp\u00e9cies arb\u00f3reas da Mata Atl\u00e2ntica em sistema de plantio adensado para a revegeta\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas em encosta, no entorno do Parque Estadual do Desengano (RJ). In: SIMP\u00d3SIO NACIONAL DE RECUPERA\u00c7\u00c3O DE \u00c1REAS DEGRADADAS, 3., 1997, Ouro Preto. <b>Do substrato ao solo<\/b>: trabalhos volunt\u00e1rios. Vi\u00e7osa: Universidade Federal de Vi\u00e7osa, 1997. p. 283-291.<\/p>\n<p>KUHLMANN, M.; KUHN, E. <b>A flora do Distrito de Ibiti<\/b>. S\u00e3o Paulo: Instituto de Bot\u00e2nica, 1947. 221 p.<\/p>\n<p>NOGUEIRA, J. C. B. A flora do Munic\u00edpio de Bauru. <b>Silvicultura em S\u00e3o Paulo<\/b>, S\u00e3o Paulo, v. 10, p. 45-54, 1976.<\/p>\n<p>TOLEDO FILHO, D. V. de; BERTONI, J. E. de A.; BATISTA, E. A.; PARENTE, P. R. Fitossociologia de um fragmento Florestal \u00e0 margem do Rio do Peixe, Munic\u00edpio de Lind\u00f3ia (SP). <b>Revista do Instituto Florestal<\/b>, S\u00e3o Paulo, v. 12, n. 1, p. 37-45, 2000.<\/p>\n<p>BERTANI, D. F.; RODRIGUES, R. R.; BATISTA, J. L. F.; SHEPHERD, G. J. An\u00e1lise temporal da heterogeneidade flor\u00edstica e estrutural em uma floresta ribeirinha. <b>Revista Brasileira de Bot\u00e2nica<\/b>, S\u00e3o Paulo, v. 24, n. 1, p. 11-23, 2001.<\/p>\n<p>SILVA, L. A. da; SOARES, J. J. Levantamento fitossociol\u00f3gico em um fragmento de floresta estacional semidec\u00eddua, no Munic\u00edpio de S\u00e3o Carlos, SP. <b>Acta BotanicaBrasilica<\/b>, S\u00e3o Paulo, v. 16, n. 2, p. 205-216, 2002.<\/p>\n<p>TOPPA, R. H.; PIRES, J. J. R.; DURIGAN, G. Flora lenhosa e s\u00edndromes de dispers\u00e3o nas diferentes fisionomias da vegeta\u00e7\u00e3o da Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica de Jata\u00ed, Luiz Ant\u00f4nio, S\u00e3o Paulo. <b>Hoehnea<\/b>, S\u00e3o Paulo, v. 32, n. 1, p. 67-76, 2004.<\/p>\n<p>BASTOS, H. M. Contribui\u00e7\u00e3o para o conhecimento dendrol\u00f3gico das esp\u00e9cies do g\u00eanero Centrolobium. Arquivos do Servi\u00e7o Florestal, Rio de Janeiro, v. 6, p. 125-186, 1952.<\/p>\n<p>CRESPO, T. R.; MINNICK, G.; VARGAS, J. 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