<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>Rádios - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/busca?q=&#038;sites%5B0%5D=411&#038;tags=uni-fm&#038;rss=true" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio</link>
			<description>Emissoras Públicas da UFSM - AM/FM</description>
			<lastBuildDate>Wed, 10 Jun 2026 00:24:39 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>Rádios</title>
	<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>[GRITOS DO SILÊNCIO] O país da diversidade que não aceita a cultura e a crença distinta</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2024/06/26/gritos-do-silencio-o-pais-da-diversidade-que-nao-aceita-a-cultura-e-a-crenca-distinta</link>
				<pubDate>Wed, 26 Jun 2024 18:21:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[FM]]></category>
		<category><![CDATA[programas]]></category>
		<category><![CDATA[gritos do silêncio]]></category>
		<category><![CDATA[intolerância religiosa]]></category>
		<category><![CDATA[rádios UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Uni FM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7795</guid>
						<description><![CDATA[Foto: Helemozão (@helesalomao) A religião desempenha um papel significativo na vida de muitas pessoas, com aproximadamente 8 em cada 10 indivíduos declarando ter alguma filiação religiosa. No Brasil, conhecido por sua vasta diversidade étnica e cultural, essa pluralidade estende-se também ao campo religioso, abrigando uma ampla gama de crenças. No entanto, apesar da presença de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1200" height="800" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/03/h7.jpg" alt="Uma mulher preta, com vestimentas brancas que remetem a cultura religiosa da umbanda. Ela está no centro da fotografia, e foi retratada dos ombros para cima, com enfoque no rosto. O fundo está desfocado." />											<figcaption>Foto: Helemozão (@helesalomao)</figcaption>
										</figure>
		<p>A religião desempenha um papel significativo na vida de muitas pessoas, com aproximadamente 8 em cada 10 indivíduos declarando ter alguma filiação religiosa. No Brasil, conhecido por sua vasta diversidade étnica e cultural, essa pluralidade estende-se também ao campo religioso, abrigando uma ampla gama de crenças. No entanto, apesar da presença de muitas religiões distintas, algumas crenças passam por questões de preconceito e perseguição. </p><p>O cristianismo, a religião que detém mais fiéis no país, tem um número bem expressivo em relação às demais, sendo seguida por mais de 80% da população, os dados são da pesquisa do Datafolha, de 2021, a pesquisa foi realizada com 2.948 entrevistados em 176 municípios de todo o país. A dados também detalham que 50% dos entrevistados apontaram ser católicos e 31% disseram ser evangélicos, ou seja, mais de 80% dos entrevistados relatam serem cristãos. A pesquisa ainda apontou que 10% das pessoas relataram não ter religião, 3% relatam serem espíritas e 2% alegam serem de religiões de matriz africana.</p><p>Esses números são apenas reflexos do que encontramos no mundo, onde o cristianismo também é a crença com mais adeptos, segundo o relatório Global Religious Landscape (Panorama Global da Religião) de 2012, o qual revelou que 31,5% da população mundial considera-se cristã. Em seguida temos a religião muçulmana que segundo os dados do relatório consta com 23,2% da população mundial. Além disso, 16,3% declaram não ter nenhuma religião.</p><p>A presença de diversas religiões em um país, como, por exemplo, o Brasil, é um princípio básico do estado laico, mesmo que isso não ocorra da melhor maneira possível. O termo “estado laico” significa que um estado, país ou nação não admite a influência religiosa no seu modo de governar, ou de conduzir as instituições públicas. Além disso, o estado laico é o que permite, protege e respeita as distintas crenças e religiões em seu território.</p><p>Em contraste com o significado de estado laico, infelizmente, presenciamos a intolerância religiosa que afeta muitas religiões no país e no mundo. No entanto, no Brasil, especificamente, esse preconceito sobressai-se quando se trata de religiões de matriz africana, que são perseguidas, ameaçadas e amedrontadas por algumas pessoas de religiões distintas. </p><p>Essa intolerância em relação às religiões de matriz africana é carregada de racismo, um preconceito que se instaurou no Brasil desde a chegada dos europeus ao país. Essa problemática não tem melhorado no decorrer das décadas, muito pelo contrário, ela se intensificou durante os mais de 300 anos do período escravocrata e não mudou apesar do fim da escravidão no país e nem com as Leis da Constituição Federal de 1988.</p><p>A infeliz presença da intolerância religiosa no Brasil tem um processo longo e duradouro, foi marcada e ocorreu de diferentes formas, pela perseguição, difamação e catequização sofrida por povos indígenas, povos quilombolas e pelo povo negro brasileiro.</p><p>Ressalta-se, essa afirmação do racismo sofrido pelo povo negro no Brasil, devido a todas as crenças ou cultura deste povo, que no país, de forma errônea, é considerada como algo de menor valor do que as demais culturas, e a religião não é uma exceção, pois assim como a capoeira, o samba ou a própria dança, em algum momento da história já foi perseguido, considerada como feitiçaria ou ainda como vagabundagem por algumas pessoas da sociedade brasileira que desconhecem ou são intolerantes com a cultura afro-brasileira.</p><p>Em contrapartida aos ataques e difamações que a cultura negra sofreu e sofre no país, destaca-se a resistência, palavra que representa a cultura negra que sobrevive no país, uma herança dos antepassados que resistiram às atrocidades sofridas e que hoje marca a identidade dessa nação. </p>		
			<h3><b>Racismo religioso</b></h3>		
		<p>O termo racismo religioso, apresenta-se como uma forma de distinguir o preconceito que algumas outras religiões sofrem, pois o preconceito com religiões de matriz africana ocorre por serem religiões praticadas por pessoas negras e africanas, que foram escravizadas no Brasil, e não apenas por serem religiões diferentes das predominantes no país, mas sim por conta da cor da pele das pessoas que a praticam, ou seja, a intolerância religiosa é uma marca do racismo, e por conta disso é denominado como racismo religioso.</p><p>Essa denominação distinta decorre do histórico de racismo que está enraizado no país, e esse preconceito ocorre por conta da tradição dos povos tradicionais e originários. Os elementos históricos que constituem esses povos sofreram e sofrem com a repressão, escravidão e tiveram suas culturas usurpadas e demonizadas por povos europeus, colonizadores do país, sendo a religião um dos principais alvos desse racismo. </p><p>Segundo os dados do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, as denúncias de intolerância religiosa no Brasil aumentaram 45% nos últimos dois anos. Relembramos que as denúncias podem ser feitas no disque 100.  Além disso, o combate à intolerância religiosa no país passou a ser comemorado no dia 21 de janeiro e passou a ser reconhecido como o dia de combate à intolerância religiosa no Brasil. Essa data foi escolhida, pois foi o dia do falecimento da baiana, Iyalorixá, conhecida como Mãe Gilda, que teve sua casa religiosa invadida diversas vezes por pessoas de religião diferente o que agravou a sua saúde, e no dia 21 de janeiro, Mãe Gilda reencontrou os ancestrais. O reconhecimento da data foi instituído por meio da<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11635.htm"> Lei 11.635, de 2007</a> .</p>		
			<h3>A Lei 10.639 e a saída para combater o racismo religioso</h3>		
		<p>O combate à intolerância religiosa, principalmente em relação às religiões de matriz africana, pôde ser fortalecido através da implementação da Lei 10.639 de 2003, que completou 20 anos em 2023. A lei estabelece como uma das diretrizes de base da educação nacional o ensino da história e da cultura Afro-Brasileira nas escolas públicas como uma obrigatoriedade, como destacou a pesquisadora e umbandista Marina Pereira Furtado.</p><p>O ensino da cultura afro-brasileira se faz necessário dentro das escolas para justamente tornar os jovens conhecedores da cultura, a fim de não reproduzirem o racismo institucional e estrutural que ainda ocorre na sociedade brasileira, mesmo que algumas vezes ele ocorra de forma inconsciente. Além disso, por consequência, o ensino também é um meio para reduzir o racismo religioso.</p><p>Evidencia-se a riqueza das religiões de matriz africana existentes no Brasil, que por conta da escravidão diferentes povos vindos da África trocaram elementos que se assemelhavam e que acabaram a se fundir e criar as religiões afro-brasileiras que temos hoje, essas religiões de matriz africana, como denominamos, tem características que se assemelham, mas cada uma tem a sua especificidade. Destaca-se como algumas das religiões de matriz africana mais conhecidas no país, o Candomblé, a Umbanda e Quimbanda, além dessas, existem outras que são parecidas e que muitas vezes o nome de cada religião muda conforme a região em que está.</p><p>Além disso, o artigo 1° da Lei n° 12.735, de 2012, relata que serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.  Ressalta-se que o crime de racismo no último ano passou a ser inafiançável, e o período de reclusão é de 2 a 5 anos, com multa. A efetivação da Lei, é uma forma concreta de combater o racismo em um período de curto espaço de tempo. Para além do amparo legislativo, destaca-se novamente a importância de tornar os jovens cientes do quão prejudicial é a prática do racismo e conhecedores da riqueza da cultura afro-brasileira, sua historicidade e dinâmica cultural do próprio país, pois foi a partir dessa interação cultural que se elevou a cultura identitária e seus patrimônios imateriais pelos quais o Brasil é conhecido mundialmente.</p>		
			<figure><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2024/03/IMG_6954-150x150.jpg" alt="" /></figure><h3>Willian da Silva</h3><p>Repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. Contato: willian-silva.ws@acad.ufsm.br&nbsp;</p>		
		<p>Foto: Artista Helen Salomão (Insta: @helesalomao)</p><p>Revisão: Pedro Pagnossin, repórter do Gritos do Silêncio, estudante de Jornalismo pela UFSM. Contato: pedro.moro@acad.ufsm.br</p><p>Publicação: Elisa Bedin, repórter do Gritos do Silêncio e estudante de jornalismo pela UFSM. Contato: elisa.bedin@acad.ufsm.br</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Sala de Concertos apresenta performance de Andréa Scheffer</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2021/11/18/programa-sala-de-concertos-apresenta-performance-de-andrea-scheffer-neste-fim-de-semana-pela-unifm-e-radio-universidade</link>
				<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 23:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Uni FM]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade AM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7629</guid>
						<description><![CDATA[O programa Sala de Concertos deste sábado, 20 de novembro, às 20h, na UniFM 107.9, e domingo, 21 de novembro, às 20h, na Universidade AM 800, vai apresentar o Recital Orientado da soprano Andréa Scheffer, do curso de Bacharelado em Canto, da Universidade Federal de Santa Maria, acompanhada do pianista Taiur Fontana. O profes-sor orientador [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O programa Sala de Concertos deste sábado, 20 de novembro, às 20h, na UniFM 107.9, e domingo, 21 de novembro, às 20h, na Universidade AM 800, vai apresentar o Recital Orientado da soprano Andréa Scheffer, do curso de Bacharelado em Canto, da Universidade Federal de Santa Maria, acompanhada do pianista Taiur Fontana. O profes-sor orientador é Roberto de Oliveira.</p>
<p> </p>
<p>Andréa Scheffer é graduada em Fonoaudiologia. Possui Especialização pela Mater-nidade de Campinas e Mestrado pela Faculdade de Ciências Médicas, da Unicamp.</p>
<p> </p>
<p>Em 2017 ingressou no Bacharelado em Canto, pela UFSM, onde vem desenvol-vendo seus estudos sob a orientação do Professor Doutor Roberto de Oliveira, docente do Curso de Música da UFSM.</p>
<p> </p>
<p>Nesta performance, Andréa Scheffer é acompanhada pelo Mestre Pianista Taiur Fontana, Pianista Correpetidor da UFSM.</p>
<p> </p>
<p>Serão apresentadas obras musicais dos compositores Johannes Brahms, Antonín Dvorak, Hénri Duparc, Claude Debussy, Babi de Oliveira, Francisco Mignone, Fernando Obradors e Giacomo Puccini.</p>
<p> </p>
<p>Na primeira parte do recital serão apresentadas canções românticas alemãs e fran-cesas:</p>
<p> </p>
<p>- Johannes Brahms – Wiegenlied, Op. 49, n° 4 (1868)</p>
<p>- Antonín Dvorak - Als die alte mutter, Op. 55, n°4 (1880)</p>
<p>- Henri Duparc – Chanson Triste, Op.2, n° 5 (1868)</p>
<p>- Claude Debussy – Nuit D’Étoiles (1880)</p>
<p> </p>
<p>Na segunda parte do recital, canções modernas brasileiras e espanholas:</p>
<p> </p>
<p>- Babi de Oliveira – Recomendação (1978)</p>
<p>- Francisco Mignone – Improviso (1932)</p>
<p>- Fernando Obradors - Del cabelLo más sutil (1921) e Chiquitita la novia (1921)</p>
<p> </p>
<p>Para finalizar, uma seleção de árias de óperas de Giacomo Puccini:</p>
<p> </p>
<p>Ópera La Bohème (1895)</p>
<p>- Ária Si mi chiamano Mimi (Personagem: Mimi)</p>
<p>- Ária Quando me’n vo’ soletta (Personagem: Musetta)</p>
<p>Ópera La Rondine (1916)</p>
<p>- Ária Chi il bel sogno di Doretta (Personagem: Magda)</p>
<p>Ópera Madama Butterfly (1904)</p>
<p>- Ária Un bel dí vedremo (Personagem: Butterfly)</p>
<p>Ópera Gianni Schicchi (1918)</p>
<p>- Ária O mio babbino caro (Personagem: Lauretta)</p>
<p> </p>
<p>O Sala de Concertos tem produção e apresentação de Roberto Montagner.</p>
<p><img class="aligncenter  wp-image-7630" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2021/11/Folder-Andrea-Scheffer-300x251.jpg" alt="" width="487" height="406" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Uni FM renova a sua grade de programação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2018/11/04/programacaofm</link>
				<pubDate>Sun, 04 Nov 2018 17:37:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Uni FM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7239</guid>
						<description><![CDATA[Novembro é mês de renovação e ajustes na programação da Rádio Uni FM. A exemplo da emissora AM, os ouvintes dos 107.9 mHz também ganham novas produções para seu acompanhamento. A emissora, que é uma consignação da Empresa Brasil de Comunicação, passa a veicular programas em rede com a Rádio Nacional, emissora líder da EBC. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Novembro é mês de renovação e ajustes na programação da <strong>Rádio Uni FM</strong>. A exemplo da emissora AM, os ouvintes dos <strong>107.9 mHz</strong> também ganham novas produções para seu acompanhamento. A emissora, que é uma consignação da Empresa Brasil de Comunicação, passa a veicular programas em rede com a Rádio Nacional, emissora líder da EBC. Vamos, então, as novidades:

<strong>Domingo</strong>

A programação recebeu os programas <strong>Nossa América</strong>, produção da Rádio Nacional FM Brasília, às 08h00; <strong>Musicaos</strong>, produção da Universidade Federal do Paraná, às 18h00; <strong>Brasil Instrumental</strong>, da Rádio Câmara, às 21h00; a nova temporada do <strong>Bossamoderna</strong>, das rádios MEC AM/FM Rio, às 22h00; e <strong>As Músicas que Marcaram</strong>, da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, às 23h00.

<strong>Segunda a sexta</strong>

A partir desta segunda, dia 5, a <strong>Uni FM 107.9</strong>, transmite em rede com a Rádio Nacional de Brasília o <strong>Repórter Nacional</strong>, na sua edição das 12h00 às 13h00; e a segunda parte do <strong>Tarde Nacional</strong>, das 15h00 às 17h00.

O <strong>Atração Nacional</strong>, programa de divulgação e valorização dos novos nomes da música brasileira, faz sua estreia nos <strong>107.9</strong> nesta segunda, dia 5. Na FM, a produção vai ao ar na segunda, terça, quinta e sexta, na faixa das 22h00 às 23h00. A partir de março/2019 também ocupará o horário na quarta. O programa é original da <strong>Universidade AM</strong>, onde entra no ar às 20h00. As audições não são vinculadas, os destaques são sempre diferentes em cada emissora.

Na faixa das 23h00, todos os dias a programação vai contar com uma produção proveniente da EBC. Na segunda, <strong>Jazz Brasil</Strong>; na terça, <strong>Memória Musical</strong>; na quarta, <strong>Tanto Mar</strong>; na quinta, <strong>Alma Blues</strong>; e na sexta, <strong>Jazz Livre!!</strong>. Este último é uma produção da Rádio MEC FM; os outros são da Nacional FM Brasília.

Outras inclusões e acomodações estão sendo feitas na grade da FM. Na segunda, às 17h00, entra o <strong>Capítulo Rock</strong>, produção da Rádio Senado; na terça, o <strong>Afroriente</strong> ganha um horário diferente da AM, às 17h00; ainda na terça, o <strong>Panorama CCR</strong> amplia seu espaço, permanecendo no ar das 20h00 às 22h00, ao vivo; e na quinta, o <strong>Pop Tune</strong> também amplia seu espaço, ocupando a faixa das 20h00 às 22h00, ao vivo.

Dia 8, na próxima quinta, começa a nova temporada do <strong>Opinião em Movimento</strong>, programa de debates e entrevistas dos acadêmicos de Jornalismo da <strong>UFSM</strong>, vinculado às disciplinas de radiojornalismo. Começa às 13h10.
 
<strong>Sábado</strong>

Quatro atrações da EBC passam a enriquecer a grade de sábado. São os programas <strong>Acervo Origens</strong>, produção da Rádio Nacional FM Brasília, às 18h00; <strong>Música e Músicos do Brasil</strong>, da MEC FM, às 19h00; <strong>Roda de Samba</strong>, da Nacional FM Brasília, às 22h00; e <strong>Templo do Rock</strong>, também da Nacional FM Brasília, às 23h00.

A programação da <strong>Uni FM</strong> pode ser ouvida pelos <strong>107.9 mHz</strong> ou aqui pelo site via web.]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        