{"id":7844,"date":"2024-08-22T15:19:20","date_gmt":"2024-08-22T18:19:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-suplementares\/radio\/?p=7844"},"modified":"2024-10-24T20:25:54","modified_gmt":"2024-10-24T23:25:54","slug":"gritos-do-silencio-comunicacao-acessivel-inclusao-e-dignidade-para-pessoas-com-deficiencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-suplementares\/radio\/2024\/08\/22\/gritos-do-silencio-comunicacao-acessivel-inclusao-e-dignidade-para-pessoas-com-deficiencia","title":{"rendered":"[GRITOS DO SIL\u00caNCIO] Comunica\u00e7\u00e3o acess\u00edvel: inclus\u00e3o e dignidade para pessoas com defici\u00eancia"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"7844\" class=\"elementor elementor-7844\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-50475c4 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"50475c4\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-ee3b640\" data-id=\"ee3b640\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-cf0a6f3 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"cf0a6f3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/411\/2024\/06\/WhatsApp-Image-2024-08-22-at-14.57.38-768x576.jpeg\" class=\"attachment-medium_large size-medium_large wp-image-7841\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/411\/2024\/06\/WhatsApp-Image-2024-08-22-at-14.57.38-768x576.jpeg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/411\/2024\/06\/WhatsApp-Image-2024-08-22-at-14.57.38-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/411\/2024\/06\/WhatsApp-Image-2024-08-22-at-14.57.38-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/411\/2024\/06\/WhatsApp-Image-2024-08-22-at-14.57.38.jpeg 1200w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9b14c96 elementor-widget__width-initial elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9b14c96\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p>\u00a0<\/p><p>A comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 um direito humano fundamental, ratificado no artigo 19 da Declara\u00e7\u00e3o Universal dos Direitos Humanos. No entanto, para os 18,6 milh\u00f5es de brasileiros com defici\u00eancia, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), esse direito encontra empecilhos significativos. Os desafios mais cr\u00edticos s\u00e3o a falta de acessibilidade digital e as dificuldades de comunica\u00e7\u00e3o e compreens\u00e3o verbal. Essas quest\u00f5es n\u00e3o s\u00f3 limitam o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e ao trabalho, como tamb\u00e9m perpetuam a exclus\u00e3o social de pessoas com defici\u00eancia.<\/p><p>Conseguir usufruir da internet e de servi\u00e7os digitais \u00e9 essencial em uma sociedade cada vez mais conectada. Contudo, muitas pessoas com defici\u00eancia enfrentam obst\u00e1culos di\u00e1rios na navega\u00e7\u00e3o online. Conforme pesquisa realizada pelo BigData Corp, em parceria com o Movimento Web para Todos, apenas 0,46% dos sites foram considerados acess\u00edveis para pessoas com defici\u00eancia no ano de 2022, evidenciando uma lacuna significativa na inclus\u00e3o digital. A acessibilidade digital vai al\u00e9m de uma quest\u00e3o t\u00e9cnica: ela \u00e9 um pr\u00e9-requisito para a inclus\u00e3o social.\u00a0<\/p><p>Recursos como descri\u00e7\u00f5es alternativas em imagens e legendas em v\u00eddeos s\u00e3o, respectivamente, indispens\u00e1veis para que pessoas cegas e surdas consumam conte\u00fados visuais. Entraves adicionais para pessoas com baixa vis\u00e3o est\u00e3o presentes em sites sem contraste adequado e com layouts confusos e fontes pequenas. Documentos em PDF n\u00e3o formatados com tags que permitem a leitura por softwares espec\u00edficos s\u00e3o impeditivos para o uso de leitores de tela, o que dificulta ainda mais o acesso de pessoas com defici\u00eancia visual a informa\u00e7\u00f5es vitais.<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-748c761 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"748c761\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-89ca5cc\" data-id=\"89ca5cc\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-feae392 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"feae392\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<h4 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Educa\u00e7\u00e3o inclusiva<\/h4>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2c792bc elementor-widget__width-initial elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"2c792bc\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p>\u00a0<\/p><p>A docente do Departamento de Educa\u00e7\u00e3o Especial da UFSM, Andreia In\u00eas Dillenburg, entende a inclus\u00e3o e a acessibilidade como temas historicamente interligados que mostram sua influ\u00eancia mundial crescente. Para ela, a oferta de tecnologias e a constru\u00e7\u00e3o de uma cultura s\u00f3lida de acessibilidade ainda n\u00e3o s\u00e3o ideais para atender a grupos diversos e tornar a acessibilidade um valor concreto que garante a participa\u00e7\u00e3o social plena de todos.<\/p><p>A professora cita que recursos de acessibilidade n\u00e3o s\u00e3o de uso exclusivo de pessoas com defici\u00eancia. \u201cAo criar materiais, \u00e9 crucial lembrar que h\u00e1 usu\u00e1rios com defici\u00eancia visual e demais demandas de acessibilidade ou comodidade. Um exemplo s\u00e3o as legendas, que, embora destinadas principalmente a pessoas com defici\u00eancia auditiva, s\u00e3o \u00fateis em situa\u00e7\u00f5es cotidianas, como quando n\u00e3o podemos utilizar o som do smartphone em um ambiente silencioso e estamos sem fones de ouvido&#8221;, defende.<\/p><p>Apesar disso, a educadora aponta que os dispositivos de Comunica\u00e7\u00e3o Aumentativa e Alternativa (CAA) t\u00eam evolu\u00eddo substancialmente, tornando-se cada vez mais intuitivos e acess\u00edveis. Esses dispositivos, que utilizam s\u00edmbolos, texto ou voz para permitir que pessoas com defici\u00eancias na fala se comuniquem de maneira eficaz, t\u00eam o potencial de revolucionar a comunica\u00e7\u00e3o para pessoas com defici\u00eancia, promovendo maior autonomia e inclus\u00e3o social.<\/p><p>As formas de comunica\u00e7\u00e3o habituais utilizadas no cotidiano tamb\u00e9m podem se tornar uma barreira invis\u00edvel, mas poderosa. O uso de termos inadequados e ofensivos, como &#8220;surdo-mudo&#8221; ou &#8220;retardado&#8221;, refor\u00e7a estere\u00f3tipos negativos e desumaniza as pessoas com defici\u00eancia. Substituir essas express\u00f5es por termos mais respeitosos e precisos, como &#8220;pessoa surda&#8221; ou &#8220;pessoa com defici\u00eancia intelectual&#8221;, \u00e9 um passo b\u00e1sico para a promo\u00e7\u00e3o da inclus\u00e3o.\u00a0<\/p><p>Outro ponto \u00e9 a aus\u00eancia de int\u00e9rpretes de Libras em muitos ambientes p\u00fablicos, o que impede a compreens\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es essenciais por parte de pessoas surdas e resulta em exclus\u00e3o comunicacional. Al\u00e9m disso, a linguagem por vezes t\u00e9cnica e complexa de documentos oficiais e educacionais pode ser de dif\u00edcil compreens\u00e3o para algumas\u00a0 pessoas.<\/p><p>No contexto educacional, a docente ressalta que a forma\u00e7\u00e3o de professores deve ser mais do que a simples apresenta\u00e7\u00e3o de conceitos de educa\u00e7\u00e3o especial. Para ela, \u00e9 necess\u00e1rio um esfor\u00e7o cont\u00ednuo para integrar esses conceitos na pr\u00e1tica pedag\u00f3gica das diferentes \u00e1reas, o fornecimento de suporte especializado e a promo\u00e7\u00e3o de uma compreens\u00e3o mais profunda das necessidades e potencialidades de cada indiv\u00edduo. \u201cA educa\u00e7\u00e3o especial \u00e9 essencial,\u00a0 pois com ela podemos realizar muitas formas de adapta\u00e7\u00e3o, como por exemplo ensinar a cor para quem n\u00e3o consegue ver e os conceitos musicais para quem n\u00e3o consegue ouvir\u201d, conclui Dillenburg.<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2e59226 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2e59226\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-255f704\" data-id=\"255f704\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-963231e elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"963231e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<h4 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Legisla\u00e7\u00e3o e Luta<\/h4>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-d4ec0ef elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"d4ec0ef\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-45fe960\" data-id=\"45fe960\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c72b452 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"c72b452\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p>A legisla\u00e7\u00e3o brasileira conta com a Lei Brasileira de Inclus\u00e3o da Pessoa com Defici\u00eancia (LBI), sancionada em 2015, que estabelece diretrizes abrangentes para garantir os direitos das pessoas com defici\u00eancia. A LBI, tamb\u00e9m conhecida como Estatuto da Pessoa com Defici\u00eancia, abarca desde a educa\u00e7\u00e3o inclusiva, com a proibi\u00e7\u00e3o de recusa de matr\u00edcula e a exig\u00eancia de adapta\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias, at\u00e9 normas de acessibilidade f\u00edsica e digital e prote\u00e7\u00e3o no ambiente de trabalho.\u00a0<\/p><p>A LBI representa um avan\u00e7o significativo, mas a integra\u00e7\u00e3o de legisla\u00e7\u00f5es internacionais e o aprimoramento cont\u00ednuo das pr\u00e1ticas de acessibilidade s\u00e3o fundamentais. Dillenburg observa que, embora seja um marco, a implementa\u00e7\u00e3o da lei precisa ser monitorada para uma inclus\u00e3o mais efetiva. \u201cIniciativas como a distribui\u00e7\u00e3o de tecnologias assistivas e a oferta de recursos t\u00eam contribu\u00eddo para melhorar o acesso \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o. No entanto, a realidade pr\u00e1tica muitas vezes n\u00e3o acompanha a legisla\u00e7\u00e3o\u201d, afirma.<\/p><p>Ela explica que a aplica\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o e a aloca\u00e7\u00e3o de recursos financeiros para a acessibilidade n\u00e3o podem ser negligenciadas. &#8220;As barreiras atitudinais, atitudes ou comportamentos que impedem ou prejudicam a participa\u00e7\u00e3o social da pessoa com defici\u00eancia em igualdade de condi\u00e7\u00f5es e oportunidades com as demais pessoas, est\u00e3o profundamente enraizadas no preconceito e constituem a base de outras formas de exclus\u00e3o&#8221;, declara Dillenburg.<\/p><p>A professora menciona, ainda, que a escassez de infraestrutura, investimento e profissionais capacitados para a institui\u00e7\u00e3o de tecnologias assistivas em larga escala resultam em desigualdades no acesso \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o, especialmente em regi\u00f5es menos favorecidas. Sem acessibilidade, a promessa de uma sociedade igualit\u00e1ria permanece inalcan\u00e7\u00e1vel e restringe-se aos textos oficiais.<\/p><div>\u00a0<\/div>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-1062329 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"1062329\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-2b2335f\" data-id=\"2b2335f\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7595265 elementor-position-left elementor-vertical-align-top elementor-widget elementor-widget-image-box\" data-id=\"7595265\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image-box.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-image-box-wrapper\"><figure class=\"elementor-image-box-img\"><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/411\/2024\/06\/renan-150x150.jpg\" class=\"elementor-animation-pulse attachment-thumbnail size-thumbnail wp-image-7842\" alt=\"\" \/><\/figure><div class=\"elementor-image-box-content\"><h3 class=\"elementor-image-box-title\">Renan Silveira<\/h3><p class=\"elementor-image-box-description\"><span style=\"font-size: 16px\">Rep\u00f3rter do Gritos do Sil\u00eancio, estudante de Jornalismo pela UFSM. Contato:&nbsp;renan.silveira<\/span><span style=\"font-size: 16px\">@acad.ufsm.br<\/span><\/p><\/div><\/div>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f211483 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"f211483\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div style=\"flex-basis: var(--flex-basis);flex-grow: var(--flex-grow);flex-shrink: var(--flex-shrink);align-self: var(--align-self);flex-direction: var(--flex-direction);flex-wrap: var(--flex-wrap);justify-content: var(--justify-content);align-items: var(--align-items);align-content: var(--align-content);gap: var(--gap);--swiper-theme-color: #000;--swiper-navigation-size: 44px;--swiper-pagination-bullet-size: 6px;--swiper-pagination-bullet-horizontal-gap: 6px;color: #000000;font-weight: 400;width: 1062px;font-size: 16px\" data-id=\"5ef162e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\"><div><p><span style=\"font-weight: bolder\">\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: bolder\">Foto:<\/span>\u00a0Jos\u00e9 Cruz\/Ag\u00eancia Brasil<\/p><\/div><\/div><div style=\"flex-basis: var(--flex-basis);flex-grow: var(--flex-grow);flex-shrink: var(--flex-shrink);align-self: var(--align-self);flex-direction: var(--flex-direction);flex-wrap: var(--flex-wrap);justify-content: var(--justify-content);align-items: var(--align-items);align-content: var(--align-content);gap: var(--gap);--swiper-theme-color: #000;--swiper-navigation-size: 44px;--swiper-pagination-bullet-size: 6px;--swiper-pagination-bullet-horizontal-gap: 6px;color: #000000;font-weight: 400;width: 1062px;font-size: 16px\" data-id=\"b772e4b\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\"><div><p><span style=\"font-weight: bolder\">Edi\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o:<\/span>\u00a0Kemyllin Dutra<span style=\"color: #000000;font-size: 16px;font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );text-align: var(--bs-body-text-align)\">, r<\/span><span style=\"color: #1c1c1c;font-size: 16px;text-align: var(--bs-body-text-align)\">ep\u00f3rter do Gritos do Sil\u00eancio, estudante de Jornalismo pela UFSM. <\/span><\/p><p><span style=\"color: #1c1c1c;font-size: 16px;text-align: var(--bs-body-text-align)\">Contato: kemyllin.dutra@acad.ufsm.br<\/span><\/p><\/div><\/div>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 A comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 um direito humano fundamental, ratificado no artigo 19 da Declara\u00e7\u00e3o Universal dos Direitos Humanos. 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