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			<title>PET Agronomia - Feed Customizado RSS</title>
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				<title>Os princípios da apitoxina</title>
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				<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 16:52:41 +0000</pubDate>
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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/779/2022/03/1-6-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-992" /></figure></div>
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<p id="cbad" class="pw-post-body-paragraph jp jq is jr b js jt ju jv jw jx jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km ia gi" data-selectable-paragraph="">A apicultura, segundo LIMA (2005), é uma produção ecológica e sustentável, que não degrada o meio ambiente e pode ser praticada na maior parte do território brasileiro. Os produtos das abelhas podem ser dos mais variados, sendo o mel, o foco da maioria dos produtores. Além dele, existem a geleia real, o própolis, o pólen, a apitoxina, entre outros. Os produtos da apicultura possuem inúmeras propriedades farmacológicas e essas propriedades somadas aos comportamentos da colmeia fizeram com que a abelha fosse o inseto mais estudado do mundo. Este texto abordará o produto mais inusitado das abelhas, seu veneno, a apitoxina.</p>
<p id="6be2" class="pw-post-body-paragraph jp jq is jr b js jt ju jv jw jx jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km ia gi" data-selectable-paragraph="">A apitoxina é um veneno produzido pela espécie <em class="kn">A</em>pis<em class="kn"> mellifera</em> para a proteção da colônia de ataques de invasores e predadores. Sua produção como fármaco é feita a partir de extração elétrica, na qual um coletor de placas de vidro com eletroestimuladores é inserido na colmeia, como ilustrado na figura 1, assim, ao levar o choque, as abelhas ferroam a placa depositam uma quantidade de apitoxina na mesma. O veneno seca e depois é raspado e acondicionado para ser destinado aos laboratórios especializados. Essa técnica traz a vantagem de que, além de extrair altas quantidades de apitoxina com maior pureza, não mata as abelhas.</p>
<p data-selectable-paragraph=""> </p>
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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/779/2022/03/2-1.jpeg" alt="" class="wp-image-993" /><figcaption>Figura 1.</figcaption></figure></div>
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<p id="8f36" class="pw-post-body-paragraph jp jq is jr b js jt ju jv jw jx jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km ia gi" data-selectable-paragraph="">Atualmente existem diversos tratamentos que utilizam a apitoxina. A maioria é feita de forma sublingual, subcutânea com agulhas, injeções ou ainda picadas de abelhas diretamente na pele. As aplicabilidades farmacêuticas são vastas, existindo tratamentos como uso anti-inflamatório (doenças reumáticas), analgésico, antitumoral, cicatrizante e neuroprotetor para doenças como esclerose múltipla, Alzheimer e Parkinson (Moreira, 2012). A artrite é uma das principais enfermidades tratadas pela apiterapia. Substâncias da apitoxina como a militina e apamina atuam como anti-inflamatórios, aliviando os sintomas e dores causados por essa doença.</p>
<p id="fbdb" class="pw-post-body-paragraph jp jq is jr b js jt ju jv jw jx jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km ia gi" data-selectable-paragraph="">Os estudos a partir do uso terapêutico do veneno de abelha ainda estão em andamento e necessitam de maiores comprovações científicas, porém, muitas facetas já tomam forma para tratamentos de doenças. Contudo, deve-se salientar que todos os tratamentos são realizados de forma controlada e por especialistas da área. Cada pessoa possui um tipo diferente de reação quando são ministradas substâncias desse gênero, muitas podem ter reações alérgicas leves, como inchaço e coceira no local de ocorrência da picada de abelha, já para outras, os efeitos podem ser fatais.</p>
<h2 id="ac52" class="kw kx is bo ky kz la lb lc ld le lf lg ka lh li lj ke lk ll lm ki ln lo lp lq gi" data-selectable-paragraph="">Referências:</h2>
<p id="28f3" class="pw-post-body-paragraph jp jq is jr b js lr ju jv jw ls jy jz ka lt kc kd ke lu kg kh ki lv kk kl km ia gi" data-selectable-paragraph="">LIMA, Sirlei A. M. de. A apicultura como alternativa social, econômica e ambiental para a XI mesorregião do noroeste do Paraná<strong class="jr it">·. Curso de Pósgraduação em Engenharia Florestal do Setor de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Paraná</strong>, 2005.</p>
<p id="4383" class="pw-post-body-paragraph jp jq is jr b js jt ju jv jw jx jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km ia gi" data-selectable-paragraph="">DANTAS, C. G.; NUNES, T. L. G. M.; NUNES, T. L. G. M; GOMES, M. Z.; GRAMACHO, K. P..Apitoxina: coleta, composição química, propriedades biológicas e atividades terapêuticas. <strong class="jr it">Revista Ibero Americana de Ciências Ambientais</strong>, Aquidabã, v.4, n.2, p.127 150, 2013.</p>
<p id="b190" class="pw-post-body-paragraph jp jq is jr b js jt ju jv jw jx jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km ia gi" data-selectable-paragraph="">MOREIRA, D. R. Apiterapia no tratamento de patologias. <strong class="jr it">Revista</strong> <strong class="jr it">Fapciência</strong>, 9(4):21–29. Mutsaers, M., Blitterswijk, H. v., Leven, L., Kerkvliet, J. &amp; Waerdt, J. (2006). Produtos apícolas: propriedades, processamento e comercialização. Série Agrodok, 42, 2012.</p>
<p id="105c" class="pw-post-body-paragraph jp jq is jr b js jt ju jv jw jx jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km ia gi" data-selectable-paragraph="">LEITE, Germano L. D e ROCHA, Silma L. Apitoxina.<strong class="jr it"> Unimontes Científica</strong>, Montes Claros, v.7, n.1, 2005.</p>
<p id="a142" class="pw-post-body-paragraph jp jq is jr b js jt ju jv jw jx jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km ia gi" data-selectable-paragraph="">PACHECO, Edivaldo F. F., et al. Apitoxina e sua atividade anti-inflamatória e antinociceptiva. <strong class="jr it">Acta apícola brasileira</strong>, Pombal, v.02, n.2, 2014.</p>
<p id="285d" class="pw-post-body-paragraph jp jq is jr b js jt ju jv jw jx jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km ia gi" data-selectable-paragraph="">MODANESI, Melina S. Produção de apitoxina por abelhas <em class="kn">apis melífera </em>L. e seu efeito na expressão de genes relacionados ao estresse<strong class="jr it">. Programa de Pós-graduação em Zootecnia pela Universidade estadual paulista, faculdade de medicina veterinária e zootecnia campus Botucatu</strong>. 2012.</p>
<h2 id="15d9" class="kw kx is bo ky kz la lb lc ld le lf lg ka lh li lj ke lk ll lm ki ln lo lp lq gi" data-selectable-paragraph="">Autora:</h2>
<p id="ffba" class="pw-post-body-paragraph jp jq is jr b js lr ju jv jw ls jy jz ka lt kc kd ke lu kg kh ki lv kk kl km ia gi" data-selectable-paragraph="">Julia Damiani, acadêmica do 2º semestre de Agronomia e bolsista do grupo PET Agronomia — Universidade Federal de Santa Maria.</p>
<p id="f8a4" class="pw-post-body-paragraph jp jq is jr b js jt ju jv jw jx jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km ia gi" data-selectable-paragraph="">Email: juulia.damiani@gmail.com</p>
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