{"id":1007,"date":"2022-05-10T16:51:37","date_gmt":"2022-05-10T19:51:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/agronomia\/?p=1007"},"modified":"2022-05-10T16:51:38","modified_gmt":"2022-05-10T19:51:38","slug":"fusarium-solani-na-cultura-da-soja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/agronomia\/2022\/05\/10\/fusarium-solani-na-cultura-da-soja","title":{"rendered":"Fusarium solani na Cultura da soja"},"content":{"rendered":"\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/3-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1008\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/3-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/3-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/3-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/3-768x768.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/3.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p id=\"2761\" class=\"pw-post-body-paragraph jy jz jb ka b kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq kr ks kt ku kv ij gj\" data-selectable-paragraph=\"\">No atual cen\u00e1rio da cadeia produtiva da soja (<em class=\"kw\">Glycine max<\/em>), diversos s\u00e3o os fatores limitantes na busca pela alta produtividade, tais como teor adequado de nutrientes no solo, fatores meteorol\u00f3gicos limitantes (excesso ou falta de chuva, ventos, granizo\u2026), fotoper\u00edodo, qualidade gen\u00e9tica, incid\u00eancia de plantas invasoras e de pragas. Al\u00e9m disso, diversas doen\u00e7as podem atingir a cultura caso encontre um hospedeiro suscet\u00edvel e o ambiente seja favor\u00e1vel ao desenvolvimento das enfermidades, podendo comprometer o ciclo da planta e afetar a sua produtividade . Dentre os principais pat\u00f3genos, o fungo <em class=\"kw\">Fusarium solani<\/em>, listado entre os 20 principais pat\u00f3genos f\u00fangicos recorrentes na cultura da soja, \u00e9 causador da doen\u00e7a denominada \u201cPodrid\u00e3o-vermelha-da-raiz\u201d (PVR), tamb\u00e9m conhecida por \u201cFusariose\u201d. Esse pat\u00f3geno vem ganhando uma crescente import\u00e2ncia devido ao seu n\u00edvel de dano nas lavouras de todo Brasil, principalmente em \u00e1reas de v\u00e1rzea, dessa forma \u00e9 importante conhecer as principais caracter\u00edsticas que favorecem o desenvolvimento do fungo para ado\u00e7\u00e3o do manejo adequado.<\/p>\n<p id=\"3ec9\" class=\"pw-post-body-paragraph jy jz jb ka b kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq kr ks kt ku kv ij gj\" data-selectable-paragraph=\"\">A PVR \u00e9 uma doen\u00e7a f\u00fangica do solo que afeta principalmente a raiz da planta, costuma ocorrer em ambientes \u00famidos e com temperaturas na faixa de 25 \u00baC a 28 \u00baC. Quando a col\u00f4nia se estabelece, a doen\u00e7a causa diversos danos \u00e0 raiz, reduz drasticamente a nodula\u00e7\u00e3o e consequentemente, a capacidade de absor\u00e7\u00e3o de nitrog\u00eanio e produtividade. O est\u00e1dio mais cr\u00edtico ao ataque da doen\u00e7a \u00e9 no per\u00edodo reprodutivo da planta, por\u00e9m logo ap\u00f3s a semeadura o fungo j\u00e1 pode penetrar o tecido da planta e afetar seu metabolismo.<\/p>\n<p id=\"8ea5\" class=\"pw-post-body-paragraph jy jz jb ka b kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq kr ks kt ku kv ij gj\" data-selectable-paragraph=\"\">A sintomatologia da doen\u00e7a \u00e9 caracterizada por uma mancha avermelhada na raiz principal e suas expans\u00f5es se tornam mais escuras, t\u00edpicas de necrose como demonstrado na figura 1. Ao retirar a planta infectada do solo, alguns pontos azuis podem ser notados, esses s\u00e3o os esporos do <em class=\"kw\">Fusarium solani<\/em>, que se proliferam conforme a doen\u00e7a desenvolve-se no tecido vegetal.<\/p>\n<p data-selectable-paragraph=\"\">\u00a0<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"329\" height=\"329\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/4.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1009\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/4.jpg 329w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/4-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/4-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 329px) 100vw, 329px\" \/><figcaption><strong>Figura 1<\/strong> \u2014 Sintomatologia caracter\u00edstica de PVR em soja. <em>Fonte: \u00c1lvaro Manuel R. Almeida<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Outro fator not\u00e1vel \u00e9 a presen\u00e7a das tradicionais folhas \u201ccarij\u00f3\u201d nos est\u00e1dios mais avan\u00e7ados da planta, definida por manchas clor\u00f3ticas por entre as nervuras do limbo foliar. Quando em est\u00e1gios avan\u00e7ados da doen\u00e7a, a folha pode se desprender e cair pela a\u00e7\u00e3o de uma toxina que o fungo produz na raiz da planta e acaba atingindo a \u00e1rea foliar atrav\u00e9s da a\u00e7\u00e3o dos vasos condutores. Vale ressaltar que a diagnose \u00e9 de extrema import\u00e2ncia no sistema produtivo, mas a preven\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais importante, visto que muitas vezes os danos podem ser irrepar\u00e1veis, causando grandes perdas de produtividade final.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"310\" height=\"226\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/5.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1010\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/5.jpg 310w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/5-300x219.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 310px) 100vw, 310px\" \/><figcaption><strong>Figura 2<\/strong> \u2014 Sintomatologia foliar de Fusariose. <em>Fonte: Agrolink<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p id=\"aa34\" class=\"pw-post-body-paragraph jy jz jb ka b kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq kr ks kt ku kv ij gj\" data-selectable-paragraph=\"\">O n\u00edvel de dano depende de diversos fatores, como o per\u00edodo de exposi\u00e7\u00e3o e o est\u00e1dio fenol\u00f3gico da planta ao ser infectada pelo fungo:<\/p>\n<ul class=\"\">\n<li id=\"813d\" class=\"li lj jb ka b kb kc kf kg kj lk kn ll kr lm kv ln lo lp lq gj\" data-selectable-paragraph=\"\">\u201cA extens\u00e3o das perdas de produtividade devido \u00e0 PVR depende da gravidade e do tempo de express\u00e3o da doen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento das plantas. Caso a doen\u00e7a desenvolva-se no in\u00edcio da temporada, flores e frutos jovens v\u00e3o abortar, intensificando as perdas. Quando se desenvolve mais tarde, a planta produzir\u00e1 sementes menores e com menor quantidade por vagem.\u201d DIANESE, Alexei et al. 2014.<\/li>\n<\/ul>\n<p id=\"252c\" class=\"pw-post-body-paragraph jy jz jb ka b kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq kr ks kt ku kv ij gj\" data-selectable-paragraph=\"\">O m\u00e9todo de controle mais eficaz \u00e9 uso de cultivares resistentes, por mais que essa resist\u00eancia seja parcial, visto que a aplica\u00e7\u00e3o dos fungicidas sist\u00eamicos \u00e9 ineficaz para Fusariose, j\u00e1 que as f\u00f3rmulas n\u00e3o possuem mobilidade em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s ra\u00edzes infectadas, permanecendo somente nas folhas. O tratamento de sementes \u00e9 um ponto de grande import\u00e2ncia, pois a presen\u00e7a de fungicidas ao redor do tegumento dificulta a penetra\u00e7\u00e3o do pat\u00f3geno nos est\u00e1dios de pr\u00e9-emerg\u00eancia, mas n\u00e3o garante controle total da doen\u00e7a. De acordo com manuais de identifica\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as, produzidos pela Embrapa Soja, cultivares precoces tendem a sofrer menos danos a PVR.<\/p>\n<p data-selectable-paragraph=\"\">\u00a0<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"332\" height=\"339\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/6.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1011\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/6.jpg 332w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/6-294x300.jpg 294w\" sizes=\"(max-width: 332px) 100vw, 332px\" \/><figcaption><strong>Figura 3<\/strong> \u2014 Comparativo entre cultivar resistente e suscet\u00edvel \u00e0 PVR. <em>Foto: Austeclinio Lopes de Farias Neto<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p id=\"ffa8\" class=\"pw-post-body-paragraph jy jz jb ka b kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq kr ks kt ku kv ij gj\" data-selectable-paragraph=\"\">Algumas pr\u00e1ticas de manejo podem ser aliadas no combate da PVR, como a descompacta\u00e7\u00e3o do solo, que permite maior drenagem e evita ac\u00famulo da umidade, sendo essa condi\u00e7\u00e3o considerada favor\u00e1vel \u00e0 prolifera\u00e7\u00e3o do <em class=\"kw\">Fusarium solani<\/em>. Podemos citar o mantimento da mat\u00e9ria org\u00e2nica de res\u00edduos de colheita, o que alavanca a atividade microbiana do solo e gera inimigos naturais e predadores do pat\u00f3geno.<\/p>\n<p id=\"be9d\" class=\"pw-post-body-paragraph jy jz jb ka b kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq kr ks kt ku kv ij gj\" data-selectable-paragraph=\"\">Por ocorrer em ambientes de alta umidade, a irriga\u00e7\u00e3o excessiva pode favorecer a prolifera\u00e7\u00e3o do fungo. O uso de tensi\u00f4metros \u00e9 positivo nesse sentido por serem dispositivos que ajudam a monitorar a \u00e1gua no solo e permitem manter uma umidade adequada. Ou seja, o Engenheiro Agr\u00f4nomo consegue obter dados espec\u00edficos da disponibilidade de \u00e1gua no solo, para assim definir \u00e9pocas ideais de irriga\u00e7\u00e3o com quantidades de \u00e1gua em n\u00edveis adequados, suprindo as plantas e evitando a prolifera\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as, entre elas a PVR.<\/p>\n<p data-selectable-paragraph=\"\">\u00a0<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"420\" height=\"212\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/7.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1012\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/7.jpg 420w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2022\/05\/7-300x151.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/><figcaption><strong>Figura 4<\/strong> \u2014 Uso do Tensi\u00f4metro na Agricultura.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p id=\"613d\" class=\"pw-post-body-paragraph jy jz jb ka b kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq kr ks kt ku kv ij gj\" data-selectable-paragraph=\"\">Portanto, como a doen\u00e7a \u00e9 dependente de condi\u00e7\u00f5es ambientais favor\u00e1veis, o produtor deve estar atento a suas pr\u00e1ticas de manejo de solo, evitando a compacta\u00e7\u00e3o e os processos de satura\u00e7\u00e3o do solo. Bem como, deve primar por sementes de qualidade para implanta\u00e7\u00e3o em suas lavouras, com a escolha de cultivares que sejam resistentes \u00e0 Fusariose e ao menor sinal de sintomatologia deve consultar um Engenheiro Agr\u00f4nomo.<\/p>\n<h2 id=\"28d9\" class=\"lt lu jb bn lf lv lw lx ly lz ma mb mc kj md me mf kn mg mh mi kr mj mk ml mm gj\" data-selectable-paragraph=\"\"><strong class=\"ba\">Refer\u00eancias:<\/strong><\/h2>\n<p id=\"8251\" class=\"pw-post-body-paragraph jy jz jb ka b kb mn kd ke kf mo kh ki kj mp kl km kn mq kp kq kr mr kt ku kv ij gj\" data-selectable-paragraph=\"\">FREITAS, T\u00e2nia M\u00e1rcia de Queiroz; MENEGHETTI, Rosana Ceolin; BALARDIN, Ricardo Silveiro. <strong class=\"ka jc\">Dano devido \u00e0 podrid\u00e3o vermelha da raiz na cultura da soja.<\/strong> Ci\u00eancia rural, v. 34, p. 991\u2013996, 2004.<\/p>\n<p id=\"8f3e\" class=\"pw-post-body-paragraph jy jz jb ka b kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq kr ks kt ku kv ij gj\" data-selectable-paragraph=\"\">DE CAMPOS DIANESE, Alexei et al. <strong class=\"ka jc\">PODRID\u00c3O VERMELHA DA RAIZ.<\/strong><\/p>\n<p id=\"6dde\" class=\"pw-post-body-paragraph jy jz jb ka b kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq kr ks kt ku kv ij gj\" data-selectable-paragraph=\"\">PAIVA, F. de A. <strong class=\"ka jc\">Fusariose da cultura da soja.<\/strong> Embrapa Agropecu\u00e1ria Oeste-Documentos (INFOTECA-E), 1999.<\/p>\n<p id=\"8ed7\" class=\"pw-post-body-paragraph jy jz jb ka b kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq kr ks kt ku kv ij gj\" data-selectable-paragraph=\"\">DE FARIAS NETO, Austeclinio Lopes et al. <strong class=\"ka jc\">Podrid\u00e3o-vermelha-da-raiz e Mofo-branco na Cultura da Soja.<\/strong> Embrapa Soja-Documentos (INFOTECA-E), 2008.<\/p>\n<p id=\"6d2e\" class=\"pw-post-body-paragraph jy jz jb ka b kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq kr ks kt ku kv ij gj\" data-selectable-paragraph=\"\">AGOSTINHO, J.; MAR\u00c7AL, R. A condu\u00e7\u00e3o da Rega na Zona Vulner\u00e1vel n\u00ba 1. Relat. Final do Projecto AGRO n\u00ba 35. Lisboa: INIA, 2005.<\/p>\n<h2 id=\"c029\" class=\"lt lu jb bn lf lv lw lx ly lz ma mb mc kj md me mf kn mg mh mi kr mj mk ml mm gj\" data-selectable-paragraph=\"\"><strong class=\"ba\">Autor:<\/strong><\/h2>\n<p id=\"3e14\" class=\"pw-post-body-paragraph jy jz jb ka b kb mn kd ke kf mo kh ki kj mp kl km kn mq kp kq kr mr kt ku kv ij gj\" data-selectable-paragraph=\"\">Yuri Rafael Rissi, acad\u00eamico do 6\u00ba semestre de Agronomia e Bolsista PET Agronomia na Universidade Federal de Santa Maria \u2014 UFSM.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No atual cen\u00e1rio da cadeia produtiva da soja (Glycine max), diversos s\u00e3o os fatores limitantes na busca pela alta produtividade, tais como teor adequado de nutrientes no solo, fatores meteorol\u00f3gicos limitantes (excesso ou falta de chuva, ventos, granizo\u2026), fotoper\u00edodo, qualidade gen\u00e9tica, incid\u00eancia de plantas invasoras e de pragas. 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