{"id":603,"date":"2019-09-10T16:23:07","date_gmt":"2019-09-10T19:23:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/agronomia\/2019\/09\/10\/o-nitrogenio-na-cultura-do-milho\/"},"modified":"2019-09-10T16:23:07","modified_gmt":"2019-09-10T19:23:07","slug":"o-nitrogenio-na-cultura-do-milho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/agronomia\/2019\/09\/10\/o-nitrogenio-na-cultura-do-milho","title":{"rendered":"O nitrog\u00eanio na cultura do milho"},"content":{"rendered":"<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 18pt;\">O nitrog&ecirc;nio na cultura do milho<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Elevadas produtividades de gr&atilde;os de milho s&atilde;o poss&iacute;veis a partir do conhecimento da fisiologia, da fenologia e do manejo dessa cultura. Dentre os aspectos ligados a constru&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o da produtividade, destaca-se a aduba&ccedil;&atilde;o nitrogenada, onde o nitrog&ecirc;nio (N) &eacute; considerado o nutriente de maior limita&ccedil;&atilde;o na produtividade de gr&atilde;os na cultura do milho.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Atualmente, o Brasil &eacute; o terceiro maior produtor mundial de milho, com cerca de 35 milh&otilde;es de toneladas, estando atr&aacute;s da China e dos Estados Unidos. Apesar da grande produ&ccedil;&atilde;o, o rendimento brasileiro por hectare &eacute; baixo, sendo de 3.000 kg\/ha, quando comparado ao l&iacute;der do&nbsp;<em>ranking<\/em>, com rendimento m&eacute;dio de 8.670 kg\/ha. Vale citar que, dentre os fatores respons&aacute;veis pela alta produtividade norte americana do cereal, destaca-se o uso de adubos nitrogenados.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Rendimentos elevados de milho demandam a aplica&ccedil;&atilde;o de adubos nitrogenados. Os solos, de maneira geral, n&atilde;o suprem a exig&ecirc;ncia da cultura em termos de N nas diferentes fases de desenvolvimento da planta. Segundo Ubart &amp; Andrade (1995) e Ecosteguy et al. (1997), o N &eacute; fundamental ao desenvolvimento das plantas de milho, permitindo um significativo aumento na &aacute;rea foliar e na produ&ccedil;&atilde;o da massa de mat&eacute;ria seca, resultando em uma maior produtividade de gr&atilde;os.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Por ser um elemento essencial para as plantas, o N possui papel essencial na constitui&ccedil;&atilde;o de biomol&eacute;culas e in&uacute;meras enzimas. O N &eacute; constituinte importante de amidos, &aacute;cidos nucleicos, nucleot&iacute;deos, ATP, NADH, clorofila e prote&iacute;nas. A clorofila, por exemplo, exerce fun&ccedil;&otilde;es regulat&oacute;rias de s&iacute;nteses, as quais, se encontradas em escassez, afetar&atilde;o diretamente a capacidade fotossint&eacute;tica da planta.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">De acordo com as suas propriedades biol&oacute;gicas, qu&iacute;micas e f&iacute;sicas, o N pode ser perdido pela lixivia&ccedil;&atilde;o, ser absorvido pelas plantas ou fixado por microrganismos no solo. A disponibilidade de nitrog&ecirc;nio no solo depender&aacute; dos processos de mineraliza&ccedil;&atilde;o e imobiliza&ccedil;&atilde;o, cujo balan&ccedil;o pode variar com o tempo. A maior quantidade de nitrog&ecirc;nio absorvida pela cultura do milho &eacute; na forma de Nitrato (NO<span style=\"position: relative; line-height: 0; vertical-align: baseline; bottom: -0.25em;\">3<\/span>), e em menor quantidade na forma de Am&ocirc;nia (NH&shy;<span style=\"position: relative; line-height: 0; vertical-align: baseline; bottom: -0.25em;\">3<\/span>), estando dispon&iacute;vel apenas ap&oacute;s a libera&ccedil;&atilde;o na solu&ccedil;&atilde;o no solo.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Por&eacute;m, a quantidade de N absorvida pelo milho varia conforme o ciclo da planta. A quantidade depender&aacute; da taxa de absor&ccedil;&atilde;o pela unidade de massa, da quantidade de ra&iacute;zes, dos condicionadores do ambiente e do est&aacute;gio fenol&oacute;gico. A quantidade aumenta durante o estadio vegetativo, chega ao seu m&aacute;ximo no est&aacute;dio reprodutivo, ocorrendo decr&eacute;scimo durante o est&aacute;dio de enchimento de gr&atilde;os.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Podem ser obtidos melhores rendimentos da cultura do milho quando a aplica&ccedil;&atilde;o de adubo nitrogenado acontece de maneira parcelada. Entretanto, essa t&eacute;cnica exige conhecimento e bom planejamento, onde n&atilde;o se recomenda um manejo generalizado e &uacute;nico. Nesse caso, &eacute; necess&aacute;rio considerar a quantidade essencial a ser aplicada, atentando a aspectos como fertilidade do solo, &eacute;poca de semeadura, rota&ccedil;&atilde;o de culturas e o retorno econ&ocirc;mico.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Por conta desses fatores, n&atilde;o &eacute; recomendada a aplica&ccedil;&atilde;o completa do adubo na &eacute;poca de semeadura, em virtude dos problemas causados pelos excessos do nutriente. Independente da varia&ccedil;&atilde;o da quantidade de adubo para diferentes &aacute;reas de plantio, &eacute; permitido considerar doses de at&eacute; 30 kg\/ha em aduba&ccedil;&otilde;es de base. Aduba&ccedil;&otilde;es que excedam esses valores podem resultar na redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de plantas por &aacute;rea, tornando, assim, o N t&oacute;xico para a planta devido ao ac&uacute;mulo de nitrato no solo. Isto pode ocorrer pois nos est&aacute;dios iniciais de desenvolvimento da cultura, a planta exige pouca quantidade do nutriente.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Somado a isso, realizar aplica&ccedil;&otilde;es em grandes quantidades podem resultar em perdas econ&ocirc;micas, pois a planta tem uma capacidade limitada de assimilar o nutriente aplicado. Sendo assim, esta quantidade excedida poder&aacute; ser perdida por processos biol&oacute;gicos, f&iacute;sicos e qu&iacute;micos. Por conta disso, &eacute; necess&aacute;rio priorizar duas aplica&ccedil;&otilde;es por cobertura. A primeira dever&aacute;, preferencialmente, ser feita quando a planta dispor de tr&ecirc;s a quatro folhas verdadeiras. J&aacute; a segunda quando a planta apresentar cerca de oito folhas verdadeiras. Estas duas fases s&atilde;o recomendadas pois &eacute; justamente nelas que a absor&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio &eacute; mais intensa.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Al&eacute;m disso, a rotatividade de culturas tamb&eacute;m apresenta significativa influ&ecirc;ncia na produ&ccedil;&atilde;o de milho, tendo como exemplo a rota&ccedil;&atilde;o com a cultura da soja (Bundy et al., 1993). Ressalta-se que, neste modo de cultivo, a gram&iacute;nea j&aacute; tem a disposi&ccedil;&atilde;o certa por&ccedil;&atilde;o do nutriente, pois altas quantidades de N podem ser encontradas nos res&iacute;duos de soja, os quais formam uma camada superficial de palha, com alta rela&ccedil;&atilde;o C\/N. Sendo assim, recomenda-se o parcelamento das aplica&ccedil;&otilde;es do adubo nitrogenado de cobertura em menores quantidades, realizadas em tr&ecirc;s fases diferentes, que seguem as etapas de expans&atilde;o das folhas do milho.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Portanto, o manejo do N para a cultura do milho deve ser realizado considerando o sistema de cultivo, a fertilidade e o tipo do solo, a rotatividade cultural na &aacute;rea, o retorno econ&ocirc;mico e a operacionalidade. As aplica&ccedil;&otilde;es carecem de aten&ccedil;&atilde;o aos estados fenol&oacute;gicos, assim como na possibilidade de ac&uacute;mulo de N nas diferentes fases de desenvolvimento da planta. Ademais, por ser um elemento extremamente din&acirc;mico e facilmente influenciado por fatores clim&aacute;ticos, &eacute; necess&aacute;rio conciliar seu manejo com o potencial de produtividade e as condi&ccedil;&otilde;es locais onde ser&aacute; implementada a cultura do milho.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\"><strong>Refer&ecirc;ncias:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">ESCOSTEGUY, P.A.V; RIZZARDI, M.A.; ARGENTA, G. Doses e &eacute;pocas de aduba&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio em cobertura na cultura do milho.&nbsp;<strong>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo,&nbsp;<\/strong>v21, p.71-77, 1997.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">COELHO, A.M; FRAN&Ccedil;A, G.E.&nbsp;<strong>Nutri&ccedil;&atilde;o e aduba&ccedil;&atilde;o do milho.&nbsp;<\/strong>Dispon&iacute;vel em:&lt;https:www.embrapa.br\/milho\/defici&ecirc;ncia.htms&gt; Acesso em: 12 ago. 2019.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">MARTIN, THOMAS.N; CUNHA, VIN&Iacute;CIUS.S; BULC&Atilde;O, FABR&Iacute;CIO.P.&nbsp;<strong>Oferta adequada.&nbsp;<\/strong>Dispon&iacute;vel em:&lt;<a href=\"https:\/\/www.grupocultivar.com.br\/acervo110&gt;\">https:\/\/www.grupocultivar.com.br\/acervo110&gt;<\/a> Acesso em: 12 ago. 2019.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">ARA&Uacute;JO, LUIZ. A.N; FERREIRA, MANOEL.E; CRUZ, MARA.P.C.&nbsp;<strong>Aduba&ccedil;&atilde;o nitrogenada.&nbsp;<\/strong>Dispon&iacute;vel em:&lt;<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/pab\/v39n8\/21738.pdf&gt;\">http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/pab\/v39n8\/21738.pdf&gt;<\/a> Acesso em: 14 ago. 2019.<\/span><\/p>\n<hr style=\"height: 0px; margin-top: 20px; margin-bottom: 20px; border-right: 0px; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-top-style: solid; border-top-color: #eeeeee; color: #222222; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px;\" \/>\n<hr style=\"height: 0px; margin-top: 20px; margin-bottom: 20px; border-right: 0px; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-top-style: solid; border-top-color: #eeeeee; color: #222222; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px;\" \/>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: right;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\"><strong>Texto:&nbsp;<\/strong><span style=\"text-align: justify;\">Ot&aacute;vio Eckhardt<\/span>&nbsp;&ndash; Bolsista do grupo&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/petagronomiaufsm.page\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" style=\"background-color: transparent; color: #0a4300;\">PET Agronomia\/UFSM<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 26px; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 26px; color: #222222; text-align: right;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Publicado por Mais soja em 04\/09\/2019<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/petagronomiaufsm.page\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" style=\"background-color: transparent; color: #0a4300;\"><br \/><\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O nitrog&ecirc;nio na cultura do milho &nbsp; Elevadas produtividades de gr&atilde;os de milho s&atilde;o poss&iacute;veis a partir do conhecimento da fisiologia, da fenologia e do manejo dessa cultura. 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