{"id":834,"date":"2021-08-12T18:08:44","date_gmt":"2021-08-12T21:08:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/agronomia\/?p=834"},"modified":"2021-08-12T18:10:14","modified_gmt":"2021-08-12T21:10:14","slug":"doencas-de-final-de-ciclo-na-soja-quais-sao-e-como-evitar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/agronomia\/2021\/08\/12\/doencas-de-final-de-ciclo-na-soja-quais-sao-e-como-evitar","title":{"rendered":"Doen\u00e7as de final de ciclo na soja: Quais s\u00e3o e como evitar"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/1_zI85bbUE4vS69W1ZUPRb-w-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-835\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/1_zI85bbUE4vS69W1ZUPRb-w-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/1_zI85bbUE4vS69W1ZUPRb-w-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/1_zI85bbUE4vS69W1ZUPRb-w-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/1_zI85bbUE4vS69W1ZUPRb-w-768x768.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/1_zI85bbUE4vS69W1ZUPRb-w.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"4105\" class=\"hp hq fz hr b hs ht hu hv hw hx hy hz ia ib ic id ie if ig ih ii dn gv\" data-selectable-paragraph=\"\">As doen\u00e7as da cultura da soja (<em class=\"ij\">Glycine max<\/em>) s\u00e3o um dos fatores bi\u00f3ticos que limitam a obten\u00e7\u00e3o de al<span id=\"rmm\">t<\/span>os rendimentos da cultura. Os danos ocasionados por essas doen\u00e7as podem variar de ano para ano e de regi\u00e3o para regi\u00e3o, dependendo de cada safra, sendo que algumas delas podem ocasionar perdas de at\u00e9 100% (EMBRAPA, 2010). Al\u00e9m disso, elas podem estar presentes desde o momento da semeadura at\u00e9 o final do ciclo da cultura, sendo estas \u00faltimas, comumente denominadas Doen\u00e7as de Final de Ciclo (DFC). O final do ciclo \u00e9 vari\u00e1vel e depende da regi\u00e3o, no entanto na regi\u00e3o Sul esse per\u00edodo \u00e9 mais longo, podendo perdurar at\u00e9 o m\u00eas de abril (FINOTO et al, 2011). Neste texto o objetivo \u00e9 destacar as principais doen\u00e7as e informar as maneiras de evit\u00e1-las na lavoura.<\/p>\n<p id=\"56d5\" class=\"hp hq fz hr b hs ik ht hu hv il hw hx hy im hz ia ib in ic id ie io if ig ii dn gv\" data-selectable-paragraph=\"\">Dentre as DFC pode-se citar o crestamento foliar de cercospora (<em class=\"ij\">Cercospora kikuchii<\/em>). Essa doen\u00e7a \u00e9 favorecida em condi\u00e7\u00f5es de clima quente e chuvoso. O fungo pode atacar todas as partes da planta, sendo que os sintomas nas folhas s\u00e3o pontua\u00e7\u00f5es escuras, com colora\u00e7\u00e3o castanho-avermelhado, que se desenvolvem e formam manchas grandes, esse sintoma tamb\u00e9m \u00e9 observado nas vagens. Nesse caso, pode ocorrer tamb\u00e9m a desfolha da soja, que em fun\u00e7\u00e3o da menor \u00e1rea foliar e redu\u00e7\u00e3o da fotoss\u00edntese, acaba diminuindo tamb\u00e9m a produtividade. Outra consequ\u00eancia dessa doen\u00e7a \u00e9 a \u201cmancha-p\u00fapura\u201d nos gr\u00e3os de soja (Figura 1). Essa mancha \u00e9 prejudicial, especialmente para as empresas produtoras de sementes, que t\u00eam o seu produto desvalorizado.<\/p>\n<p data-selectable-paragraph=\"\">&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"379\" height=\"259\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_GiBMX-8l28M4t-Wi-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-837\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_GiBMX-8l28M4t-Wi-1.jpg 379w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_GiBMX-8l28M4t-Wi-1-300x205.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 379px) 100vw, 379px\" \/><figcaption><strong><em>Figura 1:<\/em><\/strong><em>&nbsp;Sintoma de pontua\u00e7\u00f5es escuras, com colora\u00e7\u00e3o castanho-avermelhado nas vagens e Mancha p\u00farpura no gr\u00e3o. Fonte: SARAN, A.P., 2011<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A mancha-parda (<em>Septoria glycines<\/em>) tamb\u00e9m \u00e9 uma doen\u00e7a recorrente no final do ciclo da cultura que causa a desfolha. Este pat\u00f3geno necessita de um per\u00edodo m\u00ednimo de molhamento foliar de 6 horas e temperatura entre 15\u2103 a 30\u2103 para o desenvolvimento dos sintomas. Essa doen\u00e7a causa pontua\u00e7\u00f5es pardas nas folhas que evoluem para manchas castanhas com centro angular com halo amarelo (Figura 2). Especialmente nesse caso, cabe destacar que o fungo sobrevive ap\u00f3s a colheita da cultura. Caracter\u00edstica de importante compreens\u00e3o para ado\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias eficientes de controle da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"379\" height=\"256\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_xxCQgLjp9OYQpxs-1-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-839\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_xxCQgLjp9OYQpxs-1-1.jpg 379w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_xxCQgLjp9OYQpxs-1-1-300x203.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 379px) 100vw, 379px\" \/><figcaption><strong><em>Figura 2:<\/em><\/strong><em>&nbsp;Sintoma de Mancha parda na folha com manchas castanhas com centro angular com halo amarelo. Fonte: SARAN, A.P., 2011.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m das doen\u00e7as exclusivas de final de ciclo, h\u00e1 aquelas que acometem o final do ciclo da cultura, mas tamb\u00e9m, outros momentos do ciclo (Figura 3). Como primeiro exemplo, pode ser citada a ferrugem asi\u00e1tica (<em>Phakopsora pachyrhizi<\/em>). Essa doen\u00e7a \u00e9 um dos grandes temores atualmente, devido \u00e0s perdas que essas doen\u00e7as podem causar, variando de 10% a 90%. Apesar de poder ser diagnosticada em qualquer est\u00e1dio de desenvolvimento da planta, a sua ocorr\u00eancia \u00e9 preferencialmente a partir do fechamento do dossel.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"590\" height=\"401\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_RjWDDm699xJmytHj-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-841\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_RjWDDm699xJmytHj-1.jpg 590w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_RjWDDm699xJmytHj-1-300x204.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 590px) 100vw, 590px\" \/><figcaption><strong><em>Figura 3:<\/em><\/strong><em>\u00a0Per\u00edodos de ocorr\u00eancia das doen\u00e7as da soja. Fonte: SARAN, A.P., 2011.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Ademais, ela \u00e9 de dif\u00edcil identifica\u00e7\u00e3o nos est\u00e1dios iniciais, pois a sua caracter\u00edstica principal \u00e9 a presen\u00e7a de esporos alaranjados e a aus\u00eancia desses dificulta o controle antecipado. Os esporos incidem na face inferior da folha, sendo que para a observa\u00e7\u00e3o das p\u00fastulas \u00e9 necess\u00e1rio o aux\u00edlio de uma lupa. Em est\u00e1gios mais avan\u00e7ados de desenvolvimento da doen\u00e7a, essas estruturas ficam com colora\u00e7\u00e3o castanha, se abrem e liberam esporos. Quando h\u00e1 presen\u00e7a de folhas amarelas na lavoura, possivelmente, a ferrugem j\u00e1 est\u00e1 presente h\u00e1 mais de 30 dias na lavoura, dificultando o seu controle.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"411\" height=\"271\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_DbmZwxU8Ebe9p8Q_-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-843\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_DbmZwxU8Ebe9p8Q_-1.jpg 411w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_DbmZwxU8Ebe9p8Q_-1-300x198.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 411px) 100vw, 411px\" \/><figcaption><strong><em>Figura 4:<\/em><\/strong><em>\u00a0Sintoma de ferrugem asi\u00e1tica na folha com manchas de colora\u00e7\u00e3o castanha. Fonte: SARAN, A.P., 2011.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A Antracnose (<em>Colletotrichum truncatum<\/em>) \u00e9 favorecida em regi\u00f5es de clima quente e \u00famido. Em outras safras essa doen\u00e7a foi considerada como a segunda mais importante. Ela pode incidir no in\u00edcio da cultura ocasionando a morte das pl\u00e2ntulas. Durante o crescimento da cultura, o fungo tende a causar manchas na haste e folhas. Na flora\u00e7\u00e3o os sintomas podem ser observados nas vagens, que ficam com colora\u00e7\u00e3o castanha-escura. As sementes ou gr\u00e3os, se atacadas pelo fungo, apresentam manchas deprimidas de colora\u00e7\u00e3o castanha. O fungo pode sobreviver em restos culturais e sementes.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"393\" height=\"272\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_dllE34h-DwBSCw8y.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-844\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_dllE34h-DwBSCw8y.jpg 393w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_dllE34h-DwBSCw8y-300x208.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 393px) 100vw, 393px\" \/><figcaption><strong><em>Figura 5:<\/em><\/strong><em>&nbsp;Sintoma de antracnose em vagens. Fonte: SARAN, A.P., 2011.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O o\u00eddio (<em>Microsphaera diffusa<\/em>) que tamb\u00e9m ocorre em mais de um momento do ciclo, \u00e9 favorecido por temperaturas amenas e baixa umidade. Ele pode ocorrer em folhas, vagens e hastes, apresentando inicialmente colora\u00e7\u00e3o branca e, com o passar do tempo, colora\u00e7\u00e3o castanha-acinzentada. Esta doen\u00e7a, assim como as demais, pode ocasionar a desfolha.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"339\" height=\"234\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_FVfkDEa0lz_7vkLV-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-846\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_FVfkDEa0lz_7vkLV-1.jpg 339w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_FVfkDEa0lz_7vkLV-1-300x207.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 339px) 100vw, 339px\" \/><figcaption><strong><em>Figura 6:<\/em><\/strong><em>&nbsp;Sintoma de o\u00eddio, com colora\u00e7\u00e3o branca. Fonte: SARAN, A.P., 2011.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Por fim, entre as principais DFC\u2019s destaca-se tamb\u00e9m a mancha olho de r\u00e3 (<em>Cercospora sojina<\/em>), sendo que as perdas decorrentes dela podem chegar a 60%. Ela \u00e9 favorecida pela presen\u00e7a de \u00e1gua nas folhas e temperaturas altas, sendo mais comum na fase de flora\u00e7\u00e3o da planta. Os sintomas consistem em pequenos pontos escuros que evoluem para les\u00f5es marrons, com margem mais escura. Em est\u00e1gios mais avan\u00e7ados da doen\u00e7a, a face superior das folhas ficam com manchas castanho-claras no centro, com bordos castanho-avermelhados. Na face inferior, a regi\u00e3o central apresenta colora\u00e7\u00e3o cinza. Esse fungo tamb\u00e9m ataca as sementes, que ficam com colora\u00e7\u00e3o acinzentada a marrom. O pat\u00f3geno sobrevive em restos culturais, podendo ser disseminado por semente.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"357\" height=\"233\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_d1rUbbzIV2pn_GFP-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-848\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_d1rUbbzIV2pn_GFP-1.jpg 357w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/779\/2021\/08\/0_d1rUbbzIV2pn_GFP-1-300x196.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 357px) 100vw, 357px\" \/><figcaption><strong><em>Figura 7:<\/em><\/strong><em>&nbsp;Sintoma de mancha olho de r\u00e3.. Fonte: SARAN, A.P., 2011.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p id=\"64a2\">Cabe destacar que as DFC s\u00e3o na verdade um complexo de doen\u00e7as, por isso a sua identifica\u00e7\u00e3o e controle \u00e9 dificultado. Portanto, o mais indicado \u00e9 realizar o controle preventivo, a fim de retardar ou evitar ao m\u00e1ximo a sua incid\u00eancia na cultura da soja.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"19f9\">Nesse contexto, apesar de ainda n\u00e3o existirem cultivares resistentes a todos os pat\u00f3genos recorrentes no final do ciclo (SEDIYAMA et al, 2011), caso a regi\u00e3o possua alguma doen\u00e7a recorrente e cultivares resistentes estiverem dispon\u00edveis a sua utiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 recomendada. Al\u00e9m disso, a utiliza\u00e7\u00e3o de sementes certificadas e o seu tratamento auxiliam no controle destes pat\u00f3genos, tendo em vista que muitos s\u00e3o transmitidos por meio de sementes contaminadas. Outra estrat\u00e9gia de manejo \u00e9 a rota\u00e7\u00e3o de culturas, buscando introduzir no sistema esp\u00e9cies que n\u00e3o sejam hospedeiras. Aliado a todas as pr\u00e1ticas de manejo, e mais comumente buscado h\u00e1 o controle qu\u00edmico, com a utiliza\u00e7\u00e3o de fungicidas. O objetivo dele \u00e9 agir de modo protetivo e, al\u00e9m disso, para cada doen\u00e7a os procedimentos adotados ser\u00e3o diferentes. Para que todas essas pr\u00e1ticas de manejo sejam realmente efetivas, o planejamento das atividades \u00e9 essencial. Como, por exemplo, organizar as aplica\u00e7\u00f5es de fungicida, al\u00e9m de realizar o monitoramento desses pat\u00f3genos e adotar as pr\u00e1ticas de manejo mais adequadas \u00e0 situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"59af\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p id=\"2c26\">EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Soja. Tecnologias de produ\u00e7\u00e3o de soja \u2014 regi\u00e3o central do Brasil, 2011. Londrina: Embrapa Soja: Embrapa Cerrados: Embrapa Agropecu\u00e1ria Oeste, 2010, 255p.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"81a8\">SARAN, P. E. MANUAL DE IDENTIFICA\u00c7\u00c3O DAS DOEN\u00c7AS DA SOJA. Colet\u00e2nea FMC: cada dia mais completa. Dispon\u00edvel em: &lt; http:\/\/www.faesb.edu.br\/biblioteca\/wpcontent\/uploads\/2017\/09\/publication1.pdf&gt;, acesso em: 19\/02\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"25b1\">SEDIYAMA, Tuneo et al. Efeito da aplica\u00e7\u00e3o de fungicida sobre caracteres agron\u00f4micos e severidade das doen\u00e7as de final de ciclo na cultura da soja. 2011.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"5af1\"><strong>Autora:<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p id=\"f83c\">Mariana Miranda Wruck, acad\u00eamica do 8\u00ba semestre de Agronomia e bolsista do grupo PET Agronomia \u2014 Universidade Federal de Santa Maria.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"90d2\">#agronomia #ufsm #petagronomia #valorizapet #opetnaopara #agricultura #souUFSM<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As doen\u00e7as da cultura da soja (Glycine max) s\u00e3o um dos fatores bi\u00f3ticos que limitam a obten\u00e7\u00e3o de altos rendimentos da cultura. 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