{"id":248,"date":"2012-09-04T16:56:13","date_gmt":"2012-09-04T19:56:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufsm.br\/petagrofw\/?p=248"},"modified":"2020-10-07T15:10:27","modified_gmt":"2020-10-07T18:10:27","slug":"248","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/ciencias-agrarias\/2012\/09\/04\/248","title":{"rendered":"ENERGIA E\u00d3LICA-FONTE ALTERNATIVA DE GRANDE IMPORT\u00c2NCIA"},"content":{"rendered":"<div class=\"MsoNormal\"><strong style=\"font-size: 19px; line-height: 28px;\">INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\"><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Energia e\u00f3lica (EE) \u00e9 a energia cin\u00e9tica contida nas massas de ar em movimento, ou seja, no vento. \u00c9 poss\u00edvel se aproveitar esta energia de forma que haja uma convers\u00e3o da energia cin\u00e9tica de transla\u00e7\u00e3o em energia cin\u00e9tica de rota\u00e7\u00e3o, com o aux\u00edlio de turbinas e\u00f3licas (aerogeradores) para a gera\u00e7\u00e3o de eletricidade (ANEEL, 2008).<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>1 Hist\u00f3ria<\/strong><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">A EE \u00e9 utilizada a mais de 3000 anos pela humanidade (MARTINS et al., 2008) para auxiliar no di-a-dia da sociedade, como por exemplo no bombeamento de \u00e1gua, moagem de gr\u00e3os al\u00e9m de outras aplica\u00e7\u00f5es que envolvem energia mec\u00e2nica. No final do s\u00e9culo XIX \u00e9 que surgiram as primeiras tentativas de gera\u00e7\u00e3o de eletricidade atrav\u00e9s do \u201cvento\u201d, por\u00e9m apenas na d\u00e9cada de 1970 \u00e9 que houve um maior interesse nesta forma de energia, devido a crise internacional do petr\u00f3leo. A primeira turbina e\u00f3lica comercial ligada \u00e0 rede el\u00e9trica p\u00fablica foi instalada em 1976, na Dinamarca, e atualmente existem mais de 30 mil turbinas e\u00f3licas em opera\u00e7\u00e3o no mundo. Segundo Martins et al. (2008), a evolu\u00e7\u00e3o da capacidade instalada de gera\u00e7\u00e3o de eletricidade de forma e\u00f3lica, vem apresentando, desde a d\u00e9cada de 1990, um crescimento acelerado em todo o mundo (Figura 1 a), assim como a evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica dos aerogeradores (Figura 1 b).<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Um dos principais gargalos da EE sempre foi o alto custo do material. No entanto, recentemente, vem se produzindo sistemas avan\u00e7ados em quest\u00e3o de equipamentos, reduzindo custos e melhorado o desempenho e a confiabilidade dos equipamentos.<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-indent: 35.4pt;\"><\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1152 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/1-2.jpg\" alt=\"\" width=\"634\" height=\"280\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/1-2.jpg 634w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/1-2-300x132.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 634px) 100vw, 634px\" \/><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Figura 1 &#8211; (a) Evolu\u00e7\u00e3o da capacidade instalada de gera\u00e7\u00e3o de eletricidade e\u00f3lica no mundo e (b) Evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica das turbinas e\u00f3licas comerciais, onde: D = di\u00e2metro; P = pot\u00eancia e H = altura, entre 1980 e 2002. Fonte: Adaptado de Martins et al., (2008).<\/strong><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\"><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\"><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>2 Energia e\u00f3lica no Brasil<\/strong><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 No Brasil, \u00e9 poss\u00edvel produzir energia a custos competitivos em rela\u00e7\u00e3o a outras fontes de energia el\u00e9trica, como termoel\u00e9tricas, nucleares e hidr\u00e1ulicas, desde que com regras e incentivos adequados. A gera\u00e7\u00e3o de energia a partir de turbinas e\u00f3licas teve in\u00edcio em julho de 1992, com a instala\u00e7\u00e3o de uma turbina de 75 KW na ilha de Fernando de Noronha. frisa que a EE, em regi\u00f5es com potencial de ventos (Figura 2), \u00e9 uma grande alternativa energ\u00e9tica, pois \u00e9 uma energia limpa, adequando-se ao um \u201cDesenvolvimento Sustent\u00e1vel\u201d (ANEEL, 2008). O Brasil totalizou a inser\u00e7\u00e3o de 208 MW ao longo de 2006, fechando o ano com 237 MW de capacidade instalada. Esse acr\u00e9scimo se deve principalmente \u00e0 instala\u00e7\u00e3o dos parques e\u00f3licos de Os\u00f3rio no Rio Grande do Sul,\u00a0 que totalizam 150 MW (GWEC, 2006). De forma a complementar, pode-se destacar que, segundo ANEEL (2008), ao longo dos 630 km de extens\u00e3o do litoral do Rio Grande do Sul existem 986 km\u00b2 de areia e dunas, com ventos constantes e intensos. Al\u00e9m disso, tem-se no interior do estado (coxilhas da campanha), muitos ventos que se unem ao minuano e comp\u00f5e um dos potenciais e\u00f3licos mais promissores e importantes do pa\u00eds. Por\u00e9m a realidade brasileira se apresenta muito longe do ideal, pois a participa\u00e7\u00e3o da energia e\u00f3lica na gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica ainda \u00e9 pequena. Em setembro de 2003 havia apenas 6 centrais e\u00f3licas em opera\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. Entre estas, destacam-se Ta\u00edba e Prainha, no estado do Cear\u00e1, as quais\u00a0 representam 68% do parque e\u00f3lico nacional. (ANEEL, 2008).<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1148 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/2-2.jpg\" alt=\"\" width=\"634\" height=\"651\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/2-2.jpg 634w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/2-2-292x300.jpg 292w\" sizes=\"(max-width: 634px) 100vw, 634px\" \/><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Figura 2 \u2013 Regi\u00f5es com potenciais de ventos para gera\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica. Fonte: Adaptado de Feitosa, E. A. N. et al. (2003) apud ANEEL (2008).<\/strong><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>3 Tecnologias para energia e\u00f3lica<\/strong><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Consiste basicamente no emprego turbinas e\u00f3licas para que se possa aproveitar a energia limpa e renov\u00e1vel que o vento nos oferece.<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 No in\u00edcio da utiliza\u00e7\u00e3o da energia e\u00f3lica, surgiram turbinas de v\u00e1rios tipos, por\u00e9m com o passar dos anos consolidou-se o projeto de turbinas e\u00f3licas com as seguintes caracter\u00edsticas: eixo de rota\u00e7\u00e3o horizontal, tr\u00eas p\u00e1s, alinhamento ativo, gerador de indu\u00e7\u00e3o e estrutura n\u00e3o-flex\u00edvel conforme a Figura 3 (CBEE, 2000 apud ANEEL, 2008).<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1150 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/4.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"262\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/4.jpg 400w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/4-300x197.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><strong>Figura 3 \u2013 Turbina e\u00f3lica. Fonte: CBEE\/UFPE (2000) apud ANEEL (2008).<\/strong><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\"><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Conforme ANEEL (2008), a capacidade de gera\u00e7\u00e3o el\u00e9trica das primeiras turbinas e\u00f3licas<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">desenvolvidas em escala comercial era entre 10 kW e 50 kW e nos dias atuais tem-se prot\u00f3tipos de 3,6MW e 4,5MW sendo testados na Espanha e Alemanha. Nos \u00faltimos anos, as inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas aplicadas foram, a utiliza\u00e7\u00e3o de acionamento direto com geradores s\u00edncronos e novos sistemas de controle que permitem o funcionamento das turbinas em velocidades vari\u00e1veis.<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 As turbinas podem ser aplicadas de duas formas: ligadas a redes el\u00e9tricas, adicionando a sua energia a redes normais de distribui\u00e7\u00e3o de energia hidroel\u00e9trica; ou, destinadas ao suprimento da demanda de energia el\u00e9trica de pequenas comunidades de forma isolada. Podem ser instaladas em terra firme (Figura 4) ou mesmo em mar aberto (Figura 5) (neste caso, tem-se turbinas de grande porte).<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1150 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/4.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"262\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/4.jpg 400w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/4-300x197.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><strong>Figura 4 \u2013 Turbinas e\u00f3licas em terra firme. Fonte: http:\/\/www.globalgeo.com.br<\/strong><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1151 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/5.jpg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"201\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/5.jpg 320w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/788\/2012\/09\/5-300x188.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><strong>Figura 5 \u2013 Turbinas e\u00f3licas em mar aberto. Fonte: http:\/\/www.grupoenerbio.com.br<\/strong><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\"><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>4 Impactos socioambientais<\/strong><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Segundo ANEEL (2008), a gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica por meio de turbinas e\u00f3licas constitui uma alternativa para diversos n\u00edveis de demanda. Com tamanha aplica\u00e7\u00e3o, esta forma de produzir energia el\u00e9trica, contribui para: a) redu\u00e7\u00e3o da emiss\u00e3o de poluentes atmosf\u00e9ricos pelas usinas t\u00e9rmicas; b) diminui\u00e7\u00e3o da necessidade da constru\u00e7\u00e3o de grandes reservat\u00f3rios e; c)\u00a0 redu\u00e7\u00e3o do risco gerado pela sazonalidade hidrol\u00f3gica, ou seja, da altern\u00e2ncia de per\u00edodos chuvosos e secos. Por\u00e9m tamb\u00e9m existem impactos negativos desta pr\u00e1tica, os quais s\u00e3o: a) visuais, causados pelo excesso de equipamentos, os quais modificam a paisagem, embora \u00e0s vezes embeleze o local; b) sonoros, causados pelo ru\u00eddo das turbinas e; c) perturba\u00e7\u00f5es eletromagn\u00e9ticas, as quais podem atrapalhar os sistemas de comunica\u00e7\u00e3o e etc.<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\"><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\"><strong>REFER\u00caNCIAS:<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong>Aneel: &lt;<a style=\"text-indent: 35.4pt;\" href=\"http:\/\/www.aneel.gov.br\/\">http:\/\/www.aneel.gov.br\/<\/a>&gt;<\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong>Enerbio: &lt;http:\/\/www.grupoenerbio.com.br\/blog\/tag\/energias-renovaveis-2\/page\/4\/&gt;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">\n<p>Global Geo: &lt;<a style=\"text-indent: 35.4pt;\" href=\"http:\/\/www.globalgeo.com.br\/globalgeo-news\/energia-eolica-no-brasil-cresce-62-em-2011-com-acrescimo-de-cerca-de-600-mw\/attachment\/imagem-energia-eolica\/\">http:\/\/www.globalgeo.com.br\/globalgeo-news\/energia-eolica-no-brasil-cresce-62-em-2011-com-acrescimo-de-cerca-de-600-mw\/attachment\/imagem-energia-eolica\/<\/a>&gt;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Global Wind Energy Council, Global Wind 2006\u00a0<span style=\"text-indent: 35.4pt;\">Report. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/www.gwec.net\/index.<\/span><span style=\"text-indent: 35.4pt;\">php?id=8.&gt;<\/span><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\"><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\"><\/div>\n<p>Autor:\u00a0<span style=\"line-height: 28px; font-size: 19px; text-decoration: underline;\">Diego Henrique Simon<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>INTRODU\u00c7\u00c3O \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Energia e\u00f3lica (EE) \u00e9 a energia cin\u00e9tica contida nas massas de ar em movimento, ou seja, no vento. \u00c9 poss\u00edvel se aproveitar esta energia de forma que haja uma convers\u00e3o da energia cin\u00e9tica de transla\u00e7\u00e3o em energia cin\u00e9tica de rota\u00e7\u00e3o, com o aux\u00edlio de turbinas e\u00f3licas (aerogeradores) para a gera\u00e7\u00e3o de eletricidade (ANEEL, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3322,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[],"class_list":["post-248","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/ciencias-agrarias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/248","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/ciencias-agrarias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/ciencias-agrarias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/ciencias-agrarias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3322"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/ciencias-agrarias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=248"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/ciencias-agrarias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/248\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/ciencias-agrarias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=248"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/ciencias-agrarias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=248"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/ciencias-agrarias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=248"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}