{"id":384,"date":"2026-05-20T17:52:55","date_gmt":"2026-05-20T20:52:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/educom-clima\/?p=384"},"modified":"2026-05-20T18:10:16","modified_gmt":"2026-05-20T21:10:16","slug":"pisar-mais-leve-sobre-a-terra-os-jovens-que-estao-tirando-a-carne-dos-pratos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/educom-clima\/2026\/05\/20\/pisar-mais-leve-sobre-a-terra-os-jovens-que-estao-tirando-a-carne-dos-pratos","title":{"rendered":"Pisar mais leve sobre a Terra: os jovens que est\u00e3o tirando a carne dos pratos"},"content":{"rendered":"\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Atualmente, com o agravamento das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e a degrada\u00e7\u00e3o da natureza, a ado\u00e7\u00e3o de dietas vegetarianas, principalmente entre os jovens, tem sido uma escolha significativa para a sustentabilidade ambiental, sendo uma alternativa frequentemente incentivada que pode ajudar a reduzir os danos ambientais. Mas o que envolve essa escolha?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O vegetarianismo \u00e9 caracterizado pela exclus\u00e3o da carne da alimenta\u00e7\u00e3o, mas possui diferentes vertentes. Veja as caracter\u00edsticas de cada uma:<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0Ovolactovegetarianismo permite o consumo de ovos, leite e derivados;\u00a0<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0Ovovegetarianismo exclui o leite, mas mant\u00e9m os ovos;\u00a0<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400\"><span style=\"font-weight: 400\">Vegetarianismo estrito exclui todos os produtos de origem animal da alimenta\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400\"><span style=\"font-weight: 400\">Veganismo vai al\u00e9m da alimenta\u00e7\u00e3o e prop\u00f5e a exclus\u00e3o de produtos de origem animal tamb\u00e9m em outros aspectos do consumo, como roupas e cosm\u00e9ticos.\u00a0<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Apesar das diferen\u00e7as entre essas pr\u00e1ticas, todas t\u00eam em comum a elimina\u00e7\u00e3o do consumo de carne, que \u00e9 um dos pontos centrais nos debates ambientais atuais e que envolve diferentes dimens\u00f5es. Al\u00e9m dos impactos ambientais da pecu\u00e1ria, o setor possui forte relev\u00e2ncia econ\u00f4mica e cultural no pa\u00eds,\u00a0 especialmente aqui na regi\u00e3o Sul, onde o churrasco ga\u00facho ocupa um lugar simb\u00f3lico na identidade regional. Portanto, \u00e9 preciso entender esse contexto e pensar de que forma \u00e9 poss\u00edvel habitar o planeta pisando de forma mais leve sobre a terra, como diz o fil\u00f3sofo Ailton Krenak.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h2><strong>Pecu\u00e1ria e impactos ambientais<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A pecu\u00e1ria est\u00e1 entre as atividades que mais contribuem para a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa, principalmente o metano produzido durante o processo digestivo dos bovinos. De acordo com o estudo \u201cJovens &amp; Mudan\u00e7a: guia sobre mudan\u00e7a clim\u00e1tica e estilos de vida\u201d, publicado em 2018 pela UNESCO e ONU Meio Ambiente, a agricultura representa cerca de 12% das emiss\u00f5es globais de gases de efeito estufa, isso porque o metano emitido pelos animais ruminantes possui elevado potencial de reten\u00e7\u00e3o de calor na atmosfera, contribuindo para o agravamento do aquecimento global. O documento tamb\u00e9m destaca que h\u00e1bitos de consumo e alimenta\u00e7\u00e3o possuem rela\u00e7\u00e3o direta com os impactos ambientais e com o agravamento das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Somado a isso,\u00a0 a atividade tamb\u00e9m est\u00e1 relacionada ao uso intensivo de recursos naturais.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A expans\u00e3o da pecu\u00e1ria tamb\u00e9m aparece entre as principais causas do desmatamento na Amaz\u00f4nia. Dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amaz\u00f4nia Legal por Sat\u00e9lite (PRODES) mostram que milhares de quil\u00f4metros quadrados da floresta j\u00e1 foram convertidos em \u00e1reas de pastagem, o que reduz a capacidade da\u00a0 natureza de absorver\u00a0 carbono e liberando ainda mais poluentes na atmosfera.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Outro fator frequentemente apontado por especialistas \u00e9 o alto consumo de \u00e1gua relacionado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de carne. Enquanto a produ\u00e7\u00e3o de 1 kg de carne bovina pode consumir cerca de 15 mil litros de \u00e1gua, alimentos vegetais como cenoura e batata exigem volumes significativamente menores, cerca de 322 litros por quilo produzido.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A discuss\u00e3o sobre redu\u00e7\u00e3o do consumo de carne tamb\u00e9m aparece em estudos sobre h\u00e1bitos individuais. Dados da Sociedade Vegetariana Brasileira indicam que apenas um dia sem carne pode conservar 24 metros quadrados de terra, poupar oito quilos de gr\u00e3os, economizar 60 litros de \u00e1gua doce e evitar a emiss\u00e3o de 11 quilos de g\u00e1s carb\u00f4nico.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h2><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><b>Impactos sociais e econ\u00f4micos da produ\u00e7\u00e3o de carne no Brasil<\/b><b><br \/><br \/><\/b><\/h2>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ao mesmo tempo em que enfrenta cr\u00edticas pelos impactos ambientais, a pecu\u00e1ria possui forte peso econ\u00f4mico no Brasil. O pa\u00eds est\u00e1 entre os maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo, movimentando bilh\u00f5es de reais e gerando empregos em diferentes setores da cadeia produtiva, como frigor\u00edficos, transporte, agricultura e com\u00e9rcio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No Rio Grande do Sul, a atividade tamb\u00e9m possui relev\u00e2ncia hist\u00f3rica e econ\u00f4mica. Em diversas cidades, a pecu\u00e1ria faz parte da forma\u00e7\u00e3o social da regi\u00e3o e est\u00e1 diretamente ligada ao desenvolvimento rural.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Por isso, o crescimento do vegetarianismo levanta debates que v\u00e3o al\u00e9m da alimenta\u00e7\u00e3o. Mudan\u00e7as nos h\u00e1bitos de consumo tamb\u00e9m podem impactar setores econ\u00f4micos importantes, principalmente em regi\u00f5es onde a produ\u00e7\u00e3o de carne possui forte presen\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Por outro lado, especialistas apontam que o crescimento do mercado de produtos vegetais pode abrir novas oportunidades econ\u00f4micas. O aumento da demanda mundial por produtos considerados sustent\u00e1veis tem incentivado empresas e produtores a investirem em alternativas vegetais e na diversifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o aliment\u00edcia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Al\u00e9m das quest\u00f5es ambientais e econ\u00f4micas, a quest\u00e3o social envolvida na produ\u00e7\u00e3o de carne est\u00e1 altamente ligada a pr\u00e1ticas desumanas, como o trabalho escravo. Apesar da JBS empregar muitas pessoas e ser uma das maiores empresas do setor, o trabalho escravo continua sendo um problema grave dentro da cadeia produtiva de carne.\u00a0 De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil \u00e9 um dos pa\u00edses com maiores \u00edndices de trabalho escravo nas fazendas de produ\u00e7\u00e3o de carne, como exemplificado pelo caso da fazenda Curu\u00e1, em Altamira, propriedade de Ant\u00f4nio Jos\u00e9 Junqueira Vilela Filho e sua fam\u00edlia, onde foram reveladas pr\u00e1ticas de explora\u00e7\u00e3o de trabalhadores,\u00a0 a revela\u00e7\u00e3o foi feita por investiga\u00e7\u00e3o da Rep\u00f3rter Brasil em parceria com o jornal brit\u00e2nico The Guardian. Documentos do inqu\u00e9rito indicam que a JBS, uma das maiores empresas do setor, comprou gado da fazenda, evidenciando como grandes corpora\u00e7\u00f5es podem estar conectadas a viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Al\u00e9m disso, de acordo com os dados obtidos de um relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO), a produ\u00e7\u00e3o de carne paradoxalmente contribui para a inseguran\u00e7a alimentar de muitas pessoas, j\u00e1 que metade de toda a prote\u00edna vegetal gerada globalmente \u00e9 utilizada como ra\u00e7\u00e3o animal. No Brasil, essa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais cr\u00edtica, com 79% da prote\u00edna sendo convertida em ra\u00e7\u00e3o e apenas 16% destinada ao consumo humano. Ao manter esse sistema que prioriza o consumo de carne em vez do uso direto das prote\u00ednas vegetais, perpetua um ciclo de desigualdade e desumaniza\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h2><b>Impactos da dieta vegetariana<\/b><b><br \/><br \/><\/b><\/h2>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A transi\u00e7\u00e3o para dietas com menos carne e mais vegetais pode reduzir as emiss\u00f5es em at\u00e9 61%, segundo um estudo da revista cient\u00edfica Nature Food. Al\u00e9m de emitir menos gases de efeito estufa, a produ\u00e7\u00e3o de vegetais tamb\u00e9m consome menos \u00e1gua: enquanto s\u00e3o necess\u00e1rios cerca de 15 mil litros de \u00e1gua para produzir 1 kg de carne bovina, apenas 322 litros s\u00e3o suficientes para 1 kg de vegetais como cenoura ou batata, o que torna a ado\u00e7\u00e3o de uma dieta vegetariana uma escolha ambientalmente sustent\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ao analisar o contexto econ\u00f4mico brasileiro, percebe-se que as exporta\u00e7\u00f5es de carne t\u00eam grande influ\u00eancia. No entanto, o aumento da demanda mundial por produtos vegetais abre novas oportunidades, especialmente em mercados que valorizam a sustentabilidade. Nesse sentido, investir na diversifica\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es, ampliando a oferta de produtos al\u00e9m do setor da carne, seria uma alternativa estrat\u00e9gica para reduzir a depend\u00eancia de um \u00fanico setor e fortalecer a economia do pa\u00eds.<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Um estudo publicado em 2026 na revista \u201c<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Current Developments in Nutrition<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">\u201d apontou que a ado\u00e7\u00e3o de uma dieta vegana com baixo teor de gordura reduziu em 55% as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa relacionadas \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o em apenas 12 semanas. A pesquisa tamb\u00e9m identificou redu\u00e7\u00e3o de 44% na demanda energ\u00e9tica ligada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de alimentos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Segundo os pesquisadores, os resultados ocorreram principalmente pela elimina\u00e7\u00e3o da carne e dos latic\u00ednios, considerados alguns dos componentes alimentares com maior impacto ambiental. Hana Kahleova, m\u00e9dica e diretora de pesquisa cl\u00ednica do <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Physicians Committee for Responsible Medicine<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, afirmou no estudo publicado que \u201ceste n\u00e3o \u00e9 um modelo te\u00f3rico ou uma proje\u00e7\u00e3o. S\u00e3o dados reais de ensaios cl\u00ednicos que mostram que mudar o que comemos pode reduzir de forma r\u00e1pida e significativa o impacto ambiental\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Os dados da Sociedade Vegetariana Brasileira s\u00e3o impressionantes e revelam o potencial transformador de pequenas mudan\u00e7as em nossos h\u00e1bitos. Ao considerarmos que apenas um dia sem carne pode conservar 24 metros quadrados de terra, poupar oito quilos de gr\u00e3os, economizar 60 litros de \u00e1gua doce e evitar a emiss\u00e3o de 11 quilos de g\u00e1s carb\u00f4nico, fica claro que as a\u00e7\u00f5es individuais t\u00eam um impacto coletivo significativo. Se cada pessoa adotasse essa pr\u00e1tica uma vez por semana, estar\u00edamos falando de uma redu\u00e7\u00e3o massiva no uso de recursos naturais e na emiss\u00e3o de poluentes, contribuindo para um planeta mais saud\u00e1vel.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><b>Confira mais informa\u00e7\u00f5es no infogr\u00e1fico abaixo:<\/b><b><br \/><\/b><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"525\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/955\/2026\/05\/infografico.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-385\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/955\/2026\/05\/infografico.jpg 750w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/955\/2026\/05\/infografico-300x210.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h2><b>O peso da tradi\u00e7\u00e3o e os caminhos da mudan\u00e7a\u00a0<\/b><\/h2>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No Sul do pa\u00eds, o consumo de carne tamb\u00e9m est\u00e1 relacionado \u00e0 cultura e \u00e0 conviv\u00eancia social. O churrasco ga\u00facho, tradicionalmente associado a encontros familiares, comemora\u00e7\u00f5es e rodas de conversa, \u00e9 considerado um s\u00edmbolo da identidade regional.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nesse contexto, mudan\u00e7as alimentares podem impactar n\u00e3o apenas a rotina, mas tamb\u00e9m as rela\u00e7\u00f5es sociais e os espa\u00e7os de conviv\u00eancia. Para muitos jovens vegetarianos, reduzir ou deixar de consumir carne significa adaptar h\u00e1bitos constru\u00eddos desde a inf\u00e2ncia em uma cultura fortemente marcada pelo churrasco e pelo consumo de carne.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u201cEu comecei a pensar mais sobre isso depois das discuss\u00f5es sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, mas \u00e9 dif\u00edcil porque o churrasco sempre esteve presente na minha vida\u201d, relata o estudante de jornalismo da UFSM, Lorenzo Coletto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Segundo o Relat\u00f3rio da For\u00e7a-Tarefa de Marraquexe sobre Estilos de Vida Sustent\u00e1veis, \u201cum estilo de vida sustent\u00e1vel significa repensar nossos modos de vida, a forma como compramos e como organizamos nossa vida quotidiana\u201d, al\u00e9m de transformar h\u00e1bitos relacionados \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o, consumo e conviv\u00eancia social.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em meio ao avan\u00e7o das discuss\u00f5es sobre sustentabilidade, o crescimento do vegetarianismo entre jovens brasileiros evidencia um debate que vai al\u00e9m da alimenta\u00e7\u00e3o. Quest\u00f5es ambientais, econ\u00f4micas, culturais e sociais passam a fazer parte das reflex\u00f5es sobre h\u00e1bitos de consumo, modos de vida e os desafios de construir pr\u00e1ticas mais sustent\u00e1veis sem ignorar as particularidades culturais de cada regi\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><b>Para saber mais, acesse as fontes consultadas para essa reportagem:<\/b><b><br \/><br \/><\/b><a href=\"https:\/\/unesdoc.unesco.org\/ark:\/48223\/pf0000266237\">https:\/\/unesdoc.unesco.org\/ark:\/48223\/pf0000266237<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ecodebate.com.br\/2026\/05\/04\/dieta-a-base-de-plantas-reduz-o-impacto-climatico-em-mais-da-metade\/\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.ecodebate.com.br\/2026\/05\/04\/dieta-a-base-de-plantas-reduz-o-impacto-climatico-em-mais-da-metade\/<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/veja.abril.com.br\/agenda-verde\/alimentacao-verde-salva-vidas-reduz-emissoes-carne-laticinios\/\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/veja.abril.com.br\/agenda-verde\/alimentacao-verde-salva-vidas-reduz-emissoes-carne-laticinios\/<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/reporterbrasil.org.br\/2017\/06\/jbs-comprou-de-fazendas-flagradas-com-trabalho-escravo-e-desmatamento-ilegal\/\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/reporterbrasil.org.br\/2017\/06\/jbs-comprou-de-fazendas-flagradas-com-trabalho-escravo-e-desmatamento-ilegal\/<\/span><\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atualmente, com o agravamento das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e a degrada\u00e7\u00e3o da natureza, a ado\u00e7\u00e3o de dietas vegetarianas, principalmente entre os jovens, tem sido uma escolha significativa para a sustentabilidade ambiental, sendo uma alternativa frequentemente incentivada que pode ajudar a reduzir os danos ambientais. 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