{"id":3268,"date":"2022-01-28T18:31:52","date_gmt":"2022-01-28T21:31:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/sistemas-de-informacao\/?p=3268"},"modified":"2025-09-02T14:28:36","modified_gmt":"2025-09-02T17:28:36","slug":"mulheres-na-tecnologia-ciencia-e-computacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/pet\/sistemas-de-informacao\/2022\/01\/28\/mulheres-na-tecnologia-ciencia-e-computacao","title":{"rendered":"Mulheres na Tecnologia, Ci\u00eancia e Computa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Ol\u00e1 pessoal, como v\u00e3o? O PET-SI preparou para voc\u00ea mais uma reda\u00e7\u00e3o, desta vez abordando um tema super atual e importante: Mulheres na Tecnologia. Confira!<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Vamos come\u00e7ar pensando em um panorama mais geral: quando a inform\u00e1tica passou a estar presente como um curso de gradua\u00e7\u00e3o em algumas institui\u00e7\u00f5es. Veja por exemplo, voc\u00ea sabia que a primeira turma do bacharelado em Ci\u00eancias da Computa\u00e7\u00e3o do Instituto de Matem\u00e1tica e Estat\u00edstica (IME) da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), em 1974, possu\u00eda 20 alunos, dos quais 14 eram mulheres? Isso mesmo, 70% da turma deste ano era formada por mulheres. Agora veja a turma de 2016, que possu\u00eda 41 alunos, por\u00e9m, apenas 6 eram mulheres, cerca 14,6% apenas. Mas o que mudou ao longo desses anos? Vamos descobrir!<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-3260 size-medium\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Figura-1-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Figura-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Figura-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Figura-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Figura-1-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Figura-1.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Fonte: Carolina Marins Santos, jornal da USP. Dispon\u00edvel em: https:\/\/jornal.usp.br\/universidade\/por-que-as-mulheres-desapareceram-dos-cursos-de-computacao\/<\/span><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A turma presente na foto exibida anteriormente prov\u00e9m da migra\u00e7\u00e3o de alunos da Licenciatura em Matem\u00e1tica, que na \u00e9poca, era formado em grande parte por mulheres. Conforme a ex-aluna da turma, Maria Elisabete Bruno Vivian comenta, a licenciatura \u00e9 um curso com o intuito de formar professores, e, desde tempos antigos at\u00e9 a atualidade, \u00e9 uma carreira bastante associada a mulheres e \u00e9 majoritariamente feminina. Assim, na \u00e9poca, muitas das alunas do curso de Matem\u00e1tica mostraram interesse na inform\u00e1tica e, com a abertura do curso, elas migraram para o curso de computa\u00e7\u00e3o. No caso da Maria, o curso ainda n\u00e3o existia quando se matriculou na licenciatura, ent\u00e3o n\u00e3o perdeu a oportunidade. Segundo ela, a \u00e1rea ainda era novidade e, portanto, n\u00e3o se tinha ideia da atratividade da mesma. Com o n\u00famero grande de vagas e os sal\u00e1rios atraentes que foram surgindo, come\u00e7ou a atrair o p\u00fablico masculino, alterando o cen\u00e1rio daquele momento.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Segundo Renata Wassermann \u2013 professora Dr. associada ao departamento de Ci\u00eancia da Computa\u00e7\u00e3o do IME \u2013, entre 1970 e 1980, com a chegada dos computadores pessoais, o computador ganhou a \u201cmarca\u201d de masculino que o acompanha at\u00e9 hoje.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Voltando um pouco mais na hist\u00f3ria da inform\u00e1tica, um trabalho bem interessante para leitura, \u00e9 &#8220;Mulheres na inform\u00e1tica: quais foram as pioneiras?\u201d, desenvolvido por Juliana Schwartz, Lindamir Salete Casagrande, Sonia Ana Charchut Leszczynski e Mar\u00edlia Gomes de Carvalho. Conforme \u00e9 comentado no trabalho, ci\u00eancia, matem\u00e1tica, inform\u00e1tica e tecnologia andam lado a lado, pois a inform\u00e1tica prov\u00e9m da ci\u00eancia: os primeiros computadores eram as calculadoras antigas, que serviam para realizar c\u00e1lculos repetitivos de acordo com instru\u00e7\u00f5es oferecidas a elas. Considerando esses aspectos, muitas mulheres contribu\u00edram para a ci\u00eancia ao longo da hist\u00f3ria, assim como para a inform\u00e1tica. Infelizmente, por\u00e9m, elas foram ocultadas da nossa hist\u00f3ria, apesar de suas importantes contribui\u00e7\u00f5es. Ao longo desta reda\u00e7\u00e3o, iremos lhe apresentar algumas dessas grandes mulheres.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A grande quest\u00e3o que surge ao analisarmos esse contexto \u00e9: por que isso ocorreu? De acordo com o trabalho citado anteriormente, alguns estudiosos pensavam na mulher como se n\u00e3o tivessem capacidade de produzir mudan\u00e7as, de pensar logicamente e com clareza, mas outros em oposi\u00e7\u00e3o, argumentam que, na verdade, elas podem significar uma amea\u00e7a, pois no momento em que contribu\u00edrem para a ci\u00eancia, poder\u00e3o mostrar sua capacidade e que est\u00e3o no mesmo n\u00edvel. Com o trabalho, \u00e9 poss\u00edvel notar alguns pontos que estudiosos antigamente possu\u00edam sobre a mulher, como o caso dela ser incapaz de contribuir para a ci\u00eancia, e, por sua vez, inform\u00e1tica. Infelizmente, isso ainda est\u00e1 presente na nossa sociedade, desde os tempos antigos, onde muitos parecem manter esses pensamentos e se recusando a pensar racionalmente, apesar de as mulheres serem t\u00e3o capazes quanto os homens.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O trabalho tamb\u00e9m relata que para alguns estudiosos, algumas caracter\u00edsticas <\/span><b>assumidas<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> como femininas \u2013 como a coopera\u00e7\u00e3o e empatia, por exemplo \u2013 atrapalham nos estudos cient\u00edficos por deix\u00e1-los menos objetivos e \u201ccient\u00edficos\u201d. Esse tipo de pensamento equivocado e incorreto \u00e9 o que prevaleceu, em boa parte, at\u00e9 os dias atuais. Desde tempos antigos at\u00e9 o presente, o papel da mulher \u00e9, em grande parte, atribu\u00eddo a cuidados com a casa, fam\u00edlia, etc., enquanto o dos homens, associado ao trabalho exterior \u2013 o que \u00e9 incorreto. Assim, a mulher j\u00e1 enfrenta dificuldades no pr\u00f3prio trabalho fora do lar, em raz\u00e3o desses preconceitos, o que somente se acentua quando estamos falando de tecnologia e ci\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">No mundo cient\u00edfico, mesmo com o aumento da participa\u00e7\u00e3o de mulheres na \u00e1rea, o trabalho \u201cMulheres na inform\u00e1tica: quais foram as pioneiras?\u201d fala da ainda predomin\u00e2ncia de homens nas \u00e1reas das ci\u00eancias exatas, enquanto que a maior participa\u00e7\u00e3o das mulheres se d\u00e1 nas \u00e1reas consideradas, por alguns, como mais voltadas ao feminino \u2013 que \u00e9 o caso da educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade. Isso ocorre por uma s\u00e9rie de fatores: desde a falta de estimula\u00e7\u00e3o para as mulheres em seguir nessas \u00e1reas \u2013 vindo desde a escola \u2013, enquanto que os homens tendem a ser estimulados em casa, por professores, etc.; o preconceito quanto \u00e0 presen\u00e7a feminina nas \u00e1reas das ci\u00eancias exatas; a constante necessidade de prova\u00e7\u00e3o que as mulheres enfrentam, tendo que provar seguidamente que s\u00e3o capazes de ocupar aquela posi\u00e7\u00e3o; at\u00e9 a falta de representatividade, pois, ao observarem o pequeno n\u00famero de mulheres na \u00e1rea, n\u00e3o se sentem representadas suficientemente para entrar em tal ambiente competitivo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Constantemente mulheres s\u00e3o desmotivadas a seguirem na carreira da tecnologia, ouvindo falas como \u201cLugar de mulher \u00e9\u2026\u201d, \u201cMulheres s\u00e3o melhores para humanas que exatas\u201d, \u201cIsso \u00e9 coisa de homem\u2026\u201d e muitas outras. Isso torna dif\u00edcil para mulheres irem para a \u00e1rea, com o desest\u00edmulo na fam\u00edlia, escola e at\u00e9 na m\u00eddia.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Veja por exemplo, quando dizemos a palavra \u201cprogramador\u201d o que pensamos? Em um \u201cnerd\u201d \u2013 outro termo geralmente mal utilizado \u2013 de \u00f3culos, com cabelo comprido, usando aparelho dental, bebendo caf\u00e9 e que n\u00e3o sai da frente de um computador. De fato, pode existir algum programador com essas caracter\u00edsticas, mas \u00e9 uma profiss\u00e3o extremamente estereotipada nesse sentido, pois todos s\u00e3o seres humanos com caracter\u00edsticas distintas e n\u00e3o necessariamente por estarem em uma \u00e1rea de estudo ou pesquisa apresentaram comportamentos e apar\u00eancias iguais ao preconcebido.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Em rela\u00e7\u00e3o ao preconceito enfrentado por algumas mulheres, est\u00e1 n\u00e3o somente o ambiente desrespeitoso e t\u00f3xico em alguns casos, mas tamb\u00e9m a discrimina\u00e7\u00e3o, o constante julgamento e desigualdade de tratamento, al\u00e9m dos sal\u00e1rios. No trabalho de Larissa M. da F. Galeno, Maria Eduarda H. Lucena, Tain\u00e1 da S. Lima e Maria Luiza M., \u201cMinerv@s Digitais: encorajando e acolhendo mulheres na computa\u00e7\u00e3o\u201d, por exemplo, as autoras comentam que ainda que as mulheres se concentrem na fun\u00e7\u00e3o de analista de sistema \u2013 cerca de 47% dos profissionais \u2013 elas conseguem alcan\u00e7ar um teto salarial menor que os dos homens.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">J\u00e1 quanto \u00e0 necessidade de prova\u00e7\u00e3o e ao constante julgamento sofrido, h\u00e1 grandes desist\u00eancias de prosseguimento das carreiras na \u00e1rea da computa\u00e7\u00e3o e muitas mulheres sofrem com o sentimento de inadequa\u00e7\u00e3o provocados nelas, bem com a S\u00edndrome do Impostor, quando muitas mulheres sentem que n\u00e3o s\u00e3o capazes de estar na posi\u00e7\u00e3o que ocupam e que seus esfor\u00e7os n\u00e3o foram t\u00e3o significativos. Segundo as autoras do trabalho<\/span><b>, \u201c<\/b><span style=\"font-weight: 400\">No Brasil, 17% dos programadores eram mulheres (Frasbasile, 2018) e no mundo, 41% das mulheres que atuavam na \u00e1rea desistiram de suas carreiras (Hewlett, 2008).\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Com todas as dificuldades apresentadas, muitas mulheres das \u00e1reas de inform\u00e1tica e computa\u00e7\u00e3o v\u00eam buscando formas de incentivar outras mulheres a se juntarem e decidirem seguir carreira nessas \u00e1reas. \u00c9 o caso de alguns programas que iremos apresentar para voc\u00ea.<\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Programas e Grupos de Mulheres da Computa\u00e7\u00e3o<\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), foi criado o grupo BIT Marias, que tem \u201co objetivo de dar apoio e visibilidade \u00e0 participa\u00e7\u00e3o feminina na computa\u00e7\u00e3o, ci\u00eancia e tecnologia\u201d, tamb\u00e9m proporcionando um espa\u00e7o de acolhimento para as mulheres estudantes. No site da UFSM voc\u00ea pode conferir algumas informa\u00e7\u00f5es sobre o grupo: https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ct\/2019\/12\/18\/grupo-da-ufsm-fomenta-a-participacao-feminina-na-computacao\/, assim como no seu instagram: https:\/\/www.instagram.com\/bitmarias\/.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), as mulheres se uniram para criar o grupo program.ada: mulheres da computa\u00e7\u00e3o. O nome do grupo foi uma homenagem a Ada Augusta King \u2013 condessa de Lovelace, conhecida tamb\u00e9m como Adas Lovelace \u2013, considerada a primeira programadora da hist\u00f3ria, que ainda ir\u00e1 ser apresentada nesta reda\u00e7\u00e3o.\u00a0 O objetivo do grupo \u00e9 \u201ccriar um ambiente mais acolhedor e seguro para todas as alunas, professoras e funcion\u00e1rias da comunidade do Instituto de Inform\u00e1tica da UFRGS, al\u00e9m de encorajar novas mulheres a ingressarem na tecnologia.\u201d \u2013 confira mais informa\u00e7\u00f5es em http:\/\/www.inf.ufrgs.br\/programada\/.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">J\u00e1 na Universidade Federal de Goi\u00e1s (UFG), por exemplo, mulheres dos cursos de inform\u00e1tica se uniram para criar um projeto, chamado ADAs, para incentivar as mulheres, proporcionar um ambiente amig\u00e1vel e acolhedor para \u201cpromover o empoderamento feminino no \u00e2mbito das \u00e1reas da Computa\u00e7\u00e3o\u201d \u2013 voc\u00ea pode conferir mais informa\u00e7\u00f5es no Jornal da UFG em https:\/\/jornal.ufg.br\/n\/140947-projeto-adas-incentiva-mulheres-nos-cursos-de-informatica. O nome do projeto tamb\u00e9m foi escolhido em homenagem \u00e0 primeira programadora.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A Sociedade Brasileira da Computa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m possui um programa, chamado de Meninas Digitais, que tem como objetivo \u201cdespertar o interesse de meninas para seguirem carreira em Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o\u201d. Voc\u00ea pode conferir mais informa\u00e7\u00f5es em: https:\/\/meninas.sbc.org.br\/sobre\/.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Outras universidades, grupos e empresas v\u00eam criando iniciativas para trazer mais mulheres para a \u00e1rea da tecnologia e existem v\u00e1rios deles. Esperamos assim, conseguir facilitar o acesso para as mulheres, \u00e0 tecnologia, e criar um ambiente acolhedor para as mulheres que est\u00e3o na \u00e1rea ou que pretendem ingressar.<\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Mulheres na Ci\u00eancia e Tecnologia<\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Agora que aprendemos um breve hist\u00f3rico sobre as mulheres na ci\u00eancia e tecnologia, sobre os desafios que elas enfrentavam e ainda enfrentam e sobre os grupos de apoio existentes, vamos conferir algumas mulheres que contribu\u00edram para o desenvolvimento da ci\u00eancia e tecnologia!<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Ada Lovelace<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><img decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-3256 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Ada-Lovelace-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Ada-Lovelace-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Ada-Lovelace-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Ada-Lovelace.jpg 370w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>Ada Lovelace, que serviu de inspira\u00e7\u00e3o para o nome de v\u00e1rios grupos de mulheres da computa\u00e7\u00e3o apresentados, \u00e9 considerada a primeira programadora \u2013 n\u00e3o somente a primeira mulher programadora, mas a primeira programadora da hist\u00f3ria. Ela escreveu o primeiro algoritmo de computador para ser processado por uma m\u00e1quina. A m\u00e1quina era a M\u00e1quina Anal\u00edtica, de Charles Babbage, a precursora dos computadores que encontramos na atualidade.<\/span><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right\">Fonte da imagem: https:\/\/www.ufrgs.br\/enigma\/ada-lovelace\/<\/h6>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Hedy Lamarr<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-3262 size-thumbnail alignright\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Hedy-Lamarr-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Hedy-Lamarr-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Hedy-Lamarr-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Hedy-Lamarr.jpg 369w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>Hedy Lamarr, por sua vez, desenvolveu uma grande contribui\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica durante a Segunda Guerra Mundial, junto a George Antheil. Ela desenvolveu um sistema de comunica\u00e7\u00e3o para as For\u00e7as Armadas dos Estados Unidos, que permitiu o desenvolvimento de diversos tipos de comunica\u00e7\u00e3o sem fio que conhecemos.<\/span><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right\"><span style=\"font-weight: 400\">Fonte da imagem: <\/span><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www3.unicentro.br\/petfisica\/2021\/04\/09\/hedy-lamarr-a-mae-do-wi-fi-1914-2000\/<\/span><\/h6>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>Grace Hopper<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-3261 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Grace-Hopper-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Grace-Hopper-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Grace-Hopper-300x298.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Grace-Hopper.jpg 370w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>Grace Hopper foi uma analista de sistemas e criou a linguagem de programa\u00e7\u00e3o Flow-Matic, de alto-n\u00edvel. Essa linguagem serviu como base para a cria\u00e7\u00e3o da famosa linguagem de programa\u00e7\u00e3o COBOL.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 Outra curiosidade bacana, voc\u00ea sabe de onde surgiu o termo \u201cbug\u201d que usamos quando encontramos algum erro no nosso sistema? Pois, Grace Hopper deu origem ao nome ao encontrar um problema na sua m\u00e1quina, que possu\u00eda uma mariposa em seu interior: da\u00ed veio o termo \u201cbug\u201d, que, no portugu\u00eas, significa inseto. Ela tamb\u00e9m batizou o processo de encontrar erros, o \u201cdebugging\u201d, ou remo\u00e7\u00e3o do inseto\/falha.<\/span><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right\"><span style=\"font-weight: 400\">Fonte da imagem:\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/canaltech.com.br\/internet\/as-dez-mulheres-mais-importantes-da-historia-da-tecnologia-59485\/<\/span><\/h6>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Stephanie Steve<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-3265 size-thumbnail alignright\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Stephanie-Steve-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Stephanie-Steve-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Stephanie-Steve-300x298.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Stephanie-Steve.jpg 370w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>Stephanie \u00e9 pioneira brit\u00e2nica em Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o e fundou a empresa Freelance Programmers, sua pr\u00f3pria empresa de software para mulheres, constru\u00edda por mulheres. Ela tinha como objetivo criar oportunidades de trabalho para mulheres. Ao longo de sua vida, enfrentou diversos desafios e teve que adotar o nome \u201cSteve\u201d para ajud\u00e1-la no mundo dos neg\u00f3cios, uma vez que com seu nome original, n\u00e3o obtinha respostas ou quando as recebia, eram negativas \u00e0s suas inten\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right\"><span style=\"font-weight: 400\">Fonte da imagem:\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.unssc.org\/about-unssc\/speakers-and-collaborators\/dame-stephanie-steve-shirley\/<\/span><\/h6>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Dorothy Vaughan<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-3259 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Dorothy-Vaughan-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Dorothy-Vaughan-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Dorothy-Vaughan-300x297.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>Dorothy Vaughan tornou-se a primeira supervisora negra, mulher, do NACA \u2013 em 1949 \u2013 e conseguiu abolir as instala\u00e7\u00f5es segregadas da \u00e9poca quando a NACA fez a transi\u00e7\u00e3o para a NASA \u2013 em 1958. Ela recebeu o t\u00edtulo de Chefe de Se\u00e7\u00e3o, o que lhe deu uma grande e rara visibilidade em todo o laborat\u00f3rio de pesquisa, atuando em projetos como a compila\u00e7\u00e3o de um manual de m\u00e9todos alg\u00e9bricos para m\u00e1quinas de calcular, ficando famosa pelo seu vasto conhecimento em Fortran. Voc\u00ea pode conferir mais informa\u00e7\u00f5es em: https:\/\/www.nasa.gov\/content\/dorothy-vaughan-biography<\/span><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right\"><span style=\"font-weight: 400\">Fonte da imagem: https:\/\/www.nasa.gov\/content\/dorothy-vaughan-biography<\/span><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00a0<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Margaret Hamilton<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-3264 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Margaret-Hamilton-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Margaret-Hamilton-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Margaret-Hamilton-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Margaret-Hamilton.jpg 368w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>Margaret Hamilton, cientista da computa\u00e7\u00e3o, engenheira de software e empres\u00e1ria, desenvolveu o programa de voo usado no projeto Apollo 11, a primeira miss\u00e3o tripulada \u00e0 Lua.\u00a0 O seu software conseguiu impedir que o pouso na Lua fosse abortado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 Mais uma curiosidade interessante: ela \u00e9 creditada por ter criado o termo \u201cengenharia de software\u201d, que tanto ouvimos na atualidade.<\/span><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right\"><span style=\"font-weight: 400\">Fonte da imagem: https:\/\/www.ufrgs.br\/enigma\/margaret-hamilton\/<\/span><\/h6>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Katie Bouman<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-3263 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Katie-Bouman-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Katie-Bouman-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Katie-Bouman-300x298.jpg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/791\/2022\/01\/Katie-Bouman.jpg 371w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>Katie Bouman, aos 29 anos, foi respons\u00e1vel por desenvolver o algoritmo que auxiliou a equipe de cientistas a construir a primeira imagem dos arredores de um buraco negro. Voc\u00ea deve se lembrar da imagem que circulou nas m\u00eddias, jornais, reportagens e redes sociais, semelhante a um anel de luz. Isso mesmo, Katie Bouman, cientista da computa\u00e7\u00e3o, desenvolveu o algoritmo que ajudou na constru\u00e7\u00e3o desta imagem! Ela serve de inspira\u00e7\u00e3o para muitas mulheres que desejam seguir na \u00e1rea.<\/span><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right\"><span style=\"font-weight: 400\">Fonte da imagem: https:\/\/www.ufrgs.br\/enigma\/katie-bouman\/<\/span><\/h6>\n<h2 style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Outras Mulheres que Contribu\u00edram Para a Hist\u00f3ria da Tecnologia<\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">H\u00e1 tantas mulheres que contribu\u00edram para a hist\u00f3ria da tecnologia, que se f\u00f4ssemos falar de todas essa reda\u00e7\u00e3o seria muito extensa. Para conhecer mais mulheres que tiveram grandes contribui\u00e7\u00f5es e s\u00e3o grandes inspira\u00e7\u00f5es, recomendo dar uma lida nessa contribui\u00e7\u00e3o do Canal Tech: https:\/\/canaltech.com.br\/internet\/as-dez-mulheres-mais-importantes-da-historia-da-tecnologia-59485\/<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Considera\u00e7\u00f5es finais<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Com nossa leitura, podemos verificar, de modo geral, algumas das dificuldades enfrentadas por mulheres que se interessam por tecnologia e ci\u00eancia e conseguimos notar a grande queda que a participa\u00e7\u00e3o das mulheres na \u00e1rea sofreu ao longo dos anos. Apesar disso, atualmente h\u00e1 diversos movimentos para voltarmos a ter nosso espa\u00e7o e continuarmos nos desenvolvendo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Particularmente, n\u00e3o tive muitas experi\u00eancias negativas no breve per\u00edodo em que me encontro na \u00e1rea, mas me baseei no relato de colegas da \u00e1rea para contextualizar um pouco dos problemas encontrados na atualidade. Venho com esta reda\u00e7\u00e3o tentar mostrar a todos que somos todos humanos e independentemente se somos homens, mulheres, etc, temos capacidades e nossos sonhos para seguir e anseio que um dia essa tem\u00e1tica n\u00e3o tenha mais necessidade de ser abordada, pois todos conseguiram notar o potencial de todos para a tecnologia, ci\u00eancia, inform\u00e1tica e qualquer outra \u00e1rea.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Para mulheres que se interessam por inform\u00e1tica, saiba que a inform\u00e1tica \u00e9 para todos e h\u00e1 diversos grupos, como alguns dos j\u00e1 apresentados nesta reda\u00e7\u00e3o, para ajud\u00e1-la nessa jornada. N\u00e3o desista!<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><b><i>Ra\u00edssa Arantes<\/i><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Dicas de leitura e refer\u00eancias:<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/jornal.ufg.br\/n\/140947-projeto-adas-incentiva-mulheres-nos-cursos-de-informatica\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/jornal.ufg.br\/n\/140947-projeto-adas-incentiva-mulheres-nos-cursos-de-informatica<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/www.inf.ufrgs.br\/programada\/\"><span style=\"font-weight: 400\">http:\/\/www.inf.ufrgs.br\/programada\/<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/meninas.sbc.org.br\/\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/meninas.sbc.org.br\/<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/cpa\/a\/6yHmd8vmB3gm9TxtdjRS4Gm\/?lang=pt#ModalDownloads\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.scielo.br\/j\/cpa\/a\/6yHmd8vmB3gm9TxtdjRS4Gm\/?lang=pt<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/periodicos.sbu.unicamp.br\/ojs\/index.php\/cadpagu\/article\/view\/8644775\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/periodicos.sbu.unicamp.br\/ojs\/index.php\/cadpagu\/article\/view\/8644775<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/canaltech.com.br\/internet\/as-dez-mulheres-mais-importantes-da-historia-da-tecnologia-59485\/\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/canaltech.com.br\/internet\/as-dez-mulheres-mais-importantes-da-historia-da-tecnologia-59485\/<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.serpro.gov.br\/menu\/noticias\/noticias-2019\/mulheres-pioneiras-informatica-agora-minoria\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.serpro.gov.br\/menu\/noticias\/noticias-2019\/mulheres-pioneiras-informatica-agora-minoria<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.programaria.org\/especiais\/mulheres-tecnologia\/\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.programaria.org\/especiais\/mulheres-tecnologia\/<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/a-retomada-do-espaco-da-mulher-na-computacao\/\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/a-retomada-do-espaco-da-mulher-na-computacao\/<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/www.ufpb.br\/evento\/index.php\/18redor\/18redor\/paper\/viewFile\/1935\/853\"><span style=\"font-weight: 400\">http:\/\/www.ufpb.br\/evento\/index.php\/18redor\/18redor\/paper\/viewFile\/1935\/853<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/www.inf.puc-rio.br\/blog\/noticia\/noticia\/painel-mulheres-na-computacao-debate-presenca-feminina-na-area-da-informatica\"><span style=\"font-weight: 400\">http:\/\/www.inf.puc-rio.br\/blog\/noticia\/noticia\/painel-mulheres-na-computacao-debate-presenca-feminina-na-area-da-informatica<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/universidade\/por-que-as-mulheres-desapareceram-dos-cursos-de-computacao\/\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/jornal.usp.br\/universidade\/por-que-as-mulheres-desapareceram-dos-cursos-de-computacao\/<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/sol.sbc.org.br\/index.php\/wit\/article\/view\/11277\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/sol.sbc.org.br\/index.php\/wit\/article\/view\/11277<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/mulheresnacomputacao.com\/\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/mulheresnacomputacao.com\/<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Qq9h2vVBZmQ\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Qq9h2vVBZmQ<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/02\/23\/ciencia\/1519391635_401299.html\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/02\/23\/ciencia\/1519391635_401299.html<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.computer.org\/publications\/tech-news\/research\/dame-stephanie-steve-shirley-computer-pioneer\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.computer.org\/publications\/tech-news\/research\/dame-stephanie-steve-shirley-computer-pioneer<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/enigma\/margaret-hamilton\/\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.ufrgs.br\/enigma\/margaret-hamilton\/<\/span><\/a><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1 pessoal, como v\u00e3o? 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