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Projeto Geoparques desenvolve atividades vinculadas à campanha da UNESCO focada na resiliência em tempos de pandemia



A Rede Global de Geoparques – Global Geoparks Network / GGN -, da Organização das Nações Unidas Para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO, desenvolve, durante a pandemia de covid-19, a campanha “Geoparques Mundiais da UNESCO – Territórios de Resiliência”.

O objetivo da campanha da GGN é incentivar os territórios de seus geoparques a desenvolverem iniciativas ou a destacarem as ações já realizadas, para apoiar a resiliência de seus territórios em tempos de pandemia. Jaciele Carine Sell, coordenadora de Desenvolvimento Regional e Cidadania da UFSM e do Projeto Geoparques, descreve o que é a GGN.

“GGN foi a entidade certificadora dos geoparques mundiais até novembro de 2015. Agora, quem certifica é a UNESCO. A GGN, uma ONG francesa, continua sendo o braço operacional que emite os pareceres à UNESCO, para certificação como geoparque. Todos os geoparques da GGN, em 2015, tornaram-se geoparques da UNESCO. Hoje, no Brasil, temos um geoparque UNESCO, o Geoparque Araripe, no Ceará”.

Imagem: Luiza Puppe, aluna do 5º ano da EMEF Sete de Setembro, de Restinga Sêca / Divulgação Geoparque Quarta Colônia

Na Região Central do Rio Grande do Sul, o Projeto Geoparques, uma proposta da UFSM, através da Pró-Reitoria de Extensão – PRE, vem desenvolvendo, durante o período de distanciamento social provocado pela pandemia, atividades que vão de encontro à proposta da GGN. Fazem parte deste Projeto os Geoparques Caçapava e Quarta Colônia, ambos Aspirantes UNESCO.

O Projeto de Extensão “Educação Patrimonial em Tempo de Pandemia – Atividades junto às escolas dos municípios vinculados ao Projeto Institucional Geoparque Quarta Colônia” tem, como objetivo, a educação patrimonial, em busca de propiciar uma consciência de responsabilidade para a preservação e para o desenvolvimento sustentável e inovador.

Maria Medianeira Padoin, professora do Departamento de História da UFSM e coordenadora da proposta extensionista, explica a importância e a finalidade da iniciativa no Consórcio de Desenvolvimento Sustentável – CONDESUS – da Quarta Colônia: “demonstrar que a educação é fundamental para o reconhecimento e para a valorização da comunidade enquanto um bem patrimonial da própria humanidade. Este valor identitário de uma região é base para consolidação dos resultados da GGN e sua perpetuação. Preservar é inovar. E ter a educação patrimonial como uma política que norteia a própria política é inovar. Assim se destaca, a partir da Extensão, a união entre o ensino básico e superior, a universidade e a comunidade, o conhecimento fruto da Pesquisa e da experiência cotidiana, para enfrentarmos este momento difícil. E preservar a memória do presente e do passado, mostrando a importância da preservação dos registros e das experiências”.

Imagem: Artesã do grupo de Convivência da Secretaria de Educação de São João do Polêsine / Divulgação Geoparque Quarta Colônia

Além das iniciativas de Extensão com escolas e com a comunidade da região, o Geoparque Quarta Colônia vem realizando a II Jornada Interdisciplinar de Formação de Professores em Educação Patrimonial, de julho a setembro de 2020. Também aconteceu outra ação que se relaciona com a campanha da GGN, a confecção de máscaras de tecido, por parte de integrantes do Projeto Geoparque Caçapava do Sul, para distribuição a pessoas em situação de vulnerabilidade social do município.

Para conferir mais sobre o projeto extensionista “Educação Patrimonial em Tempo de Pandemia – Atividades junto às escolas dos municípios vinculados ao Projeto Institucional Geoparque Quarta Colônia”, acesse o  link: https://www.youtube.com/playlist?list=PLgyCGa3UW1rXAWAIZXWtm5GhL5Rg3fjk8.

Texto: Rubens Guilherme Santos / PRE UFSM

Revisão: Erica Medeiros / PRE UFSM


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