<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>PRE - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/busca?area=post&#038;rss=true&#038;sites%5B%5D=346" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre</link>
			<description>Pró-Reitoria de Extensão</description>
			<lastBuildDate>Fri, 24 Jul 2026 21:45:19 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>PRE</title>
	<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>41º FIIUFSM oferece Curso de Formação Continuada em Música para Professores de Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/23/41o-fiiufsm-oferece-curso-de-formacao-continuada-em-musica-para-professores-de-educacao-infantil-e-dos-anos-iniciais-do-ensino-fundamental</link>
				<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:48:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17113</guid>
						<description><![CDATA[Gratuita e voltada a professores da Educação Infantil e dos Anos Iniciais, a iniciativa promove oficinas práticas com foco no uso da música em sala de aula nesta quinta-feira (23), no Museu do Conhecimento da UFSM  ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Com o propósito de incentivar novas práticas pedagógicas e valorizar a educação musical, o 41º Festival Internacional de Inverno da UFSM promove, nesta quinta-feira, 23 de julho, o Curso de Formação Continuada em Música para Professores de Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. A atividade, que é totalmente gratuita, ocorre no Museu do Conhecimento da UFSM (Prédio 62C), totalizando 6 horas de imersão teórica e prática.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ministrada por doutoras e doutorandas do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSM (Linha de Pesquisa: Educação e Artes), a formação busca instrumentar os educadores com ferramentas pedagógicas, vivências e reflexões aplicáveis ao cotidiano da sala de aula. A proposta está dividida em duas oficinas independentes e complementares ao longo do dia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Programação Prática e Interdisciplinar</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No turno da manhã, das 9h às 11h30, as ministrantes Beatrís Schmidt Faraco Mengarda e Thaynara Lima Lessing conduzem a oficina “Música na sala de aula: vivências, jogos e movimento”. A atividade abordará dinâmicas de criação, jogos de mãos e copos, canções com movimento e atividades rítmicas. O objetivo é apresentar materiais de apoio facilmente adaptáveis a diferentes idades e realidades escolares, estimulando a expressão, o prazer musical e a interação entre os estudantes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>À tarde, das 14h às 16h30, a oficina “Uma história leva à outra… Diálogos entre Músicas e Literatura”, ministrada por Ana Carla Simonetti Rossato e Daffny Cristina Molina Lemes, explora o ato de contar histórias como ponte para a experiência estética. A partir de narrativas cantadas, sonorizadas e musicais, a formação propõe um diálogo sensível entre a literatura e a música, fortalecendo a escuta, a imaginação e a criação nos Anos Iniciais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além da capacitação pedagógica, o curso também tem o propósito de mapear o cenário regional: durante o processo de inscrição, o festival coleta dados com os participantes para subsidiar pesquisas futuras e (re)conhecer as reais necessidades e demandas para a oferta de formações continuadas em artes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"width":"510px","height":"600px","scale":"cover","align":"left"} -->
<figure class="wp-block-image alignleft is-resized"><img alt="" style="object-fit:cover;width:510px;height:600px" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Curso de Formação Continuada em Música para Professores de Educação Infantil e Anos Iniciais</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li><strong>Data: 23 de julho de 2026</strong></li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Local: </strong>Museu do Conhecimento da UFSM (Prédio 62C) - Campus Sede, Santa Maria</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Público prioritário: </strong>Professores da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental.</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Realização: </strong>41º Festival Internacional de Inverno da UFSM</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Site oficial:</strong><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/festivaldeinverno/curso-de-formacao-continuada"><strong> </strong>Página oficial</a></li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Instagram do Festival: </strong><a href="https://www.instagram.com/festivaldeinvernoufsm/"><strong>@festivaldeinvernoufsm</strong></a></li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Mais informações:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Estevan Maria Dal'Osto</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Assessoria de Comunicação do Festival</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>(55) 99608-1481</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>E-mail: estevan.osto@acad.ufsm.br</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Formula UFSM realiza lançamento oficial do protótipo da temporada 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/22/formula-ufsm-realiza-lancamento-oficial-do-prototipo-da-temporada-2026</link>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 21:06:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Fórmula UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17110</guid>
						<description><![CDATA[Rollout do FU-26 acontece no dia 23 de julho, no Moto Garage, e marca o início de mais uma temporada da equipe de competição da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A equipe <a href="https://formulaufsm.wordpress.com/"><strong>Formula UFSM</strong></a>, projeto de extensão vinculado ao Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), realiza na próxima <strong>quinta-feira (23)</strong> o <strong>Rollout do FU-26</strong>, evento de lançamento oficial do protótipo desenvolvido para a temporada 2026 da Fórmula SAE Brasil. A cerimônia acontece às <strong>19h30</strong>, no <strong>Moto Garage</strong>, em Santa Maria.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O<em> Rollout</em> marca a apresentação do novo veículo construído pelos estudantes ao longo da temporada e reúne integrantes da equipe, professores, patrocinadores, ex-membros, familiares e a comunidade. Durante o evento, também será revelado o nome oficial do protótipo, tradição mantida pelo Formula UFSM a cada nova temporada.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17111,"width":"512px","height":"600px","scale":"cover","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/2-15-819x1024.jpg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:600px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Criada em 2010, o Formula UFSM é uma equipe de competição formada por estudantes de diferentes cursos da Universidade, que atuam no desenvolvimento de um protótipo do tipo fórmula para disputar a Fórmula SAE Brasil, uma das principais competições de engenharia do país. Além da aplicação prática dos conhecimentos adquiridos em sala de aula, o projeto proporciona aos estudantes experiências em gestão, inovação, trabalho em equipe e relacionamento com empresas parceiras.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A temporada 2025 foi marcada por importantes conquistas para a equipe, entre elas o <strong>primeiro lugar na prova de aceleração</strong> da Fórmula SAE Brasil e o <strong>recorde das Américas</strong> na modalidade, resultados que reforçam o trabalho desenvolvido pelos estudantes e parceiros do projeto.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Além de apresentar o novo protótipo, o Rollout celebra o encerramento de mais um ciclo de desenvolvimento e o início de uma nova temporada, destacando a importância do ensino e da extensão universitária na formação acadêmica e na aproximação entre universidade, empresas e sociedade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Os ingressos para o evento estão disponíveis antecipadamente por R$ 20,00 e podem ser adquiridos diretamente com os integrantes da equipe.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Serviço:</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>Evento:</strong> Rollout FU-26 – Lançamento oficial do protótipo da equipe Formula UFSM</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Data:</strong> 23 de julho</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Horário:</strong> 19h30</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Local:</strong> Moto Garage – Santa Maria (RS)</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Ingressos:</strong> R$ 20,00 (venda antecipada com os integrantes da equipe)</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>1ª edição do FIIUFSM Jovem começa nesta terça-feira (21) no campus da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/21/1a-edicao-do-fiiufsm-jovem-comeca-nesta-terca-feira-21-no-campus-da-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17086</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa inédita leva a formação musical infantojuvenil, práticas em grupo e atividades no Centro de Artes e Letras a jovens estudantes até quinta-feira (23)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Tem início nesta terça-feira, 21 de julho, a primeira edição do FIIUFSM Jovem. Realizada no campus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a iniciativa promove três dias de imersão prática e pedagógica na formação musical, com atividades concentradas no Centro de Artes e Letras (CAL).</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação foi estruturada para oferecer uma experiência abrangente, unindo o desenvolvimento técnico ao estímulo criativo e ao cuidado com o músico. No âmbito instrumental, o evento conta com aulas individuais e coletivas de <strong>violino, viola, violoncelo, contrabaixo, piano, bateria, percussão, fagote, oboé, flauta e violão</strong>, além de uma oficina dedicada aos instrumentos de sopro e percussão típicos de bandas sinfônicas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17089,"width":"auto","height":"342px","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/1o-FIIUFSM-Jovem-2-1-819x1024.jpg" alt="" style="width:auto;height:342px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O festival também destaca propostas focadas na inovação e na teoria de forma dinâmica. Entre elas está o <strong>Laboratório de Acordes</strong>, oficina baseada em jogos desenvolvidos na UFSM que conectam música, matemática e design, sem necessidade de conhecimento musical prévio. A grade contempla ainda oficinas de Introdução à <strong>Composição Musical</strong> e de <strong>Tecnologia Musical</strong>, que abordam recursos gratuitos e síntese sonora para estudantes a partir de 12 anos, além da oficina de <strong>Autorregulação da Aprendizagem</strong>, voltada a estratégias eficientes de estudo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A saúde física e a expressão artística também integram as ações no campus. Os participantes terão acesso a oficinas de <strong>Alongamento e Postura</strong>, focadas no bem-estar durante a prática instrumental, e de <strong>Expressão Corporal</strong>, que explora jogos de movimento em sintonia com a percussão da Darbuka egípcia. Paralelamente, o prédio da Música sedia a <strong>Residência de Artistas</strong>, integração interdisciplinar entre alunos de Música e Artes Visuais com processos criativos abertos à comunidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>FIIUFSM Jovem – 1ª edição</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Período:</strong> 21 a 23 de julho de 2026</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Local:</strong> Campus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Público prioritário:</strong> crianças e adolescentes estudantes de música (festival aberto a participantes de todas as idades)</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Programação:</strong> oficinas de instrumentos, bandas sinfônicas, composição, tecnologia musical, criatividade, expressão corporal, saúde do músico, residência artística, práticas coletivas e atividades de integração ao ambiente universitário.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Site oficial: </strong><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/festivaldeinverno/fiiufsm-jovem">Página oficial do FIIUFSM Jovem</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Instagram do Festival: </strong><a href="https://www.instagram.com/festivaldeinvernoufsm/"><strong>@festivaldeinvernoufsm</strong></a></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Mais informações:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Estevan Maria Dal'Osto</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Assessoria de Comunicação do Festival</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>(55) 99608-1481</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>E-mail: estevan.osto@acad.ufsm.br </p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>32ª edição da FEICOOP atrai visitantes de diversos locais do Brasil e de países vizinhos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/20/32a-edicao-da-feicoop-atrai-visitantes-de-diversos-locais-do-brasil-e-de-paises-vizinhos</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:05:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17071</guid>
						<description><![CDATA[Empreendimentos incubados no Hub de Inovação Social da UFSM participaram do evento que é destaque em Economia Solidária na América Latina]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>No último final de semana, Santa Maria sediou a 32ª Feira Internacional do Cooperativismo e da Economia Solidária (FEICOOP). O evento, um dos principais no ramo de economia solidária da América Latina, consolida Santa Maria como referência nacional na promoção do desenvolvimento sustentável, da inclusão social e do empreendedorismo coletivo. </p><p>Realizada entre os dias 10 e 12 de julho, a feira reuniu milhares de visitantes, empreendimentos solidários, instituições públicas, organizações sociais e universidades em torno do tema "Construindo a Ecologia Integral frente às Emergências Climáticas". A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Incubadora Social (IS), desempenhou papel estratégico na realização do evento. </p><p>Nesta edição, a programação reuniu mais de 50 atividades formativas, debates, apresentações culturais e espaços de comercialização, promovendo reflexões sobre democracia, agroecologia, sustentabilidade, feminismo, participação popular e justiça climática. A organização da 32ª FEICOOP reforça que a economia solidária representa uma alternativa concreta diante das crises sociais, econômicas e ambientais contemporâneas, destacando a importância da cooperação, da valorização dos territórios e da construção coletiva de soluções para o futuro.</p>		
													<img width="768" height="513" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/DSC0038.JPG-768x513.jpeg" alt="" />													
			<h4>Extensão universitária em destaque</h4>		
		<p><br></p><p>Por meio da atuação integrada da IS/UFSM e do Hub de Inovação Social (Hub IS), a extensão da Universidade contribuiu para a organização do evento e para o fortalecimento de empreendimentos da economia solidária que focam em desenvolvimento, sustentabilidade e transformação social. Desde 2015, a IS/UFSM atua na intermediação do convênio entre a Universidade e a Secretaria Nacional de Economia Solidária, viabilizando a realização da FEICOOP e fortalecendo a articulação entre ensino, pesquisa, extensão e desenvolvimento territorial.&nbsp;</p>
<p>Além do suporte à organização da feira, o Hub IS promove a participação de empreendimentos incubados no evento, criando oportunidades para a comercialização de produtos, a troca de experiências e a ampliação de redes de cooperação. A iniciativa evidencia a extensão universitária como ponte entre o conhecimento produzido na universidade e as demandas da sociedade, contribuindo para a geração de trabalho e renda, a inclusão produtiva e o fortalecimento da economia solidária.</p>
<p>Por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), a UFSM consolida parcerias e alcança a comunidade de diversos modos. Conforme a servidora do Instituto Federal Farroupilha (IFFar) e integrante da PRE, Denise Valduga Batalha, a equipe voltada à extensão participa de todas as etapas que antecedem a FEICOOP, desde a organização do evento até o fortalecimento dos empreendimentos da economia solidária. Para a Universidade, a feira representa um importante espaço de extensão universitária, aproximando a instituição da comunidade e dando visibilidade às ações desenvolvidas pela PRE.&nbsp;</p>		
							Nós acreditamos nessa vertente da economia solidária, porque também somos apoiadores do cooperativismo, do associativismo. Estamos também divulgando o nosso trabalho e a nossa instituição. Por meio, especialmente, da Pró-Reitoria de Extensão, que é o elo com a comunidade, entendemos que a Feira do Cooperativismo é uma importante ferramenta de aproximação e divulgação, inclusive, dos empreendimentos incubados e das produções das nossas [empresas] incubadas. Então, entendemos que é um espaço muito potente para esse momento de aproximação com a comunidade.
														Denise Valduga Batalha
																						Servidora IFFar
			<h5>Fotos do evento</h5>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/DSC0042.JPG-150x150.jpeg" alt="_DSC0042.JPG" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/DSC0043.JPG-150x150.jpeg" alt="_DSC0043.JPG" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/DSC0038.JPG-1-150x150.jpeg" alt="_DSC0038.JPG" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/DSC0040.JPG-150x150.jpeg" alt="_DSC0040.JPG" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/DSC0036.JPG-150x150.jpeg" alt="_DSC0036.JPG" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/DSC0032.JPG-150x150.jpeg" alt="_DSC0032.JPG" /></figure>			
		<p>T<i>exto e fotos: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p><p><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cachoeira do Sul recebe a 22ª Caminhada Internacional na Natureza e consolida maior projeto de turismo rural da Região Central do Rio Grande do Sul </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/20/cachoeira-do-sul-recebe-a-22a-caminhada-internacional-na-natureza-e-consolida-maior-projeto-de-turismo-rural-da-regiao-central-do-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:30:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Caminhada Internacional na Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17037</guid>
						<description><![CDATA[Evento reuniu 206 participantes efetivos, movimentou a economia local, fortaleceu a agricultura familiar e reafirmou o papel do turismo rural como estratégia de desenvolvimento sustentável dos territórios ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":17039,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-16-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A manhã do último domingo (12) foi marcada por integração, natureza, saúde e desenvolvimento territorial em Cachoeira do Sul. A realização da Caminhada Internacional na Natureza – Circuito Trilhas e Trilhos reuniu caminhantes, agricultores familiares, empreendedores locais, instituições parceiras e a comunidade em uma grande mobilização voltada à valorização das potencialidades do meio rural.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Promovida pela Prefeitura Municipal de Cachoeira do Sul, Emater/RS-Ascar e Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio do Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER), a iniciativa representou a 22ª edição dos eventos da Caminhada Internacional na Natureza desde a retomada do projeto, em 2023. Ao longo desse período, a ação alcançou um público estimado de <strong>3.482 caminhantes efetivos</strong>, consolidando-se como o maior projeto de turismo rural da Região Central do Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17041,"width":"512px","height":"342px","scale":"cover","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-17-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Em Cachoeira do Sul, as 300 vagas disponibilizadas para pré-inscrição foram integralmente preenchidas. No dia do evento, compareceram 171 participantes previamente inscritos, aos quais se somaram outros 35 inscritos realizados no local, totalizando <strong>206 caminhantes </strong>credenciados. Juntamente com os 85 integrantes da equipe organizadora, a caminhada alcançou <strong>291 participantes</strong>, evidenciando a força da mobilização comunitária e institucional construída em torno da proposta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O circuito Trilhas e Trilhos levou os participantes a percorrer aproximadamente 10 quilômetros por paisagens rurais do município, incluindo trechos associados à história ferroviária local, áreas de campo aberto e cenários que revelam a diversidade produtiva e cultural de Cachoeira do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17047,"width":"512px","height":"342px","scale":"cover","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-23-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para o prefeito de Cachoeira do Sul, <strong>Leandro Balardin</strong>, a caminhada representa uma oportunidade de promover qualidade de vida, integração social e valorização do patrimônio natural do município. “É uma grande satisfação para Cachoeira do Sul receber a Caminhada Internacional na Natureza. Caminhar é promover saúde, conhecer novos lugares, vivenciar a natureza e fortalecer as amizades. Recebemos participantes de toda a região e celebramos, junto aos nossos parceiros, um projeto que gera resultados importantes para os municípios. Para Cachoeira do Sul, é uma honra integrar essa iniciativa e valorizar a natureza, a convivência e a qualidade de vida.”</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17042,"width":"512px","height":"342px","scale":"cover","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"right"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-18-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O perfil dos participantes demonstra a capacidade de abrangência do projeto. Entre os pré-inscritos, houve predominância feminina, representando 69% do público, além de forte presença de adultos e idosos. As idades variaram entre 10 e 82 anos, evidenciando o caráter inclusivo da atividade e seu potencial de reunir diferentes gerações em torno do contato com a natureza, da prática de atividades físicas e da convivência comunitária.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os participantes estava <strong>Valdete Gomes dos Santos</strong>, de 82 anos, que concluiu o percurso e destacou a experiência vivenciada ao longo da caminhada. “Foi muito bom participar desta caminhada. Gostei de conhecer lugares diferentes e viver essa experiência. Apesar do cansaço, consegui concluir o percurso e fiquei muito feliz por ter participado.”</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A dimensão turística do evento também foi destacada pela extensionista rural <strong>Monique Chaves</strong>, da Emater/RS-Ascar Regional Santa Maria, que ressaltou a oportunidade de apresentar aos visitantes aspectos históricos, culturais e produtivos do município. “O circuito Trilhas e Trilhos proporcionou aos participantes a experiência de percorrer parte dos trilhos ferroviários que marcam a história do município, além de conhecer áreas de campos abertos e aspectos da produção agrícola local. Foi uma oportunidade de conhecer mais sobre a cultura, a história e as potencialidades de Cachoeira do Sul.”</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17043,"width":"512px","height":"342px","scale":"cover","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-19-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao final do percurso, os participantes foram recepcionados no Clube Comercial, onde ocorreu uma programação voltada à valorização da produção local. O espaço reuniu agroindústrias familiares, artesanato, produtos coloniais e demais empreendimentos vinculados à economia rural do município.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph {"align":"left"} -->
<p>A secretária adjunta de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Cachoeira do Sul, <strong>Lívia Lima</strong>, destacou o sucesso da iniciativa e a importância das parcerias construídas para sua realização. “Concluímos com sucesso mais uma edição da Caminhada Internacional na Natureza – Trilhas e Trilhos. Ao final do percurso, os participantes puderam conhecer a Feira da Agricultura Familiar, as agroindústrias, o artesanato e outras expressões da cultura local. Queremos agradecer de coração a presença de todos e esperamos que esta seja a primeira de muitas participações. Também registramos nosso agradecimento à Emater/RS-Ascar e à Universidade Federal de Santa Maria, parceiras fundamentais para a realização deste evento.”</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17044,"width":"512px","height":"342px","scale":"cover","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-20-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A Feira da Agricultura Familiar constituiu um dos principais atrativos da programação. Ao todo, foram reunidos 12 expositores, contemplando agroindústrias familiares, artesãos, produtores de flores, hortaliças, frutas e empreendimentos ligados ao turismo rural. Para o extensionista rural <strong>Luciano Mazuim</strong>, da Emater/RS-Ascar de Cachoeira do Sul, a feira representa uma importante ferramenta de fortalecimento econômico das famílias rurais. “A Feira da Agricultura Familiar é um espaço dedicado à valorização dos agricultores familiares e das agroindústrias do município. Além de oportunizar a comercialização dos produtos, ela contribui para divulgar a produção local aos visitantes e participantes da caminhada, fortalecendo a geração de renda e dando visibilidade aos empreendimentos rurais de Cachoeira do Sul e da região.”</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Os resultados econômicos demonstram a relevância da iniciativa para o município. A comercialização de cafés da manhã, almoços, bebidas e produtos da feira gerou uma movimentação financeira superior a <strong>R$11 mil</strong>, beneficiando diretamente empreendimentos locais e agricultores familiares.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17045,"width":"512px","height":"342px","scale":"cover","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"right"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-21-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Mais do que uma atividade de lazer, os eventos da Caminhada Internacional na Natureza desenvolvidos pelo PROGEATER constituem uma estratégia de desenvolvimento territorial que integra turismo rural, extensão universitária, assistência técnica e valorização da agricultura familiar. A iniciativa contribui diretamente para diversos dos <strong>17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</strong> da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente aqueles relacionados à erradicação da pobreza, segurança alimentar, saúde e bem-estar, trabalho decente, redução das desigualdades, consumo responsável, fortalecimento das comunidades e construção de parcerias para o desenvolvimento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A articulação entre prefeituras municipais, Emater/RS-Ascar, UFSM, associações comunitárias, empreendedores rurais e demais organizações parceiras tem transformado as caminhadas em um instrumento efetivo de valorização dos territórios rurais, promovendo geração de renda, fortalecimento das identidades locais e aproximação entre o meio urbano e o meio rural.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17046,"width":"512px","height":"342px","scale":"cover","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-22-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Os dados de participação, comercialização e demais indicadores apresentados foram coletados e sistematizados por <strong>alunos, docentes e técnicos da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), Unidade Cachoeira do Sul</strong>, durante a realização do evento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao alcançar sua 22ª edição desde 2023, a Caminhada Internacional na Natureza reafirma seu protagonismo no cenário regional e demonstra que o turismo rural pode ser uma poderosa ferramenta de desenvolvimento sustentável, capaz de conectar pessoas, valorizar comunidades e gerar oportunidades para quem vive e produz no campo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para mais informações, os interessados podem acessar as redes sociais do projeto <a href="https://www.instagram.com/caminhadasufsm/">@caminhadasufsm</a> ou na comunidade de avisos do <a href="https://chat.whatsapp.com/Fcw0NoRdHOs93lHhl9bYvU">WhatsApp</a>. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:columns -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":17048,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-24-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":17049,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-25-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- /wp:columns -->
<!-- wp:columns -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":17050,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-26-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":17051,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-27-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- /wp:columns -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Fotos: Gabriel Henning Vestena</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras – Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Oficinas de poda de roseiras promovidas pelo projeto Flores para Todos reúnem mais de 80 participantes na Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/20/oficinas-de-poda-de-roseiras-promovidas-pelo-projeto-flores-para-todos-reunem-mais-de-80-participantes-na-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[dose de ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17058</guid>
						<description><![CDATA[Evento em São João do Polêsine e Silveira Martins também mostrou como fazer mudas com galhos descartados e material reciclável]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Mais de 80 pessoas participaram das oficinas práticas de manejo de inverno em roseiras de jardim promovidas pelo projeto <em>Flores para Todos</em> nos dias 8 e 9 de julho, em São João do Polêsine e Silveira Martins, na região da Quarta Colônia de Imigração Italiana. A iniciativa capacitou moradores sobre técnicas de poda e produção de mudas, incentivando o cultivo de roseiras e o uso de práticas sustentáveis.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17059,"width":"450px","height":"600px","scale":"cover","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Sem-titulo-4-576x1024.jpg" alt="" style="object-fit:cover;width:450px;height:600px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>As atividades foram conduzidas pelo professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do projeto, com o apoio de estudantes de graduação e pós-graduação da Equipe PhenoGlad da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Em São João do Polêsine, a oficina ocorreu na localidade de Vale Vêneto e reuniu 22 participantes de quatro municípios: Restinga Seca, Faxinal do Soturno, São Vicente do Sul e São João do Polêsine. Já em Silveira Martins, a atividade foi realizada nos canteiros de roseiras da Rua Siqueira Couto, com a participação de 64 pessoas dos municípios de Uruguaiana, Santa Maria e Silveira Martins.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo o professor Nereu, julho é o período mais indicado para a poda anual das roseiras, prática essencial para garantir uma floração de qualidade ao longo das estações mais quentes. "Julho é o mês ideal para a poda anual de roseiras. Ensinamos os participantes como podar as roseiras da sua casa de forma profissional para ter uma floração exuberante, uniforme e duradoura desde a primavera até o próximo outono", explica o professor.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17060,"width":"512px","height":"342px","scale":"cover","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"right"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Sem-titulo-5-1024x581.jpg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante as oficinas, os participantes aprenderam técnicas de poda, identificação dos ramos que devem ser retirados e cuidados necessários para fortalecer as plantas. De acordo com o coordenador, embora todos os participantes já cultivassem roseiras em casa, nenhum conhecia o método correto de poda. "Todos os participantes informaram que têm roseiras no jardim de casa, mas nenhum sabia como podar de forma correta. No final, todos aprenderam como proceder à poda e voltaram para casa com a certeza de que agora a farão corretamente", destaca.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17061,"width":"512px","height":"342px","scale":"cover","sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Sem-titulo-6.jpg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Além da poda, as oficinas abordaram a produção de mudas a partir dos galhos retirados durante o manejo. A técnica utiliza materiais recicláveis e de baixo custo, permitindo que os participantes multipliquem as plantas em casa. "Também ensinamos como fazer mudas a partir dos galhos podados utilizando material reciclável e sem custo em casa, reforçando o papel da extensão da UFSM em levar soluções baratas e sustentáveis para o desenvolvimento das comunidades da Quarta Colônia", conclui o professor.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>As oficinas foram promovidas pelas prefeituras de São João do Polêsine e de Silveira Martins, com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, fortalecendo ações de extensão universitária voltadas à qualificação da comunidade e à valorização da jardinagem como prática de cuidado. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto VerdadeiraMente promove ações em saúde mental voltadas para profissionais da Atenção Primária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/17/projeto-verdadeiramente-promove-acoes-em-saude-mental-voltadas-para-profissionais-da-atencao-primaria</link>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:22:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17033</guid>
						<description><![CDATA[Promover informação e aproximar a Universidade da comunidade são as principais frentes de atuação do grupo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>No último mês, o projeto de extensão VerdadeiraMente, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) promoveu capacitações, qualificação de profissionais da Atenção Primária, ações educativas e parcerias com instituições de ensino e serviços de saúde. Com foco em jornalismo e divulgação científica em saúde mental, o grupo amplia o debate sobre saúde mental em diferentes espaços do município.</p><p>A equipe, que tem consolidado parcerias que reforçam a troca de conhecimentos entre a Universidade, profissionais da saúde e a comunidade, realiza formações voltadas a agentes comunitários de saúde e profissionais da Estratégia Saúde da Família. Abordando temas como escuta qualificada, acolhimento e funcionamento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), as atividades buscam oferecer ferramentas para que os participantes possam identificar sinais de sofrimento psíquico, orientar usuários e fortalecer os fluxos de cuidado nos territórios onde atuam.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="348" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/VCCC.JPG-768x348.jpeg" alt="Capacitação desenvolvida em junho pelo projeto." />											<figcaption>Capacitação desenvolvida em junho pelo projeto.</figcaption>
										</figure>
		<p> </p><p>As capacitações também abrem espaço para discutir os desafios enfrentados pelos profissionais que estão diariamente em contato com a população. Entre os temas debatidos estão a sobrecarga emocional, a necessidade de cuidado com quem cuida e a importância da articulação entre os diferentes serviços da rede pública de saúde.</p><p>O grupo atualmente é composto por professores, estudantes e profissionais das áreas da Comunicação e da Saúde. Aliando ensino, pesquisa e extensão de maneira multidisciplinar, o Verdadeiramente produz e divulga informações para além do arco, viabilizando a promoção da saúde mental, a valorização dos profissionais da saúde e o desenvolvimento de iniciativas que geram impacto social. As ações do projeto podem ser acompanhadas por meio do site ou de seu perfil no Instagram. </p><p> </p><p>T<i>exto e fotos: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </i></p><p><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>FATEC publica edital para contratação de profissionais que atuarão na Casa Verônica </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/14/fatec-publica-edital-para-contratacao-de-profissionais-que-atuarao-na-casa-veronica</link>
				<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:16:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17019</guid>
						<description><![CDATA[Estão abertas, até 24 de julho, as inscrições para o processo seletivo da FATEC que irá contratar profissionais das áreas de Psicologia e Direito para atuar na Casa Verônica e no Projeto de Implantação da Política de Igualdade de Gênero da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (FATEC) publicou o edital de processo seletivo para a contratação de profissionais que irão atuar no Projeto de Implantação da Política de Igualdade de Gênero e na Casa Verônica, vinculada ao Observatório de Direitos Humanos (ODH) da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>As inscrições estarão abertas de 10 a 24 de julho de 2026 e deverão ser realizadas conforme as orientações disponíveis na página oficial da FATEC. O edital prevê contratação em regime CLT para os seguintes cargos: </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Analista de Projetos e Ações em Gênero, Direitos Humanos e Enfrentamento às Violências – Área: Psicologia</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Analista de Projetos e Ações em Gênero, Direitos Humanos e Enfrentamento às Violências – Área: Direito. </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Página oficial do edital:<a href="https://www.fatecsm.org.br/processos-seletivos/"> https://www.fatecsm.org.br/processos-seletivos/</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Fortalecimento da Casa Verônica</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A contratação integra as ações de fortalecimento da Casa Verônica, espaço vinculado ao ODH que atua como porta de entrada para demandas relacionadas às violências de gênero e suas interfaces com a saúde mental e à promoção da igualdade de gênero no âmbito da Universidade. Atualmente, a Casa Verônica conta com uma equipe reduzida, composta por uma profissional da área administrativa e um assistente social.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A ampliação da equipe permitirá fortalecer o atendimento à comunidade universitária e consolidar ações voltadas ao enfrentamento das violências de gênero, à promoção dos direitos humanos e ao cuidado em saúde mental. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Atuação dos profissionais</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Os profissionais contratados atuarão no projeto <em>Conecta Saúde Mental</em>, desenvolvendo ações extensionistas, educativas e intersetoriais voltadas à promoção de direitos e ao fortalecimento das respostas institucionais às situações de violência.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre as atividades previstas estão o acolhimento inicial e a escuta qualificada, assim como orientações informativas, encaminhamento à rede de serviços, desenvolvimento de ações formativas, articulação com diferentes setores da Universidade e instituições parceiras, além do apoio à construção e qualificação dos fluxos institucionais de atendimento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em> </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Da extensão ao desenvolvimento territorial: a atuação da UFSM nos Geoparques </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/13/da-extensao-ao-desenvolvimento-territorial-a-atuacao-da-ufsm-nos-geoparques</link>
				<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Quarta Colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16999</guid>
						<description><![CDATA[Da preservação do patrimônio geológico à geração de renda, a Universidade Federal de Santa Maria atua junto às comunidades na construção de estratégias de desenvolvimento sustentável que transformaram dois territórios da região central do Rio Grande do Sul em Geoparques Mundiais da UNESCO]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Quando um território recebe o reconhecimento como Geoparque Mundial da UNESCO, o título reconhece um modelo de desenvolvimento em que patrimônio natural, cultura, educação e participação comunitária caminham juntos para melhorar a qualidade de vida da população. Nesse processo, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) tem desempenhado um papel central na região central do Rio Grande do Sul ao aproximar conhecimento científico, comunidades e poder público por meio da integração entre ensino, pesquisa e extensão.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Atualmente, a região reúne dois territórios reconhecidos pela UNESCO — o Caçapava Geoparque Mundial da UNESCO, certificado em 2022, e o Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO, reconhecido em 2023. A trajetória de ambos está diretamente ligada à atuação da universidade, especialmente por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), que desde 2018 incorporou os Geoparques como uma de suas ações estratégicas de desenvolvimento regional.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Mais do que preservar a chamada "Memória da Terra", conceito utilizado pela UNESCO para definir territórios onde a geodiversidade é protegida e utilizada de forma sustentável, os Geoparques buscam transformar esse patrimônio em oportunidades para as comunidades. O turismo, a gastronomia, o artesanato, a agricultura familiar, a economia criativa e a valorização dos saberes tradicionais passam a integrar uma estratégia que associa conservação ambiental, identidade cultural e desenvolvimento econômico.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Universidade e comunidade construindo o território</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p>A participação da UFSM vai além da produção de pesquisas sobre patrimônio geológico, já que a instituição atua como articuladora de uma ampla rede de cooperação que reúne comunidades locais, administrações municipais, escolas, instituições públicas e privadas, empreendedores e organizações da sociedade civil.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Essa atuação ocorre por meio de projetos extensionistas, pesquisas aplicadas, atividades de ensino, programas de formação, ações educativas e iniciativas voltadas ao fortalecimento das economias locais. A proposta é construir soluções em conjunto com as comunidades, respeitando seus modos de vida, seus conhecimentos tradicionais, sua cultura e suas potencialidades.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Ao integrar diferentes áreas do conhecimento, a universidade contribui para qualificar produtos e serviços, fortalecer o turismo sustentável, incentivar novos empreendimentos, preservar patrimônios naturais e culturais, além de ampliar as possibilidades de permanência dos jovens nos territórios. Ao mesmo tempo, os Geoparques tornam-se espaços privilegiados para o desenvolvimento de projetos acadêmicos, pesquisas científicas e ações extensionistas, fortalecendo a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Caçapava do Sul: uma construção coletiva iniciada em 2018</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:image {"id":17000,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Versao-principal-RGB-fundo-branco-300dpi-1-768x230-1.jpg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph -->
<p>A trajetória do Caçapava Geoparque Mundial da UNESCO começou a ganhar forma em 2018, quando a UFSM iniciou uma série de reuniões com representantes da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), gestores municipais, lideranças locais e instituições parceiras para discutir a construção de uma estratégia integrada de desenvolvimento territorial.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Coordenado pela UFSM em parceria com a Unipampa – Campus Caçapava do Sul, o projeto consolidou uma proposta baseada na valorização do patrimônio geológico, natural e cultural da região. O território abriga sucessões de rochas sedimentares marinhas e continentais com mais de 500 milhões de anos, paisagens de grande relevância científica e beleza cênica, como as Pedras das Guaritas e a Serra do Segredo, além de fósseis da megafauna, especialmente de preguiças-gigantes, e uma rica biodiversidade do Bioma Pampa.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:image {"id":17002,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/layout_site_mapa-1024x768-1.jpg" alt="" />
<figcaption>Reprodução: Caçapava Geoparque  Mundial UNESCO</figcaption>
</figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph -->
<p>O patrimônio natural soma-se à diversidade cultural presente nas comunidades indígenas, quilombolas, pecuaristas familiares e demais grupos que preservam modos de vida tradicionais. Essa integração entre natureza, cultura e participação comunitária constitui um dos pilares do Geoparque.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Em 2019, o trabalho foi ampliado com atividades de sensibilização, mobilização e capacitação junto ao poder público, setor produtivo e comunidades locais. No mesmo período, a UFSM lançou uma chamada interna que financiou oito projetos de extensão voltados exclusivamente ao território. As iniciativas envolveram dezenas de estudantes, docentes, técnicos-administrativos e colaboradores externos, fortalecendo o diálogo entre universidade e sociedade.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Esse conjunto de ações transformou uma rede de cooperação entre universidades, municípios, entidades representativas e comunidades locais, fortalecendo a governança territorial e construindo as bases que levaram ao reconhecimento internacional pela UNESCO em 2022.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Desde então, o Geoparque Caçapava do Sul ampliou suas ações de geoconservação, educação, pesquisa, geoturismo e desenvolvimento regional. Também fortaleceu redes de cooperação nacionais e internacionais e passou a desenvolver iniciativas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, promovendo conservação ambiental, formação de profissionais, valorização da cultura local e geração de oportunidades para a população.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Quarta Colônia: duas décadas de atuação da UFSM</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:image {"id":17001,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Versao-Principal-CMYK-fundo-branco-300dpi-1024x332-1.jpg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph -->
<p>A construção do Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO possui uma trajetória ainda mais longa. Desde o início dos anos 2000, pesquisadores da UFSM desenvolvem estudos e projetos voltados ao patrimônio geológico, paleontológico, ambiental e cultural da região.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Reconhecido pela UNESCO em 2023, o território reúne nove municípios da região central do Rio Grande do Sul — Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá, Nova Palma, Pinhal Grande, Restinga Sêca, São João do Polêsine e Silveira Martins —, ocupando uma área de aproximadamente 2.923 quilômetros quadrados.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Situado entre os biomas Mata Atlântica e Pampa, o território abriga escarpas arenítico-basálticas, rios, cascatas, vales e importantes depósitos fossilíferos do período Triássico, considerados entre os mais relevantes do mundo para os estudos sobre a origem e evolução dos dinossauros. Espécies como <em>Buriolestes schultzi</em>, <em>Bagualosaurus agudoensis</em> e <em>Macrocollum itaquii</em> foram descritas a partir de fósseis encontrados na região.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:image {"id":17004,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/1421-1536x864-2-1024x576.png" alt="" />
<figcaption>Reprodução: Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO</figcaption>
</figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph -->
<p>Entretanto, a riqueza do território vai além da paleontologia. A identidade cultural formada por povos indígenas, comunidades quilombolas e descendentes de imigrantes italianos, alemães e portugueses está presente na arquitetura, gastronomia, festas populares, agricultura e nos saberes tradicionais preservados pelas comunidades.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A universidade foi uma das principais articuladoras do processo de reconhecimento internacional do território, atuando em parceria com o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (CONDESUS), administrações municipais, escolas, empreendedores e organizações locais.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Extensão como ferramenta de desenvolvimento regional</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p>Grande parte dessa atuação é coordenada pela Coordenadoria de Desenvolvimento Regional (CODER), vinculada à Pró-Reitoria de Extensão. A unidade articula uma ampla rede de projetos de ensino, pesquisa e extensão voltados ao fortalecimento das comunidades e à valorização do patrimônio regional.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Entre as iniciativas desenvolvidas estão ações de educação patrimonial, arqueologia, geoconservação, turismo sustentável, agricultura familiar, empreendedorismo, preservação ambiental e formação comunitária.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:image {"id":17007,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/IMG_2093-1-1-768x512-1.jpg" alt="" />
<figcaption>Equipe CODER no V CONECTA TERRITÓRIO IMEMBUY</figcaption>
</figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph -->
<p>Projetos como a Jornada Interdisciplinar de Formação de Professores em Educação Patrimonial aproximam educadores, estudantes e comunidades do patrimônio geológico e cultural da região. Já iniciativas como o Museu Virtual CAPPA ampliam o acesso público às pesquisas desenvolvidas pela universidade e fortalecem a divulgação científica.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A CODER também participa da construção de políticas públicas e programas voltados à inclusão social e ao desenvolvimento econômico, fortalecendo a governança territorial e incentivando a cooperação entre universidades, gestores públicos, empreendedores e lideranças comunitárias.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Qualificação profissional e geração de oportunidades</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p>Entre as iniciativas coordenadas pela universidade destaca-se o Progredir Geoparque Quarta Colônia, lançado em 2022 pela Pró-Reitoria de Extensão em parceria com o CONDESUS e os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) dos nove municípios do território.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Financiado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, o projeto oferece qualificação profissional para pessoas inscritas no Cadastro Único, promovendo formação voltada às áreas de cultura, turismo, empreendedorismo e desenvolvimento territorial.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Registrado como projeto de extensão da UFSM, o Progredir vai além da oferta de cursos. A iniciativa fortalece redes locais, incentiva o empreendedorismo, amplia oportunidades de geração de renda e demonstra como a universidade pública pode atuar diretamente na construção de políticas voltadas ao desenvolvimento social.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Bastidores da revalidação: articulação institucional e mobilização comunitária preparam territórios para avaliação da UNESCO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/13/bastidores-da-revalidacao-articulacao-institucional-e-mobilizacao-comunitaria-preparam-territorios-para-avaliacao-da-unesco</link>
				<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:30:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Quarta Colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16992</guid>
						<description><![CDATA[Encontros promovidos pela UFSM ao longo dos últimos meses mostram que a missão de revalidação é resultado de um trabalho permanente de fortalecimento dos Geoparques Caçapava e Quarta Colônia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os dias 15 e 19 de julho, os Geoparques Mundiais da UNESCO Caçapava e Quarta Colônia receberão a visita dos avaliadores internacionais responsáveis pela missão de revalidação do selo concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Embora a visita aconteça em poucos dias, a preparação começou muito antes. Reuniões estratégicas, ações de extensão e encontros com a comunidade marcaram os últimos meses e demonstram que a manutenção do reconhecimento internacional é construída de forma contínua, por meio da articulação entre universidade, gestores, pesquisadores, empreendedores e moradores do território.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Articulação institucional fortalece preparação</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Um dos marcos dessa preparação ocorreu em 20 de maio, quando a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) sediou uma reunião voltada ao fortalecimento das ações de apoio institucional aos geoparques da Região Central do Rio Grande do Sul. O encontro reuniu representantes da Universidade, pesquisadores, gestores e integrantes dos Geoparques Caçapava e Quarta Colônia para alinhar estratégias e reforçar o compromisso coletivo com a missão de revalidação.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante a reunião, foram discutidas as ações desenvolvidas pelos territórios desde a última avaliação da UNESCO e o papel da universidade na consolidação das iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável. Também foram reforçadas as parcerias entre diferentes setores envolvidos na gestão dos geoparques, evidenciando que a revalidação depende de uma atuação integrada e permanente.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:columns -->
<div class="wp-block-columns"><!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":16993,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-13.jpeg" alt="" class="wp-image-16993" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto por Giovana Fernandes – área de Comunicação no Geoparque Quarta Colônia Mundial da UNESCO. </em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></div>
<!-- /wp:column -->

<!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":16994,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-14.jpeg" alt="" class="wp-image-16994" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto por Giovana Fernandes – área de Comunicação no Geoparque Quarta Colônia Mundial da UNESCO. </em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></div>
<!-- /wp:column --></div>
<!-- /wp:columns -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Participaram representantes da Subdivisão de Geoparques da UFSM, vinculado à Coordenadoria de Desenvolvimento Regional (CODER), pesquisadores que integram os comitês científicos dos geoparques, gestores das duas iniciativas, além de representantes da Diretoria de Relações Internacionais e da Pró-Reitoria de Extensão (PRE/UFSM).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Encontro em Caçapava do Sul</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Poucos dias depois, em 22 de maio, a preparação ganhou as ruas com o Encontro com o Geoparque Caçapava, realizado em parceria entre a Subdivisão de Geoparques da UFSM, a Universidade Federal do Pampa (Unipampa) — Campus Caçapava do Sul — e a coordenação do Geoparque Caçapava.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O evento foi planejado para aproximar a população do conceito de Geoparque Mundial da UNESCO e esclarecer como funciona o processo de revalidação. Cerca de 50 pessoas participaram da atividade, entre moradores, artesãos, agricultores familiares, empreendedores, lideranças comunitárias e representantes de instituições.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":16995,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-11.36.26-2-768x412-1.jpeg" alt="" class="wp-image-16995" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por Patricia Freitas e Bibiana Toniazzo </figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante o encontro, representantes do Geoparque apresentaram os avanços conquistados desde a última missão de avaliação, destacando que a manutenção do reconhecimento internacional depende diretamente do envolvimento da comunidade. Além das palestras, a programação contou com ações de integração, incentivo à economia criativa, apresentação de empreendimentos parceiros, como o Sítio Chaleira Preta, e a realização da Geofeira, que valorizou a produção local por meio da gastronomia e do artesanato.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A atividade também celebrou os três anos da certificação do Caçapava Geoparque Mundial da UNESCO, reforçando o sentimento de pertencimento da população em relação ao território.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ivorá reúne comunidade da Quarta Colônia</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A mobilização continuou no dia 21 de junho, quando a Praça Central de Ivorá recebeu o Encontro com o Geoparque Quarta Colônia, realizado durante a Temporada de Inverno do município. A iniciativa reuniu aproximadamente 150 pessoas entre moradores, visitantes, empreendedores, gestores públicos e representantes dos municípios que compõem o território.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:columns -->
<div class="wp-block-columns"><!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":16996,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-09.40.04-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA-1024x771-1.jpeg" alt="" class="wp-image-16996" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fotos por Patricia Freitas, Victor Maffini e Eduarda Brum</em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></div>
<!-- /wp:column -->

<!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":16997,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-09.40.13-1-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA-1024x771-1.jpeg" alt="" class="wp-image-16997" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fotos por Patricia Freitas, Victor Maffini e Eduarda Brum</em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></div>
<!-- /wp:column --></div>
<!-- /wp:columns -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O objetivo foi ampliar o diálogo entre o Geoparque e a comunidade, apresentar o significado do reconhecimento concedido pela UNESCO e explicar como acontece a missão de revalidação. Durante a programação, representantes da equipe técnica esclareceram dúvidas da população, apresentaram as ações desenvolvidas ao longo dos últimos anos e destacaram que a participação da comunidade constitui um dos principais critérios observados pelos avaliadores internacionais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As atividades também envolveram crianças e famílias, com oficinas de educação patrimonial, pintura de fósseis, sorteios e espaços de divulgação dos empreendimentos locais por meio da Geofeira, aproximando diferentes públicos do patrimônio geológico, histórico, cultural e natural da Quarta Colônia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma construção permanente</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As ações realizadas ao longo dos últimos meses demonstram que a revalidação representa o resultado de um processo permanente de construção coletiva. A certificação da UNESCO considera aspectos como gestão, conservação do patrimônio, educação, turismo sustentável, participação social e desenvolvimento econômico, fatores que exigem trabalho contínuo entre diferentes instituições e a população.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nesse contexto, a atuação da UFSM, por meio da PRE, da CODER e da Subdivisão de Geoparques, busca fortalecer as redes de cooperação, ampliar o acesso da comunidade às informações sobre os geoparques e incentivar o protagonismo dos moradores na valorização de seus territórios.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O que é a missão de revalidação da UNESCO? Entenda como funciona o processo que garante a qualidade dos Geoparques Globais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/08/o-que-e-a-missao-de-revalidacao-da-unesco-entenda-como-funciona-o-processo-que-garante-a-qualidade-dos-geoparques-globais</link>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:17:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Quarta Colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16923</guid>
						<description><![CDATA[Realizada a cada quatro anos, a missão de revalidação vai muito além da visita de especialistas ao território. O processo inicia mais de um ano antes e envolve produção de documentos, autoavaliação, análise técnica e avaliação em campo para verificar se o geoparque continua cumprindo os critérios internacionais da UNESCO.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-ac56f735-7fff-22e5-c9e5-9308463ee9bb" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Quando um Geoparque Global da UNESCO recebe a visita de avaliadores internacionais, é comum que a missão seja vista como uma espécie de "prova final" capaz de definir o futuro do território em poucos dias. No entanto, os documentos oficiais da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) revelam que essa percepção está longe da realidade.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A missão de revalidação é apenas uma das etapas de um processo técnico, planejado e contínuo, que acompanha o trabalho desenvolvido pelos geoparques ao longo de quatro anos. O objetivo não consiste apenas em avaliar o patrimônio geológico da área, mas verificar se o território mantém uma gestão capaz de promover conservação, educação, pesquisa científica, desenvolvimento sustentável e participação das comunidades locais.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Muito mais que uma inspeção pontual, a revalidação funciona como um mecanismo internacional de monitoramento da qualidade dos Geoparques Globais da UNESCO, assegurando que o reconhecimento continue representando excelência na gestão do patrimônio geológico.</p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">O que é um Geoparque Mundial da UNESCO?</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Os Geoparques Mundiais da UNESCO são territórios que possuem patrimônio geológico de relevância internacional, adotando um modelo de gestão baseado na conservação, na educação e no desenvolvimento sustentável.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Ao contrário de unidades de conservação tradicionais, os geoparques não buscam somente proteger áreas naturais. Em vez disso, procuram integrar ciência, cultura, turismo, economia e participação social, utilizando a geodiversidade como elemento capaz de impulsionar o desenvolvimento do território.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Por isso, o reconhecimento concedido pela UNESCO não depende exclusivamente da importância geológica da região, já que a organização avalia também a forma como esse patrimônio é administrado, divulgado e compartilhado com a população.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O título representa um compromisso permanente. Assim, para manter a relação com a Rede Global de Geoparques, cada território precisa demonstrar periodicamente que continua atendendo aos critérios internacionais estabelecidos pela UNESCO.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt">Um reconhecimento que exige compromisso permanente</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Receber o título de Geoparque Global da UNESCO não significa obter um reconhecimento definitivo. Desde sua criação, o programa estabelece que todos os territórios certificados devem passar por um novo processo de avaliação a cada quatro anos.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Essa exigência está diretamente relacionada ao conceito que orienta os geoparques. Para a UNESCO, não basta que uma região possua sítios geológicos de relevância internacional. É necessário demonstrar que esse patrimônio é protegido, utilizado para fins educativos e científicos de maneira integrada às estratégias de desenvolvimento sustentável do território.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Desse modo, a revalidação verifica se o geoparque continua cumprindo os compromissos assumidos quando recebeu o reconhecimento internacional, avaliando se as ações implementadas nos últimos anos produziram resultados concretos tanto para a população quanto para a conservação do patrimônio.</p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Como funciona o processo de revalidação</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A revalidação ocorre a cada quatro anos e tem como finalidade verificar se o geoparque continua desempenhando suas funções de maneira eficaz.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O processo busca responder uma pergunta central: o território mantém os princípios que justificaram seu reconhecimento como Geoparque Mundial da UNESCO?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Para responder a essa questão, a organização realiza uma análise ampla da gestão do território a partir de aspectos científicos, ambientais, culturais, educacionais, sociais e econômicos. A missão em campo é apenas uma parte desse trabalho.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt">A preparação começa muito antes da chegada dos avaliadores</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Um dos principais equívocos sobre a missão de revalidação é imaginar que os especialistas chegam ao território para realizar uma avaliação surpresa. Na prática, o processo começa aproximadamente um ano antes da visita técnica.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O primeiro passo é o envio de um resumo institucional do geoparque à Secretaria da UNESCO até o final de julho do ano anterior à revalidação. Em seguida, a equipe gestora inicia a elaboração de um relatório de progresso, documento que apresenta detalhadamente todas as ações desenvolvidas desde a última avaliação.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Esse relatório, limitado a 25 páginas, deve ser encaminhado até 31 de janeiro do ano da missão. Além dele, o geoparque precisa preencher dois formulários oficiais: o Formulário A, de Autoavaliação, e o Formulário B, de Avaliação do Progresso.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Esses documentos funcionam como uma prestação de contas. Neles, a gestão apresenta evidências das atividades realizadas, dos investimentos, das parcerias estabelecidas e das ações desenvolvidas nas diferentes áreas de atuação do geoparque. Somente após a análise dessa documentação ocorre a visita dos avaliadores internacionais.</p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Quem são os avaliadores</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A missão é conduzida por dois especialistas credenciados pela UNESCO, selecionados a partir de uma lista internacional de avaliadores.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Esses profissionais possuem experiência em áreas específicas, como patrimônio geológico, geoconservação, gestão territorial, turismo sustentável, educação, desenvolvimento regional e meio ambiente.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Sua função não é atuar como fiscais, mas verificar se o território continua atendendo aos padrões internacionais definidos para os Geoparques Mundiais.</p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">O que acontece durante a missão</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Durante vários dias, os avaliadores percorrem diferentes regiões do território. Eles visitam geossítios, centros de visitantes, museus, trilhas interpretativas, escolas, projetos de educação ambiental, empreendimentos turísticos, centros culturais e iniciativas comunitárias.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Também participam de reuniões institucionais e conversam com gestores, pesquisadores, professores, estudantes, representantes do poder público, empresários, artesãos, produtores locais, condutores de turismo e moradores.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Esses encontros permitem compreender como o geoparque está inserido no cotidiano da população e como diferentes setores participam da construção do território.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">No caso do Caçapava Geoparque Mundial da UNESCO, por exemplo, a missão representa uma oportunidade para demonstrar como universidades, escolas, comunidades, empreendedores, associações, órgãos públicos e instituições parceiras trabalham de forma integrada na valorização do patrimônio geológico e cultural da região.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt">O que a UNESCO avalia</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Embora o patrimônio geológico seja a base para a criação de um geoparque, ele representa apenas um dos aspectos considerados durante a revalidação.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Os avaliadores analisam se a gestão conseguiu transformar esse patrimônio em um instrumento de desenvolvimento territorial.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Entre os principais critérios observados estão:</p><ul style="margin-top: 0;margin-bottom: 0;padding-inline-start: 48px"><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">conservação e proteção do patrimônio geológico;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">qualidade da gestão administrativa e financeira;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">desenvolvimento de programas de educação e divulgação científica;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">incentivo à pesquisa científica;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">promoção do geoturismo sustentável;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">participação das comunidades locais;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">valorização do patrimônio cultural associado à geodiversidade;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">fortalecimento da economia local;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">ações voltadas ao desenvolvimento sustentável;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">cooperação com outros geoparques nacionais e internacionais;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 12pt" role="presentation">atendimento às recomendações feitas na última avaliação.</p></li></ul><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Na missão de campo, dois avaliadores credenciados pela UNESCO percorrem o território para verificar se as informações apresentadas nos documentos correspondem à realidade. Durante a visita, eles conhecem geossítios, centros de visitantes, museus, escolas, empreendimentos turísticos, projetos comunitários e iniciativas desenvolvidas em parceria com instituições públicas e privadas.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Também conversam com gestores, pesquisadores, representantes do poder público, empreendedores e moradores envolvidos nas atividades do geoparque.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt">Muito além da geologia</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Os documentos oficiais deixam claro que a avaliação não se limita aos aspectos científicos. A UNESCO considera que um Geoparque Global deve utilizar seu patrimônio geológico como ferramenta para promover educação, fortalecer a identidade cultural, incentivar a geração de renda, estimular o turismo responsável e contribuir para o desenvolvimento sustentável das comunidades.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Por isso, durante a revalidação, são observados projetos educativos, atividades com escolas, ações de comunicação, iniciativas de inclusão social, programas de conservação ambiental e estratégias de valorização da cultura local. Em outras palavras, o território é analisado como um conjunto de políticas e ações integradas, e não apenas como uma área de interesse geológico.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt">Os três possíveis resultados</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Após a missão, os avaliadores elaboram um relatório técnico que será analisado pelo Conselho dos Geoparques Globais da UNESCO. O processo pode resultar em três classificações.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 14pt;margin-bottom: 0pt">Cartão Verde</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O Cartão Verde confirma que o geoparque continua atendendo aos critérios internacionais. Nesse caso, o reconhecimento é renovado por mais quatro anos, permitindo que o território continue integrando a Rede Global de Geoparques da UNESCO.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 14pt;margin-bottom: 0pt">Cartão Amarelo</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Quando os avaliadores identificam fragilidades ou aspectos que precisam ser aprimorados, o geoparque recebe um Cartão Amarelo. Isso não significa perda do título.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O reconhecimento é mantido, mas a gestão recebe um prazo de dois anos para implementar as melhorias indicadas pela UNESCO. Ao final desse período, uma nova avaliação verificará se as recomendações foram atendidas.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 14pt;margin-bottom: 0pt">Cartão Vermelho</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Caso o território continue sem cumprir os critérios após o período concedido pelo Cartão Amarelo, a UNESCO poderá emitir um Cartão Vermelho.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Nessa situação, o geoparque perde o reconhecimento como Geoparque Global da UNESCO.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt">A qualidade depende de melhoria contínua</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O processo de revalidação demonstra que a certificação concedida pela UNESCO não representa um ponto de chegada, mas um compromisso permanente.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Desde a fase de candidatura, os territórios são orientados a realizar autoavaliações, consultar geoparques já reconhecidos, participar das redes internacionais e reunir evidências de que cumprem os critérios exigidos. Depois da conquista do título, o acompanhamento continua por meio de relatórios periódicos, missões de avaliação e monitoramento constante.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Essa lógica incentiva a melhoria contínua da gestão e garante que o reconhecimento internacional esteja associado a resultados concretos para a conservação do patrimônio geológico e para o desenvolvimento das comunidades.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </p><p> </p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>MIGRAIDH PROMOVE CINE-DEBATE SOBRE MIGRAÇÃO E REFÚGIO EM SANTA MARIA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/07/migraidh-promove-cine-debate-sobre-migracao-e-refugio-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 18:12:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16918</guid>
						<description><![CDATA[A obra exibida, intitulada Encruzilhada, traz a perspectiva de refugiados e imigrantes sobre sua própria trajetória
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">No último dia 26, o Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional da UFSM (MIGRAIDH) promoveu um cine-debate em alusão à Semana Estadual do Migrante e ao Dia Mundial do Refugiado. Sediado  no Complexo Multicultural Antiga Reitoria, o evento contou com a exibição do documentário Encruzilhada.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Com duração de 20 minutos, a produção apresenta uma narrativa construída a partir de retratos sensoriais que entrelaçam histórias de imigrantes e refugiados. O documentário aborda temas como solidão, saudade e travessia, transformando experiências individuais em uma reflexão coletiva sobre os deslocamentos humanos contemporâneos.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Na ocasião, foi lançada também uma <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/563/2026/06/Mini_cartilha_Migraidh_2026.pdf">minicartilha</a> impressa, produzida para facilitar o acesso a informações e orientar migrantes e refugiados sobre seus direitos e os serviços disponíveis em Santa Maria. A iniciativa busca promover o diálogo intercultural, ampliar o acesso à informação e valorizar as contribuições das comunidades migrantes e refugiadas para o desenvolvimento local.</p><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->
<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->
<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->		
													<img width="768" height="373" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/CINE-768x373.jpg" alt="" />													
			<h4>MIGRAIDH como aliado</h4>		
		<p> </p>
<p>Instituída pela Lei Ordinária Estadual nº 15.367, a Semana Estadual do Migrante no Rio Grande do Sul tem sua programação organizada pelo Governo do Estado em conjunto com o Comitê Estadual de Atenção a Migrantes, Refugiados, Apátridas e Vítimas de Tráfico de Pessoas (COMIRAT/RS). O MIGRAIDH, como representante da sociedade civil no Comitê, desenvolve diversas práticas extensionistas, como cursos de formação, palestras, rodas de conversa, grupos de estudo e um clube de leitura voltado às temáticas migratórias. </p>
<p>O cine-debate foi proposto como um momento de reflexão sobre a realidade de migrantes e refugiados no Rio Grande do Sul para ampliar esse debate e aproximar a comunidade do tema. De acordo com a professora Liliane Dutra Brignol, coordenadora do grupo, o objetivo foi convidar tanto a comunidade acadêmica quanto o público externo a participar das discussões e ampliar o diálogo sobre migração e refúgio, sensibilizando a sociedade e fortalecendo as redes de acolhimento e integração</p>
<p>A professora pontua, que, historicamente, o Rio Grande do Sul tem uma forte relação com os processos migratórios, característica que se reforçou com os fluxos migratórios mais recentes. “A celebração também representa um espaço de reivindicação pelo fortalecimento das políticas públicas voltadas à população migrante e refugiada, além de destacar o protagonismo dessas pessoas nos setores cultural, político, social e econômico no estado”, afirma.</p>
<p>O grupo pretende, para o próximo semestre, expandir as rodas de conversa para além do núcleo estudantil da Universidade. A ideia é envolver pessoas atendidas pelos serviços de assessoria jurídica gratuita, que conta com atendimento semanal mediante agendamento.</p>		
			<h4><p>Um outro olhar sobre a diáspora</p><br></h4>		
		<p>O documentário, realizado pela<i> Oito e Meio Filmes</i>, dos cineastas Natália Pimentel e Fredericco Restori, surgiu a partir da vontade de abordar a vida de imigrantes refugiados no Rio Grande do Sul para além de rótulos. O projeto, contemplado pela Lei Paulo Gustavo em 2023, foi concluído no final de 2025 e começou a circular neste ano. </p>
<p>Natalia, que atua também como professora de Português como Língua de Acolhimento (PLAc) em projetos e instituições, afirma que ainda há muito racismo e xenofobia no modo como essas pessoas são vistas e tratadas. Ela menciona, ainda, a barreira linguística, a saudade da família e a diferença cultural como alguns dos obstáculos. </p>
<p>A diretoria pontua que ações como o documentário e as atividades do MIGRAIDH são essenciais para quebrar estereótipos e mostrar quem os refugiados e migrantes são para além dos desafios que enfrentam. Ela destaca que, especialmente no âmbito da cultura, onde as obras com essa temática costumam prezar a perspectiva da miséria e dos desafios, alguns estereótipos estão muito presentes.</p>		
							Nada que fizermos vai superar a experiência tão forte que foi essa produção. Eu digo que existe uma Natalia antes e depois do Encruzilhada. Sempre falo que tive a felicidade de ter a confiança dessas pessoas, de ter entrado em suas casas e conhecer suas histórias. Sou privilegiada por manter essas pessoas na minha vida. Elas conseguiram mudar minha vida por completo, desde a forma como me enxergo como mulher, mãe, profissional, como ser humano. Então, nosso objetivo foi mostrar que há muito mais do que os desafios, que essas pessoas são muito corajosas por saírem de suas terras, com costumes e valores muito diferentes, muitas vezes. Quisemos mostrar o que elas são apesar da dor.
														Natália Pimentel 
																						Atriz, cineasta e produtora
		<p><em>Texto e foto: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).<br /></em></p>
<p><em>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Caminhada Internacional na Natureza reúne 182 participantes em Mata e consolida maior projeto de turismo rural da Região Central do RS </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/06/caminhada-internacional-na-natureza-reune-182-participantes-em-mata-e-consolida-maior-projeto-de-turismo-rural-da-regiao-central-do-rs</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:56:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Caminhada Internacional na Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16898</guid>
						<description><![CDATA[Circuito “Cidade da Pedra que Já Foi Madeira” chega à 21ª edição e já mobilizou mais de 3,2 mil participantes desde 2023]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A cidade de Mata (RS) viveu mais um sábado de integração, saúde, turismo e valorização do meio rural. No dia 27 de junho de 2026, a <strong>Caminhada Internacional na Natureza – Circuito Cidade da Pedra que Já Foi Madeira</strong> reuniu <strong>182 participantes efetivos</strong> em um percurso de <strong>15 quilômetros de nível moderado</strong>, percorrendo paisagens rurais, estradas do interior e locais que ajudam a contar a história geológica de um dos municípios mais singulares do Brasil.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A atividade marcou a <strong>21ª edição do Projeto Caminhadas Internacionais na Natureza</strong>, desenvolvido pelo <strong>Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER)</strong> da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em parceria com a Prefeitura Municipal de Mata, Emater/RS-Ascar, Associação Turística Caminhos dos Fósseis e diversas entidades locais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":16914,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-12-1024x577.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao longo do percurso, os participantes tiveram a oportunidade de contemplar cenários naturais, conhecer aspectos da cultura local e vivenciar uma experiência que une atividade física, lazer, educação ambiental e turismo rural. O circuito percorreu áreas que evidenciam a riqueza paleobotânica do município, reconhecido nacionalmente pelos fósseis vegetais petrificados que inspiram o nome “Cidade da Pedra que Já Foi Madeira”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para muitos participantes, a caminhada representa uma oportunidade de conhecer novos lugares e viver experiências que vão além do turismo convencional. "Eu adoro essas caminhadas. Acho que essa aqui está maravilhosa. Tem bastante variação de terreno, está tranquila de fazer e muito bonita. Foi uma experiência muito boa", destacou a caminhante <strong>Luciana Silveira Flôres</strong>, de Santa Maria.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A hospitalidade da comunidade local também foi um dos pontos altos do evento. Moradores, agricultores, voluntários e instituições trabalharam conjuntamente para receber os visitantes e proporcionar uma experiência acolhedora aos caminhantes. "Adoro participar das caminhadas. É muito bom caminhar, encontrar as pessoas e aproveitar as belezas do nosso município", comentou <strong>Zelina de Freitas</strong>, moradora de Mata.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Além dos benefícios à saúde e ao bem-estar, a caminhada também gerou impactos econômicos importantes para o município. Foram comercializados <strong>79 cafés da manhã</strong>, <strong>160 almoços</strong>, além de bebidas e produtos locais, resultando em uma <strong>movimentação financeira estimada de R$ 10.585,00</strong>. O evento envolveu diretamente <strong>18 pessoas na organização</strong>, <strong>12 moradores da comunidade rural</strong>, além de agroindústrias, artesãos e empreendedores locais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Os resultados de Mata somam-se a uma trajetória que vem transformando o turismo rural na Região Central do Rio Grande do Sul. Desde 2023, o projeto já realizou <strong>21 caminhadas</strong>, mobilizando <strong>3.276 participantes efetivos</strong>, envolvendo <strong>1.057 pessoas na organização e nas comunidades locais</strong>, promovendo a comercialização de <strong>1.494 cafés da manhã</strong> e <strong>2.949 almoços</strong>, além da participação de <strong>171 expositores de agroindústrias familiares e artesanato</strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Os números demonstram que a iniciativa ultrapassou a condição de evento turístico para se tornar uma estratégia de desenvolvimento territorial. Ao conectar universidade, extensão rural, poder público, agricultores, empreendedores e visitantes, o projeto fortalece a economia local, amplia a visibilidade dos municípios e valoriza o patrimônio natural, cultural e histórico do interior gaúcho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Mais do que percorrer trilhas, os participantes caminham por histórias, paisagens e comunidades que ajudam a construir uma nova visão sobre o meio rural. Em Mata, essa experiência ganhou um significado especial ao unir natureza, paleontologia, cultura e hospitalidade em um único percurso.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Acompanhe as próximas caminhadas</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Novas edições já estão sendo planejadas em diferentes municípios da Região Central do Rio Grande do Sul. Para acompanhar as próximas inscrições, conferir fotos e vídeos dos eventos e conhecer novos roteiros de turismo rural, siga o Instagram <strong>@caminhadasufsm</strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para mais informações, os interessados podem acessar as redes sociais do projeto <a href="https://www.instagram.com/caminhadasufsm/">@caminhadasufsm</a> ou na comunidade de avisos do <a href="https://chat.whatsapp.com/Fcw0NoRdHOs93lHhl9bYvU">WhatsApp</a>. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2>Fotos do Evento </h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:columns -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":16904,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-2-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":16905,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-3-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- /wp:columns -->
<!-- wp:columns -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":16906,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-4-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":16907,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-5-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- /wp:columns -->
<!-- wp:columns -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":16908,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-6-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":16909,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-7-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- /wp:columns -->
<!-- wp:columns -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":16910,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-8-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":16911,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-9-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- /wp:columns -->
<!-- wp:columns -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":16912,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-10-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":16913,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-11-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- /wp:columns -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Viva o Campus celebra o Dia do Rock com música, ciência e lazer na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/06/viva-o-campus-celebra-o-dia-do-rock-com-musica-ciencia-e-lazer-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 15:32:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16884</guid>
						<description><![CDATA[O rock será a trilha sonora de uma tarde de ciência, cultura e lazer na UFSM, neste domingo (12)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Em comemoração ao <strong>Dia Mundial do Rock</strong>, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), através da Coordenadoria de Cultura e Arte (CC), promove, no próximo domingo, <strong>12 de julho</strong>, uma edição especial do <strong>Viva o Campus Dia do Rock</strong>. O evento acontece das <strong>14h às 18h</strong>, com atividades gratuitas e abertas à comunidade no Campus Sede da UFSM. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação reúne atrações para todas as idades, combinando música, ciência, educação e lazer em uma tarde de integração entre a Universidade e a comunidade. O destaque fica por conta da apresentação da banda <strong>Venice Queens</strong>, às <strong>16h30</strong>, no Largo do Planetário, trazendo um repertório repleto de clássicos do rock para celebrar a data. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Além da atração musical, o público poderá visitar os espaços parceiros do Viva o Campus. O <strong>Planetário da UFSM </strong>estará aberto das 14h às 18h com a exposição <strong>Céus do Sul </strong>e sessões de cúpula ao longo da tarde. O <strong>Jardim Botânico </strong>receberá visitantes para conhecer a exposição de animais taxidermizados, o telhado verde, o jardim sensorial, a horta mandala e a nova <strong>Pracinha Quintal dos Brotos</strong>. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Também integram a programação a <strong>Mostra Morfo</strong>, no Prédio 19, apresentando atividades relacionadas às Ciências Morfológicas, e a <strong>Polifeira do Agricultor</strong>, instalada no Largo do Planetário com produtos da agricultura familiar. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Realizado desde 2014, o Viva o Campus busca aproximar a comunidade da Universidade por meio de experiências culturais, científicas, educativas e de convivência. A edição especial em homenagem ao Dia do Rock convida o público a aproveitar uma tarde ao ar livre, celebrando a música e conhecendo os diferentes espaços e projetos da UFSM. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Programação</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Atração artística</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>16h30 </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Largo do Planetário </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Banda Venice Queens </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Parceiros permanentes </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>Planetário da UFSM </strong>– 14h às 18h </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Exposição: </strong><em>Céus do Sul </em></li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sessões de Cúpula</strong>:</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>14h30 – Universo </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>15h30 – O Mundo Virtual de Arthur </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>16h30 – A Questão da Vida </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Jardim Botânico </strong>– 14h às 18h </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Visita livre à exposição de animais taxidermizados;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Telhado verde; </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Jardim sensorial; </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Horta mandala; </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Pracinha Quintal dos Brotos. </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Mostra Morfo </strong>– 14h às 18h </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Mostra de Ciências Morfológicas </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Prédio 19 </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Polifeira do Agricultor </strong>– 14h às 18h</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li> Largo do Planetário</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/11.jpg" alt="1(1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/3.jpg" alt="3" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/4.jpg" alt="4" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/5.jpg" alt="5" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/6.jpg" alt="6" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/7.jpg" alt="7" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/8.jpg" alt="8" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/2.jpg" alt="2" /></figure>			
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Caminhada Internacional na Natureza chega a Cachoeira do Sul e fortalece o maior projeto de turismo rural da Região Central do Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/03/caminhada-internacional-na-natureza-chega-a-cachoeira-do-sul-e-fortalece-o-maior-projeto-de-turismo-rural-da-regiao-central-do-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 18:05:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Caminhada Internacional na Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16837</guid>
						<description><![CDATA[Evento une turismo rural, agricultura familiar, saúde, esporte, cultura e sustentabilidade em uma iniciativa alinhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:columns -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":16839,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-768x1024.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":16840,"width":"436px","height":"auto","aspectRatio":"0.7047975168357808","sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-1-722x1024.jpeg" alt="" style="aspect-ratio:0.7047975168357808;width:436px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- /wp:columns -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>No próximo dia <strong>12 de julho de 2026</strong>, Cachoeira do Sul receberá uma das mais importantes iniciativas de turismo rural do Rio Grande do Sul: a <strong>Caminhada Internacional na Natureza – Trilhas e Trilhos</strong>, um evento que integra pessoas, comunidades rurais, patrimônio histórico, agricultura familiar e conservação ambiental em uma experiência única de contato com a natureza. A programação acontecerá a partir das 7h, com concentração no <strong>Clube Comercial – Sede Campestre</strong>, e contará com um percurso de aproximadamente 10 quilômetros por cenários rurais e históricos do município.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Reconhecida como o <strong>maior projeto de turismo rural da Região Central do RS</strong>, a Caminhada Internacional na Natureza vem promovendo, desde 2023, a valorização dos territórios rurais por meio da geração de renda, do fortalecimento das comunidades locais e da promoção da qualidade de vida. Nas 21 edições realizadas na região, mais de <strong>3.276 caminhantes</strong> participaram das atividades, movimentando a economia local através da comercialização de cafés coloniais, almoços, artesanato e produtos da agricultura familiar.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A iniciativa é promovida pela <strong>Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</strong>, por meio do Programa de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER), em parceria com a <strong>Emater/RS-Ascar</strong>, prefeituras municipais e organizações locais. Em Cachoeira do Sul, a realização conta com o protagonismo da Prefeitura Municipal e diversas entidades parceiras.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Conectando os 17 ODS através do turismo rural</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Muito mais do que uma caminhada, o projeto está diretamente alinhado aos <strong>17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</strong> da Organização das Nações Unidas (ONU), contribuindo para a geração de trabalho e renda, a segurança alimentar, a saúde e o bem-estar, a igualdade de oportunidades, a valorização da cultura local, o fortalecimento das comunidades rurais e a conservação dos recursos naturais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A atividade promove o desenvolvimento rural sustentável ao incentivar o consumo de produtos locais, apoiar agricultores familiares, estimular práticas de turismo responsável e aproximar a população urbana das realidades do meio rural. A proposta demonstra, na prática, como o turismo pode ser uma ferramenta de transformação social, econômica e ambiental.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>História, natureza e patrimônio em um único percurso</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O roteiro "Trilhas e Trilhos" foi planejado para proporcionar aos participantes uma verdadeira imersão na paisagem e na história cachoeirense. Durante o trajeto, os caminhantes percorrerão estradas rurais, trilhas e locais que remetem à memória ferroviária que ajudou a construir a identidade do município.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os destaques do percurso estão:</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>Ponte Seca</strong>, um dos cartões-postais de Cachoeira do Sul;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Aeródromo Nero Moura</strong>, ponto de apoio e contemplação;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Trilhas e estradas rurais cercadas por campos, vegetação nativa e paisagens típicas da Região Central do estado;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Áreas que preservam a memória histórica e cultural do município;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Espaços de convivência que revelam a hospitalidade e as tradições das comunidades rurais.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao longo do percurso, os participantes poderão contemplar paisagens naturais, registrar fotografias, conhecer histórias locais e vivenciar uma experiência de conexão com o patrimônio cultural e ambiental de Cachoeira do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":16841,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-1024x655.jpg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Agricultura familiar e economia local em evidência</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Um dos principais objetivos da Caminhada Internacional na Natureza é fortalecer a agricultura familiar e gerar oportunidades econômicas para as comunidades rurais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Além da caminhada, os participantes terão acesso a:</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Café da manhã colonial;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Almoço de confraternização;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Feira de produtos coloniais;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Exposição e comercialização de artesanato local;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Espaços de integração entre visitantes e produtores rurais.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Essa dinâmica transforma o evento em uma importante ferramenta de desenvolvimento territorial, incentivando o consumo local e valorizando os produtos produzidos pelas famílias agricultoras.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Saúde, esporte e qualidade de vida</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A caminhada também reforça a importância da atividade física e de hábitos saudáveis. Em um cenário marcado pelo crescimento do sedentarismo e de problemas de saúde associados, a iniciativa oferece uma oportunidade acessível para que pessoas de diferentes idades pratiquem exercícios físicos em contato direto com a natureza.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Caminhar em ambientes naturais proporciona benefícios como:</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Melhoria da saúde cardiovascular;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Redução do estresse e da ansiedade;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Fortalecimento do convívio social;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Incentivo ao bem-estar físico e mental;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Aproximação das pessoas com o meio ambiente.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Mais do que completar um percurso, os participantes são convidados a desacelerar, observar a paisagem, construir novas amizades e vivenciar experiências que fortalecem a qualidade de vida.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Inscrições abertas</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A participação é gratuita, porém as vagas são limitadas.<br>A expectativa é reunir caminhantes de diversas regiões do Rio Grande do Sul para uma experiência que combina turismo rural, sustentabilidade, cultura, esporte e valorização das comunidades locais.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Link oficial para inscrição: </strong><a href="https://www.ecobooking.com.br/site3/claude_destinoEventoSimples.php?Xeven=kjxyf135na8yg89z5ohz">https://www.ecobooking.com.br/site3/claude_destinoEventoSimples.php?Xeven=kjxyf135na8yg89z5ohz</a><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":16842,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-1-1024x1024.jpg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para mais informações, os interessados podem acessar as redes sociais do projeto <a href="https://www.instagram.com/caminhadasufsm/">@caminhadasufsm</a> ou na comunidade de avisos do <a href="https://chat.whatsapp.com/Fcw0NoRdHOs93lHhl9bYvU">WhatsApp</a>. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Primeira edição do Festival de Queijos e Vinhos reúne gastronomia regional e produtos dos Geoparques no Praça Nova</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/02/primeira-edicao-do-festival-de-queijos-e-vinhos-reune-gastronomia-regional-e-produtos-dos-geoparques-no-praca-nova</link>
				<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 13:14:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Quarta Colônia]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16812</guid>
						<description><![CDATA[Queijos, vinhos e produtos regionais marcaram a primeira edição do festival]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Nos dias 20 e 21 de junho, o Shopping Praça Nova recebeu a primeira edição do Festival de Queijos e Vinhos. Realizado no corredor das Lojas Americanas, o evento reuniu produtores, empreendedores e visitantes em uma programação dedicada à gastronomia regional, com a presença de queijos, vinhos e produtos artesanais oriundos dos territórios dos Geoparques.</p>
<p>Durante os dois dias, o público teve acesso a uma variedade de produtos elaborados por empreendimentos da região. Os expositores apresentaram diferentes tipos de queijos, vinhos, geleias, embutidos, doces e outros alimentos artesanais que representam as características produtivas e culturais dos territórios participantes. Além da comercialização dos produtos, o evento possibilitou o contato direto entre consumidores e produtores, permitindo que os visitantes conhecessem a origem dos alimentos, os processos de elaboração e as histórias relacionadas a cada empreendimento.</p>
<p>A programação incluiu a apresentação musical de Fernando Ávila, que acompanhou o festival ao longo dos dois dias. A música integrou a proposta do evento e contribuiu para a ambientação do espaço destinado às degustações e à visitação dos estandes.</p>
<p>O Festival de Queijos e Vinhos surgiu a partir da parceria entre os territórios dos Geoparques, a Subdivisão de Geoparques da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o Shopping Praça Nova. A iniciativa tem como objetivo incentivar o desenvolvimento turístico e regional por meio da estratégia dos Geoparques, que reúne ações de geoconservação, geoturismo, educação, valorização do patrimônio natural e cultural e geração de renda para as comunidades envolvidas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101633.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101633" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101649.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101649" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101659.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101659" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101711.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101711" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101718.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101718" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101726.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101726" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101741.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101741" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101751.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101751" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101805.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101805" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101816.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101816" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101831.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101831" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101847.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101847" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101854.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101854" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101901.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101901" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101910.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101910" /></figure>			
		<p>Nesse contexto, a gastronomia ocupa papel importante como expressão da identidade dos territórios. Os alimentos apresentados durante o festival carregam características ligadas à história, às tradições e às formas de produção de cada região, além de representar o trabalho desenvolvido por agricultores familiares, agroindústrias e pequenos empreendedores.</p>
<p>A presença dos Geoparques no evento também permitiu ampliar o conhecimento do público sobre esse modelo de desenvolvimento territorial. Reconhecidos pela Unesco, os Geoparques articulam ações voltadas à conservação do patrimônio geológico, ao fortalecimento do turismo sustentável, à educação e ao incentivo às atividades econômicas relacionadas às características de cada território.</p>
<p>A participação dos produtores locais representou uma oportunidade para apresentar seus produtos a novos consumidores e estabelecer contato com diferentes públicos. Para os visitantes, o festival ofereceu a possibilidade de conhecer a diversidade da produção regional em um único espaço, além de experimentar produtos elaborados em diferentes municípios dos territórios participantes.</p>
<p><i>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>
<p><i>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </i></p>
<p><i>Fotos: Shopping Praça Nova SM</i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Encontro com o Geoparque Quarta Colônia mobiliza comunidade de Ivorá e destaca importância da participação popular na revalidação da UNESCO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/30/encontro-com-o-geoparque-quarta-colonia-mobiliza-comunidade-de-ivora-e-destaca-importancia-da-participacao-popular-na-revalidacao-da-unesco</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 18:42:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Quarta Colônia]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16775</guid>
						<description><![CDATA[Ação promovida pela UFSM em parceria com o Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO integrou a Temporada de Inverno de Ivorá e reuniu moradores, visitantes e lideranças do território]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Praça Central de Ivorá recebeu, no dia 21 de junho, o Encontro com o Geoparque Quarta Colônia, atividade promovida pela Subdivisão de Geoparques da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), vinculada ao Programa Território Imembuy, em parceria com o Quarta Colônia Geoparque Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). A iniciativa integrou a programação da Temporada de Inverno de Ivorá e reuniu cerca de 150 pessoas entre moradores do município, representantes dos demais municípios da Quarta Colônia, visitantes de Santa Maria, empreendedores e lideranças locais.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O encontro teve como principal objetivo ampliar o diálogo entre o Geoparque e a comunidade, desenvolver o conhecimento da população sobre o significado de um Geoparque Mundial da UNESCO e incentivar o envolvimento dos moradores na preservação do patrimônio geológico, natural e cultural da região. A atividade também destacou a importância da participação da comunidade no processo de revalidação do título concedido pela UNESCO, etapa que será realizada entre os dias 15 e 19 de julho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="771" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-09.40.04-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA-1024x771.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="771" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-09.40.13-1-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA-1024x771.jpeg" alt="" />													
		<h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Informação e aproximação com a comunidade</h2>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A programação iniciou com a apresentação da administradora da Subdivisão de Geoparques da UFSM, Patrícia Freitas, que destacou a necessidade de manter um processo permanente de sensibilização da população. Segundo ela, embora o Geoparque Quarta Colônia já seja reconhecido como uma iniciativa de desenvolvimento territorial, ainda existem dúvidas sobre seu funcionamento e seus objetivos.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Durante a fala, Patrícia explicou o conceito de Geoparque Mundial da UNESCO, explicou sobre como o reconhecimento internacional beneficia o território e ressaltou que a participação da comunidade representa um dos pilares desse modelo de desenvolvimento. O encontro também proporcionou um espaço para o esclarecimento de dúvidas e para a aproximação entre a equipe do Geoparque e os moradores.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A atividade demonstrou que o Geoparque vai além da preservação do patrimônio geológico. A proposta também incentiva a valorização da cultura local, da biodiversidade, da história, do turismo sustentável, da educação e do empreendedorismo, sempre com foco na melhoria da qualidade de vida da população e na construção de oportunidades para o território.</p>
<h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Preparação para a missão de revalidação</h2>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Outro destaque da programação foi a apresentação da diretora do Geoparque Quarta Colônia, Eduarda Brum, que abordou a missão de revalidação da UNESCO. A avaliação periódica verifica se o território mantém os critérios necessários para continuar integrando a Rede Global de Geoparques Mundiais da UNESCO.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Durante a apresentação, Eduarda explicou como acontece a visita dos avaliadores internacionais, apresentou as ações desenvolvidas pelo Geoparque nos últimos anos e destacou que o envolvimento da comunidade possui papel decisivo nesse processo. Moradores, empreendedores, gestores públicos, instituições de ensino e parceiros locais fazem parte da construção coletiva do Geoparque e representam elementos fundamentais para demonstrar a força da iniciativa.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A diretora também ressaltou que cada ação desenvolvida ao longo dos últimos anos contribui para a manutenção do reconhecimento internacional da Quarta Colônia e amplia as possibilidades de desenvolvimento sustentável para os nove municípios que integram o território.</p>
<h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Educação patrimonial para crianças e famílias</h2>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Além das apresentações durante o encontro, o Geoparque da Quarta Colônia organizou e ofereceu atividades voltadas para diferentes públicos. Um dos destaques foi a oficina de pintura de fósseis, destinada às crianças. A atividade proporcionou uma experiência lúdica e educativa sobre o patrimônio geológico da região, despertou o interesse pela ciência e pela conservação dos bens naturais.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">As famílias também participaram das atividades e tiveram acesso a informações sobre a importância dos fósseis, das paisagens e dos demais elementos que tornam a Quarta Colônia um território de relevância internacional. Ao longo da tarde, o público participou ainda de sorteios de kits do Geoparque Quarta Colônia</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Parceria fortalece programação em Ivorá</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O Encontro com o Geoparque integrou a programação da Temporada de Inverno de Ivorá, evento organizado pela Associação de Empreendimentos Turísticos de Ivorá. A parceria possibilitou a realização das atividades em conjunto e ampliou o alcance das ações junto à comunidade e aos visitantes.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Além do Encontro com o Geoparque, a programação contou com atrações como a Geofeira, espaço destinado à divulgação de produtos e iniciativas do território, além de brincadeiras tradicionais para as crianças, que valorizaram a convivência entre diferentes gerações e a identidade cultural da região.</p>
<h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Conhecimento que transforma o território</h2>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A realização de encontros como esse contribui para aproximar a população do Geoparque Quarta Colônia e ampliar o sentimento de pertencimento em relação ao território. Quando a comunidade conhece sua história, seu patrimônio e as oportunidades geradas pelo reconhecimento da UNESCO, torna-se protagonista na preservação desses bens e na construção de um modelo de desenvolvimento sustentável.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Além de incentivar a conservação do patrimônio natural e cultural, a iniciativa também amplia a capacidade dos moradores para receber visitantes, compartilhar informações sobre a região e atuar como embaixadores do território. Esse envolvimento impulsiona o turismo sustentável, valoriza os empreendimentos locais e amplia as oportunidades de desenvolvimento econômico e social para toda a Quarta Colônia. </p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-09.40.03-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-22 at 09.40.03 - PATRICIA DE FREITAS FERREIRA" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-23-at-10.43.30-3-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-23 at 10.43.30 (3) - PATRICIA DE FREITAS FERREIRA" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-23-at-10.45.25-1-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-23 at 10.45.25 (1) - PATRICIA DE FREITAS FERREIRA" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-23-at-10.45.34-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-23 at 10.45.34 - PATRICIA DE FREITAS FERREIRA" /></figure>			
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Fotos: Patricia Freitas, Victor Maffini e Eduarda Brum</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove capacitação gratuita voltada a coleções musealizadas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/30/ufsm-promove-capacitacao-gratuita-voltada-a-colecoes-musealizadas</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 18:35:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16776</guid>
						<description><![CDATA[A ação reuniu cerca de 60 pessoas e abordou técnicas de conservação preventiva de acervos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na última quinta-feira (25), a Divisão de Museus da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e a Rede de Museus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizaram o minicurso gratuito "Introdução à Conservação Preventiva: Diretrizes para a Preservação de Coleções Musealizadas". A iniciativa, relacionada à gestão de acervos históricos, científicos e culturais, contou com 100 inscrições.</p><p>Alinhada à Política Museal da UFSM, a oficina representa a primeira etapa de uma proposta de capacitação continuada em documentação museológica, catalogação, expografia e gestão de coleções. De acordo com a museóloga e chefe da Divisão de Museus da PRE, Aline Vargas, o objetivo do curso é qualificar e instrumentalizar operadores de trabalho em coleções de salvaguarda especificamente sobre a conservação preventiva. </p><p>A profissional explica que formas de restauração não foram abordadas devido à necessidade de expertise para a realização desse tipo de intervenção direta nas obras. “Considerei que estava falando com pessoas que talvez nunca tivessem tido contato com a instituição ainda, com o local de salvaguarda. Estou estudando a possibilidade de fazer uma experiência prática com o pessoal que participou da teoria e talvez fazer outras edições voltadas também à comunidade externa”, acrescenta.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="380" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0004-768x380.jpg" alt="" />											<figcaption>Aline Vargas ministra curso.</figcaption>
										</figure>
		<p>Sobre a aderência do público à proposta, Aline define como “uma feliz surpresa”. Ela conta que, desde que assumiu a Divisão, notava uma lacuna na Universidade em termos de interesse pelos acervos. “Quanto mais eventos são feitos, mais essa consciência do patrimônio material vai sendo evidenciada. Temos muitas coleções que são muito interessantes na Universidade, não só nos museus, mas também em laboratórios, acervos, mostras, entre outros locais”, afirma. </p><p>Um dos participantes foi o acadêmico de Licenciatura em História, Miguel Costa Martello. Além do interesse pessoal, o estudante afirma ter se inscrito no evento para aprofundar seus conhecimentos básicos em preservação, adquiridos por sua experiência como extensionista no Laboratório de Arqueologia, Sociedade e Cultura das Américas (LASCA). O setor, onde Aline atua também como museóloga, tem como missão promover a interação da sociedade com o patrimônio arqueológico por meio da preservação, pesquisa e comunicação dos bens arqueológicos sob a guarda da UFSM. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em> </em></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em>Texto e fotos: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).<br />Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p> 		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>I Mostra De Cinema da Quarta Colônia coloca Silveira Martins no Centro do Audiovisual Regional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/26/i-mostra-de-cinema-da-quarta-colonia-coloca-silveira-martins-no-centro-do-audiovisual-regional</link>
				<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:28:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16746</guid>
						<description><![CDATA[Antes de chegar às telas, toda história nasce de pessoas, lugares e memórias. A I Mostra de Cinema da Quarta Colônia surge desse encontro, e você está recebendo, em primeira mão, a programação completa desta edição inaugural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os dias 26 e 27 de junho, Silveira Martins receberá a I Mostra de Cinema da Quarta Colônia, evento que reunirá cinema, cultura e educação em uma programação voltada à valorização da produção audiovisual regional e das identidades que formam a Quarta Colônia.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Berço da colonização italiana na região e reconhecida por seu patrimônio histórico e cultural, Silveira Martins consolida-se como um importante espaço de preservação da memória e incentivo às manifestações artísticas.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Ao longo de dois dias, o público poderá acompanhar exibições de filmes, atividades para escolas, encontros do setor audiovisual, apresentações culturais e momentos de integração regional. A proposta é aproximar a população do cinema produzido no Rio Grande do Sul e fortalecer o diálogo sobre cultura, patrimônio e desenvolvimento.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A I Mostra de Cinema da Quarta Colônia é uma realização da Prefeitura Municipal de Silveira Martins, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo, Desporto e Eventos em parceria com o Cineclube da Boca - UFSM, com apoio do Espaço Multidisciplinar da UFSM e patrocínio do Banrisul.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>26 De Junho - Manhã</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Teatro Ludovico Guerra</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>10h - Boas vindas aos alunos da Escola e participantes</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li>10h:30 - Mostra de Filmes Regionais - para Escola Estadual Bom Conselho</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list --><!-- wp:paragraph -->
<p>"Leonel Pé de Vento" Dir.: Jair Giacomini, animação, 15', 2006. <br />"Cadê a Nota?" Dir.: Gélton Quadros, ficção, 25', 2024.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong><em>26 De Junho - Tarde</em></strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Teatro Ludovico Guerra</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>14h - 15h - Coletiva de Imprensa</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li>15h:30 - Saudação público</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li>16h - Mostra Filmes Regionais - para Escolas de Ensino Fundamental de Silveira Martins</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list --><!-- wp:paragraph -->
<p>"Leonel Pé de Vento" - Dir.: Jair Giacomini, animação, 15', 2006.<br />"O Inimigo" - Dir.: Luiz Carlos Grassi, 8', ficção, 1981.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong><em>26 De Junho - Noite</em></strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Teatro Ludovico Guerra</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>17h:30 - Abertura Oficial</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li>18h:30 - Concerto Musical com a Orquestra Municipal Newton Ceccil Guerino sob a Regência do Maestro Énio Guerra</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li>19h:30 - Mostra Filmes</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list --><!-- wp:paragraph -->
<p>"Tesouro" - Dir.: Luiz Carlos Grassi; ficção, 22'54", 2017.<br />"Tudo de Novo" - Dir.: Vinícius Denardin; ficção, 25', 2025.<br />"Esporas" Dir: Marcos Oliveira, ficção, 9', 2021.<br />"Céu Invisível", Dir.: Robson Santos Rosa, Jamile Marin, Max Frutuoso, Júlia Urach, documentário, 24', 2024.<br />"Um diálogo sobre amor, horóscopo e cerveja". Dir.: Mário Finardi, ficção, 9', 2025.<br />Existência" Dir.: Paulo Tavares, ficção, 4', 2019.<br />"Silveira Martins" Dir.: Neli Mombelli, documentário, 24', 2015.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong><em>27 De Junho - Manhã</em></strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Mini Auditório</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>9h - Encontro Secretários e Dirigentes Municipais de Cultura/Turismo</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list --><!-- wp:heading -->
<h2><strong><em>27 De Junho - Tarde</em></strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Mini Auditório</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>14h:30 - Encontro de realizadores, produtores, técnicos, festivais, cineclubes, estudantes, e deliberação da "Carta de Silveira Martins"</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list --><!-- wp:heading -->
<h2><strong><em>27 De Junho - Noite</em></strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Teatro Ludovico Guerra</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>18h:30 - Mostra Filmes Regionais</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list --><!-- wp:paragraph -->
<p>"De um outro lugar" - Dir.: Pedro Amaral, ficção; 10', 2023<br />"Tempos de Peste" - Dir.: Marcos Borba; documentário, 18', 2022.<br />"Fim de Turno", Dir.: Sydney Guterres e Miguel Leandro, ficção, 11', 2025.<br />"Natal" - Dir.: Alan Orlando; documentário, 18', 2023</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>"O Amanhã de Ontem" - Dir.: Fabrício Kolterman; ficção, 18', 2025.<br />"Hoje é teu" Dir.: Luiz Alberto Cassol, ficção, 15', 2025.<br />"O Churras". Dir.: Maurício Canterle, 13', 2025.<br />"Antigo Colégio Bom Conselho: Um documentário Sobre Memórias e Ressignificações" Dir.: Thomás Townsend e Isadora Juliatto, documentário, 18', 2026</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>"Marcas da Chuva: memórias da Quarta Colônia" - Dir. Dafne Reis Pedroso da Silva, Série Documental, 2026.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Episódio 1 - Laura Dickow - 7'.</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li>Episódio 8 - Romeu Lemes - 7'03".</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li>21h - Encerramento</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>27 De Junho - Noite</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Sarec - Val Feltrina</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>21h:30 - Festa Oficial do Festival "Jantar do Bife a Milanesa"</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Informações Importantes!</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p>A programação completa da "I Mostra de Cinema da Quarta Colônia" também está disponível no calendário de eventos do site da Prefeitura de Silveira Martins: <a href="http://www.silveiramartins.rs.gov.br">www.silveiramartins.rs.gov.br</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Para acessar, navegue pelo menu "Turismo em Silveira Martins" →"O que Fazer - Eventos" ou pelo acesso rápido "Turismo em Silveira Martins" → "| Mostra de Cinema da Quarta Colônia".</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Acompanhe também todas as novidades, atualizações e destaques do evento pelas redes sociais oficiais da Prefeitura: @prefeiturasilveiramartins.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A feira do dia 27 de junho conta com participantes da "Feira da Garibaldi" e é restrita a produtores locais, devidamente autorizados e licenciados, e tem por objetivo o fomento da agricultura familiar e artesanatos.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/53ce9004-7cbb-4e74-bc5b-9d3cf1666b5d.jpg" alt="53ce9004-7cbb-4e74-bc5b-9d3cf1666b5d" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/6494c916-46cf-4e4f-92f5-b1995442296e.jpg" alt="6494c916-46cf-4e4f-92f5-b1995442296e" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/4fb4fa5d-b811-4a02-bc0d-55daf996f0c2.jpg" alt="4fb4fa5d-b811-4a02-bc0d-55daf996f0c2" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/0a91f1e3-e684-4f21-960b-6daf87006d25.jpg" alt="0a91f1e3-e684-4f21-960b-6daf87006d25" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/fff71b8f-6aa5-4214-ba33-212fa80699b1.jpg" alt="fff71b8f-6aa5-4214-ba33-212fa80699b1" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/6ebdea6c-8257-4329-88dc-f6db426fc900-1.jpg" alt="6ebdea6c-8257-4329-88dc-f6db426fc900" /></figure>			
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>SANTA SUMMIT 2026 PROMOVE SEGUNDO ENCONTRO PARA DEFINIÇÃO DAS VERTICAIS TEMÁTICAS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/25/santa-summit-2026-promove-segundo-encontro-para-definicao-das-verticais-tematicas</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:16:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[centro de convenções]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16740</guid>
						<description><![CDATA[Equipe organizadora da conferência avança na construção colaborativa de sua programação temática
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Na última quinta-feira (17), o Santa Summit 2026 promoveu o 2º Encontro das Verticais Temáticas, etapa que integra o processo de construção colaborativa da programação da conferência. Realizada no Complexo Multicultural da Antiga Reitoria da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a atividade reuniu especialistas, lideranças e demais interessados para discutir os principais desafios e oportunidades de desenvolvimento da Região Central do Rio Grande do Sul.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Reconhecido como uma das principais iniciativas voltadas à inovação, ao empreendedorismo e ao crescimento socioeconômico, o Santa Summit será realizado em novembro e terá a UFSM como instituição anfitriã. A organização do evento reúne o Hub de Inovação Social (Hub IS), vinculado à Coordenadoria de Cidadania (COCID) da Pró-Reitoria de Extensão (PRE/UFSM), o Inovacentro, a Prefeitura de Santa Maria, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Agência de Desenvolvimento de Santa Maria (ADESM) e a UFSM.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A abertura ficou a cargo do professor de Publicidade e Propaganda da UFSM, Luciano Mattana, participante do núcleo organizador engajado no ecossistema de inovação de Santa Maria. Conduzidos pelo curador de conteúdo Mateus Piveta, os presentes trabalharam na definição de temas, debates e experiências que irão compor a programação. As atividades foram organizadas em sete verticais consideradas estratégicas para a região: Agro, Saúde, Indústria, Varejo e Serviços, Turismo, Startups e Arena Gov.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="384" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0022-1-768x384.jpg" alt="" />											<figcaption>Professor Luciano Mattana realizando a abertura do evento.</figcaption>
										</figure>
			<h4>Papel das verticais temáticas</h4>		
		<p>Segundo a organização, as verticais funcionam como espaços permanentes de governança econômica. Sua missão é fortalecer a articulação entre academia, governo, empresas e sociedade civil, em um modelo baseado na chamada quádrupla hélice da inovação. A proposta é que o Santa Summit ultrapasse o caráter de um evento pontual e se consolide como uma plataforma capaz de gerar conhecimento, conexões e projetos com impacto de longo prazo.</p>
<p>Entre os temas apontados pelos grupos de trabalho estão a sucessão familiar e a incorporação de tecnologias no agronegócio; a automação industrial e a aplicação da inteligência artificial nos negócios; além de avanços na área da saúde, com foco em robótica médica, saúde esportiva e longevidade. Também ganhou destaque a transformação digital no varejo, com soluções voltadas à experiência do consumidor e ao comércio eletrônico.</p>
<p>No turismo, os debates abordaram o desenvolvimento de destinos inteligentes, estratégias de marketing digital e a valorização de ativos locais, como o Distrito Verde, os geoparques e o turismo religioso. Já na Arena Gov foram discutidas ferramentas tecnológicas para a gestão pública e iniciativas de inovação aberta voltadas aos municípios da região.</p>
<p>No segmento de <i style="color: #000000;font-size: 1rem">startups</i>, foi destacada a necessidade de ampliar a visibilidade dos empreendimentos inovadores e criar oportunidades práticas de capacitação e geração de negócios. As conversas também apontaram áreas promissoras para a economia regional, como a chamada economia prateada, voltada ao desenvolvimento de produtos e serviços para pessoas com mais de 55 anos.</p>
<p>Outro tema relevante foi o potencial de Santa Maria para consolidar-se como hub logístico regional, aproveitando sua localização estratégica. No agronegócio, foram identificadas oportunidades de expansão por meio da adoção de novas tecnologias, qualificação profissional e fortalecimento das cadeias produtivas locais.</p>		
			<h4><p>Liderança, inovação e comunidade</p></h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Um dos focos do encontro foi ampliar a conexão entre startups e setores tradicionais da economia. A estratégia prevê ações de inovação aberta, permitindo que empresas consolidadas testem e validem soluções desenvolvidas por negócios inovadores. Também estão previstos painéis que reunirão especialistas de diferentes áreas e empreendedores de base tecnológica para discutir aplicações concretas dessas soluções.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Piveta destaca que o evento busca equilibrar debates globais sobre inovação com as demandas locais. “Esse equilíbrio se dá pela curadoria dos palestrantes. Especialistas de fora do RS trazem visão global, enquanto nomes regionais e cases locais mostram como empresas daqui traduziram tendências em ações práticas. Painéis mais aprofundados têm a função de conectar o que acontece no mundo aos dilemas concretos da região”, explica.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A iniciativa integra uma agenda permanente voltada ao fortalecimento do ecossistema local. De acordo com a organização, o engajamento de lideranças, especialistas e representantes de diferentes segmentos é essencial para manter a articulação entre universidades, empresas, governo e sociedade civil.</p>		
			<h4><p>UFSM como parceira fundamental</p></h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O coordenador da Incubadora Social e do Hub de Inovação Social da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), Lucas Ávila, ressalta que o Santa Summit representa apenas uma parte do trabalho desenvolvido ao longo do ano pelo ecossistema de inovação de Santa Maria. “O Santa Summit é o momento de mostrar os resultados construídos durante todo o ano, fortalecer conexões e projetar Santa Maria como referência em inovação”, afirma.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Segundo ele, esse ecossistema funciona como uma rede colaborativa formada por universidades, empresas, entidades de apoio ao empreendedorismo e poder público, mobilizados em torno de objetivos comuns: criar oportunidades, desenvolver projetos e impulsionar novos negócios. Ávila destaca a atuação da Incubadora Social (IS/UFSM) e do Hub IS como estruturas fundamentais para ampliar o conceito de inovação para além da tecnologia e dos negócios.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">De acordo com o coordenador, ambas as iniciativas atuam de forma integrada para promover desenvolvimento humano, sustentabilidade e transformação social. Ele também ressalta o papel do InovaCentro na captação de recursos, na aproximação entre investidores e empreendedores e no estímulo a novas parcerias. Para Ávila, a atuação dessas instituições reforça que o crescimento regional depende tanto da inovação tecnológica quanto da geração de impacto social e do fortalecimento das comunidades.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Texto e fotos: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>9º Fórum de Direitos Humanos da UFSM reúne debates, cultura e reflexões sobre desigualdade e inclusão </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/23/9o-forum-de-direitos-humanos-da-ufsm-reune-debates-cultura-e-reflexoes-sobre-desigualdade-e-inclusao</link>
				<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 18:20:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DH]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum ODH]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16695</guid>
						<description><![CDATA[Evento reuniu comunidade acadêmica, movimentos sociais e lideranças locais para debater direitos humanos a partir das experiências concretas de diferentes grupos sociais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Prédio 9F do curso de Arquitetura e Urbanismo, no Campus Sede da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), recebeu, no dia 16 de junho, o 9º Fórum de Direitos Humanos. Com o tema “Direitos Humanos para todas as pessoas”, o encontro reuniu estudantes, docentes, técnicos-administrativos, extensionistas, representantes de movimentos sociais e lideranças comunitárias para um dia de debates, apresentações culturais e rodas de conversa voltadas à promoção dos direitos humanos, da diversidade e da cidadania.</p><p>Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH) e da Coordenadoria de Cidadania (COCID), o fórum reafirmou o compromisso institucional da UFSM com a construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva. A programação contemplou palestra de abertura, mesa de debates com lideranças locais, apresentação artística do grupo <i>Corpo MAIS</i> e rodas de conversa inspiradas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).</p><p>Durante a cerimônia de abertura, representantes da Universidade destacaram a trajetória do Fórum de Direitos Humanos, que chegou à sua nona edição em 2026. Também ressaltaram a atuação de dezenas de projetos de extensão vinculados ao ODH, desenvolvidos em diferentes comunidades de Santa Maria e região.</p><p>As falas enfatizaram o papel da universidade pública na produção de conhecimento, sobretudo na construção de relações com a sociedade. A importância do diálogo, da escuta e da valorização das diferentes experiências humanas esteve presente ao longo de toda a abertura do evento.</p>		
													<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0002-1024x684.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="700" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0003-1024x700.jpg" alt="" />													
		<p>A palestra de abertura foi ministrada por Winnie Bueno, pesquisadora, bacharela e mestre em Direito e doutoranda em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), autora dos livros <i>Imagens de Controle: um Conceito do Pensamento de Patricia Hill Collins</i> (2020) e <i>Por Que Você Não Acredita em Mim?</i> (2023).</p><p>Gaúcha, batizada em homenagem a Winnie Mandela, a pesquisadora construiu sua trajetória dentro do movimento negro e se tornou uma das principais referências brasileiras nos estudos sobre relações raciais, feminismo negro, direitos humanos e interseccionalidade.</p><p>Com o tema “Direitos Humanos e Interseccionalidade”, Winnie propôs uma reflexão sobre as desigualdades estruturais que atravessam a sociedade brasileira e influenciam diretamente o acesso aos direitos.</p>		
													<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0025-1024x684.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0026-1024x684.jpg" alt="" />													
		<p>Logo no início de sua fala, destacou que os direitos humanos não podem ser compreendidos apenas como declarações formais ou dispositivos legais. Segundo ela, a efetivação desses direitos depende das condições concretas de vida das pessoas. Para a pesquisadora, questões como acesso à saúde, educação, moradia, segurança, trabalho e participação política revelam que nem todos os indivíduos conseguem exercer seus direitos de forma igualitária.</p><p>Ao abordar o conceito de interseccionalidade, Winnie explicou que diferentes formas de opressão atuam simultaneamente sobre determinados grupos sociais. Raça, gênero, classe social, sexualidade, deficiência, território, religião e idade são elementos que se cruzam e produzem experiências específicas de exclusão e desigualdade. A palestrante utilizou como exemplo a realidade das mulheres negras, que enfrentam os impactos do racismo e do sexismo de maneira simultânea. Segundo ela, compreender essas interações é fundamental para a construção de políticas públicas mais eficazes e de uma sociedade mais justa.</p><p>Ao longo da exposição, Winnie também apresentou contribuições de importantes intelectuais e ativistas negras, entre elas Kimberlé Crenshaw, responsável pela sistematização do conceito de interseccionalidade, além de Sojourner Truth, Lélia Gonzalez, Sueli Carneiro, Beatriz Nascimento e Luiza Bairros.</p><p>Outro ponto central da palestra foi a crítica à ideia de uma universalidade abstrata dos direitos humanos. Para a pesquisadora, reconhecer que todos possuem direitos não basta. É necessário compreender que determinados grupos enfrentam obstáculos históricos que dificultam o acesso efetivo à cidadania.</p><p>A palestrante ressaltou ainda que a história dos direitos humanos está profundamente ligada à atuação dos movimentos sociais, das comunidades organizadas e das populações que lutaram pelo reconhecimento de seus direitos ao longo do tempo.</p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Universidade, representatividade e transformação social</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Após a palestra, Winnie participou de um momento de diálogo com o público, no qual abordou os desafios enfrentados pelas universidades na promoção da inclusão e da diversidade. Durante a conversa, destacou que a ampliação do acesso ao ensino superior representa um avanço importante, mas insuficiente diante das desigualdades que ainda persistem nos espaços acadêmicos.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Segundo ela, políticas de inclusão não podem se limitar ao ingresso estudantil. É necessário ampliar a representatividade também nos quadros docentes e técnico-administrativos, além dos espaços de gestão e tomada de decisão. Winnie defendeu que a universidade deve fortalecer sua relação com as comunidades e os movimentos sociais, construindo parcerias horizontais e reconhecendo diferentes formas de produção de conhecimento. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0028-1024x684.jpg" alt="" />											<figcaption>Winnie durante palestra de abertura</figcaption>
										</figure>
		<p>A pesquisadora também ressalta a relevância da extensão universitária como instrumento de transformação social. Para ela, projetos extensionistas aproximam a universidade da realidade das comunidades e contribuem para a construção coletiva de soluções para os desafios sociais.</p><p>Winnie disse que discutir direitos humanos e interseccionalidade tornou-se ainda mais importante diante das crises sociais contemporâneas. Segundo ela, a interseccionalidade funciona como uma ferramenta que permite compreender melhor as desigualdades e construir respostas mais efetivas para a garantia de direitos. “Precisamos tirar os direitos humanos de uma perspectiva apenas institucional e enxergá-los nas experiências concretas das pessoas”, afirmou.</p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Mesa de debates reúne diferentes trajetórias e experiências</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A programação da manhã também contou com uma mesa de debates mediada pela professora Jane Schumacher, coordenadora do ODH/UFSM.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A proposta foi reunir representantes de diferentes grupos sociais para discutir direitos humanos a partir de experiências concretas de atuação em suas comunidades.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Participaram da mesa a professora e pesquisadora Mariana Selister, a presidente da Associação de Materiais Recicláveis de Santa Maria (ASMAR), Margarete Vidal, a professora e ativista Rutileia Campos, além das lideranças inicialmente convidadas Marquita Quevedo e Cacique Natanael Claudino, que não puderam comparecer devido a compromissos relacionados às suas atuações comunitárias.</p>		
													<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0030-1024x684.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0042-1024x684.jpg" alt="" />													
		<p>A professora e pesquisadora Mariana Selister, doutora em Sociologia e líder do grupo de pesquisa e extensão Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos (GIDH/UFSM/CNPq), destacou a importância de compreender os direitos humanos a partir das experiências vividas por populações historicamente marginalizadas.</p><p>Em sua fala, enfatizou que raça, gênero, classe social, deficiência e identidade de gênero não atuam de forma isolada, mas se cruzam e produzem diferentes formas de desigualdade. Segundo ela, esse entendimento é fundamental para a formulação de políticas públicas mais eficazes e para o fortalecimento da justiça social.</p><p>Selister também ressaltou o papel da universidade pública na construção de conhecimento comprometido com a transformação social, defendendo maior aproximação entre produção acadêmica e demandas das comunidades.</p><p>Presidente da Associação de Materiais Recicláveis de Santa Maria (ASMAR), Margarete Vidal compartilhou sua trajetória como recicladora, empreendedora e liderança comunitária. Em sua fala, destacou as dificuldades enfrentadas por trabalhadores da reciclagem, especialmente no acesso à educação, saúde e a direitos básicos.</p><p>Margarete relatou sua tentativa de ingressar na Universidade como aluna ouvinte e como essa experiência despertou ainda mais seu desejo de aproximar a universidade da comunidade.</p><p>Um dos pontos centrais de sua fala foi a constatação de que diversos trabalhadores da associação ainda enfrentam dificuldades de alfabetização. Segundo ela, foi essa realidade que motivou a busca por apoio da Universidade para desenvolver ações educativas junto aos recicladores.</p><p>Para ela, os direitos humanos precisam ultrapassar o discurso e chegar efetivamente à vida das pessoas. "A partir do momento que eu preciso lutar para ter um direito, é porque ele ainda não está garantido”, comentou. </p><p>Margarete defendeu que profissionais da saúde, educação, assistência social e do direito conheçam a realidade das comunidades para compreender os desafios enfrentados pela população.</p><p>Rutileia Campos trouxe para o debate reflexões sobre acessibilidade e inclusão das pessoas com deficiência nos espaços educacionais.</p><p>Professora, pesquisadora, ativista do Movimento PCDs Brasil e integrante do Conselho Nacional de Mulheres, ela iniciou sua participação com uma autodescrição, prática que reforça a importância da acessibilidade comunicacional.</p><p>Ao compartilhar sua trajetória como mulher negra, mãe, pesquisadora e pessoa com deficiência visual, Rutileia relatou os desafios encontrados durante sua formação acadêmica.</p><p>Entre os principais obstáculos citados estiveram as barreiras arquitetônicas, a falta de acessibilidade física, as dificuldades de adaptação de materiais e as barreiras atitudinais presentes nas instituições. Para ela, a inclusão precisa fazer parte da cultura institucional e não pode depender apenas de iniciativas isoladas.</p>		
													<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0043-1024x684.jpg" alt="" />													
		<h2>Arte, movimento e cidadania</h2><p>A programação também contou com uma apresentação especial do grupo <i>Corpo MAIS</i>, projeto de extensão vinculado ao Centro de Educação Física e Desportos (CEFD/UFSM). Coordenado por Gustavo Duarte, o grupo reúne pessoas com mais de 40 anos em atividades voltadas à promoção da saúde, da convivência, da autonomia e da qualidade de vida.</p><p>A apresentação artística trouxe ao público uma demonstração de como a arte, o movimento e a expressão corporal também constituem importantes instrumentos de inclusão e cidadania.</p><p><strong>Construção coletiva e diálogo permanente</strong></p><p>Durante a tarde, os participantes integraram rodas de conversa inspiradas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Os encontros permitiram a troca de experiências entre extensionistas, estudantes, pesquisadores e membros da comunidade.</p><p>As discussões abordaram diferentes temas relacionados aos direitos humanos, à inclusão, à justiça social, à sustentabilidade e à participação cidadã.</p><p>Ao longo do dia, o 9º Fórum de Direitos Humanos tornou-se um espaço de escuta, diálogo e construção coletiva. As reflexões apresentadas reforçaram que a promoção dos direitos humanos exige mais do que reconhecimento formal de direitos. Exige compromisso com a diversidade, enfrentamento das desigualdades e fortalecimento das relações entre universidade e sociedade.</p>		
													<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0045-1024x684.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0006-1024x684.jpg" alt="" />													
		<p><i>Texto: Laura Severo, bolsista de Jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p><p><i>Fotos: Laura Aozani, bolsista de social media da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM)</i><i>.</i></p><p><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i><i> </i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vale Vêneto celebra o lançamento do 41º Festival Internacional de Inverno da UFSM e da 41ª Semana Cultural Italiana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/22/vale-veneto-celebra-o-lancamento-do-41o-festival-internacional-de-inverno-da-ufsm-e-da-41a-semana-cultural-italiana</link>
				<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 12:38:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16684</guid>
						<description><![CDATA[Eventos que unem música, tradição, educação e cultura dão início à contagem regressiva para uma das maiores celebrações culturais da Quarta Colônia
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A música, a cultura e a memória da imigração italiana voltaram a se encontrar em Vale Vêneto, distrito de São João do Polêsine, durante o lançamento oficial do <b>41º Festival Internacional de Inverno da Universidade Federal de Santa Maria (FIIUFSM)</b> e da <b>41ª Semana Cultural Italiana de Vale Vêneto</b>. A solenidade, realizada na noite desta quinta-feira (19), no Salão Paroquial da comunidade, reuniu autoridades, representantes institucionais, lideranças regionais, patrocinadores, artistas, estudantes e a comunidade local para celebrar o início da trajetória de mais uma edição dos eventos.</p>
<p>Promovidos simultaneamente, o Festival Internacional de Inverno da UFSM e a Semana Cultural Italiana consolidam-se como importantes movimentos culturais da região da Quarta Colônia, conectando a formação artística, a produção musical, a valorização das tradições e o fortalecimento da identidade cultural do território.</p>
<p>A programação oficial acontece de <b>26 de julho a 2 de agosto de 2026</b>, em Vale Vêneto, com concertos, oficinas musicais, apresentações culturais, gastronomia típica e diversas atividades abertas ao público, transformando a comunidade em um grande palco de encontros, aprendizagens e experiências culturais.</p>
<p>Durante o lançamento, também foi apresentada oficialmente a identidade visual desta edição, com a tradicional revelação do <b>cartaz </b>do Festival. A marca e os materiais de comunicação foram desenvolvidos por uma equipe multidisciplinar do curso de Comunicação da UFSM, Brenda Charão, Estevan Dal’Osto, Márcio Echeverria e Lucas Haigert, com orientação dos professores Fernanda Sagrilo Andres e Rodrigo Stefani Correa, reforçando o caráter formativo e extensionista que marca a realização do evento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1586" height="2306" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/cartaz-festival-42-x-61-cm.pdf.jpg" alt="" />													
		<h2><b>Quatro décadas de música, formação e transformação</b></h2>
<p>Único em sua proposta no cenário brasileiro, o <b>Festival Internacional de Inverno da UFSM</b> chega à sua 41ª edição reafirmando uma trajetória de mais de quatro décadas de integração entre universidade pública e sociedade. Ao longo de sua história, o Festival tornou-se um espaço de formação, intercâmbio e valorização da música, reunindo estudantes, professores, profissionais e artistas de diferentes regiões do Brasil e do exterior.</p>
<p>Além de oferecer apresentações artísticas de alto nível e oportunidades de aperfeiçoamento musical com professores e profissionais reconhecidos nacional e internacionalmente, o FIIUFSM promove experiências que ultrapassam os palcos: fortalece trajetórias profissionais, estimula a circulação cultural e amplia o acesso da comunidade à arte.</p>
<p>O evento ocorre em integração com a <b>Semana Cultural Italiana de Vale Vêneto</b>, que valoriza a gastronomia, os costumes e a memória dos antepassados italianos, em uma região reconhecida por suas belezas naturais, pelo potencial turístico e pela certificação de <b>Geoparque Mundial da UNESCO</b>, conquistada pela Quarta Colônia em 2023.</p>
<p>Com a cooperação da <b>University of Georgia (EUA)</b>, o Festival amplia ainda mais sua dimensão internacional. Após 40 edições ininterruptas, seus impactos alcançam diferentes áreas: da formação de músicos e estudantes ao desenvolvimento cultural, econômico e turístico da região, consolidando a UFSM como uma referência em extensão universitária no campo artístico e musical.</p>
<h2><b>Música, encontros e formação</b></h2>
<p>Entre os dias <b>26 de julho e 2 de agosto</b>, o público poderá acompanhar gratuitamente uma programação diversificada de concertos, incluindo recitais solo, apresentações de música de câmara e o tradicional concerto da <b>Orquestra Sinfônica do Festival</b>. O encerramento será realizado no dia <b>2 de agosto</b>, no Teatro do Centro de Convenções da UFSM.</p>
<p>As oficinas musicais desta edição contemplam diferentes instrumentos e práticas artísticas, incluindo: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta transversal, oboé, clarinete, fagote, trompa, trompete, trombone, percussão, piano, violão, regência de orquestra e educação musical. Além das oficinas instrumentais, o Festival também oferecerá a prática de <b>orquestra sinfônica</b>, proporcionando aos participantes uma experiência coletiva de aprendizagem e criação musical.</p>
<h2><b>Programação amplia alcance com ações para crianças, professores e estudantes</b></h2>
<p>A programação do Festival inicia ainda antes da semana principal, com atividades voltadas a diferentes públicos.</p>
<p>Entre os dias <b>21 e 23 de julho</b>, acontece o <b>FIIUFSM Jovem</b>, Festival Infanto Juvenil de Música, realizado no campus da UFSM. A iniciativa tem como objetivo proporcionar a crianças e adolescentes estudantes de música experiências semelhantes às vivenciadas pelos participantes do Festival tradicional, com atividades adaptadas ao público jovem, oficinas musicais e integração ao ambiente universitário, especialmente aos espaços do Centro de Artes e Letras.</p>
<p>No dia <b>23 de julho</b>, será realizado o <b>Curso de Formação Continuada em Música para Professores da Educação Infantil</b>, destinado a docentes que atuam com crianças de zero a cinco anos. A atividade propõe reflexões teóricas e práticas sobre o ensino da música na infância e sobre o papel do professor não especialista na área. O curso será ministrado por professores, mestrandos e doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSM, vinculado à linha de pesquisa Educação e Artes.</p>
<p>Ampliando o alcance da iniciativa e fortalecendo o compromisso com a democratização do acesso à cultura, o 41º Festival Internacional de Inverno da UFSM também contará com o <b>Circuito MusiCAL FIIUFSM na Quarta Colônia</b>. Durante todo o segundo semestre de 2026, a energia, a qualidade artística e a excelência musical do Festival serão levadas para diferentes cidades da região, promovendo a interiorização da cultura e aproximando ainda mais a universidade das comunidades que integram o território.</p>
<p>Como parte das ações de internacionalização, o 41º Festival Internacional de Inverno da UFSM também promoverá a seleção de estudantes de graduação para participação em intercâmbio junto à <b>University of Georgia (EUA)</b>, com atividades previstas para o período de janeiro a março de 2027.</p>
<p>A realização do Festival é resultado de uma grande rede de colaboração que envolve diferentes setores e instituições. A organização destaca o apoio fundamental da <b>Reitoria da UFSM</b>, da <b>Pró-Reitoria de Extensão (PRE)</b> e do <b>Centro de Artes e Letras (CAL)</b>, que reconhecem a relevância do projeto e oferecem o suporte necessário para sua continuidade e expansão. Também são essenciais para a concretização do evento o apoio financeiro, administrativo e logístico da <b>Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs)</b>, do <b>Fundo de Incentivo à Extensão da UFSM (Fiex-UFSM)</b> e da <b>Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (Fatec)</b>, além da contribuição da <b>Facos Agência da UFSM</b>, responsável pelo suporte na comunicação e divulgação institucional do Festival. Essa rede de parceiros torna possível a realização de um evento que alia excelência artística, formação acadêmica, desenvolvimento regional e valorização cultural, consolidando o Festival Internacional de Inverno da UFSM como uma das principais iniciativas culturais e extensionistas do país.</p>
<p>De acordo com o coordenador do evento, professor Diogo Baggio Lima, “O Festival deste ano não é apenas uma celebração da música; ele é um testemunho vivo do poder da cooperação. Ele pertence aos nossos alunos, aos nossos professores, à comunidade regional e a todos os que acreditam na arte e na educação como forças transformadoras".</p>
<p>Mais do que um festival, o FIIUFSM é uma experiência de encontro: entre gerações, culturas, sons e histórias. Em Vale Vêneto, a música encontra a tradição, a universidade encontra a comunidade e a cultura transforma-se em patrimônio vivo para todos.</p>
<p>Outras informações podem ser obtidas através do site, <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/festivaldeinverno">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/festivaldeinverno</a>, no perfil @festivaldeinvernoufsm, ou pelo e-mail fiiufsm@ufsm.br</p>
<p><b>Fotografias de Pedro Amaral:</b> <a href="https://drive.google.com/drive/folders/1RTKxSvRTvnBgm1VIdyMyCrz5GovPDXV_">https://drive.google.com/drive/folders/1RTKxSvRTvnBgm1VIdyMyCrz5GovPDXV_</a></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>I Conecta Eixo Silveira Martins reforça a articulação entre projetos extensionistas e fortalece redes de cooperação no território</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/19/i-conecta-eixo-silveira-martins-reforca-a-articulacao-entre-projetos-extensionistas-e-fortalece-redes-de-cooperacao-no-territorio</link>
				<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 18:38:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[dose de ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16670</guid>
						<description><![CDATA[A troca de experiências, o diálogo com a educação básica e a construção de estratégias conjuntas marcaram o I Conecta Eixo Silveira Martins, realizado no dia 10 de junho]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Espaço Multidisciplinar Silveira Martins (EMSM) recebeu, no dia 10 de junho de 2026, o I Conecta Eixo Silveira Martins, atividade vinculada ao Edital do Território Imembuy 2026. O evento reuniu aproximadamente 40 participantes, entre coordenadores de projetos, professores, técnicos-administrativos em educação (TAEs) e bolsistas, com o objetivo de fortalecer a integração entre as ações extensionistas desenvolvidas no território e ampliar o diálogo entre universidade, escolas, poder público e comunidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A iniciativa surgiu da necessidade de consolidar espaços de encontro e planejamento coletivo entre os projetos contemplados pelo Edital Imembuy 2026 e os projetos permanentes vinculados ao EMSM. A proposta buscou incentivar a construção de estratégias conjuntas, favorecer a troca de experiências e estimular a formação de redes colaborativas capazes de potencializar os resultados das ações desenvolvidas na região.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação iniciou com uma acolhida aos participantes, seguida por um momento de apresentação dos projetos e das equipes envolvidas. Na sequência, representantes da educação básica do município compartilharam percepções sobre as principais demandas locais e apresentaram possibilidades de parceria com as iniciativas extensionistas da Universidade. O diálogo permitiu uma aproximação ainda maior entre os diferentes atores sociais presentes, fortalecendo a compreensão sobre os desafios e as potencialidades do território.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante o encontro, os participantes também tiveram a oportunidade de conhecer melhor as propostas desenvolvidas por cada projeto, suas áreas de atuação, públicos atendidos e objetivos institucionais. As atividades favoreceram a identificação de pontos de convergência entre as iniciativas, ampliando as possibilidades de cooperação e integração entre equipes que atuam em diferentes frentes de trabalho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-11-at-08.14.55-Subprojeto-PIBID-Biologia-UFSM-Santa-Maria.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-11 at 08.14.55 - Subprojeto PIBID Biologia UFSM - Santa Maria" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-11-at-08.14.57-Subprojeto-PIBID-Biologia-UFSM-Santa-Maria.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-11 at 08.14.57 - Subprojeto PIBID Biologia UFSM - Santa Maria" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-11-at-08.14.56-Subprojeto-PIBID-Biologia-UFSM-Santa-Maria.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-11 at 08.14.56 - Subprojeto PIBID Biologia UFSM - Santa Maria" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-11-at-08.15.00-Subprojeto-PIBID-Biologia-UFSM-Santa-Maria.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-11 at 08.15.00 - Subprojeto PIBID Biologia UFSM - Santa Maria" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-11-at-08.14.53-Subprojeto-PIBID-Biologia-UFSM-Santa-Maria.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-11 at 08.14.53 - Subprojeto PIBID Biologia UFSM - Santa Maria" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-11-at-08.14.54-Subprojeto-PIBID-Biologia-UFSM-Santa-Maria.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-11 at 08.14.54 - Subprojeto PIBID Biologia UFSM - Santa Maria" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-11-at-08.14.58-Subprojeto-PIBID-Biologia-UFSM-Santa-Maria.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-11 at 08.14.58 - Subprojeto PIBID Biologia UFSM - Santa Maria" /></figure>			
		<p>Outro destaque da programação foi a realização de dinâmicas voltadas ao compartilhamento de experiências e à construção coletiva de propostas. A troca de conhecimentos permitiu reflexões sobre metodologias, desafios e oportunidades relacionadas à extensão universitária, além de contribuir para o planejamento de ações mais articuladas e alinhadas às necessidades da comunidade.</p>
<p>De acordo com a organização, o I Conecta Eixo Silveira Martins representou um importante espaço para o fortalecimento da extensão universitária no território. O encontro possibilitou o alinhamento de objetivos comuns entre os projetos, favoreceu o estabelecimento de novas parcerias e ratificou o compromisso institucional com a construção de soluções coletivas para demandas sociais, educacionais, culturais e ambientais.</p>
<p>Além disso, o encontro destacou o papel do Espaço Multidisciplinar Silveira Martins como ambiente de diálogo, cooperação e inovação social. A consolidação de redes de trabalho entre projetos e instituições parceiras fortalece a presença da UFSM na região e amplia as possibilidades de atuação conjunta em benefício da população.</p>
<p>A relevância da atividade também se expressa em seu impacto social. Ao aproximar universidade, escolas, poder público e comunidade, a ação contribui para a circulação de conhecimentos, o fortalecimento da participação social e a qualificação das iniciativas desenvolvidas no âmbito da extensão. A articulação entre diferentes setores amplia a capacidade de resposta às demandas locais e promove maior efetividade das ações voltadas ao desenvolvimento regional.</p>
<p><i>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>
<p><i>Fotos: </i><i>Jeen Natalia Aguirre Rubio</i><i>. </i></p>
<p><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mata abre inscrições para Caminhada Internacional na Natureza em cenário único, onde árvores viraram pedra há milhões de anos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/19/mata-abre-inscricoes-para-caminhada-internacional-na-natureza-em-cenario-unico-onde-arvores-viraram-pedra-ha-milhoes-de-anos</link>
				<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 13:09:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16657</guid>
						<description><![CDATA[Evento integra o maior circuito de turismo rural da região central do Rio Grande do Sul e levará participantes para uma experiência única entre fósseis, natureza, gastronomia e história em um dos destinos turísticos mais singulares do Brasil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>As inscrições para a edição de 2026 da Caminhada Internacional na Natureza – Cidade da Pedra que Já Foi Madeira, em Mata (RS), já estão abertas. O evento será realizado no dia 27 de junho e promete reunir caminhantes, turistas, famílias e amantes da natureza em um dos roteiros mais emblemáticos do turismo rural e paleontológico do Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Reconhecido nacionalmente pelos seus fósseis vegetais petrificados, o município de Mata é considerado a "Cidade da Pedra que Já Foi Madeira", abrigando um dos maiores patrimônios paleobotânicos do mundo. O destino atrai visitantes interessados em conhecer formações geológicas raras, troncos fossilizados com milhões de anos e uma paisagem que combina ciência, história e natureza.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A caminhada integra o Circuito Regional das Caminhadas Internacionais na Natureza da Região Central do Rio Grande do Sul, iniciativa que vem consolidando a região como referência em turismo rural, valorização das comunidades locais e desenvolvimento sustentável. O projeto é promovido em parceria entre a Prefeitura Municipal de Mata, a Emater/RS-Ascar e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O percurso terá aproximadamente 14 quilômetros, compondo um trajeto que abrange áreas rurais e paisagens características do município, permitindo aos participantes contemplar morros, campos e locais de preservação de fósseis vegetais. Além da experiência junto à natureza, os visitantes poderão conhecer a cultura local e a produção de alimentos típicos do interior gaúcho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":16660,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/image-17-1024x682.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>As inscrições para a edição de 2026 da Caminhada Internacional na Natureza – Cidade da Pedra que Já Foi Madeira, em Mata (RS), já estão abertas. O evento será realizado no dia 27 de junho e promete reunir caminhantes, turistas, famílias e amantes da natureza em um dos roteiros mais emblemáticos do turismo rural e paleontológico do Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação inicia às 6h45min no CTG Cancela da Tradição, com café da manhã opcional. A abertura oficial está prevista para ocorrer às 7h40min, enquanto a saída dos caminhantes ocorrerá às 8h. Ao final do percurso, haverá almoço por adesão e feira de produtos coloniais e artesanato, fortalecendo a geração de renda para agricultores familiares e empreendedores locais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Nos últimos anos, os eventos da Caminhada Internacional na Natureza tornaram-se um dos principais instrumentos de promoção do turismo rural na região central do Estado, atraindo visitantes de diferentes municípios e contribuindo para divulgar paisagens, gastronomia, patrimônio cultural e atrativos naturais pouco conhecidos do público urbano.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para os organizadores, a edição de Mata representa uma oportunidade de conectar lazer, saúde, educação ambiental e valorização do patrimônio paleontológico, oferecendo aos participantes uma experiência diferenciada em um município reconhecido por sua singularidade geológica e turística.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>As inscrições são limitadas a 250 participantes e podem ser realizadas antecipadamente pelo sistema EcoBooking.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Inscrições online:</strong><a href="https://www.ecobooking.com.br/site3/destinoEventoSimples.php?Xeven=q9bg3nbjuqu117uge6jt">  https://www.ecobooking.com.br/site3/destinoEventoSimples.php?Xeven=q9bg3nbjuqu117uge6jt</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para mais informações, os interessados podem acessar as redes sociais do projeto <a href="https://www.instagram.com/caminhadasufsm/">@caminhadasufsm</a> ou na comunidade de avisos do <a href="https://chat.whatsapp.com/Fcw0NoRdHOs93lHhl9bYvU">WhatsApp</a>. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":16662,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/image-1-1024x1024.jpg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Caminhada Internacional na Natureza </em><br><em>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>VIVA ANTIGA REITORIA INTEGRA COMUNIDADE ACADÊMICA E EXTERNA EM PROGRAMAÇÃO CULTURAL E EDUCATIVA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/15/viva-antiga-reitoria-integra-comunidade-academica-e-externa-em-programacao-cultural-e-educativa</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 20:12:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16583</guid>
						<description><![CDATA[Evento mobilizou professores, estudantes, servidores e cidadãos na valorização da educação e do microempreendedorismo local 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="font-size: 16px;text-align: left">Na última sexta-feira (12), o Complexo Multicultural da Antiga Reitoria sediou o Viva Antiga Reitoria, evento gratuito e aberto ao público, organizado pelo curso de Relações Públicas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A iniciativa contou com o apoio da Secretaria de Cultura de Santa Maria e do Sebrae e foi composta por apresentações artísticas, mostras de projetos de extensão, atividades interativas e uma feira com empreendedoras do LabCriativo, coordenado pela Prefeitura Municipal de Santa Maria.&nbsp;</p><br>		
										<figure>
										<img width="768" height="634" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/kkkkk-1-768x634.jpg" alt="Hall da Antiga Reitoria com stands de exposição de produtos." />											<figcaption>Hall da Antiga Reitoria da UFSM com stands de exposição de produtos.</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De acordo com a professora Fernanda Sagrilo Andres, professora adjunta do curso de Relações Públicas, a proposta surgiu da vontade da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) de fortalecer a ocupação cultural e comunitária do Complexo Multicultural Antiga Reitoria. Sua realização, que integra a disciplina de Gestão de Eventos, teve como objetivo aproximar a comunidade dos projetos desenvolvidos pela UFSM e ressaltar o papel da Antiga Reitoria como polo de cultura, cidadania e extensão universitária.  </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além disso, conforme a professora, a ação proporcionou aos estudantes de Relações Públicas uma experiência prática em todas as etapas de planejamento, organização e execução de um evento real. Ela frisa a construção de parcerias com organizações que contribuem para ampliar o alcance da iniciativa e fortalecer a integração entre universidade, poder público, setor produtivo e comunidade.</p>		
			<h4>O poder da extensão</h4>		
		<p> </p><p>Conforme Fernanda, o Viva Antiga Reitoria representa o encontro entre ensino, extensão e comunidade, evidenciando a atuação da universidade pública como promotora de cultura, conhecimento e desenvolvimento social. A organizadora destaca que a parceria entre a UFSM, a Prefeitura de Santa Maria, o Sebrae e as demais organizações também demonstra como a educação se fortalece quando diferentes setores trabalham de forma colaborativa em benefício da população.</p>		
							A Antiga Reitoria é um espaço simbólico para a história da UFSM e de Santa Maria. Hoje, como Complexo Multicultural, ela materializa o compromisso da Universidade com a extensão universitária, funcionando como uma ponte entre a produção acadêmica e a comunidade. Ao sediar eventos como esse, o espaço reafirma sua vocação para a cultura, a educação e a participação cidadã. Mais do que preservar a memória institucional, ele possibilita que as pessoas ocupem e vivenciem esse patrimônio histórico com atividades que promovem conhecimento, convivência e inclusão.
														Fernanda Sagrilo Andres
																						Professora adjunta do curso de Relações Públicas e organizadora do evento
										<figure>
										<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0146-1024x684.jpg" alt="" />											<figcaption>Professora Fernanda Sagrilo Andres acompanha professora Luciana Carvalho em entrevista ao Diário de Santa Maria.</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Um dos projetos de extensão presentes no evento é o Esperançando, que se dedica a apoiar adolescentes e jovens de 14 a 18 anos, integrados a instituições de acolhimento de Santa Maria. Nascida em 2019, a iniciativa surgiu a partir de uma preocupação do Grupo de Apoio e Incentivo à Adoção (GAIA) de Santa Maria, consolidando-se por meio de um protocolo de intenções firmado entre o grupo e a Universidade.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Desde a sua criação, a rede do projeto já mobilizou mais de 100 colaboradores, unindo professores, técnicos-administrativos (TAEs), estudantes extensionistas, bolsistas, estagiários e voluntários. Em 2022, após aprovação em edital, o Esperançando ganhou sala própria na Antiga Reitoria. Uma das coordenadoras do projeto, Alice Lameira Farias, salienta que o evento é uma oportunidade ímpar para fortalecer parcerias entre as iniciativas já consolidadas na Antiga Reitoria e, acima de tudo, dar visibilidade à sociedade sobre as ações extensionistas desenvolvidas. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ela pontua que, embora as atividades tenham um público-alvo, o engajamento da população é um pilar fundamental na construção da rede de apoio a esses jovens. “Para garantir uma transição bem-sucedida rumo aos 18 anos, é indispensável que eles aprendam a ocupar os espaços da cidade, tenham acesso ao sistema de saúde e encontrem caminhos para o mercado de trabalho, seja por meio de vagas de Jovem Aprendiz ou de estágios”, declara.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="513" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0132-1-768x513.jpg" alt="" />											<figcaption>Parte da equipe do projeto Esperançando.</figcaption>
										</figure>
			<h4>A comunidade em foco</h4>		
		<p> </p><p>Um dos stands do evento foi ocupado pelo projeto <i>Verdadeiramente,</i> que, desde 2025, une comunicação, extensão e educação para combater a desinformação em saúde mental. Com financiamento do CNPq e do Ministério da Saúde, a iniciativa passou, neste ano, a focar na aproximação com as comunidades de Santa Maria, Pelotas e Rio Grande. </p><p>Entre as ações desenvolvidas estão capacitações para agentes comunitários de saúde em parceria com o Instituto Federal Farroupilha, campus Júlio de Castilhos, além de ações presenciais em Santa Maria realizadas em conjunto com cursos da UFSM. A coordenadora Luciana Carvalho considera o evento fundamental para mostrar à sociedade santa-mariense o desenvolvimento extensionista da UFSM.</p>		
							O Viva Antiga Reitoria deve se consolidar como um momento para reunião e consagração dos projetos de extensão junto à presença da comunidade, que usufrui desses serviços. Por exemplo, o Verdadeiramente está começando a fazer atendimentos também junto a agentes comunitários de saúde, além de uma série de atividades que realizamos nesse espaço. A Antiga Reitoria é onde a UFSM começou, eu, inclusive, tive aulas aqui. Então, é muito gratificante ver que continua ativo, tendo esse fim social.
														Luciana Carvalho
																						Professora coordenadora do projeto
		<p> </p><p>Também voltado à promoção de informações e práticas em prol da saúde e da qualidade de vida, o <i>Pró-Saúde</i> é um projeto de extensão da UFSM que oferece atividades físicas gratuitas para a comunidade. Criado em 2018 e ligado ao Núcleo de Estudos em Medidas e Avaliação dos Exercícios Físicos e Saúde (NEMAEFS), ele atende cerca de quatro mil pessoas por ano e reúne estudantes, técnicos e professores em ações que integram ensino, pesquisa e extensão. </p><p>Com a expansão para a Antiga Reitoria, o programa ampliou seu alcance e consolidou-se como uma das principais iniciativas de promoção da saúde desenvolvidas pela Universidade. Para a estudante de bacharelado em Educação Física e bolsista do projeto, Rafaella Mendonça da Silva, o evento representa uma forma de visibilizar o projeto, explicar suas atividades para quem não o conhece e divulgar o exercício físico como promotor da saúde. </p><p>Além da oferta de aulas de funcional, pilates, treinamento de força e de turmas de caminhada e de hidroginástica — que está suspensa no momento —, o projeto terá, em breve, uma academia gratuita. Também são realizadas avaliações posturais e  antropométricas, de flexibilidade, de resistência muscular localizada, entre outras. A programação do projeto e seu sistema de inscrições está disponível no perfil do <i style="color: #000000;font-size: 1rem">Pró-Saúde</i> no <a style="font-size: 1rem" href="https://www.instagram.com/prosaudenemaefs/">Instagram</a>. </p><p> </p>		
			<h4>Educação sem fronteiras</h4>		
		<p></p>
<p>O Migraidh é um grupo de ensino, pesquisa e extensão dedicado aos direitos humanos e à mobilidade humana internacional. Seu programa de Assessoria a Migrantes e Refugiados funciona na sala 507 do Complexo Multicultural da Antiga Reitoria, oferecendo atendimento gratuito referente a direitos, regularização e processos burocráticos à população migrante de Santa Maria e região.</p>
<p>Além disso, o Migraidh desenvolve ações voltadas ao combate à xenofobia e à promoção do diálogo intercultural. Entre as iniciativas estão rodas de conversa com estudantes no campus e oficinas em escolas, que abordam os temas da migração e do refúgio a partir de uma perspectiva de direitos humanos.&nbsp;</p>
<p>O programa também atua nas áreas de formação extensionista, pesquisa e organização de eventos. Ele conta com a parceria de instituições como o Comitê de Atenção a Migrantes, Refugiados, Apátridas e Vítimas de Tráfico de Pessoas do Estado do Rio Grande do Sul (COMIRAT/RS) e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).&nbsp;</p>
<p>Segundo a professora Liliane Dutra Brignol, coordenadora do Migraidh, o grupo é responsável técnico, desde 2015, pela Cátedra Sérgio Vieira de Mello na UFSM. A iniciativa integra uma rede de cooperação da Agência da ONU para Refugiados com instituições de ensino superior de todo o país, com o objetivo de fortalecer ações de ensino, pesquisa e extensão voltadas à garantia de direitos de pessoas refugiadas e migrantes em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>Durante o Viva Antiga Reitoria, o Migraidh realizou um plantão de atendimentos da assessoria jurídico-documental e apresentou suas atividades em um estande com materiais informativos sobre o programa. O evento também marcou o primeiro encontro do projeto Clube de Leituras Migrantes, que debateu uma obra sobre as experiências de um autor moçambicano e estudante da UFSM. A proposta utiliza a literatura como ferramenta para ampliar a reflexão sobre a mobilidade humana e suas múltiplas dimensões.</p>
<p>Neste semestre, os atendimentos ocorrem às terças e sextas-feiras, das 14h às 17h, sem necessidade de agendamento, com orientações sobre acesso a direitos, regularização migratória, autorização de residência, naturalização e solicitação de refúgio. É possível acompanhar as ações do grupo em sua <a style="font-size: 1rem" href="https://www.ufsm.br/grupos/migraidh">página</a> no site da UFSM ou em seu <a style="font-size: 1rem" href="https://www.instagram.com/migraidh/">perfil no Instagram</a>.&nbsp;</p>		
			<h4>Espaço e visibilidade para práticas extensionistas</h4>		
		<p></p>
<p>Outra iniciativa presente no evento foi a Associação Internacional de Estudantes de Economia e Ciências Comerciais (AIESEC), organização estudantil que, atualmente, é formada somente por acadêmicos da UFSM. Há mais de 30 anos em Santa Maria, a entidade apoia o desenvolvimento de jovens líderes com programas de voluntariado, intercâmbio e desenvolvimento profissional.</p>
<p>A relação da AIESEC com a Antiga Reitoria começou nos anos 1990, quando o grupo mantinha uma sede no subsolo do prédio, utilizada para reuniões, planejamento de atividades e acolhimento de intercambistas. Após as reformas realizadas em 2021, a entidade precisou deixar o espaço e hoje busca fortalecer sua aproximação institucional com a UFSM para voltar a ser formalmente vinculada à UFSM como projeto de extensão.</p>
<p>Ao longo de sua trajetória, a organização também se destacou pela promoção de projetos de intercâmbio e voluntariado, conectando Santa Maria a jovens de diferentes países e fortalecendo parcerias com escolas, instituições e organizações da população local. Segundo a acadêmica de Relações Internacionais, Luísa Costa dos Santos, ainda hoje, a associação busca fortalecer sua relação com a UFSM por meio da formação dos estudantes e a internacionalização da instituição.</p>		
							Para nós, o evento de hoje representa, mais do que a apresentação de um espaço físico, a valorização da memória, da trajetória e do impacto de diferentes organizações e pessoas ao longo dos anos dentro da Universidade e da cidade. A Antiga Reitoria ocupa um lugar muito especial na história da AIESEC em Santa Maria. Para diversas gerações de membros, esse espaço foi palco de aprendizados, desafios, conquistas e conexões que marcaram suas vidas. Aqui, reuniões aconteceram, projetos foram planejados, intercambistas foram recebidos e amizades foram construídas. Muitos ex-membros ainda guardam lembranças e histórias que viveram nesse ambiente, que se tornou uma parte importante da memória coletiva da organização. Estar presente neste momento também representa uma oportunidade de reconexão com nossa própria história e de dar visibilidade à trajetória da AIESEC dentro da UFSM e de Santa Maria. 
														Luísa Costa dos Santos
																						Acadêmica de Relações Internacionais
			<h5>Confira as fotos do evento</h5>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0168-1-768x513.jpg" alt="_DSC0168" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0172-768x483.jpg" alt="_DSC0172" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0184-1-768x521.jpg" alt="_DSC0184" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/aaa-768x562.jpg" alt="aaa]" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/kkkkkkkkkk-768x488.jpg" alt="kkkkkkkkkk" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/PAUTA-1-768x701.jpg" alt="PAUTA" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0120-1-768x513.jpg" alt="_DSC0120" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0135-1-768x513.jpg" alt="_DSC0135" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0136-1-768x513.jpg" alt="_DSC0136" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0146-1-768x513.jpg" alt="_DSC0146" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0161-1-768x513.jpg" alt="_DSC0161" /></figure>			
		<p> </p><p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: justify"><i>Texto e fotos: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p><p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: justify"><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        