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				<title>#TBT Casa Verônica: Evento debateu violência contra a mulher e impactos na saúde mental</title>
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				<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
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						<description><![CDATA[Para relembrar o último evento realizado pela Casa Verônica no mês de setembro, destacamos a participação da instituição em uma importante ação promovida pela GuriasTec UFSM e pelo Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A atividade proporcionou um espaço de diálogo e conscientização sobre a violência de gênero e seus impactos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Para relembrar o último evento realizado pela Casa Verônica no mês de setembro, destacamos a participação da instituição em uma importante ação promovida pela GuriasTec UFSM e pelo Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A atividade proporcionou um espaço de diálogo e conscientização sobre a violência de gênero e seus impactos na saúde mental.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A programação teve início com a inauguração do Banco Vermelho, projeto apoiado pela Casa Verônica e reconhecido internacionalmente como símbolo de conscientização e combate ao feminicídio. Na sequência, especialistas de diferentes áreas compartilharam conhecimentos e orientações sobre prevenção, denúncia, direitos e acolhimento às vítimas de violência.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Panorama estatístico e canais de denúncia</strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O primeiro painel foi conduzido pelo delegado Sandro Luis Meinerz, da Delegacia Regional de Polícia de Santa Maria. Durante sua apresentação, foram abordados dados nacionais sobre a violência de gênero, além de esclarecimentos sobre as definições jurídicas que caracterizam esses crimes. O delegado também apresentou os canais oficiais de denúncia e destacou formas seguras para que as vítimas busquem ajuda.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Medidas protetivas e acesso à justiça</strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>No segundo painel, a advogada Isadora Balem trouxe orientações sobre os protocolos de ação para vítimas de violência, os mecanismos de proteção legal disponíveis e a importância da rede de apoio social. A palestra reforçou o papel das medidas protetivas e os caminhos que garantem proteção e acesso à justiça.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Direitos, acolhimento e apoio institucional na UFSM</strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A professora da UFSM e presidenta do Comitê de Igualdade de Gênero da instituição, Dra. Monalisa Siqueira, conduziu o terceiro painel. Em sua fala, apresentou orientações sobre como identificar e proceder diante de situações de assédio institucional, detalhando os procedimentos oficiais adotados pela universidade para acolhimento das vítimas, além das políticas de promoção da equidade e dos canais internos de apoio e segurança.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Saúde mental e reconstrução de vidas</strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Representando a Casa Verônica, a administradora Bruna Denkin participou do quarto painel, abordando os impactos psicológicos causados pelo ciclo da violência. Sua apresentação enfatizou a importância do acolhimento especializado, do suporte psicológico e do cuidado com a saúde emocional, tanto no ambiente pessoal quanto no acadêmico. A reflexão destacou como o apoio adequado contribui para a reconstrução de vidas e o fortalecimento das mulheres em situação de vulnerabilidade.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O evento foi promovido em parceria entre o WIE, GuriasTec e o projeto Energizando Equidade, com participação gratuita e aberta ao público. A iniciativa reforçou a importância da união entre instituições acadêmicas, organizações sociais e a comunidade na construção de uma sociedade mais segura, justa e acolhedora para as mulheres.</p>
<p> </p>
<p>Texto: Fabiane Gomes - Bolsista CV</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0500-150x150.jpg" alt="DSC_0500" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0504-150x150.jpg" alt="DSC_0504" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0554-150x150.jpg" alt="DSC_0554" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0505-150x150.jpg" alt="DSC_0505" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0549-150x150.jpg" alt="DSC_0549" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0544-150x150.jpg" alt="DSC_0544" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0510-150x150.jpg" alt="DSC_0510" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0528-150x150.jpg" alt="DSC_0528" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0521-150x150.jpg" alt="DSC_0521" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0530-150x150.jpg" alt="DSC_0530" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0487-150x150.jpg" alt="DSC_0487" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0480-150x150.jpg" alt="DSC_0480" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0491-150x150.jpg" alt="DSC_0491" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0482-150x150.jpg" alt="DSC_0482" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0556-150x150.jpg" alt="DSC_0556" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0503-150x150.jpg" alt="DSC_0503" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/10/DSC_0498-150x150.jpg" alt="DSC_0498" /></figure>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Pró-Reitoria de Extensão marca presença no Seminário Rotas Negras de Terras Gaúchas, em São Sepé</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/10/06/pro-reitoria-de-extensao-marca-presenca-no-seminario-rotas-negras-de-terras-gauchas-em-sao-sepe</link>
				<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 19:50:01 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Representada pela Subdivisão de Geoparques, a Pró-Reitoria de Extensão da UFSM participou do Seminário Rotas Negras de Terras Gaúchas ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) participou, no dia 3 de setembro, da abertura institucional do Seminário Rotas Negras de Terras Gaúchas, realizado no CTG Ronda Crioula, em São Sepé (RS). A turismóloga Bibiana Schiavini Gonçalves Toniazzo, chefe da Subdivisão de Geoparques, representou a PRE na mesa de abertura.</p><p>O encontro, que aconteceu nos dias 3 e 4 de setembro, teve como tema "Afroturismo, memória e identidade no Sul do Brasil". A proposta foi aproximar territórios, saberes e trajetórias da população negra, valorizando a presença negra na formação histórica, cultural e social do Rio Grande do Sul e apresentando o afroturismo como estratégia de desenvolvimento territorial, geração de renda e promoção da igualdade racial.</p><p>A mesa de abertura, na manhã do primeiro dia, reuniu representantes do Ministério da Igualdade Racial, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, da Prefeitura de São Sepé, do CTG Ronda Crioula, do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) da UFSM e dos Conselhos Municipais de Promoção da Igualdade Racial (COMPIR) de Caçapava do Sul e de São Sepé. Antes, os participantes foram recebidos com o Café Negrosul e uma apresentação artística da Invernada Tio Mino.</p><p>Segundo Bibiana, o objetivo da participação foi representar a Universidade no evento e dialogar sobre o afroturismo e sua relevância nos territórios reconhecidos pela Unesco como geoparques mundiais, o Quarta Colônia e o Caçapava, contribuindo para o desenvolvimento regional.</p><p>O seminário reuniu cerca de 80 pessoas, entre estudantes do ensino médio, comunidade local e regional e profissionais que atuam com afroturismo. A programação incluiu painéis sobre a história e a memória do povo negro no Brasil, a presença negra na formação do Rio Grande do Sul, o papel dos CTGs e clubes sociais negros na reparação histórica do tradicionalismo gaúcho e experiências de afroturismo no país, entre elas as rotas quilombolas e o Geoparque — do Centro ao Pampa gaúcho.</p><p>No segundo dia, o seminário contou com oficina de construção de roteiros afroturísticos, lançamento da <i>Cartilha Culinária Ancestral Afrogaúcha</i>, grupos de trabalho sobre políticas públicas e sobre a Rede Sul-Brasileira de Afroturismo, plenária final e leitura da Carta de São Sepé.</p>		
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		<p><i>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p><p>Fotos: Bibiana Schiavini Gonçalves Toniazzo</p><p><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>		
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													</item>
						<item>
				<title>Gilberto Monteiro apresenta Ameríndia Brasil em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/10/06/gilberto-monteiro-apresenta-amerindia-brasil-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 19:25:45 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Espetáculo reúne um dos grandes nomes da música gaúcha à Sucinta Orquestra em uma apresentação que aproxima tradição e contemporaneidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O músico Gilberto Monteiro, um dos nomes mais importantes da música gaúcha, apresenta o espetáculo <b><i>Ameríndia Brasil</i></b> no dia <b>13 de outubro</b>, às <b>19h30</b>, no Centro de Convenções da UFSM (Av. Roraima, 100), em Santa Maria. Realizado pelo <b>Sesc </b>e pela Coordenadoria de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, o show reúne Monteiro, o pianista Gustavo “Garoto” Kraemer e a Sucinta Orquestra, quarteto de cordas feminino de Porto Alegre, em uma apresentação que revisita a sonoridade regional e fronteiriça a partir de novos arranjos.</p><p>Conhecido por clássicos como “<i>Milonga para as Missões" e "Pra ti, Guria"</i>, Gilberto Monteiro leva ao palco a tradicional acordeona de botão, instrumento que acompanha sua trajetória dedicada à música e à cultura popular. Ao lado das violinistas Clarissa Ferreira e Bibiana Turchiello, da violista Gabi Vilanova e da violoncelista Luyra Dutra, o músico apresenta obras consagradas e temas inéditos, revelando diferentes possibilidades para sua produção musical.</p><p>Com direção e arranjos de Gustavo “Garoto” Kraemer e do violonista Guilherme Castilhos, o espetáculo estabelece um diálogo entre a tradição da música gaúcha e elementos contemporâneos. A proposta resulta em uma sonoridade que parte das referências do Sul e amplia suas possibilidades, aproximando o regionalismo de uma linguagem musical universal. <i>Ameríndia Brasil</i> já passou por palcos como o Festival Choro Jazz Cariri, no Ceará, o Festival Internacional Sesc de Música, em Pelotas, e o Festival Sonoridades CHC, em Porto Alegre. Em Santa Maria, a apresentação marca o primeiro show do grupo após o lançamento do disco <i>Ameríndia Brasil</i>, gravado por Monteiro e pela orquestra com apoio do FUMPROARTE/RS.</p><p>Os ingressos estão disponíveis pelo site <a href="http://www.sesc-rs.com.br/espetaculosculturais?utm_source=chatgpt.com">www.sesc-rs.com.br/espetaculosculturais.</a> Os valores são R$ 25,00 para trabalhadores do comércio, R$ 28,00 para empresários, R $30,00 para estudantes e pessoas com 60 anos ou mais e R$ 60,00 para o público geral. Mais informações podem ser obtidas pelo número (55) 99163-2418.</p><p><b>Data: </b>13/10 (terça-feira)</p><p><b>Horário: </b>19h30</p><p><b>Local: </b>Centro de Convenções da UFSM (Av. Roraima, nº 100, Bairro Camobi)</p><p><b>Ingressos: </b>Pelo site <a href="http://www.sesc-rs.com.br/espetaculosculturais">www.sesc-rs.com.br/espetaculosculturais</a></p><p><b>Valores: </b>R$ 25,00 para trabalhadores do comércio, R$ 28,00 para empresários, R$ 30,00 para estudantes e pessoas com 60 anos ou mais e R$ 60,00 para o público geral</p><p> </p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Espetáculo traz o universo do circo-teatro a Santa Maria em outubro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/10/06/espetaculo-traz-o-universo-do-circo-teatro-a-santa-maria-em-outubro</link>
				<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 18:56:31 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Bom pra Cachorro - O Circo-Teatro do Abelardo será apresentado no Centro de Convenções da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O universo do circo-teatro brasileiro chega ao Centro de Convenções da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), localizado no Prédio 62A do Campus Sede, no bairro Camobi, no dia 10 de outubro, sábado. A partir das 15h, o público poderá acompanhar <b><i>Bom pra Cachorro – O Circo-Teatro do Abelardo</i></b>, espetáculo da Caixa do Elefante Teatro de Bonecos que reúne atores, bonecos, brinquedos e objetos em um show de variedades apresentado pelo cachorro Abelardo. A atividade é uma realização do <b>Sesc Santa Maria </b>e da Coordenadoria de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM.</p><p>Com atuação e manipulação de Gabe Felds e Mário de Ballentti, a montagem tem duração de 50 minutos e aposta em uma linguagem inspirada na tradição do circo-teatro brasileiro. Um dos destaques da montagem, recomendada para crianças a partir dos cinco anos, é o cenário giratório, que muda de configuração durante a apresentação e revela múltiplos ambientes. A estrutura permite a alternância entre atores e bonecos em cena e amplia as possibilidades narrativas e visuais do espetáculo.</p><p>Os ingressos estão disponíveis no site <a href="http://www.sesc-rs.com.br/espetaculosculturais">www.sesc-rs.com.br/espetaculosculturais.</a> Os valores são de R$ 20,00 para comerciários, R$ 25,00 para empresários e R$ 30,00 para o público geral. Estudantes e pessoas com mais de 60 anos pagam meia entrada (R$ 15,00). Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (55) 99163-2418.</p><p><b><i>Arte Sesc – </i></b><i>É um dos pilares prioritários para o Sesc/RS e tem como propósitos a valorização da arte e a disseminação da cultura para a sociedade de forma democrática e acessível, com ações que proporcionem a formação de plateias dos mais diferentes públicos. Dessa forma, promove atividades culturais de teatro, música, artes plásticas, circo, literatura e cinema, com uma intensa troca de experiências para ampliar o acesso à produção artística.</i></p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/10/image1-819x1024.jpg" alt="" />													
		<p><b>Data: </b>10/10 (quinta-feira)</p><p><b>Horário: </b>15h</p><p><b>Local: </b>Centro de Convenções da UFSM (Avenida Roraima, 1000)</p><p><b>Ingressos: </b>A partir de R$ 20,00 pelo site <a href="http://www.sesc-rs.com.br/espetaculosculturais">www.sesc-rs.com.br/espetaculosculturais</a></p><p><b>Mais informações: </b>Pelo telefone (55) 98423-6338</p><p>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pró-Reitoria de Extensão compartilha experiência em política cultural durante seminário da UFRGS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/10/06/pro-reitoria-de-extensao-compartilha-experiencia-em-politica-cultural-durante-seminario-da-ufrgs</link>
				<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 18:36:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
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		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[A PRE compartilhou sua experiência na construção de políticas culturais com outras universidades federais durante seminário  ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Pró Reitoria de Extensão (PRE) participou, no dia 25 de agosto, do seminário “O que pode a cultura na Universidade?”, promovido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Realizado há cerca de um mês, o encontro reuniu representantes de universidades federais para discutir a construção de políticas culturais institucionais e compartilhar experiências já desenvolvidas pelas instituições. A programação contribuiu para a elaboração coletiva de um documento com princípios, diretrizes e objetivos comuns para uma futura política de cultura da UFRGS.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante as atividades da tarde, participaram das discussões representantes de universidades que já possuem políticas culturais pertinentes. Entre eles estavam Fernando Mencarelli, Pró-Reitor de Cultura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Danillo Barata, Pró-Reitor de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); e Daniela Pavani, Pró-Reitora de Extensão da UFRGS.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Representando a UFSM, a Pró-Reitora Adjunta de Extensão, Angela Weber Righi, apresentou a trajetória da instituição na construção e consolidação de sua política cultural.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17923,"width":"512px","height":"342px","scale":"cover","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"right"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/10/image-1-1024x681.jpg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /><figcaption><em>Fotos: Amanda Casartelli | Secom-UFRGS</em> </figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Experiência da UFSM</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Angela Righi destacou o pioneirismo da UFSM como a primeira universidade federal criada no interior de um estado brasileiro e apresentou uma linha do tempo da evolução das políticas culturais da instituição.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os marcos dessa trajetória está a criação, em 2021, da Política Cultural de Extensão da UFSM, estruturada em quatro eixos: democratização, diversidade, patrimônio e empreendedorismo. A partir desses eixos, foram estabelecidas diretrizes para orientar as ações culturais da Universidade e criado um Fundo de Cultura.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A experiência com o fundo avançou em 2024, quando foram publicados os primeiros editais destinados ao financiamento de iniciativas culturais. Já em 2025, a Universidade iniciou um processo de diagnóstico e levantamento de dados sobre a cultura na instituição, buscando ampliar o conhecimento sobre as ações, demandas e potencialidades existentes na comunidade universitária.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A pró-reitora adjunta também apresentou alguns dos desafios que permanecem para o fortalecimento da política cultural da UFSM. Entre eles estão a ampliação da política a partir de uma escuta qualificada da comunidade universitária, o alinhamento ao Sistema Nacional de Cultura, a manutenção dos investimentos do Fundo de Cultura e a busca por novas fontes de financiamento.</p>
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<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em><br><em>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
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													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Um ano de infância, afeto e acolhimento: projeto transforma o tempo de espera na PESM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/09/28/um-ano-de-infancia-afeto-e-acolhimento-projeto-transforma-o-tempo-de-espera-na-pesm</link>
				<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 17:38:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cocid]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

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						<description><![CDATA[Há um ano, o tempo de espera durante as visitas de familiares na Penitenciária Estadual de Santa Maria (PESM) ganhou novos significados. Entre brinquedos, pinturas, histórias, materiais que se transformam e momentos de convivência, crianças e bebês passaram a encontrar, durante a espera pelo encontro com seus pais privados de liberdade, um espaço pensado para [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="796" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-11.38.10-796x1024.jpeg" alt="" />													
		<p>Há um ano, o tempo de espera durante as visitas de familiares na <strong>Penitenciária Estadual de Santa Maria (PESM)</strong> ganhou novos significados. Entre brinquedos, pinturas, histórias, materiais que se transformam e momentos de convivência, crianças e bebês passaram a encontrar, durante a espera pelo encontro com seus pais privados de liberdade, um espaço pensado para acolher, brincar e viver a infância.</p>
<p>A iniciativa, idealizada pelo <strong>Observatório de Direitos Humanos (ODH)</strong>, da COCID/PRE da UFSM, teve início em setembro de 2025 e, desde então, vem sendo realizada durante os momentos de visita das infâncias à penitenciária. O projeto nasceu com o propósito de ressignificar a experiência das crianças no sistema prisional, reconhecendo o brincar, a imaginação, a expressão e o afeto como dimensões fundamentais do desenvolvimento e como direitos que devem ser preservados em diferentes contextos.</p>
<p>No dia <strong>26 de setembro</strong>, mais um encontro foi realizado na PESM, dando continuidade a essa trajetória. A ação contou novamente com a participação do projeto de extensão “<strong>Materiais que se Transformam em Brinquedos</strong>”, coordenado pela professora Jucemara Antunes, junto aos acadêmicos envolvidos na iniciativa, além do apoio da <strong>Superintendência dos Serviços Penitenciários (SUSEPE)</strong> e da presença da chefe do Observatório de Direitos Humanos, professora Jane Schumacher.</p><p>Ao longo desse primeiro ano, as atividades foram se tornando parte daquele momento de espera. As crianças encontram diferentes possibilidades de brincar e criar, utilizando materiais simples que podem ganhar novos significados a partir da imaginação. Blocos de madeira, canos de PVC, peças, brinquedos e outros materiais são transformados em construções, caminhos, objetos e histórias inventadas pelas próprias crianças. A pintura também ocupa um lugar especial nos encontros, permitindo experimentar cores, formas e diferentes maneiras de expressão.</p>
<p>Mais do que disponibilizar brinquedos, a proposta busca criar um ambiente em que as crianças possam ser protagonistas de suas próprias experiências. O espaço de espera, antes marcado principalmente pela ansiedade que antecede a visita, passa a acolher momentos de descoberta, interação e convivência. É uma mudança que acontece por meio de gestos simples, mas que produz significados importantes para quem participa.</p>
<p>A continuidade da ação também revela a importância da parceria entre universidade, comunidade e instituições que atuam no sistema prisional. O trabalho desenvolvido pelo ODH, em conjunto com os projetos de extensão e com o apoio da SUSEPE, possibilita que a universidade esteja presente em um espaço atravessado por diferentes desafios sociais, construindo práticas de cuidado e promoção dos direitos humanos a partir da escuta e da realidade das pessoas envolvidas.</p>		
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		<p> </p>
<p>Durante esse período, o projeto também passou a ser reconhecido pelas próprias famílias que participam das visitas. Na ação de setembro, mães que acompanham seus filhos durante a visita aos pais privados de liberdade lembraram a trajetória construída ao longo do último ano, evidenciando como aquele espaço de brincadeiras passou a fazer parte da experiência das famílias durante os encontros na penitenciária.</p>
<p>A presença das crianças e a participação das famílias dão sentido à continuidade da iniciativa. A cada encontro, o brincar deixa de ser apenas uma atividade para ocupar o tempo e passa a constituir uma forma de acolhimento, expressão e convivência. Os materiais oferecidos tornam-se possibilidades abertas à criação, enquanto as pinturas, os brinquedos e as brincadeiras ajudam a construir um ambiente no qual a infância pode se manifestar com liberdade e imaginação.</p>
<p>Para o Observatório de Direitos Humanos, acompanhar essa trajetória também significa reafirmar o compromisso da UFSM com a promoção dos direitos das crianças e com uma extensão universitária que esteja atenta às diferentes realidades sociais. A ação demonstra que a universidade pode contribuir para transformar espaços e experiências por meio da presença, do cuidado e da construção coletiva.</p>		
										<figure>
										<img width="1200" height="785" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-11.38.12-e1790616647350.jpeg" alt="" />											<figcaption>Equipe da última ação na PESM no dia 26 de setembro.</figcaption>
										</figure>
		<p>Um ano depois do primeiro encontro, a iniciativa continua mostrando que a infância não deixa de existir diante das circunstâncias que atravessam a vida das crianças. Mesmo em um espaço marcado pela espera, é possível construir momentos de brincadeira, criação, afeto e pertencimento. Assim, entre pinceis, brinquedos, histórias e materiais que ganham novas formas pelas mãos das crianças, o tempo de espera continua sendo transformado em tempo de infância.</p><p><strong>Texto:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p>
<p><strong>Imagens:</strong> Fotos cedidas ao Acervo de Mídia do ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cine RI promove sessão gratuita de Eles Não Usam Black-Tie em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/09/25/cine-ri-promove-sessao-gratuita-de-eles-nao-usam-black-tie-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 14:32:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
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		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Filme de Leon Hirszman será exibido no Cinépolis do Shopping Praça Nova, seguido de debate sobre relações de trabalho e direitos trabalhistas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-07a1179a-7fff-2f8a-79b1-c1482a6f0a35" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O projeto Paralelo 33, em parceria com projetos de extensão e o Diretório Acadêmico de Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), realiza, no dia 26 de setembro, mais uma edição do Cine RI. A programação terá como destaque a exibição do filme Eles Não Usam Black-Tie, de Leon Hirszman, seguida de um debate sobre trabalho, direitos e organização coletiva.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A sessão está marcada para as 9h45, no Cinépolis do Shopping Praça Nova, em Santa Maria. A atividade é gratuita e aberta à comunidade. A iniciativa conta com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM e da Cinemateca Brasileira.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Lançado em 1981, Eles Não Usam Black-Tie apresenta o conflito entre pai e filho em meio a uma greve de trabalhadores. Enquanto Otávio, interpretado por Gianfrancesco Guarnieri, defende a mobilização dos trabalhadores, Tião, personagem de Carlos Alberto Riccelli, decide não participar do movimento. A divergência coloca em evidência diferentes perspectivas sobre sobrevivência, direitos, solidariedade e organização coletiva.</p><p> </p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/SaveClip.App_816156891_18445951279126979_1123802894506087967_n.jpg" alt="SaveClip.App_816156891_18445951279126979_1123802894506087967_n" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/SaveClip.App_817118022_18445951270126979_3302777849329470945_n.jpg" alt="SaveClip.App_817118022_18445951270126979_3302777849329470945_n" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/SaveClip.App_816030672_18445951309126979_9036456111022772655_n.jpg" alt="SaveClip.App_816030672_18445951309126979_9036456111022772655_n" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/SaveClip.App_815973580_18445951291126979_2301406916421793333_n.jpg" alt="SaveClip.App_815973580_18445951291126979_2301406916421793333_n" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/SaveClip.App_817341810_18445951327126979_263891161233540510_n.jpg" alt="SaveClip.App_817341810_18445951327126979_263891161233540510_n" /></figure>			
		<p id="docs-internal-guid-a46f1634-7fff-ce3f-221e-a15ef480e6f3" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Com Fernanda Montenegro no elenco, o longa utiliza o ambiente familiar para abordar questões que ultrapassam a relação entre os personagens. Condições de trabalho, remuneração, estabilidade e direitos trabalhistas aparecem como elementos centrais da narrativa, ao mesmo tempo em que o filme explora os conflitos entre escolhas individuais e interesses coletivos.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Depois da exibição, professores participarão de um debate com o público. A proposta é discutir as questões apresentadas pelo filme e relacioná-las ao contexto atual das relações de trabalho no Brasil, criando um espaço para reflexão e participação dos espectadores.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A atividade também oferece aos estudantes participantes certificado de seis horas de Atividades Complementares de Graduação (ACG).</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados antecipadamente por meio do link <a style="text-decoration: none" href="https://www.sympla.com.br/evento/cine-ri-apresenta-eles-nao-usam-black-tie/3577412?share_id=copiarlink">https://www.sympla.com.br/evento/cine-ri-apresenta-eles-nao-usam-black-tie/3577412?share_id=copiarlink</a> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p><p> </p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM integra Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul para mandato 2026–2029</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/09/25/ufsm-integra-conselho-estadual-de-direitos-humanos-do-rio-grande-do-sul-para-mandato-2026-2029</link>
				<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 13:51:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Participação amplia a presença da Universidade em espaços de participação social e fortalece a articulação entre ensino, pesquisa, extensão e sociedade na promoção dos direitos humanos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-db5cf734-7fff-4829-ff38-8b0c0d022728" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) passa a integrar o Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul (CEDH-RS) para o mandato 2026–2029. A conquista ocorreu no dia 17 de setembro, em Porto Alegre, durante o processo de composição do Conselho, que reuniu cerca de 45 representantes de entidades de diferentes regiões e áreas de atuação do estado.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A vaga foi conquistada pela UFSM por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), vinculado à Coordenadoria de Cidadania (COCID) da Pró-Reitoria de Extensão (PRE). A participação representa a ampliação da atuação institucional da Universidade em espaços de participação social e de discussão de políticas relacionadas à promoção, proteção e defesa dos direitos humanos no Rio Grande do Sul.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A presença da UFSM no Conselho também possibilita uma aproximação ainda maior entre a produção acadêmica e as demandas apresentadas pela sociedade. A proposta construída pela Universidade prevê a mobilização de conhecimentos, experiências e iniciativas desenvolvidas por diferentes áreas da instituição para contribuir com debates, estudos, processos formativos e ações relacionadas aos direitos humanos.</p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Participação construída a partir de uma proposta institucional</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A candidatura da UFSM ao CEDH-RS foi formalizada em agosto, por meio da apresentação de uma Carta de Intenção e Manifestação de Interesse. O documento foi acompanhado de um Plano de Ação elaborado para orientar a atuação da Universidade durante o mandato.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Na proposta, o ODH é apresentado como um espaço de articulação entre ensino, pesquisa, extensão e sociedade. A partir dessa perspectiva, a atuação da UFSM no Conselho deverá buscar aproximar diferentes áreas do conhecimento das demandas relacionadas à garantia de direitos, fortalecendo a produção e a circulação de conhecimentos e experiências.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O Plano de Ação apresentado pela Universidade está organizado em cinco eixos estratégicos: produção de conhecimento e monitoramento dos direitos humanos; educação e formação; articulação institucional e participação social; novos desafios sociais; e apoio técnico e institucional ao CEDH-RS.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A partir desses eixos, estão previstas ações como a realização de atividades formativas, desenvolvimento de estudos, mobilização de pesquisadores, professores, técnicos e estudantes, fortalecimento de redes de cooperação e participação em comissões e grupos de trabalho do Conselho.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A proposta busca, dessa forma, fazer com que a participação da UFSM não se restrinja à representação institucional, mas também possibilite a construção de iniciativas que articulem o conhecimento produzido na Universidade com as necessidades identificadas no âmbito da sociedade gaúcha.</p><p> </p>		
			<figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="ac15af8" data-elementor-lightbox-title="WhatsApp Image 2026-09-18 at 10.16.42 - Observatório de Direitos Humanos da UFSM - UFSM" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTc4NTAsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC9zaXRlc1wvMzQ2XC8yMDI2XC8wOVwvV2hhdHNBcHAtSW1hZ2UtMjAyNi0wOS0xOC1hdC0xMC4xNi40Mi1PYnNlcnZhdG9yaW8tZGUtRGlyZWl0b3MtSHVtYW5vcy1kYS1VRlNNLVVGU00tMS5qcGVnIiwic2xpZGVzaG93IjoiYWMxNWFmOCJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-18-at-10.16.42-Observatorio-de-Direitos-Humanos-da-UFSM-UFSM-1.jpeg"><img width="1600" height="720" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-18-at-10.16.42-Observatorio-de-Direitos-Humanos-da-UFSM-UFSM-1.jpeg" alt="" /></a>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="ac15af8" data-elementor-lightbox-title="WhatsApp Image 2026-09-18 at 10.16.42 (1) - Observatório de Direitos Humanos da UFSM - UFSM" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTc4NDksInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC9zaXRlc1wvMzQ2XC8yMDI2XC8wOVwvV2hhdHNBcHAtSW1hZ2UtMjAyNi0wOS0xOC1hdC0xMC4xNi40Mi0xLU9ic2VydmF0b3Jpby1kZS1EaXJlaXRvcy1IdW1hbm9zLWRhLVVGU00tVUZTTS0xLmpwZWciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhYzE1YWY4In0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-18-at-10.16.42-1-Observatorio-de-Direitos-Humanos-da-UFSM-UFSM-1.jpeg"><img width="1600" height="737" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-18-at-10.16.42-1-Observatorio-de-Direitos-Humanos-da-UFSM-UFSM-1.jpeg" alt="" /></a>
			</figure><figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="ac15af8" data-elementor-lightbox-title="WhatsApp Image 2026-09-18 at 10.16.43 (1) - Observatório de Direitos Humanos da UFSM - UFSM" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTc4NDYsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC9zaXRlc1wvMzQ2XC8yMDI2XC8wOVwvV2hhdHNBcHAtSW1hZ2UtMjAyNi0wOS0xOC1hdC0xMC4xNi40My0xLU9ic2VydmF0b3Jpby1kZS1EaXJlaXRvcy1IdW1hbm9zLWRhLVVGU00tVUZTTS0xLmpwZWciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhYzE1YWY4In0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-18-at-10.16.43-1-Observatorio-de-Direitos-Humanos-da-UFSM-UFSM-1.jpeg"><img width="1600" height="720" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-18-at-10.16.43-1-Observatorio-de-Direitos-Humanos-da-UFSM-UFSM-1.jpeg" alt="" /></a>
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		<h2 id="docs-internal-guid-39f04089-7fff-5e80-e59b-624ccb758df8" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Conhecimento produzido na Universidade a serviço da sociedade</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A atuação do ODH está relacionada a diferentes iniciativas desenvolvidas pela UFSM ao longo dos anos. A Universidade possui projetos, ações de extensão, pesquisas e atividades de formação que abordam temas relacionados à promoção dos direitos humanos e ao enfrentamento das desigualdades sociais.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Entre as áreas contempladas estão educação em direitos humanos, gênero, relações étnico-raciais, população indígena, acessibilidade, sistema prisional, migração, infância e juventude, segurança alimentar e enfrentamento às desigualdades.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A diversidade de temas também representa uma das possibilidades de contribuição da UFSM para o Conselho. A Universidade reúne pesquisadores e profissionais de diferentes áreas, permitindo a construção de abordagens interdisciplinares para questões que envolvem direitos humanos.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Nesse contexto, a participação no CEDH-RS amplia os espaços de diálogo entre a Universidade e as instituições, organizações e os movimentos sociais que atuam na defesa de direitos no estado. A atuação conjunta pode contribuir para o compartilhamento de experiências, identificação de demandas e construção de estratégias de enfrentamento a diferentes desafios sociais.</p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Representação da UFSM no Conselho</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Para representar a Universidade no CEDH-RS durante o mandato 2026–2029, foram indicadas duas professoras vinculadas à instituição.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A professora Jânia Maria Lopes Saldanha, do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD/UFSM), foi indicada como representante titular. Já a professora Jane Schumacher, chefe do ODH, será a representante suplente.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A representação está vinculada à proposta institucional apresentada pela UFSM e deverá atuar em diálogo com o ODH e com as diferentes áreas da Universidade que desenvolvem ações relacionadas à temática.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A participação das representantes também possibilita que as discussões realizadas no Conselho possam ser compartilhadas e articuladas com iniciativas acadêmicas e de extensão desenvolvidas na instituição, ampliando as oportunidades de cooperação e participação.</p><p> </p>		
													<img width="472" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-18-at-10.16.43-Observatorio-de-Direitos-Humanos-da-UFSM-UFSM1-2-472x1024.jpeg" alt="" />													
		<p><b>Aproximação entre universidade e sociedade</b></p><p>A entrada da UFSM no CEDH-RS reforça uma das dimensões da atuação de uma universidade pública: a produção e a disseminação de conhecimentos em diálogo permanente com a sociedade.</p><p>Por meio do Conselho, a Universidade passa a participar de um espaço institucional voltado à discussão de temas relacionados aos direitos humanos no âmbito estadual. Essa participação permite acompanhar debates, contribuir para processos de construção coletiva e estabelecer articulações com diferentes atores envolvidos na promoção e proteção de direitos.</p><p>Para o ODH, a presença da UFSM no Conselho também representa uma oportunidade de ampliar a integração entre as ações desenvolvidas pela instituição. Projetos de ensino, pesquisa e extensão podem ser mobilizados para responder a demandas e temas discutidos no espaço do CEDH-RS.</p><p>A expectativa é que a participação contribua para fortalecer redes de cooperação e aproximar ainda mais a produção acadêmica das realidades vivenciadas por diferentes grupos e comunidades.</p><p><b>Cinco eixos orientam a atuação da Universidade</b></p><p>O Plano de Ação apresentado pela UFSM estabelece cinco eixos para orientar a participação no Conselho.</p><p>O primeiro é voltado à produção de conhecimento e ao monitoramento dos direitos humanos, com a possibilidade de desenvolvimento de estudos, levantamento de informações e produção de subsídios para os debates relacionados à garantia de direitos.</p><p>O segundo eixo trata de educação e formação, contemplando atividades formativas e iniciativas destinadas à disseminação de conhecimentos sobre direitos humanos entre diferentes públicos.</p><p>A articulação institucional e participação social constitui o terceiro eixo. A proposta prevê o fortalecimento das relações entre a Universidade, o Conselho e outras instituições e organizações que atuam na área.</p><p>O quarto eixo aborda os novos desafios sociais, permitindo que a atuação da UFSM acompanhe transformações e questões emergentes que tenham impacto sobre a garantia de direitos.</p><p>Por fim, o quinto eixo prevê apoio técnico e institucional ao CEDH-RS, por meio da contribuição da Universidade com seus conhecimentos, pesquisadores, estudantes e diferentes estruturas acadêmicas e administrativas.</p><p>A organização em eixos permite estruturar a atuação institucional e criar possibilidades de participação de diferentes setores da UFSM nas atividades relacionadas ao Conselho.</p><h2><b>Extensão universitária e participação social</b></h2><p>A participação da UFSM no CEDH-RS também se relaciona diretamente com a atuação da PRE e da COCID. A extensão universitária possibilita a construção de relações entre a instituição e os diferentes setores da sociedade, promovendo a troca de conhecimentos e experiências.</p><p>Nesse sentido, a presença no Conselho amplia um espaço de diálogo que pode contribuir para que demandas sociais sejam incorporadas às atividades de ensino, pesquisa e extensão. Ao mesmo tempo, conhecimentos e experiências produzidos dentro da Universidade podem chegar a espaços de discussão e formulação de ações no âmbito estadual.</p><p>O ODH ocupa papel central nessa articulação, ao reunir e conectar iniciativas desenvolvidas por diferentes áreas da UFSM em torno da temática dos direitos humanos.</p><p>A atuação no CEDH-RS poderá, assim, fortalecer uma rede de colaboração que envolva professores, estudantes, técnicos, pesquisadores, instituições públicas, organizações sociais e demais entidades participantes do Conselho.</p><h2><b>Um novo espaço de atuação institucional</b></h2><p>Com a participação no mandato 2026–2029, a UFSM amplia sua presença em espaços de participação social e reafirma a possibilidade de contribuir, a partir de sua atuação acadêmica e institucional, para debates relacionados aos direitos humanos no Rio Grande do Sul.</p><p>A participação também cria novas possibilidades para que experiências desenvolvidas na Universidade sejam compartilhadas com outras instituições e organizações, ao mesmo tempo que demandas identificadas no âmbito social possam chegar à comunidade acadêmica.</p><p>Ao integrar o Conselho Estadual de Direitos Humanos, a UFSM passa a atuar em um espaço de diálogo que reúne diferentes perspectivas e experiências relacionadas à promoção e à defesa dos direitos humanos. A proposta apresentada pela Universidade busca aproveitar essa oportunidade para fortalecer a cooperação, a formação, a produção de conhecimento e a participação social.</p><p>Para o ODH, a atuação no Conselho representa, portanto, a continuidade de um trabalho que busca aproximar a Universidade das diferentes realidades sociais e ampliar o impacto das ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pela instituição. A partir do mandato iniciado em 2026, a UFSM terá a oportunidade de contribuir com sua estrutura, conhecimento e experiência para as atividades do CEDH-RS, fortalecendo a articulação entre universidade pública e sociedade na construção de iniciativas voltadas à promoção, proteção e defesa dos direitos humanos.</p><p><i>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </i></p><p><i>Fotos: Equipe do ODH</i></p><p><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Encontro com Geoparque Caçapava aproxima comunidade das Minas do Camaquã das ações de valorização do território</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/09/24/encontro-com-geoparque-cacapava-aproxima-comunidade-das-minas-do-camaqua-das-acoes-de-valorizacao-do-territorio</link>
				<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 18:14:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Quarta Colônia]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Território Imembuy]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade reuniu cerca de 130 pessoas no CTG Ronda Crioula e integrou a programação da Ronda da Escola Gladi Machado]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A comunidade das Minas do Camaquã e das Guaritas recebeu, na noite de 16 de setembro, uma edição especial do Encontro com o Geoparque Caçapava. Realizada no CTG Ronda Crioula, nas Minas do Camaquã, em Caçapava do Sul, a atividade integrou a programação da Ronda da Escola Gladi Machado e reuniu aproximadamente 130 pessoas.</p><p>Promovido pela Subdivisão de Geoparque, vinculada à CODER/PRE, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o encontro teve como principal objetivo aproximar a comunidade das ações desenvolvidas pelo Geoparque Caçapava e apresentar, de maneira acessível e informal, o conceito de geoparque e a importância do território de Caçapava do Sul no contexto dos Geoparques Mundiais da UNESCO.</p><p>A proposta do encontro foi levar o tema para além dos espaços acadêmicos e institucionais, criando um momento de conversa diretamente com a comunidade. A iniciativa buscou mostrar que um geoparque não se resume às características geológicas de um território, mas envolve também a valorização da história, da cultura, da educação, das paisagens, das comunidades e das diferentes formas de relação estabelecidas entre as pessoas e o lugar onde vivem.</p><h3><b>Participação dos estudantes</b></h3><p>Um dos momentos de destaque da programação foi a participação dos estudantes da Escola Gladi Machado, que integram o projeto de podcast Vento Xucro. Em vez de uma apresentação tradicional, os alunos conduziram uma série de entrevistas com representantes de instituições relacionadas ao Geoparque Caçapava.</p><p>A dinâmica permitiu que os próprios estudantes assumissem o papel de entrevistadores e conduzissem a conversa a partir de perguntas relacionadas ao Geoparque, ao território e à importância de reconhecer e valorizar o patrimônio local. Foram entrevistadas Patricia Freitas, da Subdivisão de Geoparque; Renata Miranda, administradora da Unipampa – Campus Caçapava do Sul; e Alizandra da Silva, coordenadora do Geoparque Caçapava.</p><p>O projeto Vento Xucro, desenvolvido pelos estudantes, também representa uma possibilidade de utilizar ferramentas de comunicação para registrar e divulgar conhecimentos, histórias e experiências da comunidade. Ao abordar o Geoparque por meio do podcast e das entrevistas, os alunos contribuíram para ampliar a circulação dessas informações entre diferentes públicos.</p><h3><b>Minas do Camaquã - Patrimônio do território</b></h3><p>Durante o encontro, as Minas do Camaquã foram apresentadas como um dos locais de destaque dentro do território do Geoparque Caçapava. A região possui uma forte relação com a história do município e reúne elementos que permitem compreender diferentes aspectos da formação e da ocupação do território.</p><p>O local também representa a conexão entre patrimônio geológico, história, cultura e memória da comunidade. As marcas deixadas pela atividade de mineração fazem parte da identidade das Minas do Camaquã e ajudam a contar uma parcela importante da trajetória de Caçapava do Sul.</p><p>A abordagem do Geoparque busca justamente ampliar esse olhar sobre o território. Ao reconhecer os diferentes patrimônios existentes em uma determinada região, é possível compreender como os elementos naturais e a presença humana se relacionam ao longo do tempo.</p><p><b>Geoparque e comunidade</b></p><p>A aproximação com as comunidades é considerada uma das dimensões fundamentais do trabalho desenvolvido em um geoparque. Para a equipe do Geoparque Caçapava, esse processo precisa ocorrer de maneira contínua, por meio de atividades que dialoguem com diferentes públicos e estejam presentes em espaços frequentados pela comunidade.</p><p>O encontro realizado nas Minas do Camaquã seguiu justamente essa proposta. Ao integrar a programação de uma atividade tradicional da comunidade e utilizar uma linguagem informal, a ação possibilitou que o tema fosse apresentado em um ambiente de convivência, aproximando o Geoparque das pessoas.</p><h3><b>Presença de autoridades e representantes de instituições</b></h3><p>O encontro contou com a presença do prefeito de Caçapava do Sul, Marcelo Spode, que prestigiou a atividade. Também participaram a primeira-dama Cristina Spode, o secretário de Gestão, Dilvane Loreto Jaime, a subprefeita das Minas do Camaquã, Vitória Godinho, a secretária adjunta de Inovação, Cultura e Turismo, Ana Márcia Marques, o coordenador do Tradicionalismo Municipal, Lucas Marques, e a presidente da Comissão dos Festejos Farroupilhas, Edila Fonseca.</p><p>Também estiveram presentes representantes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), da Escola Gladi Machado, do CTG Ronda Crioula, de entidades tradicionalistas e da comunidade local.</p><h3><b>Informação, participação e pertencimento</b></h3><p>Além das entrevistas e das conversas sobre o Geoparque, a programação contou com um sorteio de brindes que movimentou o público e contribuiu para tornar o encontro ainda mais participativo.</p><p>A atividade foi construída a partir de uma perspectiva de diálogo com a comunidade. Assim, a proposta não foi apenas transmitir informações, mas criar um espaço para que os participantes conhecessem melhor o Geoparque e compreendessem como o reconhecimento do território pode contribuir para sua valorização.</p><p>A sensibilização da comunidade é um processo permanente. Por isso, atividades como o Encontro com o Geoparque Caçapava representam oportunidades para fortalecer o vínculo entre a população e o território, estimulando o reconhecimento dos patrimônios existentes e a participação das comunidades nas ações desenvolvidas.</p><h3><b>Educação como ferramenta de valorização do território</b></h3><p>A participação da Escola Gladi Machado teve papel importante na realização da atividade. A parceria demonstra como as escolas podem atuar como espaços de construção e disseminação de conhecimentos sobre o território.</p><p>O envolvimento dos estudantes no projeto Vento Xucro mostrou ainda que a comunicação pode ser utilizada como ferramenta de educação patrimonial e de valorização da identidade local. Ao pesquisar, formular perguntas, entrevistar e compartilhar informações, os alunos tornam-se participantes ativos do processo de construção do conhecimento. Essa aproximação entre educação e Geoparque possibilita trabalhar conteúdos relacionados à geologia e ao meio ambiente de forma integrada a aspectos históricos e culturais presentes na vida da comunidade.</p><p>A atividade encerrou a noite com uma mensagem central do trabalho do Geoparque: conhecer o território é também uma forma de valorizá-lo. E, nesse processo, a participação da comunidade, das escolas, das instituições e das diferentes organizações locais é fundamental para construir, coletivamente, novas formas de reconhecer, preservar e divulgar as riquezas de Caçapava do Sul.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-24-at-14.54.15-2.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-09-24 at 14.54.15 (2)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-24-at-14.54.15.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-09-24 at 14.54.15" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-24-at-14.54.16-1.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-09-24 at 14.54.16 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-24-at-14.54.16-2.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-09-24 at 14.54.16 (2)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-24-at-14.54.16.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-09-24 at 14.54.16" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-24-at-14.54.17-1.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-09-24 at 14.54.17 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-24-at-14.54.14-1.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-09-24 at 14.54.14 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-24-at-14.54.14.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-09-24 at 14.54.14" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-24-at-14.54.17-2.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-09-24 at 14.54.17 (2)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-24-at-14.54.17-3.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-09-24 at 14.54.17 (3)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-24-at-14.54.17.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-09-24 at 14.54.17" /></figure>			
		<p><i>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p><p><i>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras – Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Início das atividades do processo seletivo da FATEC e Casa Verônica UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/09/24/inicio-das-atividades-do-processo-seletivo-da-fatec-e-casa-veronica-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 13:24:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[As vagas para o cargo de Analista de Projetos e Ações em Gênero foram preenchidas pelas profissionais Júlia Rodrigues Tarragô (advogada) e Jaqueline Severo da Cas (psicóloga), que passam a atuar em atividades estratégicas de enfrentamento às violências e promoção dos direitos humanos, junto a equipe da Casa Verônica, composta pela administradora e psicóloga, Bruna [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>As vagas para o cargo de Analista de Projetos e Ações em Gênero foram preenchidas pelas profissionais <strong>Júlia Rodrigues Tarragô </strong>(advogada) e<strong> Jaqueline Severo da Cas</strong> (psicóloga), que passam a atuar em atividades estratégicas de enfrentamento às violências e promoção dos direitos humanos, junto a equipe da Casa Verônica, composta pela administradora e psicóloga, Bruna Denkin e o assistente social, Ricardo Pereira de Felippe.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com a ampliação da equipe, será possível consolidar ações voltadas ao enfrentamento das violências de gênero, ao cuidado em saúde mental e ao fortalecimento das respostas institucionais da UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Atividades em destaque:</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Acolhimento inicial e escuta qualificada</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Orientações e encaminhamento</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Ações formativas e rodas de conversa</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Articulação institucional</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Apoio a fluxos institucionais</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Fortalecimento da Casa Verônica</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Agende sua participação</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Solicitação de Atividades formativas e rodas de conversa: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeXQb9V1xvILZNXNub7SsnMACDDxwgYwGmtfMCy5DYP5s_NNg/viewform?usp=sharing&amp;ouid=111289338366553655022" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Formulário aqui</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Solicitação de Acolhimento: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSenoS74UiU5vySHbNVqu0p5SrM5FTR9U8UEsm6VM38u_XO6yw/viewform" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Formulário aqui</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mais informações sobre o processo seletivo estão disponíveis na página oficial da FATEC - Edital de Processo Seletivo Público nº 2026/3010088-01, realizado pela Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (FATEC) em parceria com a Casa Verônica UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>VI Curso Segura já começou em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/09/24/vi-curso-segura-ja-comecou-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 13:15:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5254</guid>
						<description><![CDATA[Na última quinta-feira do mês, em clima de #tbt, destacamos a VI edição do Curso Segura que tem a participação de 62 participantes das áreas de saúde, psicologia, assistência social, direito e educação básica já estão engajados no projeto da UFSM que qualifica profissionais e estudantes nas temáticas de gênero e violência contra as mulheres.  [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na última quinta-feira do mês, em clima de #tbt, destacamos a VI edição do Curso Segura que tem a participação de 62 participantes das áreas de saúde, psicologia, assistência social, direito e educação básica já estão engajados no projeto da UFSM que qualifica profissionais e estudantes nas temáticas de gênero e violência contra as mulheres. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O Curso Segura é um Projeto de extensão vinculado ao Colégio Politécnico da UFSM, coordenado pela Profª. Laura Ferreira Cortes e atende à Lei Municipal 9460/2022, que institui o Programa Municipal de Prevenção e Combate da Violência contra as Mulheres e Meninas no âmbito das instituições de ensino de Santa Maria. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O Projeto conta com apoio da Promotoria de Justiça de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, Secretaria de Município da Educação, 8ª Coordenadoria Regional de Educação, Promotoria Regional de Educação de Santa Maria (PREDUCSM) e Casa Verônica/PRE-UFSM e integra o Fórum de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres de Santa Maria, espaço permanente de discussão sobre a rede municipal de enfrentamento. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>São seis encontros presenciais nas sextas-feiras, das 13h30 às 18h, no Auditório da Promotoria da Violência Doméstica - Ministério Público RS. Um curso gratuito, com certificação pela UFSM com carga horária de 40h com os encontros presenciais até 27 de novembro.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Primeira aula</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O encontro inaugural ocorreu em 11/09, com a temática gênero e políticas públicas para as mulheres, ministrado pelas professoras Milena Freire e Maria Celeste Landerdahl.</p>
<p> </p>
<p>Texto: Fabiane Gomes Fotos: Laura Ferreira Cortes</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
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													</item>
						<item>
				<title>Palestra discute como os museus podem conhecer e atender melhor seus públicos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/09/22/palestra-discute-como-os-museus-podem-conhecer-e-atender-melhor-seus-publicos</link>
				<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 17:39:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade integra a programação da 20ª Primavera dos Museus e apresenta estudo sobre visitantes do Museu Gama d’Eça e Victor Bersani]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A relação entre os museus e as pessoas que os visitam será o tema da palestra “Os museus e seus públicos: estamos atendendo as expectativas dos visitantes?”, realizada no dia 25 de setembro, no Auditório do 2º andar do prédio 74C, no Campus Sede da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A atividade integra a programação da 20ª Primavera dos Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), e reúne profissionais e estudantes ligados à área do patrimônio.</p><p>A palestra propõe uma reflexão sobre os diferentes públicos que frequentam os museus e os desafios dessas instituições para compreender suas expectativas, necessidades e experiências. A partir dessa perspectiva, serão abordados os estudos de público e os questionários de avaliação como instrumentos que auxiliam os profissionais na identificação do perfil dos visitantes e na compreensão de como eles percebem os espaços e as atividades oferecidas.</p><p>Durante a atividade, será apresentado um estudo de caso desenvolvido a partir da experiência do Museu Gama d’Eça e Victor Bersani. Os dados coletados por meio de questionários de avaliação realizados em 2023 e 2025 servirão como base para discutir a percepção dos visitantes e as possibilidades de aprimoramento do espaço. Também serão apresentadas medidas voltadas à recepção e à acessibilidade dos diferentes públicos.</p><p>Com cerca de 30 participantes, a atividade é voltada principalmente a profissionais que trabalham com patrimônio, além de estudantes e pessoas envolvidas com museus, coleções, exposições e laboratórios. A proposta é contribuir para a formação desses profissionais e incentivar a utilização de ferramentas de avaliação como parte das estratégias de comunicação, divulgação e qualificação das ações de preservação e difusão do patrimônio.</p><p>Para além da análise dos dados, a discussão destaca a importância de colocar os visitantes no centro das ações desenvolvidas pelos espaços de memória. Conhecer quem frequenta os museus, como essas pessoas percebem as experiências oferecidas e quais são suas necessidades pode contribuir para a construção de ambientes mais acolhedores, acessíveis e próximos da comunidade.</p><p><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração </i></p>		
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													</item>
						<item>
				<title>Seu Roque e Dona Maria: Os Doutores do Mato e a Sabedoria Viva</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/09/21/seu-roque-e-dona-maria-os-doutores-do-mato-e-a-sabedoria-viva</link>
				<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:01:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[notórios saberes]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

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						<description><![CDATA[Na filosofia de vida de Seu Roque e Dona Maria, a terra só faz sentido se trouxer dignidade, autonomia e saúde para o povo. por Fellipe H. Alves Medeiros Francisco Roque Franco de Almeida e Maria Olíria Almeida aprenderam cedo que a cura não nasce apenas nos remédios, mas na escuta, na observação atenta da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="583" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/09/Seu-roque-Dona-Maria-mestres-1024x583.jpeg" alt="" />											<figcaption>Na filosofia de vida de Seu Roque e Dona Maria, a terra só faz sentido se trouxer dignidade, autonomia e saúde para o povo.</figcaption>
										</figure>
		<p style="text-align: right"><em>por Fellipe H. Alves Medeiros</em></p><p>Francisco Roque Franco de Almeida e Maria Olíria Almeida aprenderam cedo que a cura não nasce apenas nos remédios, mas na escuta, na observação atenta da natureza e na convivência comunitária. Conhecidos no Noroeste gaúcho, mais precisamente no Assentamento Rondinha, em Jóia, como Seu Roque e Dona Maria, eles transformaram o cuidado com a terra em um espaço de acolhimento, resistência e ensino coletivo. </p><p>A trajetória deles desenha uma parceria estratégica e política profunda que une a luta pela terra à cura ancestral. Há décadas dedicados integralmente à fitoterapia e à agroecologia, a vida do casal carrega marcas da oralidade, da ancestralidade e da militância construída na busca pela reforma agrária, transformando a rotina do assentamento por meio de uma revolução silenciosa onde a saúde não é uma mercadoria, mas um direito que nasce da comunhão entre o ser humano e a natureza preservada.</p><p>Esse caminho começou muito antes de se tornarem referências na região, no tempo em que os dois eram vizinhos de cerca com cerca em uma fazenda. Eles se conheceram ainda na infância, quando Roque tinha dez anos e Maria tinha onze. Como relembra Seu Roque, a proximidade vinha desde cedo, mas o tempo do afeto teve que esperar: <i>"Nós éramos bem vizinhos de cerca na fazenda por lá. Conheci ela quando ela tinha 11 anos e eu tinha uns 10, nos criamos perto. Mas a mãe dela era muito brava, tio! Não dava nem para chegar perto da casa".</i> O namoro só começou por volta dos 21 anos e, desde o início, os dois passaram a funcionar como uma engrenagem complementar. Ele resume a dinâmica com bom humor e precisão: <i>"A mulher é a bruxa velha. Eu sou o bugre, que eu sei onde está a planta, conheço a planta, sei o dia, hora... Ela processa".</i></p><p>As origens dessa sabedoria recuam às infâncias vividas em Nonoai e Novo Tiradentes, em meio a dificuldades financeiras e ao trabalho duro como agregados. Desde muito jovens, aprenderam que a natureza era a principal aliada. Seu Roque traz consigo uma forte herança de matriz indígena e um profundo conhecimento prático, sendo capaz de reconhecer variedades apenas pelo sabor ou pelo cheiro da casca. Já Dona Maria herdou a vocação de sua linhagem familiar, muito ligada à trajetória de seu avô, João dos Matos, e de sua mãe, uma respeitada parteira tradicional que atendia a comunidade a cavalo em noites de geada, levando chás e óleos preparados em casa.</p><p>Essa formação popular enfrentou também as marcas da exclusão social. Na infância, ambos puderam estudar apenas até a segunda série devido às dificuldades da época e ao machismo estrutural. Dona Maria recorda o peso desse período: <i>"Naquela época, tinha o machismo de que as meninas não podiam mais estudar depois dos 11 anos; as meninas saíam e só os guris podiam continuar. Então eu aprendi mais foi lendo a Bíblia, lendo os livros de plantas medicinais".</i></p><p>Essa busca pelo conhecimento, no entanto, gerou imagens poéticas na família. Anos mais tarde, a própria mãe de Dona Maria, a parteira ancestral, decidiu frequentar a escola através da Educação de Jovens e Adultos quando já era avó. Ela sentava nos mesmos bancos escolares que a sua bisneta, que na época estava no jardim de infância. Enquanto a menina aprendia as primeiras letras, a bisavó aprendia a assinar o próprio nome, mostrando que o saber tradicional e o formal se cruzam no tempo. Dona Maria, por sua vez, alfabetizou-se de verdade na maturidade. Como ela costuma afirmar com orgulho: <i>"Não estudei lá na classe da escola, mas no Livro da Vida".</i></p><p>Essa experiência foi testada como uma verdadeira estratégia combativa durante os anos de militância junto ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Na década de noventa, o casal adotou uma tática rigorosa de sobrevivência para manter a família e o movimento de pé. Seu Roque foi instigado a ir para a linha de frente da luta pela reforma agrária por um chamado direto que recebeu na época: <i>"Não, Roque, agora tu não vai mais só falar. Tu fica dizendo para os outros que é bom ir acampar, ganhar terra, e tu fica aí na cidade? Tu tem que ir também para provar!".</i> E ele foi. Passou cerca de cinco anos acampado sob a lona preta. <i>"Se me chamarem na rua de Francisco eu não atendo, eu não conheço. [...] Eu sou um jovenzinho mais criado, mas temos tempo da luta sindical forte", </i>conta.</p><p>Ele não era apenas um acampado, mas um articulador de saúde itinerante, ajudando a organizar farmácias fitoterápicas em acampamentos de trinta e cinco municípios diferentes, ensinando as comunidades a buscar a cura no que havia disponível na mata local. Roque recorda com detalhes o sacrifício físico dos rigorosos invernos de 1991 em Palmeira das Missões, enfrentando geadas que duravam até às onze horas da manhã e banhos em córregos gelados, o que lhe causou uma pneumonia grave. Enquanto ele resistia na articulação e na saúde itinerante, Dona Maria liderava a retaguarda na cidade, garantindo a presença no cuidado da casa e a educação dos filhos.</p><p>Foi justamente no cotidiano severo das lonas pretas que o saber ancestral se transformou em uma ferramenta vital de sobrevivência coletiva. Diante de um inverno rigoroso, um grupo de pessoas que havia sido expulso de uma fazenda estava acampado em condições extremamente precárias, enfrentando uma grave epidemia de gripe e febre alta, agravada pelo frio intenso e pelo sereno constante da noite. Ao testemunhar o sofrimento daquelas famílias desassistidas, Dona Maria, acompanhada por outras três companheiras de luta, que eram carinhosamente chamadas no acampamento de bruxinhas, decidiu agir com os poucos recursos que tinham à disposição.</p><p>Os detalhes daquela preparação se transformaram em uma memória viva. Elas reuniram um saco de ervas medicinais, marcela, maçanilha, laranjas e açúcar mascavo, colocando uma panela gigante diretamente no fogo ao ar livre. Dona Maria revive aquele momento com emoção na voz:<i> "Quando começou a ferver, o cheiro subiu e o povo já começou a rodear a panela querendo. [...] Foi uma coisa que me marcou muito, nunca mais vou me esquecer daquela panelada".</i> Diante da emergência e na falta de uma logística adequada, elas utilizaram os materiais disponíveis como garrafas plásticas descartáveis para armazenar e distribuir o remédio aos enfermos.</p><p>O resultado foi imediato, ajudando a baixar a febre e permitindo que os acampados finalmente descansassem e se recuperassem. Esse episódio marcou profundamente Dona Maria, servindo como o alicerce de uma promessa firme que ela fez a si mesma e ao seu povo:<i> "Digo, o dia que nós chegar na terra a gente vai fazer um grande horto e vamos trabalhar com fitoterápicos porque a gente já tinha uma boa sabedoria".</i></p><p>A conquista do lote no Assentamento Rondinha aconteceu em 1995, mas a grande transição agroecológica ocorreu em 2002. Foi nesse ano que o casal decidiu cumprir a promessa e abandonar de vez o modelo convencional de produção baseado na soja e no leite para se dedicar inteiramente à fitoterapia, impulsionados por um curso de capacitação sobre plantas bioativas. O horto medicinal deles se materializou como uma farmácia viva com uma extensão de um quilômetro de comprimento, que vai desde a casa até as proximidades da margem do rio Ijuizinho. Para proteger essa área, eles utilizam barreiras vivas de capim-cameroon e árvores nativas.</p><p>Nesse espaço protegido, a divisão do trabalho segue o ritmo da natureza e adota um protocolo ético e espiritual rigoroso. Seu Roque caminha pela extensão do horto colhendo as plantas e sempre pedindo licença a cada uma antes de retirar qualquer folha ou casca da terra. Ele explica a ciência por trás desse gesto de respeito:<i> "Tu tem que pedir licença pra planta, que tu vai precisar daquela planta, não é chegar e... estipular ela. [...] A planta, o corpo reconhece a planta".</i> Para ele, a conexão é direta e dispensa intermediários industriais: <i>"Com a natureza se oferece tudo. Não precisamos buscar na farmácia química. O criador criou nós e criou tudo, o alimento e o remédio junto também".</i> </p><p>Dona Maria, na cozinha de casa, manipula e processa as ervas para organizá-las em xaropes, compostos, óleos e tinturas concentradas em cachaça de alambique. Toda essa produção obedece ao relógio humano, uma filosofia do casal que defende que a eficácia do tratamento depende de tomar os preparados na margem de horários em que os órgãos do corpo estão mais receptivos aos princípios ativos.</p><p>A variedade da farmácia viva atende a quase todas as necessidades do corpo. O que começou como um atendimento caseiro ganhou escala nacional. Hoje, com o auxílio logístico, os remédios são enviados por correio para todo o Brasil e a produção abastece inclusive a Escola Nacional do MST. Essa soberania também dita a relação de Seu Roque e Dona Maria com o meio acadêmico. </p><p>Eles mantêm intercâmbios com universidades, recebendo pesquisadores no lote. Hoje, o trabalho de Seu Roque e Dona Maria transborda os limites do lote e funciona como uma pedagogia viva. O Assentamento Rondinha recebe mensalmente visitas de escolas e universidades para oficinas de reconhecimento de plantas nativas e educação ambiental. As crianças caminham pelo horto de um quilômetro de extensão e aprendem a importância de proteger as sementes crioulas. No lote, existe ainda o potreiro das abelhas, um espaço de campo nativo onde Seu Roque não planta nada nem retira ervas, mantendo-o isolado apenas para que as abelhas possam buscar a floração.</p><p>Para o casal, a defesa da biodiversidade e da soberania alimentar precisa incluir até os insetos contra o avanço agressivo da monocultura. Essa dedicação funciona como a salvaguarda de uma memória coletiva que se multiplica. Olhando para trás e assumindo a própria identidade de "bruxinha do bem", Dona Maria reflete sobre a importância histórica de manter o trabalho vivo:<i> "A gente sabe que a pessoa tomou e melhorou por isso. [...] Antigamente eles mandavam matar as bruxas, porque não queriam que as bruxas fizessem milagre nenhum. ..".</i></p><p>O maior símbolo de vitória e continuidade desse legado já frutifica na própria família: Roque e Maria celebram com orgulho o fato de um de seus netos estar cursando a faculdade de medicina em Viamão. O jovem já atua como um aprendiz de Mestre, na escola onde estuda, usando sua caixinha de remédios fitoterápicos preparados pelos avós para atender os colegas. Seu Roque orgulha-se de ver o jovem carregar adiante esse bastão: <i>"Nós temos o nosso neto que está estudando, ele quer fazer medicina mais para trabalhar com os fitoterápicos também. [...] Lá onde ele está na escola, ele tem a caixinha dele de remédio, quando um colega fica mal de noite, ele levanta e dá o remédio". </i>É o saber popular atuando como processo complementar e preventivo nos cuidados em saúde, aproximando-se, finalmente, do conhecimento tradicional da terra.</p><p>Toda a caminhada de Seu Roque e Dona Maria se apoia no orgulho de suas origens e na recusa absoluta ao esquecimento. Seu Roque resume o que move a rotina e o compromisso dos dois no assentamento:<i> "Negar o que a gente é seria a coisa mais feia que tem. Eu não nego a minha criação, conto a história da nossa vida, e do que a gente faz eu não tenho vergonha nem um pouco"</i>. Dona Maria resume o sentimento que fica:<i> "Saber que as pessoas tomam aquelas gotinhas e [vêem que] é uma gotinha milagrosa... Então, aqui dentro é só gratidão, isso é muito bom"</i>. A vida deles é a prova de que a reforma agrária vai muito além de demarcar lotes de terra; significa cultivar soberania, saúde e esperança. Cuidar das pessoas e proteger a biodiversidade é, acima de tudo, defender o direito ancestral a um pedaço de chão vivo, o cuidado com a terra integra nossas raízes, nosso corpo.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seminário debate extensão universitária, currículo e transformação social em encontro on-line</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/09/18/seminario-debate-extensao-universitaria-curriculo-e-transformacao-social-em-encontro-on-line</link>
				<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 19:02:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[dose de ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[O papel social da universidade e sua relação com os territórios, as comunidades e as políticas públicas estarão no centro do debate do seminário “Extensão Universitária, Currículo e Ação Social Transformadora: Princípios e Bases Teóricas”, que será realizado nos dias 22 e 29 de setembro de 2026, das 14h às 17h30, em formato on-line. Promovido [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O papel social da universidade e sua relação com os territórios, as comunidades e as políticas públicas estarão no centro do debate do seminário “Extensão Universitária, Currículo e Ação Social Transformadora: Princípios e Bases Teóricas”, que será realizado nos dias 22 e 29 de setembro de 2026, das 14h às 17h30, em formato <i>on-line</i>.</p><p>Promovido pelo Grupo EXTELAR, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o evento propõe um espaço de reflexão sobre os caminhos para uma formação acadêmica comprometida com a transformação da realidade social e com a participação ativa das comunidades, dos movimentos sociais e dos(as) protagonistas dos territórios e dos serviços públicos sociais.</p><p>Ao longo dos dois encontros, serão discutidas as bases teóricas, históricas e metodológicas da extensão universitária e da educação popular, com atenção especial à inserção da extensão nos currículos acadêmicos. O seminário também pretende contribuir para o debate sobre decolonialidade e para a aproximação entre o conhecimento produzido nas universidades e os saberes construídos nos territórios.</p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/XII-Seminario-de-Educacao-Popular-e-Construcao-do-Conhecimento-1-819x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/Programacao-819x1024.jpeg" alt="" />													
		<p>A proposta parte da compreensão de que a extensão universitária constitui um importante espaço de diálogo entre universidade e sociedade. Nesse sentido, o evento busca estimular a construção coletiva de perspectivas que fortaleçam uma universidade socialmente referenciada, aberta ao diálogo com os movimentos sociais, as comunidades e os diferentes sujeitos envolvidos na implementação das políticas públicas sociais.</p><p>O seminário é destinado a estudantes, docentes, pesquisadores(as), profissionais, integrantes de movimentos sociais, trabalhadores(as) de políticas públicas e demais pessoas interessadas em discutir a relação entre universidade, sociedade e transformação social.</p><p>A participação é gratuita e ocorrerá por meio das plataformas Google Meet e YouTube. Os participantes terão direito a certificado de 8 horas/aula.</p><h3><b>Inscrições</b></h3><p>As inscrições estão abertas e podem ser realizadas gratuitamente por meio do formulário: <a href="https://forms.gle/M2aC2gnTzA6KhtyY7">https://forms.gle/M2aC2gnTzA6KhtyY7</a> </p><p><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM é a primeira universidade pública a conquistar vaga no Conselho Estadual de Direitos Humanos do RS por meio do ODH</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/09/18/ufsm-e-a-primeira-universidade-publica-a-conquistar-vaga-no-conselho-estadual-de-direitos-humanos-do-rs-por-meio-do-odh</link>
				<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 15:53:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) conquistou, por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), vinculado à Coordenadoria de Cidadania (COCID) da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), uma vaga no Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul (CEDH-RS) para o mandato 2026–2029. A conquista tem significado importante para a instituição, pois a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="422" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-18-at-10.16.43-1-e1789746449735-1024x422.jpeg" alt="" />													
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<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) conquistou, por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), vinculado à Coordenadoria de Cidadania (COCID) da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), uma vaga no Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul (CEDH-RS) para o mandato 2026–2029.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A conquista tem significado importante para a instituição, pois a UFSM se torna a primeira universidade pública a ocupar uma vaga no Conselho, ampliando a presença da universidade pública nos espaços de participação social e de construção de políticas voltadas à promoção, proteção e defesa dos direitos humanos no Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A escolha ocorreu no dia 17 de setembro, em Porto Alegre, durante o processo de composição do Conselho, que reuniu dezenas de entidades representativas de diferentes regiões e áreas de atuação do Estado. A participação da UFSM nesse espaço reforça o compromisso institucional de aproximar a Universidade das demandas da sociedade e de contribuir, por meio do conhecimento, da formação, da pesquisa, da extensão e da articulação institucional, para a efetivação dos direitos humanos.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A candidatura havia sido formalizada em agosto, com a apresentação de Carta de Intenção e Manifestação de Interesse, acompanhada de um Plano de Ação para a atuação da UFSM no Conselho. Na proposta, o Observatório de Direitos Humanos é apresentado como um espaço de articulação entre ensino, pesquisa, extensão e sociedade, mobilizando diferentes áreas do conhecimento para responder às demandas relacionadas à garantia de direitos.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O Plano de Ação está estruturado em cinco eixos: produção de conhecimento e monitoramento dos direitos humanos; educação e formação; articulação institucional e participação social; novos desafios sociais; e apoio técnico e institucional ao CEDH-RS. Entre as ações previstas estão a realização de atividades formativas e estudos, a mobilização de pesquisadores e estudantes, o fortalecimento de redes de cooperação e a participação em comissões e grupos de trabalho do Conselho.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A proposta dialoga com a trajetória do ODH/UFSM e com as diferentes iniciativas desenvolvidas pela Universidade nas áreas de educação em direitos humanos, gênero, relações étnico-raciais, população indígena, acessibilidade, sistema prisional, migração, infância, juventude, segurança alimentar e enfrentamento às desigualdades.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Para representar a Universidade no CEDH-RS, foram indicadas a professora Jânia Maria Lopes Saldanha, do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD/UFSM), como representante titular, e a professora Jane Schumacher, chefe do Observatório de Direitos Humanos, como representante suplente. Também participaram da atividade de composição do Conselho a coordenadora da Coordenadoria de Cidadania, Cassiana Marques da Silva, e a pedagoga Jovaneli Lara da Rosa.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A entrada da UFSM no Conselho representa, ainda, uma oportunidade de colocar à disposição da sociedade a diversidade de conhecimentos produzidos por uma universidade pública, reunindo pesquisadores, professores, técnicos e estudantes de diferentes áreas para contribuir com estudos, debates, formações e ações voltadas à promoção dos direitos humanos.</p>
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<p> </p>
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													</item>
						<item>
				<title>Viva o Campus Gaúcho reúne mais de 18 mil pessoas na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/09/15/viva-o-campus-gaucho-reune-mais-de-18-mil-pessoas-na-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 20:08:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>

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						<description><![CDATA[O campus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) foi tomado pela cultura, pela tradição e pelo encontro no último domingo (13), durante a realização do Viva o Campus Gaúcho. A programação reuniu mais de 18 mil pessoas, que circularam por diferentes espaços da Universidade ao longo da tarde. Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O campus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) foi tomado pela cultura, pela tradição e pelo encontro no último domingo (13), durante a realização do <strong>Viva o Campus Gaúcho</strong>. A programação reuniu <strong>mais de 18 mil pessoas</strong>, que circularam por diferentes espaços da Universidade ao longo da tarde.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), através da Coordenadoria de Cultura e Arte, o evento integrou atividades culturais, artísticas, esportivas, científicas e de lazer, proporcionando à comunidade uma tarde de convivência e de valorização das diferentes manifestações que fazem parte da identidade do Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre as atividades da programação estiveram apresentações de música e dança tradicionalista do <strong>DTG Noel Guarany</strong>, além de esportes e jogos campeiros, como bocha na grama e oficina de truco gaúcho. O público também acompanhou a apresentação do grupo de danças tradicionais e diferentes atividades artísticas ao longo da tarde.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Um dos momentos de destaque do Viva o Campus Gaúcho foi a apresentação de <strong>Jr. Benaduce</strong>, que levou música e emoção ao Largo do Planetário e conquistou o público presente. A apresentação ganhou um significado ainda mais especial por reunir dois artistas com uma trajetória ligada à Universidade: Jr. Benaduce e o gaiteiro <strong>Julio Pereira são egressos da UFSM</strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O vínculo dos artistas com a Universidade esteve presente não apenas no palco, mas também na relação de carinho demonstrada com a instituição. A apresentação foi marcada pela emoção, pela identificação com o público e pela celebração de uma trajetória que também passa pela UFSM, tornando o momento um dos destaques da programação.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação contou ainda com atividades realizadas em diferentes espaços da Universidade. No Planetário, os visitantes puderam conhecer a exposição <em>Céus do Sul</em> e participar das sessões de cúpula, com a exibição do filme <em>O Sol: A Nossa Estrela Viva</em>. O Jardim Botânico recebeu atividades como o telhado verde, jardim sensorial, exposição de animais taxidermizados, Horta Mandala e a inauguração do <strong>Recanto da Erva-Mate</strong>, com distribuição de sachês de chá aos visitantes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Também fizeram parte da programação a Mostra de Ciências Morfológicas, as atividades do Projeto Hangar, a Polifeira do Agricultor e a oficina <em>Olha o Passarinho</em>, ampliando as possibilidades de participação e aproximando o público de diferentes iniciativas desenvolvidas na Universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O grande público e a diversidade de atividades marcaram mais uma edição do Viva o Campus, consolidando o evento como um espaço de encontro entre a Universidade e a comunidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O <strong>Viva o Campus Gaúcho</strong> reafirma, assim, a proposta de ocupar os espaços da UFSM com atividades que promovem cultura, conhecimento, convivência e integração, fortalecendo a relação da Universidade com a sociedade e valorizando também os vínculos construídos por seus egressos ao longo de suas trajetórias.<br><br>Texto: Coordenadoria de Cultura e Arte/PRE</p>
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<p><img class="alignnone size-medium wp-image-17780" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-14-at-14.10.18-300x168.jpeg" alt="" width="300" height="168" /><img class="alignnone size-medium wp-image-17787" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-14-at-14.10.15-1-300x168.jpeg" alt="" width="300" height="168" /><img class="alignnone size-medium wp-image-17786" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-14-at-14.10.16-1-300x168.jpeg" alt="" width="300" height="168" /><img class="alignnone size-medium wp-image-17784" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-14-at-14.10.17-1-300x168.jpeg" alt="" width="300" height="168" /><img class="alignnone size-medium wp-image-17782" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-14-at-14.10.17-3-300x168.jpeg" alt="" width="300" height="168" /><img class="alignnone size-medium wp-image-17781" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-14-at-14.10.17-4-300x168.jpeg" alt="" width="300" height="168" /><img class="alignnone size-medium wp-image-17788" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-14-at-14.10.16-300x168.jpeg" alt="" width="300" height="168" /><img class="alignnone size-medium wp-image-17789" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-14-at-14.10.15-300x168.jpeg" alt="" width="300" height="168" /><img class="alignnone size-medium wp-image-17776" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-14-at-15.10.38-2-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" /><img class="alignnone size-medium wp-image-17777" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-14-at-15.10.38-1-226x300.jpeg" alt="" width="226" height="300" /><img class="alignnone size-medium wp-image-17774" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-15-at-16.24.25-1-169x300.jpeg" alt="" width="169" height="300" /><img class="alignnone size-medium wp-image-17754" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/20260913_153724-168x300.jpg" alt="" width="168" height="300" /><img class="alignnone size-medium wp-image-17747" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/20260517_142123-224x300.jpeg" alt="" width="224" height="300" /><img class="alignnone size-medium wp-image-17745" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/20260517_143052-224x300.jpeg" alt="" width="224" height="300" /><br /><br /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Espetáculo MOJUBÁ: (FÉ)stividades celebra a cultura popular brasileira nesta terça-feira em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/09/15/espetaculo-mojuba-festividades-celebra-a-cultura-popular-brasileira-nesta-terca-feira-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 19:01:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Apresentação gratuita reúne dança, música, ancestralidade e manifestações populares no Theatro Treze de Maio]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A força e a diversidade da cultura popular brasileira estarão no palco do Theatro Treze de Maio, em Santa Maria, nesta terça-feira, 15 de setembro, às 19h30, com o espetáculo <i>MOJUBÁ: (FÉ)stividades</i>. A apresentação tem entrada gratuita e classificação livre.</p><p>Realizado pelo Programa de Extensão Mojubá – Danças Populares Brasileiras, com promoção da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e apoio da Coordenadoria de Cultura e Arte (CCA), o espetáculo propõe ao público uma experiência de celebração das tradições, dos ritmos e dos saberes que constituem a identidade cultural brasileira.</p><p>Com uma linguagem marcada pela dança e pela musicalidade, <i>MOJUBÁ: (FÉ)stividades</i> chega ao palco como um grande festejo popular. Tambores, movimentos, cores e referências às manifestações culturais brasileiras se encontram em uma apresentação que valoriza a ancestralidade e a diversidade das expressões populares.</p><p>A proposta do espetáculo vai além do entretenimento. Por meio da dança, o projeto busca valorizar e difundir a cultura popular brasileira, contribuindo para o reconhecimento de suas tradições e para a aproximação da comunidade com diferentes formas de expressão cultural.</p><p>A iniciativa também reafirma a importância da extensão universitária como espaço de diálogo entre universidade e sociedade, utilizando a arte e a cultura como instrumentos de formação, encontro e transformação social.</p><p>Para o público, a apresentação será uma oportunidade de conhecer e vivenciar diferentes elementos da cultura popular brasileira em uma noite de celebração, encontro e memória.</p>		
													<img width="1004" height="590" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/Cartao-de-visita-feminino-administracao-rosa-e-branco.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="678" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/DGA_0895-1024x678.jpg" alt="" />													
		<h3><b>Ingressos</b></h3><p>Os ingressos são gratuitos, mas devem ser retirados antecipadamente de forma <i>on-line</i> pelo site do Theatro Treze de Maio: <a href="https://theatro13demaio.com.br/eventos-mes/mojuba-festividades/">https://theatro13demaio.com.br/eventos-mes/mojuba-festividades/</a></p><p><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM)</i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>OSSM celebra 60 anos com concerto especial sob regência de Alba Bomfim</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/09/09/ossm-celebra-60-anos-com-concerto-especial-sob-regencia-de-alba-bomfim</link>
				<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 19:34:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17710</guid>
						<description><![CDATA[A apresentação reuniu obras de Catarina Domenici, Beethoven e Villa-Lobos e marcou a programação comemorativa das seis décadas da Orquestra Sinfônica de Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM) realizou, no dia 3 de setembro, um concerto especial em comemoração aos seus 60 anos de trajetória. A apresentação ocorreu no Centro de Convenções de Santa Maria e teve como convidada a maestra Alba Bomfim, regente, professora universitária e instrumentista que atua na formação e na difusão da música de concerto no Brasil.</p><p>Com entrada gratuita, o concerto integrou a programação comemorativa das seis décadas da OSSM e reuniu obras de diferentes períodos e linguagens da música sinfônica. O repertório foi aberto com a “Abertura Anita Garibaldi para Orquestra de Cordas”, da compositora Catarina Domenici. Em seguida, foi apresentada a “Sinfonia nº 7 em Lá Maior, Op. 92”, de Ludwig van Beethoven. O encerramento ficou por conta da “Sinfonieta nº 1”, de Heitor Villa-Lobos.</p>		
										<figure>
										<img width="576" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-09-at-16.24.30-576x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Maestra Alba Bomfim</figcaption>
										</figure>
		<p>Para Alba Bomfim, estar à frente da OSSM em um momento tão significativo foi motivo de honra e alegria. A maestra, que é carioca e atualmente vive em Teresina, no Piauí, destacou a importância de participar de uma instituição com seis décadas de história. “Eu me sinto muito honrada, porque é uma orquestra tradicional, já existe há tanto tempo, há seis décadas, e poder estar à frente, aqui no sul, é muito importante”, afirmou.</p><p>A regente também ressaltou o caráter universitário da orquestra e a possibilidade de promover uma troca de experiências com estudantes e músicos. Para ela, a presença de diferentes profissionais no pódio amplia as referências dos jovens que estão em formação. Segundo Alba, sua participação em Santa Maria também representa uma oportunidade para que estudantes possam perceber que diferentes perfis de músicos e regentes podem ocupar espaços de liderança dentro da música de concerto. “É muito importante não só para mim, mas também para os jovens que estão na Universidade, porque têm acesso a outras pessoas, outras etnias no pódio”, destacou.</p><h2><b>Um repertório de contrastes</b></h2><p>A escolha das obras foi um dos elementos que deram identidade ao concerto. Alba explicou que a programação buscou aproximar diferentes linguagens e períodos históricos, colocando lado a lado uma compositora brasileira contemporânea, Beethoven e Villa-Lobos.</p><p>Para a maestra, a diversidade do repertório demonstra como uma orquestra pode funcionar como um espaço de diálogo com a sociedade. “Eu acredito que a Orquestra Sinfônica é uma espécie de microcosmos artístico, um aparelho artístico que representa a sociedade, o que a gente gostaria da sociedade”, explicou.</p>		
													<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/DSC0040-1024x684.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/DSC0043-1024x684.jpg" alt="" />													
		<p>A regente destacou especialmente o contraste entre as obras escolhidas. A abertura de Catarina Domenici apresenta uma linguagem contemporânea, enquanto a Sétima Sinfonia de Beethoven pertence ao repertório clássico europeu. Já a Sinfonietta de Villa-Lobos estabelece uma relação entre o nacionalismo brasileiro, o modernismo e referências à música de Mozart. De acordo com Alba, essa variedade permite ao público percorrer diferentes universos musicais durante a mesma apresentação.</p><p>A Sétima Sinfonia de Beethoven também representou um desafio para os estudantes da orquestra, segundo a maestra. A obra é marcada por grande intensidade rítmica e exige dos músicos precisão e domínio técnico. Para Alba, esse contato com repertórios variados faz parte da própria função de uma orquestra contemporânea. “É um organismo vivo de diálogo e de transformação”, afirmou.</p><h2><b>A escolha de Alba Bomfim</b></h2><p>O maestro da Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Claudio Antônio Esteves, explicou que o convite para Alba Bomfim foi pensado especialmente para a programação dos 60 anos da instituição.</p><p>Os dois se conheceram durante a pandemia, inicialmente por meio de encontros realizados de forma on-line. A partir daquele contato, Claudio passou a acompanhar o trabalho e a trajetória profissional da maestra.</p>		
										<figure>
										<img width="576" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-09-at-16.24.30-1-576x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Maestro Claudio Antônio Esteves</figcaption>
										</figure>
		<p>Quando a programação do aniversário de 60 anos começou a ser planejada, Alba foi a primeira escolha do maestro. “Eu pensei: quem é que poderia representar uma geração jovem e, mesmo, a questão da presença feminina na música? A primeira pessoa que me veio à cabeça foi a Alba”, contou o maestro.</p><p>Segundo ele, a presença da maestra também proporcionou aos integrantes da OSSM uma experiência de contato com uma regente de outra geração e com concepções musicais diferentes. Claudio destacou ainda que a participação de profissionais em diferentes momentos de suas carreiras contribui para a formação de um legado dentro da orquestra. “Abrir espaço para uma jovem com uma carreira em ascendência, para que a gente possa depois dizer: vocês sabem que a Alba esteve aqui e nos regeu”, afirmou.</p><p>Para o maestro, a presença de Alba na programação representa também uma forma de pensar o futuro da instituição e deixar referências para as próximas gerações de músicos.</p><h2><b>A presença feminina na regência</b></h2><p>Um dos pontos abordados por Alba Bomfim durante sua passagem por Santa Maria foi a presença das mulheres — especialmente das mulheres negras — em posições de liderança dentro da música de concerto.</p><p>A maestra contou que, quando começou sua formação, teve poucos modelos femininos próximos. Ao longo da carreira, encontrou referências que contribuíram para sua trajetória, mas destacou que a desigualdade de gênero ainda representa um desafio no mercado profissional.</p>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/DSC_0101-1024x683.jpg" alt="" />													
		<p>Segundo Alba, a regência exige experiência prática e oportunidades para que o profissional possa acumular as chamadas “horas de voo”. O problema, segundo ela, é que essas oportunidades ainda não são distribuídas de maneira igualitária. “É sempre ser o melhor possível, não é apenas ser boa”, afirmou, ao falar sobre os desafios enfrentados pelas mulheres em posições de liderança.</p><p>A maestra também ressaltou que faz um recorte ainda mais específico quando fala sobre mulheres negras, que, segundo ela, continuam sendo minoria nos espaços de regência.</p><p>Para Alba, uma das mudanças necessárias é ampliar a participação das mulheres nos espaços de decisão. “Nós, mulheres, precisamos estar nos lugares de decisão. Nós precisamos estar nas reuniões, nós temos que estar com a caneta na mão”, defendeu.</p><p>Ela também destacou a importância de que meninas e meninos tenham contato com mulheres ocupando posições de liderança dentro das artes desde cedo.</p><h2><b>Da orquestra ao pódio</b></h2><p>A relação de Alba com a música começou ainda na infância, influenciada pelo ambiente familiar. Ela conta que cresceu em uma família na qual diferentes integrantes estudaram música e que teve contato com piano, canto e outros instrumentos.</p><p>Embora seja violoncelista de formação, a maestra explicou que o piano foi o instrumento que inicialmente abriu as portas para o universo da orquestra. A obra de Heitor Villa-Lobos também teve papel importante em sua escolha pelo violoncelo.</p><p>A experiência como instrumentista de orquestra, segundo ela, influencia diretamente sua maneira de atuar como regente. “Se eu não tivesse vivido em orquestra, talvez eu não fosse regente hoje”, afirmou.</p><p>Estar dos dois lados — como musicista dentro da orquestra e, posteriormente, como regente no pódio — permitiu que Alba desenvolvesse uma percepção particular sobre a relação entre músicos e maestros. Para ela, compreender como os instrumentistas recebem as orientações de quem está à frente do grupo faz diferença na construção do trabalho coletivo.</p><h2><b>Música como transformação</b></h2><p>Além da escolha do repertório e da própria execução musical, Alba Bomfim defende que as orquestras possuem um papel que ultrapassa a apresentação de grandes obras. Para a maestra, o contato com a música pode ampliar a sensibilidade e criar novas formas de perceber o mundo.</p><p>Ela também considera a universidade um importante espaço para essa transformação, principalmente por possibilitar o encontro entre pessoas de diferentes regiões, experiências e realidades.</p><p>Alba ressaltou ainda a importância da educação como instrumento de transformação social e de mobilidade, lembrando que sua própria trajetória foi construída por meio da busca por oportunidades de formação.</p><h2><b>Uma noite de celebração</b></h2><p>O concerto do dia 3 de setembro marcou mais um capítulo da história da Orquestra Sinfônica de Santa Maria, que chegou aos 60 anos mantendo sua atuação ligada à formação musical, à universidade e à realização de concertos para a comunidade.</p><p>A escolha de uma jovem regente convidada, a presença de uma compositora brasileira contemporânea no repertório e a reunião de obras de Beethoven e Villa-Lobos deram à apresentação um caráter simbólico dentro da programação comemorativa.</p><p>Para Claudio Antônio Esteves, a participação de Alba Bomfim sintetizou parte do espírito que a OSSM buscou imprimir à celebração. “É uma honra, sim, para todo mundo”, resumiu o maestro.</p><p>Já para Alba, a experiência em Santa Maria representou a possibilidade de conhecer uma nova realidade do país e, ao mesmo tempo, contribuir para a formação de jovens músicos.</p>		
													<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/DSC0018-1-1024x684.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/DSC_0236-1024x683.jpg" alt="" />													
		<p><i>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p><p><i>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras – Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove Viva o Campus Gaúcho no próximo domingo (13)Dia do Gaúcho será comemorado no Viva o Campus com muitas atividades e música tradicionalistas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/09/08/ufsm-promove-viva-o-campus-gaucho-no-proximo-domingo-13dia-do-gaucho-sera-comemorado-no-viva-o-campus-com-muitas-atividades-e-musica-tradicionalistas</link>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 14:16:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>

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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) UFSM, promove, neste domingo, 13 de setembro, o Viva o Campus Gaúcho. As atividades são abertas a toda comunidade e acontecem das 14h às 18h. Essa edição contará com a presença dos parceiros do Viva o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) UFSM, promove, neste domingo, 13 de setembro, o <strong>Viva o Campus Gaúcho</strong>. As atividades são abertas a toda comunidade e acontecem das 14h às 18h.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Essa edição contará com a presença dos parceiros do Viva o Campus: a Polifeira do Agricultor; o Jardim Botânico, Mostra Morfo; Projeto Arte Além do Ofício; Projeto Hangar Aeroespacial e o Projeto Olha o Passarinho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O evento contará também com oficinas de esportes e jogos campeiros, como bocha e truco, e a atração artística do Viva vai ficar por conta do DTG Noel Guarany com apresentações de canto e dança e a participação especial do cantor Junior Benaduci trazendo muita música gaúcha.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Viva o Campus busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o Meio Ambiente ao trazer a sociedade para o campus. Realizada desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional.<br><br><em>Texto: Coordenadoria de Cultura e Arte/PRE</em><em><br></em><em><br></em><strong>ROGRAMAÇÃO VC - 13/09/2026</strong><br><br><strong><em>PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA:</em></strong><br><br><strong>15h às 15h30 – Esportes e jogos campeiros</strong><strong><br></strong> - <strong>Bocha na grama</strong>, na área próxima ao bosque<br>- <strong>Oficina de Truco Gaúcho</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>15h30 – APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS INDIVIDUAIS</strong><strong><br></strong> - <strong>Talentos do DTG Noel Guarany</strong><strong><br></strong> Apresentações individuais de música e/ou dança tradicionalista.<br>Largo do Planetário</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>16h – APRESENTAÇÃO DO GRUPO DE DANÇAS</strong><strong><br></strong> -&nbsp; <strong>Danças Tradicionais Gaúchas</strong><strong><br></strong><strong> </strong>Apresentação coletiva do DTG Noel Guarany, com aproximadamente 15 minutos.<br>Largo do Planetário<br><br><strong>16h30 - Junior Benaduce</strong><strong><br></strong>Largo do Planetário</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em><br></em></strong><strong><em>PARCEIROS FIXOS</em></strong><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>PLANETÁRIO</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>14h às 17h30 - Exposição: Céus do Sul<br>Sessões de Cúpula:<br>14:30 / 15:30 / 16:30</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Filme - O Sol: A Nossa Estrela Viva<br><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>JARDIM BOTÂNICO</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>14h às 18h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Telhado verde</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Jardim sensorial</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Exposição de animais taxidermizados&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Horta Mandala</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Pracinha Quintal dos brotos</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Inauguração do "Recanto da erva Mate" com distribuição de sachês de chazinhos para chimarrão aos visitantes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>MOSTRA MORFO<br>14h às 18h<br>- Mostra de Ciências Morfológicas<br>Prédio 19<br><br>PROJETO HANGAR<br>14h às 18h<br>- Apresentações gerais<br>Prédio 9h, em frente ao IEM e do lado do GPMOT, final da Rua do IMPE</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br>POLIFEIRA DO AGRICULTOR<br>14h às 18h<br>Largo do Planetário</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>OFICINA OLHA O PASSARINHO</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>14h às 18h<br>Largo do Planetário</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-17695" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/01-Card-CV-Gaucho-Capa-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-17694" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/02-Card-CV-Gaucho-Programacao-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-17693" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/03-Card-CV-Gaucho-Jardim-botanico-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-17692" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/04-Card-CV-Gaucho-Planetario-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-17691" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/05-Card-CV-Gaucho-Poli-Feira-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-17690" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/06-Card-CV-Gaucho-Olha-o-Passarinho-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-17689" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/07-Card-CV-Gaucho-Arte-alem-do-oficio-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-17688" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/08-Card-CV-Gaucho-Morfo-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-17687" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/09-Card-CV-Gaucho-Hangar-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-17686" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/10-Card-CV-Gaucho-Programacao-Artistica-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /><img class="alignnone size-medium wp-image-17686" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/10-Card-CV-Gaucho-Programacao-Artistica-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-17685" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/11-Card-CV-Gaucho-Esportes-e-jogos-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-17684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/12-Card-CV-Gaucho-DTG-apresentacoes-individuais-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-17683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/13-Card-CV-Gaucho-DTG-grupo-de-danca-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-17682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/14-Card-CV-Gaucho-Jr-Benaduce-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /><br /><br /><br /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mestre Adel: A Tradição da Guasqueria Viva em Caçapava do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/09/04/mestre-adel-a-tradicao-da-guascaria-viva-em-cacapava-do-sul</link>
				<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 20:04:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[notórios saberes]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=5231</guid>
						<description><![CDATA[Entre memória e prática, Adel mantém vivo um ofício que aprendeu com o pai e com a vida no campo. por Fellipe H. Alves Medeiros e Fernanda de Figueiredo Ferreira   Dias de chuva em Caçapava do Sul mudam o ritmo no galpão de Adel Simão Mendes Ferreira, conhecido como Mestre Adel Guasqueiro. Longe de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="513" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/09/Banner-1024x513.jpg" alt="" />											<figcaption>Entre memória e prática, Adel mantém vivo um ofício que aprendeu com o pai e com a vida no campo.</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: right;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">por <i>Fellipe H. Alves Medeiros e Fernanda de Figueiredo Ferreira</i></p><p dir="ltr"> </p><p>Dias de chuva em Caçapava do Sul mudam o ritmo no galpão de Adel Simão Mendes Ferreira, conhecido como Mestre Adel Guasqueiro. Longe de ser um problema, a umidade amacia o couro cru e deixa o material no ponto ideal para o trabalho, ao contrário do que acontece no tempo seco do verão. O artesão aproveita o clima para abrir sobre a mesa uma peça com mais de meio século de história, ainda firme e servível. Orgulhoso, ele aponta para a relíquia:<i> “Você vê um couro velho, esse aqui mesmo, nunca mostrei para vocês, tem mais de 50 anos de uso”</i>. Com o material em mãos, o mestre trança os tentos com a destreza de quem aprendeu o ofício na infância e recorda como o tempo moldava a sua rotina desde guri:<i> “Dia de chuva era mais prático para lidar com o couro. Ele ficava mais brando, mais fácil de trabalhar. Com tempo úmido, o couro se adapta melhor”.</i></p><p>A trajetória de Adel começou no Irapuá, distrito rural de Caçapava do Sul marcado por uma paisagem de cerros antigos, forte tradição de campo e da herança das terras de benfeitores e senhores de escravos. Ele resume a infância moldada pelos costumes desse interior de chão batido, terra que carrega a ancestralidade de matriz africana: <i>“Eu nasci na campanha, lá no Irapuã, e trabalhei desde pequeno na lida da chácara, trabalho com o gado, ovelhas, na plantação, na campereada e em tudo assim”.</i></p><p>Filho de José Bernardino Ferreira e Isabel Mendes Ferreira, o artesão cresceu acompanhando o trabalho do avô, do pai, um domador de cavalos bravos e xucros que conhecia a fundo os segredos do ofício, da lida e o manejo do couro cru. Seu José foi o grande professor, ensinando o filho a ler o tempo e a respeitar o ritmo da natureza: em dia de sol, cuidava-se da terra; quando o tempo virava e a chuva barrava o serviço na lavoura ou com o gado, o refúgio era o galpão.</p><p>O mestre ri ao lembrar de como o galpão virava o seu paradeiro nesses dias de inverno ou temporal: <i>“Em chuva não podia ir para o campo. Então ficava em casa, ficava no galpão, e tinha que ter serviço para não fazer muita arte”.</i> Para aproveitar a claridade que teimava em entrar pelo cinza dos dias chuvosos, o pai trazia o guri para perto da porta. <i>“Ali é mais claro para trabalhar. No dia de chuva tem que ficar dentro do galpão, mas quando não está chovendo, a gente fica na porta para trabalhar o couro”</i>, descreve Adel. </p><p>Foi nessa observação miúda, entre o cheiro da umidade e o som das ferramentas, que ele aprendeu a amaciar a matéria-prima batendo com o macete de madeira e a dar forma às primeiras cordas.</p><p>Dessa época de aprendizado no pampa, a lembrança mais viva é o primeiro laço, feito pelo pai sob medida para as mãos da criança. Adel resgata o episódio com a nitidez de quem guarda o passado no bolso:<i> “Ele me deu o primeiro laço quando eu tinha uns oito anos. Saiu um terneiro por uma fresta da cerca. O terneiro veio para o meu lado e eu lacei ele. O dono da lida me deu uma terneira por causa daquele laço. Tenho até hoje lembrança disso”. </i>Essa memória da primeira terneira e os ensinamentos da infância foram a base que o sustentou dali por diante.</p><p>Ainda menino, Adel já lidava com cavalos e preparava os xergões para a montaria. A necessidade de fabricar os utensílios para o dia a dia na campanha fez com que ele seguisse praticando as técnicas do pai, salvando da memória um saber tradicional que corria o risco de desaparecer com o tempo. Até hoje, o mestre preserva relíquias daquela infância na campanha de Caçapava, mostrando com orgulho o rebenque antigo que guarda como tesouro: <i>“Este rebenque foi feito pelo meu pai, né? Isso aqui se chama rabo de tatu. No tempo em que ele domava, usava isso aqui para tocar os baguais”.</i></p><p>Aos 29 anos, Adel mudou-se para a zona urbana de Caçapava do Sul para casar e trabalhar. Mesmo mudando de rumo e enfrentando o serviço pesado da lavoura, ele nunca largou o ofício do trançado em couro. O repasse do trabalho no reparo, conserto e feitio de peças resistentes possibilitou a troca, a manutenção, a valorização e o reconhecimento desse saber por diferentes idades e gerações que buscam ferramentas, tecnologias sociais capazes de auxiliar a lida de campo, com os animais, onde o cavalo conduz as tropas, as marcações,  mas também as atividades festivas conectadas a essas práticas como os rodeios, os desfiles, exposições, feiras que representam os valores atribuídos às atividades regionais dessas lidas de campo, onde o cavalo é o principal agente. A busca pelo conserto de láticos, sobreláticos, barrigueiras e buçais. Ele conta, rindo, que o buçal novo é meio bagual e brabo na cabeça do cavalo, mas que amansa logo com o tempo de uso e um pouco de graxinha, ou seja, o buçal torna-se um dos componentes que facilitam a doma, o manejo e a condução do animal de maneira segura, para ambos.</p><p>Para Mestre Adel, o trabalho manual carrega uma durabilidade que as peças de fábrica não conseguem alcançar. O couro de gado é o sustento de toda a montaria, dando corpo aos laços, às rédeas e às soiteiras dos relhos. É um serviço que exige força bruta, pois o couro precisa ser estaquiado, esticado, amaciado e limpo na faca para ganhar aquela característica correta que o gaúcho valoriza.</p><p>O couro industrializado, curtido com química para acelerar o processo nas fábricas, apresenta uma estrutura mais fina e de menor durabilidade para o manejo e não serve para quem conhece o rigor do dia a dia no campo. O artesão sabe bem onde esse material racha na hora do puxão: <i>“Tem comércio que vende esse material, mas muitos vendem só para revenda. Parece umas cascas secas”. </i>Mestre Adel realiza o feitio de seu ofício tradicional na região, no galpão que fica nos fundos de sua residência na cidade, onde os amigos e conhecidos chegam para buscar uma peça, levar outra para o reparo e alguns jovens vêm aprender a tirar o tento e trançar. Ele continua o trabalho e o repasse do ofício na força do braço e na paciência de trançar o que as estórias vividas e as memórias dessa identidade campeira não registram nos livros, mas na oralidade deste saber. Ele se orgulha de manter o mesmo ritmo de antigamente:<i> “Eu ainda estou na moda antiga, de garrotear o couro no macete. O bruto ainda existe, e são poucos que fazem assim, só na força e no macete”.</i></p><p>Adel explica que o couro de curtume é trabalhado com costura de linha, um método que acaba fragilizando a peça com o tempo. O guasqueiro aponta a diferença do seu fazer: <i>“Já esse aqui é trabalhado com couro, com tento de lonca de cavalo, por isso dura mais”. </i>Neste ofício, o artesão sinaliza que a pele fina e resistente do cavalo é o que amarra toda a estrutura, dispensando totalmente os fios de algodão ou nylon das fábricas. Muitos clientes chegam ao galpão com láticos comprados em lojas, reclamando que as tiras quebram por falta de tratamento adequado na indústria. </p><p>Embora já tenha visto em cursos universitários o funcionamento de máquinas modernas para amaciar a matéria-prima, Adel nota que o maquinário rouba a textura e a flexibilidade do material. A preferência do mestre continua sendo o processo manual no tempo úmido da chuva, sabendo que o cavalo oferece o tento fino e firme para os acabamentos, enquanto o couro do gado garante a estrutura mais forte para o arreio.</p><p>Essa busca por resistência também resgata técnicas antigas da herança indígena que ele traz guardada na memória e na ponta dos dedos. Um exemplo vivo desse passado é a bota de garrão de potro, um calçado rústico feito sem moldes ou costuras, retirado inteiro da perna do animal. O mestre ensina o ofício demonstrando o movimento com as mãos:<i> “A bota garrão de potro era feita do garrão do animal. Tinha que secar e tirar inteira, sem riscar. Virava do avesso e colocava uma madeira por dentro para secar sem fechar, para não craquelar o couro, e assim caber na canela”. </i>Ele lembra que o calçado tradicionalmente deixava os dedos dos pés descobertos, um detalhe fundamental para dar mais firmeza ao peão na hora de firmar o pé no estribo.</p><p>Da mesma forma, para montar as boleadeiras, Adel busca na fauna local os materiais capazes de aguentar o impacto do uso no campo. Ele resgata a origem da peça que hoje adorna o galpão: <i>“Esta aqui era a arma dos índios para pegar os bichos baguais”</i>. Para encapar as pedras que ele mesmo esculpe, o artesão utiliza a pele da barriga do tatu-peludo ou o couro de lagarto, matérias-primas conhecidas pela longevidade. Adel descreve o processo desse feitio: <i>“Cobria-se a pedra com o couro da barriga do tatu-peludo. Também se usava couro de lagarto, que é muito forte”. </i>Por dentro das cordas de couro que ligam as três pedras da boleadeira, o mestre utiliza o couro do gado torcido, o segredo antigo que garante a flexibilidade e a força necessárias para suportar o movimento do arremesso no meio do campo.</p><p>Nos últimos anos, a rotina do guasqueiro assumiu novos modos de transmissão dos saberes que vão além do público que utiliza as ferramentas e tecnologias sociais elaboradas por ele, seja nas atividades voltadas à lida de campo direta quanto às de festividades. Neste sentido, o galpão, lugar de referência na elaboração dos instrumentos artesanais, passa a ser ressignificado na perspectiva do trabalho e no ofício de trançar e fortalecer ensinamentos que legitimam e valorizam o nosso patrimônio cultural e regional do conhecimento campeiro e de todo o ambiente que o envolve. </p><p>Em abril de 2024, ele ministrou uma oficina prática no I Seminário de Notórios Saberes da Universidade Federal de Santa Maria, a UFSM. Entre fevereiro e março de 2025, participou como expositor na Recepção Estudantil e na Semana Descobrindo os Notórios Saberes, levando esse patrimônio da cultura regional e o sentido das tradições campeiras para dentro do ambiente universitário.</p><p>O encontro com as novas gerações de estudantes rendeu boas histórias. Adel conta, com bom humor e um sorriso no rosto, sobre os trabalhos e a procura pelo aprendizado. Em oficinas e cursos realizados em Caçapava com outros guasqueiros responsáveis, a troca e o auxílio na elaboração e destreza de cortar o tento, marcam os primeiros contatos na arte de trançar o couro e quando se observa os primeiros feitios, ambos ficam realizados, mestre e aprendiz. </p><p>Apesar do reconhecimento acadêmico, Adel mantém a modéstia típica dos homens da campanha. Ele quase recusou os primeiros convites da UFSM por achar que não tinha o estudo ou a técnica refinada que as salas de aula exigiam. O mestre desabafa, deixando de lado qualquer vaidade:<i> “O meu serviço é mais grosseiro, não é muito aperfeiçoado não. É forte, mas não é muito bonito, não”.</i> Ele prioriza a utilidade prática no dia a dia do pampa e faz questão de elogiar seu colega de ofício, o guasqueiro Batista, a quem considera o trabalho mais fino e especializado no acabamento e nas bainhas de faca detalhadas.</p><p>Para Adel, o companheiro domina a parte estética da guasquearia e tem o perfil ideal para o ensino formal. Ele afirma, reconhecendo o valor do outro:<i> “O Batista trabalha muito bem. Ele tem condições de fazer cursos, participa de seminários fora do estado, no Uruguai também”</i>. Ainda assim, ciente de que muitos jovens hoje evitam o trabalho pesado de preparar a matéria-prima, Adel entende a importância de transmitir e repassar o conhecimento, pois são ofícios que podem ser esquecidos, ao mesmo tempo que podem ser aprimorados, com técnicas que mantenham a força e a qualidade dos materiais, a expressividade do patrimônio cultural e condições de trabalho mais dignas e sustentáveis na manutenção do corpo físico, em especial das mãos que no inverno gaúcho racham pelo frio e a firmeza do material. O Mestre alerta sobre o risco do esquecimento:<i> “É muito importante ensinar, porque se a gente não der continuação, vai terminar os que lidam com couro”.</i></p><p>Aos 80 anos e aposentado, Adel hoje divide o tempo entre o galpão, os cuidados com a horta que tem com os amigos, o gado e o cavalo na propriedade que já foi do seu pai. Com a serenidade que a experiência vivida transmite, ele sinaliza que o ofício já tão incorporado em sua prática diária que o trabalho com o couro, <i>“a guasqueria hoje é mais um entretenimento, algo que eu gosto de fazer”.</i> A atividade fortalece seus vínculos com o campo, com a égua grande companheira nas lidas de camperiada, com a manutenção do trabalho e os vínculos sociais no Centro de Tradições Gaúchas e no Piquete.</p><p>Essas memórias preservam a própria identidade do ser campeiro conectado às suas raízes, ao seu pampa e ao seu ser social. Nesse lugar, o ofício e o trabalho com o couro cru, âncora-se no palanque da vida, onde a corda se estica, se torne, se reduz e sobretudo se fortalece, mas não se arrebenta ao sustentar uma tradição que passa de geração a geração a destreza de tirar o tento e firmar o laço de doze braças como quem cuida do coração deste pampa, pois o campo tem raiz, história, memória e identidade na cultura regional pampeana. Enquanto trança o couro cru nas mãos firmes marcadas pela presença e a força em aproximar os tentos, aprimora-os dando novas formas e sentidos, assim como se conjugam saberes, entre a técnica e o ofício capazes de manterem vivos a tradição herdada de avô e seu pai José Bernardino, além da forte identidade do Irapuã. Na sustentabilidade desse ofício que a chuva corra mansa para amaciar o couro, que o sopro do minuano semeie essas raízes culturais pampeanas para outros cerros, para além do Cerro da Angélica, mas sobretudo nos permita de lá ver no horizonte essa identidade e memória espraiadas por outros campos do saber, onde as rachaduras nas mãos sinalizam caminhos e rupturas mais equânimes.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Parceria entre UFSM e Sesc amplia acesso à cultura em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/09/02/parceria-entre-ufsm-e-sesc-amplia-acesso-a-cultura-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 18:05:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[centro de convenções]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17645</guid>
						<description><![CDATA[A parceria entre a Universidade Federal de Santa Maria e o Sesc Santa Maria segue ampliando a oferta de programação cultural na cidade. Em outubro, o Centro de Convenções da UFSM recebe dois espetáculos que contemplam diferentes públicos ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o Sesc Santa Maria estão fortalecendo a parceria para ampliar a oferta de ações culturais e artísticas na cidade e na região. Por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte (CCA) da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), a Universidade está em processo de formalização de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o Sesc Santa Maria, que prevê a realização de uma programação cultural diversificada nos espaços da UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A parceria busca aproximar a comunidade de diferentes linguagens artísticas, com atividades gratuitas ou a preços acessíveis destinadas a estudantes da rede pública, comunidades em situação de vulnerabilidade social e ao público em geral. A iniciativa está alinhada à Política Cultural de Extensão da UFSM, estabelecida pela Resolução UFSM nº 043/2021, e prevê ações ao longo dos próximos cinco anos.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>As primeiras atividades da parceria já movimentaram os espaços culturais da Universidade em agosto, com programação voltada às artes cênicas e à literatura.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Teatro a Mil levou “A Menina Onça” a estudantes da rede municipal</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:image {"id":17649,"width":"221px","height":"auto","aspectRatio":"0.799813996744943","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
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<p>Nos dias 24 e 25 de agosto, o Teatro Caixa Preta, do Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM, recebeu cerca de 600 estudantes de escolas da Rede Municipal de Ensino para três sessões gratuitas do espetáculo <em>A Menina Onça</em>, da produtora Mosaico Cultural. Inspirado no relato verídico de uma menina que, ainda muito jovem, perde a família e precisa trabalhar no campo, o espetáculo utiliza diferentes linguagens artísticas, como teatro, bonecos, música, capoeira e elementos da cultura popular latino-americana.</p>
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<p>Além das apresentações, os estudantes participaram da oficina Mosaico de Bonecos, realizada no dia 24 de agosto. A programação também contou, anteriormente, com uma ação formativa destinada a educadores. No dia 10 de agosto, a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e pesquisadora da área Rossana Della Costa ministrou o encontro “Bora Bonecar! O teatro de formas animadas na formação de professores e na experiência artística das infâncias”.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>As atividades integraram o projeto <em>Teatro a Mil</em>, do Sesc, realizado desde 2011 com o objetivo de ampliar o acesso de estudantes das redes públicas às artes cênicas e contribuir para a formação de novos espectadores. A iniciativa promove a circulação de espetáculos de teatro e circo e também desenvolve ações formativas, aproximando cultura e educação e estimulando experiências relacionadas à criatividade, à sensibilidade, ao pensamento crítico e à cidadania.</p>
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<h2><strong>Lilian Rocha participou do Circuito Sesc Literatura</strong></h2>
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<figure><img style="aspect-ratio: 0.799826 / 1;width: 222px;height: 278px" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/Lilian-Circuito-Sesc-Literatura-27-08-2026-819x1024.jpeg" alt="" /></figure>
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<p>A programação de agosto também levou a escritora e artista gaúcha Lilian Rocha ao Teatro Caixa Preta. A atividade do Circuito Sesc Literatura foi realizada no dia 27 de agosto e reuniu o público a partir dos 14 anos para uma conversa sobre literatura e produção cultural.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Natural de Porto Alegre, Lilian Rocha é farmacêutica, analista clínica, escritora, musicista e facilitadora didata de Biodanza. Com produção nas áreas de poesia, literatura infantil e romance, a autora tem trajetória marcada pela valorização da cultura afro-brasileira e pela participação em projetos de incentivo à leitura. Lilian integra academias de letras e instituições culturais no Brasil e no exterior e teve poemas publicados em antologias, revistas e blogs, além de outras publicações no Brasil e em Portugal. Também foi curadora da Feira do Livro de Porto Alegre nos anos de 2024 e 2025. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Realizada gratuitamente no Teatro Caixa Preta, a atividade ampliou a programação cultural da UFSM e proporcionou ao público santamariense o contato com uma das vozes da literatura contemporânea gaúcha.</p>
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<h2><strong>Cachorro Abelardo no Centro de Convenções!</strong> </h2>
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<figure><img style="aspect-ratio: 0.8;width: 219px;height: auto" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/unnamed-1-819x1024.jpg" alt="" /></figure>
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<p>No dia 10 de outubro, às 15h, o público infantil poderá acompanhar <em>Bom pra Cachorro – O Circo-Teatro do Abelardo</em>, da Caixa do Elefante Teatro de Bonecos. O espetáculo será apresentado no Centro de Convenções da UFSM, localizado na Avenida Roraima, 1000, prédio 62A.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A montagem reúne atores, bonecos, brinquedos e objetos em um espetáculo de variedades conduzido pelo cachorro Abelardo. A proposta combina teatro de bonecos e elementos circenses para criar uma experiência voltada especialmente às crianças. A classificação indicativa é livre, com recomendação para crianças a partir de cinco anos.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Os ingressos têm valores a partir de R$ 20,00 e podem ser adquiridos pelo site do Sesc. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (55) 98423-6338.</p>
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<h2><strong>Gilberto Monteiro, Gustavo Garoto e Sucinta Orquestra no palco do Centro de Convenções!</strong> </h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p>Na sequência da programação, o Centro de Convenções da UFSM recebe, no dia 13 de outubro, às 19h30, o espetáculo musical <em>Gilberto Monteiro em Ameríndia Brasil</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Um dos nomes de destaque da música instrumental gaúcha, o acordeonista Gilberto Monteiro chega a Santa Maria acompanhado do pianista e arranjador Gustavo Garoto, do violonista Guilherme Castilhos e da Sucinta Orquestra, quinteto de cordas formado por instrumentistas mulheres. A apresentação marca a chegada do novo trabalho de Gilberto Monteiro ao público santamariense e reúne diferentes sonoridades da música instrumental em uma formação que combina acordeão, piano, violão e cordas.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Os ingressos estão disponíveis pelo <em>e-commerce</em> do Sesc, com valores diferenciados conforme a categoria:</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Empresário: R$ 28,00;</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li>Público geral: R$ 60,00;</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li>Meia-entrada: R$ 30,00;</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li>Credencial Plena: R$ 25,00.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
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													</item>
						<item>
				<title>São Sepé abre inscrições para a 24ª Caminhada Internacional na Natureza na Região Central do RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/09/02/sao-sepe-abre-inscricoes-para-a-24a-caminhada-internacional-na-natureza-na-regiao-central-do-rs</link>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 17:23:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Caminhada Internacional na Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17635</guid>
						<description><![CDATA[Evento gratuito reúne caminhantes, agricultores, familiares e instituições parceiras em percurso de 8 km pela Rota Italiana na Localidade da Mata Grande, consolidando o turismo rural como estratégia de desenvolvimento territorial na Região Central do Rio Grande do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Estão abertas, desde o dia 27 de agosto, as inscrições para a 24ª Caminhada Internacional na Natureza, etapa de São Sepé (RS) do circuito regional de 2026, intitulado "Caminhos de Sepé: Rota Italiana". O evento ocorre no dia 13 de setembro, das 8h às 12h, com concentração na localidade de Mata Grande. As inscrições nesta edição são gratuitas e podem ser feitas até o dia 10 de setembro (às 23h59) pelo aplicativo Ecobooking, sendo limitadas a 250 participantes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>É a primeira vez que São Sepé sedia o projeto, que integra o Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (Progeater) da UFSM, em parceria com a Emater/RS-Ascar e a Prefeitura Municipal. A sede coube ao município por meio de edital público, que selecionou oito entre 19 municípios candidatos para receber o circuito ao longo de 2026.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>O encanto do interior: turismo de experiência e paisagens de São Sepé</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O percurso de 8 km, classificado como de esforço moderado (nível 2 de 5), conduz o caminhante por trilhas e estradas de piso irregular, num trajeto sinalizado e de severidade considerada baixa. Não há idade mínima para participação, o que amplia o alcance do evento a famílias inteiras. A paisagem rural de São Sepé, com suas propriedades produtivas e paisagens preservadas, é o cenário de uma modalidade de turismo que já não se resume ao lazer: fala-se cada vez mais em turismo regenerativo, em vivência autêntica no campo e em reconexão com a natureza como formas de valorizar a agricultura familiar e a cultura local.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Reforçando esse caráter comunitário, vinte famílias de agricultores estarão presentes ao longo da trilha, uma presença que aproxima quem caminha da realidade de quem produz.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<!-- /wp:image -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Como participar</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>Data e horário:</strong> 13 de setembro de 2026, das 8h às 12h (concentração a partir das 7h30).</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Local de concentração e largada:</strong> Mata Grande, São Sepé (RS).</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Percurso e nível de dificuldade:</strong> 8 km, esforço moderado (2/5), trilhas e estradas de piso irregular, com sinalização ao longo do trajeto.</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Inscrições:</strong> gratuitas nesta edição, limitadas a 250 participantes, abertas até 10 de setembro às 23h59, pelo<a href="https://www.ecobooking.com.br/site3/claude_destinoEventoSimples.php?Xeven=fima0zacjpnkpsnwvydz"> aplicativo Ecobooking</a> (disponível para Android e iOS) ou pela página oficial do evento. Acesse: <a href="https://www.ecobooking.com.br/site3/claude_destinoEventoSimples.php?Xeven=fima0zacjpnkpsnwvydz">https://www.ecobooking.com.br/site3/claude_destinoEventoSimples.php?Xeven=fima0zacjpnkpsnwvydz</a> </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Estrutura e alimentação:</strong> café da manhã (R$15,00, mediante adesão) às 7h30 e almoço colonial (R$45,00, mediante adesão) na chegada, prevista para às 11h30. Dois pontos de apoio, carro de apoio e ambulância disponíveis durante todo o percurso. Banheiros disponíveis no local.</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Contatos e informações:</strong> organização a cargo de Murilo Gonçalves Becker, pelo telefone (55) 92001-4583 ou pelo e-mail caminhosdesepe@gmail.com.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
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<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Recomendações ao caminhante</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Calçado fechado e confortável, protetor solar e garrafa de água própria (item obrigatório) são recomendações básicas para quem vai encarar o percurso. Não há exigência de comprovante vacinal para participar. A organização reforça o respeito ao meio ambiente ao longo de toda a trilha e alerta que, em caso de chuva forte, o evento poderá ser cancelado.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Quem organiza a caminhada em São Sepé</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A caminhada reúne quatro frentes com papéis bem definidos. A Emater/RS-Ascar cuida da parte técnica: define o trajeto, testa o percurso e organiza a feira de produtos locais. A Prefeitura Municipal garante a estrutura no dia do evento, como ambulância, sinalização e credenciamento dos caminhantes. A comunidade local prepara o café e o almoço colonial para a recepção dos visitantes. Já a UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Extensão e do PROGEATER, coordena a comunicação oficial do projeto e organiza as inscrições, sustentando um calendário regional de uma caminhada por mês entre abril e novembro.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Essa articulação transforma o trabalho de extensão rural, historicamente ligado à assistência técnica e à produção, em algo mais amplo: estruturar roteiros e qualificar a acolhida no meio rural, hoje uma fonte relevante de renda não agrícola para as famílias do interior gaúcho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Uma caminhada alinhada à Agenda 2030</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O evento também dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. A caminhada movimenta a economia local por meio da venda de produtos coloniais e artesanato (ODS 8), aproxima consumidor e produtor com o café e o almoço servidos por famílias da região (ODS 12) e, ao ganhar espaço acadêmico (o projeto virou tema de uma questão do Vestibular da UFSM em 2026), reforça sua vocação educativa (ODS 4).</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Marco da 24ª edição</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Chegar à 24ª edição da Caminhada Internacional na Natureza é um indicador da maturidade de um projeto que nasceu em 2023 e hoje mobiliza milhares de participantes na Região Central do Rio Grande do Sul. Para São Sepé, o marco é duplo: além de integrar essa trajetória consolidada, o município estreia como sede de uma ação que já foi apresentada em seminário internacional como referência de política pública de desenvolvimento territorial. Cada participante que completa o trajeto recebe um carimbo numerado, registro que, somado ao selo digital colecionável do aplicativo Ecobooking, dá à caminhada um caráter também de memória afetiva e de fidelização a um circuito que se pretende contínuo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
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													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM abre edital para empresas de erva-mate participarem do Viva o Campus Gaúcho 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/08/27/ufsm-abre-edital-para-empresas-de-erva-mate-participarem-do-viva-o-campus-gaucho-2026</link>
				<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 12:59:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17569</guid>
						<description><![CDATA[Chamamento público recebe inscrições até 2 de setembro para empresas interessadas em comercializar o produto no evento A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Coordenadoria de Cultura e Arte, está com inscrições abertas para empresas fornecedoras de erva-mate interessadas em integrar o Viva o Campus Gaúcho [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Chamamento público recebe inscrições até 2 de setembro para empresas interessadas em comercializar o produto no evento</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Coordenadoria de Cultura e Arte, está com inscrições abertas para empresas fornecedoras de erva-mate interessadas em integrar o <strong>Viva o Campus Gaúcho 2026</strong>. O evento será realizado no dia <strong>13 de setembro</strong>, no Largo do Planetário e no Jardim Botânico da UFSM, em Santa Maria.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As empresas interessadas podem cadastrar suas propostas até as <strong>23h59min do dia 2 de setembro de 2026</strong>, conforme o cronograma estabelecido pelo <strong>Edital de Chamada Pública nº 090/2026</strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A iniciativa busca valorizar uma das principais expressões da tradição gaúcha: o chimarrão. As empresas habilitadas poderão comercializar seus produtos durante o evento, em espaços definidos pela organização, além de disponibilizar <strong>água quente gratuitamente</strong> para o público.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O edital prevê a seleção de <strong>três propostas</strong>, podendo chegar a quatro, conforme a avaliação da comissão responsável e a necessidade de oferecer maior variedade e quantidade de produtos diante da previsão de público. Entre os critérios de seleção estão a adequação da proposta às regras da chamada, o preço apresentado e a estrutura oferecida pela empresa.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Podem ser comercializadas duas categorias de erva-mate, com valores máximos estabelecidos no edital: erva-mate tipo 1, em pacotes de 1 kg, com valor máximo de R$ 17,00, e erva-mate tipo 2, também de 1 kg, com valor máximo de R$ 30,00.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para participar, as empresas deverão apresentar a documentação exigida no edital e, no momento do cadastramento, encaminhar informações sobre a estrutura que será utilizada para a comercialização, incluindo catálogos, fotos ou prospectos da tenda ou gazebo e dos produtos oferecidos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As inscrições devem ser realizadas exclusivamente por meio do formulário on-line indicado no edital. O resultado preliminar será divulgado no dia <strong>3 de setembro</strong>, e o resultado final está previsto para <strong>8 de setembro de 2026</strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O <strong>Edital de Chamada Pública nº 090/2026</strong> e o formulário de inscrição estão disponíveis nos canais oficiais da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>&nbsp;Edital: <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/090-2026">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/090-2026</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Viva o Campus</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Viva o Campus, criado em 2014, é uma ação de extensão da UFSM que busca aproximar a Universidade da comunidade, promovendo o acesso à cultura, à arte e ao conhecimento, além de incentivar a valorização do espaço público e a conscientização ambiental. Nesta edição especial, o Viva o Campus Gaúcho celebra a cultura e as tradições do Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Coordenadoria de Cultura e Arte/PRE</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Formigueiro realiza primeira Caminhada Internacional na Natureza e fortalece turismo rural, agricultura familiar e identidade comunitária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/08/26/formigueiro-realiza-primeira-caminhada-internacional-na-natureza-e-fortalece-turismo-rural-agricultura-familiar-e-identidade-comunitaria</link>
				<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 16:03:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Caminhada Internacional na Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17548</guid>
						<description><![CDATA[Primeira edição da Caminhada Internacional na Natureza reuniu 185 caminhantes em percurso de 12 quilômetros, gerou R$ 12.329,00 em movimentação direta e projetou o município para dentro da rede do PROGEATER, que já soma 3.667 participantes desde a retomada do projeto em 2023]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":17550,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/image-8-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Formigueiro (RS), 16 de agosto de 2026. </strong>Um domingo de estradas de chão, propriedades familiares e histórias transmitidas de geração em geração transformou Formigueiro, município localizado na Região Central do Rio Grande do Sul, no mais novo destino do turismo rural gaúcho. A primeira edição da Caminhada Internacional na Natureza, batizada de Carreiros de Formigueiro (Circuito das Origens), reuniu 185 participantes efetivos entre 227 pré-inscritos, em um percurso de aproximadamente 12 quilômetros que atravessou comunidades quilombolas, núcleos de imigração italiana e alemã e propriedades da agricultura familiar. O evento resultou em uma movimentação financeira já contabilizada de R$ 12.329,00 e consolidou a chegada do município à rede do Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER), iniciativa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com a Emater/RS-Ascar e as prefeituras da Região Central, que acumula 3.667 caminhantes desde a retomada do projeto, em 2023.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17551,"width":"512px","height":"250px","scale":"cover","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/image-9-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:250px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Mais do que uma atividade recreativa, a caminhada em Formigueiro é um estudo de caso de como extensão rural, turismo de base comunitária e estratégia de marca territorial podem convergir em um único evento, com efeitos que vão além do domingo de percurso.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Uma vitrine inédita para o turismo formigueirense</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para a secretária municipal de Cultura, Turismo e Promoção da Igualdade Racial, Laís Moreira Figueiredo, trata-se do primeiro evento de turismo de fato estruturado na história recente do município. "A gente conseguiu mostrar um pouquinho do que a gente fala tanto, da hospitalidade do povo formigueirense, do trabalho da comunidade, das comunidades integradas aqui", afirmou.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O relato da secretária aponta para um efeito que a literatura de desenvolvimento territorial descreve como ativação de capital social: a mobilização de famílias para preparar casas, quintais e espaços de recepção não é apenas hospitalidade espontânea, é o primeiro sinal de que uma comunidade está disposta a se organizar coletivamente em torno de um produto turístico. "É essa sensação de capacidade, das pessoas sentirem que são capazes e que aqui pode ser feito", resumiu Figueiredo, associando o evento à construção de um sentimento de pertencimento e de identidade formigueirense, o ativo intangível sobre o qual qualquer estratégia de <em>place branding</em> rural precisa se apoiar antes de investir em infraestrutura ou promoção.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p>O prefeito Cristiano Rubert reforçou a leitura de que a caminhada abriu uma porta para o desenvolvimento local ao permitir que os visitantes conhecessem de perto as propriedades rurais e a diversidade das comunidades de formação do município, entre elas a quilombola e as de imigração italiana e alemã.</p>
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<h2><strong>O Circuito das Origens: <em>place branding</em> a partir da memória</strong></h2>
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<p>A escolha do nome Carreiros de Formigueiro (Circuito das Origens) não é um detalhe estético. Em marketing de destinos, a narrativa de origem é um dos ativos mais difíceis de replicar por concorrentes, porque está enraizada em um território específico e não pode ser copiada por outro município. O tradicionalista Paulo Verne Barreto conduziu, ao longo do percurso, o relato preservado pela comunidade sobre a origem do nome "Formigueiro": a movimentação de dezenas de carretas durante antigos trabalhos de demarcação de terras teria inspirado a comparação com um formigueiro, substituindo a antiga denominação de Estância de São João.</p>
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<p>Ao incorporar essa narrativa oral ao roteiro físico da caminhada, o Circuito das Origens faz o que a segmentação de mercado do turismo de experiência recomenda: transforma um ativo intangível (a memória local) em um ponto de parada tangível, com tempo de permanência e engajamento do visitante. É esse tipo de curadoria, e não apenas a paisagem, que diferencia um roteiro de turismo rural genérico de um produto territorial com identidade própria.</p>
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<h2><strong>Agricultores como anfitriões: extensão rural em ação</strong></h2>
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<p>O papel dos agricultores familiares como anfitriões diretos do evento é o ponto em que a metodologia de extensão rural se torna mais visível. Na Chácara das Nogueiras, o agricultor Cláudio Benetti recebeu os caminhantes como ponto de apoio, oferecendo frutas e água. "A gente ficou muito feliz aqui com a visita dessa caminhada do pessoal, e a gente agradece a preferência por parar aqui na nossa propriedade", disse.</p>
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<p>Na localidade de Picada, a agricultora Rosa Coradine converteu em atrativo geológico do circuito um ativo até então pouco valorizado: formações rochosas de sua propriedade com idade estimada em 320 milhões de anos e histórico associado à presença do mar na região. "Rochas que foram encontradas na nossa propriedade. Arenito, cimentado com carbono. Pelos estudos que foram feitos, é mais uma prova que essa região aqui já foi mar no passado", relatou.</p>
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<p>O extensionista rural Abel Dias, chefe do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar de Formigueiro, situou o evento dentro do trabalho de mais longo prazo da instituição: "Nós trabalhamos muito para resgatar, para fazer com que ele permaneça na agricultura familiar, que são os produtos da agricultura familiar, tradicionais, sustentando sempre com menos uso de produtos químicos." Para Dias, a caminhada cria uma ponte direta entre o momento de visitação e a comercialização: o visitante almoça, conhece o produtor e, na sequência, compra e leva para casa.</p>
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<p>É esse encadeamento entre assistência técnica, permanência do produtor no campo e abertura de um canal de comercialização direta ao consumidor que caracteriza a ATER como estratégia de desenvolvimento e não apenas como suporte técnico à produção.</p>
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<h2><strong>Agricultura familiar em vitrine: da produção ao consumo direto</strong></h2>
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<p>A feira instalada ao longo do percurso reuniu agroindústrias e grupos de produtores locais, entre eles iniciativas vinculadas às Tábuas do Passo, Tábuas da Estância e Recanto dos Cardeais. Segundo a extensionista Neuza Lorenz, da Emater/RS-Ascar de Formigueiro, os feirantes participam regularmente da feira semanal do município e encontraram na caminhada uma vitrine ampliada para produtos que, de outra forma, circulariam apenas em circuito local.<br></p>
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<p>A feirante Carmen Otília da Silva, do Recanto dos Cardeais, localidade de Faxinal da Eugênia, descreveu sua propriedade como "um espaço terapêutico com recuperação de solo, recuperação do ser humano e dos animais", um sítio ecossustentável cuja produção comercializada na feira é a mesma consumida pela família. O relato ilustra um segmento de mercado em expansão no turismo rural contemporâneo: o visitante não busca apenas paisagem, busca uma narrativa de produção com rastreabilidade e vínculo direto com quem produz.</p>
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<h2><strong>Números que sustentam a narrativa</strong></h2>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/image-16-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:450px;height:300px" /></figure>
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<p>Para além do relato qualitativo, a primeira edição já apresenta indicadores mensuráveis e consolidados. Dos 227 pré-inscritos, 185 efetivamente percorreram o circuito, taxa de conversão de aproximadamente 81%, considerada relevante pela organização para uma primeira edição sem histórico local. Foram servidos 93 cafés da manhã e 164 almoços ao longo do evento. A movimentação financeira direta somou R$ 12.329,00, sendo R$ 6.560,00 em almoços, R$ 1.395,00 em cafés, R$ 430,00 em aluguel do salão e R$ 3.944,00 em vendas dos feirantes e do comércio local. A organização do evento mobilizou 22 pessoas entre representantes regionais e locais (prefeitura, Emater/RS-Ascar, UFSM e demais entidades parceiras), enquanto 21 pessoas da comunidade rural atuaram diretamente no apoio ao café, ao almoço e ao longo da trilha. A feira reuniu 7 expositores, entre agroindústrias e iniciativas de artesanato.<br></p>
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<p>Ainda que modesto em termos absolutos, o valor movimentado em uma única manhã, somado à mobilização de 21 pessoas da comunidade rural e 7 expositores locais, sinaliza um modelo de geração de renda descentralizado, no qual o recurso circula dentro do próprio território em vez de se concentrar em intermediários externos, uma característica estrutural do turismo de base comunitária que o diferencia de modelos convencionais de exploração turística.</p>
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<h2><strong>Formigueiro no mapa da Caminhada Internacional</strong></h2>
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<p>A caminhada em Formigueiro integra o Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER), da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, desenvolvido em parceria com a Emater/RS-Ascar e prefeituras municipais da Região Central do Rio Grande do Sul. Com os 185 participantes de Formigueiro, o projeto Caminhada Internacional na Natureza chega a 3.667 caminhantes efetivos desde sua retomada, em 2023, somando edições realizadas em municípios como Silveira Martins, Restinga Seca, Paraíso do Sul, Mata e São Francisco de Assis, entre outros selecionados por edital público da Região Central.</p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/image-17-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
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<p>O padrão que se repete nessas edições (roteiros de 10 a 14 quilômetros, participação de agricultores como pontos de apoio, feira de produtos locais e movimentação financeira direta às comunidades) revela um formato replicável de política pública de desenvolvimento territorial, no qual a universidade atua como articuladora técnica, a Emater/RS-Ascar como ponte com o produtor rural e o poder público municipal como viabilizador de infraestrutura e mobilização. Entre 2023 e 2026, o projeto já acumula 4.460 pré-inscritos e 3.667 participantes efetivos em todo o circuito regional, com o ano de 2025 marcando o maior salto da série histórica. A relevância acadêmica da iniciativa foi reconhecida em 2026, quando o projeto tornou-se tema de uma questão do Vestibular da UFSM, e sua experiência foi apresentada em seminário internacional como referência de política pública, com previsão de inclusão na plataforma da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.<br></p>
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<h2><strong>Uma caminhada alinhada à Agenda 2030</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><p>O padrão adotado pelo PROGEATER em todas as edições do projeto é conectar cada caminhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, e o que se viu em Formigueiro confirma essa aderência em pelo menos sete frentes já relatadas nos depoimentos e no material de divulgação do evento.</p>
<p>ODS 1 (Erradicação da Pobreza) e ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico): a movimentação financeira de R$ 12.329,00 gerada em uma única manhã, distribuída entre café (R$ 1.395,00), almoço (R$ 6.560,00), aluguel do salão (R$ 430,00) e vendas de feirantes e comércio local (R$ 3.944,00), mostra a caminhada operando como mecanismo direto de geração de renda no meio rural.</p>
<p>ODS 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável): a atuação da Emater/RS-Ascar, relatada por Abel Dias e Neuza Lorenz, e a presença da feira com agroindústrias como Tábuas do Passo, Tábuas da Estância e Recanto dos Cardeais reforçam a permanência da agricultura familiar no território.</p>
<p>ODS 10 (Redução das Desigualdades): o próprio roteiro do Circuito das Origens, ao incorporar a comunidade quilombola entre as referências de formação histórica de Formigueiro, citada tanto pelo prefeito Cristiano Rubert quanto na narrativa conduzida por Paulo Verne Barreto, aproxima o evento da valorização de territórios historicamente menos visibilizados.</p>
<p>ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis): o depoimento da secretária Laís Moreira Figueiredo sobre a "sensação de capacidade" e o sentimento de pertencimento despertado nos moradores é, na prática, o indicador social desse objetivo: patrimônio cultural e natural reconhecido e valorizado pela própria comunidade que o habita.</p>
<p>ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis): o relato de Carmen Otília da Silva sobre o Recanto dos Cardeais como "sítio ecossustentável", cuja produção comercializada na feira é a mesma consumida pela família, ilustra diretamente esse objetivo.</p>
<p>ODS 15 (Vida Terrestre): as formações rochosas de 320 milhões de anos na propriedade de Rosa Coradine, incorporadas ao roteiro como atrativo geológico, transformam a conservação do patrimônio natural em parte da experiência turística.</p>
<p>ODS 17 (Parcerias e Meios de Implementação): a própria arquitetura institucional do evento, UFSM, Emater/RS-Ascar e Prefeitura Municipal de Formigueiro atuando de forma articulada, é o modelo que o PROGEATER já replicou em mais de vinte municípios da Região Central do Rio Grande do Sul desde 2023.</p>
<p>A recorrência desses objetivos em outras edições do PROGEATER, de Silveira Martins a Cachoeira do Sul, de Restinga Seca a São Francisco de Assis, sugere que o alinhamento com a Agenda 2030 não é um discurso pontual de divulgação, mas um critério de desenho incorporado à metodologia do projeto desde a concepção de cada roteiro.</p>		
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			<h2><h2>O que vem depois da primeira caminhada</h2></h2>		
		<p>O desafio agora para Formigueiro é o de qualquer destino em fase de decolagem: transformar um evento pontual em fluxo turístico recorrente. Isso exige investimento em sinalização permanente do percurso, qualificação continuada dos agricultores anfitriões para atendimento ao visitante, formalização de meios de hospedagem e alimentação e construção de um calendário anual que sustente a marca Circuito das Origens para além da primeira edição.</p>
<p>Os indicadores da estreia (índice de conversão de inscritos de aproximadamente 81%, movimentação financeira de R$ 12.329,00 já contabilizada e envolvimento direto de 21 pessoas da comunidade rural e 7 expositores locais) oferecem uma base concreta para essa próxima etapa. Mas o resultado mais citado pelos próprios organizadores não está nas planilhas: é a mudança de percepção registrada entre os moradores, que passaram a reconhecer que Formigueiro também pode receber turistas, contar sua história e transformar seu território em experiência. Essa mudança de percepção, mais do que qualquer número isolado, é o verdadeiro ponto de partida de uma estratégia de desenvolvimento territorial baseada em turismo rural.</p>
<p>Para mais informações, os interessados podem acessar as redes sociais do projeto <a href="https://www.instagram.com/caminhadasufsm/">@caminhadasufsm</a> ou na comunidade de avisos do <a href="https://chat.whatsapp.com/Fcw0NoRdHOs93lHhl9bYvU">WhatsApp</a>. </p>		
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		<p><i>Texto e Fotos: Assessoria de Comunicação do PROGEATER/UFSM</i></p>
<p><i>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </i></p>		
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						<item>
				<title>UFSM apresenta candidatura ao Conselho Estadual de Direitos Humanos por meio do ODH</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/24/ufsm-apresenta-candidatura-ao-conselho-estadual-de-direitos-humanos-por-meio-do-odh</link>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 18:21:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cocid]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria, por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), da Coordenadoria de Cidadania (COCID/PRE), apresentou candidatura a um vaga no Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul (CEDH-RS). A iniciativa busca ampliar a participação da universidade nos espaços de diálogo e construção de políticas voltadas à promoção [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Universidade Federal de Santa Maria, por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), da Coordenadoria de Cidadania (COCID/PRE), apresentou candidatura a um vaga no <strong>Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul (CEDH-RS)</strong>. A iniciativa busca ampliar a participação da universidade nos espaços de diálogo e construção de políticas voltadas à promoção e à proteção dos direitos humanos no estado. A candidatura foi formalizada em agosto, com a apresentação da <strong>Carta de Intenção e Manifestação de Interesse</strong> à comissão responsável pelo processo de composição do Conselho. No documento, a UFSM destaca a atuação do ODH como espaço de articulação entre ensino, pesquisa, extensão e sociedade, aproximando a universidade das demandas relacionadas à efetivação dos direitos humanos.</p><p>Como parte da candidatura, a universidade também estruturou um <strong>Plano de Ação</strong> para um possível mandato de dois anos. A proposta está organizada em cinco eixos: produção de conhecimento e monitoramento dos direitos humanos; educação e formação; articulação institucional e participação social; novos desafios sociais; e apoio técnico e institucional ao CEDH-RS. Entre as ações previstas estão a realização de estudos e atividades de formação, a mobilização de pesquisadores e estudantes, a construção de redes de cooperação e a participação em comissões e grupos de trabalho do Conselho. A proposta também prevê <strong>aproximar a produção acadêmica das demandas da sociedade</strong> e contribuir, quando solicitado, com estudos, pesquisas, notas técnicas e outros subsídios para as atividades do CEDH-RS.</p><p>A estrutura proposta dialoga com a atuação já desenvolvida pelo ODH, reúne projetos e iniciativas voltados a diferentes áreas dos direitos humanos, incluindo educação, gênero, população indígena, acessibilidade, sistema prisional, migração, infância, juventude e enfrentamento das desigualdades. Para apresentar a UFSM no processo de candidatura e, em caso de eleição ou designação, junto ao Conselho, foram indicadas a professora<strong> Jânia Maria Lopes Saldanha,</strong> do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD/UFSM), como representante titular, e a professora <strong>Jane Schumacher</strong>, chefe do Observatório de Direitos Humanos, como suplente. A candidatura reforça o compromisso do Observatório em articular universidade e sociedade, fortalecer redes e ampliar os espaços de participação social, contribuindo para a construção coletiva de <strong>estratégia de promoção e proteção dos direitos humanos</strong>.</p><p><strong>Texto:</strong> Kelly Duarte, Bolsista de Comunicação ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
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