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			<title>PRE - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Pró-Reitoria de Extensão</description>
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				<title>“Sabores e Saberes”: conheça o projeto da UFSM que impulsiona culinária com frutas nativas</title>
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				<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 18:26:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
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						<description><![CDATA[Curso forma coletivos, inspira negócios e impulsiona a restauração da Mata Atlântica no centro do estado a partir de receitas culinárias.
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>No interior da Quarta Colônia, em Restinga Seca, no Quilombo São Miguel dos Carvalhos, um movimento silencioso, mas profundamente transformador, tem brotado de frutos nativos da Pampa e da Mata Atlântica e histórias ancestrais. O projeto Sabores e Saberes, coordenado pela professora Suzane Bevilacqua Marcuzzo, do curso de Gestão Ambiental da UFSM e Pós-Graduação em Geografia, está ressignificando o valor cultural, econômico e ambiental das frutas tradicionais dos biomas, transformando conhecimento em renda, alimento em identidade e floresta em futuro.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Criado em 2017, o projeto tem como propósito incentivar a preservação de frutas nativas da Mata Atlântica e do Pampa — derrubando estigmas de que espécies menos conhecidas seriam incomestíveis ou até venenosas — e transformá-las em uma oportunidade de geração de renda. A iniciativa nasceu da inquietação da professora Suzane diante do desconhecimento generalizado sobre as frutas nativas do Sul do Brasil, abundantes na região, mas ainda pouco presentes no cotidiano.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Entre essas espécies estão o butiá, a jabuticaba, o guabiju, a cereja-do-mato, a uvaia, o araçá e a pitanga, frutos com alto valor nutricional, mas frequentemente tratados apenas como algo que “serve para os bichos”, como relatam muitos moradores do interior. “Ninguém preserva aquilo que não conhece. Se as pessoas não experimentam, não consomem e não criam vínculo com a floresta, nunca vão entender por que ela precisa ser protegida”, comenta a professora.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:image {"id":14474,"width":"818px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} --></p>
<figure><img style="width: 818px;height: auto" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/IMG-20251202-WA0008-2-edited.jpg" alt="" /></figure>
<figure>Idealizadora e coordenadora do projeto, professora Suzane Marcuzzo.</figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:heading {"fontSize":"medium"} --></p>
<h2>Como tudo começou</h2>
<p><!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A professora,  Engenheira Florestal de formação, lembra que, no início do projeto, chegaram a surgir propostas para trabalhar com sistemas agroflorestais da região. A ideia, porém, despertou uma inquietação: no Sul, boa parte da população ainda tem pouco contato com as frutas nativas, e praticamente não existe uma cadeia de valor consolidada para esses produtos. “Eu ficava pensando: quando chegasse a época da colheita, o que aconteceria com o agricultor? Ele teria uma grande quantidade de frutas, mas não teria para quem vender”, explica.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Além de serem desconhecidas, essas frutas precisam de um certo cuidado. “Frutas nativas são altamente perecíveis. “Você colhe pela manhã e, se não preparar ou congelar no mesmo dia, o fruto já começa a perecer. Não é como a banana, que pode durar até uma semana. No caso dessas espécies, muitas vezes, no fim da tarde ou à noite, já é possível perceber sinais de deterioração”, explica.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Foi então que a professora, também coordenadora do <a href="https://www.instagram.com/neapufsm?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==">NEAP – Núcleo de Estudos em Áreas Protegidas</a>, tomou uma decisão: testar receitas com frutas nativas, pois, para preservar, as pessoas precisam primeiro conhecer. Ela deu início aos experimentos em Vale Vêneto, em 2017, na Quarta Colônia, com a ajuda da nutricionista irmã Rosa, da Casa de Retiros. “Pensei: as pessoas primeiro precisam conhecer para ter demanda. Para aquele agricultor que está desmatando passar a ver que ele pode manter ou até aumentar sua área de floresta por meio de pomares de espécies nativas ou agrofloresta. Então ele vai enxergar com outro olhar e pensar: ‘Mas se eu produzir aqui, eu vendo lá na feira, na agroindústria, ou eu abro a minha agroindústria’”, relata a professora.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Depois de desenvolver algumas receitas, a professora decidiu organizar um café aberto à comunidade, no qual todos pudessem experimentar pratos preparados com frutas pouco conhecidas na região. Entre eles estavam o queijo com aroeira-vermelha, a geleia de jerivá e o docinho de jaracatiá. São nomes diferentes, mas que despertaram memórias afetivas. Segundo ela, o encontro teve resultados positivos, marcado por comentários como: “Nossa! A minha avó fazia isso!”. Muitos também demonstraram surpresa, dizendo que não imaginavam que aquela fruta, ou até mesmo aquele pedaço da árvore, pudesse ser aproveitado na cozinha.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:image {"id":14476,"width":"765px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} --></p>
<figure><img style="width: 765px;height: auto" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/IMG-20251202-WA0007-1-edited.jpg" alt="" /></figure>
<figure>Primeiro banner expositivo do projeto, com receitas desenvolvidas para degustação no café.</figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Para Suzane, esse era justamente o objetivo do experimento: recuperar saberes que foram se perdendo com o tempo, já que muitas dessas preparações fazem parte da história local. O jaracatiá, por exemplo, conhecido como “mamãozinho do mato”, tem uma tradição antiga. Ela explica: “Esse docinho não é feito do fruto que você come, mas do galho ralado. Ele fica parecido com coco e tem um sabor entre coco e abacaxi. Essa receita tem forte ligação com a imigração italiana. Quando os colonos chegaram na região, provavelmente aprenderam com os indígenas. A partir disso, começaram a fazer uma espécie de cocada, chamada de ‘pau-doce’, usando os galhos dessa árvore nativa da Mata Atlântica”.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Alguns anos após o primeiro experimento, a professora foi convidada pela PRE para participar do edital dos Geoparques e ministrar um curso no Projeto Progredir — realizado nos geoparques Quarta Colônia e Caçapava —, já que o trabalho de Suzane dialogava diretamente com o desenvolvimento territorial. Nesse contexto, ela desenvolveu duas edições do Progredir, uma com 52 horas e outra com 72 horas. Assim como no primeiro experimento, os resultados foram extremamente positivos: o público adorou.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Segundo Suzane, no último curso ela ofertou 15 receitas, uma para cada fruta utilizada. No entanto, o engajamento das participantes foi tão grande que elas criaram mais de 50 novas receitas a partir dos mesmos ingredientes. As criações foram diversas e inventivas, como bala de bergamota com aroeira, bala de jaboticaba, geleia de laranja com aroeira vermelha, além de várias outras combinações que incorporavam aroeira de diferentes formas.</p>
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<figure><img style="width: 728px;height: auto" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-12-02-as-13.58.44_c7c2b02a-1-edited.jpg" alt="" /></figure>
<figure>Feira com os produtos desenvolvidos pelas participantes do Progredir Caçapava.</figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:heading {"fontSize":"medium"} --></p>
<h2><strong>Como o projeto acontece <br /></strong></h2>
<p><!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A partir de oficinas participativas que iniciam com a apresentação da professora Suzane, é introduzido o tema com falas de abertura, exibição de materiais e vídeos sobre a espécie trabalhada, sobre a floresta e sobre a proposta de desenvolvimento sustentável baseada na manutenção da mata como fonte de geração de renda. Para contextualizar, Suzane também apresenta vídeos de outras regiões do país, onde chefs de cozinha já atuam com iniciativas semelhantes, demonstrando que a prática é uma realidade consolidada em vários lugares do Brasil.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Uma grande característica do projeto é a participação ativa apenas de mulheres, pois, embora os encontros sejam abertos a todos os públicos, a presença masculina é mínima. “Os homens até participam, mas são poucos, não chega a 1%. Quem realmente comparece e leva as ideias adiante são as mulheres”, explica.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Após a introdução, a oficina segue para a parte prática, “quando partimos para as panelas”, como descreve a professora. Todos os participantes trabalham juntos na preparação das receitas. Suzane leva as frutas que guarda em sua casa e no Politécnico– armazenadas em diversos freezers —, colhidas com apoio de amigas, familiares e moradoras das comunidades, sempre com o cuidado de preservar as espécies e incentivar seu plantio. Em algumas edições, ao final do curso, as agricultoras recebem um kit de mudas, reforçando o compromisso com a conservação e a ampliação das áreas cultivadas.</p>
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<figure><img style="width: 696px;height: auto" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/image.jpeg" alt="O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é IMG-20251202-WA0001-1-edited.jpg" /></figure>
<figure>Suzane e participantes no momento de preparação dos alimentos.</figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A professora Suzane trabalha com uma fruta específica em cada encontro, como a uvaia, por exemplo. A fruta, já descongelada, é distribuída entre os participantes, que aprendem o processo de despolpa e manejo: retirada do caroço, separação da polpa e identificação das particularidades de cada espécie. “Cada fruta exige um tipo de cuidado. Algumas têm a semente aderida à polpa, outras não. Nada é tão simples, e cada uma precisa ser apresentada do jeito certo”, explica.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na sequência, o grupo parte para a elaboração da receita do dia, que pode ser uma geleia, cuca, bolacha ou broa. Após o preparo, vem o momento da degustação, seguido da análise sensorial. Ao final de cada oficina, os participantes preenchem uma ficha avaliando sabor, textura e aroma do produto, utilizando uma escala Likert.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading {"fontSize":"medium"} --></p>
<h2><strong>Onde encontrar o projeto </strong></h2>
<p><!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O curso é realizado onde houver demanda. Segundo a professora Suzane, a iniciativa conta com o apoio da <a href="https://www.emater.tche.br/site/index.php">Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural)</a> e das prefeituras da região. Sempre que surge a oportunidade de ministrar oficinas financiadas por algum município, ela segue para a comunidade, levando suas frutas e seu livro de receitas.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A divulgação dos encontros fica a cargo das prefeituras e da Emater, responsáveis por mobilizar os participantes. “Eles nos trazem as pessoas. Chegamos até a Emater, que é nossa parceira, e à prefeitura, conversamos sobre a proposta e, a partir daí, eles iniciam a chamada. A divulgação é feita principalmente pelos grupos de WhatsApp que eles mantêm”, explica Suzane.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading {"fontSize":"medium"} --></p>
<h2><strong>Mulheres que viram protagonistas</strong></h2>
<p><!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Nas últimas edições do curso, a professora Suzane percebeu que estava fortalecendo o empreendedorismo feminino, pois ajudava as mulheres a encontrar nas receitas uma forma de sustento. Segundo ela, nessa edição participaram 30 mulheres, e quatro delas decidiram empreender, entre elas dona Celi, que hoje integra a Polifeira. “Nas quintas-feiras, ali na Polifeira, tem a banca <em>Mata Atlântica</em>, e esse é um dos resultados do projeto: a Celi vende geleias de pitanga, cereja, jacarandá, butiá, uvaia, guabiroba e guabiju. Ela já está ali há dois anos, desde que participou do curso”, ressalta.</p>
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<figure><img style="width: 712px;height: auto" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/IMG-20251202-WA0012-3-edited.jpg" alt="" /></figure>
<figure>Banca “Mata Atlântica” na Polifeira da UFSM.</figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Suzane iniciou uma nova etapa de trabalho ao levar suas receitas para as mulheres do <strong>Quilombo de São Miguel dos Carvalhos</strong>, em Restinga Sêca, na região da Quarta Colônia, onde atua atualmente. Diferente das oficinas pontuais, o curso oferecido no quilombo segue o formato do Progredir (sem ser do Progredir), com encontros semanais e conteúdo continuado. As participantes também ganharam uma apostila com dicas e receitas. Sem grandes financiamentos, a professora viaja aos fins de semana levando seu acervo de frutas para as atividades práticas. Durante a semana, mantém contato constante com as participantes por meio de um grupo de WhatsApp, no qual circulam fotos de novos pratos, ideias de receitas e até novidades da comunidade.</p>
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<figure><img style="width: 661px;height: auto" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/IMG-20251202-WA0005-2-edited.jpg" alt="" /></figure>
<figure>Participantes durante preparação dos alimentos na cozinha do Quilombo.</figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:image {"id":14486,"width":"674px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} --></p>
<figure><img style="width: 674px;height: auto" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/IMG-20251202-WA0002-2-edited.jpg" alt="" /></figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Hoje, o projeto também se estrutura como curso de formação, com apostilas, oficinas práticas e articulação para futuros financiamentos. Segundo a professora, “experimentar uma fruta nativa é um ato político. É conhecer para preservar”. As oficinas se tornam um espaço não apenas de aprendizado técnico, mas também de fortalecimento comunitário, troca de memórias e construção de autoestima. “Elas descobrem que aquilo que estava ali do lado de casa, caindo no chão, pode virar renda. E, quando percebem isso, olham para a floresta com outros olhos”, ressalta.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>No evento “Caminhada da Natureza” , que reúne de 100 a 200 pessoas, a professora conta que o grupo produziu diversos produtos e vendeu tudo, arrecadando cerca de 800 reais em um único dia. As participantes ficaram surpresas e relataram a Suzane que essa é uma  oportunidade real de autonomia financeira. “A caminhada deu uma injeção de entusiasmo. Elas voltaram dizendo: ‘Professora, dá certo! Nós conseguimos!’”, comentou Suzane.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading {"fontSize":"medium"} --></p>
<h2><strong>Uma semente que continua crescendo</strong></h2>
<p><!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Os resultados confirmam que o esforço vale a pena: mulheres que antes duvidavam de suas próprias habilidades agora desenvolvem receitas autorais, formam coletivos e comercializam seus produtos por toda a região. No quilombo, a cozinha tornou-se um espaço de protagonismo e resistência.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A professora conduz praticamente todo o trabalho sozinha, contando apenas com o apoio de uma bolsista na parte administrativa. Quando surgem oportunidades, ela busca financiamentos por meio de editais e, no momento, aprovou o projeto no edital <a href="https://fapergs.rs.gov.br/inicial">Fapergs (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul)</a>. “É um projeto pessoal, um sonho. Às vezes a gente precisa apostar no que acredita, mesmo sem recursos”, afirma Suzane.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><i>Segundo Suzane, “a cereja do bolo é a restauração ecológica. É quando as próprias participantes pedem árvores para plantar. É recuperar a Mata Atlântica e o Pampa com sentido e com pertencimento”. </i></p>
<p><strong>Alguns dos produtos desenvolvidos no projeto: </strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--></p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/IMG-20251202-WA0006-2-235x300.jpg" alt="IMG-20251202-WA0006" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/IMG-20251202-WA0004-2-225x300.jpg" alt="IMG-20251202-WA0004" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/IMG-20251202-WA0003-4-225x300.jpg" alt="IMG-20251202-WA0003" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/IMG-20251202-WA0010-3-225x300.jpg" alt="IMG-20251202-WA0010" /></figure>			
		<p style="color: #000000;font-size: 16px"><i>Texto: Maria Lúcia Homrich Gotuzzo, bolsista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px"><i>Revisão: Valéria Luzardo, bolsista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_2-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_3-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Extensão seleciona atividades para a Expodireto 2023</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2023/01/13/extensao-seleciona-atividades-para-a-expodireto-2023</link>
				<pubDate>Fri, 13 Jan 2023 18:31:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Articulação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[expodireto]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 02]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 09]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 12]]></category>

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						<description><![CDATA[Inscrições de propostas devem ser realizadas até o dia 31 de janeiro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Pró-Reitoria de Extensão (PRE) está com uma chamada aberta para interessados em apresentar ações institucionais na Expodireto 2023. O evento, realizado na cidade de Não-Me-Toque (RS), acontece entre os dias 06 e 10 de março, na modalidade presencial. As submissões de propostas acontecem até o dia 31 de janeiro por meio de <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeuOZ9dRtIdYC1ZRJ6HRNSbCVrlXiV3Y2uVaV-t1EeYIOQ6GA/viewform">formulário eletrônico</a>.</p><p>Ao todo, serão selecionadas 20 propostas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. As ações devem ter foco nas áreas de agronegócio, tecnologia, agricultura de precisão, máquinas e equipamentos agrícolas, produção vegetal, produção animal, agricultura familiar, meio ambiente e afins.</p><p>A PRE será responsável pelo pagamento de bolsas eventuais aos alunos indicados pelas ações, transporte até o evento e cota para a confecção de materiais. Todas as informações podem ser acessadas no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/001-2023">Edital 001/23 disponível no site da PRE</a>.</p><p> </p><p><em>Texto: Wellington Hack | Pró-Reitoria de Extensão</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Programa da UFSM promove ações em proteção à população em situação de rua de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/07/15/programa-da-ufsm-promove-acoes-em-protecao-a-populacao-em-situacao-de-rua-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 21:59:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[DH]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 01]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 02]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 03]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=6793</guid>
						<description><![CDATA[O UFSM nas Ruas está localizado na sala 7 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A insegurança alimentar passou a fazer parte da vida de mais da metade (58,7%) da população do Brasil em 2022. São 125,2 milhões de pessoas sem acesso regular e permanente a alimentos. Além disso, em pouco mais de um ano, 14 milhões de brasileiros entraram em situação de fome, somando 33,1 milhões sem ter o que comer diariamente. Esses dados estão presentes no <a href="https://olheparaafome.com.br/">2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil</a>, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (PENSSAN), divulgado no último mês de junho.</p><p>Olhar para dados alarmantes como esses é fundamental para buscar a promoção da justiça e a diminuição da desigualdade social. Mas, além disso, é essencial um olhar atento aos indivíduos que estão por trás dos números. Isso é o que motiva o <i>UFSM nas Ruas</i>, Programa de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), vinculado ao Observatório de Direitos Humanos (ODH/UFSM), que tem como objetivo pensar políticas públicas para pessoas em situação de rua e catadores de materiais recicláveis, gerando dignidade, cidadania e visibilidade para a população vulnerável presente no município de Santa Maria (RS). Além de defender a importância de assistir esses grupos por meio da distribuição de alimentos, o projeto reconhece o valor de promover práticas de acolhimento e convivência, oficinas artísticas e terapêuticas e trocas de experiências e saberes.</p>		
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		<p>Amara Holanda, professora do Departamento de Terapia Ocupacional da UFSM e atual coordenadora do projeto, desempenha as atividades contando com a participação de 15 colaboradores, sete estudantes voluntários e três estudantes bolsistas. O grupo contribui com ações para fortalecer as redes relacionais de famílias e pessoas em situação de rua, valendo-se da Política Nacional de Assistência Social (PNAS). O espaço físico do projeto <i>UFSM nas Ruas</i> está localizado na sala 7 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro de Santa Maria, e está reservado para a realização de trabalhos técnicos e interventivos. Quanto ao local, Amara expressa: “Quero que eles identifiquem: aqui é nosso. Aqui é a sala do <i>UFSM nas Ruas</i>. Nós precisamos de um espaço para chamar de nosso. Mas, também, nunca vamos poder deixar de estar em outros lugares. Porque a vida acontece na rua. A vida acontece no território”.</p><h6> </h6><h6>Além da fome, sede de expressão</h6><p>Amara conta que já nos primeiros debates sobre o tema do projeto, a equipe chegou no ponto principal de orientação das ações: a defesa de que, além de alimentos, é necessário prover diversão e arte para as pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social. “Entendemos a importância de oferecer cidadania, dignidade e visibilidade a esses grupos”, explica. A equipe atende a um público flutuante, disperso em vários lugares da cidade.</p><p>O projeto é integrante do Comitê Emergência Ruas, constituído por diversos grupos de voluntários que realizam a distribuição de alimentos diariamente na Rua 24 horas e nos finais de semana na Praça Saldanha Marinho e em outros pontos da comunidade. Ainda no território, promovem atividades variadas, que vão da parceria com o Café da Tarde Social - coordenado por Reinaldo Santos e Ester Leite - até a organização de rodas de samba, poesia, conversas e práticas esportivas. “As ações partem muito do que a gente vai captando das necessidades deles. Nessas atividades parece que eles se esquecem da vida que levam e passam a sentir alguma alegria. É isso que queremos levar para o cotidiano deles. Isso os distancia da opressão, da carência e do sofrimento”, explica Amara. Joceli, 48 anos, atendido pelo projeto, relata: “Tanto Reinaldo quanto a professora [Amara] fazem um trabalho maravilhoso. As pessoas [atendidas] se sentem felizes, seguras. É uma forma de carinho, afeto".</p>		
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												<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/07/DSC_0172-4-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>Segundo a coordenadora do projeto, a população em situação de rua demonstra ter muita sede de expressão e o incentivo a isso pode trazer resultados positivos. “Tem gente artista lá. Tem gente habilidosa”, expressa. Um dos planos do programa a longo prazo é, principalmente através da obtenção de novos recursos, estimular o trabalho e a geração de renda dessas pessoas. “Desejamos poder oferecer oficinas profissionalizantes para que eles se desenvolvam e isso possa ser o ponto de partida para que consigam se adaptar à estrutura da responsabilidade que exige um emprego, bem como aprender ou aprimorar uma técnica que possa garantir seu sustento”, aponta. A curto prazo, a equipe faz o possível: acolhe e inspira essa população oferecendo "comida, diversão e arte".</p><h6> </h6><h6>Gente com futuro</h6><p>O projeto <i>UFSM nas Ruas</i> possui uma história que vem sendo lapidada desde 2018. Dentre o que já foi feito, destacam-se diversas ações de arrecadações de materiais de higiene, alimentos, roupas, álcool em gel, colchões e lençóis, além de aquisições de óculos; oficinas artísticas e terapêuticas; participações em eventos como a Jornada Acadêmica Integrada (JAI), a Mostra Virtual do III Fórum de Direitos Humanos da UFSM, a Live Dia Internacional dos Direitos Humanos; bem como a organização de três seminários, dois nacionais e um internacional – o  I Seminário Internacional de Políticas Públicas para a População de Rua, da UFSM. Essas e outras atividades que agregam cidadania, dignidade e visibilidade às pessoas em situação de rua representam os primeiros passos para objetivos ainda maiores.</p><p>Segundo Amara, os sonhos da equipe do projeto já estão estruturados como verdadeiros planos para o futuro. O programa tem como fio condutor a manutenção e implementação de políticas públicas para a população que atende. Embora pensados a longo prazo, devido às densas e decisivas condições burocráticas, os quatro objetivos principais já estão tencionados pelo programa. São eles: a criação de um censo demográfico, de um centro POP, de um consultório de rua e de um Comitê Intersetorial da Política Municipal para a População em Situação de Rua (Comitê PopRua). Para tanto, estabelece parceria entre a Universidade e o poder público, por meio da participação nas audiências públicas da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Vereadores de Santa Maria e com a Secretaria de Município de Desenvolvimento Social de Santa Maria. </p><p>O levantamento censitário da população de rua, fruto dessa parceria, já foi iniciado e possibilita reunir dados para otimizar o trabalho com esses grupos e, além disso, para solicitar verbas ao Estado com base em números exatos. “O levantamento já foi finalizado nas casas de passagem. Agora estamos partindo para a rua, nos pontos de distribuição de alimentos e nos locais que o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e o Centro de Referência Especializado em Assistência Social (CREAS) costumam ir para encontrá-los. O censo vai dar um perfil de quem é essa população de rua aqui em Santa Maria”, descreve Amara.</p>		
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												<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/07/DSC_0566-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>O Centro POP, que depende do censo, é uma reivindicação para trazer espaços de convívio e socialização, onde se possa oferecer atendimentos que incentivem o protagonismo e a participação social, espaços de guarda de pertences, de higiene pessoal, de alimentação e provisão de documentação, oficinas – inclusive de profissionalização – e gerar novas possibilidades de acolhimento a essas pessoas. O consultório de rua, por sua vez, trata-se de uma tecnologia de cuidado adaptada à vulnerabilidade social, com um viés e uma abordagem específica para pessoas em situação de rua. “Essa reivindicação está no plano plurianual da Secretaria de Saúde, para que seja implantada em 2023. Isso vai ser muito importante para facilitar o processo de acesso à saúde dessas pessoas”, explica Amara.</p><p>Já o Comitê PopRua é um órgão que seria constituído metade pela população em situação de rua e a outra metade por representantes da Secretaria de Direitos Humanos, habitação, educação, entre outros. “Contaríamos com o olhar das pessoas em situação de rua para ‘fiscalizar’ as políticas públicas e dialogar sobre novas implementações. Desde sempre trabalhamos nessa perspectiva de crescimento em termos de protagonismo, de essas pessoas se tornarem agentes de sua própria história”. Segundo Amara, a equipe já realizou uma pré-seleção de quem pode vir a constituir esse comitê e já foram escolhidos os direcionamentos principais após essa implementação: a luta pela habitação e a luta pela fome zero.</p><p>Unindo o que já foi realizado ao que está sendo estruturado para o futuro, o <i>UFSM nas Ruas</i> segue contribuindo com um avanço relacionado à diminuição da injustiça e da desigualdade social. Completando quatro anos desde a sua origem, o programa não tem data para ser encerrado. Quanto a isso, Amara finaliza: “Queria muito que o projeto terminasse, porque isso significa que não haveria mais população em situação de rua em Santa Maria. Mas, enquanto houver e enquanto eu estiver na Universidade – e quando eu não estiver, espero que alguém se sensibilize para dar continuidade – o projeto permanecerá existindo”.</p>		
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												<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/07/DSC_0763-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p><em>Texto e Fotos: Anna Júlia da Silva | Pró-Reitoria de Extensão UFSM<br /></em><em>Edição: Wellington Hack | Pró-Reitoria de Extensão UFSM</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Inscrições prorrogadas para a seleção de propostas para a Expodireto 2022</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/01/16/pre-abre-selecao-de-propostas-para-a-expodireto-2022</link>
				<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 00:12:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Articulação]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[expodireto]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 02]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento será realizado entre os dias 07 e 11 de março, de forma presencial, na cidade de Não-Me-Toque (RS)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Notícia atualizada
							Em virtude da retificação do Edital 03/2022, a PRE informa que esta notícia foi modificada no dia 08 de fevereiro.
		<p>A Pró-Reitoria de Extensão UFSM (PRE), por meio da Coordenadoria de Articulação e Fomento à Extensão, prorrogou, nesta terça, 08, o período de inscrições para interessados em participar da <b>Expodireto 2022</b>, na cidade de Não-Me-Toque (RS). O evento, que será realizado entre os dias 07 e 11 de março de 2022, acontecerá no formato presencial. Podem concorrer ao edital Docentes e Técnicos-Administrativos em Educação (TAE) da Universidade. <strong>As inscrições vão até o dia 13 de fevereiro.</strong></p><p>Ao todo, até 20 ações serão selecionadas para representarem a instituição na Expodireto 2022. As ações submetidas deverão estar alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 e se enquadrar nas áreas de agronegócio, tecnologia, agricultura de precisão, máquinas e equipamentos agrícolas, produção vegetal, produção animal, agricultura familiar, meio ambiente e afins.</p><p>Todos os dados podem ser acessados no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/003-2022/">Edital 003/2022 PRE</a>. </p><p>Mais informações podem ser obtidas por meio do e-mail <a href="mailto:cafe.pre@ufsm.br">cafe.pre@ufsm.br</a></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>SINASEFESM distribui cestas com produtos da Polifeira UFSM ao Projeto Mãos Unidas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/09/22/polifeira-do-agricultor-distribui-cestas-ao-projeto-maos-unidas</link>
				<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 13:54:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 02]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira]]></category>

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						<description><![CDATA[Ontem, no dia 21 de setembro, foram montadas cestas na Polifeira do Agricultor com produtos provenientes da agricultura familiar destinadas ao Projeto Māos Unidas, localizado na Vila Jardim em Camobi. A iniciativa é realizada pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Profissional (SINASEFESM), que faz a compra de alimentos na Polifeira trimestralmente [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Ontem, no dia 21 de setembro, foram montadas cestas na Polifeira do Agricultor com produtos provenientes da agricultura familiar destinadas ao Projeto Māos Unidas, localizado na Vila Jardim em Camobi. A iniciativa é realizada pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Profissional (SINASEFESM), que faz a compra de alimentos na Polifeira trimestralmente para doação ao projeto que atende famílias necessitadas. Entre os alimentos presentes na cesta estão ovos, feijão, arroz, frango, banha e verduras.</p><p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/09/2.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/09/2-300x178.jpg" alt="" width="300" height="178" /></a>A Polifeira já atuou como intermediária em diversas ações como essa desde a sua criação. Durante a pandemia, também foi ponto de coleta do UFSM Solidária, campanha que visa arrecadar e doar alimentos e agasalhos para instituições parceiras do Observatório dos Direitos Humanos da Universidade e para o Banco de Alimentos de Santa Maria. Agora as doações podem ser realizadas no hall do prédio da Reitoria da Universidade.</p><p><em>Com informações da Assessoria Polifeira </em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Feirão Colonial comemora 29 anos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/03/30/feirao-colonial-comemora-29-anos</link>
				<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 17:15:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Feicoop]]></category>
		<category><![CDATA[Feirão Colonial]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 02]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[O Feirão Colonial Semanal faz parte das atividades do Projeto Esperança/Cooesperança, setor vinculado ao Banco da Esperança da Arquidiocese de Santa Maria. Foi criado em 1º de abril de 1992, com a participação efetiva e comprometida dos Grupos Rurais e Urbanos associados ao Projeto Esperança/ Cooesperança e da Rede Esperança. Participam os consumidores que tem consciência [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p align="justify">O Feirão Colonial Semanal faz parte das atividades do Projeto Esperança/Cooesperança, setor vinculado ao Banco da Esperança da Arquidiocese de Santa Maria. Foi criado em 1º de abril de 1992, com a participação efetiva e comprometida dos Grupos Rurais e Urbanos associados ao Projeto Esperança/ Cooesperança e da Rede Esperança. Participam os consumidores que tem consciência do consumo de produtos saudáveis de qualidade, para a defesa da Vida e Saúde e dos grupos organizados na região central-RS do Território da Cidadania.</p><p align="justify">A Gestão do Feirão Colonial é feita de forma colegiada, participativa, interativa e autogestionária entre a Equipe do Projeto Esperança/Cooesperança e os grupos associados, nos diversos segmentos de atuação do mesmo. É a Economia Solidária e a Agricultura Familiar Camponesa que se fortalece na região central-RS, que gera trabalho, renda e Desenvolvimento Regional na visão do “Pensar Global e Agir Local”, com a preocupação de oferecer alimentos saudáveis e no cuidado da Vida e Saúde. A Comercialização se dá de forma direta entre o produtor organizado e do consumidor/a consciente.</p><p align="justify">O consumidor/a fica sabendo quem produziu o produto que ele consome e se cria uma relação de confiança mútua, solidária, comprometida, interativa e autogestionária. No Feirão Colonial, realiza-se a venda direta do produtor ao consumidor, eliminando assim o atravessador, fortalecendo o Desenvolvimento Regional, Solidário, Sustentável e Territorial em vista do Bem Viver.</p><p align="justify">Todos os participantes se comprometem na melhoria da qualidade dos produtos do Feirão Colonial que fortalece a consciência e a prática do Comércio Justo, Consumo Ético e Solidário, entre produtores e Consumidores organizados e conscientes. É um encontro alegre e festivo que se repete todos os sábados com a integração de todas as classes sociais. É um espaço importante para o debate e troca de idéias e troca de experiências bem sucedidas a nível urbano e rural. É um projeto regional de grande envergadura organizativa, com os princípios da Economia Solidária.</p><p align="justify">o espaço físico do Feirão Colonial congrega o Centro de Referência de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter e que tem um espaço importante, através de projetos com apoio das três esferas do Governo Municipal, Estadual e Federal. É um projeto da Arquidiocese de Santa Maria.</p><p align="justify">Os Feirões Coloniais realizam-se a cada sábado das 7h às 11h30min, no Centro de Referência de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter, à rua Heitor Campos, snº, ao lado do Colégio Estadual Irmão José Otão, Santa Maria, RS, cujo espaço foi construído com esta finalidade, com apoio da Arquidiocese de Santa Maria e recursos de Políticas Públicas e com apoio significativo da Caritas Brasileira, da Caritas RS e da Caritas Arquidiocesana de Santa Maria,  UFSM (Universidade Federal de Santa Maria), Prefeitura Municipal de Santa Maria, entre outros apoios.</p><p align="justify">A prática da Economia Solidária e o Cooperativismo estão fundamentados na Cooperação, Autogestão, Produção Coletiva e Agroecológica, Comercialização Direta, justa distribuição de Renda, Solidariedade, Comércio Justo, Consumo Ético e Solidário, Agricultura Familiar Camponesa e com a lógica econômica que o ser humano e o trabalho, acima do capital. Visa formar novos sujeitos para o exercício da cidadania e inclusão social, construindo um Projeto Democrático, Popular e Sustentável em vista do Bem Viver, cuidado da Casa Comum, o Planeta Terra.</p><p align="justify">O Feirão Colonial de Santa Maria, faz parte da Rede COMSOL, uma Rede Brasileira de Comercialização Solidária de 200 Pontos Fixos de Comercialização Solidária de Empreendimentos Solidários e parceria com os demais Pontos fixos de Comercialização Solidária do Brasil. Hoje participam do Feirão Colonial e igualmente do Projeto de Rede Esperança, Grupos Urbanos e Rurais da Região Central RS, além de representantes de outros Países, pessoas que moram em Santa Maria, como da Hungria, Colômbia, Venezuela e Taiwan.</p><p align="justify"> </p><p align="justify"><strong>Redação:</strong> Projeto Esperança/Cooesperança</p>		
			<h5>Agenda 2030 na UFSM</h5>		
		<p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center">A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p><p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center"><em>Acesse as imagens para saber mais sobre cada um deles.</em></p>		
							<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/2/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_2-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 2</figcaption>
										</figure>
							<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/17/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 17</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>1.ª Agrofeira UFSM acontecerá entre os dias 1.º e 03 de março</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/02/24/1-a-agrofeira-ufsm-acontecera-entre-os-dias-1-o-e-03-de-marco</link>
				<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 13:05:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agrofeira UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 02]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 08]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 12]]></category>

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						<description><![CDATA[Em virtude do cenário ocasionado pela pandemia de covid-19 — que levou ao cancelamento das principais feiras do setor do agronegócio no Rio Grande do Sul —, entre os dias 1.º e 03 de março de 2021, será realizada a 1.ª Agrofeira UFSM: uma iniciativa da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), com apoio das ações voltadas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p align="justify">Em virtude do cenário ocasionado pela pandemia de covid-19 — que levou ao cancelamento das principais feiras do setor do agronegócio no Rio Grande do Sul —, entre os dias 1.º e 03 de março de 2021, será realizada a 1.ª Agrofeira UFSM: uma iniciativa da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), com apoio das ações voltadas à agricultura desenvolvidas pela instituição. O evento, que será transmitido via Farol UFSM nos turnos da manhã e da tarde, trará, ao público, ações que contribuem para o avanço do mercado no país, além de contar com lançamentos de aplicativos e livros sobre a temática.</p>
<p align="justify"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/02/Agrofeira.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/02/Agrofeira-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300"></a>A <b>Mesa de Abertura</b> do evento, dia 1.º, às 10h, contará com a presença do representante da Expoagro Afubra, Marcos Antonio Dornelles; do presidente da Cotrijal, Nei César Manica; e do representante da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo - SAF/MAPA, Fernando Schwanke. No mesmo dia, às 14h, acontecerá a mesa temática sobre <b>Agricultura de Precisão/digital</b>, com o Curso de Mestrado Profissional em Agricultura de Precisão da UFSM; o Projeto Advanced Farm 360; e a apresentação de Inovações Geotecnológicas Aplicadas às Ciências Florestais - Floresta de Precisão.</p>
<p align="justify">No dia 02, às 14h, a temática será sobre <b>Agricultura Familiar</b>, com o lançamento do Software de Rastreabilidade de Produtos Vegetais para a Agricultura Familiar do RS e do Aplicativo de Assistência Técnica e Extensão Rural Digital para Profissionais de Assistência Técnica. A mesa também trará o Projeto Flores para Todos, assim como a Equipe Simanihot e Emater/RS-Ascar, trazendo, ao público, a Extensão Rural, com a cultura do alimento do século 21. Finalizando o evento, no dia 03, às 14h, a mesa será sobre <b>Economia do Agronegócio e Produção Vegetal</b>, com a apresentação da análise da evolução do mercado global de alimentos e com o lançamento da linha de livros “Ecofisiologia visando altas produtividades”.</p>
<p align="justify">Mais informações sobre o evento podem ser obtidas com a Coordenadoria de Articulação e Fomento à Extensão (CAFE), através do e-mail <a href="mailto:cafe.pre@ufsm.br"><u>cafe.pre@ufsm.br</u></a>.</p>

<h5>Agenda 2030 na UFSM</h5>
<p style="text-align: center">A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes&nbsp;<strong>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</strong> (ODS).</p>
<p style="text-align: center"><em>Acesse as imagens para saber mais sobre cada um deles.</em></p>

<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/2/">
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_2-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" width="150" height="150">								</a><figcaption>ODS 2</figcaption></figure>
<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/8/">
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_8-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" width="150" height="150">								</a>

<figcaption>ODS 8</figcaption></figure>
<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/12/">
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_12-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" width="150" height="150">								</a>

<figcaption>ODS 12</figcaption></figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PRE realizará edição virtual da Agrofeira UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/02/04/pre-realizara-edicao-virtual-da-agrofeira-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 16:54:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agrofeira UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 02]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=5222</guid>
						<description><![CDATA[Retificação do prazo de inscrição. O cronograma do edital foi retificado em 10 de fevereiro de 2021. Deste modo, o prazo de inscrições foi ampliado até o dia 12 de fevereiro. A Pró-Reitoria de Extensão (PRE), através da Coordenadoria de Articulação e Fomento à Extensão, realiza, entre os dias 01º e 03 de março, a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Retificação do prazo de inscrição.
O cronograma do edital foi retificado em 10 de fevereiro de 2021. Deste modo, o prazo de inscrições foi ampliado até o dia 12 de fevereiro.
<p align="justify">A Pró-Reitoria de Extensão (PRE), através da Coordenadoria de Articulação e Fomento à Extensão, realiza, entre os dias 01º e 03 de março, a primeira edição da Agrofeira UFSM - uma feira virtual sobre o agronegócio no país. A ação foi motivada pelo cenário ocasionado pela pandemia de covid-19, que levou ao cancelamento das principais feiras do setor no Rio Grande do Sul.</p>
<p align="justify">Para compor a grade de programação do evento, a PRE lançou um edital para coordenadores de Ações de Extensão voltadas ao agronegócio na UFSM. As atividades propostas devem estar enquadradas nos eixos de mecanização agrícola, produção animal, agricultura familiar, agricultura de precisão, economia do agronegócio e produção vegetal; e poderão ser na modalidade de apresentação e exposição de produtos, materiais, protótipos, softwares, sites, mapas, maquetes, guias, entre outros.</p>
<p align="justify"><a name="_GoBack"></a> As inscrições seguem até o dia <b>12 de fevereiro</b>, e o resultado está previsto para ser divulgado no dia 15 do mesmo mês. Para mais informações, basta acessar a<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/003-2021/"><u> Chamada Interna 003/2021</u></a> ou entrar em contato com a CAFE pelo e-mail <a href="mailto:cafe.pre@ufsm.br"><u>cafe.pre@ufsm.br</u></a> .</p>

<h5>Agenda 2030 na UFSM</h5>
<p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center">A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes&nbsp;Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center"><em>Acesse as imagens para saber mais sobre cada um deles.</em></p>

<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/2/">
<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_2-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" width="150" height="150">								</a><figcaption>ODS 2</figcaption></figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe PhenoGlad da UFSM firma parceria com empresas italianas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/01/04/equipe-phenoglad-da-ufsm-firma-parceria-com-empresas-italianas</link>
				<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 17:08:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 02]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 15]]></category>

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						<description><![CDATA[Uma reunião remota no último dia 23 de dezembro, entre a Equipe PhenoGlad da UFSM, a Emater-RS-Ascar e a Mansuino Breeding Emotions (empresa italiana de genética de flores), definiu novas parcerias e ações para o Projeto Flores para Todos, das Equipes PhenoGlad, para o ano de 2021. A reunião contou com a participação do presidente [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p></p>

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[caption id="attachment_5185" align="alignleft" width="383"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/01/nereu.jpg" alt="Professor Nereu Streck e integrantes do Projeto durante a última colheita do Ensaio Sul-Brasileiro de statice em Santa Maria" width="383" height="287" /> Professor Nereu Streck e integrantes do Projeto durante a última colheita do Ensaio Sul-Brasileiro de statice em Santa Maria[/caption]
<p>Uma reunião remota no último dia 23 de dezembro, entre a <strong>Equipe PhenoGlad da UFSM</strong>, a Emater-RS-Ascar e a <strong>Mansuino Breeding Emotions</strong> (empresa italiana de genética de flores), definiu novas parcerias e ações para o <strong>Projeto Flores para Todos</strong>, das Equipes PhenoGlad, para o ano de 2021. A reunião contou com a participação do presidente do Instituto Brasileiro de Floricultura (IBRAFLOR), Kees Schoenmaker; do CEO da Mansuino Breeding Emotions, Andrea Mansuino; e do consultor internacional em floricultura Cesar<br />Mauricio Torres.</p>
<p>O professor <strong>Nereu Augusto Streck</strong>, coordenador da Equipe PhenoGlad da UFSM, considera que a parceria com a Mansuino Breeding Emotions e com a empresa <strong>Farao Seeds</strong>, também italiana, representa um marco importante para o avanço do Projeto Flores para Todos, uma vez que traz alternativas para o cultivo de novas flores e espécies. Segundo o Reitor da UFSM, <strong>Paulo Afonso Burmann</strong>, a continuidade do Projeto, que tem se constituído uma importantíssima opção para os produtores da agricultura familiar na região, é essencial para a Pesquisa e para a Extensão da UFSM. “A relação com outras empresas, nacionais e internacionais, tem trazido novos caminhos para o Projeto, criando oportunidades de trocas e cooperações no desenvolvimento de novas espécies e sua adaptação à região sul do Brasil”, complementou o reitor.</p>
<p> </p>
<p><strong>SOBRE O PROJETO:</strong><br />O Projeto Flores para Todos é uma realização das Equipes PhenoGlad do país, cujos integrantes pertencem a universidades e institutos federais de vários estados do Brasil. O Projeto, que, até o momento, já alcançou mais de 95 famílias rurais de 82 municípios de 7 estados brasileiros, busca oferecer uma alternativa de renda ao agricultor familiar através da floricultura. Isso possibilita, também, levar ao consumidor um produto com custo menor, pois a produção é feita localmente, encurtando a cadeia, gerando trabalho e empregos nas famílias e conectando pessoas na comunidade, fortificando toda cadeia produtiva de flores. Outro foco do Projeto são atividades em escolas localizadas no meio rural, preferencialmente as escolas públicas de ensino fundamental que tenham a maioria dos seus estudantes vindos de famílias de pequenos agricultores. Nas escolas, o Projeto Flores Para Todos também desenvolve projetos de paisagismo e leva a jardinagem como ferramenta de inclusão social e preparação do jovem para os desafios da vida, visando à sucessão das famílias do campo.</p>
<p>→ Acompanhe e conheça mais sobre o Projeto Flores Para Todos nas redes sociais da Equipe PhenoGlad UFSM: </p>
Youtube: <a role="link" href="http://encurtador.com.br/jmp19?fbclid=IwAR3wTfg7RtR7jVX7QmR2eiL0xpQX-VSFm2ks7osoqwups45eAhulJeNKS7U" target="_blank" rel="nofollow noopener">encurtador.com.br/jmp19</a>
Twitter: <a role="link" href="https://twitter.com/phenoglad1?fbclid=IwAR1_mc1AKoG80IXOXBa59E8V0VBta0QuFjb7EE1_fTIJTD40nqxvG_vXfLY" target="_blank" rel="nofollow noopener">twitter.com/phenoglad1</a>
Instagram: <a role="link" href="https://instagram.com/phenoglad/?fbclid=IwAR3p1yKASk601D2kzSl2BKuRBV-RC00kXRP6-a9DQLO9HS6Q69PN5YVHqEw" target="_blank" rel="nofollow noopener">instagram.com/phenoglad/</a>
Facebook: <a href="https://www.facebook.com/PhenoGlad">PhenoGlad</a><br /><br /><br /><em>Texto: Bernardo Abbad da Rocha // Pró-Reitoria de Extensão UFSM</em><br /><em>Revisão: Érica Medeiros // Pró-Reitoria de Extensão UFSM</em>
<p>
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<h5><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/agenda-2030/">Agenda 2030 na UFSM</a></h5>
<p style="text-align: center">A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes <strong>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</strong>.</p>
<p style="text-align: center"><em>Acesse as imagens para saber mais sobre cada um deles.</em></p>
<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/2/"><br>
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_2-150x150.jpg" alt="" loading="lazy">								</a><figcaption>ODS 2</figcaption></figure>
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											<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/15/"><br>
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_15-150x150.jpg" alt="" loading="lazy">								</a><p></p>
<figcaption>ODS 15</figcaption>
</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Incubadora Social UFSM participa da Feicoop 2020 e da 1ª Jornada Internacional de Economia Solidária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2020/12/21/incubadora-social-ufsm-participa-da-feicoop-2020-e-da-1a-jornada-internacional-de-economia-solidaria</link>
				<pubDate>Mon, 21 Dec 2020 19:37:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[incubadora social]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Regional e Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Feicoop]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 01]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 02]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Há 27 anos que a Arquidiocese de Santa Maria (RS), através do Banco da Esperança, do Projeto Esperança/Cooesperança e da Rede Esperança organiza a FEICOOP &#8211; Feira Internacional do Cooperativismo, da Economia Solidária e da Agricultura Familiar, em parceria com várias entidades, organizações, movimentos, pastorais e Empreendimentos de Economia Solidária. A metodologia envolve o trabalho [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p align="justify">Há 27 anos que a Arquidiocese de Santa Maria (RS), através do Banco da Esperança, do Projeto Esperança/Cooesperança e da Rede Esperança organiza a FEICOOP - Feira Internacional do Cooperativismo, da Economia Solidária e da Agricultura Familiar, em parceria com várias entidades, organizações, movimentos, pastorais e Empreendimentos de Economia Solidária. A metodologia envolve o trabalho voluntário de centenas de comissões e um trabalho autogestionário, participativo e interativo.&nbsp;</p>
<p align="justify">Neste ano de 2020, em virtude da pandemia, a feira aconteceu no formato <i>online</i>, com transmissões ao vivo de palestras e seminários estruturantes, abordando diversas temáticas associadas à agricultura, economia solidária, economia popular, arte e cultura, educação popular, meio ambiente, políticas públicas, discussões sobre violência de classe, raça/ etnia e gênero, democracia, ética planetária e sociedade do bem viver. Os canais utilizados foram o <i>Facebook</i> da feira, o <i>Youtube</i> da Rede Soberania e a plataforma <i>Google</i> <i>Meet</i>.</p>
<p align="justify">Com o slogan <em>“um novo mundo é possível, uma outra economia já acontece”</em>, a FEICOOP edição especial ocorreu no período de 01 a 15 de dezembro, trazendo como proposta a temática<em> “Construindo a sociedade do Bem Viver: por uma Ética Planetária”</em>, com o intuito de revelar alternativas de empreendimentos sociais, geração de emprego e renda, diálogo entre os povos, fortalecimento de comunidades, geração de conhecimento e construção de alianças. </p>
<p align="justify">Dentro da programação, foram realizadas duas feiras presenciais, nos dias 5 e 12 de dezembro, para exposição de produtos no Feirão Colonial. Nessa edição, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) teve um papel fundamental, dando o suporte para a realização da edição online e contribuindo com o &nbsp;<a href="https://web.facebook.com/fomentoeconomiasolidariaufsm" target="_blank" rel="noopener">Projeto Fomento à Economia Solidária</a>, sob coordenação da Profª Drª Gisele Guimarães e da Incubadora Social (IS-UFSM), vinculada à Pró-reitoria de Extensão (PRE). De acordo com a coordenadora executiva da feira, Irmã Lourdes Dill, as atividades da FEICOOP são construídas por muitas mãos, de indivíduos e de entidades, que trabalham para a realização dessa edição especial de forma autogestionada e participativa. Essas iniciativas “são experiências que transformam vidas, que incluem o campo e a cidade, especialmente os trabalhadores, e que formam e fortalecem um novo jeito de tratar a economia no mundo”, comenta Irmã Lourdes.</p>
<p align="justify">Entre os feirantes, participaram representantes de dois grupos da Incubadora Social da UFSM: a Associação Comunitária Remanescentes Quilombola de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão. Segundo a bolsista da Incubadora Social, participante do projeto Fomento à Economia Solidária e voluntária do Núcleo de Extensão em Desenvolvimento Territorial do Território Centro Serra (Nedet), Fernanda Miranda, as comunidades Quilombolas oferecem uma variedade rica de artesanatos, tais como: crochê, vasos, guirlandas, cestas, suporte para panela feitos de palha de milho, tapetes de retalhos, quadros pintados e também trufas. Fernanda, que também faz parte da família quilombola, acompanhou o grupo durante a feira e nos explica que “em relação ao ano passado, em que a feira acontecia em três dias e tinha maior circulação de pessoas, nessa edição as vendas não foram tão boas, porém só de termos a oportunidade de ter participado de uma extensão da feira presencial já foi algo bem positivo, porque nos destacamos bastante nas vendas de guirlandas e cestas de palhas, tendo nosso trabalho elogiado e mais reconhecido”, destaca Fernanda.</p>
<p align="justify">Para as representantes dos grupos quilombolas, Marcia Miranda, da Comunidade Quilombola Linha Fão Arroio do Tigre, e Gessi Miranda da Silva, da Comunidade Quilombola Júlio Borges, de Salto do Jacuí, ter participado da feira é um passo muito importante, pois oportuniza que exponham seus respectivos trabalhos fortalecendo o reconhecimento como artesãs por uma maior variedade de público, além de ter sido gratificante para elas representar a Incubadora Social da UFSM nesta edição presencial da Feicoop.</p>
<p align="justify"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/12/01432F98-EC46-4F7E-BB21-6048BF920170.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/12/01432F98-EC46-4F7E-BB21-6048BF920170-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300"></a>O Professor Lucas Veiga Avila, coordenador da Incubadora Social, destaca que a Feicoop e a 1ª Jornada, foram um desafio tanto para a organização quanto para os participantes, em virtude das medidas de prevenções adotadas. "Porém, é importante destacar o papel dos servidores e bolsistas da UFSM que se engajaram na organização e no desenvolvimento da sua primeira versão online. Para os grupos, participantes da Incubadora, foi um processo muito importante, tanto para comercialização dos seus produtos, troca de experiências com os participantes, bem como, parcerias que podem auxiliar no desenvolvimento de suas atividades", lembra o professor Lucas.</p>
<p align="justify">"A Pró-Reitoria de Extensão tem um papel fundamental no diálogo com os diversos segmentos da sociedade. Para organização da Feicoop não poderia ser diferente, pois os empreendedores sociais estão imbuídos de um espírito colaborativo e cooperativo que serve como alavanca para seus negócios sociais, além de buscarem uma economia com menos desigualdades. A UFSM ademais de sua atuação direta na organização do evento, por meio de parceria estabelecida com o Ministério da Cidadania, aporta com o trabalho contínuo e qualificado de nossos extensionistas para que a Feira possa ser realizada. Também cabe destacar o papel fundamental que a Incubadora Social tem desenvolvido junto aos grupos incubados e sua participação expressiva na Feira", finaliza Flavi Ferreira Lisboa Filho, Pró-Reitor de Extensão da UFSM.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><i>Texto e fotos: Incubadora Social UFSM</i></p>		
			<h5><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/agenda-2030/">Agenda 2030 na UFSM</a></h5>		
		<p style="text-align: center">A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes <strong>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</strong></p><p style="text-align: center"><em>Acesse as imagens para saber mais sobre cada um deles.</em></p>		
							<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/1/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_1-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 1</figcaption>
										</figure>
							<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/2/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_2-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 2</figcaption>
										</figure>
							<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/17/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 17</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM participa da 21ª Expodireto em Não-Me-Toque</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2020/03/03/ufsm-participa-da-21a-expodireto-em-nao-me-toque</link>
				<pubDate>Tue, 03 Mar 2020 18:15:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 02]]></category>

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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), através da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), participa, durante esta semana, da Expodireto 2020, realizada na cidade de Não-Me-Toque (RS). O espaço institucional na feira contará com a exposição de ações de Pesquisa e Extensão, bem como com o lançamento de livros e de aplicativos voltados à agricultura. A [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), através da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), participa, durante esta semana, da Expodireto 2020, realizada na cidade de Não-Me-Toque (RS). O espaço institucional na feira contará com a exposição de ações de Pesquisa e Extensão, bem como com o lançamento de livros e de aplicativos voltados à agricultura. A 21ª Expodireto acontece entre os dias 02 e 06 de março.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">O Pró-Reitor Adjunto de Extensão, professor Rudiney Soares, destaca que, neste ano, a UFSM estará promovendo três tardes temáticas para apresentar os resultados e as ações tanto de Pesquisa como de Extensão desenvolvidas na Instituição. “Na terça-feira, a temática será a soja, envolvendo desde a produção do grão até a área econômica; a quarta-feira será voltada à agricultura familiar, com a apresentação de três grandes projetos de Extensão da UFSM; e, na quinta-feira, teremos a tarde temática da mecanização rural.”</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">Rudiney também enfatiza que, na quinta-feira, os visitantes poderão participar da simulação de uma colheita, conhecendo algumas práticas de produção. “O simulador [que será apresentado] é destinado, basicamente, à colheita de precisão em áreas florestais, uma inovação da Universidade”, finaliza.</p>
<p style="text-indent: 1.27cm;margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">
</p><p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify"><b>&nbsp;</b></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify"><b>Inovação para a gestão rural</b></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify"><b>&nbsp;</b></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">Além da programação, que envolve palestras e apresentações das ações desenvolvidas pela UFSM, no espaço institucional, também acontece o lançamento de livros e de produtos tecnológicos para a melhora na gestão rural. Um dos produtos apresentados é o aplicativo GeaSAF - Gestão e Sustentabilidade da Agricultura Familiar, voltado ao diagnóstico municipal, idealizado pelo projeto CR Campeiro.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">De acordo com o coordenador do projeto e professor do Centro de Ciências Rurais (CCR/UFSM), Ênio Giotto, o aplicativo foi desenvolvido visando a auxiliar as administrações públicas no acompanhamento da agricultura familiar. “O aplicativo desenvolvido permite que, através de um celular, seja possível realizar todo o levantamento da agricultura familiar de um município, desde a caracterização dos produtores e das agroindústrias familiares, até as condições de economia e produção. Em breve, disponibilizaremos o aplicativo gratuitamente às prefeituras”, comenta Ênio.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">A Expodireto Cotrijal é uma das maiores feiras do agronegócio internacional. Focada em tecnologia e negócios, contribui de forma decisiva para o desenvolvimento do setor como um todo. O principal objetivo é aproximar o produtor do conhecimento, das informações, da tecnologia (tanto nos órgãos de pesquisa quanto nas empresas privadas), das ótimas oportunidades de negócios e também dos importantes debates ligados ao meio rural.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify"><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/wp-content/uploads/sites/346/2020/03/PROGRAMAÇÃO_expodireto.pdf">A programação da UFSM na feira pode ser acessada aqui</a><br></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify">
</p><p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify"><i>Texto: Wellington Hack/ Pró-Reitoria de Extensão</i></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%" align="justify"><i>Revisão: Erica Medeiros/ Pró-Reitoria de Extensão</i></p>		
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/wp-content/uploads/sites/346/2020/03/DSC_0051-1024x683.jpg" alt="" />											
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/wp-content/uploads/sites/346/2020/03/DSC_0070-1024x683.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A extensão dos solos | perfil Ana Primavesi</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2020/01/05/a-extensao-dos-solos-perfil-ana-primavesi</link>
				<pubDate>Sun, 05 Jan 2020 13:03:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 02]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=3396</guid>
						<description><![CDATA[Deméter, a deusa da agricultura e do ciclo da vida, desolada com o sequestro de sua filha (Perséfones) pelo deus do inferno (Hades), secou a terra e tornou o solo improdutivo. Quando a vida sobre o planeta estava quase extinta, Zeus mandou seu mensageiro para resgatar Perséfones. Hades, astuto como um deus que é, obrigou [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: justify;line-height: 150%">Deméter, a deusa da agricultura e do ciclo da vida, desolada com o sequestro de sua filha (Perséfones) pelo deus do inferno (Hades), secou a terra e tornou o solo improdutivo. Quando a vida sobre o planeta estava quase extinta, Zeus mandou seu mensageiro para resgatar Perséfones. Hades, astuto como um deus que é, obrigou a prisioneira a comer uma romã antes de a libertar. Desse modo, Perséfones ficou prisioneira eterna de Hades e, durante um período do ano, ela é obrigada a retornar ao inferno. Nesse período, a tristeza de Deméter assola o planeta novamente, deixando a terra infértil — nós chamamos esse período de inverno.</p><p style="text-align: justify;line-height: 150%">Ana Primavesi — agricultora, professora e mãe da agroecologia no Brasil —  talvez tenha conhecido outro Hades, que raptou seus dois irmãos para a morte, seu pai como refém inglês e tornou o solo europeu estéril. O Hades de Ana Primavesi foi a Segunda Guerra Mundial, talvez um dos motivos de sua mudança da Áustria para o Brasil em 1948. Apaixonou-se pelo solo durante seus estudos na Universidade Rural para Agricultura e Ciências Florestais, ainda na Áustria. Aos 22 anos tornou-se mestra. Aos 28 mudou-se para o Brasil.</p><p style="text-align: justify;line-height: 150%">Casada com Arthur e trazendo seu filho mais novo (Odo), Ana Primavesi passou pelo Rio de Janeiro, por São Paulo e por Minas Gerais. Nas terras mineiras nascem Carin e Arturzinho, seus dois filhos mais novos. Novamente mudando-se para a capital paulista, Ana recebe o convite de Mariano da Rocha para lecionar na Universidade de Santa Maria. Aceita o convite e muda-se para o Sul do Brasil. </p><p style="text-align: justify;line-height: 150%">Quando a Universidade de Santa Maria, após muitas lutas, torna-se, enfim, a primeira universidade pública fora de uma capital brasileira, Ana Primavesi já fazia extensão com toda a magnitude que merecia. Criou a primeira animação sobre solos do mundo, mostrando, em forma de longa-metragem, as dinâmicas da terra. A primeira exibição do longa foi durante o 2º Congresso Latino-Americano de Biologia e Microbiologia, realizado, em Santa Maria no ano de 1968, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). </p><p style="text-align: justify;line-height: 150%">Ana Primavesi também foi uma das fundadoras do programa de Pós-Graduação em Biodinâmica do Solo, 1971, quando os programas de pós-graduação no país eram escassos e mal-distribuídos. Certamente, Ana, que vivenciou o Hades humano devastando os solos na europa da Segunda Guerra, tinha a preocupação de que, no país tropical, o solo fosse tratado com o respeito que merecia.</p><p style="text-align: justify;line-height: 150%">Escreveu inúmeros textos que até hoje servem como referência mundial para os estudos do solo. Seu livro Manejo Ecológico do Solo revolucionou a agroecologia tropical. Na obra, Ana coloca a sua principal preocupação: a vida em equilíbrio com os solos — uma questão tratada há três décadas, mas que permanece atual.</p><p style="text-align: justify;line-height: 150%">Ana também fundou várias organizações voltadas à agricultura, como a Associação de Agricultura Orgânica (AAO) e o Movimento Agroecológico Latinoamericano (MAELA). Em 2012, Ana Primavesi ganhou o One World Award, prêmio concedido pela Federação Internacional de Movimentos pela Agricultura Orgânica (IFOAM, em inglês). Ana Primavesi revolucionou o contato do homem com a terra e nos deixou ontem, 04 de janeiro de 2020, aos 99 anos. À doutora Ana, os eternos agradecimentos da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM.</p><p style="text-align: justify;line-height: 150%">Assim como Deméter ensinou o homem a cuidar da terra, Ana veio com o mesmo objetivo. E enquanto a deusa chora o período longe de sua filha, Ana Primavesi tenta amenizar esse sofrimento mostrando para os seres humanos que, sem cuidado com o solo, nada é possível.</p><p style="text-align: justify;line-height: 150%"> </p><p style="text-align: justify;line-height: 150%"><i>Texto: Wellington Hack/ Pró-Reitoria de Extensão</i></p><p style="text-align: justify;line-height: 150%"><i>Revisão Textual: Erica Medeiros/Pró-Reitoria de Extensão</i></p><p style="text-align: justify;line-height: 150%"><i>Foto: Arquivo Pessoal</i></p>		
										<img width="1024" height="680" src="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/wp-content/uploads/sites/346/2020/01/IMG_4282-1024x680.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Alimentação saudável e preservação do meio ambiente em debate na UFSM FW</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2019/06/06/alimentacao-saudavel-e-preservacao-do-meio-ambiente-em-debate-na-ufsm-fw</link>
				<pubDate>Thu, 06 Jun 2019 13:52:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 02]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 12]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=2765</guid>
						<description><![CDATA[Em comemoração ao dia Mundial do Meio Ambiente, o programa de extensão, da UFSM Frederico Westphalen, Fiat Panis, em parceria com a Associação Comercial de Frederico Westphalen (ACI FW), promoveu, nesta quarta (05), a palestra Transformações Alimentares e seus impactos sobre o Meio Ambiente. Quem conduziu o evento, junto aos produtores orgânicos da região, foi [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Em comemoração ao dia Mundial do Meio Ambiente, o programa de extensão, da UFSM Frederico Westphalen, <em>Fiat Panis</em>, em parceria com a Associação Comercial de Frederico Westphalen (ACI FW), promoveu, nesta quarta (05), a palestra <em>Transformações Alimentares e seus impactos sobre o Meio Ambiente</em>. Quem conduziu o evento, junto aos produtores orgânicos da região, foi Marilene Cassel Bueno, nutricionista e mestranda na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.</p>
<p>A ação faz parte das iniciativas do programa <em>Fiat Panis, </em>que visa não só a promoção da produção consciente na agricultura, mas também a alimentação saudável. Para o professor do curso de Engenharia Florestal da UFSM FW e coordenador do programa, Oscar Torres, é fundamental discutir e conscientizar a população sobre os impactos que a produção e o consumo de alimentos têm no meio ambiente e quais são os efeitos que estes geram em nosso corpo e no espaço em que vivemos.</p>
<p> Para a nutricionista Marilene Bueno, há uma demanda crescente, por parte dos consumidores, em adquirir produtos orgânicos, sendo que grande parte deste mercado é composto por pessoas que estão preocupadas tanto com as questões ambientais quanto com a própria saúde. Para ela, é fundamental conhecer a origem dos alimentos que consumimos no dia a dia, o que permite uma alimentação mais saudável e confiável. No entanto, acrescenta que apesar de ser um ramo em crescimento, ainda faltam políticas públicas para que mais produtores consigam migrar do sistema convencional de produção para o modelo agroecológico.</p>
<p>O Programa Fiat Panis trabalha com três frentes de promoção da alimentação saudável: a Feira de Produtos Orgânicos, realizada quinzenalmente no campus da UFSM Frederico Westphalen; as palestras, como a promovida na última quarta e no dia Mundial da Saúde; e as visitas técnicas aos produtores, aprendendo os métodos de produção utilizados por eles e compartilhando o conhecimento acadêmico.</p>
<p>Um dos grupos atendidos pelo programa é o Promotores da Vida, da cidade de Vicente Dutra (RS). Para Juliana dos Passos, membro do grupo, antes do início das atividades de extensão promovidas pelo <em>Fiat Panis</em>, havia a falta de valorização do modo de produção utilizado por produtores da agroecologia. “A partir do momento em que a UFSM abriu esses espaços para nós, a comunidade começou a nos ver com outros olhos”, comenta Juliana. Ainda assim, a produtora destaca que há resistência na compra dos produtos orgânicos, por conta disso, as ações da Universidade em parceria com os grupos agroecológicos devem ser fortalecidas. Além de fornecer o espaço que aconteça a feira de produtos orgânicos dentro da Universidade, o projeto também leva o conhecimento técnico para essas propriedades através do acompanhamento da produção por parte de professores e alunos.</p>
<p><strong>Agenda 2030 - ODS 02 Fome zero e agricultura sustentável</strong></p>
<p>Entre os objetivos propostos pela Agenda 2030, um pacto global pelo desenvolvimento sustentável, está a erradicação da fome e a agricultura sustentável, por meio da união entre a produção agrícola e a manutenção dos ecossistemas. Diante deste cenário, a agroecologia aparece como um importante aliado para que o objetivo seja cumprido.</p>
<p>Para a nutricionista Marilene Bueno, a produção agroecológica é uma alternativa para melhorar o acesso à alimentação, ao passo que traz impactos positivos para a saúde humana. De acordo com a profissional, já há, no Brasil, exemplos de agricultores que migraram do sistema tradicional de produção para o modo agroecológico, gerando não apenas renda, mas também uma produção diversificada de frutas, verduras e leguminosas. Apesar dos desafios que esse modelo de produção ainda enfrenta, encerra Marilene, há uma grande possibilidade de avanço dele, que promove o desenvolvimento sustentável da sociedade.</p>
<p>Texto: Wellington Hack/ Bolsista NDI PRE</p>
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