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			<title>PRE - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Pró-Reitoria de Extensão</description>
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	<title>PRE</title>
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						<item>
				<title>V CONECTA TERRITÓRIO IMEMBUY: CULTURA E TURISMO EM FOCO NO CENTRO DO RIO GRANDE DO SUL </title>
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				<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:14:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[Território Imembuy]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Coordenadoria de Desenvolvimento Regional (CODER-PRE) realiza quinta edição do evento que pauta o desenvolvimento em municípios da Quarta Colônia

]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->		
										<figure>
										<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/05/IMG_2093-1-1-768x512.jpg" alt="" />											<figcaption>Organização do evento.</figcaption>
										</figure>
		<p> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Na manhã da última quarta-feira (6), foi sediado no Jardim Botânico da UFSM o V Conecta Território Imembuy: Informação e Trabalho em Rede. Com o objetivo de compartilhar informações e potencializar a articulação entre as equipes envolvidas, o evento expôs ações que reúnem a comunidade acadêmica e a população residente em prol do turismo, da ciência e da inovação.  <br /><br />O coordenador de Desenvolvimento Regional, Leandro Nunes Gabbi, apresentou propostas e protocolos para a expansão sustentável da economia e do conhecimento nos municípios integrantes do Território Imembuy. Conectando atrativos naturais, históricos e culturais, como os geoparques existentes na região central do estado, o projeto fomenta o crescimento regional e consolida a identidade da região central do Rio Grande do Sul.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/05/IMG_1830-1-768x512.jpg" alt="" />											<figcaption>Coordenador de Desenvolvimento Regional, Leandro Nunes Gabbi.
</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A iniciativa é vinculada à Coordenadoria de Desenvolvimento Regional (CODER-PRE) e engloba cerca de 40 municípios, que somam uma população estimada em mais de 700 mil habitantes. Segundo a chefe da Subdivisão de Geoparques da UFSM, Bibiana Schiavini, o projeto atua diretamente em 19 municípios, tendo reconhecimento mundial da UNESCO para os Geoparques Caçapava e Quarta Colônia, além de incluir o projeto Geoparque Raízes de Pedra e Santa Maria.</p>
<p> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Bibiana ressalta que o Território Imembuy é uma estratégia que também fortalece a  educação e a geração de renda por meio da extensão universitária. Para 2026, está prevista a missão de revalidação da UNESCO nos geoparques Quarta Colônia e Caçapava para a continuidade das ações nas localidades. </p>		
										<figure>
										<img width="768" height="431" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/05/TERRITORIOS-768x431.jpg" alt="" />											<figcaption>Mapa de atuação do projeto.
</figcaption>
										</figure>
		<p> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De acordo com a reitora da UFSM, Prof.ª Martha Bohrer Adaime, projetos como o Território Imembuy mostram à sociedade como a instituição transforma realidades em diferentes áreas. Para ela, essa atuação tão abrangente rompe barreiras que dividem a comunidade geral e a acadêmica. “A UFSM está aqui, está em diversos lugares. Não basta falar sobre o que a UFSM faz, é preciso mostrar a mudança nos espaços, porque amamos o que fazemos e isso faz toda a diferença”, declarou.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/05/IMG_1808-1-768x512.jpg" alt="" />											<figcaption>Reitora Prof.ª Martha Adaime aborda a importância do projeto.
</figcaption>
										</figure>
			<h5>Confira mais fotos do evento
</h5>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/05/IMG_2032-1-768x512.jpg" alt="IMG_2032" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/05/IMG_2068-1-768x512.jpg" alt="IMG_2068" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/05/IMG_1946-1-768x512.jpg" alt="IMG_1946" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/05/IMG_1907-1-768x512.jpg" alt="IMG_1907" /></figure>			
		<p>Fotos: Coordenadoria de Desenvolvimento Regional (PRE/UFSM). </p>
<p>Texto: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>
<p>Revisão: Esther Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM integra a Operação Carimbó, da 100ª edição do Projeto Rondon</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/02/04/ufsm-integra-a-operacao-carimbo-da-100a-edicao-do-projeto-rondon</link>
				<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 13:59:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[DH]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Rondon]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>

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						<description><![CDATA[A universidade atuará em territórios de vulnerabilidade social do Pará, reafirmando seu compromisso com a extensão universitária. ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--></p>
<p></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) foi selecionada para participar da Operação Carimbó, que integra a 100ª edição do Projeto Rondon, uma das mais emblemáticas iniciativas de extensão universitária do país. A participação da UFSM nessa edição histórica representa o reconhecimento do compromisso institucional da Universidade com a responsabilidade social, a extensão universitária e a formação cidadã dos estudantes.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A equipe da UFSM será coordenada pela professora Silvana Bastos Cogo, do curso de Enfermagem, docente com sólida trajetória acadêmica e ampla experiência em ações extensionistas e no próprio Projeto Rondon. Enfermeira, graduada em 2002 pela Universidade Franciscana (UFN), com mestrado em enfermagem pela UFSM e doutorado pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Silvana atua como docente da UFSM desde 2009, tendo desenvolvido atividades de ensino, pesquisa e extensão em diferentes campi da instituição.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Ao longo de sua trajetória, a professora já participou de duas edições anteriores do Projeto Rondon: em 2010, na Operação Rei do Baião, no município de Orocó (PE) e em 2011, como coordenadora da Operação Seridó, em Itajá (RN). Essas experiências anteriores contribuíram para a elaboração da proposta que garantiu a seleção da UFSM para a Operação Carimbó.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading --></p>
<h2><strong>Uma proposta baseada no diagnóstico do território</strong></h2>
<p><!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A proposta apresentada pela UFSM para o Projeto Rondon foi construída a partir de um estudo ampliado da realidade regional, respeitando as peculiaridades sociais, econômicas e culturais do território de atuação. Segundo a professora Silvana, esse diagnóstico é fundamental para identificar, de forma responsável, as necessidades dos municípios que recebem as ações do Projeto Rondon.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O estudo contemplou informações sobre a região da Ilha de Marabá, composta por 13 municípios e três municípios da Ilha de Marajó, no estado do Pará. A proposta reúne um diagnóstico socioeconômico, urbano e rural, com identificação de índices de pobreza e exclusão social, principais problemas enfrentados pelas populações locais, programas e políticas públicas existentes, além de uma análise da situação econômica e social da região.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>A partir desse levantamento, foram planejadas ações nas áreas de saúde, educação, cultura, direitos humanos e justiça, que serão desenvolvidas durante o período de atuação da UFSM no município designado.</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading --></p>
<h2><strong>O significado da Operação 100 para a UFSM</strong></h2>
<p><!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Para a professora Silvana, a participação da UFSM na Operação 100 do Projeto Rondon vai além de uma conquista institucional. Representa, sobretudo, um compromisso ético e social com populações que vivem em contextos de vulnerabilidade. Segundo ela, integrar essa edição histórica “representa o reconhecimento do compromisso institucional com a extensão universitária, fortalecendo a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, a formação cidadã dos estudantes e a projeção nacional da universidade como agente de transformação social em benefício da população brasileira”.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Silvana destaca ainda que atuar em regiões com necessidades significativas exige responsabilidade e engajamento por parte de docentes e estudantes envolvidos, reforçando o papel social da universidade pública.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading --></p>
<h2><strong>O que caracteriza a Operação Carimbó</strong></h2>
<p><!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A Operação Carimbó se caracteriza pela aproximação direta entre universidade e sociedade, promovendo o contato de professores e estudantes com realidades marcadas por desigualdades sociais persistentes, mas também por forte diversidade cultural e formas consistentes de organização comunitária.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O contexto do estado do Pará evidencia importantes desafios sociais. De acordo com os dados apresentados pela professora, o estado abriga 135.603 pessoas quilombolas e 80.980 indígenas, além de apresentar índices educacionais abaixo da média nacional, com IDEB de 5,7 nos anos iniciais do ensino fundamental, 4,8 nos anos finais e 4,4 no ensino médio da rede estadual. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,69, considerado médio, ocupando a 23ª posição no <em>ranking</em> nacional.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Em 2024, a renda média <em>per capita</em> registrada foi de R$ 1.344,00. Além disso, apenas 8,7% da população conta com cobertura de esgotamento sanitário e 66,65% com cobertura de atenção primária em saúde, deixando cerca de 34% da população sem acesso regular a serviços básicos de saúde.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>As demandas específicas do município de atuação ainda serão definidas após a confirmação oficial por parte do Ministério da Defesa. A professora explica que somente após essa definição será possível realizar uma identificação precisa das necessidades sociais e comunitárias do local.</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading --></p>
<h2><strong>Seleção dos estudantes e planejamento da operação</strong></h2>
<p><!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Os estudantes que integrarão a equipe da Operação Carimbó serão selecionados em março de 2026, por meio de edital a ser publicado em fevereiro. Entre os critérios mínimos, está a exigência de que os candidatos tenham cursado ao menos 50% do curso. A participação prévia em experiências extensionistas será valorizada, por ser considerada um conjunto de potencialidades relevantes para a atuação no Projeto Rondon.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O planejamento da operação envolve diversas etapas até o deslocamento da equipe. Um dos momentos centrais é a viagem precursora, realizada pela professora coordenadora, com o objetivo de conhecer previamente o município, ajustar as ações planejadas junto aos gestores locais e definir questões logísticas, como acomodações e alimentação da equipe durante o período de atuação. Até o embarque da equipe, previsto para julho de 2026, o planejamento inclui a organização das ações, a confecção de materiais e a realização de reuniões periódicas para entrosamento e preparação dos rondonistas.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A logística da viagem envolve diferentes etapas: a UFSM, em geral, garante o deslocamento até Porto Alegre e o seguro viagem/saúde dos participantes, enquanto o Ministério da Defesa é responsável pelo transporte até a cidade-sede da operação (Marabá) e os municípios de atuação. A hospedagem e alimentação ficam sob responsabilidade das prefeituras locais, sendo acordadas previamente durante a viagem precursora. Apesar de as acomodações serem simples, por se tratar de uma atividade voluntária, os rondonistas costumam ser bem acolhidos e contam com apoio logístico e acompanhamento do Exército durante todo o período da operação.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading --></p>
<h2><strong>Impactos e formação cidadã</strong></h2>
<p><!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>De acordo com a professora Silvana, os impactos das ações do Projeto Rondon tendem a ser percebidos a longo prazo, uma vez que o objetivo é promover o desenvolvimento das comunidades a partir de suas próprias demandas. Ainda assim, espera-se que as ações gerem impactos satisfatórios à população atendida.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>As experiências vivenciadas durante a operação costumam ser marcantes para estudantes e docentes, especialmente pelo acolhimento da população local e pela construção de vínculos baseados na convivência, no diálogo e na troca de saberes. “Esses laços permanecem na memória dos participantes e tornam-se experiências inesquecíveis, com impacto duradouro em suas trajetórias pessoais, acadêmicas e profissionais”, destaca a coordenadora.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Ao articular o conhecimento acadêmico com a realidade local, a experiência do Projeto Rondon contribui de forma significativa para a formação cidadã e profissional dos estudantes. A vivência em contextos de diversidade cultural e vulnerabilidade social favorece o desenvolvimento da sensibilidade social, do compromisso ético, da autonomia, do trabalho em equipe e da capacidade de propor soluções alinhadas às demandas das comunidades.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading --></p>
<h2><strong>Extensão como eixo transformador</strong></h2>
<p><!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Ao final, a professora Silvana Bastos Cogo reforça o orgulho da UFSM em participar da 100ª edição do Projeto Rondon e destaca a importância de valorizar e fortalecer ações extensionistas no ambiente universitário. Segundo ela, é por meio da extensão que a universidade se aproxima da realidade social, articula teoria e prática e constrói saberes comprometidos com a transformação social dos municípios onde atua.</p>
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:12pt;margin-bottom:12pt">Texto: Maria Lúcia Homrich Gotuzzo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p><p></p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:12pt;margin-bottom:12pt">Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_10-1024x1024.jpg" alt="" />													
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													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM busca auxiliar quilombolas em meio à estiagem no estado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2023/02/13/projeto-da-ufsm-busca-auxiliar-quilombolas-em-meio-a-estiagem-no-estado</link>
				<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 16:18:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[DH]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 01]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 06]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>

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						<description><![CDATA[Pilão: Presença Negra no Campo discute as demandas das comunidades quilombolas diante da seca gaúcha]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Segundo <a href="https://www.defesacivil.rs.gov.br/estiagem">dados da Defesa Civil do Rio Grande do Sul</a>, o estado alcançou, no último sábado (11), 272 decretos municipais de situação de emergência relativos à estiagem. São diversos os impactos gerados pela seca, que tem entre os seus principais efeitos a insegurança alimentar e a dificuldade de sobrevivência de animais e de seres humanos. Reconhecendo a gravidade dos impasses que atingem, principalmente, aqueles que vivem no campo, o Projeto <i>Pilão </i>discute atividades que possam auxiliar neste período.</p><p>O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/11/30/inclusao-social-e-cultural-de-comunidades-quilombolas-e-foco-de-projeto-na-antiga-reitoria"><i>Pilão: Presença Negra no Campo</i></a> está entre os <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/05/10/conheca-as-acoes-que-atuarao-no-espaco-da-antiga-reitoria-ufsm">dez Projetos de Extensão</a> da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) que integram o Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria). Há cerca de 17 anos, a iniciativa promove atividades de incentivo à inclusão social e cultural de comunidades quilombolas residentes na região central do Rio Grande do Sul. Nesse território, atua nos quilombos de Arnesto Penna Carneiro – Palma, do 8º Distrito de Santa Maria (RS); Cerro do Louro, Estância do Meio e Timbaúva, em Formigueiro (RS); e Barro Vermelho, Passo da Serraria, Silêncio e Rincão dos Martimianos, em Restinga Sêca (RS). </p><p>O número de decretos presentes no relatório da Defesa Civil do estado corresponde a mais da metade das cidades gaúchas. Formigueiro e Restinga Sêca foram incluídas na lista recentemente, enquanto Santa Maria permanece desde dezembro, considerando o biênio 2022/2023. Em meio a esse cenário, o <i>Pilão </i>participou de uma reunião remota com os quilombolas de Formigueiro, que solicitaram o apoio do projeto devido à falta de água potável em suas regiões. Em 2010, com apoio da Fundação Cultural Palmares, a equipe já havia perfurado um poço artesiano que atende diversas famílias em Cerro do Louro, mas é limitado à população presente nas áreas mais próximas.</p><p>No início deste mês de fevereiro, o projeto<i> </i>encontrou o parceiro e deputado estadual Valdeci Oliveira, em uma reunião presencial que abordou as solicitações realizadas pelas comunidades e que discutiu as ações necessárias para atravessar os problemas resultantes da estiagem. Na ocasião, os representantes se comprometeram a tomar providências, começando com a criação de uma documentação a ser encaminhada às demais instâncias responsáveis por assegurar o direito humano de acesso à água potável e ao saneamento básico, com foco em atender às demandas dos quilombos localizados em Formigueiro.</p><p> </p><p><i>Texto: Anna Júlia da Silva | Pró-Reitoria de Extensão UFSM</i></p><p><i>Revisão: Laura Lopes | Pró-Reitoria de Extensão UFSM</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Salas e Auditórios da Antiga Reitoria estão disponíveis para agendamento institucional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2023/01/26/salas-e-auditorios-da-antiga-reitoria-estao-disponiveis-para-agendamento-institucional</link>
				<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 15:51:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 09]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 11]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=7305</guid>
						<description><![CDATA[Sala Inovadora, Anfiteatro Francisco Mainieri, Auditório Antigo Reitoria e Centro de Referência Negra estão disponíveis para a comunidade acadêmica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Servidores e estudantes da UFSM que desejam promover ações de ensino, pesquisa e extensão no centro de Santa Maria, podem agendar para utilização salas e auditórios da Antiga Reitoria. O agendamento é totalmente gratuito e deve ser realizado por meio do <a href="https://portal.ufsm.br/agendamento/index.html">Portal do Agendamento UFSM</a>.</p>
<p>Estão disponíveis para utilização a Sala Inovadora, com capacidade de 40 lugares; o Anfiteatro Francisco Mainieri, com 55 lugares; o Auditório Antiga Reitoria, com 144 lugares; e o Centro de Referência Negra, com 20 lugares. Mais informações podem ser solicitadas por meio do e-mail: <a href="mailto:acom.pre@ufsm.br">acom.pre@ufsm.br</a>&nbsp;</p>
<p>O <b>Complexo Multicultural Antiga Reitoria, </b>vinculado à Pró-Reitoria de Extensão UFSM, está localizado na rua Marechal Floriano Peixoto, 1184, no centro de Santa Maria. O espaço integra, ainda, o Distrito Criativo Centro-Gare, da prefeitura de Santa Maria, que tem como objetivo incentivar e promover o desenvolvimento da região do Centro Histórico.</p>
<p>Atualmente, a Antiga Reitoria abriga 11 ações de extensão, desenvolvidas por servidores e estudantes da UFSM, e murais artísticos para visitação, constituindo-se como um espaço fundamental para aproximação da Universidade com a comunidade local. O prédio foi a primeira sede da UFSM e desde 2019 vem passando por um processo de revitalização.</p>
<p></p>
<p><em>Texto: Wellington Hack | Pró-Reitoria de Extensão UFSM</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Docentes da UFSM podem submeter propostas para o Projeto Rondon 2023</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2023/01/23/extensao-recebe-propostas-para-o-projeto-rondon-2023</link>
				<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 20:50:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Articulação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 08]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Rondon]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=7303</guid>
						<description><![CDATA[Operações serão realizadas no mês de Julho em Rondônia e no Mato Grosso do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>A Pró-Reitoria de Extensão UFSM está recebendo, até o dia 27 de janeiro, propostas interessadas em participar das Operações do Projeto Rondon 2023. As operações serão realizadas no mês de Julho nos estados de Rondônia (Operação Sentinelas Avançadas) e de Mato Grosso do Sul (Operação Guaicurus). Apenas docentes podem encaminhar ações na chamada.</p>
<p>As propostas de trabalho deverão se encaixar em um dos três conjuntos apontados pelo Projeto Rondon: Conjunto A - Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação, e Saúde; Conjunto B - Comunicação, Meio Ambiente, Tecnologia e Produção e Trabalho; e Conjunto C - Cobertura Jornalística e Produção de conteúdo.</p>
<p>O Projeto Rondon é uma ação interministerial do Governo Federal, realizada em coordenação com os Governos Estadual e Municipal e em parceria com as Instituições de Ensino Superior, visando a somar esforços com as lideranças comunitárias e com a população. Além de contribuir para a formação acadêmica e pessoal dos universitários, o projeto avança no desenvolvimento local sustentável, bem como na construção e na promoção da cidadania.</p>
<p>Todas as informações sobre o edital podem ser acessadas no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/003-2023">site da PRE</a>.</p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Wellington Hack | Pró-Reitoria de Extensão UFSM</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>ODH promove Curso de Capacitação em Direitos Humanos para vigilantes da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/11/25/odh-promove-curso-de-capacitacao-em-direitos-humanos-para-vigilantes-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 18:08:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[DH]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>

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						<description><![CDATA[As aulas aconteceram nos dias 01, 09 e 11 de novembro, no Colégio Politécnico UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Nos dias 1.°, 9 e 11 de novembro, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), realizou o Curso de Capacitação em Direitos Humanos, com aulas destinadas aos vigilantes da Instituição. O evento foi realizado pelo Observatório de Direitos Humanos (ODH) e pelo Espaço Multiprofissional Casa Verônica. Os encontros aconteceram no prédio G do Colégio Politécnico da Universidade, com duas turmas de vigilantes, divididas entre o turno da tarde e o da noite.</p><p>O objetivo do curso foi capacitar os profissionais através do debate e da reflexão sobre temas voltados à sociedade, com foco no âmbito do trabalho e da Instituição. No dia 1.º de novembro, ocorreu o módulo “Direitos Humanos e Segurança Pública”, com o  instrutor Lenon Goulart; no dia 9 de novembro, o módulo “Gênero”, com a instrutora Laura Cortes; e no dia 11 de novembro, o módulo “Relações Étnico-Raciais”, com o instrutor Martim Cabeleira De Moraes Jr.</p>		
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		<p>A aula inaugural contou com uma introdução realizada pelo Chefe do ODH, Victor De Carli Lopes, seguida das orientações de Lenon Goulart. O instrutor conta que o primeiro módulo foi dividido em uma etapa teórica e outra prática, a fim de promover a reflexão sobre diversas questões que atravessam os temas e a consideração de ações concretas. “Nesse sentido, foram apresentadas noções básicas sobre segurança pública e direitos humanos para promover a interlocução e pensar as práticas profissionais. Durante a atividade, foi possível estabelecer reflexões críticas e pensar o 'fazer' diário a partir de várias perspectivas, em uma construção bastante conjunta”, explica. Lenon destaca que os vigilantes contribuíram fortemente com o momento, compartilhando ideias e experiências. Os módulos seguintes, por sua vez, foram articulados a partir dessas noções iniciais.</p>		
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		<p>Eduíno Simões, Chefe de Segurança da UFSM, destaca a importância do curso que, segundo ele, teve fundamental importância para a rotina dos profissionais junto aos servidores docentes, técnico-administrativos em educação e acadêmicos. “A vigilância atua diretamente com as questões de gênero e relações étnico-raciais nas abordagens realizadas no <i>campus</i>, sendo que a via dos direitos humanos na nossa rotina possibilita abordagens com integridade, ética e respeito na segurança pública da UFSM”, expressa. Em sua fala, Eduíno também agradece ao ODH por incentivar aos vigilantes a formação <i>in loco</i>, visando uma segurança pública igualitária e atenciosa.</p><p> </p><p><i>Texto: Anna Júlia da Silva | Pró-Reitoria de Extensão UFSM</i></p><p><i>Fotos: Vitória Sarturi</i></p><p><i>Revisão: Camila Steinhorst | Pró-Reitoria de Extensão UFSM</i></p>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>UFSM no Distrito Criativo e a pluralidade étnica de Santa Maria: a cultura negra</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/11/04/ufsm-no-distrito-criativo-e-a-pluralidade-etnica-de-santa-maria-a-cultura-negra</link>
				<pubDate>Fri, 04 Nov 2022 18:42:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[DH]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 09]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>

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						<description><![CDATA[Em entrevista, egresso da UFSM fala sobre a preservação do conhecimento acerca da cultura negra da cidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Na segunda entrevista da série “UFSM no Distrito Criativo e a pluralidade étnica de Santa Maria”, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) retomou contato com o doutor egresso do Programa de Pós-Graduação em História da UFSM, João Heitor Silva Macedo, para abordar a cultura negra em uma perspectiva local. Na <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/10/27/ufsm-e-a-pluralidade-etnica-de-santa-maria-a-cultura-indigena/">matéria anterior</a>, que pautou a cultura indígena, o arqueólogo destacou a importância da preservação e difusão de saberes sobre a diversidade étnica da cidade. Para ele, o contato com novas fontes de conhecimento ampliam o escopo humano de interpretação do mundo.

A fim de evidenciar a cultura negra e o lugar da Universidade e de seu vínculo com o Distrito Criativo Centro-Gare no olhar para a identidade de Santa Maria (RS), a PRE conversou novamente com João Heitor. A seguir, você confere a entrevista:

<b>PRE: Como podemos pensar a pluralidade da identidade étnica de Santa Maria a partir do olhar para a cultura negra?</b>

<b>João Heitor:</b> Pensar a pluralidade cultural de Santa Maria, principalmente na perspectiva de olhar para o presente e visualizar essa cidade que hoje, em 2022, é extremamente cosmopolita e que se orgulha de sua história cosmopolita – vinculada à Universidade, à presença militar –, antes de mais nada, é identificar esse pilar importante da presença africana na cidade. Essa presença remonta, pelo menos, ao início do século 19, quando as primeiras estancieiras militares portuguesas começaram a se estabelecer na região.&nbsp;

É praticamente uma afirmação catedrática através da pesquisa histórica, pois sempre que esses militares estancieiros se estabeleciam na região através das suas sesmarias, eles recebiam também um número de escravizados. Não é de se surpreender quando a gente encontra habitações antigas na cidade, do século 19, parte do patrimônio histórico da cidade, e essas casas tem senzalas. Essas senzalas, então, retificam essa presença africana.&nbsp;

Mas a gente puxa também um viés importante sobre essa presença africana aqui, que é um processo de migração contemporânea que faz com que essa população negra também venha de outras regiões para cá. E eu chamo atenção particularmente para a questão das migrações contemporâneas das comunidades quilombolas, que em busca de uma qualidade de vida melhor, ou seja, de oportunidades, vão à Santa Maria.

Isso foi alavancado pelo estabelecimento da ferrovia em Santa Maria. Isso não quer dizer que a ferrovia abriu vagas de emprego – no início, ela era de uma companhia belga, uma empresa racista que não contratou negros até a década de 1920, século XX –, no entanto, trouxe consigo a explosão cultural da modernidade. Assim, a cidade se impulsionou no seu desenvolvimento e, com isso, várias outras frentes de trabalho foram abertas junto à ferrovia. E são essas frentes de trabalho que impulsionaram um processo migratório de atração da população negra para Santa Maria.&nbsp;

Na região central, então, vários vão ser os processos de famílias que virão por conta disso, de comunidades negras rurais, do interior de São Gabriel, de Caçapava e de Lavras do Sul. Isso vai aumentando potencialmente no processo de abolição, anterior à própria abolição da escravatura oficial, o que faz Santa Maria, se não me engano, no último senso antes da abolição da escravatura, ter mais negros do que brancos. Ou seja, a origem histórica da cidade, com toda a sua diversidade formativa, que tem colonizadores ibéricos e europeus do século XIX, também tem como pilar ancestral, de maneira significativa, esse processo de presença negra.&nbsp;

Em Santa Maria, essa presença aparece especialmente no bairro Nossa Senhora do Rosário, que se torna um grande centro aglutinador dessas famílias que inicialmente se reúnem ali através de uma prática de associativismo, criando clubes sociais negros. Alguns são: o Clube União Familiar, a Irmandade do Rosário e o Museu Treze de Maio. Todas essas associações de ajuda que foram criadas fizeram com que a população negra se concentrasse nessa região e desse origem à população negra que nós temos hoje. Ou seja, ao falar de diversidade cultural em Santa Maria, nós temos que falar, sim, dos negros e negras que ajudaram a construir a cidade desde a sua origem, como mão de obra, no aspecto rural, na pecuária, na criação, mas também na construção da urbanidade.

<b>PRE: Como as ações culturais presentes em Santa Maria auxiliam na preservação dessa cultura?</b>

<b>João Heitor:</b> Acredito que nós vivemos um momento muito importante de projeção e ações culturais em Santa Maria. Há pelo menos 20 anos atuando junto ao Museu Treze de Maio, com bastante envolvimento com o aspecto de valorização e preservação da produção cultural e combate ao racismo, nós conseguimos visualizar uma série de focos irradiadores da cultura popular em Santa Maria que estão ligados à negritude.

Com isso, a gente traz à tona toda uma trajetória de escolas de samba da cidade, de casas de terreiro, de coletivos jovens da periferia e grupos de rap que começaram a surgir na cidade. Além disso, a própria ação que nós desenvolvemos no Museu Treze de Maio aparece como uma referência física, material e cultural para catalisar esses processos culturais, onde a realização de oficinas, a divulgação da história, a preservação do patrimônio, a montagem de exposições, ou seja, toda essa diversidade de difusão de cultura, permite que a cultura negra seja mais visualizada e reconhecida em Santa Maria.&nbsp;

Esse processo histórico que faz com que o aspecto cultural seja determinante para a autoafirmação da população negra e para essa virada cultural, digamos assim, que acontece desde a criação da lei <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm">10.639</a>.&nbsp; Essa virada cultural que exige o ensino de História e Cultura Afro-brasileira desde 2003 das escolas também impulsionou uma série de ações que, de uma maneira bastante incipiente, lá em 2013, mas hoje com um pouquinho mais de força, fez com que escolas e universidades coletivas se empenhassem em produzir cultura para a população negra e desse visibilidade para a produção dessa cultura. Hoje, nós conseguimos dialogar com vários espaços culturais que antes eram considerados espaços brancos, da elite, que não permitiam a população negra. Posso falar do próprio Theatro Treze de Maio, assim como a Universidade.&nbsp;

Então, todo esse espaço não é um espaço só de efervescência cultural, à medida em que se percebe ela como espetáculo; mas de difusão, criação e circulação da cultura. Nós conseguimos perceber que a população negra de Santa Maria consegue, hoje, estar e dialogar em vários espaços, e a manutenção e ampliação desses espaços, principalmente com o Distrito Criativo Centro-Gare, que coloca a história da população negra também como pilar importante de formação da cidade, faz com que as ações que estão sendo desenvolvidas nos espaços culturais e na Universidade sejam ainda mais reconhecidas como necessárias na sedimentação de uma identidade cultural diversa no município.

<b>PRE: Como você observa a atuação da Universidade para a preservação e difusão de saberes nesse contexto?</b>

<b>João Heitor: </b>Eu me considero um filho da UFSM. Eu acho que eu devo muito do que eu sou enquanto pesquisador à Universidade e noto que grande parte das pessoas que passaram por ela tem o mesmo sentimento. Nós percebemos que desde o momento em que a Instituição entrou no debate das cotas, no ano de 2007, e hoje com toda uma política desenvolvida de reconhecimento e valorização dos coletivos, através de várias ações – que incluem os próprios cursos, a Pró-Reitoria de Extensão e o Observatório dos Direitos Humanos –, nós percebemos que a Universidade é um fator de extrema importância para a produção de conhecimento e a realização de debates voltados a essa cultura que nós queremos defender – de diversidade, de educação antirracista e de combate ao racismo. Esse espaço catalisador de conhecimento, que é, na verdade, de diversidade cultural, tem que ser também um ambiente de representatividade.&nbsp;

Essa representatividade durante muitos anos foi silenciada, mas agora tem a oportunidade de encontrar em alguns currículos, em alguns coletivos, em algumas ações a verdadeira forma prática de se colocar efetivamente o combate ao racismo, seja quando se abre debate em uma disciplina, quando a gente vê uma ação específica desenvolvida pelas Pró-Reitorias ou, mais do que isso, quando a gente vê uma densidade muito grande de produções científicas ocorrendo na graduação e na pós-graduação. Toda essa produção cultural e intelectual deve servir à sociedade, não só circular no ambiente acadêmico. Deve existir como um catalisador para ações da sociedade, para ações públicas dos gestores públicos; deve existir como instrumento e material de consumo para que a sociedade continue mudando, e a gente possa definitivamente reconhecer uma Santa Maria diversa, que compreende uma origem também africana.

<b>PRE: Quais escolhas narrativas são importantes na realização dessa comunicação?</b>

<b>João Heitor:</b> Falando um pouco da pesquisa* que eu desenvolvi durante o doutorado e que agora já segue no caminho de pós-doutorado no Centro de Educação: é muito importante que, nesse momento da história de Santa Maria, a gente valorize as narrativas pessoais através das pesquisas já desenvolvidas e em processo de desenvolvimento. Ouvir as narrativas pessoais daqueles que vieram antes, negros e negras que ajudaram a construir a cidade, permite que a população se sinta identificada com essas histórias contadas.&nbsp;

Essas narrativas precisam ganhar espaço, precisam sair do acadêmico e chegar ao público em geral. Elas têm que ser catalisadoras, motivadoras de ações para o combate ao racismo. Ouvir as pessoas e as suas narrativas é, de certa forma, tornar o patrimônio realmente um patrimônio vivo, pois à medida que as pessoas contam as suas histórias e se identificam com outras histórias, criam um elo de identidade coletiva. Um elo que é compartilhado, sentido e, assim, faz sentido a todos aqueles que têm as suas histórias narradas e se sentem representados nas narrativas dos outros.

*João Heitor Silva Macedo é autor do livro <a href="https://www.jharqueologia.com.br/e-book-cultura-educacao-e-ensino-de-historia-para-o-combate-ao-racismo">“Cultura, educação e ensino de história para o combate ao racismo: narrativas sobre a Lei 10.639/03”</a>, resultado de sua pesquisa de doutorado defendida na UFSM.

Esta entrevista foi editada para fins de concisão.

<i>Texto: Anna Júlia da Silva | Pró-Reitoria de Extensão UFSM</i>

<i>Revisão: Camila Steinhorst | Pró-Reitoria de Extensão UFSM</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>UFSM no Distrito Criativo e a pluralidade étnica de Santa Maria: a cultura indígena</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/10/27/ufsm-e-a-pluralidade-etnica-de-santa-maria-a-cultura-indigena</link>
				<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 19:57:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[DH]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 09]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>

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						<description><![CDATA[Em entrevista, egresso da UFSM fala sobre a preservação do conhecimento acerca dos povos indígenas da cidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) tem entre os seus valores a justiça, o respeito à identidade e à diversidade e o compromisso social. Uma das formas de promover esses princípios é através da extensão, que visa fortalecer a relação entre a Instituição e a comunidade. Em Santa Maria (RS), o vínculo da UFSM com o Distrito Criativo Centro-Gare tem representado uma das formas de fomentar esses e outros valores. O Comitê de Identidades e Recursos Culturais do espaço, que tem como membro o Pró-Reitor de Extensão UFSM, Flavi Ferreira Lisboa Filho, tem encontrado no conhecimento sobre a formação étnica do município um modo de incentivar reflexões sobre inclusão e pluralidade.</p><p>De maneira geral, etnia é uma categoria definida pela área da Antropologia para nomear grupos com especificidades socioculturais. Essas identificações entre coletividades podem ser caracterizadas por semelhanças diversas, como, por exemplo, relativas à língua, à nação, à cultura, à história, à religião e à tradição. Dentre os grupos que constituem a formação da cidade, estão os povos indígenas, habitantes originários do Brasil, que representam 305 etnias no país. Estima-se que, no território nacional, essa população reúna 896.917 pessoas, enquanto que no estado do Rio Grande do Sul totalize 32.989 e, no caso de Santa Maria, 326, segundo o <a href="https://indigenas.ibge.gov.br/">censo</a> de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). </p><p>Para saber mais sobre a presença dos povos indígenas na formação étnica de Santa Maria, bem como acerca do papel da Universidade na preservação e difusão dos saberes relacionados a esse grupo, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) conversou com o doutor egresso do Programa de Pós-Graduação em História da UFSM, João Heitor Silva Macedo. A seguir, você confere a entrevista:</p><p> </p><p><b>PRE: Qual a importância do aprendizado sobre a formação étnica de Santa Maria?</b></p><p><b>João Heitor: </b>Acredito que um dos pilares para a formação de uma identidade cultural que respeite a diversidade é também entender que a nossa formação histórica é plural. Ela não se limita à ocupação do território a partir da presença europeia, mas sim a partir dos primeiros hominídeos que ocuparam o nosso território. E essa ocupação, desde sempre, foi plural, composta por uma diversidade de grupos humanos que ao longo do tempo ocuparam essa espacialidade e dialogaram com o meio ambiente. Reconhecer essa diversidade que sempre existiu é fundamental para que, em um processo educativo de reconhecimento da humanidade, nos reconheçamos como a humanidade da diversidade. Que possamos ver no outro a diferença e que essa diferença nos potencialize para o reconhecimento do todo. Entender a formação étnico-cultural de Santa Maria é reconhecer uma Santa Maria que em 2022 segue plural e diversificada.</p><p> </p><p><b>PRE: Como podemos pensar a presença dos povos indígenas na história de Santa Maria?</b></p><p><b>João Heitor:</b> Os estudos sobre os povos indígenas na cidade de Santa Maria têm crescido bastante. Havia um momento em que se limitava a ouvir histórias tradicionais e lendas sobre o surgimento da cidade. Na medida em que o desenvolvimento cultural e educacional ligado à pesquisa histórica, arqueológica e documental aconteceu, pudemos visualizar a diversidade de grupos humanos pretéritos na cidade, percebendo que Santa Maria, devido seu aspecto geográfico, formativo e social, sempre foi um atrativo para os grupos indígenas, de modo que ao longo do século 19 encontramos vários momentos dessa presença na cidade - com predominância dos grupos tradicionais Tupi-guarani, mas incluindo tradições Pampeanas, índios Minuanos e até mesmo Kaingangs. Essa presença indígena, infelizmente, foi muito negligenciada pela historiografia tradicional, que não cita a continuidade desses grupos durante a formação da cidade, principalmente no século 20. Mas, as pesquisas que desenvolvemos hoje, ainda ligadas à Arqueologia e à História, permitem entender a presença de dois grupos na atualidade: Guarani e Kaingang. Permitem entender que a história dessas aldeias na cidade deve ser contada a partir da própria lógica e narrativa dos grupos indígenas e que, a partir daí, podem ser adensadas as pesquisas históricas e arqueológicas que seguem existindo em todo o estado do Rio Grande do Sul e em Santa Maria.</p><p>Olhar para a diversidade dos grupos originários indígenas da cidade é reconhecer que nenhum deles veio de fora. Nós temos uma outra lógica de compreensão, que consiste em reconhecer como esse espaço geográfico e político contemporâneo não existia para os grupos indígenas, de modo que a circulação, a ambiência e a vivência se deu em toda essa diversidade que contempla também o território santa-mariense. É necessário que os estudos continuem acontecendo para que essas informações cheguem no campo educacional, na Educação Básica, no Ensino Superior; para que a gente quebre os velhos mitos de construção de narrativas lineares, de uma história meramente europeia. Aqui na cidade, temos uma história de diversidade cultural plural desde a sua origem, com a presença dos indígenas Kaingangs, Guaranis, Charruas, Minuanos e de vários outros grupos originários anteriores a eles.</p><p> </p><p><b>PRE: Como você observa a Universidade no contexto de preservação e difusão de saberes?</b></p><p><b>João Heitor: </b>Olhar o papel da Universidade é fundamental. Sou egresso da UFSM e comecei os meus estudos lá na década de 1990, justamente pesquisando sobre os grupos Guaranis que habitaram o território de Santa Maria. Percebo que, desde sempre, antes mesmo da minha geração, a Universidade desenvolveu um papel importantíssimo de pesquisa: inicialmente, lá na década de 1970, com o Laboratório de Estudos e Pesquisas Arqueológicas (LEPA); mais adiante, com a criação do Museu Gama d’Eça e com a evolução do próprio Laboratório de Arqueologia do Curso de História da UFSM; e, hoje, com o Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (LASCA). Todos têm um papel fundamental na criação e preparação de novos pesquisadores dedicados ao estudo da cultura material e da existência dos povos pretéritos no nosso território. </p><p>Mas não posso ficar limitado também só à questão da Museologia e da História. Atualmente, nós encontramos um diálogo muito grande que passa por uma diversidade de formações históricas, que são plurais nas Ciências Sociais; que têm estudos de Antropologia; e da própria Geografia humana. Os cursos são formadores de conhecimento à medida em que a pesquisa e a inovação no campo dessas áreas trazem para a sociedade novos elementos de interpretação e conhecimento, potencializados pela Universidade e comunicados à comunidade através da Extensão. A Universidade é fundamental enquanto centro de pesquisa e também na extensão.</p><p> </p><p><b>PRE: Por que preservar o conhecimento histórico?</b></p><p><b>João Heitor: </b>Estudar e, mais do que isso, preservar o patrimônio dessa diversidade cultural, que começa com as populações pretéritas do nosso território, é também poder comunicar e educar as gerações futuras sobre um passado comum a todos e todas, que dialoga com a diversidade territorial, ambiental, e que serve para que as pessoas dentro dos espaços educacionais possam perceber a formação cultural e de saberes diferenciadas. Essas novas fontes de conhecimento ampliam nosso escopo de interpretação do mundo. A preservação da História, da Arqueologia e do Patrimônio Cultural, seja através da pesquisa, da Comunicação ou da Museologia, representa pilares para o desenvolvimento humano, da economia, do turismo e da progressão social da nossa sociedade.</p><p> </p><p>Esta entrevista foi editada para fins de concisão.</p><p><i>Texto: Anna Júlia da Silva | Pró-Reitoria de Extensão UFSM</i></p><p><i>Revisão: Camila Steinhorst | Pró-Reitoria de Extensão UFSM</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ação na Antiga Reitoria promove assistência em saúde mental à sociedade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/09/28/acao-na-antiga-reitoria-promove-assistencia-em-saude-mental-a-sociedade</link>
				<pubDate>Wed, 28 Sep 2022 11:46:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 03]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=7052</guid>
						<description><![CDATA[O Espaço Nise da Silveira &amp; AFAB está localizado na sala 510 do prédio, no centro de Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Setembro é reconhecido nacionalmente como um mês dedicado à saúde mental. Ampliando esse marco simbólico, algumas instituições trabalham com o tema regularmente. Esse é o caso do <i>Espaço Nise da Silveira &amp; Associação de Familiares, Amigos e Bipolares (AFAB)</i>, Programa de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) que há 25 anos proporciona atenção psicossocial à população. A iniciativa está entre as <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/05/10/conheca-as-acoes-que-atuarao-no-espaco-da-antiga-reitoria-ufsm/">dez ações</a> contempladas com uma sala no Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro de Santa Maria (RS).</p><p>Fundada em 1997, a <i>AFAB </i>contou com duas sedes anteriores: o Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM) e o Antigo Hospital Universitário. No edifício da Antiga Reitoria, a instituição beneficente ocupa a sala 510 e funciona nas tardes de segunda a sexta-feira. Martha Noal, médica psiquiatra e coordenadora do programa, explica que a localização central aproxima a comunidade santa-mariense, facilitando o acesso, fomentando a inclusão e contribuindo para a quebra de estigma. “Entrar em um prédio da UFSM é um orgulho para o grupo. A Antiga Reitoria é um lugar de produção de vida, cultura e integração - no nosso caso, um local de produção de saúde. O ambiente gera alívio, conforto e segurança”, relata.</p>		
												<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/09/DSC_0624-1-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>O <i>Espaço Nise da Silveira &amp; AFAB</i> busca gerar acolhimento, educação em saúde mental e prevenção de doenças, por meio de atividades que visam a troca de experiências, a psicoeducação e o suporte mútuo entre os associados. Além da coordenadora, os participantes, familiares e amigos contribuem de forma voluntária. Ao longo de sua história, a iniciativa reuniu mais de 400 sócios. Atualmente, mantém cerca de 50 pessoas ativas. O público corresponde a adultos com algum tipo de demanda psíquica, residentes em qualquer região, ao passo que os encontros acontecem em modalidade presencial, híbrida e remota. </p><p>Vânia Lucia Loro, 51 anos, é natural de Santa Maria e comparece às reuniões no espaço na Antiga Reitoria. “Quando há alguém precisando de apoio, todos nós nos voltamos a essa pessoa, tentando ajudar e buscar alternativas para que ela possa tirar um bom proveito do grupo”, relata. Integrante há cerca de cinco anos, ela conta que a ação foi um marco em sua vida, alusiva ao crescimento pessoal. “O programa foi um ponto de referência, pelo qual comecei a melhorar, me analisar, ter mais autocuidado e maior convívio com as pessoas”, expressa.</p>		
												<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/09/DSC_0635-1-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/09/DSC_0614-1-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>Gefran Filho, 37 anos, reside em Maceió (AL) e participa a distância do programa há cerca de três anos. “O ambiente <i>on-line</i> é muito saudável, de companheirismo e de ajuda”, conta. Para ele, a proposta do grupo terapêutico trouxe um revigoramento de sua vida e de suas metas. “Agradeço ao <i>Espaço Nise da Silveira &amp; AFAB</i> e à UFSM por oportunizar o pertencimento a um projeto que resgata e salva vidas”, acrescenta. Ele define a ação como um espaço de cuidado, respeito, potência e mudança. “A partir do momento em que temos noções sobre quem somos, que reconhecemos nossos direitos e que percebemos que a vida continua, nos tornamos cidadãos melhores. Deixei de vivenciar o meu diagnóstico para passar a viver a minha cidadania”, completa.</p><p>Martha ressalta que o espaço foca o empoderamento, o protagonismo e o pertencimento, além de considerar a ideia da horizontalidade de saberes e poderes. “Trabalhamos com suporte de pares, uma estratégia interacional anglo-saxã de intervenção em saúde mental. Os associados são pares entre si, afinal, uma pessoa com vivências em saúde mental pode ajudar outra que possui alguma demanda nesse sentido, a partir de sua experiência”, explica. Segundo ela, as práticas também têm como base a lógica do <i>recovery</i>, termo importado que é traduzido pela coordenadora como superação. “Trata-se da humanização: olhamos a pessoa como pessoa, não como diagnóstico. Não falamos em cura, até porque algumas doenças não possuem. Portanto, o que nos interessa é a superação e o empoderamento, no sentido da educação emocional. A base é poder resgatar a saúde psíquica e a partir daí resgatar outras coisas, como a cidadania e a reinserção no trabalho e nos estudos”, descreve.</p>		
												<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/09/DSC_0650-1-1-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/09/DSC_0682-1-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>Dentre as atividades do programa, estão: Grupos Terapêuticos; Projeto Comunidade de Fala; CineMental; Projeto de Extensão Promoção da Vida e Prevenção do Suicídio; Ponto de Leitura Sérgio Walter; Congressos; Fórum Permanente de Saúde Mental da Região Central; Oficina de Karaokê; Visitas Guiadas; Grupo de Testemunhos; Grupo Redes de Afetos; Participação ativa no Grupo de Trabalho Integrado de Enfrentamento às Violências; Criação e Manutenção de um <a href="https://youtube.com/channel/UCMMHDdfBVGs3rYLmrS2f2Uw">Canal no Youtube</a>; Projeto Re/conhecendo Práticas em Saúde Mental; e Rodas de Conversa. Quanto às práticas futuras, Martha aponta que os planos consistem em fortalecer e expandir a ação, a fim de criar novas propostas, parcerias, capacitações, bem como auxiliar no fomento de políticas públicas.</p><p> </p><p><b><i>Espaço Nise da Silveira &amp; AFAB</i></b></p><p>Endereço: Antiga Reitoria, sala 510. R. Floriano Peixoto, 1184. Centro, Santa Maria (RS)</p><p>Expediente: segunda a sexta-feira, das 14h às 18h</p><p>Contato para agendamentos: (55) 3220-9238</p><p>Email: afabsm@gmail.com</p><p>Facebook: facebook.com/AFABSM</p><p> </p><p><i>Texto e Fotos: Anna Júlia da Silva | Pró-Reitoria de Extensão UFSM</i></p><p><i>Edição: Camila </i><i>Steinhorst </i><i>| Pró-Reitoria de Extensão UFSM</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Com apoio da UFSM, projeto realiza coleta consciente de Óleo de Cozinha durante a Semana do Meio Ambiente</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/06/06/com-apoio-da-ufsm-projeto-realiza-coleta-consciente-de-oleo-de-cozinha-durante-a-semana-do-meio-ambiente</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jun 2022 19:19:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 12]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=6696</guid>
						<description><![CDATA[Ação acontece no Hall de entrada do Royal Plaza Shopping entre os dias 06 e 10 de junho]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/06/WhatsApp-Image-2022-06-06-at-15.08.07.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/06/WhatsApp-Image-2022-06-06-at-15.08.07-234x300.jpeg" alt="" width="234" height="300" /></a>Entre os dias 06 e 10 de junho, o projeto Coleta Consciente de Óleo de Cozinha, desenvolvido pelo Royal Plaza Shopping em parceria com o Observatório de Direitos Humanos UFSM, a Penitenciária Estadual de Santa Maria (PESM) e a SUSEPE, promove uma ação alusiva à Semana do Meio Ambiente 2022. Com um ponto de coleta instalada no Hall de entrada do shopping, moradores poderão realizar o descarte correto do óleo de cozinha que não pode mais ser utilizado na preparação de alimentos. A cada 500ml de óleo, será possível trocar por uma barra de sabão produzida pelo projeto.</p><p>Com o ponto de coleta, a ação busca aumentar a produção dos sabões que tem por matéria prima o óleo de cozinha descartado. Desde 2016, o projeto realizado pela PESM atua na reutilização desse material, contribuindo na promoção de iniciativas de ressocialização e de inclusão social das pessoas em privação de liberdade.</p><p>O descarte correto de óleo pode ser realizado de segunda (06) até a sexta (10), das 11h às 20h, no Hall de entrada do Royal Plaza Shopping. Também há um ponto de coleta permanente localizado no campus da UFSM.</p><p> </p><p><em>Com informações Departamento de Marketing Royal Plaza Shopping</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove o 9.º Fórum Regional Permanente de Extensão em 2022</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/05/27/ufsm-promove-o-9-o-forum-regional-permanente-de-extensao-em-2022</link>
				<pubDate>Fri, 27 May 2022 12:51:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Regional Permanente de Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>

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						<description><![CDATA[Primeira edição acontece ao longo do mês de junho nos campi da Universidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), inicia, no próximo mês, o 9.º Fórum Regional Permanente de Extensão. A ação, realizada semestralmente nas cidades-sedes da Universidade, tem por objetivo reconhecer as demandas locais e articular esforços institucionais na resolução dos problemas sociais das regiões de abrangência da UFSM. A primeira edição de 2022 será realizada ao longo do mês de junho.</p>
<p>Após dois anos sendo realizado no modelo remoto, em 2022 o Fórum volta a ser promovido presencialmente nos <i>campi</i> da Instituição. Reunindo extensionistas e comunidade externa, o espaço permite a construção de parcerias entre diversos atores em prol do desenvolvimento regional sustentável. Além disso, as prioridades elencadas pela sociedade, por meio da Agenda 2030, orientam a distribuição dos recursos do Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX) e a criação de novas ações de Extensão.</p>
<p>Neste ano, quase R$ 1 milhão em recursos do FIEX foram distribuídos às ações de Extensão na UFSM, respeitando a prioridade de escolha popular de 2021 - Educação de Qualidade; Saúde e Bem-Estar; e Fome Zero e Agricultura Sustentável. As sugestões e proposições apresentadas no 9.º Fórum servirão de base para a distribuição dos recursos em 2023.</p>
<p><strong>Confira, a seguir, as datas e locais de realização do Fórum em cada campus:</strong></p>
<p>UFSM Frederico Westphalen: 07 de junho, às 10h, no Auditório do IFFar FW</p>
<p>UFSM Palmeira das Missões: 07 de junho, às 14h30, no Auditório do Campus (Prédio 2)</p>
<p>UFSM Cachoeira do Sul: 08 de junho, às 14h30, na Sala 201 (Prédio Q4LAB1)</p>
<p>UFSM Santa Maria: 14 de junho, às 14h30, no Salão Imembuí (Reitoria)</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Incubadora Social UFSM visita empreendimentos em Caçapava do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/05/09/incubadora-social-ufsm-visita-empreendimentos-em-cacapava-do-sul</link>
				<pubDate>Mon, 09 May 2022 20:21:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[incubadora social]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[Incubadora Social UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>

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						<description><![CDATA[Projetos foram incubados em 2021. Essa é a primeira visita presencial da IS-UFSM aos empreendimentos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Incubadora Social da UFSM, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão (PRE), esteve visitando, no último dia 05 de maio, dois empreendimentos sociais incubados pelo órgão no município de Caçapava do Sul (RS). A visita foi realizada pela Técnica em Assuntos Educacionais Elisandra Della-Flora Weinitschke, que esteve conhecendo presencialmente as atividades desenvolvidas pelos empreendimentos.</p>[caption id="attachment_6578" align="alignleft" width="300"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/05/Pretendedorismo.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/05/Pretendedorismo-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a> Coletivo Pretendedorismo/Foto: IS-UFSM[/caption]<p>Um dos empreendimentos visitados, o Coletivo Pretendedorismo, é formado por empreendedoras do ramo da moda, dança, artesanato e beleza. A sede fica no Clube Harmonia, e no encontro foram apresentadas as atividades de cada participante, além da realização de trocas de ideias e do reconhecimento das ações nas quais a Incubadora possa intervir e mediar. Conforme destaca a coordenadora do Coletivo Pretendedorismo, Catia Cilene Dutra, o grupo promove a igualdade racial e a inserção de pessoas em vulnerabilidade no mercado de trabalho.</p>[caption id="attachment_6577" align="alignright" width="300"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/05/Recicla-Pampa.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/05/Recicla-Pampa-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a> Recicla Pampa/Foto: IS-UFSM[/caption]<p>O segundo empreendimento visitado foi o Recicla Pampa, localizado no bairro Santa Rita, e que realiza a reciclagem de resíduos e a geração de renda às famílias de catadores. O empreendimento também é apoiado por um projeto de extensão da Universidade Federal do Pampa <i>campus</i> Caçapava do Sul, na ocasião representado pela servidora Rafaela Rios, e conta com auxílio do município para manter a sua sede. Durante a visita, a coordenadora do grupo Eva Heman apresentou as dependências do local, o brechó de roupas, calçados, bijuterias e outros itens, e o maquinário utilizado na reciclagem. Junto ao projeto, a IS-UFSM pretende realizar parcerias para atender à principal demanda dos associados para organização da contabilidade.</p><p>O processo de Incubação teve início em dezembro de 2021. Mais de 60 empreendimentos foram inscritos e participaram de nove encontros formativos semanais, com temas voltados ao Empreendedorismo Social, Economia Solidária e Cooperativismo, entre outros. Os participantes receberam material didático, disponibilizado  no site da Incubadora Social e que podem ser acessados <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/incubadora-social/cartilhas/">neste link</a>.</p><p>Com o retorno das atividades presenciais, a equipe da IS-UFSM está criando um roteiro para conhecer mais de perto as experiências dos incubados. Além de Caçapava do Sul, fará visitas aos empreendimentos localizados em Santa Maria, em São Pedro do Sul e em Palmeira das Missões. O objetivo principal é verificar as demandas do plano de trabalho e conhecer melhor a realidade de cada um.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Geoparques Quarta Colônia e Caçapava são confirmados pela UNESCO para o processo final de pré-certificação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/03/30/geoparques-quarta-colonia-e-cacapava-sao-confirmados-pela-unesco-para-o-processo-final-de-pre-certificacao</link>
				<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 15:41:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[A expectativa é que a visita oficial da UNESCO aconteça no segundo semestre de 2022]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) divulgou, neste mês, a lista dos territórios candidatos ao título de Geoparques Mundiais da UNESCO. Representando o Brasil, os territórios do Geoparque Quarta Colônia, desenvolvido pela UFSM em parceria com o CONDESUS, e do Geoparque Caçapava, desenvolvido pela UFSM em parceria com a UNIPAMPA e organizações locais, aparecem na lista. Ao todo, 17 territórios de 13 países serão avaliados em 2022 por profissionais da Organização. Apenas o México e o Brasil, na América, contam com candidatos ao título.</p><p>“Nós enviamos os dossiês em Novembro [para a UNESCO] e, agora, está confirmado que vamos passar pela avaliação. Esse processo, em que os avaliadores vêm <i>in loco</i>, tem por objetivo verificar o que foi registrado nos dossiês, para que, enfim, haja ou não a certificação dos Geoparques”, explica a chefe da subdivisão de Geoparques da PRE, Patrícia de Freitas Ferreira.</p><p>De acordo com Jaciele Carine Sell, coordenadora institucional dos Geoparques UFSM e de Desenvolvimento Regional e Cidadania PRE, a divulgação da lista com os Geoparques Quarta Colônia e Caçapava é um resultado bastante positivo para o processo de certificação dos territórios. Além disso, a coordenadora lembra que isso demonstra a conformidade desses locais com as diretrizes do programa de Geoparques Mundiais.</p><p>“Diante do esforço e da complexidade da juntada de documentos e da construção dos dossiês, saber da UNESCO que o material elaborado tem qualidade e que contempla os pré-requisitos da Organização é motivo de alegria. Isso também aumenta a responsabilidade dos territórios para se organizarem e manterem a qualidade das ações empreendidas e das parcerias conquistadas até o momento, para que tenhamos êxito na próxima etapa”, destaca Jaciele.</p><p>A data oficial da visita da UNESCO aos territórios ainda não foi definida pela Organização, mas a expectativa é que ela aconteça no segundo semestre de 2022. </p><p><em>Reportagem: Wellington Hack | Pró-Reitoria de Extensão UFSM</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM divulga Edital de Fomento aos Direitos Humanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/03/15/odh-seleciona-propostas-de-acoes-de-extensao-na-area-de-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 20:26:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Articulação]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=6367</guid>
						<description><![CDATA[Seleção é coordenada pelo Observatório de Direitos Humanos. Servidores têm até o dia 15 de abril para realizar a submissão de propostas.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Idealizado pela Pró-Reitoria de Extensão, através do Observatório de Direitos Humanos, o&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/011-2022/" data-type="URL" data-id="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/011-2022/">Edital 11/2022</a>&nbsp;traz a abertura as inscrições de propostas para realização de ações de extensão coordenadas por servidores/as (docentes e técnicas/os) da UFSM que fomentem os Direitos Humanos e trabalhem com os grupos em vulnerabilidade social e/ou relacionados.</p>
<p>Os eixos de atuação são pré-determinados, sendo que alguns já possuem demandas estabelecidas, são eles:&nbsp;<strong>Crianças e adolescentes&nbsp;</strong>(que visam com atividades na Casa de Apoio Dona Odete, no Centro de Atendimento Socioeducativo e no Centro de Atendimento em Semiliberdade de Santa Maria, e que promovam a dignidade e direito à convivência familiar e comunitária de todas as crianças e adolescentes, bem como a educação para o exercício da atitude adotiva);&nbsp;<strong>População em situação de rua</strong>&nbsp;(com atividades em colaboração com a Casa De Passagem Mundo Novo);&nbsp;<strong>População em privação de liberdade</strong>&nbsp;(com atividades em colaboração Inspira– parceria entre UFSM, Polícia Federal e SUSEPE);&nbsp;<strong>Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria</strong>; e&nbsp;<strong>Saúde mental</strong>&nbsp;(em parceria com Centro de Apoio a Dependentes Químicos, Detentos e Familiares).</p>
<p>Os eixos&nbsp;<strong>Pessoa idosa, Pessoa com deficiência, LGBTTQI+, Mulheres, Refugiados e imigrantes em situação de vulnerabilidade, Saúde mental, e Segurança Alimentar</strong>, ainda não possuem convênios acertados.</p>
<p>A ação deverá estar vinculada a uma Unidade Universitária, registrada no Portal de Projetos da UFSM e constar como “em andamento”, com data de encerramento a partir de 31/12/2022. Só poderão concorrer nesta chamada coordenadores(as) que não tenham sido contemplados nos editais do Geoparques, da Incubadora Social (IS) e COREDES, da Pró-Reitoria de Extensão.</p>
<p>A inscrições estarão abertas pelo&nbsp;<a href="https://portal.ufsm.br/bolsasprojetos/index.html" data-type="URL" data-id="https://portal.ufsm.br/bolsasprojetos/index.html">Portal da UFSM</a>&nbsp;até o dia 15/04.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM participará do Projeto Rondon 2022 com equipe do campus Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/01/17/ufsm-participara-do-projeto-rondon-2022-com-equipe-do-campus-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 00:47:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Articulação]]></category>
		<category><![CDATA[Amapá mais Forte]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Rondon]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=6269</guid>
						<description><![CDATA[Equipe atuará na Operação Amapá Mais Forte, no extremo norte do Brasil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p align="justify">Durante o mês de fevereiro, professores e estudantes da Universidade Federal de Santa Maria <i>campus</i> Frederico Westphalen (UFSM FW) participarão, acompanhados de outras instituições de ensino superior do país, da Operação Amapá Mais Forte, promovida pelo Projeto Rondon. A iniciativa, coordenada pelo Ministério da Defesa, tem como propósito contribuir com o desenvolvimento social e de cidadania das comunidades e das instituições participantes.</p>
[caption id="attachment_6122" align="alignleft" width="300"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/11/WhatsApp-Image-2021-10-29-at-09.18.46.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/11/WhatsApp-Image-2021-10-29-at-09.18.46-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225"></a> Reunião do comitê Rondon do Município de Mazagão (AP). A ação faz parte das atividades precursoras da operação Amapá mais Forte[/caption]
<p align="justify">Ao todo, a Operação Amapá Mais Forte atenderá 11 municípios no norte do Brasil. A equipe frederiquense, selecionada por meio de um edital da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), atuará na cidade de Mazagão, região sul do estado do Amapá (AP), junto a outra equipe do Centro Universitário do Espírito Santo (UNESC). “A expectativa é grande, nos preparamos muito para proporcionar o melhor para as pessoas que estarão nos recebendo”, destaca a graduanda em Relações Públicas e integrante da equipe, Maria Gabrielle Sousa. </p>
<p align="justify">O projeto Rondon se caracteriza pelas suas ações multiplicadoras, assim, nos últimos 16 anos, mais de 85 operações já foram realizadas, capacitando mais de 2 milhões de pessoas em diversas comunidades do Brasil. “Nós levamos alternativas, melhorias e, até mesmo, melhoria de vida”, afirma a professora coordenadora do projeto da UFSM FW, Gizelli Moiano.</p>
<p align="justify">Durante o mês de janeiro, os graduandos de Agronomia, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Florestal e Relações Públicas finalizam as oficinas que serão desenvolvidas junto à cidade de Mazagão (AP). As capacitações foram pensadas para o alcance equitativo e igualitário na comunidade. “Construímos uma proposta dinâmica e atrativa que será capaz de atender diferentes públicos, desde crianças até idosos”, destaca o professor da UFSM FW e coordenador do projeto participante da Operação, Edner Baumhardt.</p>
<p align="justify"><b>Parceria</b></p>
<p align="justify"><b></b>Além do Ministério da Defesa, contribuem para a realização do Projeto Rondon os Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); da Educação (MEC); da Cidadania; da Saúde; do Meio Ambiente; do Desenvolvimento Regional; e a Secretaria de Governo da Presidência da República.</p>
<p align="justify">
</p><p align="justify"><em>Redação e fotos: Equipe Amapá Mais Forte UFSM</em></p>
<p align="justify"><em>Edição: Wellington Hack/Pró-Reitoria de Extensão UFSM</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM participará da Operação Amapá Mais Forte do Projeto Rondon</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/11/03/ufsm-participara-da-operacao-amapa-mais-forte-do-projeto-rondon</link>
				<pubDate>Wed, 03 Nov 2021 12:37:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Amapá mais Forte]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Rondon]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=6121</guid>
						<description><![CDATA[O Projeto é vinculado ao Ministério da Defesa. A Operação que conta com a participação da universidade acontece entre os dias 3 e 20 de fevereiro de 2022]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: left">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) participa, entre os dias 3 e 20 de fevereiro de 2022, da Operação Amapá Mais Forte, vinculada ao Projeto Rondon. A ação, coordenada pelo Ministério da Defesa, visa a integração do território nacional, articulando esforços para o desenvolvimento social dos diversos estados brasileiros. Na UFSM, a coordenação do Projeto é atribuição da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), que anualmente seleciona ações interessadas em participar do Rondon e indica ao Governo Federal.</p>
[caption id="attachment_6122" align="alignleft" width="300"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/11/WhatsApp-Image-2021-10-29-at-09.18.46.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/11/WhatsApp-Image-2021-10-29-at-09.18.46-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225"></a> Reunião do comitê Rondon do Município de Mazagão (AP). A ação faz parte das atividades precursoras da Operação Amapá Mais Forte[/caption]
<p style="text-align: left">A proposta selecionada neste ano pelo Ministério da Defesa para participar da Operação é coordenada pelos professores Edner Baumhardt e Gizelli Moiano de Paula, do <i>campus</i> da UFSM Frederico Westphalen. De acordo com os professores, o Projeto encaminhado para a Operação Amapá Mais Forte tem como objetivo desenvolver atividades voltadas para a Comunicação, Meio Ambiente, Tecnologia e Produção e Trabalho. “A nossa proposta tem por finalidade a integração social por meio da participação voluntária dos nossos estudantes universitários, com vistas ao desenvolvimento sustentável de comunidades carentes e à ampliação do bem-estar da população dos municípios”, comenta a professora Gizelli.</p>
<p style="text-align: left">A Operação Amapá Mais Forte será realizada em 11 cidades amapaenses, extremo norte do Brasil. A iniciativa tem como foco a formação acadêmica e pessoal de estudantes universitários ao mesmo tempo em que soma esforços em prol do desenvolvimento local sustentável e da promoção da cidadania. <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/rastros-de-extensao/">A UFSM participa do Projeto Rondon desde 1968</a>, quando as primeiras operações foram realizadas pelo Governo Federal em parceria com as universidades brasileiras.&nbsp;</p>
<p style="text-align: left">“Estou indo para a minha segunda operação. De fato, nas operações nos tornamos parte do município em que estamos. A recepção sempre é muito boa e, no fim, quem mais ganha com todo o Projeto somos nós, alunos e professores. Voltamos pessoas melhores, com uma melhora considerável da nossa empatia e com um aprendizado indescritível”, ressalta o professor Edner. Assim como para o professor Edner, a Operação Amapá Mais Forte não será a primeira participação de Gizelli junto ao Projeto Rondon. “Essa será a minha terceira Operação, as experiências, as trocas de conhecimentos populares e as amizades são maravilhosas”, destaca a professora.</p>
[caption id="attachment_6124" align="alignright" width="225"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/11/WhatsApp-Image-2021-10-29-at-09.20.12.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/11/WhatsApp-Image-2021-10-29-at-09.20.12-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300"></a> Reunião com a Associação de mulheres da Foz do Rio Mazagão.[/caption]
<p style="text-align: left">Embora veteranos no Projeto, os professores enfatizam que há muita expectativa em participar desta edição. Por ser um estado ainda desconhecido pela equipe, os participantes apresentam uma curiosidade grande em conhecer essa realidade diferente, localizada dentro do mesmo País. O Amapá é um dos estados mais novos do Brasil, criado pela Constituição Federal de 1988. Sua população é de aproximadamente 877 mil habitantes, menor que a da capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. O estado faz divisa com o Pará, com o Suriname e com a Guiana Francesa (França).</p>
<p style="text-align: left">A participação dos estudantes na ação é algo fundamental para que os objetivos do Projeto Rondon sejam alcançados. Para o professor Edner, ao participar do Projeto, o aluno é retirado de sua zona de conforto e confrontado com novas realidades. “Para muitos, além de ser a primeira vez que saem do seu Estado de origem, é a primeira vez que vivenciam outra cultura. Estes alunos voltam diferentes, mais motivados e comprometidos com seu País”, finaliza o professor.&nbsp;</p>
<p style="text-align: left">“Vivenciar algo novo, que foge da rotina acadêmica, é um ganho na formação estudantil. Conhecer e conviver por dias com acadêmicos de outras instituições do País também é enriquecedor e ajuda no processo de melhoria do bem-estar e do desenvolvimento sustentável de uma comunidade carente. Isso faz com que o estudante cresça na sua formação. O Projeto Rondon é uma lição de vida e cidadania”, enfatiza Gizelli.</p>
<p style="text-align: left">Na última semana, uma equipe do Projeto esteve na cidade de Mazagão (AP), realizando a viagem precursora da ação Amapá Mais Forte.&nbsp;</p>
<p style="text-align: left">R<em>edação: Wellington Felipe Hack/ Pró-Reitoria de Extensão UFSM</em></p>
<p style="text-align: left"><em>Fotos: Equipe Operação Amapá Mais Forte</em></p>		
			<h5>Agenda 2030 na UFSM</h5>		
		<p style="text-align: center">A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p>		
									<figure>
										<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_10-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>ODS 10</figcaption>
										</figure>
									<figure>
										<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_16-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>ODS 16</figcaption>
										</figure>
									<figure>
										<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>ODS 17</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>2.ª Edição do VIII Fórum Regional Permanente de Extensão UFSM tem início na próxima semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/10/14/2-a-edicao-do-viii-forum-regional-permanente-de-extensao-ufsm-tem-inicio-na-proxima-semana</link>
				<pubDate>Thu, 14 Oct 2021 18:17:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Regional Permanente de Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento objetiva conhecer as demandas das comunidades dos território de abrangência da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: justify">Tem início, na próxima semana, a 2.ª edição de 2021 do VIII Fórum Regional de Permanente de Extensão, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE) em parceria com os <i>campi</i> e as unidades de ensino da Universidade Federal de Santa Maria (PRE). O evento, que acontece semestralmente nas cidades-sede da UFSM, visa ao fortalecimento do papel social da instituição, ouvindo as demandas da sociedade e articulando saberes e práticas na resolução de demandas em nível local e regional. Nesta edição do Fórum, as atividades serão realizadas por meio do <a href="https://www.youtube.com/channel/UCZo0Npm8Cw0mvIq8CtZnMzw">canal no YouTube da PRE UFSM</a>.</p><p style="text-align: justify">A segunda edição de 2021 do Fórum tem como público-alvo a comunidade das regiões de abrangência da UFSM. O objetivo é conhecer as demandas sociais e as possibilidades de atuação da instituição, articulando universidade e sociedade na resolução dos problemas enfrentados no dia a dia dos cidadãos gaúchos. Além dos encontros virtuais, o Fórum também é composto pela<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre//app-ods/"> Plataforma de Coleta de Dados</a>, na qual a comunidade acadêmica e externa pode apontar em qual Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) a UFSM deve priorizar seus recursos – financeiros e humanos – no ano subsequente. </p><p style="text-align: justify">As inscrições para participar do Fórum podem ser realizadas através <a href="https://www.even3.com.br/oitavoforumextensao/">deste link</a>. Mais informações podem ser obtidas junto à CAFE pelo e-mail <a href="mailto:cafe.pre@ufsm.br">cafe.pre@ufsm.br</a> </p>		
												<img width="900" height="220" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-13-at-15.41.09.jpeg" alt="" loading="lazy" />														
			<h5>Data de realização por campus</h5>		
		<h4 style="text-align: center">UFSM Cachoeira do Sul</h4><p style="text-align: center">19/10 (terça) - 14h</p><h4 style="font-size: 16px;color: #000000;text-align: center">UFSM Frederico Westphalen</h4><p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center">20/10 (quarta) - 09h</p><h4 style="font-size: 16px;color: #000000;text-align: center">UFSM Palmeira das Missões</h4><p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center">20/10 (quarta) - 14h</p><h4 style="font-size: 16px;color: #000000;text-align: center">UFSM Santa Maria</h4><p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center">26/10 (terça) - 14h</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Programa de Embaixadores selecionará até 10 universitários para participarem da Brazil Conference at Harvard &amp; MIT</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/09/22/programa-de-embaixadores-selecionara-ate-10-universitarios-para-participarem-da-brazil-conference-at-harvard-mit</link>
				<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 13:43:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Articulação]]></category>
		<category><![CDATA[Brazil Conference at Harvard & MIT]]></category>
		<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Desde 2015, a Brazil Conference at Harvard &amp; MIT é organizada pela comunidade brasileira de estudantes em Boston para promover o encontro com líderes e representantes da diversidade do Brasil, com a missão de estabelecer um espaço plural para o debate e criação de ideias sobre o futuro do nosso país, o levando ao maior [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Desde 2015, a Brazil Conference at Harvard &amp; MIT é organizada pela comunidade brasileira de estudantes em Boston para promover o encontro com líderes e representantes da diversidade do Brasil, com a missão de estabelecer um espaço plural para o debate e criação de ideias sobre o futuro do nosso país, o levando ao maior número possível de brasileiros e brasileiras.</p><p>O encontro da Conferência será realizado entre o final de março e o início de abril de 2022. Devido à pandemia da Covid-19, o formato da conferência - remoto ou presencial - será comunicado até o fim do mês de Janeiro de 2022.</p><p>A missão do Programa de Embaixadores é: “desenvolver jovens líderes que resolvam problemas sociais brasileiros e inspirem demais jovens a promover mudanças no país. ” Anualmente, o Programa de Embaixadores seleciona jovens que tenham papel ativo perante o desenvolvimento do Brasil, seja por meio de iniciativas em sua graduação ou em sua comunidade, como pesquisa, projeto social, atividade extracurricular, voluntariado, empreendedorismo ou outros.</p><p>Entre outros requisitos constantes no Edital do Programa, é necessário ser estudante de graduação, inclusive Educação à Distância, em universidade brasileira pública ou privada, devidamente matriculado na data de encerramento da primeira fase e na data do evento (em abril de 2022);</p><p><a href="https://static1.squarespace.com/static/5dbf8c4323861854274e336e/t/61408eabc0d73321308fd433/1631620779161/Edital+Embaixadores+2022.pdf">CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O EDITAL.</a></p><p> </p><p><strong>CRONOGRAMA</strong> (Datas sujeitas à mudança – conforme Edital da Seleção)</p><p> 14/09 a 19/10 - Inscrições (Primeira fase)</p><p>09/11 a 23/11 - Segunda fase</p><p>10/12 a 10/01/2022 - Terceira fase</p><p>20/01/2022 - Divulgação do resultado final (seleção dos Embaixadores)</p><p> Mais informações podem ser obtidas no site da Brazil Conference, <a href="https://www.brazilconference.org/">CLICANDO AQUI</a>.</p><p> </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Conferência de Oscar Jara celebra o encontro de dois eventos extensionista do Cone Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/09/16/conferencia-de-oscar-jara-celebra-o-encontro-de-dois-eventos-extensionista-do-cone-sul</link>
				<pubDate>Thu, 16 Sep 2021 12:38:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>
		<category><![CDATA[seurs]]></category>
		<category><![CDATA[V Congresso de Extensão AUGM]]></category>

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						<description><![CDATA[V Congresso de Extensão da AUGM e 39º Seminário de Extensão Universitária da região Sul (SEURS) reúnem, juntos, mais de 2 mil extensionistas da América Latina]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Com a participação de mais de 1.300 extensionistas de seis países da América do Sul, teve encerramento na noite de ontem, 15, o V Congresso de Extensão da Associação de Universidades do Grupo Montevidéu (AUGM), promovido pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM-Brasil). Na mesma cerimônia, foi realizada a abertura do 39º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul do Brasil (SEURS), promovido pela UFSM e pelo Instituto Federal Farroupilha (IFFar) e que reúne extensionistas de 27 instituições públicas de ensino superior do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.</p><p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-16-at-09.41.21.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-16-at-09.41.21-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" /></a></p><p>O convidado da noite que marcou o encontro desses dois grandes eventos foi o professor Oscar Jara, sociólogo e educador popular radicado na Costa Rica. Jara, que é considerado um dos maiores pensadores e divulgadores vivos da educação popular, trouxe em sua fala o compromisso das universidades públicas em se posicionarem como agentes transformadores pela via da Extensão, contribuindo para a emancipação dos sujeitos com base no próprio contexto latino-americano. O professor também ressaltou o centenário de Paulo Freire, patrono da educação brasileira, resgatando a sua história e as suas contribuições transformadoras para a educação mundial. A íntegra da transmissão pode ser acessada no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=71B8spY04D0&amp;list=PLgyCGa3UW1rV0Bcu4bwDGumVzFru_BVmz&amp;index=6">canal da Pró-Reitoria de Extensão UFSM (PRE) no YouTube</a>.</p><p>De acordo com o pró-reitor de Extensão da UFSM, Flavi Ferreira Lisbôa Filho, receber um evento de grande porte como o Congresso da AUGM é motivo de orgulho para a UFSM. Segundo o pró-reitor, todos os seis países que integram a Associação participaram desta edição, demonstrando a importância da discussão extensionista para a América Latina e trazendo possibilidades de integração regional. Flavi também ressaltou que todas atividades promovidas pelo Congresso podem ser acessadas assincronamente no canal da PRE no YouTube.</p><p>Para Angela Marinho, pró-reitora de extensão do IFFar, o 39º SEURS é um espaço privilegiado para demonstrar as possibilidades de construções coletivas e de inspiração para que as universidades atuem junto à sociedade. Angela lembrou das contribuições de Paulo Freire para pensar a extensão universitária, enxergando o homem como sujeito no e do mundo. Para a pró-reitora, apesar dos desafios que são inerentes à educação popular e das complexidades dos territórios, é possível construir novas práticas emancipatórias pela via da Extensão.</p><p>O 39º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul do Brasil (SEURS) segue até a próxima sexta, 17, com mesas de debates, reuniões temáticas e apresentações de trabalhos. A programação completa pode ser acessada no <a href="https://seurs.iffarroupilha.edu.br/">site do SEURS 2021</a>. </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Relação entre Agenda 2030 e Extensão universitária foi o tema da primeira mesa do V Congresso de Extensão AUGM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/09/14/relacao-entre-agenda-2030-e-extensao-v-congresso-de-extensao-augm</link>
				<pubDate>Tue, 14 Sep 2021 16:43:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento regional]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>
		<category><![CDATA[V Congresso de Extensão AUGM]]></category>

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						<description><![CDATA[Professores de três países da América do Sul debateram o papel social das universidades latinas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Com o tema <i>Educação, ODS (Agenda 2030-ONU) e Desenvolvimento</i>, a primeira mesa temática do V Congresso de Extensão da AUGM foi realizada na manhã desta terça, 14. Participaram do debate a professora da Universidade Federal de Minas Gerais Ana Lúcia Gazzola, o professor da Universidad Nacional de Córdoba Francisco Tamarit, o reitor da Universidad de Playa Ancha Patricio Sanhueza Vivanco e o pró-reitor adjunto de extensão UFSM Rudiney Soares Pereira. A íntegra da mesa pode ser acessada no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=6YO0SkrkWm4">canal da Pró-Reitoria de Extensão UFSM (PRE) no YouTube</a>.

Francisco Tamarit, professor da Universidad Nacional de Córdoba (Argentina), destacou as contribuições das universidades latino-americanas e caribenhas para a defesa da democracia na região e na promoção do desenvolvimento regional comprometido com a sustentabilidade. De acordo com o professor, é fundamental discutir as relações entre a educação universitária e a Agenda 2030, pois são poucas as experiências da humanidade que se propuseram a fortalecer mudanças planetárias. Tamarit ainda abordou o contexto da região latina, atravessada pela pobreza e pela violência, destacando o papel das instituições de ensino superior em assumir os desafios e em trabalhar, de forma conjunta e amparada pela ciência, para o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Para a professora Ana Lúcia Gazzola, da Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil), as mudanças sociais estão transformando e modificando as instituições educacionais em todo o mundo, em especial na América Latina. Gazzola resgatou o papel da Associação de Universidades do Grupo Montevidéu (AUGM) para demonstrar a cooperação regional e a produção compartilhada de conhecimento como forma de superação de crises e de desafios que a região enfrenta, criando uma consciência para além das delimitações territoriais. Nesse contexto, as universidades precisam estar preparadas para formar pessoas socialmente comprometidas e atuar na luta contras as desigualdades regionais e os preconceitos que perpassam a América Latina.

Patricio Sanhueza Vivanco, reitor da Universidad de Playa Ancha (Chile), lembrou das mudanças profundas que a América Latina vêm enfrentando nas últimas décadas, o que pressiona as transformações nos sistemas de ensino dos países da região e nas estruturas universitárias. De acordo com o professor, é preciso encontrar as novas possibilidades de atuação, a partir das universidades, para os cenários que se desenham na região, pois todas as questões sociais do continente estão diretamente conectadas com o fazer acadêmico. Vivanco finalizou destacando que a Agenda 2030 é um importante guia para encontrar formas de atuação conjuntas frente às crises, tendo a Educação como eixo central.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Abertura do V Congresso de Extensão AUGM ressalta a Extensão universitária como transformadora de realidades</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/09/13/abertura-do-v-congresso-de-extensao-augm-ressalta-a-extensao-universitaria-como-transformadora-de-realidades</link>
				<pubDate>Tue, 14 Sep 2021 00:15:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento regional]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>
		<category><![CDATA[V Congresso de Extensão AUGM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=5971</guid>
						<description><![CDATA[Evento segue até a próxima quarta, 15, na modalidade virtual]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: justify">Foi realizada, na noite desta segunda, 13, a abertura do V Congresso de Extensão da Associação de Universidades do Grupo Montevidéu (AUGM), promovido pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM-Brasil). O evento, que está sendo realizado no formato virtual, reúne extensionistas de seis países da América do Sul e é considerado um dos maiores eventos voltados à Extensão Universitária do mundo. Participaram da cerimônia representantes da UFSM, da diretoria da AUGM e do Ministério das Relações Exteriores (Palácio do Itamaraty). A íntegra da transmissão pode ser acessada no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=UlJhL42JqXU">canal da Pró-Reitoria de Extensão UFSM (PRE) no YouTube</a>.</p>
<p style="text-align: justify">De acordo com o pró-reitor de Extensão UFSM, professor Flavi Ferreira Lisboa Filho, esta quinta edição do evento, ao retornar ao Brasil, fortalece e destaca a conexão entre as universidades e a sociedade em prol do desenvolvimento sustentável. O professor também apresentou os números expressivos do Congresso, que conta com 1.318 inscritos, 434 trabalhos submetidos para apresentação, lançamento de sete livros e a realização de 10 oficinas.</p>
<p style="text-align: justify">Patricio Sanhueza Vivanco, vice-presidente da AUGM e reitor da&nbsp;Universidad de Playa Ancha (Chile), ressaltou que a promoção do Congresso de Extensão é um momento muito importante, pois além de demonstrar a importância das universidades públicas, o evento também resgata a missão extensionista que nasce em 1918, na América Latina, durante a Reforma de Córdoba. Para Vivanco, é preciso enxergar as universidades como um local de abertura e de acolhimento dos problemas sociais, transformando o fazer universitário por meio das preocupações sociais. O professor finalizou a sua fala enfatizando que esta edição do Congresso coincide com grandes crises e com mudanças profundas na sociedade sul-americana, possibilitando que as instituições repensem o seu papel nas transformações sociais contemporâneas.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Para o representante do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, Ricardo Rizzo, a realização do Congresso de Extensão da AUGM sob o tema “Universidade e sociedade conectadas para o desenvolvimento regional sustentável” é extremamente importante para demonstrar a capacidade que as instituições de ensino têm de impactar na sociedade. O diplomata também lembrou o papel da AUGM no desenvolvimento regional sul-americano, promovendo o intercâmbio e a articulação de universidades da região com vistas aos territórios em que atuam.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Paulo Afonso Burmann, reitor da UFSM, ressaltou a importância do evento da AUGM para superar os cenários desafios que a América do Sul passa, articulando práticas e saberes para cumprir as demandas que a sociedade apresenta às universidades. O reitor também lembrou que as Universidades brasileiras, sendo parte da estrutura estatal, estão sempre em busca do desenvolvimento regional sustentável e, através da extensão universitária, mantendo o diálogo com a sociedade e promovendo oportunidades para que os cidadãos possam se desenvolver.</p>
<p style="text-align: justify">A Cerimônia de abertura do V Congresso de Extensão da AUGM prosseguiu com a conferência <i>Universidade e sociedade conectadas para o desenvolvimento regional sustentável</i>, do professor e coordenador da Cátedra UNESCO em “Geoparques, Desenvolvimento Regional Sustentável e Estilos de Vida Saudável” na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal), Artur Agostinho de Abreu e Sá. Você pode ter acesso à conferência <a href="https://www.youtube.com/watch?v=UlJhL42JqXU">aqui</a>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">O V Congresso de Extensão da AUGM segue até a próxima quarta, 15, com diversas atividades. A programação completa pode ser acessada no site ufsm.br/pre/augm </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM lança edital de fomento às ações estratégicas de desenvolvimento regional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/08/06/ufsm-lanca-edital-de-fomento-as-acoes-estrategicas-de-desenvolvimento-regional</link>
				<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 17:03:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Articulação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[COREDE]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento regional]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 11]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=5820</guid>
						<description><![CDATA[O investimento será de R$ 50 mil em cada região de abrangência da universidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: justify">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), através da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e de seus <em>campi</em>, lançou nesta sexta, 06, o Edital de concessão de recursos para a realização de ações de Extensão vinculadas às demandas apresentadas no Plano Estratégico dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (COREDE). A iniciativa prevê a distribuição de R$ 50 mil em recursos por região, sendo elas: COREDE Jacuí Centro (UFSM Cachoeira do Sul), COREDE Médio Alto Uruguai (UFSM Frederico Westphalen), COREDE Rio da Várzea (UFSM Palmeira das Missões) e COREDE Central (UFSM Santa Maria).</p><p style="text-align: justify">Para concorrer ao edital, é preciso que o proponente seja servidor da UFSM e que esteja lotado no <em>campus</em> correspondente ao COREDE no qual a ação será desenvolvida. Além disso, a ação de extensão que concorre aos recursos deverá estar registrada no Portal UFSM com o prazo de encerramento posterior à data de 31 de janeiro de 2022. O teto de recursos para cada proposta selecionada é de R$ 10 mil, podendo ser utilizados em bolsas estudantis (modalidade graduação e pós-graduação), em diárias, em materiais de consumo e em serviços de terceiros. </p><p style="text-align: justify">O objetivo deste edital é o fomento de ações que tenham proposições com impacto regional, alinhadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 e aos Desafios e das Metas do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFSM, observando os respectivos Planos Estratégicos de Desenvolvimento dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (COREDE) em que a UFSM é presente fisicamente através de seus <em>campi.</em></p><p style="text-align: justify">Mais informações podem ser acessadas na <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/021-2021/">página do edital</a>.</p>		
			<h5>Agenda 2030 na UFSM</h5>		
		<p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center">A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p><p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center"><em>Acesse as imagens para saber mais sobre cada um deles.</em></p>		
									<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/11/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_11-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 11</figcaption>
										</figure>
									<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/16/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_16-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 16</figcaption>
										</figure>
									<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/17/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 17</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM destinará R$ 50 mil por campus em recursos para ações alinhadas às demandas dos COREDES</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/07/29/ufsm-destinara-r-50-mil-por-campus-em-recursos-para-acoes-alinhadas-as-demandas-dos-coredes</link>
				<pubDate>Thu, 29 Jul 2021 14:19:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Articulação]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento regional]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=5773</guid>
						<description><![CDATA[Edital está previsto para ser publicado na próxima semana. O valor será aplicado nas regiões de Frederico Westphalen, de Palmeira das Missões, de Cachoeira do Sul e de Santa Maria ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr" style="color: #222222;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;font-size: small;line-height: 1.8;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e dos <i>campi</i> de Frederico Westphalen (FW), de Palmeira das Missões (PM), de Cachoeira do Sul (CS) e de Santa Maria (Sede), lançará um edital para fomento de ações de extensão alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) e que tenham vinculação às demandas apresentadas no Plano Estratégico dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (COREDEs) das respectivas regiões.</p>
<p dir="ltr" style="color: #222222;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;font-size: small;line-height: 1.8;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="color: #222222;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;font-size: small;line-height: 1.8;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt">As propostas devem ser coordenadas por servidores da Universidade que tenham ações de extensão registradas no Portal de Projetos, sendo que as atividades deverão ser executadas nos municípios que integram o COREDE da região apontada.</p>
<p dir="ltr" style="color: #222222;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;font-size: small;line-height: 1.8;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt">O objetivo do edital é fomentar ações que tenham proposições com impacto regional, alinhamento com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 e atendam às diretrizes da extensão universitária, definidas na Política de Extensão da UFSM. Os recursos, que somam um total aproximado de R$ 50 mil para cada <em>campus</em>, provêm do Projeto Estratégico da Coordenadoria de Articulação e Fomento à Extensão (CAFE-PRE) e das Unidades participantes.</p>
<p dir="ltr" style="color: #222222;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;font-size: small;line-height: 1.8;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt">O edital está previsto para ser publicado na próxima semana. Mais informações podem ser acompanhadas no site da PRE.</p>		
			<h5>Agenda 2030 na UFSM</h5>		
		<p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center">A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p><p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center"><em>Acesse as imagens para saber mais sobre cada um deles.</em></p>		
									<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/17/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_16-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 16</figcaption>
										</figure>
									<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/17/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 17</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Prorrogado o período para submissão de propostas internas ao Projeto Rondon 2022</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/07/13/periodo-para-submissao-de-propostas-internas-ao-projeto-rondon-2022-encerra-nesta-sexta-16</link>
				<pubDate>Tue, 13 Jul 2021 13:53:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Articulação]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Rondon]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=5760</guid>
						<description><![CDATA[Propostas inscritas ao projeto do Ministério da Defesa devem ser coordenadas por docentes da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Inscrições prorrogadas
							O período para submissões de propostas foi prorrogado até a segunda-feira, 19, às 13h. Mais informações podem ser obtidas na página do edital.
		<p style="text-align: justify">A Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM está recebendo, até a próxima segunda (19), às 13h, propostas interessadas em participar do projeto Rondon 2022. Nesta edição do projeto promovido pelo Ministério da Defesa, serão recebidas propostas para duas operações: a “Rondon das Gerais”, realizada entre os dias 27 de janeiro e 13 de fevereiro, no estado de Minas Gerais; e a “Amapá mais forte", realizada entre os dias 3 e 20 de fevereiro em 2022, no estado do Amapá. Podem concorrer ao Edital apenas docentes da UFSM.</p><p style="text-align: justify">Para participar, é preciso que as ações estejam inscritas em um dos três conjuntos especificados pelo Ministério da Defesa, sendo eles: conjunto A, Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação, e Saúde; conjunto B: Comunicação, Meio Ambiente, Tecnologia e Produção e Trabalho; e conjunto C: Cobertura Jornalística e Produção de conteúdo. </p><p style="text-align: justify">O Projeto Rondon é uma ação interministerial do Governo Federal, realizada em coordenação com os Governos Estadual e Municipal e em parceria com as Instituições de Ensino Superior, visando a somar esforços com as lideranças comunitárias e com a população. Além de contribuir para a formação acadêmica e pessoal dos universitários, o projeto contribui para o desenvolvimento local sustentável, bem como para a construção e para a promoção da cidadania.</p><p style="text-align: justify">Mais informações podem ser acessadas no <a style="background-color: #ffffff;font-size: 16px;color: #0d63e6 !important" href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/001-2021-4/">Edital 001/2021 PRE</a></p>		
			<h5>Agenda 2030 na UFSM</h5>		
		<p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center">A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p><p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center"><em>Acesse as imagens para saber mais sobre cada um deles.</em></p>		
									<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/10/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_10-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 10</figcaption>
										</figure>
									<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/16/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_16-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 16</figcaption>
										</figure>
									<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/17/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 17</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM participa do 6º Café Internacional da UEMA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/07/09/ufsm-participa-do-6o-cafe-internacional-da-uema</link>
				<pubDate>Fri, 09 Jul 2021 14:10:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Articulação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=5751</guid>
						<description><![CDATA[Evento será realizado entre os 19 e 22 de julho de 2021.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p align="justify"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/07/30771_30771_cafe_internacional_banner_redes_5786996365755859441_600694478278755003.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/07/30771_30771_cafe_internacional_banner_redes_5786996365755859441_600694478278755003-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), através da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), participa, no próximo dia 20 de julho, às 14h, do 6º Café Internacional da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). A UFSM será representada pelo pró-reitor adjunto de extensão, professor Rudiney Soares Pereira, que apresentará as contribuições da Agenda 2030 na promoção do desenvolvimento sustentável na instituição. Na mesma mesa, participarão representantes da Universidade Estadual do Norte Fluminense, do Rio de Janeiro, e da Universidade Federal do Tocantins.</p><p align="justify">O 6º Café Internacional da UEMA, realizado entre os dias 19 e 22 de julho de 2021, tem por objetivo discutir e capacitar a comunidade acadêmica sobre temáticas de internacionalização. Nesta edição do evento, também serão promovidos workshops temáticos alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), organizados por professores da UEMA, com a participação de professores de instituições internacionais. Interessados em participar podem realizar a inscrição neste <a href="https://eventos.uemanet.net/"><u>link</u></a>.</p><p align="justify">Mais informações sobre o evento podem ser encontradas no <a href="https://www.ma.gov.br/agenciadenoticias/?p=310847"><u>site da Agência de Notícias do Maranhão</u></a>.</p>		
			<h5>Agenda 2030 na UFSM</h5>		
		<p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center">A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p><p style="color: #000000;font-size: 16px;text-align: center"><em>Acesse as imagens para saber mais sobre cada um deles.</em></p>		
									<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/16/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_16-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 16</figcaption>
										</figure>
									<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/17/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 17</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        