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Projetos do Eixo Mulheres

Projetos de 2019 e 2020:

COORDENADORA: PROFª. DRA. MARIANA SELISTER GOMES

O Programa de Extensão GIDH Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos, desenvolvido pelo GEPACS/UFSM, juntamente com seus parceiros externos (associações da sociedade civil e movimentos sociais), visa, como objetivo geral, difundir e fortalecer as discussões científicas e as lutas sociais acerca da Igualdade de Gênero, da Interseccionalidade e dos Direitos Humanos na Universidade Federal de Santa Maria e em seu entorno social. Para isto, propõe-se a realizar: (1) a criação de um Grupo Gestor envolvendo entre 3 e 5 entidades; (2) Workshops de divulgação de pesquisas científicas atuais sobre Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos; (3) Palestras sobre as referidas temáticas, voltadas para professores da educação básica e ativistas; (4) Festivais lúdicos e formativos em torno das temáticas, envolvendo manifestações artísticas, exibição de filmes e documentários e rodas de conversa, voltados para a comunidade; (5) Seminário com convidados locais, regionais, nacionais e do Mercosul, dando amplitude aos temas do Programa; (6) Aplicação de Questionários ao público participante, a fim de avaliar o impacto e a importância de Programas como este. A Metodologia de trabalho será baseada na Gestão Democrática Participativa, estará ancorada no tripé Ensino-Pesquisa-Extensão e, orientar-se-á pelas diretrizes da Pesquisa-Ação, do Conhecimento Situado e das Metodologias Feministas e Antirracistas. Espera-se atingir um público estimado em 600 pessoas, com impactos qualitativos para o fortalecimento da Cidadania e da Democracia.

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COORDENADORA: Profa. Dra. LEILA MARIA ARAÚJO SANTOS

O projeto visa instrumentalizar mulheres em condição de vulnerabilidade social, para geração de trabalho e renda, bem como conhecimentos específicos sobre alimentação saudável. Espera-se que ao final do projeto a comunidade amplie seus conhecimentos e conceitos sobre educação e trabalho levando para o seu dia a dia mais qualidade de vida, bem como que estes conhecimentos se estendam para melhores condições de empregabilidade e no desenvolvimento de projetos de trabalho local.

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COORDENADORA: Profa. Dra. ANDREA NARRIMAN CEZNE

A ideia do projeto é promover espaços de reflexão e debates em assuntos específicos de gênero em parceria com órgãos públicos, seus agentes e membros, e outras instituições públicas e privadas que demonstrarem interesse, a fim de realizar eventos, palestras, debates, entre outros. Para isso, o projeto conta com a participação da Delegacia Para a Mulher de Santa Maria/RS, buscando através dessa parceria acesso à realidade específica referente à violência contra a mulher no Município de Santa Maria, bem como parceria para divulgação dos debates sobre a temática dos direitos das mulheres em espaços externos à UFSM. Inicialmente o projeto pretende realizar debates semanais visando a formação teórica básica dos agentes, que poderão ser acadêmicos e pessoas da comunidade, trabalhando com o debate teórico sobre feminismo, gênero, e assuntos específicos de gênero – tais quais identidade, orientação sexual, não-discriminação, combate às violências. Devem ser realizados ao menos 17 encontros por semestre, totalizando 34 encontros no ano de 2019.

Também serão realizadas palestras abertas ao público, com a participação de pessoas que realizam trabalhos específicos dentro dos estudos sobre gênero e direito, tanto de pessoas que trabalham com as temáticas específicas dentro da UFSM, também trazendo pessoas que trabalhem nas áreas objeto do debate. Após a formação inicial, pretende-se que os participantes possam realizar discussões e apresentação de trabalhos em eventos.

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COORDENADORA: Profa. Dra. CARLISE PORTO SCHNEIDER RUDNICKI

Este projeto objetiva oficinas de gênero e políticas públicas, bem como produção de conteúdo com mulheres integrantes do Projeto de Extensão Feira Livre do Politécnico. Dentre os objetivos esperados estão gerar contribuições para a qualificação das práticas e discursos das mulheres rurais que participam de movimentos de Feiras Livres, organizações de organização social e não governamentais. Espera-se que os resultados da pesquisa sejam socializados de diferentes formas (disponibilização em website do grupo de estudo; oficinas, cursos,palestras, cursos de extensão –se demandados), considerando os avanços esperados em termos de compreensão da realidade em estudo, se reverterão em significativos benefícios, especialmente, para o sistema estudado.

Para as organizações não governamentais, entidades representativas dos agricultores, acredita-se que os resultados serão relevantes à medida que permitirão melhor conhecerem a realidade e, com base nisso, assumir posições mais claras e mais comprometidas com o bem comum, bem como melhor analisar as políticas públicas e as ações das organizações privadas. Tem-se, dessa forma, ganhos significativos em todos os âmbitos, pois que a deliberação qualificada gera avanços sociais, culturais, econômicos e políticos.

Prevê-se a realização de cursos de extensão sobre comunicação organizacional, gênero, redes sociais digitais(de acordo com demandas); realização de encontros, discussões e seminários; número de acessos aos artigos e banco de dados com resultados da pesquisa.

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COORDENADORA: PROFª.DRA. MILENA CARVALHO BEZERRA FREIRE DE OLIVEIRA-CRUZ

A proposta do evento intitulado “Estudos de gênero – debates sobre relações de poder e desigualdades sociais” se funda por dois motivos: marcar o início do curso de especialização lato sensu em Estudos de Gênero que inicia suas atividades em 2019.2; e atender a uma demanda crescente de diversos grupos interessados na temática, que tenham em suas atuações diretas a possibilidade de ampliar na sociedade a reflexão sobre a desigualdade de gênero: professores da rede pública, comunicadores, membros do coletivo de ativismo LGBT, além profissionais da Saúde, Gestão Pública, Educação, Ciências Sociais, Humanas e Aplicadas, Artes entre outras áreas.

Assim, entre os objetivos do evento está a ampliação e estímulo do pensamento crítico na consideração das desigualdades de gênero sob o aporte da socialização, políticas públicas, cultura, igualdade, diferença, diversidade, discriminação e relações de poder. Dentre os resultados esperados, pretende-se sensibilizar os participantes do evento para a necessidade de reflexão sobre as desigualdades de gênero, sexualidade, raça, etnia, geração, etc. e da necessidade de construção de uma sociedade mais comprometida com os problemas sociais brasileiros.

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COORDENADORA: PROFª.DRA. VÂNIA MEDIANEIRA FLORES COSTA

Esse projeto tem por objetivo realizar ações que possibilitem o enfrentamento da vulnerabilidade social por meio geração de trabalho e renda para as mulheres da Vila Maringá em Santa Maria/RS, uma região periférica formada por uma população que apresentam deficiências econômicas e financeiras que impedem uma vida digna na garantia das necessidades básicas, sendo muitas dessas famílias chefiadas por mulheres, gerando a necessidade de desenvolver ações sociais que estejam voltadas para as pessoas economicamente carentes a fim de proporcionar uma formação que conduza a autonomia e qualificação profissional. Nesse contexto, a universidade pode intervir tornando-se uma importante ferramenta de inclusão social e econômica, pois, possibilitar a geração de trabalho e renda para essas mulheres contribui para sua emancipação, autoestima e sustento de suas famílias. Esta oportunidade representa ainda, para os participantes discentes, a possibilidade de colocar na prática os conhecimentos adquiridos no curso, além de gerar trabalhos científicos que poderão ser apresentados em eventos acadêmicos, o que aperfeiçoa o processo de ensino-aprendizagem dos envolvidos, além de outras habilidades profissionais e pessoais que poderão ser desenvolvidas com a execução do projeto, tais como: comunicação, trabalho em equipe, liderança, motivação, comprometimento, responsabilidade social etc.

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COORDENADORA: PROFª.DRA. NIKELEN ACOSTA WITTER

O GEEUM@ pretende atuar no acolhimento das mulheres que chegam à Vara de Violência Doméstica em busca de atendimento. Estas, ficam durante muitas horas, aguardando suas audiências. Com um espaço cedido dentro do Fórum, a atuação buscará proporcionar a essas mulheres –ao longo desse tempo de espera e conforme seu interesse –um ambiente lúdico para troca de saberes, partindo do artesanato (que para elas pode representar a aquisição de uma atividade econômica), indo para o amparo fornecido pelos conhecimentos do grupo em literatura, poesia, história, filosofia e sociologia.

A proposta lúdica vem no sentido de não tornar maçante esse tempo de espera com palestras não pedidas ou qualquer atividade em que essas mulheres não tenham voz. O GEEUM@ é um grupo de estudos e extensão que sempre pautou suas atividades pela diversidade e pela escuta de mulheres vinda das mais diferentes realidades. A proposta vem com o intuito de somar essa atividadeàs outras já levadas à cabo pelo Programa, num momento político e social no qual é preciso unir forças e espalhar o conhecimento sobre assuntos que o sensacionalismo e o desconhecimento acabam por tornar polêmicos.

O resultado esperado é que o trabalho resulte em conforto e empoderamento para essas mulheres em situação de vulnerabilidade. Daí a presença de professoras e acadêmicas/os de diferentes cursos, no mais amplo sentido da transdiciplinariedade para dar conta das complexidades em que se encontram essas mulheres e suas famílias. Não se trata de um resultado que possa ser quantificado. Não se pode quantificar o amparo, mas para pessoas, muitas vezes, mergulhadas em uma realidade em que falta tudo, um ombro, uma escuta, uma troca de saberes pode ter um valor inestimável. De acordo com a 6ª Defensoria Pública, podem ser atingidas entre 500 a 1000 mulheres ao longo do ano.

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COORDENADORA: PROFª.DRA.SIRLEI GLASENAPP

O projeto será desenvolvido junto às mulheres catadoras e recicladoras do município de Santa Maria/RS, por se constituir uma organização que representa trabalho, renda e convivência de um grupo de pessoas que dependentes dessa atividade para a sua sobrevivência e de suas famílias. Mas que carece de recursos e capacitação (Sen, 2000) para organizar-se e desenvolver-se. O objetivo principal é desenvolver alternativas para melhoria de renda das mulheres da Associação de Reciclagem Seletiva Esperança (ARSELE) e catadoras autônomas vinculadas, articulando ações ao desenvolvimento local sustentável nos aspectos sociais, econômicos, ambientais, educacionais e culturais, reforçando, assim, a autonomia através da consciência ecológica e da auto-organização no exercício da cidadania. O projeto está baseado em práticas educacionais com as recicladoras e catadoras através de atividades que proporcionem o desenvolvimento de suas funcionamentos individuais enquanto membros de uma Associação, da importância da consciência de seu trabalho e do agir coletivamente. Na sequência o projeto buscará discutir criticamente as condições de trabalho, de procurar o envolvimento de organizações públicas e privadas que possam contribuir para a melhoria da vida das mulheres e possam garantir uma mudança sustentável de política. De modo que busca a melhora em termos de aquisição de informação que facilita a comunicação e o agir como indivíduos autônomos e capazes de gerir um negócio de forma coletiva.

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No ano de 2021, quatro projetos da UFSM foram contemplados com o recurso do Observatório de Direitos Humanos da UFSM no eixo Mulheres (anteriormente chamado Gênero). Para saber mais sobre os projetos, acesse:

Coordenador: Jairo da Luz Oliveira

Acolher mulheres viúvas de policiais mortos em trabalho a luz dos direitos humanos; objetivos; Reconhecer as mulheres viúvas de policiais mortos em trabalho, a fim de poder conhecer seu modo de vida e enfrentamento desta nova condição de existência , ou seja, viver sem a presença de seus companheiros; Criar um espaço de auto reconhecimento coletivo de mulheres viúvas de policiais mortos em trabalho, a fim de, poder encontrar suporte social para o enfrentamento de suas dificuldades; Desenvolver capacidades de análise sobre os direitos sociais junto a estas mulheres viúvas a luz dos direitos humanos, a fim, poder desenvolver um suporte legal, social e emocional para a emancipação dessas mulheres; Metodologia; Desenvolver ações de Extensão e possibilitar o compartilhamento de conhecimentos acadêmico-científicos e oportunizar o intercâmbio de experiências. Este projeto visa realizar ações de envolvimento entre acadêmicos, docentes e atores sociais das mais diversas áreas do conhecimento e promover a interdisciplinaridade de debates contextualizados a temas relacionados. O projeto se desdobrará através de visitas domiciliares a estas mulheres, atividades de grupo, diálogos individuais e no grupo. Oportunizar também, espaço para a realização de pesquisas universitárias potencializando a correlação entre ensino, pesquisa e a extensão.

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Coordenadora: Janaína Xavier do Nascimento

O presente curso de capacitação tem como objetivo geral contribuir para o combate de violências perpetradas contra os direitos humanos, relacionadas a gênero, raça e diversidade. Destina-se a profissionais das áreas de educação, saúde e segurança da cidade de Santa Maria (RS) e municípios circunvizinhos. No que tange a metodologia, sua implementação será realizada de forma remota, em virtude das condições impostas pela pandemia Covid-19. Será estimulada a articulação entre saberes teóricos e práticos, trazendo à discussão as experiências concretas que atravessam o cotidiano da prática profissional, de modo que os participantes poderão unir os aprendizados teóricos do curso com suas atividades cotidianas, de forma reflexiva. Ademais, terão um espaço para compartilhar situações em que tenham vivenciado dificuldades e dilemas na prática profissional, através de “rodas de conversa” virtuais, materiais escritos produzidos pelos próprios participantes e analisados no contexto do curso. As ministrantes são professoras em sua maioria vinculadas ao Departamento de Ciências Sociais e ao Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). O período de execução compreende de maio a setembro de 2021, dividido em quatro módulos de 40h, totalizando 160 horas/aula. Cada módulo contará com uma coordenadora e colaboradoras, dispondo de até 500 vagas. As temáticas gerais de cada módulo consistem em: 1 – Gênero e feminismos (conceitos, teorias e movimentos sociais); 2 – A expressão de sexualidades e identidades dissidentes: conhecimentos para profissionais da área da Educação, da Saúde e da Segurança Pública; 3 – Desigualdades, defesa de direitos e acesso à Justiça para negras, indígenas, lésbicas e pessoas trans; 4 – Estado, violências e políticas de reconhecimento. Por fim, os resultados esperados compreendem a instrumentalização teórico-prática dos participantes para a compreensão e formas de atuação frente aos desafios da violência e da discriminação, promovendo uma cultura de promoção dos Direitos Humanos.

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Coordenadora: Sirlei Glasenapp

O projeto será desenvolvido junto às mulheres catadoras e recicladoras do município de Santa Maria/RS, por se constituir uma organização que representa trabalho, renda e convivência de um grupo de pessoas que dependentes dessa atividade para a sua sobrevivência e de suas famílias. Mas que carece de recursos e capacitação (Sen, 2000) para organizar-se e desenvolver-se. O objetivo principal é desenvolver alternativas para melhoria de renda das mulheres da Associação de Reciclagem Seletiva Esperança (ARSELE) e catadoras autônomas vinculadas, articulando ações ao desenvolvimento local sustentável nos aspectos sociais, econômicos, ambientais, educacionais e culturais, reforçando, assim, a autonomia através da consciência ecológica e da auto-organização no exercício da cidadania. O projeto está baseado em práticas educacionais com as recicladoras e catadoras através de atividades que proporcionem o desenvolvimento de suas funcionamentos individuais enquanto membros de uma Associação, da importância da consciência de seu trabalho e do agir coletivamente. Na sequência o projeto buscará discutir criticamente as condições de trabalho, de procurar o envolvimento de organizações públicas e privadas que possam contribuir para a melhoria da vida das mulheres e possam garantir uma mudança sustentável de política. De modo que busca a melhora em termos de aquisição de informação que facilita a comunicação e o agir como indivíduos autônomos e capazes de gerir um negócio de forma coletiva.

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